Green House Stories

Narradores são fofoqueiros, jardineiros são malucos, amigos são esquecidos, chefes são alienígenas… A questão é: Está todo mundo cumprindo o seu papel?

Locutor-sama: É outro dia comum, na Casa Verde. Estou aqui, sentado no sofá da sala, lendo um livro interessantíssimo, que irá me ajudar a melhorar minha narração dramática. E é claro, ao mesmo tempo, tento ouvir a conversa do Barman e do Fábio.
Barman: Espera um minuto. Ontem você ficou jogando, e acabou esquecendo completamente da sua mãe?
Fábio: Sim, eu sou um filho irresponsável. Não precisa me dizer, sei.
Barman: Não diria irresponsável. Você esqueceu que ligou para a sua mãe?
Fábio: Liguei?
Barman: Ligou! Está ficando maluco?
Fábio: (pensa um pouco) É, de fato eu liguei.
Barman: Só que você não comentou o que ela disse para você.
Fábio: Ela falou qualquer coisa do tipo… que…
Barman: Que o quê?
Kekekê: (apareceu na sala) Alguém me chamou?
Barman: Oh não, eu não te chamei, amigo. Estava falando “Que o quê?” para o Fábio.
Kekekê: Ah, tá. Tudo bem. Então eu vou indo, Tchauzinho para vocês!
Barman: Tchau, Kekekê. (pensando) O que será que ele veio fazer aqui?
Fábio: Tchau!
Hello: (parece na sala depois que o Kekekê sai) Fábio, a sua mãe acabou de ligar, e pediu, com vários palavrões, para você parar de ligar para ela.
Fábio: É? Me desculpe pela falta de educação dela.
Hello: Ah não, tudo bem. Mas sério, sugiro que você não ligue mais para ela.
Fábio: Será que ela está escondendo algo de mim?
Hello: Bem, pelo que eu descobri, parece que ela está em Las Vegas.
Fábio: Las Vegas? (surpreso) E você descobriu isso…
Hello: Porque o Barman me pediu, ué.
Barman: Imaginei que você ia esquecer. Do jeito que é distraído…
Hello: Me parece que ela foi convidada pelo primo da Moon.
Locutor-sama: Que primo da autora? (acaba se metendo na conversa)
Hello: O Patolino, ué.
Fábio: Puxa vida, que coisa de doido. O que ela está fazendo em outras histórias?
Hello: Viajando em outras dimensões por diversão, talvez. Tem gente que gosta de fazer isso.
Locutor-sama: Senhorita Hello, não me diga que agora estão vendendo items de viajar entre dimensões, em qualquer lojinha da esquina?
Hello: O mundo já não é mais o mesmo, Locutor-sama. (muito séria) Nem os jogos, as pessoas aproveitam mais. Passei anos e anos jogando Super Mario World, e hoje? As crianças não aproveitam. Fecham os jogos em três dias.
Fábio: Bem, já zerei jogo um dia.
Hello: Você é profissional, não conta.
Barman: O que tem a ver a mudança do mundo com os jogos sendo zerados mais facilmente?
Hello: É triste saber que ninguém mais aproveita jogo como deveria. Só pensam em ir até o fim do jogo! Se divertir ninguém parece querer mais.
Barman: É o objetivo do jogo, ir até o fim.
Hello: Tem jogos que tem até fases extras.
Barman: Ah, isso é verdade.

No jardim da frente da Casa Verde.
Olliver: Tem certeza que é melhor assim, Kekekê?
Kekekê: Sim Olliver, a Moon é bastante difícil de se convencer.
Olliver: Mas aí fica parecendo que desistimos!
Kekekê: Bem, a Tuta sempre disse que a melhor maneira de vencer a Moon é deixando-a confusa.
Olliver: Está bem. Então irei continuar a falar com as flores…

– Esses personagens vão querer dominar o mundo, daqui a pouco.
– Post programado = Minha salvação.

Green House Stories

Sexta-feira é um bom dia para se jogar videogame. E para terminar invenções um tanto… incomuns!

Casa Verde, sala de jogos.
Hello: Eu não acredito nisso! (jogando uma partida de Super Smash Bros Brawl como Samus, contra o Fábio) Você ganhou outra vez. Está de brincadeira comigo!
Fábio: (jogando como Link) Não tenho culpa que sou bom nisso.
Hello: Aposto que joga isso todo dia.
Fábio: Quase todo dia.
Hello: O que você joga todo dia, então? Animal Crossing?
Fábio: (silêncio por dois minutos) Sim, mas não fique dizendo isso por aí.
Hello: Estou chateada. Não acredito que a Peaches se mudou da minha cidade. O que vai acontecer com o Roscoe, agora?
Fábio: Não sei.
Hello: Ele nem quis correr, sabia? Disse que estava muito velho para fazer isso.
Fábio: Você gosta bastante dele, não?
Hello: É claro! Roscoe é um dos bichos mais fofos de Animal Crossing.
Fábio: Bem, eu acho o Moose bastante engraçado.
Hello: Ele também se mudou da minha cidade.
Fábio: É mesmo? Que pena.
Alice: (acaba de entrar na sala de jogos) Hello, eu finalmente consegui!
Hello: E o que você conseguiu? (deu pausa na partida de SSBB)
Alice: Eu adaptei o machado do seu amigo, o anão Balinha.
Hello: É? E o que o machado faz agora, de diferente?
Alice: Ele destrói o som do carro, diretamente.
Hello: Não acontece nada com o carro, mesmo?
Alice: Não, eu já testei. E funcionou!
Hello: Espero que não tenha sido no meu carro.
Alice: Mas é claro que não!
Hello: Oh, Alice, esse aqui é o Fábio, velho amigo do Barman. Fábio, essa é a minha irmã Alice.
Alice: Prazer.
Fábio: Ah! Prazer em conhecê-la. Então essa é a sua irmã… Vocês realmente se parecem.
Alice: Não é normal irmãos se parecerem, pelo menos um pouco? (sorri de maneira simpática)
Fábio: Não exatamente. O irmão mais novo do Barman, por exemplo, é bem diferente dele.
Hello: O Barman tem um irmão?
Fábio: Tem, sim. Mas eles não se falam faz um tempo.
Alice: Os dois brigaram?
Fábio: Ah, não. Apesar de não se falarem, eles trocam e-mails.
Hello: Então eles estão se falando!
Fábio: Eles estão escrevendo, um para outro, basicamente.
Hello: Você entendeu o que eu quis dizer.
Rosalina: (também entra na sala de jogos) Hello, eu gostaria de pedir uma ajuda.
Hello: Você, pedindo ajuda? Rosa, qual é o problema?
Rosalina: O problema que o jardineiro está falando com flores, nesses últimos dias.
Hello: E daí? E não fale “o jardineiro”. Isso faz você parecer uma pessoa fria.
Rosalina: Para quê vou dizer “o Olliver” se posso dizer apenas “o jardineiro”.
Hello: Está bem Rosalina, eu não irei discutir. Fábio, jogamos depois. Alice, não quer jogar um pouco com ele?
Alice: Por mim, tudo bem. Posso usar o seu controle?
Hello: Pode. Você se incomoda, Fábio?
Fábio: Não. Pode ir, Hello. Foi divertido, obrigado por ter jogado comigo.
Hello: Quis dizer perdido para você, né? Mas tudo bem… Vamos, Rosalina. Temos que resolver esse problema do Olliver. Ah, e tenho algo para dizer antes de ir, Fábio.
Fábio: E o quê é?
Hello: A Alice joga Super Smash Bros Brawl muito bem… cuidado.
Alice: Eu? Faz tempo que não jogo.
Hello: Sim, eu sei. Mesmo que você não jogue faz tempo, nunca esquece das suas técnicas. Bom jogo de Brawl para vocês.

– Sim, eu sei. Deveria continuar com a ideia de “arrumar essa história mal resolvida entre o Barman e a Hello”. Não esqueci dela, eu já continuo.
– Post programado. Adoro essa tecnologia avançada!

Mistérios Misteriosos

Quando você está escrevendo histórias que tem uma ligação com a anterior, te dá vontade de interromper e escrever uma, que não tenha nem pé, nem cabeça. Narradores também tem que estrelar algumas histórias.

Happy Green Things, o estúdio.
Locutor-sama: O final de ano está chegando tão rápido, que tem gente que não leva mais nada a sério. Quando dezembro chegar oficialmente, não diga algo do gênero “Dezembro, me surpreenda”. E se ele te surpreender, de fato? Espero que não seja com um meteoro, em cima de nossas cabeças. Que coisa horrível.
Moon: Horrível mesmo é “o retorno da segunda-feira em cores!”
Locutor-sama: Por favor, Senhorita Moon. Ainda estamos na quinta-feira!
Moon: Na verdade, hoje é terça.
Locutor-sama: O post é na quinta, portanto hoje é quinta-feira.
Moon: Pombas!! Hoje é terça. Quer discutir com quem manda em você?
Locutor-sama: Me desculpe. Estava apenas dando minha opinião.
Moon: Ah, tudo bem. Não quis te deixar chateado. Agora vamos, Locutor!
Locutor-sama: Vamos para onde? Você não me mostrou nenhum roteiro.
Moon: Quem precisa de roteiros? Não dependo deles, você sabe.
Locutor-sama: Eu sei, mas é bom para saber onde a história vai parar.
Moon: Quem se importa com isso? Vá trabalhar, Locutor!
Locutor-sama: Está certo.

Casa Verde, parte da frente.
Locutor-sama: Cheguei até a Casa Verde, com o meu Locutor-móvel. E agora, encontro esse lugar abandonado? E o quê é aquilo? Um fantasma de telefone sem fio?? (espantado)
Telefone sem fio: Buumerangue! O que é bom, sempre vai embora! Buumerangue!
Locutor-sama: Que coisa mais esquisita. O que aconteceu aqui, de ontem para hoje?
Onigiri de pelúcia: Batatas! Batatas por todos os lugares! Elas estão soltando lasers pelos olhos!
Locutor-sama: A senhorita Moon só pode estar de brincadeira comigo…
Onigiri de pelúcia: Cuidado, senhor! A Cidade dos Cinco Monumentos está sendo atacada!
Locutor-sama: Por quem?
Onigiri de pelúcia: Por todos que estão descontrolados, por falta de chocolate?
Locutor-sama: Biscoitos?
Onigiri de pelúcia: Bem, eu vi um biscoito do tipo cookie, gigante, bravo, que soltava lasers pelos olhos…
Locutor-sama: Está tudo soltando lasers pelos olhos? Isso não é nada original, ouviu Senhorita Moon?
Onigiri de pelúcia: (pego repentinamente pelo monstro que acabou de descrever) AAH! Fuja, senhor!
Locutor-sama: Não irei fugir, tenho a arma perfeita para essa criatura maligna! (tira uma arma que solta cobertura de chocolate do bolso) Tome isso, Biscoito! Solte esse simpático Onigiri!
Biscoito: (foi atingido pela cobertura de chocolate) ARRRRRGH!
Locutor-sama: Argh? Esse chocolate está tão ruim, assim?
Onigiri de pelúcia: Cuidado, senhor! Ele vai te atacar! (caído no chão)
Locutor-sama: (tira umas cartas do bolso) Espere, Biscoito gigante! Escolha uma carta, qualquer carta!
Biscoito: Arrgh? (aponta para um Ás de Copas)
Locutor-sama: (esconde o Ás de Copas) Agora, escolha outra carta!
Biscoito: Arrgh. (aponta para um Rei de Copas)
Locutor-sama: Escolha mais uma carta. (esconde o Rei de Copas)
Biscoito: Argh. (aponta para um Ás de Ouros)
Locutor-sama: Um Ás de Ouros? Que coisa interessante! (guarda todas as cartas)
Biscoito: (ficando impaciente, joga o Locutor no chão) AAARGH!
Locutor-sama: Que coisa horrível! Ele não escova os dentes?
Onigiri de pelúcia: Senhor, tudo bem?
Locutor-sama: Tudo bem, eu acho.
Onigiri de pelúcia: Tenho algo importante para falar.
Locutor-sama: Diga, Onigiri de pelúcia.
Onigiri de pelúcia: Preciso que você use a pedra de evolução, que está no seu bolso.
Locutor-sama: É mesmo?
Onigiri de pelúcia: Sim. Apenas na minha próxima evolução, ficarei grande o suficiente, e poderei soltar lasers pelos olhos. Poderei lutar contra esse vilão.
Locutor-sama: Está bem. (usa a pedra da evolução)
Onigiri de pelúcia: AAAARGH! (começa a lutar contra o Biscoito)
Locutor-sama: Por que será que esses monstros só falam ARGH? Estou intrigado.
Biscoito: ARGH! (tenta se defender do Onigiri)
Locutor-sama: Meu deus, é uma batalha de gigantes! (começa a escutar um barulho que parecia um despertador tocando) De onde será isso? (tira algo do bolso que parecia um cupcake) Meu deus, isso aqui é uma bomba, na verdade! E não é uma qualquer, é uma bomba de riso… (usa a bomba e o Biscoito e o Onigiri começam a rir) Que coisa mais esquisita. (repentinamente, Locutor acorda desse sonho muito louco, no seu quarto da Casa Verde)
Random: Bom dia, Locutor!
Locutor-sama: Ah, olá Random. Acabei de ter um sonho muito estranho…

– Acidentalmente eu tinha me esquecido o nome da cidade em que o pessoal vivia, e tinha dado outro nome. Cidade dos Cinco Monumentos, Cidade dos Cinco Monumentos… (falando bastante para não esquecer)
– Não, eu não entendi essa história muito bem.
– Post programado.

Green House Stories

Personagens vão e voltam, provavelmente porque a autora esquece deles.

Jardim da frente, da Casa Verde.
Locutor-sama: Hoje está de volta um dos personagens antigos da Moon, que não aparece desde essa história aqui. Ele é um velho amigo do meu primo Barman. Seu nome é Fábio, também conhecido como o filho da velhinha. Estou esperando ele chegar… ah! Olha ele ali. (vê um carro azul escuro chegando)
Fábio: (sai do carro depois de estacioná-lo) Olá! Tudo bem, Locutor?
Locutor-sama: Tudo bem. Faz tempo que não aparece por aqui.
Fábio: Pois é, aconteceu muita coisa.
Locutor-sama: É verdade o que eu ouvi?
Fábio: Depende, o que você ouviu?
Locutor-sama: Você andou batalhando contra papercrafts malvadas, que queriam dominar o nosso mundo.
Fábio: (dá uma risada) Essa é boa! Bem que eu queria ter feito algo emocionante, assim!
Barman: (saiu da Casa Verde) Locutor, o Fábio já… Ah, olha ele aí!
Fábio: Oi, e aí? Tudo na mesma?
Barman: Claro, porquê mudaria alguma coisa?
Fábio: Que tristeza! Nada mudou, não é?
Barman: Do que você está falando?
Fábio: Que absurdo! Você não tem nenhuma iniciativa. Até eu arranjei uma namorada!
Barman: Uma virtual.
Fábio: É melhor que não ter nenhuma.
Barman: Você está forever alone a esse ponto?
Fábio: Eu estava testando o jogo, na verdade. Já cansei, e deletei o save. Foi uma dor de cabeça. Nunca mais trabalho como beta tester.
Barman: Sei, sei.
Fábio: Estou falando sério. Acredita que a minha mãe me expulsou de casa, e ainda por cima me proibiu de usar o título “filho da velhinha?”
Barman: Acredito, mas o que aconteceu, exatamente?
Fábio: Ela virou motoqueira, e se meteu em um montão de confusões. Prefiro nem comentar.
Barman: E quanto a você? Me deixou curioso…
Fábio: Bem. Estava trabalhando em uma loja de eletrônicos. Depois desses dois anos que eu fiquei por lá, fui despedido. Ainda não descobri bem o porquê. Vai entender…
Barman: Que coisa. Agora você está desempregado?
Fábio: Não exatamente. Estou trabalhando naquele site de jogos que te falei por e-mail, e ainda em uma loja de artesanato, ensinando velhinhas simpáticas a costurar e outras coisas.
Barman: Parece trabalhoso, a segunda coisa.
Fábio: Nem tanto, até que é divertido. Nenhuma delas é louca como a minha mãe.
Barman: Isso deve ser um alívio para você.
Fábio: Na verdade, não. Estou seriamente preocupado com minha mãe. Sabe, tento me contatar com ela, e não tenho retorno nenhum! Será que ela está presa?
Barman: Bem, se ela sumiu, foi raptada por etês, ou algo do gênero, tenho certeza que a Hello ficará contente em te ajudar.
Olliver: (passa segurando um pote de violetas) Sabe, dona Violeta a fulana da padaria me disse que eu era bonitinho, e respondi para ela que bonitinho é um feio arrumadinho. Levei um tapa na cara, acho que ela não gostou. Estava sendo sincero, juro que não tinha intenção nenhuma de ser grosso! (entrou na Casa Verde)
Fábio: Quem é o esquisitão?
Barman: O nosso jardineiro. O nome dele é Olliver, não o conhece?
Fábio: Não que eu me lembre. E olha que sou bom em lembrar de pessoas esquisitas…

– Descobri que só dou risada quando leio as minhas histórias depois de muito tempo.
– Hoje o post é programado.

Green House Stories, Raccoon Tales

Existem dias em que você pode ser pego para várias coisas: Ser sidekick de vilão paranóico querendo dominar o mundo, alguém para lavar a louça, duende para dar ideias, ou para fazer exercícios numa esteira.

Casa Verde, no escritório da Hello.
Rosalina: (no telefone) Boa tarde, Tuta-sama. Gostaria que você viesse para cá, o mais rápido possível.
Tuta-sama: Boa tarde, Rosalina. Aconteceu alguma coisa?
Rosalina: Sim, precisava da sua presença aqui, para assinar uns papéis.
Tuta-sama: Está certo. Irei aí o mais rápido que eu puder. Até mais.
Rosalina: Obrigada, tchau. (desliga o telefone)

Na Casa Verde, jardim da frente.
Tuta-sama: (já na frente da porta) Beta, venha me buscar assim que puder.
Beta: (no carro) Certo, Tuta-sama. Me ligue, que chegarei o mais rápido possível.
Tuta-sama: Francamente, e nem pude almoçar ainda! Que dia mais trabalhoso.
Locutor-sama: A nossa simpática guaxinim milionária parecia aborrecida, por ter que sair do seu conforto de casa, para ir até a Casa Verde, assinar alguns papéis.
Tuta-sama: Modo narrador observador? Engraçadinho. (toca a campainha da Casa Verde)
Barman: (abriu a porta para a guaxinim) Ah! Boa tarde, Tuta-sama.
Tuta-sama: Boa tarde, menino Barman. A Rosalina me chamou…
Barman: Sim, eu sei. Ela me falou. Entre, por favor.
Tuta-sama: Muito obrigada.

Na Casa Verde, sala de estar.
Rosalina: (desce as escadas apressada) Ah, você chegou!
Tuta-sama: Sim. Não pode esperar no escritório?
Rosalina: Tem muitos papéis para assinar, quis economizar o seu tempo, descendo.
Tuta-sama: Agradeço a sua consideração.
Rosalina: (coloca os papéis na mesa e põem três canetas junto)
Tuta-sama: Isso não vai demorar, então acalme-se, minha boa menina.
Rosalina: Peço desculpas. Não gosto de ver serviço acumulado.
Tuta-sama: Essas coisas acontecem com qualquer um. (assinando os papéis)
Locutor-sama: Vinte minutos depois, a Tuta-sama tinha terminado de assinar os papéis. Um trabalho muito bem feito.
Tuta-sama: Bom, eu vou indo. Tchau, Rosalina.
Rosalina: Muito obrigada. Tenha um bom dia, Tuta-sama.
Tuta-sama: Para você também- (bate na perna da Hello) O que foi?
Hello: É um assunto muito sério!
Tuta-sama: Espero que seja, pois você estava no meio do caminho!
Hello: Você está com barriga!
Tuta-sama: Eu?? A sua mãe não te deu educação? Ela que tem barriga!
Hello: Não, minha mãe é magra. Vamos, Tuta! (pega a guaxinim)
Tuta-sama: Para onde nós estamos indo??
Hello: Para a academia da Casa Verde! Foi você que pagou os equipamentos, então não custa nada você usar.
Tuta-sama: Você me pegou para idiota, hoje?

Ainda na Casa Verde, academia
Hello: Nós chegamos!
Tuta-sama: Já vi os lindos equipamentos, posso ir embora?
Hello: Que absurdo, você ainda nem começou!
Tuta-sama: Eu não preciso começar.
Hello: Não seja boba, você tem até a companhia do Kekekê!
Tuta-sama: Kekekê? (vê ele no fundo correndo em uma esteira)
Kekekê: Zezé, Tadeu! Voltem aqui! (ficando cansado)
Tuta-sama: Zezé e Tadeu? Onde?
Hello: Isso é o incentivo dele. Agora, para a esteira! (coloca a Tuta em cima de uma esteira e a liga)
Tuta-sama: Você me paga, Hello!
Hello: Sei que vai me agradecer. (sai da academia)
Locutor-sama: Tuta-sama fica reclamando de cinco em cinco minutos, por um bom tempo. Nosso amigo Kekekê, começa a ficar maluco.
Tuta-sama: Então, me diga, para quê ficar aqui, correndo? Que coisa mais sem sentido! Já te falei que ainda não almocei?
Kekekê: (grita) Meu senhor amado! As crianças são mais fáceis que você, Tuta!
Hello: O que houve, meu deus do céu? (volta na academia)
Kekekê: Pelo amor de deus Hello, tira a Tuta daqui!
Tuta-sama: Oba! Posso ir?
Hello: (desliga a esteira da Tuta) Tá, tá. Você pode ir. Não quer ir também, Kekekê?
Kekekê: Por mim, tudo bem, mas não posso mais ouvir a Tuta reclamando de exercícios.
Tuta-sama: Certo. (o celular dela toca) Oi, mamãe? Você quer que eu vá te buscar no aeroporto? Claro, claro! (Tuta some da academia)
Hello: (desliga a esteira do Kekekê) Está vendo, como os exercícios funcionaram? Se não fosse por eles, ela não conseguiria correr tão rápido.

Casa Verde, na cozinha
Barman: (atende o celular) Alô, Fábio?
Fábio: Está decidido! Vou aí amanhã, tudo bem?
Barman: Já resolvi, mas tem certeza? Não tem nenhum problema você vir?
Fábio: Lógico que não, cara. Tchau!
Barman: Tchau. (desliga o celular) Ele sempre detesta falar muito por celular…

Casa Verde, jardim da frente, novamente.
Tuta-sama: Beta, minha salvadora! (entra no carro que já estava com a porta aberta)
Beta: Olá, Tuta-sama. (fecha a porta do carro)
Tuta-sama: Enganei a boba da Hello direitinho! Mamãe só vem no final de ano. (risadinha malvada)

– Agradeço a minha mãe e a Steh-chan pela boa ideia para a história.
– Queria aprender o meu critério para usar as categorias nos posts.
– Postando mais cedo hoje, mas ainda tenho coisas para fazer.

Green House Stories

Quando não é possível escrever a história que planeja, faça uma prevendo mais ou menos o que planeja escrever nos próximos posts. É bom para não esquecer!

No estúdio Happy Green Things
Locutor-sama: Estou aqui, esperando a autora. Hoje terá história? Ou não?
Moon: Olá, Lo- (quase cai porém é amparada pelo Locutor) Obrigada, Locutor.
Locutor-sama: Não há de quê. Tem certeza que é possível ter história hoje?
Moon: Claro que é, por que não?
Locutor-sama: Estou vendo que você está… cansada.
Moon: Deixe de bobagens! Vá trabalhar, você é pago para isso.
Locutor-sama: Sim, claro.

Na casa Verde, jardim da frente.
Locutor-sama: Dia, ou melhor, noite nublada. Não dá para dizer algo de muito interessante. Ou será que ainda é possível de haver algo de bom, hoje?
Hello: Ei, Locutor! O que está fazendo, com essa expressão suspeita?
Locutor-sama: Olhando o tempo. É capaz que chova, hoje de noite.
Hello: Você é o quê, meteorologista?
Locutor-sama: Não, apenas narrador. Algo aconteceu hoje, na Casa Verde?
Hello: Hoje até que o dia está tranquilo. Mas fala aí, aconteceu algo?
Locutor-sama: A autora chegou atrasada.
Hello: Entendi. A Moon, hein? Que esquecida.
Locutor-sama: Ela estava ocupada. É melhor nós entrarmos…
Hello: Certo, certo. Mas me diga: Você viu o Olliver?
Locutor-sama: Não, acabei de chegar.
Hello: Ele anda suspeito, falando com as flores. Espero que ele não tenha perdido o juízo.
Locutor-sama: Não, apenas está falando com as flores. Nada muito preocupante.
Hello: Talvez você tenha razão! Vamos para dentro, então.
Olliver: (no jardim de trás) Sabe, dona Margarida, a vizinha costuma sair de pijama, toda manhã para comprar pão. Quem é que vai para a padaria de pijama?? Espero que ela tenha escovado os dentes, pelo menos. E o tio da doceria? Acredita que ele está tentando entrar em contato com aliens? Doidão. Também tem a fulana da loja de roupas, que acredita em abacaxis super heróis. Já imaginou? Pessoas criativas!

Casa Verde, cozinha
Barman: Dois ovos, duas colheres de chá, uma xícara de chá de leite, trigo para dar ponto, uma colher de sopa de fermento, açúcar, e por último, canela. Confere?
Capitão Yay: (lendo a receita) Sim, mas uma dúvida.
Barman: Qual é o problema, Capitão?
Capitão Yay: Como é que nós vamos saber se é colher de chá ou de sopa? Vamos ter que perguntar para elas?
Barman: (pensando) Isso é que tenho que escutar, com o Alli e o Óleo de férias.
Capitão Yay: Você escutou o que eu disse?
Barman: Sim, eu escutei. Não se preocupe, eu falo com as colheres.
Capitão Yay: Tem certeza?
Barman: Absoluta. Já me ajudou o suficiente, Capitão. Pode ir embora, muito obrigado pela sua mãozinha.
Capitão Yay: Ler a receita já te ajudou?
Barman: É claro. (sorriu de maneira simpática) Mas pode deixar que faço o resto.
Capitão Yay: Se você diz… (desce da mesa em que estava e sai da cozinha)
Barman: (antes de começar a fazer os bolinhos de chuva, o celular dele toca) Cadê ele? (acha o celular num canto da cozinha) Finalmente! (atende) Alô, Fábio?
Fábio: Oi, cara. Quanto tempos não nós falamos?
Barman: Desde 30 de setembro de 2010.
Fábio: Puxa, faz tempo.
Barman: Vai aparecer por aqui?
Fábio: Sim, pode pedir para a Hello reservar um quarto para mim?
Barman: Posso.
Fábio: Valeu. Depois te conto o que andou acontecendo.
Barman: Não me deixe curioso…
Fábio: Desculpa, vou ter que desligar! Tchau, Barman!

No escritório da Hello, ainda na Casa Verde.
Rosalina: Papéis, papéis! (escreve para ficar de lembrete que deve ligar para a Tuta amanhã, para assinar umas coisas)

– Eu achei melhor postar tarde, do que não ter nenhuma história.
– Fábio é o nome do “Filho da Velhinha.”

Silly Tales

Existem coisas que acontecem nos dias mais inexplicáveis, talvez porquê a autora está de bom humor. Ou talvez tenha sido seu clone, de outra dimensão, que tenha escrito essa história! #teoriasdaconspiração

Casa Verde, na cozinha.
Locutor-sama: Ontem conversamos bastante com o Kekekê, após a história. Ele nos disse coisas interessantíssemas. Nada melhor do que um duende, para nos dar lição de vida. E hoje, o que faremos?
Kekekê: Está perguntando para mim?
Locutor-sama: Estou, é claro.
Kekekê: Bem, eu preciso fazer uma pergunta para o meu bom amigo Barman.
Barman: Qual é a pergunta?
Kekekê: Por que você está bravo com o Olliver?
Barman: Não é questão de estar bravo. Ele está me enlouquecendo!
Olliver: Eu? O que foi que falei de errado?
Barman: Você não disse nada de errado, apenas falou para a pessoa errada.
Kekekê: Fofocas?
Barman: Exato.
Olliver: Ah, você não gosta? (surpreso) Desculpe, é que eu acabo falando com a primeira pessoa que aparece na minha frente.
Barman: Deixa para lá, Olliver. Peço desculpas, não devia ter ficado aborrecido.
Olliver: Tudo bem, essas coisas acontecem.
Kekekê: Ótimo. Gosto de mal entedidos, resolvidos. Agora, nós vamos fazer algo quanto a Hello, certo?
Hello: (aparece repentinamente) Alguém aí me chamou?
Kekekê: Que susto!
Hello: Ah, desculpe amiguinho. Tudo bem com as crianças, Kekekê?
Kekekê: Eles estão bem. Agitados para o natal, sabe como é.
Hello: (boceja) Sei, sei. E quem não está agitado? (começa a ficar pensativa) É claro que tem as pessoas que acreditam que natal não vai acontecer, por causa do fim do mundo.
Olliver: Quer dizer que tem teorias sobre o fim do mundo, chefia?
Hello: É claro. Quando acabar o mundo, vai começar outro, exatamente igual!
Barman: 31 minutos?
Hello: 31 minutos! Exato. (faz um sinal positivo com a mão)
Kekekê: Algum problema, Hello?
Hello: Como é que você sabe? Também é adivinho, além de duende?
Kekekê: Não. Sou apenas um duende, você sabe.
Hello: Tem razão. Mas direi o meu problema. Não apenas para você, assim como o Barman e o Ollie. E você não conta, Locutor. Narrador sempre sabe de tudo.
Locutor-sama: Isso é verdade, mas não acho algo muito vantajoso.
Hello: O problema é que não terminei de costurar minhas fantasias para o Natal. E o mês está acabando!
Kekekê: Ainda dá tempo, calma.
Hello: Como, se meus materiais de costura continuam a sumir?
Kekekê: Duenditos.
Hello: Fico feliz que você saiba quem fez isso. Sugestões?
Matilde: (aparece voando na cozinha) Hello, recuperei seu estojo de costura. Quem diria que você tem uma coisa dessas?
Hello: Ah, muito obrigada Matilde! Estou realmente agradecida. Como posso retribuir o favor?
Matilde: Não precisa, conheço bem os seus presentes. É de graça, dessa vez. Aproveite meu bom humor.
Hello: Está bem.
Kekekê: Que incomum vê-la na Casa Verde, Matilde.
Matilde: Pois é. E antes que você pergunte, os gêmeos estão com o irmão mais velho.
Kekekê: Não ia perguntar, mas é bom saber. Estava me procurando?
Matilde: Sim. Hoje é o nosso aniversário de casamento, lembra?
Kekekê: (extremamente espantado) Não é dia 18?
Matilde: Hoje é dia 18. Que raro, normalmente sou em quem esqueço.
Kekekê: Uh-oh. (começa a chorar por medo da Matilde ficar brava) Desculpe, Tilde! Eu esqueci, e só ia comprar o presente no final da tarde…
Matilde: Calma, calma. Não estou brava, não chore. (consola o Kekekê)
Locutor-sama: Interrompendo essa cena meiga, o celular do Kekekê toca.
Kekekê: *Snif, snif* Alô, Tuta?
Tuta-sama: Olá, amigo. Aconteceu alguma coisa?
Kekekê: Depende, que tipo de coisa? (assoa o nariz em um lencinho)
Tuta-sama: Estava bebendo sakê, a Beta terminou de me servir e repentinamente, se ajoelhou, como se tivesse agradecendo alguma coisa.
Kekekê: Talvez porque a Tilde tenha lembrado o nosso aniversário de casamento?
Tuta-sama: O quê?? (começa a rir como maluca)
Kekekê: (o telefone dele cai e Kekekê pega novamente)
Tuta-sama: O quê?? Ela lembrou do aniversário de casamento de vocês?? Que piada é essa?
Kekekê: Não é piada nenhuma!
Matilde: Passe o celular, por gentileza, Kekekê.
Kekekê: Está bem. (dá para a Matilde o celular)
Matilde: Alô, Tuta? Tudo bem?
Tuta-sama: Comigo tudo bem, mas desde quando você foi trocada por um alienígena bonzinho?
Matilde: Você é tão engraçada! Reclama do meu mau humor, e zomba de mim quando não estou?
Tuta-sama: É brincadeira, querida.
Matilde: Está bem. Mande um beijo para o pessoal daí.
Tuta-sama: Ah! Tá. Espero que não queira um aumento de salário.
Matilde: Não precisa.
Tuta-sama: Tem certeza que não está planejando algo?
Matilde: Apenas os presentes de natal das crianças.
Tuta-sama: Que raro, você falar a verdade.
Matilde: Mais alguma coisa, minha querida amiga?
Tuta-sama: Hmm. Não, tchauzinho. (desliga)
Matilde: (desliga também) Essa Tuta é uma engraçadinha. Estão me olhando com essa cara por quê?
Locutor-sama: Todos nós, incluindo Kekekê, estranhamos o bom comportamento da fada Matilde.
Matilde: Suas narrações me fazem rir, Locutor.
Hello: Tem certeza que você não é a versão paralela da Matilde, que é boa?
Matilde: Tenho certeza absoluta que sou a Matilde dessa dimensão! Estou cercada de pessoas engraçadinhas.

– Matilde mais calma para variar. Continuação terá amanhã, se nada me fazer mudar de ideia.
– Olliver é escrito com dois “L”, mas a esquecida aqui se confundiu. Depois, quando lembrar, vou arrumar os posts.
– No post anterior tinha uma pequena errata. “O problema é seu, não meu”, era justamente o contrário. Já arrumei.

Green House Stories

Existem coisas que autores nunca mudarão, principalmente casais em histórias.

No estúdio Happy Green Things

Locutor-sama: Boa tarde. Como está o sábado de vocês? Bom, interessante e engraçado? Ótimo! E personagem novo no blog? Vai ter ou não? Estou lendo uma versão de 28 de outubro de 2011, e não sei se a autora irá utilizar…
Moon: Não seria mais fácil perguntar para mim, diretamente?
Locutor-sama: Sinto muito. Eu estava falando com os leitores, juro.
Moon: Deixa para lá.
Locutor-sama: Posso saber qual vai ser a história de hoje, autora?
Moon: Pode. (mostra os rascunhos do blog)
Locutor-sama: São ideias ótimas!
Moon: Obrigada.
Locutor-sama: Não sabe qual delas usar?
Moon: O problema é que tem muitos que apresentam personagens novos. E sabe qual é o maior erro de apresentar novidades, Locutor?
Locutor-sama: Eles não aparecem durante meses, pois são ninjas?
Moon: Algo do gênero.
Locutor-sama: O que será resolvido para hoje?
Moon: Sei lá. Roteiro Slice of Life.
Locutor-sama: Está bem, está bem. Vou para a Casa Verde.
Moon: Ótimo. Agora me deixe decorar a casinha do Wolf.
Locutor-sama: Você está jogando?
Moon: Estou.
Locutor-sama: Mais alguma coisa?
Moon: Vá trabalhar, Locutor.
Locutor-sama: Ok. (sai pela porta do escritório da Moon)
Moon: Vamos ver… o que fazer com essa casa?

Na Casa Verde, no jardim da frente.
Locutor-sama: É um dia comum. Nada de interessante a comentar.
Oliver: Olá, Locutor. Sem roteiro, hoje?
Locutor-sama: Pois é.
Oliver: Preciso te perguntar uma coisa.
Locutor-sama: Pode perguntar, Oliver.
Oliver: Você conhece bem o Barman?
Locutor-sama: Somos primos, sempre tivemos uma boa convivência.
Oliver: Então, porquê ainda não ajudou ele, com essa situação?
Locutor-sama: A situação romântica dele, com a Hello?
Oliver: Exato. Como sabe?
Locutor-sama: Tenho métodos para descobrir o que os personagens pensam.
Oliver: Ah. E não pode saber o que a Hello pensa sobre o Barman?
Locutor-sama: Entendi aonde você quer chegar, mas meu caro… A autora simplismente não quer.
Oliver: O quê? E quem ela pensa que é?
Locutor-sama: A autora é a autora, meu caro jardineiro.
Oliver: Ela não pode fazer isso com dois personagens!
Locutor-sama: É muito difícil de convencer a Senhorita Moon.
Oliver: Irei fazer isso! Como podemos falar com ela?
Locutor-sama: Nós não podemos.
Oliver: Como não?
Locutor-sama: Ela está ocupada.
Oliver: Mas nós temos que fazer alguma coisa em relação a isto!
Locutor-sama: Podemos pedir gentilmente para o seu auxiliar.
Oliver: Auxiliar da autora?
Locutor-sama: Exato. O Kekekê está na Casa Verde?
Oliver: Está, mas como o baixinho pode nos ajudar?
Locutor-sama: Se quisermos convencer a autora de algo, temos que falar com o de melhor influência. Esse seria seu duende, o Kekekê.
Oliver: Aquele baixinho simpático? O que ele pode fazer?
Locutor-sama: Muita coisa, meu bom Oliver. Vamos entrar e falar com ele.

Na Casa Verde, sala de estar.
Locutor-sama: Entramos na Casa Verde, encontrando Kekekê jogando xadrez, ele com as peças brancas, e o Barman com as pretas. Não devemos interromper, Oliver. Xadrez é um jogo seríssimo.
Oliver: Está bem. (fica assistindo o jogo de longe com o Locutor)
Kekekê: É a sua vez, Barman.
Barman: Estou pensando. Você joga xadrez muito bem!
Kekekê: Nem tanto.
Barman: Você não pára de escapar dos meus xeque-mates!
Kekekê: É o objetivo do jogo.
Barman: Impossível. O seu rei só pode ser ninja. (faz o movimento dele)
Kekekê: (usa o cavalo para pegar o rei preto) Xeque-mate, amigo.
Barman: Ah! Nunca ganho em xadrez.
Kekekê: Você pode aprender, como eu aprendi.
Barman: Não tenho tempo para aprender xadrez, você sabe.
Kekekê: Bem, se você quiser, eu ensino um dia desses.
Barman: Obrigado. Você é um bom amigo, Kekekê.
Oliver: (interrompe a conversa dos dois) Posso entrar no diálogo?
Barman: Isso depende. Terminou de cuidar do jardim como pedi?
Oliver: Lógico, porque mais eu estaria entrando em casa?
Kekekê: Fale, Oliver. Precisa de alguma coisa?
Oliver: Preciso de um conselho.
Kekekê: Diga de uma vez por todas, por favor.
Oliver: Tenho um amigo com problema amoroso…
Barman: Espero que esse amigo não seja eu, Oliver.
Oliver: Claro que sim! Nós devemos resolver isso.
Barman: Isso é problema meu, não seu.
Locutor-sama: Eu concordo que isso deve ser resolvido, primo.
Barman: Até você, Locutor?
Kekekê: Acalmem-se, meninos.
Oliver: Não é um absurdo você não querer resolver isso, de maneira nenhuma?
Barman: Não é que eu não queira, Oliver!
Locutor-sama: É a autora que não quer!
Oliver: Nós somos personagens, podemos viver livres dela se quisermos!
Barman: Não fique propondo revolução! Já não basta a dos hóspedes.
Kekekê: Meninos…
Oliver: Uma revolução? Seria perfeito, ótima ideia.
Locutor-sama: É sempre bom fazer algo agitado para animar.
Barman: Vocês dois enloqueceram?
Kekekê: (usa um megafone) MENINOS!
Locutor-sama: Estamos prestando atenção.
Barman: Não temos vergonha de sermos chamados a atenção por um duende? Quer dizer, nada contra, mas olha o tamanho dele!
Oliver: Peço desculpas.
Kekekê: Nós podemos fazer algo, sim.
Barman: Sobre o quê?
Kekekê: Você está prestando atenção, e sabe muito bem sobre o que vou falar.
Barman: Mas Kekekê…
Kekekê: Vamos resolver, nem que seja 1% dessa história.
Oliver: É melhor que nada!
Locutor-sama: E quanto a autora?
Kekekê: Ora Locutor, eu estou na mesma situação da Moon, lembra? Quem cuida das ideias sou eu, ué. Se eu quiser mudar algo, posso fazer e ela não vai reclamar. Podemos arriscar.
Barman: Isso é uma péssima ideia.
Kekekê: Se algo der errado, chamamos a Matilde. (sorrisinho inocente)

– Esse pessoal quer fazer uma revolução? Como ousam? Continuação amanhã, assim espero. Segundo post de hoje, mas é a única história.

Autoajuda

Always/Dicionários procuram dinossauros que usam chapéu

Olá! Faz muito tempo que não escrevo um post de autoajuda, ajuda automática, ou seja lá como for que se escreve isso, atualmente. A nova ortografia me confunde, desculpe a minha sinceridade. Hoje, por pura falta de assunto, e por extrema excentricidade minha, vamos falar de dinossauros que usam chapéu. E de dicionários. Leram o título, não? Não me questione o porquê dos dicionários estarem procurando dinossauros que usam chapéu. Isso não é problema meu. E ponto final. Sim, não faz sentido. E porquê coloquei “Always” no título? O que é que eu estava pensando no dia trinta de agosto de dois mil e dez, exatamente às sete e dois da noite? Tantas perguntas sem resposta! Vamos começar.

1. Você é um dinossauro. Como você é?
a) Sou grande, tenho patas pequenas, verde, com dentes enormes. Pareço assustador, porém sou tímido. E jamais consigo chamar as pessoas para apreciarem chá comigo!
b) Sou do tamanho médio, tenho patas pequenas, azul, com dentes pequenos. Sou simpático com as pessoas, porém penso mal delas, na verdade. E me divirto com isso.
c) Sou do tamanho pequeno, tenho patas pequenas também, e sou totalmente sem graça.

0.1 As soluções… ou não.
a) O problema pode ser com você ou também não pode ser. O que espera que eu diga, se eu não o conheço? Faça o seguinte. Reflita sobre suas ações. E suas atitudes. Você é o único que deve decidir como agir. Se é certo, ou não. A escolha é interamente sua.
b) Não é divertido pensar mal dos outros? Mas diga uma coisa para mim, ou pense. O que está ganhando com isso? Bom, falarei o mesmo que o item anterior. A escolha é interamente sua, eu não sou você. Faça como achar melhor, só que não perca seu tempo prejudicando os outros. Quando alguém te prejudicar, você provavelmente não vai gostar.
c) Tem certeza que você é totalmente sem graça? Será que você não tem nenhuma habilidade especial que até agora, não descobriu? É possível que tenha, sim. Não digo que você tenha uma habilidade de mutante, por exemplo. Um talento, foi o que eu quis dizer. Deu para entender, não?

2. Imaginem um dicionário. Quais os tipos de palavra que tem nele?
a) As palavras de sempre. – Parabéns! Você deve ser uma pessoa super normal.
b) As palavras verdadeiras. – Depende do que você considera verdade.
c) Qualquer palavra! – Não sei se é melhor que a primeira ou é mais confuso.

0.2 Os comentários.
a) É bom ser normal, mas tem certeza que você nunca conta piada? Espero sinceramente que não seja uma vida um tanto entediante. É possível que pense que nada vai fazer a sua vida mudar. Tem certeza? Sempre dá para mudar a vida para melhor. Pensamento positivo, pequenas boas ações… Dá para fazer alguma coisa. Por mais que pensemos algo “minhas atitudes não farão nada”, e se ela de fato, fazerem algo? Pense nisso.
b) O velho ditado “A verdade dói” sempre me confundiu em relação ao clássico “Mentir é feio” Qual deles é o correto? Um? Os dois? Ou será que devíamos criar um novo: “É bom sempre falar a verdade, porém temos que filtrar as palavras, dependendo da pessoa, e mentir pois é mais seguro ou conveniente?” Jamais entenderei. Que confusão!
c) Qualquer palavra, dita sem pensar, pode chatear as pessoas. Tome cuidado com o que você diz. “Não pode retirar uma palavra, após você já tê-la dito” ou era algo do gênero. Preciso lembrar da frase correta, pois era genial! Agora, se você não tem a mínima noção se o que você diz, é certo ou não… A ingenuidade é uma bênção.

Lembrando que esse é apenas um post feito por uma pessoa que não te conhece. Não leve isso a sério, afinal, não dá para confiar em tudo que se lê na internet.  Se isso ajudar de alguma forma, fico contente. Leu até aqui? Fico feliz. Agradeço pela sua atenção.
Se você preferia que hoje fosse publicada uma história: Peço desculpas, mas tive vontade de escrever isso.

Silly Tales

Cupcakes são assustadores, principalmente se são gigantes e não sabem cantar ópera.

Locutor-sama: Olá, ontem foi meu dia de folga, como nossa autora citou na história anterior. Hoje já é dia normal, para mim, então, já sabem. Narração dramática! Relembrando o episódio anterior, a Senhorita Hello estava sofrendo de insônia. Pediu ajuda para Miss Cupcake, que sugeriu usar o pó mágico, que dá sono, exclusivo para cupcakes. Quando foram até a cozinha, descobriram que havia sido roubado! E agora? Wolf, o detetive, seu ajudante, o poodle Léo, irão achar o item importantíssimo no…?
Wolf: Nós vamos para o País dos Maravilhosos Cupcakes! Está pronto para viajar? (falando com o Léo, depois se vira para o Locutor) E quanto a você? Guardará segredo do que vir aqui?
Locutor-sama: Claro. Tenho os meus segredos, também.
Léo: Estou pronto, Wolf.
Wolf: Ótimo, ótimo. Vamos! Ao portal dos espelhos! (entram numa enorme sala cheia de espelhos e acabam encontrando a Tuta)
Tuta-sama: Opa, opa! (some com o portal que estava atrás dela, ao mexer a pata discretamente) Vocês não viram nada… (some entrando em outro local)
Wolf: Isso foi muito esquisito.
Léo: Suspeito! (desconfiado) Qual é o portal, mesmo?
Wolf: É aquele ali, amigo. (aponta para um espelho que tinha cupcakes gigantes refletidos)
Locutor-sama: O que estamos esperando?
Wolf: Só cabem duas pessoas para passar. O que vamos fazer?
Locutor-sama: Calma! Usarei o modo “narrador observador”
Léo: E como é isso?
Locutor-sama: É quando minhas falas ficam em negrito.
Wolf: Está certo, mas para onde você vai?
Locutor-sama: Isso (falando com uma expressão suspeita) é um segredo muito bem guardado. (some repentinamente numa espécie de nuvem de fumaça)
Léo: Suspeitíssimo!
Wolf: Que isso, Léo! Isso foi muito maneiro! De qualquer forma, meu caro… Vamos logo, antes que a Miss Cupcake…
Léo: Sim, sim. É claro!
Locutor-sama: Os dois amigos foram até o espelho do País dos Maravilhosos Cupcakes. Entraram em uma dimensão maravilhosa, onde os cupcakes eram gigantes e com uma aparência muito apetitosa. Não aconselho que nenhum de vocês comam, pois nunca se sabem qual deles pode estar envenenado.
Wolf: Esse país é muito simpático. Vê como os cupcakes estão contentes?
Léo: Não quer dizer que estão fora de suspeita.
Wolf: Sim, eu sei. (muito sério)
Léo: O que vamos fazer? Não temos ideia de quem possa ter roubado…
Wolf: Na verdade, eu tenho uma pequena ideia, meu bom amigo.
Léo: E qual é, Wolf?
Wolf: Me acompanhe.
Locutor-sama: Nossos heróis andam um bom caminho. Os cupcakes começaram a olhar para os dois com um olhar ameaçador.
Léo: Está vendo que a atmosfera está mudando?
Wolf: Eu já imaginava. Está com medo?
Léo: Não gosto de me molhar. Fico com um cheiro insuportável.
Wolf: Tenho um guarda-chuva, que é o suficiente para nós dois.
Léo: Nós vamos compartilhar um guarda-chuva??
Locutor-sama: Começa uma forte chuva. Mal dá para ver onde estão exatamente, e as coisas começam a ficar tensas. Os Cupcakes começam a cantar uma ópera que aterrorizava qualquer um. Não eram muito bons cantores.
Wolf: (fazendo um esforço terrível para segurar o guarda-chuva)
Léo: Nós não vamos conseguir!!
Wolf: Iremos conseguir sim, ou eu não me chamo Wolf!
Léo: Acho que seria um bom momento para você mudar de nome!
Locutor-sama: A chuva piorou, o vento começou a ficar terrível para os nossos heróis! O que irá acontecer com eles? Estou começando a ficar seriamente preocupado! Quem poderá salvá-los??
Wolf: (acabou caindo, e desmaiou)
Léo: (Aconteceu o mesmo com ele)
Locutor-sama: Depois de alguns minutos, Wolf e Léo encontraram-se novamente na Casa Verde. O item perdido de Miss Cupcake estava em cima da mesa da cozinha.
Wolf: Ai… minha cabeça está girando. (acaba de acordar)
Léo: A minha também.
Kekekê: Olá! Que bom que vocês acordaram.
Wolf: Kekekê! Foi você que nós salvou?
Kekekê: Eu estava apenas passando. Fui pegar uma receita com o Rei dos Cupcakes. Tiveram sorte, pois vocês iam ser… melhor nem comentar.
Léo: Muito obrigado.
Wolf: Agradeço também. Mas como conseguiu nos trazer, sendo tão grandes?
Kekekê: (sorriu de maneira simpática, porém misteriosa) Isso é segredo.
Wolf: O pó da Miss Cupcake estava com o Rei, não?
Kekekê: Sim. Ele pediu desculpas, escritas. (dá um papel para o Wolf) Dê para a Miss Cupcake, por gentileza.
Léo: (olhando por trás do Wolf) E também tem um autógrafo!
Kekekê: Sorte que a Miss Cupcake sempre quis um dele, não concordam?

– Peço desculpas por não ter publicado mais cedo. O post não foi terminado ontem como eu queria, então não pude programar.
– Normalmente gosto de fazer uma história do Kekekê após uma na Casa Verde. Quis variar um pouco, mas mesmo assim coloquei a participação do meu querido duende. Espero que vocês tenham gostado da história, de qualquer forma.