Green House Stories

Feriado: As pessoas ficam tão loucas, tão loucas, que aparecem repentinamente na cozinha, sentadas numa poltrona vermelha, no meio da escuridão, querendo bancar o detetive. Quem poderá ter feito uma coisa dessas?

Random: (imitando o Locutor-sama) É noite na Casa Verde, do dia 14 de novembro. Senhorita Hello está passando séria insônia. Alguns hóspedes estão fazendo o countdown do feriado, pois é quase meia-noite… (sentando no ombro da Hello)
Hello: Pára de imitar o Locutor, Random!
Random: Mals aí. Estou sem sono.
Hello: Eu também.
Random: Não consigo dormir, esse pessoal está incomodando muito.
Hello: De fato. Sabe o quê eles vão fazer quando dar meia-noite?
Random: Soltar fogos?
Hello: Eu os proibi disso. Vão gritar “Viva a República!”
Random: Não sabia que estávamos no Brasil.
Hello: Bem, no mundo real, existe uma entrada para cá. E onde está? No Brasil. A Moon sabe a entrada, pelo menos é o que dizem as teorias da conspiração!
Random: Que maneiro!
Hello: Pois é. Agora silêncio, vou bater na porta da Miss Cupcake. (já em frente ao quarto bate na porta) Boa noite!
Miss Cupcake: (com máscara de dormir na cabeça) Oi. Insônia?
Hello: Como você sabe??
Miss Cupcake: Seus olhos estão horríveis.
Hello: Então… pode me ajudar, por favor?
Miss Cupcake: Posso. Vamos até a cozinha. Vou preparar para você os meus ótimos cupcakes que te darão sono.
Hello: É algum pó mágico de fada?
Miss Cupcake: Onde já se viu urso fada, Hello? Vamos!
Hello: (já na cozinha) Então…
Miss Cupcake: (grita)
Hello: (leva um susto) O que houve? O que houve??
Miss Cupcake: Meu pó de sono foi roubado!
Hello: Quem poderá ter feito uma coisa dessas?
Wolf: (aparece repentinamente como um ninja) Eu sei o que aconteceu!
Miss Cupcake: Wolf?? O que você sabe?
Wolf: De tudo. Seu pó mágico foi roubado.
Hello: Não é só eu que estou sofrendo de insônia?
Wolf: Eu estava esperando que isso acontecesse. (boceja) Já apresentei meu assistente, Léo? Ele era um criminoso, mas agora veio para o lado dos detetives! (ao lado dele tem um cão poodle)
Random: (ainda está no ombro da Hello) Você não era escritor??
Miss Cupcake: Ah, você e seus trezentos empregos. Dá para ser breve? Vá arranjar meu pó mágico. Imediatamente!
Léo: Wolf, me parece que a senhorita quer para ontem.
Wolf: Percebi. Vamos, Léo! Nós iremos em uma grande aventura épica! (somem repentinamente após o Wolf tirar uma cartola do bolso)
Hello: O que foi que aconteceu aqui?
Miss Cupcake: Sei lá, aquele lobo é maluco. Bem, quer conversar até eles voltarem?
Hello: Está certo. (deita num confortável banco)
Miss Cupcake: Qual é o seu problema? Tem tido algum sonho que a tem impedido de dormir?
Hello: Sim, sim. Estou no meio de uma nevasca. Não consigo chegar até a minha nave alienígena…
Miss Cupcake: Andou dormindo com o pote de sorvete de novo, anda dormindo com o ar condicionado ligado, ou as duas coisa?
Hello: O primeiro… Como sabe?
Miss Cupcake: Te conheço muito bem. Certo, já sei qual o seu problema.
Hello: Me diga, minha boa amiga.
Miss Cupcake: Você tem que dar chance para o Barman!
Hello: Oi?
Miss Cupcake: O Barman te ama, e você nem dá atenção!
Hello: (espantada) OI? Você pirou?
Miss Cupcake: Não.
Hello: Porquê que ele iria gostar de mim, tendo tantas opções melhores por aí?
Miss Cupcake: Também me pergunto isso.
Hello: Quer saber? Vou é dormir! Anda fazendo tanto bolo, ou cupcake, sei lá, que você enloqueceu.
Random: E por incrível que parece, ela volta para o quarto dela, e adormece rapidamente.

– O Locutor-sama está de folga. Bom feriado, e não sejam (tão) doidos.

Raccoon Tales

O dia em que Tuta-sama parou.

Na Mansão de Tuta-sama, a guaxinim milionário, na Cidade dos Cinco Monumentos.

Tuta-sama: Por Tio Patinhas! (tentando acessar o banco) 1234deoliveira5678achoquequeroumbiscoito910comerpastéis. (repete diversas vezes) É oficial. Esqueci a senha!
Milla: Isso é um mantra, mãe?
Tuta-sama: Sim, minha querida filha formiga. É um mantra!
Milla: O que aconteceu?
Tuta-sama: Esqueci a senha do banco.
Milla: (surpresa) O quê?
Tuta-sama: Esqueci a senha do banco! Está surda?
Milla: Beta! A mamãe esqueceu a senha do banco! O fim do mundo está próximo, mesmo!
Beta: (chegou ao quarto de Tuta o mais rápido possível) A senhora esqueceu a senha do banco?
Tuta-sama: O que tem de mais? Errar é humano!
Millla: A Senhora é um guaxinim, mãe.
Beta: Com todo respeito, tenho que concordar.
Tuta-sama: Que bom! Como vou lembrar dessa senha?
Milla: Não dá para ligar para o banco?
Tuta-sama: Está louca? Me recuso a ligar para o banco! Ou não tem ninguém, ou o atendimento é péssimo. Não, obrigada. Irei arrumar um jeito. Ligarei para o Kekekê.
Milla: Até isso ele faz?
Tuta-sama: Não, ele não é um sistema de recuperar senha, infelizmente. Apenas vou ligar para ele, para ver como andam as coisas. (pega o telefone do quarto e digita o número)
Kekekê: Alô, Kekekê falando. Bom dia!
Tuta-sama: Bom dia, amigo. Gostaria de um auxílio seu.
Kekekê: Ah, olá Tuta. O que você precisa?
Tuta-sama: De uma ideia.
Kekekê: Não sou um mestre dos negócios, você sabe.
Tuta-sama: Não tem nada a ver com dinheiro. Bom, até tem, de certa forma.
Kekekê: Me explique melhor, por gentileza.
Tuta-sama: Esqueci a senha do banco.
Kekekê: (silêncio por meio minuto) Você não tem em nenhum lugar anotado?
Tuta-sama: Não!
Kekekê: Então não posso te ajudar, sinto muito.
Tuta-sama: Nenhuma ideiazinha, pelo menos?
Kekekê: Gostaria de te dar, mas estou cuidado dos gêmeos nesse exato momen- (interrompe o que ia falar pois escuta um barulho) Zezé! Santo deus, não faça isso!
Tuta-sama: Entendo. Desculpe te incomodar.
Kekekê: Imagina! Espero que consiga lembrar da senha.
Tuta-sama: Também espero. Tchau!
Kekekê: Até, Tuta.
Tuta-sama: (desliga o telefone) Preciso ligar para uma desocupada! (digita número de celular) Relôoou?
Hello: O que faz acordada tão cedo? (surpresa)
Tuta-sama: Tentando pagar minhas contas.
Hello: Ah. O que precisa, minha boa guaxinim?
Tuta-sama: Perdi minha senha do banco.
Hello: Tenho cara de sistema de recuperação de senha, querida?
Tuta-sama: Custa me ajudar, sua desocupada?
Hello: Depende. Vou cobrar.
Tuta-sama: Irei cortar o seu salário, minha menina.
Hello: Tá, tá. Diz aí, qual o seu problema?
Tuta-sama: Já disse. Tenha santa paciência!
Hello: Deixa ver… ahn… hm…
Tuta-sama: Desconfio que você não está fazendo esforço, menina.
Hello: Não acha meio ridículo você chamar uma mulher de vinte e um anos de menina?
Tuta-sama: Pensei que você tinha uma criança interior.
Hello: Ah, de fato. Desculpe a grosseria.
Tuta-sama: Acabou a paçoca, é?
Hello: Você compreende meu problema, não é?
Tuta-sama: Se fosse sakê, até que sim.
Hello: Por falar nisso, vou te mandar mais tarde, ou pode ser agora?
Tuta-sama: Sakê??
Hello: Ganhei no supermercado, mas como não bebo…
Tuta-sama: Mande imediatamente!
Hello: Certo. Mas e quanto a sua senha?
Tuta-sama: Dou um jeito. Quem se importa se terei sakê?
Hello: Ok. Mais alguma coisa?
Tuta-sama: Sakê. Imediatamente.
Hello: Terei que aparatar?
Tuta-sama: Se possível.
Hello: Não gosto de ficar usando magia, mas já que você quer pra ontem…
Tuta-sama: Obrigada. Tchau! (desliga o telefone) Incrível como a desocupada da Hello nunca me resolve nada.
Panetone: (a auxiliar da Milla) Dona Tuta!
Tuta-sama: Sim, querida?
Panetone: Trouxe cinco torradas, chá das cinco, com cinco colheres de açúcar, no conjunto de chá que a senhora tem há cinco anos, mais cinco docinhos.
Tuta-sama: (feliz) Panetone! Achei!
Panetone: Oi?
Tuta-sama: Oh, obriga minha querida, muitíssimo obrigada!
Panetone: Fico contente em tê-la ajudado, mas não tem o porquê de me dar tantos agradecimentos…
Tuta-sama: Ah! Agora sim. Daqui a pouco tem sakê, e agora vou dar pausa para o chá. Posso pagar as contas depois.
Locutor-sama: E a guaxinim sai de seu quarto, saltitante!
Tuta-sama: AI! (leva um susto com o Locutor) De onde você veio, assombração?
Locutor-sama: A Senhorita Beta abriu a porta para mim.
Tuta-sama: Está atrasado ou a Moon esqueceu de te colocar?
Locutor-sama: É a segunda opção.

– Desculpe, Locutor! Fiquei tão empolgada escrevendo a história que quase esqueci de te colocar. Quem quiser seguir a Tuta-sama no twitter, favor clicar. 🙂 Me desculpem, mas não vou criar o do Kekekê. Como esqueço o meu por meses, nem dá para fazer o dele. Então, oficialmente, apenas ela tem twitter. E eu, claro. Para quem quiser, tem o meu marcado nos tweets dela. Isto é, se vocês quiserem ler minhas bobagens.
– Não, eu não uso nenhuma dessas senhas, obviamente! Roteiro da minha doida mãe.

Green House Stories

Títulos criativos devem ser grandes, engraçados e tem que passar uma mensagem para o leitor. Também é útil para encher espaço para o post!

Locutor-sama: Terça-feira. Nada parece de interessante no dia de hoje, por enquanto. O que esperar de uma semana que tem feriado, afinal? Aqui, na Casa Verde, as pessoas já se preparam para ele. Mas e quanto a chefe dessa casa? Bem, a Senhorita Hello, ainda não acordou. (bate na porta do quarto da Hello) Bom dia!
Hello: (dormindo)
Locutor-sama: Senhorita Hello? Hello-san? Señorita Hola?
Hello: (ainda dormindo)
Locutor-sama: Puxa vida! Ela tem um sono pesado. O que farei? A história não pode começar sem ela. (cruza os braços e começa a pensar) Hm.
Miss Cupcake: (estava passando) Olá, Locutor! Algum problema?
Locutor-sama: Sim. A Senhorita Hello não quer acordar.
Miss Cupcake: A Hello? Há! Não me surpreende. Você quer acordá-la as nove e meia? Se faz tanta questão, deixe isso comigo. Irei acordá-la em um minuto. No máximo, cinco. Dê me licença para ficar aí, em frente a porta, por gentileza.
Locutor-sama: É claro, senhorita coala.
Miss Cupcake: Sou um urso. (bate na porta) HELLO! Tem uns aliens querendo roubar as nossas paçoquinhas do estoque! (olha para o relógio de pulso)
Hello: (começa a se ouvir um barulho no quarto dela, cinco minutos depois ela abre a porta) Quem ousa querer roubar as paçoquinhas do meu estoque?? As Batatas Felizes conspiradoras??
Miss Cupcake: Bom dia, bela adormecida. Não tem nenhum alien querendo roubar suas paçoquinhas, felizmente. O Locutor estava querendo falar com você. Parece que é a protagonista da história de hoje?
Hello: É mesmo, meu bom Locutor? Sabe o que eu estava sonhando?
Locutor-sama: (pega tranquilamente o roteiro no bolso) De acordo com as anotações da nossa autora, você sonhou em fazer um almoço com comidas “falsas” no menu. Estou errado?
Hello: É isso mesmo! Vou lá, fazer um almoço falseta.
Miss Cupcake: Desculpe te interromper, mas não é mais fácil pedir para o Barman?
Hello: (surpresa) Para quê, se eu sei cozinhar?
Miss Cupcake: Deixarei os bombeiros previnidos, então.
Hello: Que horror, Miss Cupcake! Está insinuando que não sei cozinhar?
Miss Cupcake: Nunca faria tal coisa! Só estou sendo básica, pois sei o quanto a senhorita é… distraída.
Hello: Ah, de fato. Será que eu posso ter o seu auxílio?
Miss Cupcake: Serve a do grilo falante?
Hello: Deixa para lá. Não precisa me ajudar. Ocupada?
Miss Cupcake: Sim. Vou fazer um bolo de casamento.
Hello: É mesmo? E quem vai casar?
Miss Cupcake: Personagens figurantes, que não são nem citados na narração. Posso ir?
Hello: Pode ir, sim. Dê felicidades para o casal!
Miss Cupcake: Beleza, farei isso. (sai andando) Porém, primeiro, avisarei os bombeiros, por via das dúvidas. (pensando)
Hello: Para a cozinha, Locutor-sama! (sai correndo)
Locutor-sama: Espera um pouco! Não sou tão rápido assim!
(dez minutos de correria depois)
Hello: Chegamos na cozinha! Bom dia, Barman!
Barman: Bom dia. O que faz de pé, tão cedo?
Hello: É que eu tive uma ideia muito inspiradora!
Barman: Espero que não seja uma máquina do tempo movida a refrigerante de laranja.
Hello: Não. Tem alguém por aqui fazendo isso?
Barman: A Alice e o Wolf.
Hello: Ah, é? Bom, espero que eles não explodam nada.
Barman: Também espero. Qual foi sua ideia inspiradora?
Hello: Para o almoço, de comidas falsetas. Eu mesma irei fazer!
Barman: Você?? (espantado)
Hello: Algum problema?
Barman: Não. Locutor, sabe one está o extintor da cozinha?
Locutor-sama: Sei.
Barman: Vá pegar, por gentileza.
Locutor-sama: Tudo bem, vou pegar.
Hello: Você também, Barman? Está achando que não sei cozinhar?
Barman: Eu sei que você sabe, mas não custa nada se prevenir.
Hello: (chateada) Vou mostrar para vocês, que irei prestar atenção no que estou fazendo!
Barman: Sei que você tem capacidade para isso.
Hello: Fique aí assistindo, meu caro! Você vai ver!
Locutor-sama: Aqui está o extintor.
Barman: Deixe em um lugar visível, e que não seja muito perigoso.
Locutor-sama: Tudo bem. Depois de duas horas e meia, Senhorita Hello nos surpreendeu com os seus talentos culinaristícos.
Hello: Está pronto!
Barman: Puxa vida! (surpreso)
Hello: Nada melhor do que um esforço de boa vontade, não concorda comigo, Barman?
Barman: Concordo.
Hello: Agora, só falta uma coisa para ficar perfeita.
Barman: Qual?
Hello: Pedir autorização da nossa administradora para usar a sala de jantar oval. (vai até o telefone da cozinha e digita o número) Alô?
Tuta-sama: Hello, Hello!
Hello: Sem gracinhas, por favor. Estou querendo pedir uma coisa.
Tuta-sama: Espero que não seja dinheiro.
Hello: Lógico que não! Posso usar a sala de jantar oval?
Tuta-sama: Pode, mas o que tem de especial hoje?
Hello: Cozinhei o almoço, e queria usar uma sala especial, ué.
Tuta-sama: Você cozinhou o almoço??
Hello: Algum problema com isso? Pode fazer piada!
Tuta-sama: Não querida, imagine. Quem sou eu para fazer piada?
Hello: Você é bem engraçadinha.
Tuta-sama: Fico contente que reconhece a minha veia artística.
Hello: Bem, está convidada para o almoço. É daqui a quinze minutos. Teremos a honra de sua presença?
Tuta-sama: Tá, tudo bem. Só isso?
Hello: Sim. Ficarei te esperando, viu? Até!
Tuta-sama: Está bem, até mais. (desliga o telefone e se vira para sua empregada) Beta, irei almoçar na Casa Verde hoje. Por via das dúvidas, pode fazer um bentô para mim?
Beta: Está bem, Tuta-sama. (vai até a cozinha da mansão)
Tuta-sama: Não quero arriscar. E se de repente não gosto do menu?

– Detalhes apenas para acrescentar na história: Hello ligou para o celular da guaxinim milionário, o qual tocou com a música “Morning Glory”, do Oasis.
– O roteiro dessa história surgiu de uma conversa engraçada.

Kekekê/Matilde, Pixie Tales

Você quer ler as notícias, mas é justo quando todas as pessoas resolvem bater na sua porta!

Locutor-sama: Nosso amigo Kekekê estava sentando na sua confortável poltrona verde, no seu pequeno apartamento. Estava lendo o jornal, Estrela Cadente, vendo as últimas notícias do mundo mágico. Não esperava nada de mais, acontecer. Porém, alguém toca a campainha!
Kekekê: (deixa o jornal na mesa da sala) Já vai, já vai!
Vendendor 1: Bom dia!
Kekekê: Bom dia, meu bom homem. O que deseja?
Vendendor 1: Gostaria de vender essa maravilhosa maravilha moderna tecnologia!
Kekekê: Não precisa exagerar, amigo. Diga apenas “Marvilhosa Moderna Tecnologia!”
Vendedor 1: “Maravilhosa Moderna Tecnologia!”
Kekekê: Certo, mas para quê serve?
Vendedor 1: Faz as torradas pularem das torradeiras, como nos desenhos animados.
Kekekê: Não, obrigado. Tenha um bom dia! (fecha a porta)
Locutor-sama: Kekekê tenta sentar novamente na sua confortável poltrona, porém alguém bate na porta.
Kekekê: (atende a porta) Sim?
Vendedor 2: Olá! Estou vendendo uma ótima geringonça para você, solteirão que não gosta de lavar roupa!
Kekekê: Primeiro, não sou solteiro. Segundo, eu gosto de lavar roupa.
Vendedor 2: De que planeta você veio?
Kekekê: Dos duendes casados que gostam de ser organizados.
Vendedor 2: Puxa, então você não vai querer mesmo comprar o que estou vendendo?
Kekekê: (muito paciente) Não. Tenha um ótimo dia!
Locutor-sama: Kekekê mal fechou a porta, e outra pessoa começa a bater. Que exercício de paciência!
Kekekê: (já na porta, novamente) Olá!
Vendedor 3: Gostaria de comprar essas interessantíssimas enciclopédias baseadas em pesquisas de internet?
Kekekê: Não. Tchauzinho! (fecha a porta)
Locutor-sama: Nosso amigo duende conseguiu sentar-se na poltrona, respirar por exatamente… deixa eu ver (olha o relógio do pulso) cinco minutos. Mais alguém bate na porta. É hoje!
Kekekê: (levanta tão rápido quanto um ninja) O que deseja?
Fada: Oi! Estou aqui vendendo biscoitos para ajudar as fadas desamparadas. Quer um?
Kekekê: Um minuto. (vai e pega a carteira) Um pacote, por gentileza.
Fada: Muito obrigada! Tenha um dia lindo, senhor!
Kekekê: Você também, menina. (fecha a porta)
Locutor-sama: Amigo, você a ajudou apenas por ser uma fada?
Kekekê: Eu gosto de biscoitos, ué.
Locutor-sama: Compreendo. Posso pegar um?
Kekekê: Pode, contanto que não bata na po…
Locutor-sama: Mal conseguiu terminar a frase, mais alguém bateu a porta.
Kekekê: (um pouco devagar dessa vez) Bom dia.
Mini-etê: Oi, senhor. Gostaria de ajudar com uma simples moedinha para eu poder voltar para casa?
Kekekê: (tira uma moeda do bolso) Pode ser essa?
Mini-etê: Sim. Agradeço do fundo do meu coração!
Kekekê: Não há de quê. (fecha a porta)
Locutor-sama: Kekekê senta na poltrona. Pega o jornal. Leu metade de uma notícia, e alguém bateu na porta.
Kekekê: (respira fundo e vai até a porta novamente) Sim?
Rapaz: Olá, gostaria de ouvir algumas palavras de Goku?
Kekekê: Não, muito obrigado. Não assisti muito de Dragon Ball. Com licença! (fecha a porta) Me faça um favor, Locutor. Irei me vestir para sair, fique de olho na porta.
Locutor-sama: Está bem. Depois de dez minutos, Kekekê volta depois de ter trocado a roupa para sair. Pegou o jornal e colocou em baixo do braço. Será que posso saber para onde você vai?
Kekekê: Para um lugar tranquilo! Quer me acompanhar?
Locutor-sama: Certo! Depois de uma hora no carrinho simpático do duende, chegamos no destino tranquilo, assim espero. Kekekê sobe as escadas do prédio, e vai até o quinto andar. Bate na porta, com esperanças que alguém estivesse em casa.
Matilde: (abre a porta, surpresa) Kekekê? O que faz por aqui?
Kekekê: Estou ficando maluco, Tilde! MALUCO! (desesperado, começa a querer arrancar os cabelos)
Matilde: (muito séria) Acalme-se. Vou ter que te bater ou pode me explicar o que houve?
Kekekê: Hoje, estava tentando ler o jornal, só pessoas não paravam de bater na minha porta… (começa a chorar)
Matilde: Entra, vai. (sai da frente da porta)
Kekekê: Obrigado.
Matilde: Quem mandou ser tão educado? Deveria ser como eu, mal educada! Assim ninguém mais bate na sua porta, para te encher a paciência.

– Boa segunda-feira para vocês! Tem feriado essa semana, então relaxem um pouco. Dá para sobreviver, não concordam?
– Quase que eu ia inventar um cumprimento novo, nesse post. Felizmente, tive a boa ideia de revisar.

Green House Stories

Domingo é dia de refletir se você aproveitou a sexta e o sábado, inventar histórias malucas, e talvez até se fantasiar. E tem gente que ainda não gosta desse dia da semana!

Locutor-sama: Não é um dia muito tranquilo, na Casa Verde. Pelo menos, para grande maioria dos moradores, domingo é um dia frustrante, pois é seguido da tão temida, e ao mesmo tempo odiada, segunda-feira. Há esperança no futuro, lembrem-se. Feriado!
Moon: Espera, eu preciso fazer uma pergunta MUITO importante! Não saia andando fazendo suas narrações dramáticas!
Locutor-sama: É mesmo, autora? Que tipo de pergunta você precisa fazer?
Moon: Você não falou nada, do seu pulo de paraquedas.
Locutor-sama: (silêncio)
Moon: Não deu certo?
Locutor-sama: Não foi exatamente como imaginava. Desconfio que agora tenho medo de altura.
Moon: Oh. Como imaginei, já que você não tinha dito nada até agora…
Hello: (aparece na sala) É impossível! É inacreditável!
Moon: O que houve, Hello?
Hello: Amanhã já é segunda-feira!
Moon: É, é. Sei, e nem é o calendário que me avisa. Nada melhor do que as rede sociais para te lembrarem…
Hello: Não é algo horrível?
Moon: Bem, conheço uma história interessante sobre a segunda-feira.
Hello: Uma história interessante? Conte, por favor.
Moon: Antigamente, o primeiro dia da semana era a primeira-feira. Não deu muito certo. Os alienígenas do planeta Ta-tá-tu constantemente invadiam a Terra, justamente na primeira-feira!
Hello: Ta-tá-tu? Primeira-feira? Sua criatividade para nomes me impressiona.
Moon: Era um dia péssimo.O engarrafamento de OVNIS era assustador. Descobriram que o problema era justo com a primeira-feira. Por isso, ela foi retirada dos dias da semana.
Hello: Que história esquisita.
Moon: O que estou querendo dizer é que, antigamente, as pessoas tinham realmente o porquê de reclamar do primeiro dia útil da semana. Hoje a segunda-feira não é nada, comparando com a dor de cabeça de antes.
Hello: Você acabou de inventar, não é?
Moon: Lógico. Estava apenas tentando te consolar.
Hello: Me distraiu do problema por alguns segundos. É melhor que nada.
Rosalina: (aparece na sala também) Hello, por quanto tempo a senhorita vai ficar nesse drama sem sentido?
Hello: Sem sentido? Tenho certeza que várias pessoas tem esse problema também!
Rosalina: Não sei quanto as outras pessoas mas, você passou a sexta-feira ensinando um cavalo a dançar frevo…
Helllo: Aposto que ele ganhou o concurso! Ele ficou de me ligar.
Rosalina: No sábado, a senhorita ficou pintando rolos de papel toalha para o natal. Depois de fazer isso pela manhã inteira, se jogou no sofá aqui da sala, e ficou até o almoço…
Hello: Resumindo, para você, não aproveitei o tempo.
Rosalina: Bem, foi apenas a minha impressão.
Hello: Na semana que vem, irei aproveitar melhor o final de semana!
Moon: Não sei o porquê de tanta reclamação, temos o feriado, esqueceram?
Rosalina: De fato. O pessoal vai ficar louco, por aqui.
Moon: Mais do que normalmente?
Rosalina: Sugiro que você não venha nos visitar no feriado. (muito séria para a Moon)
Moon: Irei seguir seu conselho.
Locutor-sama: Enquanto as senhoritas conversavam, começou a tocar um celular. É a música do filme Missão Impossível?
Hello: Oh! É o Lo-san! (pega o celular) Alô? Você ganhou por criatividade? Não te falei, que todo mundo ia estar dançando isso? Fico contente! Não, não precisa agradecer. Vá comemorar, meu caro! Certo, certo. Tchau.
Rosalina: Então, ele ganhou por ter dançado frevo?
Hello: Sim. Os juízes até que estavam animados, enquanto o pessoal dançava aquele hit coreano. Só que, começaram a se cansar, pois estavam todos fazendo a mesma coisa.
Moon: Exceto o seu amigo Lo-san?
Hello: Exato! Bem, onde estava mesmo?
Rosalina: Agradecendo por ninguém aqui ficar assistindo as programações repetidas de domingo.
Hello: É, de fato. Ah, você sabe o que aconteceu, Moon?
Moon: A Matilde bateu o telefone na sua cara, ontem.
Hello: Exato. Ela disse que eu ficava inventando moda, e ela não me deixou fazer uma piada.
Rosalina: Qual piada?
Hello: Que eu não era nenhuma estilista para ficar inventando moda.
Moon: Não era uma piada muito boa.
Rosalina: É, eu já ouvi melhores.
Hello: Como vocês são exigentes.
Locutor-sama: Com licença, senhoritas, mas preciso dizer algo.
Moon: O que foi, Locutor?
Locutor-sama: O Capitão Yay está fazendo cosplay de Capitão Gancho, de Once Upon a Time.
Hello: Cada um faz cosplay com o que gosta, ué.
Locutor-sama: Permitem eu fazer uma pequena observação?
Rosalina: Fale de uma vez, Locutor.
Locutor-sama: Como é que ele quer fazer cosplay de Gancho, sem o item principal, o gancho??

– Essa história vai entrar na coleção, daquelas que não ri nenhum momento, escrevendo. Aí vocês me perguntam: Você queria rir ou escrever? Hm, acho que escrever é a parte mais importante.

Kekekê/Matilde, Pixie Tales

Novembro é um mês curto, mesmo tendo trinta dias. Quando você pisca os olhos, já é dezembro!

Locutor-sama: No dia 10 de novembro, e já vamos falar de Natal?! (olha o calendário várias vezes) Estamos adiantadíssimos! Estou aqui, no apartamento da Matilde, e além da minha visita está a mãe dela, a dona Tildinha. Uma fada muito simpática!
Tildinha: Matilde, você ouviu o que as crianças pediram?
Matilde: (bebendo suco) Não, não estava nem prestando atenção.
Tildinha: Elas querem montar a árvore de Natal.
Matilde: (engasga com suco)
Tildinha: Está tudo bem, querida?
Matilde: Mãe, esses dois só podem estar loucos! Locutor, me dá aqui o teu calendário de bolso! (arranca das mãos do Locutor-sama) Tá vendo, hoje é só dia 10! DIA 10! (aponta para o dia no calendário)
Zezé: Puxa vida, é pedir demais querer já montar a árvore de Natal?
Tadeu: Será que é ruim ser adiantado?
Tildinha: É claro que não, meus queridos. Então filha, onde está a árvore de Natal?
Matilde: Mas, mas…
Kekekê: (veio da cozinha) Alguém aí falou em árvore de Natal?
Tildinha: Sim, você sabe onde está?
Kekekê: Está em cima do armário do quarto, vou pegar.
Matilde: (puxa o Kekekê pela camisa) Ei, nós ainda estamos em novembro!
Kekekê: Mas sua mãe pediu. (falando baixinho)
Matilde: Foi ideia das crianças, não dela!
Kekekê: Mais um motivo para eu ir pegar, ué. (vai até o quarto)
Zezé: Árvore de Natal!
Tadeu: Não há nada mais inspirador do que ela, antes da época!
Locutor-sama: Será que nosso amigo duende vai alcançar?
Matilde: Tem uma escada, se necessário. Não acredito que você foi convencida pelas crianças, mãe.
Tildinha: São crianças tão adoráveis, como dizer não para elas?
Matilde: Adoráveis? Qual de nós duas precisam de óculos?
Tildinha: Você, provavelmente. Como não pode dizer que seus filhos são adoráveis?
Matilde: Não são meus, e sim do Kekekê!
Tildinha: (surpresa) Que horror! Não te eduquei assim, Matilde! São seus filhos também, é a mãe deles. São iguaizinhos à você quando era pequena. Apesar de eles serem duendes, não fadas. E serem meninos!
Locutor-sama: Quer dizer que eram parecidos com a Matilde em questão de personalidade?
Tildinha: Exatamente! Você é um rapaz inteligente.
Matilde: Só podem estar de brincadeira, eu era uma criança boazinha!
Tildinha: (rindo) Claro, claro! Então quem será que quebrou o mesmo abajur, várias vezes?
Matilde: Quantas vezes eu tenho que dizer que foram os meninos filhos da vizinha?
Tildinha: Tão criativa. (dá outra risadinha) Ah, o seu marido voltou!
Kekekê: (com a caixa da árvore de Natal) Então Zezé e Tadeu, querem me ajudar a montar?
Zezé: É claro!
Tadeu: Onde vamos colocar?
Kekekê: (observa os cantos do apartamento) Ah! Ali deve estar bom.
Matilde: Não!
Kekekê: Porquê não?
Matilde: Ali vai ficar meu aquário!
Kekekê: Que aquário, Matilde?
Matilde: O que eu vou comprar, para os meus tubarões!
Kekekê: (horrorizado) Tubarões? TUBARÕES? Credo, compre peixinhos mais simpáticos. Ou melhor, não compre. Eles merecem morar em um lugar mais espaçoso que em um aquário.
Matilde: (fala um palavrão, que é censurado pois isso aqui é um blog de família)
Tildinha: (dá um beliscão na Matilde) Que árvore bonita que vocês tem! (vê o Kekekê tirando as peças da caixa) É nova, não?
Matilde: Ai!
Kekekê: Bem, eu comprei ano passado. Parece que está tudo aqui. Estrelinha, enfeites… não. Tem uma coisa faltando!
Locutor-sama: Há algo faltando? O quê, meu bom amigo Kekekê?
Kekekê: As luzinhas de Natal!!
Matilde: O QUÊ? Sabe quanto foi essas luzinhas que EU paguei??
Kekekê: Sei, foram caras. E faziam uns efeitos que nunca vi!
Matilde: Essas luzinhas tem que aparecer, agora!
Zezé: Mãe, você não pode fazer elas aparecerem?
Tadeu: É, você é uma fada!
Matilde: Eu sei que sou uma fada! Estão achando que não sei?
Kekekê: (explica pacientemente) Crianças, não dá para sua mãe adivinhar, mesmo com magia.
Zezé: Puxa, que chato.
Tadeu: Desculpe, mãe.
Matilde: Eu vou revirar essa casa inteira! Quero achar essas luzinhas agora!
Tildinha: Irei ajudá-la, filha. Onde posso procurar?
Matilde: Veja na cozinha, por favor. Kekekê, olhe na sala, enquanto isso, procuro no meu quarto.
Locutor-sama: Os três passaram horas e horas procurando, e foi uma busca cansativa, mas no fim, não acharam nada. Zezé e Tadeu gastaram o tempo deles, enquanto isso, pintando um livrinho.
Matilde: Ninguém se importa com o que eles estavam fazendo, francamente! (pega o telefone) Isso é uma situação de emergência!
Kekekê: Vai ligar para quem?
Matilde: Para a Hello! (digita o número da Casa Verde) Alô?
Rosalina: (quem atende o telefone) Casa Verde, Rosalina falando. O que deseja?
Matilde: Boa tarde. Será que podia falar com a Hello, por gentileza, Rosalina?
Rosalina: Sim, Matilde. Irei chamá-la. (solta o telefone) HELLO!
Matilde: Obrigada. (espera três minutos) E aí?
Hello: (apareceu depois de quatro minutos) Olá Matilde, o que você precisa? Você nunca liga para nada.
Matilde: Sim, eu sei. É que as luzinhas de natal sumiram, daqui de casa.
Hello: Sei…
Matilde: Lembra que você comentou que tinha uma sociedade secreta colecionadora de luzinhas de natal?
Hello: Eles só começam a trabalham em dezembro, Matilde. Tenho uma solução mais rápida para os seus problemas.
Matilde: Ah, tem? E qual é?
Hello: Já perguntou para as crianças?
Matilde: Não.
Hello: Quero ser um papagaio de pirata se eles não souberem onde as luzes estão.
Matilde: Vou checar, espera aí. (deixa o telefone na mesa) Zezé! Tadeu!
Zezé&Tadeu: Siim?
Matilde: Vocês sabem onde estão as luzes de natal?
Zezé&Tadeu: Sabemos.
Matilde: É mesmo? E onde elas estão?
Zezé: Nós usamos para enfeitar a árvore do Roberval e Jovial!
Tadeu: Nenhum de vocês perguntou.
Matilde: (pega o telefone novamente) Hello, você ainda está aí?
Hello: Estou.
Matilde: Andou ensinando para eles a fazer árvore para aqueles dois bonecos de papel higiênico??
Hello: Sim, mas juro que falei para eles NÃO USAREM luzinhas de natal de verdade. Suponho que eles não prestaram atenção.
Matilde: (bate com a mão na testa) Francamente Hello, se você tivesse filhos, não inventaria essas modas!
Hello: Que modas??
Matilde: (bate o telefone na cara da Hello) Muito bem! Quero as luzinhas de Natal…
Tildinha: Acalme-se, filha. Vamos resolver isso de uma maneira mais calma, sim?
Matilde: Quer dizer que nós vamos deixar as que comprei com as crianças?
Tildinha: Oh, não. Meus queridos, posso tirar as luzinhas de natal da árvore de vocês? Se vocês não se incomodarem…
Zezé: Pode. (cara de anjinho)
Tadeu: É claro, vó. (também com cara de anjinho)

– Primeira aparição da Dona Tildinha. Ela também se chama Matilde, e é baixinha. (por isso o apelido)
– Roteiro sugerido pela minha mãe. Muito obrigada!

Green House Stories, Mistérios Misteriosos

Mistérios tem que acontecer nas sexta-feiras, para ser mais divertido e um tanto dramático.

Locutor-sama: Nos corredores do quarto andar da Casa Verde, o trio de abacaxis caminhava tranquilamente, até a sala de jantar. Só que essa calmaria foi interrompida, por um barulho de cavalo. De onde será que estava vindo, esse som tão esquisito e incomum?
Boon: Vocês ouviram isso? Um barulho de cavalo?!
Malvino: Não ouvi nada. (distráido) Você ouviu algo, Zaltana?
Zaltana: (com som ligado e fones de ouvido) Não! Está louco, Boon?
Locutor-sama: Silêncio, por cinco minutos. Novamente, o barulho de cavalo. Dessa vez, todos nós ouvimos! Não, eu e o Boon não somos loucos.
Malvino: Que isso? Barulho de cavalo no quarto andar?? (tremendo)
Boon: Será que história de terror atrasada, para o Dia das Bruxas?
Malvino: Que Dia das Bruxas, o quê? Todo mundo sabe que 31 de outubro é Dia do Saci!
Zaltana: Calados! Vamos prestar atenção, e ver de onde isso está vindo.
Locutor-sama: Os abacaxis se calaram…
Zaltana: Shh! Locutor! Ouviram isso? De onde será que está vindo?
Boon: Me parece que é do quarto da chefia, no fundo do corredor.
Locutor-sama: Será que a Senhorita Hello deixou uma televisão ligada?
Zaltana: Duvido, esse som está real demais para ser de televisão!
Boon: Não sei… A tecnologia anda tão boa, ultimamente.
Malvino: É claro, deve ser da televisão!
Zaltana: Seus abacaxis covardes. Se vocês não querem, eu mesma vou até o quarto da Hello, descobrir esse mistério.
Locutor-sama: Irei acompanhá-la, Senhorita Zaltana.
Zaltana: Claro, claro. Vamos, Locutor!
Boon: Vo-vocês vão nos deixar sozinhos?
Locutor-sama: O barulho aumentou! E dessa vez, mais assustador ainda!
Malvino: Va-vamos! Não pode ser tão perigoso!
Zaltana: Tá, tá. Nos sigam, seus patetas!
Locutor-sama: Caminhamos um tanto nervosos pelo corredor. Nunca pareceu tão longo, o caminho do corredor até o quarto da Senhorita Hello. Os quadros do quarto andar, as janelas, as estantes, todos os móveis pareciam assustadores. Nunca pensei que podia narrar uma história de terror fora de época!
Zaltana: Francamente, você também está com medo, Locutor?
Locutor-sama: Não, pois sei como a história vai acabar. Apenas estou acrescentando um pouco de drama! Afinal, o quê é uma história sem ele?
Zaltana: Ah é, você é pago para ser dramático, quase esqueci disso.
Malvino: Falta muito para che-che-chegar?
Boon: Está exagerando, o corredor não parece ser tão grande assim…
???: (aparece repentinamente) AAAAH! CUIDADO COM AS MINHAS MÃOS DE TESOURA!
Boon&Malvino: (gritam aterrorizados)
Locutor-sama: Oi, Wolf. Tudo bem? Está de fantasia, fora de época?
Wolf: Sim, sim. Sabe, no Halloween eu estive muito ocupado, criando um par de sapatos cantores de rock. Só fui terminar esse projeto ontem, então estou vestindo minha fantasia hoje.
Locutor-sama: Sei, sei. Muito bom. Está ouvindo esse barulho de cavalo?
Wolf: Estou, sim. Eu ia ver o que era, até que vocês passaram pelo corredor. Resolvi assustá-los, para melhorar o roteiro. Gostaram?
Boon&Malvino: Não!
Zaltana: (rindo) Foi ótimo, assustou os dois babacas aqui. Agora, sem mais interrupções! Estamos chegando no final do corredor…
Locutor-sama: Finalmente, estamos na frente do quarto da Senhorita Hello. A porta estava encostada. Zaltana empurrou a porta, e nesse exato momento, vimos algo que preferíamos não ter visto.
Hello: Pela última vez, já falei que não é para você dançar isso! Não é nada original. Se quer ganhar o concurso de dança, faça algo diferente!
Lo-san: (um cavalo) Mas Hello! Esse hit coreano é um sucesso!

– Amanhã tem outro post. Nove e meia da manhã, como sempre.

Silly Tales

Supermercados podem ser muito divertidos, é só saber em qual sessão procurar!

Locutor-sama: Estou aqui, no supermercado, junto do nosso amigo Kekekê. Vocês devem estar se perguntando como estou aqui ao mesmo tempo, sendo que na história anterior estava cuidando das adoráveis crianças do duende aqui do lado? Simples, ser narrador de histórias da Moon tem as suas vantagens. Poder viajar no tempo, é uma delas!
Kekekê: (no ombro do Locutor-sama) Puxa vida, que legal! Mas não tem perigo de haver qualquer distorção temporal ou dimensional?
Locutor-sama: É só eu não encontrar comigo mesmo, que estará tudo bem. (faz um sinal positivo com as mãos) Não se preocupe.
Kekekê: Ufa, agora que você está falou, fiquei mais tranquilo. Agradeço por você vir comigo, Locutor, pois vir no supermercado que não é para duendes é um tanto complicado. Preciso de alguém alto, comigo.
Locutor-sama: Sim, eu compreendo. Me diga, qual é o primeiro item da lista?
Kekekê: Pasta de dentes, por gentileza.
Locutor-sama: É claro! Vamos nessa, Kekekê. Sessão das pastas de dentes, sessão das pastas de dentes… (caminha por diversos corredores)
Kekekê: Oh, eu também ia comprar farinha, biscoitos de chocolate, e frutas para fazer suco. Mas acho que tem coisa faltando, aqui. Não escrevi todos os items na listinha!
Locutor-sama: (pega os items que o Kekekê pediu, menos a pasta de dente) Legal! Agora é só a pasta de dente. Tem certeza que não consegue lembrar dos outros items?
Kekekê: Estou tentando. Devo estar ficando velho.
Locutor-sama: Que absurdo, Kekekê! Você é um duende, e vai demorar muito ainda para ser chamado de velho.
Kekekê: Obrigado, meu bom amigo. Mas não consigo lembrar, de jeito nenhum!
Locutor-sama: Ah, olha quem está ali! O Barman! (Locutor o encontro na sessão das pastas de dente)
Barman: (olha para os lados, pensando ouvir uma voz conhecida) Olá, Locutor. Oh, oi Kekekê. Espero que estejam fazendo compras, não vindo para o supermercado para planejar algo maligno para a dominação global.
Kekekê: Tem alguém por aqui fazendo isso? (chocado)
Barman: Sim, uma dupla de doidos. Um tal de Broom Zoom e o outro, Senhor Marshmallow. Estavam na sessão dos doces. Isso é lugar para fazer planejamento vilanesco?
Locutor-sama: As pessoas podem fazer o que bem entenderem, primo.
Barman: Eu sei disso, mas dessa maneira, os outros vão achar que são malucos.
Kekekê: Tem gente que não dá a mínima para isso. Conheço uma moça assim.
Barman: É verdade. Mas se for comparar, me faz pensar que até que ela é normal, diferente desses dois que vi…
Locutor-sama: Agora fiquei curioso. Podemos ir ver?
Kekekê: Vamos!
Barman: Está bem. Eu mostro para vocês, mas cuidado. Eles são realmente loucos!
Locutor-sama: Estão vestindo uma fantasia de refrigerante?
Barman: Não, mas o cara que parecia um vilão fugido do hospício, está de pijama estampado com cangurus, de chinelos, com uma capa ridícula e óculos que me lembram de cientista louco. Sem falar que está descabelado! O outro, parecia subordinado do primeiro, está de jeans e uma camisa laranja.
Kekekê: Um marshmallow de jeans?! Onde a Moon está com a cabeça?
Barman: Sei lá, mas nós podemos tentar descobrir.
Locutor-sama: Nós três fomos andando até a sessão dos doces. Os dois descritos pelo Barman, ainda estavam ali. Escondidos, ficamos ouvindo a conversa dos dois.
Broom Zoom: O que acha disso, Senhor Marshmallow? Não foi uma ideia perfeita, ir no supermercado da cidade vizinha, para procurar inspiração para dominações globais?!
Senhor Marshmallow: Claro chefe, mas nós vamos tentar dominar mais que um mundo?
Broom Zoom: Nós não podemos pensar pequeno, meu caro ajudante. E assim, podemos destruir os planos do Piano de Bolso! Aquele imbecil vai me pagar! (risada maléfica)
Senhor Marshmallow: Está bem, está bem. Pegue logo a gelatina de uma vez por todas, pois estamos chamando a atenção.
Broom Zoom: Quem liga que nós estamos chamando atenção? Venha, vamos pagar logo, afinal, sou apenas vilão na minha cidade. Como visitante, irei pagar, de modo politicamente correto.
Senhor Marshmallow: Pode comprar um gibizinho para mim?
Broom Zoom: Mas é claro! Vamos lá, na sessão de quadrinhos.
Locutor-sama: Os dois saíram da sessão dos doces pela esquerda, enquanto nós estávamos na direita.
Kekekê: Olhando para aquele rapaz com cabelo dessarrumado, lembrei que tinha que comprar guardanapo.
Barman: Ué, mas porquê?
Kekekê: É que vou comprar daquela marca, a dos cangurus.

– Roteiros Slice of Life, não necessariamente engraçados, é só para deixar o blog atualizado. Espero que vocês tenham gostado do vilão de pijama.
– Uma marca de guardanapos de canguru? Tive essa ideia agora, não me perguntem. Ela simplesmente veio, mas não sei de onde.

Silly Tales

Aventuras épicas podem ser protagonizadas por pinguins, bonecos de palito, abacaxis, duendes, fadas, até rolos de papel higiênico. Tudo depende da sua imaginação!

Locutor-sama: Hoje fui visitar o amigo de todos, o Kekekê! É claro que, como um cara alto, não posso entrar na casa dele da maneira normal, então ativei o modo “Chibi Locutor”, uma invenção para lá de engenhosa. Parece um broche, mas não é! De qualquer forma, o duende teve que sair, e estou aqui, cuidando de suas adoráveis crianças.
Zezé: Roberval, o príncipe guerreiro, caminha pacientemente pelo seu belo castelo. Ia treinar técnicas de combate, no jardim.
Tadeu: Jovial, o simples lacaio, estava lavando os pratos na cozinha. Seu sonho era ser tão forte a ponto de poder ser o segurança do príncipe.
Zezé: Quando Roberval chegou até o jardim, as árvores haviam sumido! E todas as plantas e flores, também! Quem teria feito algo tão cruel e maligno?! No chão, observou que havia desenhos estranhos, círculos.
Tadeu: Jovial ouviu o príncipe gritar, e correu na direção do jardim. Então, ele viu um OVNI!! Parecia que havia capturado Roberval!
Locutor-sama: Essa história vai se tornar uma brincadeira épica, pelo visto.
Zezé: O príncipe guerreiro estava em um local estranho, que nunca tinha visto! Os seres que haviam o sequestrado, eram verdes com antenas. Queria lutar contra eles, mas mal sabia ele que os alienígenas não queriam machucá-lo.
Tadeu: Que isso, Zezé! Alienígenas são malvados.
Zezé: Não são não! E as histórias que a tia Hello conta, de alienígenas bonzinhos que ajudam e viram amigos dos humanos?
Tadeu: É, bem, está certo. Mas será mesmo que etês podem ficar amigos de simples rolos de papel higiênico?
Zezé: Claro que sim! Somos crianças brincando, temos que criar uma historinha bonitinha, politicamente correta, e talvez até com lição de moral!
Locutor-sama: Essas crianças já falam palavras bem difíceis para a idade delas.
Tadeu: Certo, certo. Vamos continuar nossa brincadeira, sim?
Zezé: Os alienígenas tentavam dizer para o príncipe Roberval que precisavam da ajuda dele. O planeta deles, o ba-bi-bo-bu-ba-bi havia sido invadido por terríveis rolos de papel toalha. Eram poderosos e possuiam algo mais desastroso que armas lasers: Molho de tomate alien, manchava qualquer roupa e não saía de jeito nenhum!
Tadeu: As esposas dos alienígenas tinham entrado em uma revolta, como é que seus maridos iam lavar as roupas, se as mancham não saíam de jeito nenhum?
Locutor-sama: Então os homens alienígenas é que lavam as roupas? Hm, o Kekekê existe em vários universos, pelo visto. Se bem que não vejo nada contra lavar roupa, afinal, lavo as minhas também.
Zezé: Está esquecendo de citar que os etê viram Jovial nos monitores, e resolveram abduzi-lo também!
Tadeu: Ah, é. Desculpa. Jovial viu o príncipe, e correu ao seu lado, pois estava muito preocupado. Pensou que os etês o haviam machucado.
Zezé: Um dos aliens teve a ideia de desenhar o pedido de ajuda. O outro, teve uma ideia muito melhor, que era ligar o tradutor, para eles falarem o idioma dos rolos de papel higiênico.
Tadeu: Os aliens começaram a explicar novamente o problema. Roberval e Jovial concordaram em ajudar, pois ficaram com pena. Molho de tomate nas roupas não era nada bonito, do tipo alien então… Deveria ser pior ainda!
Zezé: Os dois foram até o planeta dos aliens, armados com água. Derrotaram os terríveis vilões, e fim!
Tadeu: É, foi uma brincadeira ótima. Valeu, irmão!
Zezé: Claro que valeu, Tadeu! Foi super divertida!
Locutor-sama: Ma-mas já? Não vai acontecer mais nada? E quanto ao Jovial, ele vai virar o segurança do príncipe?
Zezé: Sei lá. Pode ser.
Tadeu: Quem se importa? Só estávamos brincando para esperar o nosso desenho, As trapalhadas do Pássaro Gritador.
Locutor-sama: Está bem, crianças. Mas bem que eu queria saber mais da história dos seus amiguinhos… estava tão emocionante!

~ Extra: Criaturas minúsculas e malignas bagunçam não apenas carros, como os seus quartos e armários! ~
Hello: Francamente, o que aconteceu com o meu carro? Por que tem tanta bagunça? (olha para os lados) Deve ter sido os duenditos! São criaturas minúsculas e malignas, não se podem confiar nesses duendes falsetas. Aposto uma nota de dez que foram eles.
Oliver: (estava apenas observando a sua chefe enquanto cuidava das flores)
Hello: Venham até mim, enfrentaram a minha fúria, seus covardes!
Oliver: (percebeu que as pessoas que passavam na calçada estavam se acumulando, observando a Hello)
Hello: Vocês não vem de uma vez, duenditos? Nem irão aparecer?
Barman: (vindo do supermercado, viu a confusão) O que está acontecendo aqui?
Oliver: Parece que a chefe foi vítima de um ataque de seres chamados duenditos.
Barman: Sério?
Oliver: Bagunçaram o carro dela.
Barman: Ela está louca? Ontem ela colocou um montão de coisas no carro, pois ia mandar para a reciclagem hoje… HELLO!
Hello: Ah, oi Barman. Diga, qual é o problema?
Barman: Eu é que pergunto! Lembra o que você ia fazer com as coisas que estão no carro?
Hello: Fui eu que coloquei todas essas tralhas no carro?
Barman: Foi sim, você ia mandar para a reciclagem hoje, esqueceu?
Hello: (começa a dar risada) É mesmo, tinha esquecido!
Oliver: (observa que as pessoas começaram sair da calçada, e escuta uma delas comentando que a dona da Casa Verde era mais divertida do que as comédias da televisão)

– Só para avisar, tem posts programados até sexta-feira, todos no mesmo horário: Nove e meia da manhã.

Green House Stories

Narradores merecem férias, e se eles quiserem, podem contar suas viagens de uma forma mais emocionate e dramática!

Locutor-sama: Estava no meu fusquinha verde,  dirigindo até a Casa Verde. Minhas férias em Acapulco foram ótimas, vou pedir para voltar para lá em dezembro, pelo menos para um final de semana! Depois de passar pelo Bar da Rubi para comprar um refrigerante, cheguei ao local. Após parar o carro em um lugar apropriado, saí com as minhas malas. Quando cheguei, vi o jardineiro Oliver, um homem simpático, porém suspeito, fazendo o seu trabalho.
Oliver: Olha só quem voltou! Olá, meu amigo Locutor.
Locutor-sama: Olá, como vai?
Oliver: Vou bem. Suas férias, como foram?
Locutor-sama: Em Acapulco. Foram ótimas. É claro que foi complicado, pois tive que viajar para o mundo real. Felizmente, conheço um rapaz simpático – o Chapeleiro Maluco – que me ajudou a viajar por um precinho camarada. Nada melhor do que ter os seus contantos para ajudar, de vez em quando.
Oliver: É o mesmo que faz Once Upon a Time, aquela série da tevê?
Locutor-sama: Ele mesmo.
Oliver: Mas que legal! Quero tirar férias também, será que a chefe deixa?
Locutor-sama: Não sei, é questão de perguntar para a senhorita Hello.
Oliver: Perguntar para ela? Você está louco? Desde que chegou o anão bárbaro Balinha por aqui, a chefe nunca está desacompanhada. E se o tal do Balinha achar que é uma pergunta ofensiva, e usar o machado em cima de mim?
Locutor-sama: Oh, então o Balinha chegou por aqui.
Oliver: (surpreso) Conhece ele?
Locutor-sama: Apenas porque eu me mantenho em dia com o roteiro das histórias. Quando tem um, claro. Esta aqui por exemplo está sendo escrita, apenas para explicar onde eu estive esse tempo todo. Nem sei como isso vai acabar!
Oliver: Bem, tem que se viver de algum jeito, não é mesmo? Sem saber o final do capítulo da vida – é mais emocionante assim!
Locutor-sama: Ah, com certeza. Agora com licença, vou entrar.
Oliver: Mas é claro. Seja bem vindo de volta.
Locutor-sama: Obrigado.
Oliver: (pensando) Hm, será que ele seria um bom aliado?
Locutor-sama: Já dentro da sala, achei o meu primo Barman fazendo algo que é se hábito, palavras cruzadas.
Barman: E aí, Locutor? As férias foram boas?
Locutor-sama: Foram ótimas. Trouxe umas fotos que tirem em Acapulco, quer ver?
Barman: Depois. Estou aqui na dúvida… Coelho famoso de uma menina baixinha e dentuça. É mesmo o Sansão ou a Mônica tem outro coelho?
Locutor-sama: Bem, ela tem a Dalila, mas a resposta deve ser Sansão, lógico.
Barman: É, tem razão. (escreve a palavra)
Locutor-sama: E as coisas por aqui, como andaram?
Barman: As mesmas de sempre. Por que você me pergunta, se sempre acompanha o roteiro?
Locutor-sama: É por educação, ué. E você sabe muito bem o porquê de eu sempre te perguntar isso…
Barman: Sim, eu sei. Você sempre tem esperanças.
Locutor-sama: Está mal humorado ou é apenas impressão minha?
Barman: É que acabou o gás (suspira desanimado) e estou aqui, esperando chegar. Sabe, não tenho paciência para essas coisas.
Locutor-sama: Quando esperamos algo, parece que demora uns duzentos anos. Relaxe, Barman! Ele vai chegar logo.
Barman: Assim espero. Já fiz dez páginas dessa palavra cruzada.
Locutor-sama: Puxa, você é bom hein? (vê a Hello descendo as escadas) Ah, olá Senhorita! Como vão as coisas?
Hello: Ah, estão ótimas! Vê esse chapéu que comprei?
Locutor-sama: Que parece de mexicano? Sim.
Hello: Estava uma pechincha, não resisti.
Locutor-sama: Estou vendo. Não vai sair na rua assim, vai?
Hello: A menos que eu queira chamar atenção, não. Locutor, já conhece o Balinha?
Balinha: Pelas barbas de Gimli! Outro mafioso!
Hello: Já disse que o Barman se veste assim por estilo. Não o chame de mafioso, pombas.
Balinha: Ah, desculpe. Então ele é que a dupla do Barman? Juntos eles são os homens de preto?
Locutor-sama: Não exatamente, apesar de sermos primos. Isso não tem nada a ver, aliás.
Balinha: Bem que vi que você eram parecidos. Ah! Você é o narrador, não é?
Locutor-sama: Sou, sim. Algo errado?
Balinha: Lógico! Olhe só. Cheguei aqui ontem, e descubro um romance mal resolvido!
Hello: Qual romance mal resolvido? (olha para os lados)
Barman: (engasga e derruba as palavras cruzadas no chão)
Balinha: E ainda não sabe do que estou falando, Hello? É pior que eu pensei.
Locutor-sama: Está assim há meses, ou anos. O que preferir dizer.
Balinha: Já não basta personagens que não aparecem, agora isso? Esses roteiros são planejados?
Locutor-sama: São poucos aqueles que a autora planeja de antemão.
Balinha: Que absurdo!
(repentinamente, são interrompidos por um cara vestido de refrigerante)
Coke-san: (segurando um microfone) Help! I need somebody/Help! Not just anybody/Help! You know I need someone /Help!
Hello: Help, dos Beatles? O que é que foi isso, gente?
Balinha: Isso aqui é um hospício!
Barman: Não me diga. (com as palavras cruzadas na mão novamente)

– Que isso Moon, um cara vestido de refrigerante? Um dia, vão me dar um prêmio por originalidade excêntrica.