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Raccoon Tales

Existem aqueles dias que te dá uma vontade de andar por aí vestida de noiva pelo mundo a fora

Locutor-sama: Muitas histórias não são narradas, nem publicadas aqui no blog. Mas ainda assim, elas aconteceram! Está é quando Barman esteve na mansão de Tuta-sama.
Barman: *preparando o almoço da Tuta-sama*
Tuta-sama: BARMAN!
Barman: Devo perguntar o porquê de estar usando um vestido de noiva ou tenho que ignorar mais de uma das suas esquisitices?
Tuta-sama: Como sabe que estou vestida de noiva… Não me diga que tem olhos nas costas!
Barman: Você está com aquele tom de voz, que vai chamar os bombeiros para casar-se com eles.
Tuta-sama: Caramba! Não sabia que tinha tom de voz para isso!
Barman: Impressionante, não?
Tuta-sama: Mas não importa! Vou chamar um, pelo menos! Para o casamento.
Barman: E você quer se casar com os cinco?
Tuta-sama: Bem, tem o sexto bombeiro, ele tinha se casado mas tomei providências para que… Esse casamento não durassse. *risada maligna*
Barman: Já estou vendo que hoje não é um dia para minhas perguntas serem respondidas. As questões apenas aumentam!
Tuta-sama: Ora, pare de falar bobagens! Eu só tenho um coração largo demais e sou uma dama solitária precisando de companhia.
Barman: Uma das duas é mentira, certo?
Tuta-sama: Vou fingir que não ouvi.
Barman: Já vi que é melhor eu ficar de boca fechada…
[a campainha toca]
Tuta-sama: Eu atendo! Eu atendo!
[Tuta cai no vestido de noiva]
Milla: Mamãe, já está se preparando para a festa junina?
Tuta-sama: Claro que não! *levanta do chão*
[Tuta chega até a porta e abre]
Tuta-sama: Alan!
Alan: Olá, Tuta-sama. Espero que seu dia tenha sido iluminado pelos belos sonhos que teve na sua juventude. [dá um buquê de flores para ela]
Tuta-sama: Ora, seu! Está realmente radiante vestido de terno e gravata.
Alan: Estava indo ajudar um amigo segurança de shopping, mas aí não era mais necessário. *dá de ombros*
Milla: Acho melhor você correr, meu amigo.
Alan: Hein? Vai haver uma festa junina?
Tuta-sama: Não, mas bem que gostaria que fosse o dia do meu casamento.
Alan: Oh! Compreendo perfeitamente. Aceito participar.
Milla: Está entendendo que é como noivo, não é?
Alan: Perfeitamente.
Tuta-sama: BARMAN! VENHA SER MEU PADRE!
[Tempos depois]
Barman: Você aceita a Tuta-sama como sua digníssima esposa?
Alan: *segurando o riso* Claro.
Barman: Tuta-sama?
Tuta-sama: OBVIAMENTE!
[Mais um tempo depois]
Alan: É um belo casamento de mentira.
Barman: A Tuta-sama é muito requintada.

BÔNUS: Na Casa Verde.
Fábio: Como é? Você foi padre de um casamento?
Barman: São coisas da vida.
Fábio: Entendo que está difícil com a Hello, mas não acho que deve chegar a esse ponto.
Barman: Foi um casamento de mentira.
Fábio: Bem, mande meus parabéns para a Tuta-sama.
Barman: *suspiro*
Fábio: Não se preocupe, chegará a sua vez, meu amigo.
Barman: A se casar com um bombeiro bonitão?
Fábio: Lógico que não foi isso que quis dizer!
Barman: Pelo visto ainda vai haver mais quatro casamentos..
Fábio: Então vai ser padre novamente?
Barman: Um interessante serviço extra, não acha?
Fábio: Tenho certeza que a Hello ficaria contente em saber disso.
Barman: Que estou atendendo os caprichos da Tuta-sama? Sim, com certeza.

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Uma visita, um ar condicionado e uma… torradeira? Que foi? Torradeira é uma palavra engraçada.

Locutor-sama: As pessoas não compreendem o sofrimento de andar bem vestido. Ah, os sacrifícios que fazemos pela moda! Nós passamos até calor, para estarmos bem-vestidos para o emprego.
Tuta-sama: Cale a boca, Locutor. Você tá embaixo do ar condicionado!
Locutor-sama: Está dizendo que não tenho direito de expressar minha opinião sobre o meu sacrifício?
Tuta-sama: Você não sabe de nada, seu narrador bobalhão.
Locutor-sama: A porta da campainha está tocando.
Tuta-sama: Vá levantar e atender.
Locutor-sama: Estou muito bem sentado na sua poltrona da sala de estar, Tuta-sama.
Tuta-sama: Oras, seu abusado. BARMAN!
Barman: Estou indo atender a porta, Tuta-sama.
(Barman abre a porta. É o Fábio!)
Fábio: E aí, cara?
Barman: Ah, Fábio. Tuta-sama, posso deixar ele entrar?
Tuta-sama: Ele vai ficar me seguindo, narrando meus movimentos?
Fábio: Não. E uma pessoa assim deveria ser presa.
Locutor-sama: Estou tremendamente ofendido. *levanta da poltrona* Ninguém compreende o meu trabalho. E eu dou duro!
Tuta-sama: Ah, claro. Você passa o dia todo embaixo do sol, plantando cana-de-açúcar.
Locutor-sama: Não quer dizer que o meu trabalho seja tão desnecessário.
Tuta-sama: Eu preciso de açúcar no meu chá, não das suas narrativas dramáticas.
Locutor-sama: Ficarei aqui até você valorizar o meu trabalho. *senta na poltrona*
Tuta-sama: Você só tá aqui pelo ar condicionado.
Locutor-sama: E se eu estou?
Fábio: Como estão as coisas por aqui?
Barman: Bem, elas estão… Vamos para a cozinha.
(Locutor e Tuta-sama batendo boca ao fundo)
Fábio: Não é muito diferente de trabalhar com a Hello, não é?
Barman: Existe uma diferença elementar.
Fábio: Você não tem interesse romanticamente na Tuta-sama? Ela é uma guaxinim, e não uma humana?
Barman: A sua visão sobre mim é bastante limitada.
Fábio: Ah! Um comentário irônico, mas bastante espirituoso. Pelo menos você retornou ao bom e velho Barman.
Barman: Mudando de assunto, você está aqui para me fazer uma visita?
Fábio: Sim e não. Eu queria mudar um pouco de ares, mas também tenho notícias para você.
Barman: Notícias, é… *começa a lavar a louça* O que tem para contar?
Fábio: Vamos dizer que a sua chefe…
Barman: Minha chefe? Você também trabalha na Casa Verde. Foi despedido?
Fábio: Lógico que não. Bem, a nossa temperamental chefe…
Barman: Estava conversando com uma pilha de livros chamada Senhor Pilha de Livros. Isso é notícia velha.
Fábio: Ah, cara! Quem te contou?
Barman: Tuta-sama.
Fábio: Céus! Ela está no mesmo nível suspeito do Locutor-sama.
Barman: De certa forma. Mas todos os personagens da Moon são assim… Quer torrada?
Fábio: Torrada? Não, obrigado.
Barman: Quer consertar a torradeira? A Tuta-sama paga bem.
Fábio: Eu conserto a torradeira para ajudá-lo, meu amigo. Não precisa dizer que a Tuta-sama paga bem. Eu tenho cara de mercenário?
Barman: Nunca se sabe.

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Sobre objetos inanimados e pessoas que conversam com eles

Locutor-sama: Sir Bigodón procurava a senhorita Hello para uma reunião com a Tuta-sama. Ele não conseguia encontrá-la em lugar algum até que o ocorreu de olhar na cozinha.
Sir Bigodón: Hello! Finalmente eu te encontrei!
Hello: Ah, Senhor Pilha de livros! Você é realmente muito cômico.
Sir Bigodón: Com quem você está falando?
Hello: Com o Senhor Pilha de livros, oras. Você não está vendo?
Sir Bigodón: Mas… É uma pilha de livros.
Hello: Senhor Pilha de livros, Sir Bigodón! Tenha mais respeito com ele. Oh, você não se incomoda com isso? Quanta bondade de sua parte!
Sir Bigodón: (sai da cozinha) Tuta-sama, a Hello está conversando com objetos inanimados.
Tuta-sama: Ela está conversando com a caixa vazia de paçocas de novo??
Sir Bigodón: Não, não! É uma…
Tuta-sama: Uma o quê? Tem a ver com uma estatueta de tatu?
Sir Bigodón: Ela… Não está conversando com uma estatueta.
Tuta-sama: Bem ,o que pode ser mais estranho que as duas coisas que já citei anteriormente?
Sir Bigodón: É… Pois é.
Tuta-sama: Céus! Diga de uma vez o que é, Sir Bigodón. Não precisa fazer tanto suspense!
Sir Bigodón: Desculpe, Tuta-sama. É que eu não pude acreditar no que os meus dois olhos estavam vendo.
Tuta-sama: Certo, então! Sou eu que vou checar essa situação.
Locutor-sama: Tuta-sama espiona rapidamente a situação incomum na cozinha.
Hello: Senhor Pilha de livros, não sabia que era tão ligado na política!
Tuta-sama: Ela está conversando com uma pilha de livros.
Sir Bigodón: Isso é muito esquisito, Tuta-sama. Como pode agir com tanta naturalidade? A Hello pode estar com um problema sério!
Tuta-sama: Você não precisa ficar tão preocupado com isso.
Sir Bigodón: Como assim, não preciso ficar preocupado??
Tuta-sama: Normalmente quando ela começa a conversar com uma coisa que obviamente não vai respondê-la… Só pode querer dizer uma coisa!
Sir Bigodón: E o que seria isso?
Tuta-sama: Quando ela conversa com uma caixa vazia de paçocas, é porque ela quer paçocas.
Sir Bigodón: E quando ela conversa com uma estatueta de tatu?
Tuta-sama: Primeira regra de viver na Casa Verde. Você não pergunta o porquê dela conversar com uma estatueta de tatu.
Sir Bigodón: Certo…
Tuta-sama: Mas o motivo dela estar conversando com uma pilha de livros é bem simples.
Sir Bigodón: É?
Tuta-sama: Ela está muito abalada sem a presença do Barman.
Hello: Na verdade, eu peguei um monte de livros para ler, e deixei na cadeira. Aí tive essa ideia completamente maluca de conversar com uma pilha de livros!
Sir Bigodón: Tem vezes que as explicações são mais simples do que esperávamos…
Tuta-sama: Você pode enganar o coelho, mas não me engana, Hello!

Raccoon Tales

Aventuras podem ser vividas em qualquer lugar, mas montanha é um lugar de minha preferência.

Locutor-sama: Tuta-sama e Barman estavam no topo de uma montanha.
Barman: Eu esperava uma satisfação maior que isso.
Tuta-sama: Quer uma satisfação maior que subir uma montanha?
Barman: Uma satisfação maior que não seja tão trabalhosa seria melhor.
Tuta-sama: Bobagem! É importante usar as pernas.
Barman: Oh… Acho que te razão.
Tuta-sama: Minhas patinhas estão dormentes.
Barman: Deve ser porque carreguei-a pelo caminho inteiro.
Tuta-sama: Acha possível transferir a vontade de dormir para o seu pé?
Barman: Eu nunca ouvi falar disso. *desce a Tuta-sama para o chão*
Tuta-sama: Por isso estou perguntando a possibilidade.
Barman: Pode ser possível, talvez. Existe tanta coisa esquisita no mundo.
Tuta-sama: Você deve estar se perguntando, o que estamos fazendo no topo dessa montanha.
Barman: Aprendi a não questionar milionárias excêntricas, Tuta-sama.
Tuta-sama: Mas você deveria questionar!
Barman: Não vale a pena. A resposta normalmente me deixa com cara de bobo!
Tuta-sama: Esse é o seu problema, Barman. Onde está o seu lado de engraçadinho?
Barman: Lado engraçadinho? Eu não quero ter um lado engraçadinho, Tuta-sama.
Tuta-sama: AH! Mas isso é uma questão interessante.
Barman: Não entendo o que há de tão interessante.
Tuta-sama: Você perdeu um pouco da sua personalidade, Barman. Onde está o Barman que fazia comentários interessantes?
Barman: Uma hora os comentários interessantes acabam, creio eu.
Tuta-sama: Ah! Mas não deveria ser assim.
Barman: E como deveria ser, Tuta-sama?
Tuta-sama: Temos que observar uma coisa, Barman.
Barman: Sou todo ouvidos.
Tuta-sama: Credo! Que visão estranha. Continuando, temos que admitir que existe algo que atrapalhou muito na sua vida.
Barman: E isso seria…?
Tuta-sama: Hello.
Barman: Não compreendo onde quer chegar.
Tuta-sama: Ora! Não se faça de bobo comigo. Você ficou assim por causa dela! E é por isso que não vou devolvê-lo para a Casa Verde tão cedo.
Barman: Não sei o porquê, mas me senti um livro de repente.
Tuta-sama: Isso! Isso! É uma coisa assim!
Barman: Assim? Devo me tornar um livro, Tuta-sama?
Tuta-sama: Não é bem isso. Se bem que livros podem ser interessantes… Mas! Pense frases espirituosas com a sua cabecinha.
Barman: Pensei que só espíritos tinham o direito de serem espirituosos.
Tuta-sama: Está vendo? *bate palmas* Eis o que estava falando!
Barman: Não sei bem o que quer dizer com tudo isso, mas eu prefiro não contrariar.
Tuta-sama: Talvez seja melhor assim. Mas lembre-se! Comentários espirituosos são importantes. Ou você quer fazer parte do cenário?
Barman: O que há de errado em ser parte do cenário? Moita número três parece ser um papel encantador.
Tuta-sama: Agora você está tirando onda comigo.
Barman: E isso é ruim?
Tuta-sama: Não. Mas só não teste minha paciência!
Barman: Se a senhora diz, Tuta-sama.

Silly Tales

Tão fácil como dizer um, dois, três?

Locutor-sama: As coisas pareciam estranhas na Cidade dos Cinco Monumentos. O céu estava escuro, mas não queria dizer chuva. O significado desse tom tão escuro e dessa atmosfera sombria… Só pode significar inimigos de outra dimensão!
Rosalina: Mas isso…
Locutor-sama: A Senhorita Rosalina, que estava tirando férias da Casa Verde logo percebeu ago de esquisito vindo.
Rosalina: Precisava mesmo narrar isso?
Locutor-sama: Precisava. Ela habilmente desviou de uma sombra em formato de amendoim. As outras sombras seguiam a primeira, andando muito rapidamente.
Rosalina: Isso é muito suspeito!!
Locutor-sama: Percebeu que se encontrava próxima da mansão de Tuta-sama, e esta a chamou.
Tuta-sama: Rosalina, menina! Nós vamos precisar da sua ajuda.
Rosalina: *passa os portões* Da minha ajuda, Tuta-sama?
Tuta-sama: Sim! Pedi para o Barman preparar a máquina de viagem dimensional, que pode demorar um pouco… E contando comigo e Tasketê eu precisaria de mais alguém com habilidades de luta.
Rosalina: Você sabe lutar, Tuta-sama??
Tuta-sama: É tão surpreendente assim? *dá uma risada* Na verdade, é só dizer palavras mágicas do livro. De boa…
Rosalina: Certo. E que tipo de coisa…?
Barman: Com licença. A máquina de viagem dimensional apresenta problemas.
Tuta-sama: Que tipo de problemas, meu bom homem?
Barman: O Biscoito está tentando devorar a máquina…
Tuta-sama: Por Tio Patinhas!
Tasketê: A máquina de viagem dimensional é…
Tuta-sama: Não! Não é de chocolate. Francamente! Vamos tirá-lo de lá, na base da vassoura.
Barman: Tudo bem, Tuta-sama. E quanto as defesas contra essas criaturas?
Tuta-sama: A Falcona está cuidando de todos eles, não vamos nos preocupar muito com isso. E além do mais, essa cidade tem garotas mágicas!
Rosalina: Além de abacaxis falantes, essa cidade tem de tudo mesmo.
Tasketê: E tem duendes também!
Rosalina: Ah, sim. Duendes!
Barman: Hm… Fico me perguntando se isso seria mesmo necessário.
Tuta-sama: Barman? Não ia cuidar do Biscoito?
Barman: A Eduarda já espantou ele. Creio que conseguiremos fazer a máquina funcionar assim que for necessário.
Tuta-sama: Então a Eduarda serve para algo além de cuidar da portaria!
Barman: Isso foi um tanto rude, Tuta-sama.
Rosalina: Ela é sempre muito honesta. Não adianta brigar com ela, Barman.
Barman: É, você tem razão.
Tuta-sama: Por que todos estão me olhando? Vamos para a outra dimensão!
Tasketê: Nós estamos esquecendo do Kekekê…
Tuta-sama: Oh! É mesmo! É melhor nós passarmos na casa dele para ver se tudo está bem.
Locutor-sama: O grupo foi até onde está a casa do Kekekê, em frente da Casa Verde.

– A história continua amanhã!!

Raccoon Tales

Batata! Batata! Não, não tem nenhuma batata nessa história.

(Continuação da história anterior.)
Tuta-sama: Príncipe Kekekê.
Príncipe Kekekê: Tuta-sama.
Tuta-sama: Tu está gastando energia da minha casa, e ainda se recusa a comer qualquer coisa de café da manhã?
Príncipe Kekekê: Quantas vezes eu tenho que dizer que tiro todo o meu alimento necessário da minha mochila mágica? Eu não preciso de comida de meros plebeus.
Tuta-sama: Posso bater nele?
Barman: Violência não é a solução para problemas.
Tuta-sama: Depois da Beta, você é outro coração mole!
Barman: Mas ele tem a cara do…
Tuta-sama: Não quero saber se ele tem a cara do Kekekê! Eu quero esse imbecil fora da minha casa.
Príncipe Kekekê: Já disse que se tratarem da Rainha dos Amendoins, eu termino com os problemas de vocês!
Tuta-sama: Eu realmente devo me meter com a versão alternativa malvada da Hello?
Barman: Não acho uma boa ideia…
Tuta-sama: Você ouviu eu dizer que ela é uma versão malvada, não ouviu?
Barman: Eu ouvi. Mas todo mundo sabe que versões malvadas são difíceis de lidar…
Tuta-sama: É, nesse ponto tem razão. Vamos embora, eu vou pensar em alguma coisa.
Príncipe Kekekê: Já vai tarde!
(Barman fecha a porta)
Tuta-sama: Vê como ele é mal educado? Eu sinceramente não sei o porquê de ter escutado a Beta… O que me importa se uma versão alternativa do meu amigo está em perigo? A próxima coisa que deve acontecer é o Kekekê correr algum tipo de perigo!
Barman: Sendo que na história de ontem você acertou que o Locutor ia cair da escada…
Tuta-sama: Aquilo foi a resposta lógica das coisas! Mas, sendo que eu leio o roteiro, acredite quando eu digo que logo teremos um aviso que o Kekekê teve problemas.
Barman: Espero que não ocorra nada muito sério.
Tuta-sama: Ele está com o ogro, eu não me preocuparia com isso.
Barman: Ah! Se você diz, fico mais tranquilo.
Tuta-sama: Eu estou sempre certa, então tem razão em ficar tranquilo.

Em uma dimensão paralela, no Reino dos Amendoins.
Rainha: Eu quero notícias! Notícias, Capitão da Guarda!
Capitão: Não o encontrei em lugar nenhum, vossa majestade.
Rainha: Incompetente! Eu quero aquele Príncipe de Meia Tigela aqui para mim AGORA! Ouviu bem?
Capitão: Sim, vossa majestade. Irei tomar providências, encontrei a localização dele em uma dimensão diferente da nossa.
Rainha: Excelente! Agora que comece a caçada!
Capitão: Se me permite, rainha…
Rainha: O que foi? O que FOI?
Capitão: Eu acho exagero caçá-lo só porque ele recusou um presente de amendoins… Ele pode ser simplesmente alérgico! Já pensou nisso?
Rainha: A questão não é o fato dele ser alérgico a amendoins… Ele foi um mal educado!
Capitão: *suspira* Vou até a máquina de viagem dimensional.
Rainha: Excelente.

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Não cho-chore, pois trens não choram. (?) Oh! Isso daria um boa trecho de uma letra de música pop.

Locutor-sama: Existem muitas justificativas que poderiam ser dadas para o motivo de Barman estar passando um tempo trabalhando na mansão de Tuta-sama. Mas a mais interessante delas e menos boba possível é ele estar resolvendo um problema para a milionária guaxinim.
Barman: Tuta-sama, o Príncipe Kekekê se recusa a comer o café da manhã.
Tuta-sama: AH! Desde que essa versão paralela apareceu em casa, eu só tive problemas… Sabia que ele está fugindo de uma versão alternativa malvada da Hello?
Barman: A senhora já me disse isso cinquenta e cinco vezes desde que estou aqui.
Tuta-sama: Estava só situando os leitores da situação.
Barman: Ah! E eu só estava exagerando. Você disse isso algumas vezes, não cinquenta e cinco…
Tuta-sama: Aposto que a Hello fala sobre paçoca cinquenta e cinco vezes por dia.
Barman: Eu não posso contrariar os hábitos esquisitos das pessoas, Tuta-sama.
Tuta-sama: *suspira* Bem, vamos conversar com o Príncipe Kekekê, nem que seja para dar um tabefes naquela carinha mimada!
Barman: Difícil de pensar em que ele é uma versão alternativa do Kekekê.
Tuta-sama: Sim, de fato. Só falta me dizer que a versão alternativa da Matilde no mundo dele é boazinha!
Barman: Isso seria uma versão alternativa interessante.
Tuta-sama: Não diga essas coisas em um tom tão sério, Barman. Está me lembrando o Locutor-sama.
Locutor-sama: *do lado de fora da janela* Ele deveria considerar isso um elogio.
Tuta-sama: Feche a cortina da janela, Barman.
Barman: Sim, Tuta-sama. *faz como a Tuta pediu*
Locutor-sama: Minha voz não será silenciada por uma cortina!
Tuta-sama: Não tem importância. Cedo ou tarde você cai da escada. Cuidado para não cair nas flores ou você vai ter problema com a Falcona.
Locutor-sama: *dá um grito lá de fora pois acaba de cair da escada. No fundo é possível ouvir a Falcona gritando com ele por ter caído nas flores.*
Barman: Espero que ele esteja bem.
Tuta-sama: Vaso chato não quebra, é o que sempre digo.
Barman: Pensei que fosse vaso ruim não quebra…
Tuta-sama: Acredite, quando se trata do Locutor nós temos que se referir a ele como “o chato”.
Barman: Não consigo discordar disso.
Tuta-sama: Pois é a mais pura verdade! Agora, vamos finalmente falar com o Príncipe Kekekê.
(Os dois estavam na frente de uma porta amarela.)
Barman: Vou abrir agora, Tuta-sama. Prepare-se.
Tuta-sama: Estou pronta. Vamos logo com isso!
(Barman abre a porta.)
Tuta-sama: Príncipe Kekekê.
Príncipe Kekekê: Tuta-sama.

– O que será que o Príncipe Kekekê falará para a Tuta? Não percam o próximo episódio! (Amanhã)

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Complicado? Não, é apenas difícil de se explicar.

No escritório da Hello na Casa Verde.
Hello: Eu nunca estive tão entediada na minha vida toda como estou nesse exato momento. O que me diz, sir Bigodón?
Sir Bigodón: Eu digo que sempre há momento de lavar a louça.
Hello: Que horror! E quem vai querer lavar a louça?
Sir Bigodón: Você disse que estava entediada.
Hello: Eu não acredito que existam pessoas no mundo que estão entediadas e vão escolher lavar a louça.
Sir Bigodón: Ouso dizer que é um passatempo muito útil.
Hello: Lavar a louça não é passatempo coisa nenhuma, sir Bigodón.
Sir Bigodón: Discordo. Não é só porque não é divertido, que não possa ser tratado como um passatempo!
Hello: Bah! Francamente, meu coelhinho bigodudo! Você está de brincadeira comigo. E pare de fazer essa cara séria fofinha! Dá vontade de apertar as suas bochechinhas graciosas.
Sir Bigodón: Por favor, nem pense em apertar as minhas bochechas!
Hello: Mas elas são tão adoráveis!
Sir Bigodón: Pare de olhar para mim com essa cara e volte a trabalhar!
Hello: Mas eu não queeero. *abaixa a cabeça na mesa*
Sir Bigodón: Não baixe a cabeça na mesa!
Hello: Credo, está parecendo minha mãe.
Sir Bigodón: Quer que a Rosalina volte das férias e saber que não trabalhou nada na ausência dela? Ela vai ficar decepcionada com você.
Hello: *suspira profundamente* Detesto admitir, mas tem toda a razão. *começa a organizar os papéis na mesa*
Sir Bigodón: Pensei que essa mesa já estava arrumada quando nós chegamos na sala.
Hello: Ora, sim! Mas acredita que os duenditos vieram desarrumar tudo? Eles me odeiam! Aquelas criaturinhas maléficas! Aposto que escutam “Let it Go” o dia tudo.
Sir Bigodón: O que você tem contra a música “Let it Go”?
Hello: Nada em particular…
Sir Bigodón: Hello, você acabou de arrumar esses papéis.
Hello: Sim! Mas os duenditos começaram a bagunçar ao mesmo tempo que terminar de…
Sir Bigodón: Tenha a santa paciência! Você está enrolando para não ter que trabalhar.
Hello: Calúnias! Eu estou dizendo a pura verdade. Venha aqui na minha mesa ver.
Sir Bigodón: *arruma os papéis, e imediatamente após ele terminar eles bagunçam de novo*
Hello: Não é de enlouquecer?
Sir Bigodón: Vamos tirar tudo na mesa e colocar no chão.
Hello: O que está planejando, meu querido coelhinho?
(Momentos depois, Sir Bigodón abre a janela e joga a mesa da Hello por ali)
Hello: O que está fazendo??
Sir Bigodón: Apenas resolvendo o problema, ué.
Hello: Eu não sei se você é esperto ou burro.

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Guaxinins são como qualquer um… Exceto se você tem um narrador chato, te seguindo.

Locutor-sama: Hoje é mais um dia na vida de Tuta-sama. Não é sempre que o dia amanhece tão lindo, trazendo tantas oportunidades para todos nós.
Tuta-sama: *sobe no banquinho em frente ao espelho e boceja* Hm? *esfrega os olhos com as patinhas* Onde está minha escova de dentes?
Locutor-sama: Aqui está, Tuta-sama. *entrega a escova para a milionária guaxinim*
Tuta-sama: Oh! Obrigada. Ei. Ei! SAIA DO MEU BANHEIRO!
(Locutor-sama cai em frente ao banheiro da Tuta-sama, enquanto ela fecha a porta nas costas dele)
Locutor-sama: Tuta-sama, você não tem senso de humor?
Tuta-sama: Aqui é o meu banheiro! Tenha a santa paciência!
Locutor-sama: Eu estava apenas brincando.
Tuta-sama: *abre a porta do banheiro* É, você sempre diz isso.
Locutor-sama: Eu também vim dizer alguma coisa.
Tuta-sama: E o quê é? Que você vai morar em Marte? Diz que sim, vai.
Locutor-sama: Felizmente não, Tuta-sama.
Tuta-sama: Você nunca vem aqui para dar uma boa notícia!
Locutor-sama: Sinto muito. Prometo melhorar da próxima vez.
Tuta-sama: Tanto faz.
Na cozinha da Tuta-sama:
Tuta-sama: Bom dia, Beta. Beta?
Barman: Tuta-sama, a Beta está substituindo a mim na Casa Verde enquanto trabalho aqui. Já esqueceu?
Tuta-sama: Hm? Ah, é. E mais uma coisa…
Locutor-sama: Oh sim! A cozinha está muito quente, então vamos todos tomar café da manhã na sala de jantar.
Tuta-sama: O que houve com a sala de café da manhã?
Falcona: Com licença. O ar condicionado da sala de café da manhã está quebrado, então terá que ser na sala de jantar.
Tuta-sama: Ah, tudo bem.
Barman: Sala de café da manhã, de almoço e de jantar??
Tuta-sama: Não seja bobo, Barman. A sala de jantar também é a sala de almoço. A de café da manhã é menor e é para ninguém me incomodar…
Locutor-sama: Quer dizer que eu não vou poder tomar café da manhã?
Tuta-sama: Ninguém te convidou.
Locutor-sama: *olha para o lado, deprimido*
Barman: Eu não vou nem perguntar como você concluiu isso…
Locutor-sama: Imaginei que a Tuta-sama não ia querer minha presença no seu café da manhã.
Tuta-sama: Ninguém quer a presença de um cara chato como você, que fica narrando todas as vezes que passo manteiga no meu pão!
Barman: Posso ver você fazendo uma coisa dessas.
Locutor-sama: De que lado você está?
Barman: Nenhum.
Locutor-sama: Já que não sou bem recebido aqui… *abre a janela* Eu irei me despedir. *pula da janela*
Falcona: Minha nossa! Ele pulou da janela do primeiro andar.
Tuta-sama: Não é um grande feito.

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Antes e depois, Horas atrás e horas agora! Certo, certo. o último está errado.

Horas atrás.
Barman: Hello, eu vou passar um tempo trabalhando com a Tuta-sama. Posso ir?
Hello: *jogando no computador, não estava prestando atenção.* Ah, beleza! Sim! Vá com Deus, e na volta me traga paçoquinha?
Barman: Hello, eu vou demorar.
Hello: Oh! Eu espero, não se preocupe comigo.
Barman: Hello, eu vou demorar DIAS.
Hello: A paciência é o caminho para a perfeição, não é o que dizem?
Barman: Não está prestando atenção, não é verdade?
Hello: Yay! É a minha última pele de cactus!
Barman: É, ela não está prestando atenção. *sai da sala dos computadores*
Rosalina: Tem certeza? Eu não acho que seja uma boa ideia você ficar longe da Casa Verde.
Barman: Preciso dar um tempo.
Rosalina: Trabalhando na casa da Tuta-sama? Eu não vejo como um pisciano pode ser tão workaholic.
Barman: Questões de disciplina. Você não entende isso melhor que ninguém?
Rosalina: Sim, pode até ser. Mas eu vou tirar férias amanhã. Quem vai cuidar daquela adorável Hello?
Barman: Ela pode se cuidar sozinha.
Rosalina: Barman, eu sei que você ainda está chateado, mas lembre-se que você é um personagem de uma comédia. Uma comédia romântica que nunca acaba.
Barman: Isso não me faz sentir melhor, sabia?
Rosalina: É, eu sei disso. Eu tentei.

Alguns momentos antes do presente.
(Hello estava indo para a cozinha, para tomar café da manhã.)
Hello: Sir Bigodón! Então você vai ficar para trabalhar no lugar da Rosalina?
Sir Bigodón: Eu não tinha muito opção, tinha? Além do mais, a senhorita Rosalina é extremamente simpática e precisa de férias.
Hello: Bem, isso eu concordo! Mas o quê-
(Chegam na cozinha e encontram a Beta, funcionária da Tuta trabalhando no lugar do Barman)
Beta: Bom dia!
Hello: Beta? *esfrega os olhos* Eu entrei na casa da Tuta, por engano?
Sir Bigodón: Não, nós estamos na Casa Verde. Você deixou o Barman trabalhar na casa da Tuta-sama por um tempo, esqueceu disso?
Hello: O que foi que eu fiz??
Beta: Eu fiz bolo de paçoquinha!
Hello: Oh! Sério? Sério? Yaaaaay!
Sir Bigodón: Pobre Barman. Foi esquecido por um bolo de paçoquinha!

Momento presente.
Hello: (comeu três pedaços do bolo de paçoquinha) O que foi que eu fiiiiiz? Está gostoso, mas não tenho o Barman aqui! Por que ele se foiiiii!
Sir Bigodón: Acalme-se! Você não vai morrer.
Hello: *deitada no chão*
Rosalina: *acaba de chegar É, eu devia imaginar que isso fosse acontecer.