Green House Stories

As pessoas se divertem com coisas simples… eu acho.

Na Casa Verde, quarto do Fábio, também conhecido como Filho da Velhinha
Fábio: (tira algo de dentro de uma caixa) Finalmente! Um pouco de paz…
Random: O que está fazendo? (aparece dentro da caixa)
Fábio: Você?! Random, onde está meu bonequinho que estava aqui dentro?
Random: Não serve um bonequinho de palito?
Fábio: Não… Você pode ficar por aqui, se quiser. Não me incomodo. Mas pode responder minha pergunta, por favor?
Random: Aquele bonequinho do Link? Tá na mesa ali, ó! (aponta para uma mesa que não ficava muito longe)
Fábio: Ah! Que bom, pensei que havia sumido.
Random: O que você vai fazer? Brincar?
Fábio: Não! Vou tirar umas fotos! Dá para fazer o boneco se movimentar, perfeito para colocá-lo em situações divertidas. Por exemplo… (procura algo dentro de um armário) Ah! Meu mini-nes!
Random: Um mini Ness? Vai tirar uma foto do boneco com o Ness?
Fábio: Você está achando que é o protagonista de Earthbond?
Random: Não é?
Fábio: Não, é uma miniatura do Nintendo Entertainment Sistem, conhecido aqui no Brasil como Nintendinho…
Random: Brasil? Aqui não é o país de Silly Tales?
Fábio: Você entendeu. (arruma um jeito que fica parecendo o bonequinho do Link está jogando nes)
Random: Puxa! Que criativo!
Fábio: Agora, deixa eu tirar a foto… (liga a câmera e acaba tirando a foto com o Random ao lado)
Random: Ficou bonitinho?
Fábio: (surpreso) Ficou, mas posso tirar uma só com o Link?
Random: Tá. (sai de perto do bonequinho e o Fábio tira outra foto)
Fábio: Perfeito! Agora, outra foto… (pega um baú pequeno que dá para abrir) Agora, vou colocar ele segurando essa pokébola!
Random: Link treinador pokémon? Criativo.
Fábio: (tira outra foto) Ah, ficou ótimo. Agora, o Link em cima daqueles tapetes que se usa para dançar!
Random: Ele é o rei das pistas!
Fábio: (depois de tirar a foto) Fica uma boa legenda!
Random: E agora?
Fábio: (pega o bonequinho do Luigi) Os heróis de verde! Que tal?
Random: Maneiro!
Fábio: (tira outra foto) Não canso de fazer isso.
Random: Outra?
Fábio: Claro! Agora uma foto do Link e o Mário… (tira outra foto)
Random: Você tem bastante bonequinho, hein?
Fábio: Pois é. E olha que nem trouxe todos para a Casa Verde. Outra foto! (arruma o bonequinho em baixo de uma bola de disco gigante)
Random: Você fez até um cenário!
Fábio: Lógico. (tira a foto) Agora, o Link com a espada para cima, no bom estilo de Skyward Sword!
Random: Que doido!
Fábio: (já tirou a foto) Vou arrumar o boneco de outra maneira… (coloca o Link ao lado de uma boneca da Zelda)
Random: Bonitinho.
Fábio: Claro! (tira mais uma foto) Essa boneca da Zelda é bem rara.
Random: Gosta de ter raridades?
Fábio: Quem não gosta?
Random: Tem razão.
Fábio: (arruma o boneco do Link para ficar ao lado da sua papercraft do mesmo personagem que ele fez em tamanho humano)
Random: Essa papercraft é de papel reciclado?
Fábio: Claro, você acha que eu faria uma com papel normal? Temos que ser ecologicamente corretos atualmente.

– Sorte do Fábio, que não tem louça para lavar, se fica perdendo tempo tirando fotos… (mas ele lava quando está sozinho em casa)
– Estou querendo fazer tipos de histórias diferentes. Também não dá só para fazer histórias com a Hello, não concordam?

Locutor-sama Adventures, Silly Tales

Ia esquecendo do titulo desse post!

No apartamento do Locutor-sama, mais exato no quarto dele.
Locutor-sama: Estou aqui, em um dia de folga, trocando as pilhas do rádio. E por alguma razão, estou narrando algo tão comum como isso. Não é a toa que me chamam de workaholic. (após colocar as pilhas liga para testar se o rádio está funcionando)
Rádio: Ba-ba-na-na! Ba-na-na! (Locutor-sama lembrou-se que os gêmeos do Kekekê gostam dessa música, trocou a rádio) (uma música cheia de palavrão que mal dava para se saber que realmente havia uma letra, troca a rádio novamente)
Locutor-sama: Que letra interessante. Nunca vi alguém cantar lamentando-se da perda do seu querido donut. Que emocionante!
Rádio: (acaba a música do donut e começa outra)
Locutor-sama: Ah, aquela música nova da banda das canetas coloridas… Não dá para entender muito a letra. Tem mais remix que outra coisa. Não é que seja ruim, ter remix na música… É que dessa forma, não dá para entender a letra. Qual é a graça de ouvir a música sem prestar atenção na letra? Desse gênero só serve para dançar. Bem, é para isso que serve…
Rádio: (mais uma música começa) Estou sem interneeeet, é como se o apocalipse tivesse chegooo….
Locutor-sama: Essa música é um tanto deprimente…
Rádio: (continuação da música anterior) A culpa é dos zumbis, a culpa é dos zumbis que estou sem internet…
Locutor-sama: Minha nossa! O apocalipse zumbi? Exagero. E os zumbis cortam cabos de conexão de internet?
Rádio: (o Locutor troca a rádio) O momento é esse, é a única oportunidade que eu tenho para dominar o mundo…
Locutor-sama: (surpreso) Ah! Strange Young Generation. Música antiga!
Rádio: (começa outra música) No começo, ninguém entendia nada…
Locutor-sama: Clipes de Papel. Se não me engano, a inspiração do grupo era aquele assistente do Word… Criativo, não acham?
Rádio: (mais outra música começa) Meu amor por você nunca irá mudar, geladeeeira!
Locutor-sama: Cada um ama o que gosta.
Rádio: (outra música se inicia) Minha lapiseira sumiu, sumiu, sumiu! E agora se ela sumiu, sumiu, sumiu?
Locutor-sama: Essas músicas que repetem a mesma palavra sempre me intrigam…
Rádio: (depois da música da lapiseira) Nós corremos até o fim do arco-íris e no final não encotramos nada…
Locutor-sama: Músicas tristes com final esquisito. É sempre essa impressão que tenho ao ouvir isso.
Rádio: (música começando) O esquilo sabe dizer coisas que as pessoas duvidam até a décima primeira geração…
Locutor-sama: O que será que esse esquilo sabe falar?
Rádio: (música no começo) Meu anjo parece que veio de um mangá…
Locutor-sama: É? De qual mangá o cantor está falando?
Rádio: (música que começou) Os ventos querem me contar fofocas…
Locutor-sama: Eles podem querer contar lendas, também.
Rádio: (música começando) As bonecas estavam descalças…
Locutor-sama: O que será que aconteceu com os sapatos delas?
Rádio: (música nova começa) Os gatos pensavam que estavam num faroeste…
Locutor-sama: As músicas antigas eram tão estranhamente criativas…
Rádio: (o apresentador começa a falar) Olá, ouvintes da rádio Green Greens! Continuando o bloco das clássicas, a promoção de hoje é um aparelho novinho em folha, de karaokê! É só ligar…
Locutor-sama: (digita o número no telefone e depois de falar com o cara da rádio desliga) Oba! Sempre quis um aparelho de karaokê! Será que vou conseguir?
Rádio: Nós teremos o vencedor após o nosso rápido intervalo! Fiquem ligados!
Locutor-sama: Certo, certo.
Rádio: (na propaganda) Você quer comprar um imóvel a preço de banana? Isso não existe! Mas temos vários a preço de abacaxi.
Locutor-sama: Quanto será que custa o imóvel a preço de abacaxi?
Rádio: Nós somos babás, e cuidaremos no seu carro como se fosse um bebê!
Locutor-sama: Carro como se fosse bebê…? (confuso)
Rádio: Na papelaria nós temos tudo o que você precisa! Menos guardanapo e papel higiênico… Essas coisas não são bem comuns para se achar em uma papelaria…
Locutor-sama: Será que papel toalha eles tem?
Rádio: Você quer ser alguém na sua vida?! Então compre um novo save! Novo jogo de simulação…
Locutor-sama: Esses jogos de simulação… (desinteressado) Não fazem bem o meu estilo.
Rádio: Você sabia que o pássaro gritador quebrou o recorde do grito mais demorado de todos os tempos? Ele ficou gritando por 72 horas!
Locutor-sama: O pobrezinho deve ter ficado sem voz.
Rádio: Nós voltamos! E o vencedor, ou melhor vencedora é Shizuka Moon da cidade de Happy Green Things! Final do número é…
Locutor-sama: Autora, essa não valeu… (chateado)

– Há! Ganhei um aparelho de karaokê… Não. Só na história, foi só para deixar o pobre Locutor chateado. Foi um tanto malvado da minha parte… Mas deixou a história mais engraçada, acho!
– Demorei três dias para escrever essa história. Não sei bem o porquê.
– “Strange Young Generation” não existe, pelo menos, nunca ouvi falar uma banda com esse nome.

Silly Tales

Super heróis tem outro novo jeito de se escrever na nova ortografia? Mundo se escreve assim mesmo? Não conheço mais nem a palavra dicionário…

Boon: (um dos abacaxis) A vida já não é mais a mesma. Não vejo sentido algum nas coisas, está tudo um tédio… (um folheto caiu na cara dele) Ué?
Folheto: (muito bem feito e com ótimo typesetting) “Quer se tornar um herói? Venha até a escola de treinamento do Evil Plot-sensei!”
Boon: Evil Plot-sensei? Que nome mais suspeito!
Folheto: (muda magicamente) “Suspeito é o seu nariz!”
Boon: Que folheto mais mal educado!
Folheto: (muda outra vez magicamente) “Desculpe é que sempre quis treinar um abacaxi!”
Boon: É de graça, folheto mágico?
Folheto: (preciso dizer que mudou outra vez?) “Claro que é de graça!”
Boon: Onde é sua escola de treinamento?
Folheto: “Na parte de trás da lojinha suspeita no final da rua…”
Boon: Ah! (localiza lojinha que não está muito longe) Achei! (vai apressado até lá)
Evil Plot: (na frente da lojinha suspeita) Olá, abacaxi. Seu nome, por favor?
Boon: Meu nome é Boon, senhor. Mas você não acha que é um tanto suspeito, ser um urso chamado Evil Plot, com essa roupa de vilão?
Evil Plot: (dá uma risada) Relaxa, eu sou um vilão aposentado.
Boon: Um vilão aposentado?!
Evil Plot: Exato. Entre, vou explicar. (abre a porta da lojinha)
Boon: Quantos recortes de jornal na parede! (olhar rápido)
Evil Plot: Vê esse aqui? (aponta para um recorte bem antigo que estava na parede)
Boon: (olha a data) Como é antigo!
Evil Plot: De fato. Nunca fui um vilão muito bom, por isso não sou muito conhecido.
Boon: E para quê esse súbito interesse em treinar heróis?
Evil Plot: Os vilões estão cada vez mais ousados, meu caro.
Boon: Nossa! Olha só, é o Super Abacaxi! (está em uma das fotos do jornal)
Evil Plot: Exato. Meu antigo arqui-inimigo, que se aposentou.
Boon: É? Ele era tão conhecido…
Evil Plot: …que ninguém nunca escutou falar dele. Apenas você, talvez.
Boon: Eu e mais algumas pessoas. 10% da população desse país!
Evil Plot: Exatamente.
Boon: Ainda não entendi para quê você quer treinar super heróis…
Evil Plot: Não se deixe a levar pelo meu nome, estou de fato muito arrependido das minhas malignidades.
Boon: Você devia trocar seu nome.
Evil Plot: Não é só porque agora virei bonzinho que vou mudar o nome.
Boon: Mas assim você causa mal entendidos!
Evil Plot: É uma marca registrada.
Boon: Tá, tá. Mas…
Evil Plot: Mas nada! Achei o sucessor do Super Abacaxi!
Boon: EU?! Mas…
Evil Plot: Você diz muitos “mas”, garoto! Venha! (indo para trás da loja)
Boon: Tá bom. (o acompanhando)
Evil Plot: O treino é super secreto!

– O nome do local em frente a escola de treinamento é “Lojinha Suspeita no Final da Rua”. Pontos para a minha criatividade!
– O quê? Vocês queriam que eu narrasse o treino? É super secreto!

Silly Tales

Ninguém apareceu em lugar algum.

Locutor-sama: Olá! Hoje estou aqui, sentado na cadeira de uma cafeteria muito simpática. O nome do local é “Tesouro do Passado”, e eu diria que aqui é um local bastante misterioso.
Wolf: Concordo com você. Ótimo para ocorrer um tipo de crime!
Locutor-sama: Um que não seja violento, espero.
Léo: Existem crimes que são violentos de outra forma.
Wolf: É mesmo, Léo? E como é a outra forma?
Léo: (bebe um gole da a xícara de café antes de responder) Simples.
Locutor-sama: Estamos ouvindo.
Léo: É um crime violento, me fazer usar essa gravata sufocante! (tira do pescoço)
Wolf: Mas Léo… Você tem que parecer um verdadeiro gentlemen!
Léo: É? Está dizendo isso, depois de pagar o mico de se vestir de menininha?
Wolf: Não vejo nada de errado. Estava muito fofinho, por sinal.
Léo: Assim não dá. Quando vai ocorrer alguma coisa?
Locutor-sama: Acho que é melhor não pedirmos para acontecer, de repente podemos nos arrepender.
Léo: Mas assim os detetives ficam sem trabalho!
Wolf: Me contentava com um roubo bobinho para se resolver…
Locutor-sama: Mal terminou sua frase, escutamos alguém na cafeteria gritar…
Alguém na cafeteria: Ninguém roubou! Ninguém roubou!
Léo: Tá, ninguém roubou… Não precisava gritar.
Wolf: Eu não acredito que alguém perderia seu tempo gritando algo do gênero, Léo. As pessoas não são malucas por nada…
Locutor-sama: De repente aparece na cafeteria uns anões dançando, vestidos de cogumelo.
Wolf: Isso foi muito esquisito. Retiro o que eu disse sobre as pessoas serem malucas por nada.
Léo: Foram anões, tecnicamente.
Locutor-sama: Vou perguntar o que foi que houve. Senhorita? (levanta da cadeira e vai até o balcão)
Figurante: Oi? (secando uma xícara de café)
Locutor-sama: Aconteceu alguma coisa?
Figurante: Ah, ouvi o pessoal dizer que houve um roubo. Não deve ter sido nada demais, falaram que ninguém roubou nada.
Wolf: (também se levanta da cadeira acompanhado do Léo) Isso me lembra alguma coisa!
Léo: O que você lembrou, meu caro Wolf?
Wolf: Tem um personagem chamado Ninguém nas histórias da Moon!
Léo: É? Quem é?
Locutor-sama: Já ouvi esse nome. Só não me recordo onde ele apareceu…
Figurante: Vocês viram algo minúsculo pular e roubar a xícara de café que eu estava secando?
Locutor-sama: Sim. Aquilo era um duendito? (esfrega os olhos)
Wolf: Duendito?
Locutor-sama: É menor que um duende.
Léo: Atrás dele!
Kekekê: (tinha acabado de entrar e o duendito esbarra nele)
Ninguém: Ai! Olha por onde você anda.
Kekekê: (segura o duendito pelo braço) Nossa! Você está todo sujo de biscoito.
Ninguém: Me solta!
Kekekê: Deixa eu te limpar… Calma, amiguinho!
Ninguém: Eu não sou seu amiguinho!
Léo: Tudo isso por um roubo de biscoito?
Wolf: Você não ficar bravo se roubassem seu biscoito? Eu ficaria.

– Ah, eu sei lá qual história esse Ninguém apareceu…

Chá de Fadas

Chá de Fadas – 1ª edição

Introdução.
[Uma sala bonita e decorada com coisas bonitinhas.]
Matilde: (sorri de maneira simpática) Bom dia, público feminino e o resto! Não, não estou falando que os homens são o resto. Se for falar todo mundo, ficarei aqui o dia todo. Não fiquem bravos, meninos. (escuta passos de boneco de palito)
Random: A entrevistada chegou!
Matilde: Agradeço o aviso. Pode ir, Random.
Hello: Oi, Matilde!
Matilde: Ah, oi. Era só o que faltava. Você?
Hello: A Moon pediu para me chamar.
Matilde: Hmph. Ela está me testando. (pensando)
Hello: Fala aí. É programa de entrevistas?
Matilde: O Chá de Fadas é variedade, querida.
Hello: Legal!
Matilde: Que bom que você gostou.
Hello: Você é a Matilde mesmo?
Matilde: Claro que sim!
Hello: Tem certeza que você não é a BoaTilde?
Matilde: E você, é a Hello mesmo?
Hello: Claro que sou.
Matilde: Você está muito bontinha e arrumada para o meu gosto.
Hello: Pô, isso aqui é um programa feminino! Devo me arrumar do jeitinho, não acha?
Matilde: Quem escolheu as suas roupas?
Hello: Eu, ué.
Matilde: Você tem bom gosto. O vestido está uma gracinha.
Hello: Acha mesmo?
Matilde: Me explica, porque você não arruma o cabelo dessa forma, sempre?
Hello: Dá trabalho.
Matilde: Os seus sapatos são bem altos.
Hello: São confortáveis.
Matilde: Você corre bastante. Não tem medo de cair?
Hello: Raramente caio, Matilde.
Matilde: Que bom. Agora, leitores e telespectadores, estou muito intrigada… Platéia! É o seu momento!
Hello: Vai pedir ajuda para os universitários?

Momento da platéia
[Urso Tobi está vestido de maneira muito bonitinha]
Tobi: Olá, olá! como vocês estão? Quem da platéia quer falar primeiro?
Fábio: Eu! (levanta a mão)
Tobi: Rapaz, isso é um programa feminino.
Fábio: E daí? Os homens não podem participar? E você é um urso, não uma ursa.
Tobi: Tá, tá. Se você não se incomoda, por mim, tudo bem.
Fábio: Posso fazer um origami?
Tobi: Pode.
Fábio: (tira uns papéis do bolso e faz rapidamente uma borboleta)
Tobi: (muito impressionado)
Fábio: (faz um truque que parece que a borboleta voou)
Tobi: Uau! Você é mágico?
Fábio: Não, aprendi isso com o Locutor. Não é, Locutor? (sentado na platéia)
Locutor-sama: Sim. Você fez muito bem, parabéns.
Tobi: Não entendo, cadê o público feminino?
Zaltana: O público feminino tá aqui! (incluindo Alice, Rosalina, Rika e Miss Cupcake)
Tobi: Por um minuto em pensei…
Zaltana: Pensou errado, urso.
Miss Cupcake: Quê isso, gente? O urso tá vestido de rosa?
Tobi: Qual o problema? Tô bonitinho!
Miss Cupcake: (olha para a platéia e descobre alguém conhecido) Wolf!
Wolf: Não, meu nome é Wanda. (de vestido)
Rika: Ah! Ele ficou uma graça!
Alice: Olha, Miss Cupcake, antes que você fique brava, lembrem-se: “Real Men wear pink!”
Rosalina: Ser contra isso é um preconceito muito bobo.
Miss Cupcake: Não é preconceito!
Wolf: É que ela não admite que eu me vista mais bonitinha que ela.
Miss Cupcake: Não fale no feminino! Se vista adequadamente!
Wolf: Calma querida, calma. Tô brincando! (tira uma varinha e coloca um terno preto muito elegante) Pronto, a Wanda já foi. Cadê seu espírito esportivo?
Miss Cupcake: Foi jogar futebol.

Fim do Programa.
[Matilde estava fazendo palavras cruzadas]
Matilde: Bom, leitores… Depois desse pequeno barraco… desintedimento da platéia, o nosso programa termina.
Hello: Mas já? Você nem comentou da minha nail art de pinguins!
Matilde: Está uma gracinha.
Hello: Só isso?
Matilde: O quê queria que eu falasse?
Hello: Sei lá, propaganda de coisas relacionadas a esmalte, talvez?
Matilde: Até o próximo Chá de Fadas! Tchau, pessoal!

– Prefiro o Talk Show do Kekekê! (sai correndo para a Matilde não ouvir)

Green House Stories

O título pode ser escrito de diversas maneiras. Uma delas é fazer uma frase nada a ver para colocar aqui.

Casa Verde, no escritório da Hello.
Hello: Muito obrigada por ter vindo, Cola-sama. Mas me diga uma coisa…
Cola-sama: O quê?
Hello: Você não é uma Cola?!
Cola-sama: Não!
Hello: Deixa ver se eu adivinho… você é na verdade uma princesa que fora transformada em cola por uma bruxa malvada?
Cola-sama: Quase. A autora me fazia vestir uma fantasia ridícula.
Hello: É mesmo?
Cola-sama: É. Você não parece considerar isso muito absurdo.
Hello: Vindo da Moon… as coisas simplesmente não me surpreendem.
Cola-sama: É? De qualquer forma, é para eu ir até o estúdio de Happy Green Things?
Hello: Claro. Mas me diga uma coisa…
Cola-sama: Depende do caso.
Hello: Para quê você andou espalhando rumores sobre a autora?
Cola-sama: Diversão.
Hello: Credo, que malvadeza.
Cola-sama: Não quero ouvir isso da versão paralela da própria autora.
Hello: Eu sou a versão paralela da autora?
Cola-sama: Lógico.
Hello: Sabe, vou te dizer uma coisa.
Cola-sama: Você está falando coisas demais para o meu gosto.
Hello: Fui baseada na autora, de fato, mas temos uma diferença muito grande.
Cola-sama: Qual é?
Hello: Eu preciso responder?
Cola-sama: É claro que precisa!
Hello: Sou mais excêntrica do que ela.
Cola-sama: Você não acha que era uma atitude excêntrica da parte dela me fazer de fantasiar com uma roupa ridícula?
Hello: Ora, ela não sabia que você estava de fantasia.
Cola-sama: Não brinca.
Hello: Sério.
Cola-sama: Tá. Tô indo para o estúdio.
Hello: Ok, ok. Tchau, tchau!
Cola-sama: (sai do escritório da Hello e entra a Rosalina)
Rosalina: Bom dia, Hello.
Hello: Oi Rosa! Tenho uma boa notícia.
Rosalina: Achou meu irmão? (contente)
Hello: Achei. Muito simpático, falei com ele.
Rosalina: Posso falar com ele?
Hello: Claro. Salvei o número no meu celular, pega aí. (aponta para o celular em cima de uma das mesinhas do escritório)
Rosalina: Ma-mas o que posso falar?
Hello: O que quiser, tenho bastante crédito.
Rosalina: (acha o número logo ao abrir a agenda do celular da Hello) Tá tocando!
Hello: Calma, não precisa fazer essa cara…
Nicolas: (atende do outro lado) Alô? (voz muito séria)
Rosalina: Nicolas!
Nicolas: (muita completamente o tom de voz) ROSALINA!
Rosalina: (teve que tirar o celular de perto do ouvido pois o irmão falou alto)
Nicolas: Rosalina, quanto tempo! Como você está? E quanto ao Barman?
Rosalina: Nós estamos bem, Nicolas.
Nicolas: Ótimo, ótimo. Ando com serviço do tamanho da minha alma…
Rosalina: Está tudo bem?
Nicolas: E você acha que eu iria estar com algum problema, após ouvir a sua voz? Minha irmã, estou muito contente por ter sido localizado.
Rosalina: Você perdeu meu número, não é?
Nicolas: Desculpe, Rosa. Sabe, eu sou muito distraído…
Rosalina: Você vai aparecer por aqui?
Nicolas: Vou, final do mês, se nada me atrapalhar. Já reservei um quarto na Casa Verde. A sua chefe é muito simpática.
Rosalina: Entendi. Fico contente que tenha achado ela simpática.
Nicolas: Mas essa mocinha é boa, hein? Nem eu mesmo me encontro às vezes, e ela me achou.
Rosalina: Você sabe bem onde está?
Nicolas: Eu estou na cidade vizinha.
Rosalina: Qual delas, homem?
Nicolas: Rumors. Tô ficando louco por aqui.
Rosalina: Aconteceu alguma coisa?
Nicolas: Xii, é uma história muito comprida. Nada grave.
Rosalina: Tem certeza?
Nicolas: Não sou bobo em mentir para você, já que sempre sabe quando eu falo a verdade ou o oposto. Preciso desligar, Rosa.
Rosalina: Mas já?
Nicolas: Desculpe. Chegou a pizza e tô com fome. Me ligue depois, se quiser.
Rosalina: Você prefe a pizza a falar com a sua irmã?
Nicolas: Calma! Só preciso comer alguma coisa.
Rosalina: Não tem nada de mais saudável para você comer?
Nicolas: Pô, Rosa. Homens precisam comer uma besteirinha de vez em quando…
Rosalina: Tá, tá. Tchau, e se cuide.
Nicolas: Você também!
Rosalina: (desliga o celular da Hello) Vou anotar o número dele na agenda do meu celular.
Hello: Certo.
Rosalina: Obrigada, Hello.
Hello: Não há de quê.

– A Cola-sama (e grande parte dos personagens) não existe no mundo real. A única pessoa que de fato existe, que participa das histórias sou eu. Não preciso falar, né?
– O Nicolas é um personagem bastante engraçado. Estou ansiosa em mostrá-lo, mas infelizmente, vou empurrar a aparição dele para o fim do mês.

Happy Green Things

No segundo dia do ano, as pessoas ainda estão tentando se acostumar em escrever 2013 no lugar de 2012 no local das datas.

Moon: (deitada no sofá lendo um livro) Olá, Hércules.
Hércules: Bom dia, autora.
Moon: Você precisa de algo?
Hércules: O correto não seria eu fazer essa pergunta para você?
Moon: De fato. Como você é prestativo.
Hércules: Não é questão de ser prestativo, é o meu trabalho.
Moon: Entendo.
Hércules: Estou aqui para dar-lhe uma boa notícia.
Moon: E qual é, meu caro?
Hércules: O Locutor-sama recuperou a voz e está vindo para cá.
Moon: Isso é uma ótima notícia! (contente)
Hércules: Fico feliz que você fique contente. Tenho outra notícia.
Moon: Fale, meu amigo.
Hércules: As roupas de piratas estão prontas.
Moon: Legal! E o cenário?
Hércules: Estamos trabalhando em finalizá-lo.
Moon: Ótimo, muito bem…. (a conversa é interrompedia pela chegada do Locutor)
Locutor-sama: Bom dia.
Hércules: Ah! Como você está?
Locutor-sama: Evitando de falar muito.
Hércules: É melhor não abusar muito da sorte, não?
Moon: Já vi que é melhor você se recuperar aos poucos, Locutor.
Locutor-sama: Mas senhorita Moon… Preciso fazer meu trabalho!
Moon: Sei, sei. Meu bom amigo workaholic, nós temos que maneirar no seu serviço.
Locutor-sama: O que quer dizer com isso?
Moon: Você aparecerá narrando apenas certas histórias. Se for necessário um narrador, será chamado.
Locutor-sama: Mas senhorita Moon…
Moon: Nada de mas, Locutor! E se você perder a voz? Como é que eu fico?
Locutor-sama: Não vai acontecer isso.
Moon: Eu preciso de ajuda sua em outras histórias. Tá prestando atenção?
Locutor-sama: Sim.
Moon: Não irei contratar outro narrador, se não a querida guaxinim vai ficar brava.
Locutor-sama: Fico mais tranquilo em saber disso.
Hércules: Bom, acho que já é uma grande coisa não sobrecarregar o Locutor.
Moon: Sei, sei. Ok, Locutor. Tá vendo esse papel? (dá uma lista de anotações para o narrador)
Locutor-sama: É claro. Quer que eu passe para narrador observador?
Moon: Exato! Gosto de funcionários competentes. E fico contente que tenho outro personagem que trabalha da forma correta, com método. Hércules, obrigada.
Hércules: Eu sou novo no serviço, ainda não estou no direito de receber agradecimentos.
Moon: Mesmo assim. E quanto a você Locutor, conto com o seu serviço.
Locutor-sama: Irei para a minha sala. Entregarei quando puder. Com licença. (sai do escritório da Moon calmamente)
Moon: Não tenha pressa. Quanto a você, Hércules…
Hércules: Sim? (prestando atenção)
Moon: Quero que você peça ao pessoal que trabalha no figurino, para tirar os vestidos de princesa e tudo relacionado a conto de fadas, para lavar ou tomar ar, o que for necessário.
Hércules: Entendido. (sai do escritório também)
Moon: Cadê a Hello para me dizer se achou a Cola-sama? (impaciente)

– Contraregra? Contra Regra? Preferia escrever contra-regra. Detesto a nova ortografia, ela só confunde a minha cabeça.
– Não sei se já disse, mas o Hércules foi chamado assim em homenagem ao (Hercule) Poirot, o detetive de Agatha Christie.

Green House Stories

Bônus: Enquanto isso, certas ruivas estão desocupadas no seu escritório.

Escritório da Hello, na Casa Verde.
Hello: Oi, autora. O quê você está fazendo com essa cara de queimação de estômago?
Moon: (acaba de entrar na sala) Desculpe pela confusão do dia 31.
Hello: Que confusão? (surpresa)
Moon: Você já esqueceu? (espantada)
Hello: Não costumo nem lembrar o que comi no café da manhã quando se passam dois dias. Acha que tenho a memória ruim ou sou apenas avoada?
Moon: Apenas avoada.
Hello: É? Normalmente me dizem isso.
Moon: Descobri quem espalhou o rumor.
Hello: Que rumor? Escuto tantos em vinte e quatro horas.
Moon: Não importa. Só sei que foi a Cola-sama que espalhou?
Hello: A sua contra regra?
Moon: Ela não trabalha mais comigo.
Hello: Entendi. Vingança?
Moon: É possível?
Hello: Devia pedir para ela trabalhar novamente com você.
Moon: Para quê? Ela me irrita!
Hello: Se você usasse uma fantasia ridícula de cola, ia se divertir com isso?
Moon: Não havia pensado nisso. Vou chamá-la novamente.
Hello: É bom ter menos inimigos, não concorda?
Moon: Não sabia que você era pacifista.
Hello: Tem algo de errado em não gostar de que atrapalhem minha tranquilidade?
Moon: Não vejo nada de errado. Fico feliz que você não esteja brava.
Hello: Para quê ficar brava? Que coisa Moonzinha. Vá viver, e não esquente a cabeça.
Moon: Farei isso. Obrigada, Hello. Podia localizar a Cola-sama?
Hello: Tá bem. Tô sem nada para fazer, mesmo.
Moon: Valeu, tô indo. Me avise se achá-la.
Hello: Como?
Moon: Passe a mensagem para o Locutor. Até mais! (sai da sala)
Hello: Ah, essa autora… Oi Rosalina!
Rosalina: (acabou de chegar do estúdio após sua entrevista no Talk Show do Kekekê)
Hello: Como foi a entrevista?
Rosalina: Você não assitiu? Ou melhor, não leu?
Hello: Não tenho paciência de ler as histórias da Moon…
Rosalina: Sabe quem é o mais velho de nós, na Casa Verde?
Hello: Não é o Locutor-sama?
Rosalina: O jardineiro.
Hello: O Locutor tá de jardineiro?
Rosalina: Estou falando do Olliver!
Hello: É? Pensei que ele tinha minha idade.
Rosalina: Pensou errada.
Hello: Está interessada no Ollie?
Rosalina: Não.
Hello: Ele é um bom rapaz e trabalhador, mas ainda prefiro o Barman.
Rosalina: Como é? Você ainda prefere o Barman?
Hello: Como funcionário, ué.
Rosalina: Devia ter imaginado. (decepcionada)
Hello: De qualquer forma, estou precisando achar a Cola-sama… Cadê aquele troço, meu pai amado? Esqueci onde coloquei. (começa a procurar pelo escritório)
Rosalina: Que troço?
Hello: É parecido com uma tablet, mas não é igual. Pô, onde foi que eu coloquei?
Rosalina: Primeira gaveta na esquerda da sua mesa.
Hello: (checa onde a Rosalina sugeriu) Acertou!
Rosalina: Vi você colocando.
Hello: Que bom que você é observadora. Agora, deixa eu ligar… (aperta um botão)
Rosalina: Pode localizar alguém para mim?
Hello: Claro. Aproveite que faço de graça, não cobro de amigos meus.
Rosalina: É o meu irmão, Nicolas.
Hello: Você é irmã do Nick Fury?
Rosalina: Quem?
Hello: Deixa para lá. Qual o nome dele?
Rosalina: O sobrenome?
Hello: Sim.
Rosalina: Nicolas Forest.
Hello: (digita o nome) Não sabia que o seu sobrenome era Forest.
Rosalina: Como assim, não sabia? Onde você estava com a cabeça no dia que fui contratada? Não olhou meu currículo?
Hello: Tinha seu sobrenome? Nem reparei.
Rosalina: Você aceitou para eu trabalhar aqui sem reparar nisso?
Hello: Se você conhece e é amiga do Barman, é confiável, ué.
Rosalina: Entendi. Me diga, acho alguma coisa?
Hello: Pombas! Vai me desculpar, mas o seu irmão…
Rosalina: Aconteceu alguma coisa?
Hello: Nada demais. Esse cara anda por vários lugares! Ele é algum criminoso procurado pela interpol?
Rosalina: Não, mas ele trabalha na polícia.
Hello: Essa era minha segunda opção. Me dê mais uma hora, irei achá-lo até lá.
Rosalina: Muito obrigada, Hello. (sai do escritório)
Hello: Agora, vamos ver se eu localizo a Cola-sama mais fácil.

Kekekê Talk Show

Kekekê Talk Show – 6ª edição.

Kekekê: Olá e feliz ano novo! Estamos aqui com mais outra edição do meu programa de entrevistas, o Kekekê Talk Show! Hoje nossa convidada é a Rosalina. Ela chegou mais cedo do que combinamos! Puxa vida, muito obrigado por ter vindo adiantada.
Rosalina: Não gosto de me atrasar para compromissos.
Kekekê: Ok! Vamos direto ao assunto?
Rosalina: Se você quiser conversar além de me fazer perguntas, não me incomodo.
Kekekê: O tempo tá bom lá fora?
Rosalina: Está. Isso é pergunta sua, não da entrevista?
Kekekê: Sim. É quê vim direto para o estúdio, por um atalho. Nem vi a cara da rua, ainda!
Rosalina: Entendo. Não esqueça de sair e respirar o ar lá fora.
Kekekê: Irei me lembrar disso. Primeira pergunta!
Rosalina: Diga, sou toda ouvidos.
Kekekê: Você gosta do Barman?
Rosalina: Ele sempre foi como um irmão mais novo, para mim. Cuido dele desde de criança.
Kekekê: Bonito. Não sabia que você era mais velha que ele.
Rosalina: Não, temos a mesma idade.
Kekekê: Entendi. Curiosamente, você é mais nova que a Hello?
Rosalina: De fato. Das pessoas da Casa Verde, a Hello é uma das mais velhas.
Kekekê: É? A Hello tem 21, né? Quem é o mais velho?
Rosalina: O Olliver. Ele tem 23.
Kekekê: Você se incomoda em dizer as idades do pessoal?
Rosalina: Não. Depois do jardineiro, o mais velho é o Locutor-sama…
Kekekê: O Locutor-sama? (surpreso)
Rosalina: Ele tem 22. Depois a Hello, com 21. Eu e o Barman temos 20. O irmão mais novo do Barman, aquele chato, tem 18.
Kekekê: Oh, entendi. Podia jurar que o Olliver tinha a mesma idade que você e o Barman.
Rosalina: Também achava isso, até descobrir que ele era o mais velho.
Kekekê: Puxa! Que coisa surpreendente.
Rosalina: Outra pergunta?
Kekekê: Claro. Você é amiga da Hello?
Rosalina: Foi um pouco difícil de se acostumar com ela, mas nos tornamos amigas. Provavelmente porque a Hello é uma pessoa bastante simpática. Só que é difícil de lidar com a personalidade dela.
Kekekê: Você tem irmãos?
Rosalina: Tenho meu irmão mais velho, que tem a mesma idade do Olliver. O nome dele é Nicolas. Sinto falta dele, nos falamos tão pouco.
Kekekê: Você quer ver seu irmão outra vez?
Rosalina: Lógico. Só que ele é difícil de se localizar.
Kekekê: Sabia que a Hello pode fazer isso?
Rosalina: Sério?
Kekekê: Ela é boa de achar as pessoas. Peça para a sua amiga, tenho certeza que vai encontrar.
Rosalina: Farei isso quando voltar. Obrigada pela sugestão.
Kekekê: Não há de quê. Qual sua cor favorita?
Rosalina: Sei que é um tanto idiota, mas gosto de rosa.
Kekekê: Não é idiota.
Rosalina: Você acha?
Kekekê: Temos o direito de gostar da cor que quisermos.
Rosalina: Você é muito simpático, apesar de pequeno.
Kekekê: Agradeço o elogio.
Rosalina: Mais alguma pergunta?
Kekekê: Não tem mais nenhuma de interessante. Posso perguntar uma sem ser das que tinham para a entrevista?
Rosalina: Claro.
Kekekê: O que você acha do Olliver?
Rosalina: Um jardineiro maluco. Mais alguma coisa?
Kekekê: Isso vai ser muito difícil… (pensando) Não. Obrigado, Rosalina pela sua participação!
Rosalina: Não há de quê.
Kekekê: Vou sortear o próximo entrevistado, para não dar briga. (tira um papel de dentro de uma caixa) E nosso ganhador é… Zaltana! Lembrem-se que antes da entrevista, tem as perguntas que são respondidas pelo Pão de Forma Espirra em Mim. Em seguida terá a sétima edição. Até mais, pessoal!

– Qualquer semelhança com uma pessoa que exista é mera coicidência. Quem é parecido com alguém que conheci? O Kekekê? A Rosalina? O Olliver? A Hello? Não, espera aí, a Hello sou eu. A Zaltana? O Boon? O Malvino? A Miss Cupcake? O Wolf? E quanto ao Locutor? E o Barman? Não conheci ninguém tão bonitão quanto o par da Hello. Infelizmente.

Kekekê Talk Show

Kekekê Talk Show ~ especial de perguntas antes de virar o ano ~

Pão de Forma Espirra em Mim: Boa noite, telespectadores ou leitores. Depende do que vocês preferirem. Trago aqui uma edição especial do bloco de perguntas. O tema é ano-novo. Preparados para lerem perguntas originais e um tanto absurdas? Tem umas clichês também, claro. Quem não curte algo clichê no ano-novo?

Pergunta: Sábio Pão de Forma Espirra em Mim, me responda minha pergunta, por gentileza. Amanhã será um dia bonito para se ir para a praia?
Pão de Forma Espirra em Mim: Não sou meteorologista, mas não acredito que tenha virada no tempo. É capaz de dar para ir para a praia. Posso errar, claro. Pense positivo!

P: Pão de Forma Espirra em Mim, vou emagrecer no ano que vem?
Pão de Forma Espirra em Mim: Não posso responder. Isso depende de você, não sou da marca de pão de formas videntes. Pergunte para um deles. Talvez dê para ouvir um bom conselho. Diz a lenda que esses pães nunca erram.

P: Pão de Forma Espirra em Mim, gostaria de dominar o mundo.
Pão de Forma Espirra em Mim: Todos quererm, meu caro planejador ousado. Isso depende de você, mas acredite, ser o dono do mundo não deve ser muito fácil.

P: Vou encontrar meu par ideal no ano que vem?
Pão de Forma Espirra em Mim: Não. Ninguém nunca é ideal para nós, lembrem-se que os seres humanos, alienígenas e qualquer outro que tenha personalidade nunca é perfeito. Os defeitos sempre estarão presentes. A perfeição é algo inatingível.

P: Quais são suas previsões para o ano de 2013?
Pão de Forma Espirra em Mim: Previsões? Procura na internet e você encontra as coisas básicas. Normalmente sempre dizem que alguém famoso bate as botas. Quem diria que todo mundo tem o mesmo costume de pegar suas botas e usá-las para bater no chão!

P: Pão de Forma Espirra em Mim, você gosta de manteiga?
Pão de Forma Espirra em Mim: Isso não tem muito a ver com ano-novo, mas tudo bem. Eu detesto manteiga. Prefiro patê. Manteiga nunca tem gosto, pelo menos para mim.

P: Refrigerante faz mal?
Pão de Forma Espirra em Mim: Olha, sempre fui da opinião que certas coisas que você bebe ou come depende da pessoa. Faz mal para algumas pessoas, para outras nada acontece. Questão de sorte ou de saúde? Nunca saberei responder isso.

P: Pão de Forma Espirra em Mim, qual é o próximo ano que dizem que vai ser o fim do mundo?
Pão de Forma Espirra em Mim: Se eu não me engano é 2025.

P: Que cor de roupa uso para virar o ano?
Pão de Forma Espirra em Mim: Faça uni-duni-tê. Minha diversão na hora de escolher roupa. Normalmente dá certo para mim.

P: Pão de Forma Espirra em Mim, de onde veio o seu nome?
Pão de Forma Espirra em Mim: A autora diz que não lembra. Inspiração momentânea, creio.

P: Como é que você responde as perguntas?
Pão de Forma Espirra em Mim: Penso e depois respondo. Simples assim.

P: É verdade que o duende Kekekê foi o primeiro personagem da Moon?
Pão de Forma Espirra em Mim: Não. A Tuta-sama, guaxinim milionária veio antes. Acredito que ela foi uma das primeiras personagens criadas pela autora.

P: Pão de Forma Espirra em Mim, como a autora controla tantos personagens?
Pão de Forma Espirra em Mim: Ela não controla. Normalmente uma parte do elenco é esquecida por um tempo.

P: Pão de Forma, me diga, para quê temos que virar de ano, se eles continuam sempre iguais?
Pão de Forma Espirra em Mim: Se você acredite nisso, mude o seu estilo de viver. Seja simpático, amigável e menos egoísta. As mudanças acontecem quando somos legais com as outras pessoas. Acredite, isso dá certo. Tenha confiança em si mesmo.

Atenção: Vá se divertir antes que aconteça a virada de ano! Seja responsável, não exagere na diversão. Moderação no comportamento não é igual a tédio. Lembrem-se que o Pão de Forma Espirra em Mim é um personagem. Leve ele a sério se você quiser.