Green House Stories

Todos gostam de karaokê, pelo menos a grande parte dos personagens curtem cantar uma boa música!

Casa Verde, sala de estar.
Locutor-sama: Hoje a senhorita Hello comprou para a Casa Verde um aparelho de DVD novo. As boas notíciais são que o Fábio já instalou, e esse aparelho tem karaokê.
Moon: Você disse karaokê? Posso ajudar a estrear?
Locutor-sama: Senhorita Moon, mas eu pensei…
Moon: Você não pensou nada! E daí que ando usando o karaokê que eu ganhei pela rádio?
Locutor-sama: Não vejo nada de errado em você cantar em karaokê, autora. Só acho que não é nada muito bom gastar a voz em excesso.
Moon: Só uma musiquinha… Hello, você deixa eu usar o karaokê, por favor?
Hello: Claro. Mas eu concordo com o Locutor, depois você fica com dor de garganta e todos sabem que esse tipo de dor não é nada agradável.
Moon: É só uma musiquinha…
Hello: Ok, Moon. (liga o karaokê) Tome o microfone. (dá para a autora) Qual música que você vai querer cantar? A variedade é bem grande, pode falar.
Moon: Songbird, do Oasis.
Hello: Tudo bem.
Locutor-sama: Após a autora cantar uma das suas músicas favoritas, senhorita Hello e Fábio fizeram uma cara de que ela não cantava muito bem…
Moon: (terminou de cantar a música) É?
Hello: Desculpe, mas acho que o que vale é a diversão, não se você canta bem ou não.
Moon: E você canta bem, senhorita Madonna? Ahn?
Hello: Não sei… isso depende da opinião…
Moon: Quanto a você, Fábio?
Fábio: Eu? Não canto muito bem. Aliás, quem canta bem aqui é o…
Locutor-sama: (pisa no pé do Fábio) Peço desculpas Fábio, foi sem querer…
Fábio: Ai! Não me pareceu sem querer.
Locutor-sama: Posso dar uma sugestão de música para cantar?
Hello: Claro, diga qual é sua sugestão, Locutor.
Locutor-sama: Ichirin no Hana, High and Mighty Color.
Moon: A terceira entrada do anime de Bleach?
Locutor-sama: Essa mesma.
Moon: Bem, então que seja a Madonna cantando e o Fábio…
Fábio: Como é? Vou cantar com a Madonna? (espantado)
Moon: Estou falando da Hello, ué.
Hello: Madonna, eu? Até parece que canto bem.
Fábio: Bem, então vamos cantar Ichirin no Hana, Hello.
Hello: Sim, vamos!
Locutor-sama: Após cantarem a música, a autora ficou espantada com a habilidade dos seus personagens. Senhorita Moon, uma mosca pode entrar na sua boca se caso não fechá-la…
Moon: Isso não valeu! Vocês tem karaokê há mais tempo do que eu!
Hello: Calma, autora! Não precisa ficar brava por uma bobagem.
Moon: Não estou brava, estou chateada.
Hello: Tenho certeza que um dia você vai arrumar um karaokê na vida real..
Locutor-sama: Posso cantar uma música também?
Moon: Qual você vai cantar, Locutor-sama?
Locutor-sama: Called out in the Dark, Snow Patrol.
Moon: (depois do Locutor-sama ter cantado a música) Puxa, você canta bem!
Hello: O rei dos karaokês!
Fábio: Depois vamos cantar uma música em dupla, Locutor?
Locutor-sama: É claro que sim. Mas essa fica para a próxima.

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Várias coisas acontecem quando menos se espera. Parte Dois. (Última)

Hello: (chegou em na Casa Verde de moto) Francamente, não sei o que eu teria feito se o P-san não tivesse chegado para me ajudar… Estou com sono, e precisando urgentemente de um banho decente. (atravessa o portão e entra na Casa Verde)
Olliver: Você viu isso, Locutor? A chefe chegou!
Locutor-sama: Vamos torcer que após tomar banho e comer alguma coisa ela compreenda a sua situação.
Olliver: Eu espero que você esteja certo.
Locutor-sama: Nós fomos até a parte de trás da Casa Verde, e vemos uma planta gigante, com jeito nada simpático… Ela estava destruindo a horta do Wolf!
Olliver: Meu deus! Que horror!
Locutor-sama: (suspira) Felizmente posso resolver a situação. (tira uma arma paralisadora do bolso e acerta a planta) Pronto.
Olliver: Ufa. Será que tem um jeito de recuperar a horta do Wolf?
Locutor-sama: Tem. (guarda a arma e pega algo útil para hortas e usa)
Olliver: Nossa! A horta está novinha em folha! Você é incrível, Locutor-sama.
Locutor-sama: Ora, isso não foi nada demais. (guarda o que usou na horta) Agora preciso resolver essa história dessa plantas antes que a senhorita Hello veja.
Olliver: Alguma ideia?
Locutor-sama: (pensando um pouco)
Olliver: Estou em um risco enorme…
Locutor-sama: De perder a paciência?
Olliver: Não, o emprego.
Locutor-sama: Relaxe. Se depender da senhorita Hello, não vai acontecer isso. Mas a autora…
Olliver: (engole em seco)
Locutor-sama: A autora não está aqui… Qual o problema, Olliver?
Olliver: A planta voltou a se mexer…
Planta: GRAAAR!
Locutor-sama: Que curioso. Plantas fazem GRAAR!
Olliver: Isso não é hora para ficar calmo e fazer imitações de plantas mal encaradas.
Locutor-sama: Relaxe, Olliver.
Olliver: Mas… mas…
Locutor-sama: Uma nave alienígena desceu bem na nossa frente. Abriu-se a porte dela, e a planta mal encarada foi embora junto com o estranho veículo.
Olliver: Que final mais estranho para uma história…

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Várias coisas acontecem quando menos se espera. Parte Um de Dois.

Locutor-sama: Há algo sinistro acontecendo… sim! Não a outra explicação.
Fábio: Deixa de ser exagerado, Locutor. Isso é só um jogo…
Locutor-sama: Majora’s Mask é um jogo muito traumatizante. Com todo respeito, mas acho que não tenho habilidade ou coragem para terminar esse Zelda até o fim.
Fábio: Está bem Locutor, passa o controle para mim.
Locutor-sama: (dá o controle para o Fábio)
Fábio: Acho que você não é bom em fazer as coisas sobre tanta pressão.
Locutor-sama: Também acho. Mas o problema nesse caso, deve ser o porquê eu não ser muito fã de luas com rostos assustadores.
Fábio: É só um jogo, cara.
Locutor-sama: Está bem. É só um jogo… vou indo. Obrigado por tentar me explicar, Fábio.
Fábio: Você é do gênero que não joga sequels. Relaxe! Ocarina é difícil de superar…
Locutor-sama: Bem, essa é a minha opinião. Com licença. (sai da sala de jogos)
Olliver: (no corredor) Ei, Locutor-sama!
Locutor-sama: Sim? (já no corredor também)
Olliver: Pode me responder uma coisa?
Locutor-sama: Depende, se não for exercício de matemática…
Olliver: Não, não. Eu queria saber se você viu onde está um certo DVD.
Locutor-sama: Qual DVD você está falando?
Olliver: Alice, do Tim Burton.
Locutor-sama: (pensa um pouco antes de responder) O DVD sumiu?
Olliver: Bem, eu acredito que sim…
Locutor-sama: Desconfia de quem pegou?
Olliver: Sim. Minhas flores.
Locutor-sama: Você andou plantando flores… alienígenas?
Olliver: Talvez. Sabe, se tem uma coisa que acontece de vez em quando, são enganos…
Locutor-sama: Espero que as suas flores não tenham devorado o DVD. A autora e a Hello gostam muito desse filme…
Olliver: Bem… eu acho que não houve comilança de DVD nenhum.
Locutor-sama: Será que DVDs estão no cardápio das suas flores?
Olliver: Espero que não. Será que você podia vir comigo até o jardim…?
Locutor-sama: Está com medo?
Olliver: Sim, estou apavorado.
Locutor-sama: Você está com medo das flores?
Olliver: Estou com medo do que a autora e a Hello vão fazer quando descobrirem que o DVD foi de fato devorado…
Locutor-sama: O filme ou o aparelho de DVD?
Olliver: O aparelho de DVD.
Locutor-sama: Isso vai ser um prejuízo dos grandes!

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Personagens somem mas eles voltam quando ficarem com fome.

Locutor-sama: Hoje é um dia igual aos outros? Como assim? Os dias jamais são iguais: Falamos coisas diferentes, podemos até fazer as mesmas coisas, mas nunca da mesma forma. Entendem o que eu quero dizer? Não? É, eu também não sei explicar muito bem…
Miss Cupcake: Você entendeu o que acabei de explicar, Barman?
Barman: É claro. (está dando os toques finais em um bolo grande)
Miss Cupcake: Fico muito satisfeita quando ensino como fazer doces para pessoas atentas e inteligentes. Muito obrigada pelo seu auxílio, Barman.
Barman: Ah, não há de quê. O bolo está do seu agrado?
Miss Cupcake: Sim, ele está perfeito.
Barman: É bastante chocolate… (observa o bolo finalizado)
Miss Cupcake: Sim. Temos que tomar cuidado com… você sabe o quê.
Barman: Sim, eu sei. Muito cuidado…
Ramsés: (aparece repentinamente na cozinha) Que obra de arte!
Miss Cupcake: Nem pense em tocar nessa obra de arte, Ramsés!
Ramsés: Imagine, eu nunca faria isso. Detesto chocolate, apesar de admirar a habilidade de quem faz doces. Para quem gosta, dá para comer com os olhos.
Barman: Você tem certeza que não gosta de chocolate?
Ramsés: Absoluta. Mas gosto de doce de leite.
Miss Cupcake: Sim, eu sei. Se fosse para fazer algum bolo com doce de leite, te mandaria passear… no bosque.
Ramsés: Eu jamais faria algo com os seus bolos, Miss Cupcake.
Miss Cupcake: É?
Ramsés: Claro. A Hello ficaria muito brava comigo. E não é nada agradável levar bronca.
Barman: Por falar na Hello, você sabe onde ela está?
Ramsés: Não faço a menor ideia, porquê?
Barman: Estou preocupado. Ela está ausente por uns dias…
Miss Cupcake: Relaxa homem, ela volta quando tiver fome.
Ramsés: Concordo. A Hello é esse tipo de pessoa.
Barman: Bem, se vocês dizem… Mas mesmo assim, estou preocupado.
Moon: (a autora aparece repentinamente na cozinha) Que obra de arte do chocolate!
Miss Cupcake: Meu deus! É a autora!
Moon: Relaxa, não vou fazer nada com o bolo. Nem passou do horário de almoço.
Barman: Mas a sua fama…
Moon: Tenho cara de quê? Biscoito, o fanático dos fanáticos? Não, obrigada. Está calor, e não é muito bom abusar de chocolate nos dias quentes.
Miss Cupcake: Ah, uma chocólotra consciente. Fico contente em saber disso.
Moon: Então… alguém aí viu a Hello?
Barman: Você está procurando-a? Quero dizer, nem a autora sabe onde ela está?
Moon: Se eu soubesse não estaria perguntando, ué.
Miss Cupcake: Será que tenho que repetir a piada?
Moon: Qual piada?
Miss Cupcake: Que a Hello volta quando estiver com fome?
Moon: Ah, essa piada. É, tem razão. Ela deve estar trabalhando…
Ramsés: Alienígenas não são muito facéis de se lidar.
Barman: Qual é a missão que ela está fazendo, exatamente?
Moon: Se infiltrando no prédio dos óculos escuros, onde tem aliens disfarçados de velhinhas.
Ramsés: Nada muito fora de comum.
Miss Cupcake: Acho que uma das missões mais loucas que aquela mulher já trabalhou foi da vez dos donuts que pulavam em trampolins. Lembra dessa história, Ramsés?
Ramsés: Como lembro! Demorou dois meses para se resolver.
Barman: Quer dizer que a Hello nunca faz uma missão muito normal?
Moon: Lógico que não. Desde quando personagem meu é normal?
Miss Cupcake: A normalidade depende do ponto de vista…
Moon: Até é bom a Hello estar ausente – assim tem outras histórias com personagens diferentes.
Barman: Isso não é um jeito muito simpático de se pensar…
Moon: Relaxa Barman, eu vou ter que repetir o que a Miss Cupcake já disse duas vezes?
Barman: Não, eu já entendi.

– A Hello volta, lógico. Depois eu vou tentar explicar o que aconteceu (na história).

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Coisas doidas: Parte Três e Última

Locutor-sama: Ainda não chegamos até o prédio super misterioso que tem um óculos escuros bem em cima. Nós estamos tendo que resolver um pequeno problema. O Wolf, que por sinal é um lobo, está se desculpando com o homem das neves que quase atropelou. Felizmente não houve nenhum acidente grave, e a simpática criatura não está brava com ninguém.
Wolf: Fico muito feliz que você não esteja machucado.
Yet: (o nome do homem da neve) Não, não estou mesmo. Desculpe o susto!
Locutor-sama: Está indo para o prédio dos óculos escuros?
Yet: Como sabe?
Locutor-sama: Palpite.
Hello: Você sabe o quê tem naquele prédio, Yet?
Yet: Sei, sim. É uma loja que vende óculos escuros!
Random Eu sabia!
Moon: Há-há, que original. E é só isso? Nada de surpreendente?
Yet: Na verdade, o local é mais suspeito do que parece.
Hello: Você pode dizer o quê tem lá, amigo?
Yet: Não vi com os meus olhos, mas pelo que me disseram ali está uma organização suspeita que planeja dominar o mundo.
Moon: E a originalidade ainda não terminou! Que coisa mais emocionante…
Hello: Bem, organizações suspeitas sempre existem. E dominar o mundo está no contrato dos vilões…
Moon: É mesmo?
Wolf: Eu sempre quis dominar o mundo…
Moon: Tenho certeza que você conseguiria com a sua fofurice.
Yet: É melhor eu ir… (chama o seu trenó que é puxado por cachorros robôs)
Locutor-sama: Eu podia pedir um favor, Yet?
Yet: Claro, Locutor.
Locutor-sama: Você poderia me dar uma carona, por favor?
Yet: Lógico, velho amigo. Sente aí. (já no trenó)
Locutor-sama: Obrigado! (senta ao lado do Yet)
Moon: O Locutor conhece esse cara…?
Hello: Narradores tem seus contatos, não é?
Wolf: O papo está ótimo, mas… Nós não vamos para o prédio?
Hello: Claro que nós vamos!
Locutor-sama: Finalmente chegamos até o pédio misterioso.
Moon: Finalmente? Isso é um milagre, isso sim. Como é que essa cidade é tão grande? (tira o capacete)
Wolf: Puxa vida! O prédio é bem grande.
Random: Imagina chegar até lá o alto… (ficando tonto só de pensar)
Yet: Cuidado, pessoal! Os vilões!
Hello: Vilões? Isso são velhinhas…
A velhinha: (a mãe do Fábio) Que negócio é esse aqui?
Moon: Essas simpáticas senhoras estão querendo dominar o mundo?
Wolf: Não parece bem isso…
Yet: Peço desculpas, minha boa senhora…
Locutor-sama: Não é aqui que está havendo uma reunião de uma organização maligna para a dominação global?
A velhinha: É claro que não! Absurdo, só estamos tomando chá, na abertura da loja dos óculos escuros da cidade.
Moon: Que fora que nós demos, hein?
Hello: Sei não.. Elas podem ser senhoras de idade, mas isso está muito suspeito.
A velhinha: Suspeito é o seu nariz!
Locutor-sama: Depois de nos desculparmos com as senhoras simpáticas, voltamos todos no meu carro, que havia terminado de assistir seu concerto. E agora ele fala!
Moon: Como você é moderno. Quanto custou ter colocado voz no seu carro?
Locutor-sama: Prefiro nem comentar…
Random: Será que as velhinhas não eram vilões disfarçados?
Yet: Sei lá. Só sei que é muito estranho essa história de estar havendo uma festa de abertura. Não vi nada no jornal, normalmente os eventos estão listados.
Wolf: Suspeito! Mas cadê a Hello?

– A Hello foi a única que ficou para a festa de abertura da suspeita loja. Sim, a história acaba aqui.

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Coisas doidas: Parte Dois de Três.

Locutor-sama: Nós estamos na parte de trás do jipe do nosso bom amigo Wolf, pois nosso destino é um tanto longe. O prédio misterioso de óculos escuros ainda está além da nossa compreensão… Autora?
Moon: (em silêncio)
Locutor-sama: Você não está aproveitando o passeio?
Moon: (faz um sinal negativo com a cabeça)
Locutor-sama: Bem, acredito que você esteja com essa expressão de decepção pois no meu carro tem ar condicionado…
Moon: (faz um sinal afirmativo com a cabeça)
Locutor-sama: É, está calor hoje, mas já houve dias em que a temperatura esteve mais quente…
Moon: (faz outro sinal afirmativo com a cabeça)
Locutor-sama: Eu estou falando sozinho?
Moon: Basicamente. Não me faça falar muito…
Locutor-sama: Está bem, autora. Se você diz… O jipe parou. O semáforo estava na cor vermelha.
?????: Ué? Isso é alguma excursão? (parou ao lado do jipe do Wolf de moto)
Locutor-sama: Ah! Olá, senhorita Hello. Nós estamos indo até um misterioso prédio de óculos escuros…
Hello: Que coicidência. Eu também estava indo para lá… Autora? Você vai vomitar?
Moon: (faz uma cara como se os olhos estivessem pegando fogo)
Hello: Credo, calma. Já que estamos indo para o mesmo lugar, um de vocês quer ir de moto?
Locutor-sama: É muita gentileza da sua parte, senhorita Hello. Eu passo a oferta para a autora.
Moon: Tem um capacete extra aí?
Hello: Lógico. (estaciona a moto em um lugar correto)
Locutor-sama: Wolf? Pode estacionar o jipe um minuto, por favor?
Wolf: Claro, já entendi a situação. (estaciona também em outro lugar correto)
Hello: Aqui está o seu capacete, autora. (coloca nas mãos da autora)
Moon: Obrigada, Hello. Vai ficar bem aí, Locutor?
Locutor-sama: Narradores se colocam até em cima de naves espaciais se precisar. Não se preocupe.
Moon: Não estou preocupada, já que você diz que se vira. (coloca o capacete)
Hello: (começa a dar risada) Você colocou errado!
Moon: (tira o capacete) Então coloque você, espertinha.
Hello: Claro, claro. Calma aí. (coloca o capacete direito na cabeça da Moon) Pronto!
Moon: Ótimo, coloque o seu e vamos.
Hello: Que impaciência Moonzinha! Vamos. (sobe na moto e a Moon sobe também)
Moon: Eu espero que você não corra muito…
Hello: Acha que não respeito os limites de velocidade?
Moon: Essa cidade tem leis?
Hello: Lógico. (já sai com a moto)
Locutor-sama: Agora estou aqui solitário, na parte de trás do jipe do Wolf. (olha para o céu) Aquilo ali é um dirigível? Que incrível, fazia um tempo que não via um desses.
Moon: O que vai fazer no prédio suspeito, Hello?
Hello: Provavelmente o mesmo que vocês, descobrir o que tem lá dentro do prédio.
Moon: E eu esperava uma resposta mais original…
Random: Wolf! (estava na cadeira ao lado do motorista) Cuidado com o homem das neves!
Wolf: (breca o carro e o Locutor cai do jipe)
Moon: Locutor-sama!
Locutor-sama: (cai num caminhão que estava parado e tinha um montão de almofadas e travesseiros fofinhos)
Hello: (estaciona e desce da moto) Meu deus, Locutor!
Moon: Tudo bem aí?
Locutor-sama: Claro, narradores estão sempre preparados para tudo. (salta do caminhão estacionado tranquilamente)
Hello: Puxa vida, esse pulo dele foi like a boss.

– A internet nos faz ganhar a mania de falar certas coisas por aí… (estou me referindo a frase “like a boss”)

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Coisas doidas: Parte Um de Três.

Locutor-sama: Nós estamos aqui na rua da Cidade dos Cinco Monumentos, parados. Não sei exatamente qual é a ideia da autora para essa história. Acredito que irei descobrir nas linhas a seguir.. Além da senhorita Moon estar aqui, Random e Wolf também nos acompanham.
Moon: Tá, tá. Tudo é muito lindo, mas agora vamos ao que interessa.
Random: Para quê você veio junto, Wolf?
Wolf: Ué, sou bom em fazer o papel de acompanhante fofinho.
Moon: Como você se acha, Wolf!
Wolf: Eu só falo a verdade. (faz uma carinha bonitinha)
Moon: Oh, tem razão, você é muito fofo. (coça a cabeça do Wolf)
Locutor-sama: Não costumo interrompê-la autora, mas e quanto a história?
Moon: Tem razão! Estão vendo o prédio novo que construíram aqui na cidade? (com binóculos) Que coisa mais doida…
Locutor-sama: Autora, nós não estamos de binóculos…
Moon: Pombas! Toma, veja você, narrador chato. (passa o binóculos para o Locutor)
Locutor-sama: O prédio novo tem um óculos escuros gigante bem em cima! Na minha opinião, isso chama bastante a atenção…
Wolf: (tem o seu próprio binóculos) Puxa vida! E como chama a atenção!
Random: Será que naquele prédio é uma loja que vem óculos escuros?!
Moon: Um prédio inteiro?! Que tipo de loja suspeita é essa?
Locutor-sama: A autora não sabia o quê era aquele prédio. Nós não fazíamos ideia nenhuma, mas o que nós não sabíamos mesmo era que a resposta era muito simples…
Moon: E qual é a resposta, Locutor?
Locutor-sama: Senhorita Moon, se você não sabe, não acredito que seja muito possível que eu saiba… Afinal de contas, só digo o que você escreve.
Random: Será que é uma loja que vende videogame?
Wolf: Será que tem óculos 3D? O que eu tinha sumiu, acredita?
Random: Deve ter sido um duendito!
Moon: Ai, ai… Teorias da conspiração tão cedo? Vamos nessa, pessoal!
Locutor-sama: Nós vamos até lá descobrir o quê é o prédio?
Moon: Exatamente! E nós vamos de Locutor móvel!
Locutor-sama: Ou seja, eu que vou dirigir?
Moon: Lógico. Quem mais vai dirigir o seu carro? O Random?
Random: Eu só tenho carteira de motorista de robô gigante!
Wolf: Legal, quero uma carteira de motorista de robô gigante também!
Moon: Quietos, vocês dois. Não vai chamar o seu carro?
Locutor-sama: (pensando) Tenho a vaga impressão que deixei ele para concertar…
Moon: Consertar é com “s”, Locutor-sama!
Locutor-sama: Autora, eu quis dizer que ele está assistindo um concerto.
Moon: Um carro tá vendo um concerto? Onde é que você está com a cabeça, doidão?
Locutor-sama: Ele estava querendo assistir…
Moon: O que ele está vendo, afinal de contas?
Locutor-sama: A ópera dos Morros Comediantes.
Moon: Nunca ouvi tamanho absurdo, Locutor. (bate com a mão na testa)
Locutor-sama: Não é absurdo. O meu carro gosta dessas coisas.
Moon: E agora, como vamos até o prédio misterioso?
Wolf: Nós podíamos ir no meu carro!
Moon: Mas Wolf, eu sou alta e o Locutor também! Como vamos caber no seu carro?
Wolf: Vocês vão na parte de trás, ué. (chama o carro)
Moon: Um jipe!
Locutor-sama: Parece confortável.
Random: Nós vamos viver uma grande aventura!

– Essa é a primeira parte das clássicas histórias minhas que, ao reler o que escrevi penso “de onde eu tiro essas ideias?” Não faço a menor ideia!

Kekekê Talk Show

Kekekê Talk Show – 7ª edição

Kekekê: Olá! Hoje estamos aqui para entrevistar a abacaxi Zaltana, que faz parte do trio de amigos que também são abacaxis. Me diga, como você está hoje, minha cara?
Zaltana: Estou bem, Kekekê. (exageradamente maquiada) Eles não são meus amigos!
Kekekê: Não? Mas você sempre anda com eles.
Zaltana: É o contrário, eles que sempre andam comigo.
Kekekê: Entendo.
Zaltana: Que caneca é essa aí, hein?
Kekekê: Ah, você notou? Foram os gêmeos que fizeram. E ainda escreveram papai, além do desenho. Não é uma gracinha? (segurando a caneca com certo orgulho)
Zaltana: Sim, sim. Diga, não vai me fazer as perguntas?
Kekekê: Tá. (pega o primeiro papel e lê) Zaltana, você usa maquiagem demais. Tem algum motivo por trás disso?
Zaltana: (faz uma cara de como acha isso uma pergunta idiota) Olha, se você tivesse um estojo de maquiagem novinho queria ver não usar. Deveria fazer o quê com ele? Jogar fora?
Kekekê: Você nunca vai arrumar um namorado com esse exagero de maquiagem!
Zaltana: Olhe para a minha cara. Veja se eu ligo. A resposta é não!
Kekekê: Se você não usar maquiagem, é verdade que seu rosto fica parecendo que não tem olhos nem boca?
Zaltana: Essa criatura desinformada não sabe que tenho nariz?
Kekekê: Francamente, será que só tem pergunta relacionada a sua maquiagem? (checando todas as perguntas enviadas rapidamente) Que falta de respeito!
Zaltana: Você não filtra as perguntas?
Kekekê: Claro que filtro. O problema é que só tem esse tipo de pergunta…
Zaltana: Que absurdo! Isso é uma falta de respeito!
Kekekê: (guarda as perguntas) É melhor eu formular as perguntas.
Zaltana: Tudo bem. Espero criatividade da sua parte!
Kekekê: Quais são as coisas que você gosta, Zaltana?
Zaltana: Gosto muito de moda. No meu tempo livre, costumo ir em desfiles.
Kekekê: Que interesessante! Você tem algum passatempo favorito?
Zaltana: Leio para passar o tempo. Costumo ter sempre livros novos para ler…
Kekekê: Legal! Qual seu gênero de livro favorito?
Zaltana: Fantasia, mistério e romance. Gosto um pouco de cada um.
Kekekê: Que tipo de música você escuta?
Zaltana: Escuto de tudo um pouco, sabe. Depende do meu humor.
Kekekê: Você tem algum personagem em particular que se simpatiza?
Zaltana: Até hoje não encontrei um personagem que seja do meu gênero… Simpático e normal. Onde estão as pessoas comuns?
Kekekê: Em histórias comuns, talvez.
Zaltana: Mais alguma pergunta?
Kekekê: Não! Obrigado pela sua participação, Zaltana.
Zaltana: Ei… quem vai ser o próximo entrevistado?
Kekekê: É o quê nos vamos ver agora. (roda uma bola gigante cheia de papéis)
Zaltana: Minha nossa! Da onde saiu isso? (espantada)
Kekekê: Efeito especial… é o próximo entrevistado será… será… Locutor-sama.
Zaltana: O narrador?
Kekekê: Ele mesmo. Preciso avisá-lo. Antes da próxima edição ainda tem o bloco do Pão de Forma Espirra em mim. Em seguida, a 8ª edição. Até a próxima, leitores!

Kekekê Talk Show

Kekekê Talk Show ~ bloco especial ~

Pão de Forma Espirra em Mim: Olá pessoal! Estão prontos para mais perguntas e respostas? No bloco especial de hoje, temos muitas coisas que talvez vocês queiram saber a resposta… ou não. Vamos lá, sem muito bla bla blá! Direto ao assunto.

Pergunta: Pão de Forma Espirra em Mim, poderoso pão, como faço para ficar rico?
Pão de Forma Espirra em Mim: Todos querem dinheiro, mas você já parou para pensar no que você já tem? Agradeça se você tem saúde, por mais que existam vários hospitais, terapias, remédios, etc, a boa saúde não se compra.

P: Quanto custa o jogo de CODE?
Pão de Forma Espirra em Mim: Essa apareceu no popstats (antes da autora resolver “resetar” e trocar o plugin) Não faço a mínima ideia de que jogo você está falando, caro aventureiro que procura esse tipo de coisa no google. Nem sabia que a autora estava desevolvendo jogo… (e ela não está mesmo)

P: Como faço para ter uma vida de aventura?
Pão de Forma Espirra em Mim: Jogue videogame e se torne um herói! Dá certo.

P: Queria descobrir novas músicas para ouvir.
Pão de Forma Espirra em Mim: Escute rádio.

P: Queria ser o melhor jogando videogame!
Pão de Forma Espirra em Mim: Se você é o único que lava a louça, você nunca vai conseguir ser o melhor no videogame. E pelo que sei sobre ser o bonzão quando se trata de jogos, não adianta muita coisa. Segundo o Fábio, cada vez que se melhora, mais exigente se fica. Ou seja: Você acaba se esquecendo da diversão que o jogo proporciona.

P: O homem pisou de fato na Lua?
Pão de Forma Espirra em Mim: Dizem que sim. As teorias da conspiração não concordam, dizem que foi tudo uma farsa. É, você acredita em quem quiser. Um deles deve estar certo!

P: Nós viemos de Marte?
Pão de Forma Espirra em Mim: Você gosta de teorias da conspiração? Elas dizem que sim. Não estou dizendo que é algo maluco – eu não estava lá em Marte para dizer se os humanos e outras criaturas vieram de lá ou não.

P: Como faço para pegar a estrela na galáxia do Luigi com os coins roxos?
Pão de Forma Espirra em Mim: Não sou bom em videogame. E desde quando está valendo mandar perguntas para mim, autora? Quero dizer, sou seu personagem e você pergunta para mim? Se você não sabe, como é quê eu vou saber? Isso não faz sentido!

P: Gosto de karaokê. Compro um?
Pão de Forma Espirra em Mim: Depende. Todo mundo aí em casa canta bem? Principalmente você… salve as pessoas de escutar péssimos cantores, tá bem? E o que eu disse sobre você me perguntar as coisas, autora? Assim não dá!

P: É esquisito usar meias no verão?
Pão de Forma Espirra em Mim: Se você gosta, qual o problema disso? Nenhum.

P: Estou com vontade de comer esfiha. Peço por delivery ou vou buscar?
Pão de Forma Espirra em Mim: É melhor você ir buscar. Sempre é bom respirar ar puro. Se bem que, se você sair, as alpinistas da moda podem mandar paparazzi para mandar tirar fotos suas com roupas bem… estranhas. Caso você não for famoso, aí não tem problema. Acho.

P: É legal desenhar?
Pão de Forma Espirra em Mim: Bem, dizem que todo ser humano sabe desenhar. Por exemplo, no meu caso, não devo saber, já que não sou ser humano…

P: Chocolate engorda?
Pão de Forma Espirra em Mim: Acredito que qualquer comida que você coma exageradamente deva engordar. Não sei. Sou um pão de forma, para quê vou me importar com peso?

P: O que vale mais arrumar? Uma pasta de computador ou uma mesa da vida real?
Pão de Forma Espirra em Mim: A mesa da vida real, ué. Você vai precisar dela arrumada para achar algo quando estiver sem luz. Já pensou nisso?

P: Estou triste, pão. O que faço para me animar?
Pão de Forma Espirra em Mim: Leia um livro, assista um filme, use a internet ou durma. Se você quiser apreciar sua comida favorita também vale. Mas só ficar olhando não vai satisfazer sua fome. Sério. Aproveite a sua pizza! Ou qualquer outra comida que você goste.

Atenção: Não leve um Pão de Forma imaginário muito a sério.
Amanhã tem a próxima edição do Kekekê Talk Show, com a entrevistada Zaltana! Não percam, nove e meia da manhã.

Green House Stories

Nada melhor do que um momento para respirar e relaxar um pouco. Dar boas risadas também, se puder.

Locutor-sama: Hoje é o dia de folga da Senhorita Rosalina. Ela é uma das mais competentes funcionárias da Casa Verde, assim como o meu primo. Lógico que os outros funcionários também são bons, mas são os dois que trabalham mais diretamente com a senhorita Hello.
Rosalina: (sentada em um sofá na sala das tevês) Ah! Está na hora do meu programa favorito, Alpinistas da Moda! (liga a TV e coloca no canal)
Ju Cerejeira: (apresentadora) Olá meninas! Estamos aqui começando mais um programa da Alipinistas da Moda! A moda é mesmo uma aventura, não concordam? O pessoal que ajuda a esse programa ser tão maravilhoso… Milla, Panetone, Joana e Edu!
Milla: Olá!
Panetone: Oi pessoal!
Joana: Bom dia.
Edu: Olá telespectadores!
Ju Cerejeira: Vocês viram o look horroroso da estrela que é modelo das propagandas de pasta de dente?
Edu: Vejam só esse look dela, telespectadores. Tudo bem que pegamos essa foto quando ela estava indo na padaria comprar pão…
Panetone: Ela está usando chinelos de coelhinho?
Milla: As celebredidadas estão cada dia mais ousadas!
Ju Cerejeira: Ir na padaria comprar pão não justifica. Joana?
Joana: Ela podia estar com pressa, Ju.
Ju Cerejeira: Não concordo. Quando estou com pressa, sei me arrumar perfeitamente!
Edu: Não vale, Ju. Você sempre tem roupas bonitas pertinho!
Milla: Gente, vocês estão vendo esse chinelo de coelhinho?
Ju Cerejeira: Estou vendo. Ela só pode ser sonâmbula!
Edu: Ela não podia achar que estava “na moda” com esses chinelos. Ou será que achava?
Panetone: Imagina subir uma montanha com isso…
Joana: Não ia dar, que horror. Era capaz dela ser atacada pelos misteriosos seres das montanhas.
Ju Cerejeira: Por falar neles, olhem só essa fotografia que conseguimos!
Edu: O quê é isso?!
Milla: Vestido de bolinhas? Combinando com gorrinho de duende?
Panetone: Não deu para entender muito bem…
Joana: Que tipo de look essa criatura queria fazer? Duenda de vestido de bolinhas moderna?
Ju Cerejeira: Talvez…
Rosalina: (leva um susto ao ver que Malvino estava na outra ponta do sofá)
Malvino: Ah, desculpe se te assustei.
Rosalina: Não esperava ver um abacaxi sentado no mesmo sofá que eu.
Malvino: Mesmo que esteja assistindo um programa apresentado por uma abacaxi?
Rosalina: Bem, eu não quis te ofender… Desculpe.
Malvino: Relaxe, Rosalina. Você não me ofendeu. Gosto desse programa!
Rosalina: É? (surpresa)
Malvino: Sempre dou umas risadas.
Rosalina: Eu também. Gosto de ver para relaxar.
Malvino: Só que não importa quantos programas que eu assista, ainda não estou satisfeito da maneira que me visto.
Rosalina: (olha para a roupa do abacaxi) Não está tão ruim assim.
Malvino: Acha mesmo? Nunca estou seguro. É exagero da minha parte.
Rosalina: Ué, você se veste de maneira simples. Não há nada de errado nisso.
Malvino: Obrigado. (desce do sofá e sai da sala das tevês)
Rosalina: Esses abacaxis são tão… estranhos. (pensando)

– Abacaxis = Estranhos seres que se importam da maneira que vestem. (?) É, não entendi essa lógica muito bem.