Green House Stories

Anos passam, continuar a se fantasiar é manter uma tradição, e ao mesmo tempo, se divertir com ela.

Rosalina: (passando pelo corredor que era o caminho para ir até o quarto da Hello) Eu adoro essa época do ano. É bom pensar que vamos começar tudo novamente, não acha?
Miss Cupcake: Tem razão. A coisa que me impressiona é que a Hello sempre faz metas para o próximo ano que nunca cumpre. Sabe o que é mais esquisito na lista dela?
Rosalina: Não sei. O quê é?
Miss Cupcake: “Tornar-se normal no próximo ano.”
Rosalina: Isso é impossível de se cumprir. No caso dela, claro.
Miss Cupcake: Essa não foi a única coisa absurda.
Rosalina: Não? O que mais tinha na lista?
Miss Cupcake: Domar um rinoceronte.
Rosalina: Não me surpreende.
Miss Cupcake: Também não me surpreendeu quando li aquilo. A pior de todas que ela escreveu… (interrompida por um grito de horror da Hello)
Rosalina: (começa a correr junto da Miss Cupcake para ver o que aconteceu.
Hello: (no quarto dela com a porta aberta) Isso é uma tragédia!
Miss Cupcake: O que houve, mulher?
Rosalina: Sumiu a sua carteira novamente?
Hello: Não! Pior! É horrível! Roubaram metade da minha alma!
Miss Cupcake: Dementador?
Rosalina: Sugador de Almas?
Hello: Vocês são muito engraçadinhas. Só que estão errados.
Miss Cupcake: Como é que roubaram metade de sua alma, então?
Rosalina: Pode acalmar-se e explicar para nós, o que aconteceu?
Hello: (respira por um minuto) Olha meninas, é o seguinte. Minhas fantasias sumiram!
Miss Cupcake: Alienígenas?
Rosalina: Falta de organização?
Hello: Antes fossem, pelo menos seriam coisas bastante simples.
Miss Cupcake: Roubo?
Rosalina: Quem ia querer roubar as fantasias da Hello?
Moon: (aparece na porta) Essa pessoa fui eu!
Hello: Moon? Como pôde fazer isso, autora?
Moon: Simples. Certas simpáticas ruivas (começa a andar pelo quarto com os braços cruzados) andaram espalhando rumores… Tem que se aprender que para todas as nossas ações, existem consequências.
Hello: Já disse que não fui eu que espalhou essa fofoca! (começa a chorar)
Moon: Ah, já começou a dramatizar…
Rosalina: Você acha que ela seria capaz de fingir que não fez?
Miss Cupcake: Olha, a Hello normalmente fala quando faz esse tipo de coisa.
Barman: (aparece na porta pois ouviu a confusão) O que aconteceu?
Hello: (ainda chorando)
Rosalina: Um pequeno desintedimento…
Miss Cupcake: Não precisa se preocupar, Barman.
Barman: Pequeno? Escuto um grito de terror e agora vejo a Hello chorando?
Moon: A culpa não foi minha.
Barman: Não? Será que você a acusou de espalhar um rumor?
Moon: O Locutor-sama te contou?
Barman: Não importa quem foi que me contou, autora. Ela é sua personagem, não acha que está exagerando? Você deveria se importar mesmo com isso se o rumor fosse verdadeiro. Se não é, me diga, para quê se importar?
Moon: (surpresa com as palavras do Barman) Tem razão, meu caro. Me desculpe, Hello.
Hello: (seca os olhos e limpa o nariz com um lencinho de papel dado pela Miss Cupcake.
Moon: Eu disse me desculpe…
Hello: Já ouvi. Pode me devolver minhas fantasias?
Moon: Tá, tá. (tira uma mala do nada e joga as chaves para a Hello) Abre. Tão todas aí. Sem chorar, madame.
Hello: Ah! Muito obrigada, autora! (contente)
Moon: Não me agradeça. Faz me sentir pior ainda. (sai do quarto)
Locutor-sama: (estava parado encostado na parte com os braços cruzados)
Moon: Olá, bem feitor. Dá para você fazer algo de útil?
Locutor-sama: (olha para a autora como se estivesse prestando atenção)
Moon: Tá me ouvindo?
Locutor-sama: (faz um sinal afirmativo com a cabeça)
Moon: Descubra quem espalhou esse rumor. Ouviu?
Locutor-sama: (pegou o bloco de notas grande de bolso e escreveu algo)
Moon: O que quer falar para mim, Locutor-sama?
Locutor-sama: (fala escrita) Até amanhã resolvo o que você pediu, senhorita Moon.

– Feliz ano-novo! Post bônus perto da meia-noite, trinta minutos antes da virada de ano.

Green House Stories

A Casa Verde é um local bastante esquisito e ao mesmo tempo agradável. É uma pena que o local fica em uma dimensão longe do mundo real. Ou será que é até melhor?

Casa Verde, escritório da Hello
Rosalina: Você perdeu a cabeça, Hello?
Hello: Eu? Mas ela tá grudada aqui.
Rosalina: Espalhou um boato falso sobre a autora.
Hello: Imagine, Rosa. Apenas espalho fatos, não boatos.
Rosalina: Então quem foi que começou essa história?
Hello: A autora mesmo.
Rosalina: Não acredito nisso.
Hello: De qualquer forma, estou terminando a arrumação para o ano que vem.
Rosalina: Legal, isso é ótimo.
Hello: Agora só no ano que vem!
Rosalina: Como é quê é?
Hello: Não devia ter dito isso.
Rosalina: Você vai arrumar seu escritório mais de uma vez por ano, em 2013.
Hello: Mas Rosalina…
Rosalina: Nada de mais. Onde já se viu, só arrumar aqui uma vez por ano?
Hello: Não preciso fazer isso. O Barman arruma aqui de quinze em quinze dias.
Rosalina: Pior ainda. O Barman já não tem serviço o suficiente?
Hello: Mas ele faz porque quer…
Rosalina: Provavelmente porque você não tem competência para fazer isso.
Hello: Pô, Rosa. Você e as verdades…
Rosalina: Melhor falar a verdade do que mentir.
Hello: De fato.

Casa Verde, Sala de Estar.
Barman: (jogando xadrez) Sua vez, Locutor.
Locutor-sama: (pensa por um minuto e logo faz seu movimento)
Barman: Sabe, é muito estranho você ficar em silêncio.
Locutor-sama: (pega um bloco de notas grande que por razões misteriosas cabe no bolso)
Barman: Ah, vai escrever? Boa ideia.
Locutor-sama: (fala escrita) Estou sem voz.
Barman: Sem voz? Desculpe…
Locutor-sama: (fala escrita) Não tem problema. Sua vez.
Barman: Ah, sim. Pronto! (faz o movimento)
Locutor-sama: (fala escrita) Você joga xadrez sem pensar.
Barman: Não tenho paciência.
Locutor-sama: (fala escrita) Entendo. Desculpa fazer você jogar.
Barman: Não tem problema. Você estava com uma cara de chateado.
Locutor-sama: (fala escrita) Obrigado.
Barman: Aconteceu alguma coisa?
Locutor-sama: (fala escrita) Não. Nada de especial.
Barman: Você está sem voz por causa do trabalho, então?
Locutor-sama: (fala escrita) Provavelmente. (faz o movimento no tabuleiro)
Barman: Não há problema em ficar de folga?
Locutor-sama: (fala escrita) Tem, na verdade.
Barman: Qual?
Locutor-sama: (fala escrita) Detesto ficar de folga.
Barman: É que você detesta ficar em silêncio, não é?
Locutor-sama: (fala escrita) Claro.
Barman: (faz o movimento) Tem certeza que é apenas isso?
Locutor-sama: (fala escrita) Claro. (repete a mesma página da anterior)
Barman: Desculpa, mas você tem certeza que não está escondendo alguma coisa?
Locutor-sama: (fala escrita) Claro. (repete a mesma página outra vez)
Barman: É melhor pararmos com o papo e jogar, não é?
Locutor-sama: (fala escrita) Claro. (repete pela última vez)

– O Locutor-sama tem que ficar bom até o dia 31.

Happy Green Things

É difícil quando você quer ser legal. Seus personagens ou pessoas acabam se aproveitando do seu bom humor.

Happy Green Things, escritório da Moon.
Moon: Estou aqui, imaginando se não estou exagerando em deixar tantos posts adiantados para o blog. Bom, não tem problema. Assim vou poder ter folga!
Hello: (abre a porta do escritório sem bater) MOON!
Moon: Quem foi que deixou o portal aberto?
Hello: Não há nada que me impeça de vir aqui.
Moon: Só dá para vir aqui com magia, senhorita ruiva.
Hello: Bem, não existe nada que seja impossível de se aprender.
Moon: Deixa eu adivinhar, você é da Sonserina?
Hello: Não. Deu Corvinal. Queria ser da Sonserina, mas vou fazer o quê? O Chapéu nunca mente.
Moon: Você devia ter roubado.
Hello: Eu? Roubar? Que absurdo.
Moon: Surpreendente, a sua honestidade.
Hello: (senta em uma das cadeiras)
Moon: Quê faz por aqui?
Hello: Você vive aparecendo na Casa Verde. Não posso vir aqui também?
Moon: Não.
Hello: Sabe que posso vir sem você me impedir, né?
Moon: Sei. Tá. Fala, o que cê quer?
Hello: Eu queria saber uma coisa…
Moon: Depende. Tô sabendo que você anda espalhando umas fofocas por aí, que não me agradam.
Hello: Eu? (expressão de pessoa inocente)
Moon: Se existe de algo que sei, é que você gosta tanto de fofocas assim como eu.
Hello: É mesmo? Você gosta de fofoca?
Moon: Ser humano gosta de fofoca. Mulher por exemplo, normalmente gosta.
Hello: Bom, então preciso te dizer a fofoca que anda muito popular atualmente.
Moon: Imagino que sei qual é.
Hello: É verdade que o Locutor-sama é um personagem baseado em um cara que existe e que você gostava?
Moon: (bate com a mão na testa) Onde é que você tá com a cabeça?
Hello: Eu?
Moon: Quem mais poderia ter sido tão criativa a ponto de inventar isso?
Hello: Toda fofoca tem seu fundo de verdade!
Moon: Isso eu discordo. Fofoca é uma distorção da verdade.
Hello: É? Essa é sua opnião?
Moon: Não. Fofoca é algo inventado por gente desocupada, que deveria se tocar em certos assuntos mas nunca nota.
Hello: Notar o quê?
Moon: Ignorância é uma bênção, não é verdade?
Hello: Ah, mas eu nem sei o que você está falando!
Moon: Pombas. Ou sou doida ou você é realmente idiota.
Hello: Credo, não precisa me dizer que sou idiota.
Moon: Distraída fica melhor?
Hello: Acho que sim. E aí, vai confirmar a fofoca?
Moon: O quê é que vou ganhar confirmando algo que está longe de ser verdade?
Hello: Ah, Moon… Como você é sem graça.
Moon: Depois dessa, o que eu planejava fazer vai ser empurrado para mais para frente ainda.
Hello: O quê?
Moon: Não é do seu interesse.
Hello: Pô, autora. Como você é difícil.
Moon: Hello, não adianta me olhar com essa cara.
Hello: Claro que adianta. Você é vencida pelo cansaço.
Moon: Quer apostar?
Hello: Não aposto dinheiro.
Moon: Não tenho nenhum tostão, e você diz que quero apostar em dinheiro?
Hello: Tá. Aposto que um dia você vai dizer que a fofoca tá certa.
Moon: Aposto que um dia irei provar que você é uma desocupada.
Hello: Não sou uma desocupada. Se essa é a sua opinião, respeito.
Moon: Você não parece respeitar muito o fato de espalhar boatos sobre a minha pessoa.
Hello: Francamente, autora. De boa, não quero arrumar confusão.
Moon: Imagine, você é uma pessoa incrível.
Hello: Isso é sarcasmo?
Moon: Descubra por si mesma.
Hello: Mas Moon…
Moon: Diga que você tem algo de útil para dizer.
Hello: Tenho!
Moon: Fale, então.
Hello: Tenha um Bom Dia! (sai do escritório da Moon)
Moon: Engraçadinha!

– Locutor-sama, quando você volta de folga, meu bom narrador?

Kekekê Talk Show

Kekekê Talk Show – 5ª edição

~ Introdução. ~
Kekekê: Uma nova entrevista? Já? Bem, o nosso convidado de hoje será… Cadê o menino, meu bom deus?
Moon: Acho que o Barman vai se atrasar. Nem na sexta-feira ele tem folga.
Kekekê: Hoje é sexta?
Moon: É.
Kekekê: Pedi para a Hello deixar ele de folga um dia antes. Será que ela esqueceu?
Moon: A possibilidade dela ter esquecido é grande.
Kekekê: Pode ser, mas não acredito nisso.
Moon: É? Você é tão bonzinho, Kekekê.
Kekekê: Deve estar preso no trânsito. Pobre Barman!
Moon: Pode ser, também. O que vamos fazer?
Kekekê: Esperar?
Moon: Esperar? Sabe como sou impaciente?
Kekekê: Sim, eu sei.
Moon: Bonitões tem que sempre se atrasar?

[uma hora de reclamações da Moon depois…]

~ O programa começou agora! ~
Barman: Me desculpe, fiquei preso no trânsito.
Kekekê: Tudo bem. Moon, vai continuar aí?
Moon: Qual o problema?
Kekekê: Bem… É quê… Sabe…
Moon: Tá. Eu vou embora. (sai do estúdio do programa)
Kekekê: (respira mais tranquilo) Posso começar a fazer as perguntas?
Barman: É claro, meu amigo.
Kekekê: Desde quando você trabalha com a Moon?
Barman: Faz tempo. No chute, acho que foi em 2006.
Kekekê: Nossa! 2006? Legal.
Barman: Pois é. Posso estar errado, mas tenho quase certeza que foi esse ano.
Kekekê: O quê você gosta de fazer nas horas vagas? Gosta de sair?
Barman: Gosto de ler, jogar e escrever. Não gosto muito de sair.
Kekekê: Isso me lembrou um poquinho alguém que conheço.
Barman: Quem?
Kekekê: Se você não sabe, deixa para lá.
Barman: Está bem.
Kekekê: É verdade que você gosta do seu trabalho?
Barman: Sim. Ele é cansativo, mas sou muito bem pago.
Kekekê: Qual é o seu nome verdadeiro?
Barman: Meu nome?
Kekekê: A Moon não quer falar, então direi apenas que ela já deu uma dica. Só não sei se todos perceberam qual foi. Próxima pergunta…
Barman: Pode falar.
Kekekê: Você sabe cozinhar de tudo?
Barman: Nem tudo. Sou péssimo em cozinhar comida mexicana, por exemplo. É a especialidade dos meus amigos e ajudantes, Alli e Oléo.
Kekekê: Você não gosta do seu irmão, o Sebastian?
Barman: Não tem como nós não gostarmos de alguém que é nosso irmão, não concordam? Claro que brigamos, irmãos sempre brigam. Mas isso não faz eu não gostar dele.
Kekekê: Bonito. Legal saber que você gosta do seu irmão.
Barman: Bem, é essa a verdade.
Kekekê: Você está sempre vestido com seu uniforme de mordomo?
Barman: Normalmente.
Kekekê: Qual seu animal favorito?
Barman: Gosto muito de cachorros. Só que nunca tive um de estimação.
Kekekê: Se você trabalha como mordomo, porque se chama Barman?
Barman: Me questiono isso até hoje.
Kekekê: Você gosta de jogar coisas de que tipo?
Barman: The Legend of Zelda, influência do meu amigo Fábio, e Kirby. Costumava jogar muito Bomberman, e ainda faço isso de vez em quando.
Kekekê: Como é que você é amigo de um duende, ou melhor, do Kekekê?
Barman: É difícil não ser amigo do Kekekê.
Kekekê: Obrigadinho, Barman.
Barman: Não há de quê.
Kekekê: Você estudou aonde, para se tornar mordomo?
Barman: Em uma escola na Terra Mediana, nas montanhas. Me lembro até hoje do diretor. Urso muito simpático e inteligente, apesar de ser misterioso. Faz tempo que não falo com o pessoal que conheci lá.
Kekekê: Quem é mais folgada? A Moon ou a Hello?
Barman: Nenhuma das duas.
Kekekê: Qual sua cor favorita?
Barman: Azul.
Kekekê: Qual é a sua especialidade na cozinha?
Barman: Não sei. A Hello costuma dizer que é o meu bolo de paçoca.
Kekekê: Concordo. Você teve amigos imaginários quando criança?
Barman: Eu tive vários. O que melhor me recordo é do Pinguim Pablo.
Kekekê: Não é o P-san?
Barman: O Comandante? Não sei…
Kekekê: Você dorme alguma hora do dia?
Barman: Lógico. Raramente trabalho até tarde.
Kekekê: Essa foi a última.
Barman: E esse cartão que está na sua mão?
Kekekê: Essa é uma pergunta que você não vai querer responder.
Barman: Posso responder sim, qual o problema?
Kekekê: O problema é que não vou perguntar isso.
Barman: Não entendo. É algo tão impróprio assim?
Kekekê: Sou da opinião que certas coisas não se devem ser questionadas.
Barman: Pelo amor de deus Kekekê, se não é algo impróprio, não vejo o porquê de não responder.
Kekekê: Tem certeza?
Barman: Absoluta.
Kekekê: Depois não diga que deixei de avisar.
Barman: Pode falar.
Kekekê: O que foi que você viu na Hello?
Barman: Ah, começo a entender o porquê de você não querer ter me perguntado isso logo de cara. (começa a pensar na resposta)
Kekekê: (pensando) Espero que a Hello não esteja assistindo esse programa.
Barman: Bem, eu não sei responder. Apenas gosto dela e pronto.
Kekekê: Você foi bem direto. É difícil de dizer isso para ela?
Barman: Sim. Muito difícil!
Kekekê: Compreendo. Fiquem ligados para a próxima edição do Talk Show! Nossa entrevistada será a Rosalina. Antes, tem o bloco, ou comercial, do Pão de Forma Espirra em Mim. Não sei quando vai sair a história. Depende da Moon, não de mim. Até mais, leitores do Consequence!

– Eu me animei. A história não era para ficar tão grande…
– Depois começa uma linha de histórias que, pelo que sei ficou um pouco chatinha. Eu ia até alterar, já que eu mudei de ideia, mas como aí eu teria que alterar um montão de posts, decidi que vai ficar do jeito que foi escrita. Sim, fiquei com preguiça.

Kekekê Talk Show

Kekekê Talk Show ~ comercial ou bloco especial, tanto faz! ~

Pão de forma espirra em mim: Olá, olá! Não apareço mais desde 05 de janeiro de 2010! Como é bom sair do fundo do baú!
Kekekê: Fala aí, Pão de forma. Tudo bem?
Pão de forma espirra em mim: Claro!
Kekekê: Legal. Trouxe as perguntas de outros telespectadores para você responder.
Pão de forma espirra em mim: Pode deixar.
Kekekê: Tchau e boa sorte! (vai embora)
Pão de forma espirra em mim: As perguntas de hoje são as seguintes…

Pergunta: É verdade que a felicidade não existe?
Pão de forma espirra em mim: Dizem que ela é um estado de espírito. Na minha opinião ela existe, só que não dura para sempre. Espero que você tenha chocolate o suficiente para deixar você feliz. Se não, serve manteiga ou qualquer outra coisa.

P: Existem vidas em outros planetas?
Pão de forma espirra em mim: Segundo a Hello, existem. Não posso dizer se é verdade ou não. Nunca fui a outro planeta.

P: Como é que você pode falar, Pão de forma espirra em mim?
Pão de forma espirra em mim: Uma fada me deu o dom de falar, andar, sapatear e fazer várias outras coisas. Só não sou bom em me defender de pombas, e outros animais que gostam de pão

P: É verdade que a autora é uma alienígena?
Pão de forma espirra em mim: Ela é 100% humana, posso garantir.

P: Nós somos de Marte, na verdade?
Pão de forma espirra em mim: Não sei. Eu sou novinho, não estou aqui desde que o nosso querido planeta começou.

P: Existia alguma coisa antes do Big Bang?
Pão de forma espirra em mim: A autora costuma dizer que pode ter existido, pois ninguém estava lá para ver e não se pode provar o contrário.

P: A Moon sempre teve essa criatividade absurdamente incomum?
Pão de forma espirra em mim: Até onde sei, ela nem sempre foi tão criativa. Se eu não me engano, tudo começou em 2006. Ou será que foi antes?

P: Como é que o programa do Kekekê ficou “fora do ar” por tanto tempo?
Pão de forma espirra em mim: Não sei dizer o porquê disso, só sei que a autora foi convencida pelo Locutor-sama a voltar com as histórias dessa categoria.

P: Como é que as pessoas nos comerciais de pasta de dente tem um sorriso tão branquinho?
Pão de forma espirra em mim: Photoshop?

P: Pão, eu gostaria de saber se existe uma maneira de me tornar famoso da noite para o dia.
Pão de forma espirra em mim: Tem gente que consegue fazer isso. Desconfio que foram treinados por ninjas, se não, é impossível. Pena que ninjas não existem mais no mundo real… ou será que existem?

P: O Locutor-sama é baseado em alguém que a autora gostava?
Pão de forma espirra em mim: Olha, não sei quem andou espalhando essa fofoca, só sei que antigamente o Locutor era Senhor Itálico. Estou proibido de responder.

P: É possível ter tantas ideias criativas ao mesmo tempo?
Pão de forma espirra em mim: A autora costuma dizer que se você não se disciplinar, as ideias jamais virão. Eu pessoalmente concordo com isso.

P: Quando vai voltar Once Upon a Time, a série?
Pão de forma espirra em mim: Janeiro, ou será que é só fevereiro? Não lembro. Só sei que até eu quero assistir mais episódios! Que série viciante.

P: Queria aprender a mexer no photoshop, como faço isso?
Pão de forma espirra em mim: Olha, eu particularmente não sei mexer em photoshop. A autora está me dizendo que ela não aprender a mexer da noite para o dia. A mensagem inspiradora seria “nunca desista”!

P: Quem é que faz as perguntas que são mandadas?
Pão de forma espirra em mim: Boa pergunta. Não sei responder.

P: O Kekekê e a Matilde são casados faz muito tempo?
Pão de forma espirra em mim: São.

P: Como faço para quebrar o recorde de pular de um pé só?
Pão de forma espirra em mim: Não sei o porquê de você querer fazer isso, só sei que não valhe a pena. “A pena” foi a causa de um amigo meu ter se machucado, querendo quebrar esse recorde. Felizmente hoje ele tá melhor. Não superou o trauma de ter escorregado em uma pena, apenas.

Atenção: O Pão de forma espirra em mim é apenas um personagem imaginário. Apenas metade das coisas que ele fala são verdade. Agora não vou falar o que era verdade e o que ele acha que é verdade….

Green House Stories

Depois do Natal, as pessoas ficam de diversas formas. Se sentindo mais gordas, enjoadas, com queimação no estômago… Não esqueçam que ainda tem a passagem do ano!

Sala de Estar.
Moon: Bom dia. Estou aqui, na Casa Verde, ao vivo. Os meus personagem estão me parecendo de ressaca… não, não de bebida. Comeram demais! Olha a queimação de estômago que vocês vão ter, pessoal. Ah, esqueci. Também tenho esse problema.
Hello: Comi tanto… tanto… (deitada no sofá) Deveria fazer algo.
Rosalina: (sentada tranquilamente em uma poltrona) Bem que eu falei para a senhorita não comer demais.
Moon: Ninguém nunca escuta a Rosalina. (pensando) O Sebastian foi embora!
Rosalina: Ótimo. O irmão do Barman é um chato.
Moon: Concordo. Nem a autora gosta muito dele.
Rosalina: Uma coisa dessas é possível?
Moon: Lógico.
Rika: (deita em outro sofá) Ahn, depois de tanta comilança no natal, o que fazer?
Coke-san: (sentando no chão) Esperar a passagem de ano, claro.
Moon: (boceja) Mais comida! Ótimo!
Hello: Comeu bastante?
Moon: Não sei.
Hello: Como assim, você não sabe?
Moon: No mundo real, ainda é dia 12/12/12.
Hello: Entendi. Post adiantado? (boceja)
Moon: A tecnologia do WordPress é uma coisa maravilhosa.
Hello: Pena que a Alice não passou o Natal conosco. Nem o Ramsés, foi com a família dele, passar o dia. Ele comentou que volta amanhã.
Moon: E quanto a sua irmã?
Hello: Ela? Não sei.
Moon: Trabalho?
Hello: Você acreditaria se eu te dissesse que o local do Papai Noel foi invadido por pinguins gigantes e robóticos? (boceja outra vez)
Moon: Acreditaria. Ou melhor, acredito.
Hello: Pois é. Então ela teve que ir trabalhar… Felizmente ela resolveu.
Moon: Também vai voltar amanhã?
Hello: Acredito que sim. (boceja mais uma vez)
Barman: (aparece na sala) Gente, vocês vão acabar dormindo…
Rika: Correção, a Hello já tá dormindo.
Rosalina: Ah, não acredito.
Hello: (dormindo no sofá confortavelmente)
Barman: Ah, bem que sabia que isso ia acontecer.
Moon: A Hello dorme assutadoramente rápido. É uma folgada…
Barman: Ora, ela não é folgada.
Moon: Não a defenda! Ela tá dormindo.
Rosalina: Ele sempre defende a Hello.
Moon: Que coisa!
Fábio: (aparece na sala) Gente!
Barman: Oi, Fábio. Que houve?
Fábio: Nada demais. É que a Casa Verde tá tão vazia…
Moon: O pessoal saiu. Pois é.
Fábio: Devia ter saído, também. Mas a preguiça é maior!
Olliver: (também aparece na sala) Estou entediado.
Barman: Vocês são dois caras bem difíceis.
Olliver: Não é essa a questão, sabe? Os jogos que você me emprestou…
Barman: Já fechou??
Olliver: Três vezes cada um.
Fábio: Puxa, você é bom.
Barman: E eu pensei que não encontraria alguém que jogasse tão bem quanto o Fábio.
Moon: Bom não ter louça para lavar, né? O Barman é que faz tudo sozinho.
Hello: (acorda repentinamente) Mentira, juiz! Não fui eu que roubei o cupcake!
Moon: Bom dia, Hello Adormecida.
Hello: Ah, desculpem. Tirei um cochilo básico.
Moon: Básico? Você ronca para chuchu.
Rosalina: Ela? A Hello dorme igual… igual… Sei lá. Só sei que ela faz silêncio.
Olliver: Um ninja?
Rosalina: Exatamente!
Hello: Não queria me gabar, mas fui treinada pelo Kurogane.

– Conhece alguém (cof cof) que parece que nem respira quando dorme. (cof cof) Não, não sou eu. Ronco para chuchu e para brócolis também.

Distorcidas, Raccoon Tales

BÔNUS: Mais uma história de Natal, com a guaxinim milionária.

Moon: Estamos, ou melhor, apenas eu, estou aqui na mansão da guaxinim milionária. Para ser mais exata, estou no riquíssimo quarto dela. Muito bonita a decoração. Mas julgando pelo tamanho do local, aposto que não é ela que limpa.
Tuta-sama: Que folga é essa, Moon?
Moon: Oi, Tutinha. Gostou da minha versão chibi?
Tuta-sama: Estou nem aí se você tá na versão chibi ou não. Estou no meu horário de dormir, e está no meu quarto. Isso me incomoda.
Moon: Não irei a nenhum lugar, Tuta.
Tuta-sama: Vai sim, não vai dormir?
Moon: Bem, isso aqui é um post programado, eu posso muito bem estar dormindo.
Tuta-sama: Tá, tá. Fica aí. Não faz barulho, viu?
Moon: A guaxinim se deitou em sua confortável cama.
Tuta-sama: Essa é boa, agora você quer ser a versão feminina do Locutor-sama?
Moon: Não, estou apenas narrando.
Tuta-sama: (dormiu)
Moon: Puxa, ela dorme bem rápido. Entra aí! (abre a porta para alguém entrar) Agora, vou me esconder… deixa eu ver… Não tem local para se esconder? Vou sair do quarto, então. Conto com você, Fantasma do Natal Passado!
Fantasma do Natal Passado: (fez um sinal afirmativo com a mão)
Moon: (já saiu do quarto da Tuta-sama)
Fantasma do Natal Passado: Tuuuuuuuuuuuuuuuuu estáaaaaaaaaas aqui?
Tuta-sama: (acorda sobressaltada) AAAH! (olha em direção ao fantasma) Doutor Q? O que está fazendo vestido de Relógio da Bela e a Fera, versão Disney?
Fantasma do Natal Passado: Não sei do que você está falando. Sou um fantasma, e vou levá-la para relembrar seu natal passado.
Tuta-sama: Como é quê é?
Fantasma do Natal Passado: Não tenho muito tempo, vamos logo.
Tuta-sama: A Christmas Carol? A Moon finalmente está fazendo essa história? É melhor eu me beliscar para ver se não é um sonho. (belisca) É de verdade mesmo!
Fantasma do Natal Passado: Vamos de uma vez por todas! (o cenário começa a mudar)
Tuta-sama: Pera aí! Eu não odeio o Natal!
Fantasma do Natal Passado: Estamos na sua Mansão, em uma época que ainda era de sua mãe. Você estava recebendo o presente de natal. Quando foi abrir, descobriu que era um boneco de ação, não uma pelúcia, como havia pedido.
Tuta-sama: O Locutor está de folga e todos querem tomar o lugar dele!
Fantasma do Natal Passado: O Papai Noel se confundiu. Ele tinha errado o endereço. Enquanto isso, um outro guaxinim em uma casa próxima, ganhou exatamente o contrário. Uma pelúcia, sendo que ele havia pedido um boneco de ação.
Tuta-sama: Olha, já resolvi isso faz bastante tempo. O Papai Noel até me pediu desculpas! (olha em volta e vê que o Doutor Q vestido de relógio havia sumido) Cadê o homem? Opa! A sala mudou outra vez? Deixa adivinhar. Agora, é o fantasma do presente.
Fantasma do Presente: Isso mesmo!
Tuta-sama: Marcy! (vê a irmã coelha gigante em um canto da sala) Não me espanto em vê-la aqui, afinal é uma história de Natal. Mas como ficou tão grande?
Fantasma do Presente: Efeito especial.
Tuta-sama: O que você vai me mostrar? Anda logo. Depois de ter um dia cheio na Casa Verde, comemorando o Natal, quero mais é dormir.
Fantasma do Presente: Como foi gasto todo efeito especial, não posso mais mudar a cena, então vai ser só na conversa.
Tuta-sama: Fala de uma vez!
Fantasma do Presente: Você tem muito dinheiro, e não divide com os outros. Existem milhares de crianças carentes que esperam sua doação, e você não faz nada…
Tuta-sama: Marcy, você acha que eu nado em dinheiro numa caixa forte como o Tio Patinhas? Normalmente eu doô uma parte do meu dinheiro para vários lugares duas vezes por mês.
Fantasma do Presente: Sério? Você faz isso?
Tuta-sama: É claro que sim, mas você quer o quê? Que fique me exibindo e falando toda vez o que eu fiz? Lógico que não.
Fantasma do Presente: Bem, então não acho que tenho mais alguma coisa para te falar. Vou embora, e você volta para o seu quarto.
Tuta-sama: Ótimo, e quanto ao fantasma do futuro?
Fantasma do Presente: Também vai vir, calma. (some após dizer isso)
Tuta-sama: (olha em volta do seu quarto) Ótimo! Posso me deitar até o Fantasma do Futuro chegar… (vê que o cenário mudou de novo)
Tuta-sama: Ué, pensei que tinham gasto todo o efeito especial… (foi levada para um cemitério dessa vez)
Fantasma do Futuro: (uma pessoa alta com manto negro, ocultando o rosto)
Tuta-sama: Puxa vida fantasma, com essa sua altura, podia jurar que você é a Hello.
Fantasma do Futuro: (não responde, apenas aponta para um túmulo escrito com o nome da guaxinim)
Tuta-sama: Isso não faz sentido! Não odeio o Natal, e também sou um personagem imaginário. Bater as botas é a última coisa que podia acontecer… (olha que o último cenário desaparece e depois de virar de costas vê a Hello)
Hello: Desculpa a demora, Tuta. Estou aqui para ser a fantasma do futuro!
Tuta-sama: Ué? Você tá aqui outra vez?
Hello: Como assim, outra vez? Acabei de chegar. Está o maior trânsito lá fora…
Tuta-sama: (espantada, foi olhar na janela e viu que realmente estava cheio de carros lá fora) Então quem era o Fantasma do Futuro? (vê mais uma vez o fantasma, sumindo entre uma das árvores) Esquisito! Não sei se vou conseguir dormir hoje.
Hello: (por trás da Tuta-sama) O que foi que aconteceu, exatamente?
Tuta-sama: Alguém veio aqui, como Fantasma do Futuro! Quem foi?
Hello: Não tem como ter sido ninguém das histórias da Moon. Estão todos na Casa Verde, esqueceu? Exceto a Milla, os amigos da sua filha, suas empregadas e só. Incluindo você, claro.
Tuta-sama: Ótimo, então é novo! Mais um personagem para eu ter que pagar…
Hello: Você deve ter sido visitada pelo verdadeiro Fantasma do Futuro!

– Há! Finalmente fiz essa história. Planejo fazê-la faz um bom tempo.
– É incrível quando digo para mim mesma “Vou fazer” eu realmente faço.
– No fim, é questão de força de vontade. Legal, não acham?

Green House Stories

Natal na Casa Verde – Parte Dois. (Última)

Na Casa Verde, corredor.
Moon: (indo até a cozinha) Estamos aqui na segunda e última parte da história de Natal. Quem não gosta de uma boa história temática? (roupa vermelha e verde, segurando um microfone) Pelos meus cálculos, nessa hora o Barman deve estar furioso, já que seu irmão mais novo, Sebastian, bagunçou a cozinha. Quê é que cê tá fazendo por trás de mim, Locutor? (se vira para o narrador que está quieto)
Locutor-sama: (de folga, então está em silêncio)
Moon: É bom você não me responder. Tá de folga, lembra?
Locutor-sama: (faz um sinal afirmativo com a cabeça)
Moon: Já na cozinha, vejo que o Barman está furioso com seu irmão. – apesar de não estar berrando e soltando um monte de palavrão – Hello, muito politicamente correta, está tranquilizando um pouco a situação. Essa mulher tem poder. Ah, só quê o mordomo da Casa Verde – o Barman – está bravo por vê-la consolando o irmão.
Hello: (interrompe a conversa com o Sebastian) Ah! Feliz Natal, autora. Qual é a dos chinelos? Não tem salto alto?
Moon: Pô, salto alto? Desconfortável.
Hello: Tamancos?
Moon: Vai implicar com o meu chinelo? Olha que gracinha, com essas estampas modernas. Branco com rosa. (tira um dos chinelos do pé)
Hello: Ok, uma graça. Mas cadê as estampas modernas?
Moon: Ah. Esqueci que essas coisas saem com o tempo. Juro que eram estampas estilosas.
Locutor-sama: (nervoso pois quer narrar)
Moon: Fique de boca fechada, narrador de folga!
Locutor-sama: (faz outro sinal positivo com a cabeça)
Moon: Fale ao invés de fazer isso, pombas!
Hello: Você está confundindo o Locutor-sama.
Moon: Qual o problema com isso?
Hello: Coitado, deve ser uma tortura para ele.
Moon: Ora, ele tá de folga. Como gosta do trabalho dele.
Hello: E gostar do trabalho não é algo bom?
Moon: Hello, você tá tão politicamente correta hoje, que estou ficando nervosa.
Hello: É o espírito de Natal. Olha só, até o Barman se acalmou.
Moon: Provavelmente por sua causa… (pensando)
Barman: (sentando em uma cadeira de braços cruzados) E agora?
Locutor-sama: (querendo falar mas não pode)
Moon: Gente, essa cozinha tá um caos.
Sebastina: Me desculpem. (tentando ser sincero)
Barman: Deixa para lá. Acidentes acontecem… (tentando não ficar mais bravo)
Moon: Bom, como autora, posso solucionar o problema.
Barman & Hello: É mesmo?
Sebastian: Que coisa! (contente)
Moon: Só que tem um dois poréms. Primeiro, me dê o mistletoe, Sebastian.
Sebastian: Mistletoe? Que Mistletoe?
Moon: O visco, cara. Me dê, tá no seu bolso, que eu sei.
Sebastian: (dá o mistletoe) Mas é uma tradição de Natal!
Moon: De fato. Guarde isso, Locutor-sama. (dá para o narrador que estava do seu lado) Hello, dê um beijinho para o Barman. Esse é o meu segundo porém.
Hello: Beijinho? Tá bom.
Barman: Quê? (surpreso)
Hello: (dá um beijinho – o doce – para o Barman) Tô. Eu mesma que fiz!
Sebastian: E eu queria que ele tivesse um presente de Natal legal…
Moon: (bate com a mão na testa) Devia esperar que você fosse entender dessa maneira. (olha para a Hello com uma expressão brava)

– Feliz Natal! Não esqueçam, tem a história bônus, dez e meia da manhã. Está programada. Se puderem ler, agradeço bastante. Ter três histórias hoje, é meu presentinho de Natal para vocês, leitores do blog. Espero que gostem.

Green House Stories

Natal na Casa Verde – Parte Um.

Perto das oitos horas, na casa Verde, cozinha principal.
Hello: (com um vestido vermelho e um gorrinho de natal na cabeça) Natal! Melhor época para se comer, e para variar, nesse ano, estou ajudando na cozinha.
Barman: Agradeço muito a sua ajuda. Está difícil esse ano, já que veio bastante gente.
Hello: Não tem problema. Estou sem o que fazer, mesmo.
Barman: Não quer um avental?
Hello: Opa! É mesmo. Por sorte, não me sujei. (pega um avental e amarra) Pronto!
Barman: Será que fiz rabanadas o suficiente?
Hello: Fez sim, pô! Olha só na mesa da cozinha. Não tem o suficiente, para você?
Barman: (olha para a mesa que está coberta de bandejas de rabanada)
Hello: O que você me diz?
Barman: Tem razão. Mas você sabe, o pessoal por aqui, come.
Hello: Eu também como, então não tem problema.
Barman: O Alli e o Oléo fizeram bacalhau suficiente?
Hello: Acredito que sim, pelo que vi. (os ajudantes de cozinha estavam em outro local) Fizeram pratos secundários, como você pediu.
Barman: Ótimo!
Hello: Natal é uma época maravilhosa, não acha?
Barman: Pode até ser, mas muito cansativa.
Hello: Você pode tirar folga, se quiser.
Barman: Não precisa, ainda temos o ano novo. (vê o irmão dele se aproximando com algo na mão) Sebastian!
Sebastian: Olá, mano! Tempão, hein?
Barman: O que faz por aqui? Não tinha que, como presidente da Casa Verde 2, passar o Natal lá?
Sebastian: Olha, a mamãe tá por lá. Para quê eu ficar? Quis vir para cá, sabe. Você realmente tem muita sorte. Pode trabalhar com várias garotas bonitinhas…
Barman: Com licença, Hello. (puxa o irmão pelo braço)
Hello: Toda. (aproveita e pega uma das rabanadas para comer)
Barman: (puxa o irmão mais novo para o corredor) O que você pensa que está fazendo?
Sebastian: O que eu quero, ué. Fiz algo de errado?
Barman: Não vejo nada de muito simpático você dizer que tenho sorte, sendo que trabalho bem duro por aqui, fazendo o que gosto porque quero, não por causa do motivo que acabo de ouví-lo dizer.
Sebastian: O que há de errado em dizer “garotas bonitinhas”? Pelo que escuto por aí, estou até sendo bastante educado. E se eu disse no lugar disso, substituindo por “gatas”, era capaz de você me dizer que o único felino que tem por aqui é o gato de estimação da Hello.
Barman: De fato eu diria isso. Mas como sabe que a Hello tem um gato?
Sebastian: Ora, porque simplesmente eu sei. Sou bem informado, viu?
Barman: Ótimo. Você é bem informado, que bom. Agora vá esperar na mesa, junto dos outros.
Sebastian: Junto do primo, que está mais silêncio do que uma múmia, ou do seu amigo nerd chato Fábio? Ah, tenho o jardineiro também, que é louco. A Rosalina nem posso me aproximar dela, já que ela não vai com a minha cara.
Barman: Não se faça de coitado, Sebastian. Tem cententas de pessoas por aqui, hoje. Dá muito bem para você se enturmar.
Sebastian: Não estou muito afim. Acho que irei passar o dia com você.
Barman: Comigo?
Sebastian: Ora, você é meu irmão, né? Nós não nos vemos faz bastante tempo. Além do mais, não vejo nada de errado em ficar por aqui.
Barman: Pois eu vejo algo de errado.
Sebastian: Relaxa. Não faria nada que estragasse sua reputação de mordomo.
Barman: Reputação? Desde quando me importo com algo do gênero?
Sebastian: Bem, você nunca disse isso, mas é o que me parece.
Barman: Então você me interpretou errado.
Sebastian: Pode até ser…
Hello: (apareceu no corredor do lado dos dois pois viu que eles estavam demorando bastante) Rapazes, não vão voltar para a cozinha? Está quase pronto. Só falta servir.
Barman: (surpreso) Ah, então vamos servir. Vou chamar os outros para ajudar.
Sebastian: Eu ajudo também!
Barman: Não precisa.
Sebastian: (corre para a cozinha)
Barman: Volte aqui, Sebastian! (corre atrás do irmão)
Hello: Qual o problema dele ajudar? (corre junto para a cozinha)
Barman: O Sebastian é o verdadeiro caos, na cozinha!
Hello: Ora, você não tá exagerando?
Barman: (chegou na cozinha principal) SEBASTIAN! (bravo)
Sebastian: Ops. (o local está um caos)
Hello: Que ninja, fez toda essa bagunça num período de tempo curto!

– A parte dois (e última) vai sair hoje mesmo, daqui a dez minutos. Tem um bônus dez e meia da manhã, uma das melhores histórias que já escrevi. Gostei bastante. Não posso dizer com certeza que todos vão gostar, claro. Esperem e vocês podem ter uma opinião.

Kekekê Talk Show

Kekekê Talk Show! – 4ª Edição

~ Introdução ~
Kekekê: Oi gente! Estou até emocionado, pois a Moon decidiu voltar com esse programa!
Moon: É, é. Não precisa chorar, Kekekê…
Kekekê: Não dá. Estou emocionado demais. (pega um lencinho do bolso)
Moon: Ai, ai… Se a Matilde ver isso, parece que te fiz alguma coisa.
Kekekê: Ora, Moonzinha! Estou contente.
Moon: Ótimo. Agora vamos nessa, e me entreviste de uma vez por todas.
Kekekê: Preciso tirar uma dúvida, primeiro.
Moon: E qual é a sua dúvida?
Kekekê: Minhas falas de pergunta vão ficar em negrito?
Moon: Claro. Exceto o seu nome.
Kekekê: Entendi.
Moon: Não ficou claro para mim o porquê da sua pergunta.
Kekekê: Como assim, não ficou claro?
Moon: Eu escrevo as histórias, esse detalhe para você não faz diferença.
Kekekê: Bem, faz diferença para mim. Se você acha que não, tudo bem.

~ O programa começa aqui! ~
Kekekê: Olá! A nossa entrevistada de hoje é alguém que todos conhecem, pelo menos é o que eu acho. Shizuka Moon!
Moon: Só Moon, pô! Não exagere, dizendo o nome todo.
Kekekê: Está bem, está bem! Diga, Moon, o que te fez criar o seu blog?
Moon: Oi? Já faz tanto tempo, e você quer que me lembre disso?
Kekekê: Faça um esforço, Moon. Por favor.
Moon: (pensa um pouco antes de responder) Bom. Eu escrevia antigamente no meu flog. Depois, quando a Steh ganhou um domínio, o Blanchâtre, tive a honra de ser convidada em estar num dos blogs participantes.
Kekekê: Sua resposta foi bem resumida.
Moon: De fato. Próxima pergunta?
Kekekê: Existe algum personagem que se reflita mais na sua personalidade?
Moon: Em outras palavras, um personagem que seja como eu?
Kekekê: Sim.
Moon: Nenhum dos meus personagens é exatamente como eu, Kekekê. Pensei que você soubesse disso. É verdade que tem uma personagem em particular que tem maior semelhança comigo, do que com os outros.
Kekekê: Eu posso saber, mas os leitores não sabem. Quem seria essa personagem?
Moon: Não preciso responder. Desculpe Kekekê, mas se for atento o bastante, pesquisando nas histórias e lendo-as prestando bastante atenção (a ponto de achar erros de digitação meus que escaparam na hora da revisão) dá para notar que é um tanto óbvio.
Kekekê: Pô, Moonzinha. Custa responder a pergunta?
Moon: Ah, tá, tá. Hello. Pronto.
Kekekê: Isso explica o porquê de tantas histórias com a Casa Verde.
Moon: Isso foi um indireta?
Kekekê: Lógico que não.
Moon: Próxima pergunta, por favor.
Kekekê: Qual seu personagem favorito?
Moon: Eu gosto de um pouquinho de todos. Nenhum em particular é meu favorito.
Kekekê: Qual seu segredo para escrever as suas histórias?
Moon: Não tem segredo nenhum. Comece a digitar, e o que sair, se for satisfatório, será uma história. Nem sei o porquê de se ter a lenda que existe um segredo em escrever histórias. Só dá para descobrir o seu, pessoal e único, quando se está escrevendo. Caso não faça isso, não dá para descobrir.
Kekekê: Qual é o personagem masculino das suas histórias que você considera mais bonito?
Moon: Barman. Próxima pergunta.
Kekekê: Qual é o nome verdadeiro do Kekekê?
Moon: Essas perguntas não são suas?
Kekekê: Não, são do pessoal que mora na Casa Verde.
Moon: Tá explicado. Eu não sei qual o nome verdadeiro do duende que está me entrevistado. Pergunte para ele, diretamente.
Kekekê: Eu? Perguntar o quê, para mim?
Moon: O seu nome verdadeiro.
Kekekê: Não tem o porquê de eu dizer. Me chame de Kekekê, e pronto.
Moon: O nome da Matilde é falso?
Kekekê: Não, o dela é verdadeiro.
Moon: Certo. Mais perguntas?
Kekekê: Você bebe outra coisa além de suco de uva?
Moon: Claro.
Kekekê: De onde veio o nome do blog, Consequence?
Moon: De uma história. Mais alguma pergunta?
Kekekê: De onde você tira as ideias para criar personagem?
Moon: De lugar nenhum.
Kekekê: Personagens que você cria são baseados em pessoas reais?
Moon: Não! Lógico que não! Para quê eu iria me basear em pessoas que existem?
Kekekê: Os seus personagens sempre compartilham sua opinião?
Moon: Claro que não.
Kekekê: Por que apenas o Kekekê é casado nas suas histórias?
Moon: Porque o Kekekê é bonitinho.
Kekekê: Por que a Matilde não mora mais com o Kekekê?
Moon: Porque é um casamento moderno.
Kekekê: Quando é que os casais das histórias suas terão final feliz?
Moon: Final feliz? O Olliver está mandando questões? Ele que venham se questionar diretamente comigo.
Kekekê: De qualquer forma, pode responder?
Moon: Eles só vão ter final feliz, os casais, quando eu quiser.
Kekekê: Já vi que isso vai demorar.
Moon: Vai. A história tá grande, vai me perguntar mais coisa?
Kekekê: Vou. Essa é a última.
Moon: Então fale de uma vez por todas.
Kekekê: Você é sempre tão mal humorada?
Moon: Nem sempre. Quem mandou essa pergunta, Kekekê?
Kekekê: Mantenho o sigilo, não vou responder de quem é.
Moon: Ah, que bonito.
Kekekê: Na próxima história relacionada ao meu talk show, teremos a volta do “Pão de Forma Espirra em Mim!” Não percam!

– Leu até aqui? Ganha os meus parabéns.
– Feliz Natal! Amanhã tem três posts no blog, temáticos para a data.