Jean Paul Adventures

Super Nintendo ainda não saiu de moda. Principalmente porque ele tem Bomberman! O clássico, é claro.

Barman está tirando uns dias de folga, na hotel Suspicious, conhecido atualmente como Casa Verde 2. Sua localização é em Tortillas, e os donos do local são a família Green. Ah! Jean Paul é o nome verdadeiro do Barman, mas normalmente os pais dele (Oscar e Madeleine) o chamam de Paul.
[É campeonato de Bomberman! Número? O quatro ou o cinco. Tanto faz! Times: P1 Barman e P2 Oscar X P3 Sebastian e P4 Madeleine.]
[Os quatro estão em uma sala que tem uma boa televisão para se jogar videogame. Nada melhor que videogame, para reunir a família!]
Oscar: Escute, Paul. Hoje é um dia muito importante nas nossas vidas!
Barman: Mas pai… é só um jogo.
Oscar: Nós estamos aqui para ganhar! Bomba no time adversário!
Barman: *player 1* *suspira* Pensei que estávamos jogando para nos divertir… mas tudo bem.
Oscar: *player 2* Segure essa! *chuta a bomba*
Madeleine: *player 4* *desvia da bomba* Francamente, Oscar. Você é muito competitivo.
Sebastian: *player 3* Mas a graça é ser competitivo, ué.
Oscar: Está vendo, Madeleine? O Sebastian entende minha linha de raciocínio.
Madeleine: Certo… mas continuo achando que está levando isso muito a sério.
Oscar: Você está prestando atenção no seu ou no meu jogo?
Madeleine: Dá para fazer as duas coisas ao mesmo tempo.
Oscar: Silêncio! Você está me atrapalhando.
Barman: Ali tem uma bom-
Oscar: CARAMBA! *Player 2 down!*
Sebastian: Putz! Bobeou.
Oscar: Não acredito nisso. *de braços cruzados*
Barman: Eu acredito.
Oscar: Em quê?
Barman: Duendes.
Madeleine: Também acredito em duendes.
Sebastian: E eu na fada dos dentes!
Oscar: Que papo é esse? Vocês estão jogando… não é para conversar coisas desnecessárias.
Madeleine: *Player 4 down!* Eu tentei.
Oscar: Há! Isso que dá não prestar atenção no jogo.
Madeleine: Ah, tudo bem. Vou levantar e comer alguma coisa.
Oscar: Aproveita e traz para mim, por favor?
Madeleine: Tá bem, tá bem. *sai da sala*
Oscar: Vá, Paul! Honre o seu time!
[HURRY UP!]
Sebastian: Essa musiquinha tensa…
Barman: Tenso. Muito tenso.
Sebastian: Como você tá desviando de todas as minhas bombas?
Barman: Eu estou chutando-as, ué.
Sebastian: Não é possível! O seu bomberman é ninja?
Barman: Não tem essa possibilidade no jogo. Acho.
Oscar: Isso está muito tenso!
Sebastian: ÚLTIMO SEGUNDO!
Barman: CALMA!
Sebastian: *player 4 down!*
Oscar: HÁA! TIME UM VENCE! Toca aqui, Paul!
Barman: Sim! Bom jogo, Sebastian.
Sebastian: Quero você no meu time, na próxima vez!
Oscar: Não agora. Estou cansado, eu vou para cozinha. A mãe de vocês está demorando muito. *sai da sala*
Barman: Então.
Sebastian: É a hora!
Barman: Vamos salvar Aselia, Genis!
Sebastian: Isso mesmo, Llloyd!

– Para quem não entendeu, no final o Barman e o Sebastian vão ligar o Wii para jogar Tales of Symphonia. Espero que vocês tenham gostado da primeira história de “Jean Paul adventures”

Green House Stories

Os fantasmas só aparecem quando a gente não espera.

Locutor-sama: É um dia tranquilo na Casa Verde. Uma parte dos moradores daqui está no jardim, assim como eu! Não estou incluído na categoria “moradores” pois eu tenho um apartamento. É num simpático prédio, aqui perto. Mas isso é só um detalhe.
Clarissa: É um detalhe importante! *tomando chá*
Locutor-sama: Também acho, senhorita Clarissa. Os leitores não tem obrigação de saber de tudo, já que a autora não é muita organizada.
Clarissa: O blog da Moon é improvisado. Essas coisas acontecem!
Locutor-sama: Tem toda razão!
Sabrina: Improvisado ou não, é necessário escrever uma lista de personagens. Não só para os leitores, mas para o autor que está escrevendo. Principalmente quando se tem tantos personagens!
Locutor-sama: É difícil manter muitos personagens.
Clarissa: Variedade.
Sabrina: Sim, ambos estão certos. E pelo que entendi, você quis dizer que variedade é um item importante numa história.
Clarissa: Isso mesmo! Como já expliquei antes, não é estranho se utilizar de tantas pessoas fictícias diferentes.
Sabrina: Sim. Eu sei.
Locutor-sama: O problema é lembrar do nome dos personagens.
Sabrina: Eles se multiplicam!
Locutor-sama: Sei disso, Sabrina. A Senhorita Moon passa pelo mesmo problema.
Sabrina: A Moon não deveria fazer uma personagem escritora passar pela mesma coisa que ela.
Clarissa: Fica mais fácil escrever quando se sabe como é o problema.
Sabrina: É verdade. Tinha me esquecido disso.
[Essa tranquilidade é interrompida pela Hello, que aparece no jardim da frente.]
Hello: Gente! Vocês não vão acreditar. Um fan…
Locutor-sama: Espero que não seja nada fantástico.
Sabrina: Pode ser interessante. Diga!
Clarissa: Um fantasma?
Hello: Isso mesmo, Clarissa! Como adivinhou?
Clarissa: Ele está atrás de você.
Sabrina: MINHA NOSSA SENHORA DOS BAMBOLÊS!
Hello: Oh. Oi, Fan.
Fan: Não sabia que tinha uma Nossa Senhora dos Bambolês.
Sabrina: VOCÊ É UM FANTASMA DE PALHAÇO!
Fan: Sim. Tem alguma coisa errada com isso?
Sabrina: UM PALHAÇO!!
Locutor-sama: Sabrina, acalme-se. Ele é um fantasma inofensivo.
Clarissa: É, ele não vai jogar tortas. Ou vai?
Hello: Ele não vai. O Fan é um fantasma, afinal de contas.
Fan: Isso mesmo. E esse história de tortas está ultrapassada!
Sabrina: Não confio em palhaços. Eu não confio neles!
Locutor-sama: Quer um copo de água?
Clarissa: Eu vou pegar para ela. *levanta da cadeira e entra na Casa Verde*
Hello: Que coisa! O Fan é um fantasma super divertido.
Fan: Peço desculpas pela minha aparência de palhaço. É que eu ainda sou um, sabe? Mesmo sendo um fantasma.
Locutor-sama: Entendo. Quer dizer que você ainda trabalha com isso, no mundo do sobrenatural? *em pé, ao lado da Sabrina*
Fan: Exatamente!
Clarissa: *aparece com um copo de água* Sabrina, você virou estátua?
Sabrina: *bebe a água após pegar o copo da mão de Clarissa rapidamente* Palhaços devem se colocar no seu lugar.
Hello: Nesse ponto eu concordo com você.
Fan: Eu já pedi desculpas.
Locutor-sama: O que o fantasma fez, senhorita Hello?
Hello: Roubou no buraco.
Fan: Mas você tem que admitir, foi divertido!
Hello: Foi! Mas a minha vingança será maligna… na revanche do banco imobiliário. Ou Monopólio, é tudo a mesma coisa.
Locutor-sama: Senhorita Hello terminou a frase com uma risada maligna. E mais um dia aparentemente normal terminou, na Casa Verde!

Happy Green Things

Que foi? Eu gosto de duendinhos fofos.

Locutor-sama: Estamos no estúdio Happy Green Things, na sala em que a autora costuma chamar de “local do surto”.
Moon: AH-AH-AH-HA-AH-HA!
Locutor-sama: Isso está preocupante.
Moon: HA-HA-HA!
Locutor-sama: Devia chamar alguém?
Moon: Não! Ninguém poderá me salvar.
Locutor-sama: Nem o Chapolin Colorado?
Moon: Muito engraçado. Agora me deixe sozinha, surtando.
Locutor-sama: Está certo.
[O narrador saiu da sala.]
Moon: Eu não consigo fazer nada direito! Hoje é o meu primeiro dia de férias… não estou aproveitando. Isso é um absurdo! Não tem cabimento!
[Uma hora e meia de reclamações repetitivas depois]
Locutor-sama: Senhorita Moon, eu estou de volta.
Moon: O que é bom, sempre volta. O que há de novo?
Locutor-sama: Eu trouxe a voz da sua consciência. E o Tasketê!
Kekekê: Oi Moon! (no ombro esquerdo do Locutor-sama)
Tasketê: Oizinho! (no ombro direito do narrador)
Moon: Olá, fofinhos. Vieram me ajudar ou assistir ao meu surto?
Tasketê: É óbvio que a primeira opção está correta.
Kekekê: Por que eu viria aqui assistir você surtar, sem fazer nada?
Moon: Tem razão! Faço muitas perguntas idiotas.
[Locutor-sama colocou Kekekê e Tasketê em cima da mesa. Moon sentou-se no sofá, enquanto o narrador permaneceu em pé.]
Kekekê: Moon, você precisa se acalmar. As ideias estão aqui, você só precisa organizá-las.
Tasketê: Isso mesmo, minha cara! Não entre em pânico.
Kekekê: Principalmente porque se entrar em pânico, a Matilde vai aparecer.
Tasketê: E obrigá-la a pentear o cabelo!
Moon: (silêncio)
Locutor-sama: Não consigo entender o porquê de se recusar a pentear o cabelo. Você gosta de nós, senhorita Moon?
Moon: É lógico que não gosto de nós no meu cabelo!
Kekekê: Bom, isso é facilmente resolvido se você usar a escova.
Moon: Está sendo muito chato, duendinho fofo.
Tasketê: A Matilde ainda seria pior…
Moon: Matilde, Matilde! Tá, eu sei disso. Não precisa falar.
Tasketê: Desculpe, mas é sempre bom lembrar.
Locutor-sama: Os duendes conversaram por algumas horas com a senhorita Moon. No final das contas, eu não consigo compreender como tudo isso virou uma partida para Aselia, para a jornada da regeneração do mundo.
Moon: Kekekê, você pode ser o Kratos?
Kekekê: Posso! Acho ele muito legal.
Tasketê: E eu, o Genis.
Locutor-sama: Posso jogar também?
Moon: Certo… você joga com a Colette.
Locutor-sama: Tudo bem.
Moon: Não vai reclamar?
Locutor-sama: Negativo.
Moon: Beleza… alguém aí sabe onde nós encontramos aquela pedra? Para ativar o modo do Noishe?
Locutor-sama: Você deveria olhar um walkthrough.
Moon: Walkthrough é para os fracos!

Happy Green Things

Retornos devem ser épicos. Caso contrário, ser engraçado também serve!

[Escritório da Moon, no Estúdio Happy Green Things.]
Locutor-sama: Primeiro, um desejo um bom dia a todos. Fico muito contente em saber que a senhorita Moon resolveu voltar com o blog.
Moon: Silêncio! Eu tô tentando dormir!
Locutor-sama: Autora? Está falando comigo?
Moon: É com as ideias! Bobalhonas. Está bem, eu vou escrever! Depois, vão perturbar a vó de vocês.
Locutor-sama: Respeite os idosos.
Moon: Isso é modo de dizer. Ah, eu não vou explicar! O que temos de pendências, narrador? Diga devagar, pois estou com sono.
Locutor-sama: A história “Kekekê was here.”
Moon: Não tem outra?
Locutor-sama: A história baseada em pokémon.
Moon: Complicada demais.
Locutor-sama: Kekekê Talk Show.
Moon: Tô com preguicinha.
Locutor-sama: Histórias da Tuta-sama.
Moon: Tô sem tempo.
Locutor-sama: Senhorita Moon.
Moon: Narrador.
Locutor-sama: Você é uma moça um tanto complicada.
Moon: Que elegante! Mas moça me lembra leite condensado.
Locutor-sama: Suponho que o Biscoito esteja te influenciando.
Moon: Um pouco.
Locutor-sama: Já que está tudo tão complicado, é melhor eu desistir de insistir.
Moon: Rimou!
Locutor-sama: É, realmente. Mas foi sem querer.
Moon: Não tem importância. Agora, estou aqui pensando.
Locutor-sama: No que, exatamente?
Moon: A pizza de ontem não me fez muito bem…
Locutor-sama: Acontece.

[Hello invade o escritório da autora.]
Hello: MOON! MOON! MOON!
Moon: Ai, mãezinha do duendinho. Que foi? A lua tem rosto, e vai cair na cidade? Diz que não, caso positivo vou ficar com medo.
Hello: Ah, você tá aí. Que bom! Eu vim aqui diariamente, no Happy Green Things.
Moon: Para ver se eu estava aqui?
Hello: Sim. Aconteceu muitas coisas, entende?
Moon: Que… coisas?
Hello: Veio um fantasma! Muito simpático. Conversamos muita coisa sobre o sobrenatural, e jogamos buraco!
Locutor-sama: Só que ele roubava no buraco.
Hello: É mesmo! Mas foi divertido.
Moon: Fantasma.
Hello: Sim, Moon. Fantasma!
Moon: SÓ PORQUE EU NÃO TAVA AQUI??
Hello: Não grite. Estou do seu lado. *tapa os ouvidos*
Moon: Desculpe.
Hello: Não tem muita importância. Só não faça de novo, por favor.
Moon: Certo. E mais alguma coisa aconteceu?
Hello: Bem, teve um casamento.
Moon: De quem??
Hello: Do Wolf e da Miss Cupcake! Uma fofura só.
Moon: *respira aliviada* Ah, ótimo!
Hello: Não entendi, porque esse alívio?
Moon: Por nada, ué. Anda comendo muita paçoquinha?
Hello: Nem tanto. Estou comendo menos, para se tornar uma coisa especial, sabe?
Moon: Anda com queimação no estômago, não é?
Hello: Prefiro nem comentar sobre esse assunto.
Locutor-sama: E assim foi o primeiro dia de dezembro do ano de dois mil e treze. Que histórias a senhorita Moon promete para esse final de ano?
Moon: Hm… não faço a menor ideia.
Locutor-sama: Autora!
Moon: Que foi? É verdade!

– Os posts do blog só vão ser uma vez por semana, no domingo. Motivo? É melhor um post por semana do que nenhum por meses. Profundo! Eu até ia voltar com posts diários, mas acabei mudando de ideia… desculpe, gente! T_T

Consequence

Coisas estão acontecendo!

Olá, pessoal! Desculpem pela falta de notícias e principalmente, atualizações. Infelizmente estou ocupada para escrever, e estou esperando minhas férias começarem para eu voltar com o blog.
Por via das dúvidas, vou começar a digitar alguma coisa para o começo de dezembro. Sim, novembro é o meu mês de folga!
Estou precisando escrever alguma coisa legal e rápida. Eu preciso voltar a escrever para o Consequence. Com uma certa urgência…
Aguardem pacientemente o retorno do blog, por favor.
E eu diria que a Matilde está me ameaçando, se eu não voltar com as postagens. Mas eu não disse isso não, viu Tilde? Era brincadeira! Enfim… meu retorno será épico. *risada malgina*

Silly Tales

Meias são objetos de valor. Tudo depende do seu ponto de vista!

Rika estava em uma mansão que não conhecia. Haviam gatos de tamanho humano, que se vestiam de policiais. Os gatos policiais olhavam para a Rika como se ela fosse uma criminosa. O que tinha acontecido?
Rika: Por favor, onde eu estou?
Ga. To.: Não se faça de desentendida! Você sabe muito bem o que aconteceu.
Rika: Não, eu não sei. Se eu soubesse, para quê estaria perguntando?
Ga. To.: Espertinha, hein? Você me respeite! Sou o chefe dos policiais.
Rika: Está certo… Mas o que foi que eu fiz, afinal?
Ga. To.: Eu, policial Ga. To. vou explicar. Mas só uma vez, então preste bem atenção!
Rika: Fale que eu escuto! Juro.
Ga. To.: O Museu das coisas importantes, que é aqui onde nós estamos, foi invadido. E um dos artefatos sumiu…
Rika: Ah, aqui é um museu? [vira a cabeça para olhar em volta]
Ga. To.: Sim. E sabe o que sumiu?
Rika: Um novelo?
Ga. To.: Não! O par de meias históricos!
Rika: Puxa.. parece sério. Quem roubou?
Ga. To.: Você, oras!
Rika: Eu? Ma-mas o que tem eu?
Ga. To.: A senhorita foi encontrada no local do crime!
Rika: Só isso? Se eu tivesse roubado, teria sido muito burra de ter ficado no local do crime.
Ga. To.: Não sei. E se de repente, aconteceu alguma coisa?
Rika: Como alguma coisa cair na minha cabeça, e eu acabar ficando desacordada?
Ga. To.: Sim! Está vendo, acabou de assumir o crime.
Rika: Não fui eu! Primeiro, só dei um exemplo. Segundo, o que eu ia fazer com um par de meias?
Ga. To.: Escute senhorita, essas meias não são uma coisa qualquer. Elas pertenceram a um famoso herói dos gatos! E valem milhões, sendo um lucro fácil para vendedores sideprojects.
Rika: Que coisa estranha… Vendedores com projetos paralelos?
Ga. To.: Todo mundo sabe que esse tipo de vendedor é sempre o mais suspeito! E você pode muito bem estar querendo dinheiro.
Rika: Senhor Ga. To., juro que não fui eu. Posso pelo menos provar minha inocência?
Ga. To.: Pode, mas tem que ser dentro do museu.
Rika: Como é que vou fazer isso?
Ga. To.: Sei lá! Lembrem-se que se tentar fugir, não tem mais escapatória. Será automaticamente a culpada do crime.
Rika: Isso não é justo!
Ga. To.: O preço do leite não é justo, e você não me vê aqui reclamando. Agora, vá passear um pouco para ver se encontra a inspiração.
Rika: Tá, tá. [Rika sai da sala, e vai a procura de um lugar em que pudesse pensar, para sair dessa loucura.] Policiais em todos os lugares! Mas porquê eles tem cara de gato? E tudo mais que um gato tem? *pensando*
Depois de muito andar, ela finalmente encontrou um local que não havia muitos policiais. Apesar de ser tentador escapar, já que tinha uma janela aberta, Rika apenas olhou para fora sem pensar em fugir.
Rika: Puxa vida, está uma noite muito bonita. Nossa, que sensação estranha. Parece que estou sentindo uma presença. Será que é o mago Clow? [ela se vira para trás, e vê uma figura conhecida flutuando.] K-chan!! Você morreu? E espera aí… você também é um gato?
K-chan: Não entendo do que você está falando. Caso não tenha reparado, todos aqui são gatos. E você? De onde tirou o nome K-chan? Eu não me chamo assim.
Rika: Bom, de fato o K-chan se chama Katsu, não K-chan. É só um apelido fofo, sabe? Mas me diga, você é o fantasma do herói dos gatos?
K-chan: Isso mesmo. Mas como adivinhou?
Rika: Você está vestindo um par de meias que tem a palavra “históricas” costurada.
K-chan: Caramba, tinha me esquecido desse detalhe.
Rika: Sabe o que aconteceu com as suas meias que foram roubadas?
K-chan: Elas não foram roubadas. Só colocadas para lavar, pelo dono do museu.
Rika: Oh… é mesmo?
K-chan: Sim. Há muito tempo, minha alma não consegue descansar, porque ninguém nunca lavou as minhas meias! Que maluco deixa meias em exposição, que ainda por cima não são lavadas desde o século passado?
Rika: Desde o século passado! Minha nossa.
Rika terminou a narrativa do seu estranho sonho para o K-chan. Estava sentada em uma cadeira, na cozinha da Casa Verde.
Rika: O que achou do meu sonho, K-chan?
K-chan: Maluco.

– Essa história foi mais ou menos baseada num sonho que eu tive. E acabou saindo grande demais, espero não ter ficado cansativa para ler.

Listas, Silly Tales

Personagens cuidando de uma mansão por um dia.

Moon: É verdade que considero um tanto frustrante depois de uma semana sem posts no blog, eu recomeçar escrevendo uma lista. Estou tentando recuperar minha criatividade aos poucos! Sobre a história, escolhi alguns dos personagens que poderiam ou não serem escolhidos pela Tuta-sama, a guaxinim milionária, para cuidar de sua mansão.

1. Ficaria o tempo todo na cozinha – Hello.
Hello: Minha nossa, Beta! A sua comida é ótima. Quase tão boa como a comida do Barman.
Beta: Ah, obrigada! Você vai querer mais alguma coisa?
Hello: Bom. Eu acho que vou quer o doce!
Beta: Tem certeza que você vai aguentar?
Hello: É claro que sim… a sobremesa, por favor!

2. Ficaria no jardim – Kekekê.
Kekekê: O jardim das rosas está muito bem cuidado!
Falcona: Obrigada. Faço o possível para deixar as rosas bonitas, apesar de tomar cuidado com todas as flores.
Kekekê: É bem artístico! Deve dar um trabalho.
Falcona: Dá trabalho, mas é um grande prazer ver todas as floras de que cuido, crescendo tão lindamente.
Kekekê: Verdade. É algo simples e recompensador.

3. Ficaria na biblioteca – Tasketê.
Tasketê: (lendo muito interessado um livro sobre economia alienígena)
Beta: Você precisa de alguma coisa?
Tasketê: Oi?
Beta: Estou perguntando se tem algo de que precise, Tasketê.
Tasketê: Oh não, obrigado. Me chame só se tiver alguma coisa urgente!

4. Ajudaria todo mundo com as tarefas – Barman.
Maximiliana: Não precisa me ajudar! Posso fazer tudo sozinha.
Barman: Mas é muita coisa para uma pessoa só.
Maximiliana: Acredite, tenho bastante prática em encontrar pessoas perdidas.
Barman: A Tuta-sama se perde com tanta frequência assim?
Maximiliana: Em certas situações.
Barman: Entendo. Acha que vai dar certo atrair o Biscoito com chocolate?
Maximiliana: Não é a primeira vez que faço isso. Normalmente dá certo!

5. Acertaria qualquer pendência financeira da guaxinim – Rosalina.
Beta: Senhorita Rosalina, gostaria de tomar um chá?
Rosalina: Não, obrigada. Preciso resolver isso primeiro.
Beta: Mas você já fez bastante coisa. É preciso de um momento de descanso.
Rosalina: Depois! É melhor eu fazer primeiro, do que depois esquecer.

6. Daria problema pois ia ficar na cozinha roubando doce – Biscoito.
Beta: Alô, Tuta-sama? Você por acaso pediu para o Biscoito cuidar da mansão?
Tuta-sama: NEM DEPOIS DE BEBER SAKÊ EU FARIA UMA COISA DESSAS!
Beta: Está certo, Tuta-sama. Vou providenciar com a Maximiliana de tirá-lo da casa.
Tuta-sama: E nada de dar um docinho para ele ir embora!
Beta: Não custa nada pedir para ele sair, com algo em troca.

7. Nunca seria chamada para cuidar da mansão da Tuta – Maricota.
Tuta-sama: NEM PENSE NA POSSIBILIDADE!
Moon: Mas Tuta…
Tuta-sama: Não! Não! E não.
Moon: Tá bom.
Maricota: Não tem importância. Posso espionar da minha mansão, de binóculos.
Tuta-sama: Arrume uma coisa melhor para fazer!

Pixie Tales

Visitar uma pessoa com hábitos incomuns é uma experiência única.

Locutor-sama: Kekekê costuma fazer muitas visitas para seus amigos, e no dia de hoje ele foi visitar o duende Quichapa, que é tão estranho quanto o nome.
Kekekê: [Segurando uma sacola com a mão esquerda, ele toca a campainha do apartamento do Quichapa com a outra]
Quichapa: [abre a porta, com o longo cabelo cobrindo os olhos.] Olá, Kekekê!
Locutor-sama: Não sei como ele soube que era o Kekekê. Talvez pelo faro? Fica aqui um mistério não resolvido! Isso tem muito, nas histórias da senhorita Moon.
Kekekê: Oi! Tudo bem?
Quichapa: Tudo. Entra aí… a casa é sua. [Sai de frente da porta, e faz sinal com a mão para o Kekekê passar. É sempre um prazer ter a sua visita!
Kekekê: Obrigado! [Kekekê entra no apartamento do Kekekê, ainda com a sacola na mão.]
Quichapa: Sabe, você chegou em uma boa hora. Estou numa reunião com as morsas, para descobrir o significado do código mouse.
Kekekê: Morse. Código morse.
Quichapa: Ué, foi isso que eu disse. As morsas estão me dizendo que pode ser alguma coisa importante!
Kekekê: Morsas, mouse e morse. O que tem de ligação?
Quichapa: Se eu soubesse, não estaria falando com elas. E elas estão dizendo que foi um tal de House, que enviou a mensagem. [mostra a folha com a mensagem para o Kekekê]
Kekekê: Mas está escrito Mouse, não House.
Quichapa: Eu disse Mouse, Kekekê. Está surdo?
Kekekê: Talvez tenha sujeira no meu ouvido.
Quichapa: Morsas! Já decifraram a mensagem?
Kekekê: Não queria perguntar, mas onde estão as morsas?
Quichapa: Do outro lado, oras! Estou com um ponto para ouvir o que elas tem a dizer.
Kekekê: Entendi. E aqui tem uma câmera escondida.
Quichapa: Ah, você descobriu! Que olho de águia.
Kekekê: Queria entender o porquê de estarmos sendo filmados.
Quichapa: Estou fazendo uma colaboração para um programa de tevê extraterrestre.
Kekekê: Oh. O Tasketê ia gostar disso.
Quichapa: Não sei… as morsas podem ser um pouco esquisitas. São muito misteriosas, sabe? É claro que isso não é ruim.
Kekekê: Esquisito mesmo é quando você encontra uma criatura que nem sabe dizer o que é.
Quichapa: Pode ser chiclete que alguém pisou.
Kekekê: Chiclete. Chiclete?
Quichapa: Ué, eu espero coisas dos chicletes. Eles são cheios de surpresas!
Kekekê: Sei, sei. É um problema tirar chiclete de baixo do sapato!
Quichapa: Ah, mas podia ser pior…
Kekekê: Não, Quichapa! Não fale!
Quichapa: Podia grudar o chiclete no seu sapato, e ele grudar numa casca de banana.
Kekekê: Pensei que você ia falar outra coisa.
Quichapa: Não, não. O segredo é sempre surpreender as pessoas.
Kekekê: Legal. E a mensagem, já sabe o que diz?
Quichapa: Mensagem? Que mensagem?
Kekekê: A que você recebeu do Mouse, em código morse que as morsas estão decifrando.
Quichapa: Não tem mensagem nenhuma.
Kekekê: Não??! E o que você me mostrou.
Quichapa: Devia ser cola de batalha naval ou gabarito de prova, sei lá.
Kekekê: O papo está bom, mas vou ter que ir.
Quichapa: Ah, já? Tá bem. [vai abrir a porta para o Kekekê sair.] Tchau!
Kekekê: Tchau!
Quichapa: Até mais. [fecha a porta]
Kekekê: Caramba! Esqueci de dar parabéns para ele e entregar o presente de aniversário.
Sylvia: Kekekê? [esposa do Quichapa, chegou com sacolas de supermercado.]
Kekekê: Oi Sylvia, tudo bem? Quer ajuda com as sacolas de supermercado?
Sylvia: Ah, eu agradeceria. [coloca as compras no chão] Você veio entregar o presente de aniversário para o Quichapa?
Kekekê: Sim, mas ele falou de Mouse, morsas e código morse.
Sylvia: Não ligue para ele, o Quichapa já me confundiu com essa história. Entre, vou tratar você como visita de maneira adequada.
Kekekê: Obrigado! [Kekekê ajuda a carregar as sacolas.]

– Consegui escrever o Quichapa mais estranho que o Random. o_O E isso é bom… acho. Ou quer dizer que o Random está ficando normal demais, até mesmo para um boneco de palito.
– Pessoal, só para avisar: O próximo post só vai sair na segunda-feira que vem, no dia onze, porque eu preciso de uns dias de folga.

Consequence, Listas, Silly Tales

Personagens, a categoria Kekekê Tales virou Pixie Tales. O que vocês tem a dizer sobre isso?

Random: O NOME DO KEKEKÊ VIROU PIXIE???
Locutor-sama: Revelação interessante, deve ter sido por causa da numerologia.
Hello: Provavelmente! Quem não quer ter um nome numerologicamente aceito?
Rosalina: Um nome… numerologicamente aceito?
Alice: Dizem que a vida de muitas pessoas se altera, por causa de ter um nome diferente.
Barman: Pensei que só fosse permitido colocar outro nome, ou mudar uma letra.
Hello: Vai ver que duendes tem uma lei diferente sobre isso! Afinal de contas, são criaturas mágicas.
Alice: Ou pixie pode ser um pseudônimo.
Hello: Também!
Alice: O Kekekê tem uma vida secreta!
Locutor-sama: Todos os personagens da senhorita Moon tem uma vida secreta, e muito social.
K-chan: Fico mais tranquilo em saber disso.
Rika: Minha nossa! O K-chan falou… estou até impressionada.
K-chan: Eu não fico tanto em silêncio, assim.
Tuta-sama: O silêncio é a economia das palavras! Qual é o problema dele ser silencioso?
Rika: Mas ele tem que falar alguma coisa, de vez em quando.
K-chan: Então eu vou falar. Não acham que a categoria foi alterada para ser os personagens ligados com o Kekekê em geral? Como a sua esposa, os filhos e tudo mais?
Rika: É mesmo, não havia pensado nisso.
Tuta-sama: É bem mais provável, ué. O K-chan tem razão. A Moon economizou categoria. Ainda bem, porque a Matlde não merece uma só dela.
Matilde: EU OUVI ISSO.
Tuta-sama: Era para ouvir mesmo. O que tenho a esconder? Nada.
Hello: E quanto ao meu headcanon, que você leva uma vida paralela em um universo medieval? Tipo mestre dos magos e caverna do dragão, sabe.
Tuta-sama: Eu não sei sobre o que você está falando.
Hello: Não sabe? Quem não conhece caverna do dragão?
Matilde: Ela está se fazendo de boba, não se importe com isso. Voltando ao assunto, se agora a categoria do Kekekê virou um nome mais “genérico”, quer dizer que vou ter mais participações como personagem principal?
Locutor-sama: Não posso responder pela autora, já que ela muda muito de ideia.
Matilde: Moon! É bom que você escreva histórias comigo.
Moon: Fica na fila, porque a guaxinim está na frente. Ela é prioridade.
Tuta-sama: Não é todo mundo que pode ser tão importante.
Matilde: Isso é protecionismo?
Moon: Eu escrevi um monte de histórias com a Hello de principal, e isso não quer dizer nada. Ela nem é minha personagem preferida!
Hello: Co-como não?
Moon: Bem… você fala demais.
Tuta-sama: Mas você também fala demais.
Moon: Muito engraçado, Tuta. Tô morrendo de rir com a sua piada.
Kekekê: Você pode colocar a Matilde mesmo, Moon! É sempre bom escrever histórias com personagens principais diferentes.
Moon: Está bem, Kekekê. Mas só porque você falou…
Matilde: Tenho a impressão que você está zombando da minha cara.
Moon: Eu não!
Tuta-sama: Que mania de persiguição.
Random: Os marshmallows dormem!

– Eu adoro fins repentinos.

Happy Green Things

As ideias nunca dormem, nem dão uma pausa… Devem estar exagerando no café!

Era a madrugada do dia primeiro de novembro de dois mil e treze, e a Moon não conseguia dormir. As ideias provavelmente estavam enlouquecidas, no estúdio Happy Green Things. Decidida, foi até o local onde elas estavam, através de um portal dimensional, que fica em um local secreto do mundo real.
Moon: Louco é eu inventar que atravesso portais… Bom, não é para fazer sentido mesmo. Esquisito é ouvir a narração da história com a voz do Locutor-sama, sendo que ele está dormindo. Eu acho.
Andou pelo corredor escuro do estúdio, sem saber nem pelo menos onde estava o bendito interruptor. Será que foi retirado, por motivos cômicos e dramáticos?
Moon: Não, voz da minha cabeça. O interruptor deve estar aqui, em algum lugar! Hm… escuto risada dos duenditos. Pombas! Tinha que ser aquelas criaturinhas infames.
A luz se iluminou de maneira misteriosa no lugar. Tudo parecia claro, e nada assustador comparado à quando existia as sombras… Finalmente chegou no final do corredor, onde ficava a sala onde as ideias dormiam. Parou em frente da porta, para pensar na vida e questionar-se de quem veio primeiro… o universo ao a paçoquinha.
Moon: Tem vezes que penso na possibilidade de estar me enlouquecendo com a voz da minha própria cabeça. E é claro que o universo veio primeiro, oras! Se não, onde teria vindo a paçoquinha?
De um universo paralelo, ué. A Moon abriu a porta, calmamente para as ideias com sono leve não acordarem. O esforço dela foi em vão, porque não tinha nenhuma ideia lá. Onde elas estavam? Para onde elas foram?
Moon: Não comece a me confundir… Ideias? Onde vocês estão?
Lalali: Moon? O que faz aqui, acordada a essa hora? [abriu a porta da outra sala, que ficava do lado direito.]
Moon: Sei lá. Olá, Lalali. [cara de sono.] O que conta de novo?
Lalali: Autora, são cinco horas da manhã.
Moon: As ideias não me deixaram zzz dormir…
Lalali: Que bom que você falou dormir, porque por um momento me assustei com os “zzz”. Não fez muito sentido, ou era para ser uma onomatopeia?
Moon: Era para ser uma onomatopeia. Onde estão as ideias?
Lalali: Dando o maior trabalho, assistindo Torrão de Açúcar.
Moon: Hm… o que é torrão de açúcar?
Lalali: Não me pergunte, que eu também não sei.
Moon: E porque você não estava dormindo?
Lalali: Quando as ideias estão agitadas, nós temos que fazer turnos. Eu acabei de levantar, depois da Cola-sama ter vigiado as ideias.
Moon: Coitadinha das ideias, sendo vigiadas por elas.
Lalali: Er, Moon vá dormir. Você está até andando torta.
Moon: Eu não vou sair daqui até saber o que há de errado!
Lalali: A sessão madrugada que as ideias estão assistindo?
Moon: Não… tem que ser alguma coisa!
[Biscoito apareceu segurando um pedaço de bolo de chocolate.]
Biscoito: Preciso… fique aqui comigo, precioso! Nós gosta de ficar aqui, no cantinho não é? PRECIOSO.
Lalali: [espantada]
Mooon: MEDO, vou voltar para a minha cama e dormir, tchau!