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Green House Stories

Natal na Casa Verde – Parte Dois. (Última)

Na Casa Verde, corredor.
Moon: (indo até a cozinha) Estamos aqui na segunda e última parte da história de Natal. Quem não gosta de uma boa história temática? (roupa vermelha e verde, segurando um microfone) Pelos meus cálculos, nessa hora o Barman deve estar furioso, já que seu irmão mais novo, Sebastian, bagunçou a cozinha. Quê é que cê tá fazendo por trás de mim, Locutor? (se vira para o narrador que está quieto)
Locutor-sama: (de folga, então está em silêncio)
Moon: É bom você não me responder. Tá de folga, lembra?
Locutor-sama: (faz um sinal afirmativo com a cabeça)
Moon: Já na cozinha, vejo que o Barman está furioso com seu irmão. – apesar de não estar berrando e soltando um monte de palavrão – Hello, muito politicamente correta, está tranquilizando um pouco a situação. Essa mulher tem poder. Ah, só quê o mordomo da Casa Verde – o Barman – está bravo por vê-la consolando o irmão.
Hello: (interrompe a conversa com o Sebastian) Ah! Feliz Natal, autora. Qual é a dos chinelos? Não tem salto alto?
Moon: Pô, salto alto? Desconfortável.
Hello: Tamancos?
Moon: Vai implicar com o meu chinelo? Olha que gracinha, com essas estampas modernas. Branco com rosa. (tira um dos chinelos do pé)
Hello: Ok, uma graça. Mas cadê as estampas modernas?
Moon: Ah. Esqueci que essas coisas saem com o tempo. Juro que eram estampas estilosas.
Locutor-sama: (nervoso pois quer narrar)
Moon: Fique de boca fechada, narrador de folga!
Locutor-sama: (faz outro sinal positivo com a cabeça)
Moon: Fale ao invés de fazer isso, pombas!
Hello: Você está confundindo o Locutor-sama.
Moon: Qual o problema com isso?
Hello: Coitado, deve ser uma tortura para ele.
Moon: Ora, ele tá de folga. Como gosta do trabalho dele.
Hello: E gostar do trabalho não é algo bom?
Moon: Hello, você tá tão politicamente correta hoje, que estou ficando nervosa.
Hello: É o espírito de Natal. Olha só, até o Barman se acalmou.
Moon: Provavelmente por sua causa… (pensando)
Barman: (sentando em uma cadeira de braços cruzados) E agora?
Locutor-sama: (querendo falar mas não pode)
Moon: Gente, essa cozinha tá um caos.
Sebastina: Me desculpem. (tentando ser sincero)
Barman: Deixa para lá. Acidentes acontecem… (tentando não ficar mais bravo)
Moon: Bom, como autora, posso solucionar o problema.
Barman & Hello: É mesmo?
Sebastian: Que coisa! (contente)
Moon: Só que tem um dois poréms. Primeiro, me dê o mistletoe, Sebastian.
Sebastian: Mistletoe? Que Mistletoe?
Moon: O visco, cara. Me dê, tá no seu bolso, que eu sei.
Sebastian: (dá o mistletoe) Mas é uma tradição de Natal!
Moon: De fato. Guarde isso, Locutor-sama. (dá para o narrador que estava do seu lado) Hello, dê um beijinho para o Barman. Esse é o meu segundo porém.
Hello: Beijinho? Tá bom.
Barman: Quê? (surpreso)
Hello: (dá um beijinho – o doce – para o Barman) Tô. Eu mesma que fiz!
Sebastian: E eu queria que ele tivesse um presente de Natal legal…
Moon: (bate com a mão na testa) Devia esperar que você fosse entender dessa maneira. (olha para a Hello com uma expressão brava)

– Feliz Natal! Não esqueçam, tem a história bônus, dez e meia da manhã. Está programada. Se puderem ler, agradeço bastante. Ter três histórias hoje, é meu presentinho de Natal para vocês, leitores do blog. Espero que gostem.

Green House Stories

Natal na Casa Verde – Parte Um.

Perto das oitos horas, na casa Verde, cozinha principal.
Hello: (com um vestido vermelho e um gorrinho de natal na cabeça) Natal! Melhor época para se comer, e para variar, nesse ano, estou ajudando na cozinha.
Barman: Agradeço muito a sua ajuda. Está difícil esse ano, já que veio bastante gente.
Hello: Não tem problema. Estou sem o que fazer, mesmo.
Barman: Não quer um avental?
Hello: Opa! É mesmo. Por sorte, não me sujei. (pega um avental e amarra) Pronto!
Barman: Será que fiz rabanadas o suficiente?
Hello: Fez sim, pô! Olha só na mesa da cozinha. Não tem o suficiente, para você?
Barman: (olha para a mesa que está coberta de bandejas de rabanada)
Hello: O que você me diz?
Barman: Tem razão. Mas você sabe, o pessoal por aqui, come.
Hello: Eu também como, então não tem problema.
Barman: O Alli e o Oléo fizeram bacalhau suficiente?
Hello: Acredito que sim, pelo que vi. (os ajudantes de cozinha estavam em outro local) Fizeram pratos secundários, como você pediu.
Barman: Ótimo!
Hello: Natal é uma época maravilhosa, não acha?
Barman: Pode até ser, mas muito cansativa.
Hello: Você pode tirar folga, se quiser.
Barman: Não precisa, ainda temos o ano novo. (vê o irmão dele se aproximando com algo na mão) Sebastian!
Sebastian: Olá, mano! Tempão, hein?
Barman: O que faz por aqui? Não tinha que, como presidente da Casa Verde 2, passar o Natal lá?
Sebastian: Olha, a mamãe tá por lá. Para quê eu ficar? Quis vir para cá, sabe. Você realmente tem muita sorte. Pode trabalhar com várias garotas bonitinhas…
Barman: Com licença, Hello. (puxa o irmão pelo braço)
Hello: Toda. (aproveita e pega uma das rabanadas para comer)
Barman: (puxa o irmão mais novo para o corredor) O que você pensa que está fazendo?
Sebastian: O que eu quero, ué. Fiz algo de errado?
Barman: Não vejo nada de muito simpático você dizer que tenho sorte, sendo que trabalho bem duro por aqui, fazendo o que gosto porque quero, não por causa do motivo que acabo de ouví-lo dizer.
Sebastian: O que há de errado em dizer “garotas bonitinhas”? Pelo que escuto por aí, estou até sendo bastante educado. E se eu disse no lugar disso, substituindo por “gatas”, era capaz de você me dizer que o único felino que tem por aqui é o gato de estimação da Hello.
Barman: De fato eu diria isso. Mas como sabe que a Hello tem um gato?
Sebastian: Ora, porque simplesmente eu sei. Sou bem informado, viu?
Barman: Ótimo. Você é bem informado, que bom. Agora vá esperar na mesa, junto dos outros.
Sebastian: Junto do primo, que está mais silêncio do que uma múmia, ou do seu amigo nerd chato Fábio? Ah, tenho o jardineiro também, que é louco. A Rosalina nem posso me aproximar dela, já que ela não vai com a minha cara.
Barman: Não se faça de coitado, Sebastian. Tem cententas de pessoas por aqui, hoje. Dá muito bem para você se enturmar.
Sebastian: Não estou muito afim. Acho que irei passar o dia com você.
Barman: Comigo?
Sebastian: Ora, você é meu irmão, né? Nós não nos vemos faz bastante tempo. Além do mais, não vejo nada de errado em ficar por aqui.
Barman: Pois eu vejo algo de errado.
Sebastian: Relaxa. Não faria nada que estragasse sua reputação de mordomo.
Barman: Reputação? Desde quando me importo com algo do gênero?
Sebastian: Bem, você nunca disse isso, mas é o que me parece.
Barman: Então você me interpretou errado.
Sebastian: Pode até ser…
Hello: (apareceu no corredor do lado dos dois pois viu que eles estavam demorando bastante) Rapazes, não vão voltar para a cozinha? Está quase pronto. Só falta servir.
Barman: (surpreso) Ah, então vamos servir. Vou chamar os outros para ajudar.
Sebastian: Eu ajudo também!
Barman: Não precisa.
Sebastian: (corre para a cozinha)
Barman: Volte aqui, Sebastian! (corre atrás do irmão)
Hello: Qual o problema dele ajudar? (corre junto para a cozinha)
Barman: O Sebastian é o verdadeiro caos, na cozinha!
Hello: Ora, você não tá exagerando?
Barman: (chegou na cozinha principal) SEBASTIAN! (bravo)
Sebastian: Ops. (o local está um caos)
Hello: Que ninja, fez toda essa bagunça num período de tempo curto!

– A parte dois (e última) vai sair hoje mesmo, daqui a dez minutos. Tem um bônus dez e meia da manhã, uma das melhores histórias que já escrevi. Gostei bastante. Não posso dizer com certeza que todos vão gostar, claro. Esperem e vocês podem ter uma opinião.

Silly Tales

Quando a autora muda o título da história várias vezes quer dizer que ela ainda não está satisfeita.

Na Mansão da Tuta-sama, jardim da frente.
Hello: (chegou de moto) Oi! Desculpe a demora.
Tuta-sama: Sorte sua que a Matilde ainda não chegou.
Hello: A Matilde? O que ela tem a ver com isso?
Tuta-sama: Ela está vindo com as crianças para cá.
Hello: Entendi. Eu vou encher a piscina, então. Onde posso colocar?
Tuta-sama: Perto do local que tenha uma mangueira próxima, se for possível.
Hello: Beleza. (anda até o lugar do jardim que a guaxinim sugeriu) Aqui deve estar bom! (começa a encher a piscina com a bomba de ar)
Tuta-sama: Bem, e quanto a água?
Hello: Calma, minha cara. (liga a mangueira e enche a piscina) Prontinho.
Tuta-sama: Bem na hora! (boceja) A Matilde chegou.
Matilde: (abre a porta do carro logo após estacionar) Não corram, crianças!
Zezé e Tadeu: (correndo como uns dois doidos) Piscina, piscina!
Matilde: Ah, nem adianta falar…
Zezé e Tadeu: (na piscina) Obrigada, dinda! Oi, tia Hello!
Hello: Oi, crianças.
Matilde: Obrigada por deixá-las brincar na piscina, Tuta.
Tuta-sama: Não precisa me agradecer. Você educada me assusta.
Hello: Bem, vou indo Tuta. Preciso ir comprar um mangá. Tchau para vocês!
Tuta-sama: Tchau.
Matilde: Até mais.
Zezé e Tadeu: Tchau, tchau!

Na loja de mangás da Cidade dos Cinco Monumentos.
Hello: (sai da moto) Ah, o Paraíso dos Mangás! Essa loja é maravilhosa. (pensando)
Moon: O que faz por aqui, dona Hello? Não devia estar trabalhando?
Hello: (leva um susto enorme) O que é isso? Você está por aqui?
Moon: Tô. Algum problema? Sou a autora, posso vir quando eu quiser.
Hello: Puxa vida, ser autora tem a suas vantagens.
Moon: Nem tantas. Tem uma grana para me emprestar?
Hello: Grana? Opa! Esqueci minha carteira!
Moon: (bate com a mão na testa) VOCÊ ESQUECEU A CARTEIRA?
Hello: Calma, não precisa gritar!
Moon: Pombas, pombas, pombas! Eu preciso de um suco de uva urgente!
Hello: Bem, eu vou passar no banco.
Moon: A loja dos mangás não passa cartão, pombas!
Hello: Calma, calma! Eu sei disso. Por isso disse que vou passar no banco…
???: As senhoritas estão com algum problema?
Moon: Sebastian!
Hello: Sebastian? Qual?
Moon: Esse aqui é o Sebastian, o irmão mais novo do Barman.
Hello: Ah! (surpresa) Ele realmente parece um pouco com o Barman…
Sebastian: Então, já que a autora está aqui, posso ajudar em alguma coisa?
Moon: Ajudar? Você tem dinheiro?
Sebastian: Sim, eu tenho. Vim comprar o volume dois do mangá Detergente. Vocês estão sem?
Moon: Sim, mas sem piadinhas.
Sebastian: Que absurdo, não se deve zombar de senhoritas tão simpáticas como você.
Moon: Passa a grana logo, bonitão. (olha com uma expressão impaciente)
Sebastian: Ah, você me acha bonitão?
Moon: Normalmente os personagens que tem algum parentesco com o Barman são bonitões… pare de falar e me passa o dinheiro, por favor.
Sebastian: Ah, me distraí. Tome. (dá o dinheiro nas mãos da Moon) Não precisa se preocupar em me devolver…
Moon: Lógico, eu sou a autora, não tenho que dever favor para nenhum personagem meu.
Sebastian: De qualquer forma, mande um abraço para o meu irmão, Hello.
Hello: Claro!
Sebastian: Tchau para vocês, garotas! (vai embora)
Moon: Hmph.
Hello: O que foi?
Moon: Esse cara é muito chato.
Hello: Ué, mas ele é irmão do Barman.
Moon: Ele é irmão do Barman, mas não é como ele. (põe uma moeda na máquina de sucos que tem perto da loja de mangás) Ah! Finalmente, suco de uva!
Hello: Me diga, como você acha chato um personagem que você mesma criou?
Moon: Tenho direito, como autora, de criar personagens chatos.

– Tenho várias ideias para o próximo post. Preciso decidir qual delas usar!

Green House Stories, Happy Green Things

Personagens voltam, pois um deles está atualmente terminando seu treinamento, para virar mordomo. Dizem que é uma escola organizada pelos ursos das florestas nas montanhas. Desconfio que o local seja na Terra Mediana. O Balinha deve ter conhecido ele, por aí. Sabe como é… Ursos são amigos de anões! O Tobi não tem nada a ver com isso.

Moon: Olá! Estamos aqui, com mais uma animada história para o blog.
Locutor-sama: Você está bastante animada, senhorita Moon.
Moon: Pois é, meu caro narrador! Sabe o quê é?
Locutor-sama: Não.
Moon: O fim do ano está chegando! E com ele, bastante comida! Huhuhu!
Locutor-sama: Essa risadinha me lembrou do esquilo Filbert, de Animal Crossing.
Moon: Não entendo o porquê de nós, aqui no Brasil, termos o costume de comer tanto. Estamos no verão… não estamos?
Locutor-sama: Normalmente em dezembro é verão. A não ser que você esteja em outro local no mundo. Tudo depende do seu ponto de vista…
Moon: Interessante.
Locutor-sama: Algo mais a dizer antes que eu vá trabalhar?
Moon: Dá para me servir um suco de uva?

Locutor-sama: Depois de servir um suco de uva para a autora, cheguei aqui na Casa Verde, para ver o que há de novo.
Hello: (jogando xadrez) Bom dia, Locutor. Não há nada de novo.
Rika: (jogando também) É. Tudo muito parado.
Locutor-sama: É verdade? Que pena. Eu ouvi dizer algo de interessante.
Hello: Fofoca?
Rika: Sou toda ouvidos.
Locutor-sama: Um outro personagem antigo está para voltar.
Hello: Outro? Quem?
Rika: É! Quem é?
Locutor-sama: É alguém bem antigo. Acredito que a Senhorita Rika irá lembrar.
Rika: Eu? (pensando um pouco para ver se lembrar)
Hello: Puxa vida, isso que dá ser personagem novo…
Locutor-sama: Você não é personagem tão novo assim.
Hello: Antigamente você era o Senhor Itálico, a Rika era Senhorita X e o Coke-san era… era… Todos, não é? Acho que sim.
Locutor-sama: Senhor Itálico? Tem certeza disso?
Hello: Você não se lembra?
Locutor-sama: Bom, faz tanto tempo. Minha memória não é cem por cento perfeita.
Rika: Ah! K-chan!
Hello: K-chan? Outra mulher?
Locutor-sama: K, de Katsu. É um homem, na verdade.
Hello: Velho?
Rika: Não, ele tem mais ou menos minha idade. Nossa diferença é de alguns meses.
Hello: Ah, então ele tem dezoito. Entendi.
Locutor-sama: Quando será que ele vai aparecer? Estou curioso.
Hello: É mesmo?
Rika: Pelo que eu soube, parece que ele mudou bastante.
Locutor-sama: Mudou mesmo. Agora ele é um rapaz simpático.
Hello: K-chan. A Moon é boa para nomes… criativos.
Rika: Ah, mas esse apelido fui eu que dei. Fica mais bonitinho, não acha?
Hello: É bonitinho, de fato. Tudo que tem “-chan” fica um pouco mais bonitinho.
Random: (aparece repentinamente) Oi!
Locutor-sama: Oi, Random. “Bonecos de Palito dizendo oi”. Só veio você?
Random: Pois é. O pessoal tá atrasado.
Locutor-sama: O mundo está cheio de bonecos de palito.
Hello: Essa foi profunda!

Happy Green Things

12/12/12 Quem está aqui para ver essa data passando tem muita sorte, pois a próxima vez só vai ser nos anos 3.000! Já imaginou?

Primeiro eu tinha pensando em programar esse post para a noite, mas mudei de ideia. Imaginem que já estou me adiantando, pois na dimensão das histórias de Silly Tales já é de noite.

Locutor-sama: Hoje é um dia muito especial. As lendas dizem que seremos invadidos por batatas gigantes que soltam lasers pelos olhos, uma estranha manifestação de pudims e cupcakes bonitinhos de pelúcia, uma invasão de alienígenas ninjas. De qualquer forma, meu caro leitor. Daqui a pouco é meia-noite. Se não acontecer nada durante esses dez minutos, não espere acontecer algo de muito doido no dia 21 de dezembro. Pensamento positivo e nada de pânico. Fiquem apavorados apenas se as pessoas no lado de fora comecem a tocar música alta nos carros.
Moon: Isso sim é que é fim do mundo! Se vocês querem ouvir música, conhecem a maravilhosa tecnologia futurística muito conveniente chamada FONES DE OUVIDO.
Locutor-sama: Acalme-se, senhorita Moon. Você nem sabe o que vai acontecer no dia 12/12/12. Esse post é adiantado!
Moon: Eu sei disso, meu bom Locutor. Não precisava dizer!
Locutor-sama: Eu nem ia falar, mas você acabou escrevendo a minha fala.
Moon: Tem razão. Não havia pensando nisso. De qualquer forma, não vamos pirar mais com coisas sobre o fim do mundo, certo?
Locutor-sama: Nós temos que esperar até o fim do ano.
Moon: Pombas. Cansei dessa história de fim de mundo. A Terra tá aqui até hoje, e as pessoas insistem em dizer que vai acontecer algo terrível com ela.
Locutor-sama: É difícil de convencer as pessoas.
Moon: Não estou aqui para convencer ninguém, Locutor. Estou apenas comentando. Vocês estão lendo mangá demais. Ou jogando videogame demais. Relaxem, pessoas.
Locutor-sama: Senhorita Moon, você acredita que existe a possibilidade de entrarmos em uma nova era?
Moon: Eu sei lá. (muito sincera)
Locutor-sama: As coisas podem mudar de agora em diante.
Moon: Deve ser a reforma que estão fazendo na Cidade dos Cinco Monumentos.
Locutor-sama: De fato, os jardims vão ficar muito bonitos.
Moon: Acho que é obra daquela simpática guaxinim milionária.
Locutor-sama: O que é que tem a Tuta-sama?
Moon: Ela que é a prefeita da cidade.
Locutor-sama: Que coisa, senhorita Moon. Todos sabem que ela não é…
Moon: Ora, Locutor! Ela é rica. Deve ser a verdadeira prefeita da cidade, e pronto.
Locutor-sama: Não sei bem o que dizer, senhorita.
Moon: Você pode parar de me chamar de senhorita?
Locutor-sama: Como devo chamá-la, então?
Moon: Oras, de Moon! Ou Shizuka, se preferir.
Locutor-sama: Não posso tratá-la dessa maneira, senhorita Moon.
Moon: Ai, ai… Narradores dramáticos e teimosos. (bate com a mão na testa) E o que é que vocês estão fazendo? Vão dormir, pessoas. Boa noite e sonhem com os duendes! (ou com qualquer outra coisa que vocês gostem de deixem vocês felizes)

Green House Stories

Mistérios que parecem um tanto suspeitos e esquisitos tem na verdade uma solução muito simples. Aprendi essa com um certo simpático detetive. Dizem que ele gosta de suco de uva, mas não supera seu vício pelo café.

Casa Verde, jardim da frente.
Locutor-sama: Ontem conseguimos resolver o problema da máquina enorme, felizmente o Fábio soube encaixar os fios nos lugares corretos. Quem diria que existe um livro assim na biblioteca da Casa Verde, chamado “Os lugares corretos dos fios das máquinas enormes e alienígenas”. É intrigante saber que existem coisas tão úteis nos livros. Que bom que o filho da velhinha… quero dizer, o Fábio leu esse livro outro dia, acreditando que era alguma história doida de ficção científica. Sorte a nossa, não acham?
Hello: (abre a porta da frente) Locutor, você está fazendo o quê?
Locutor-sama: Tomando chá, posso saber o motivo da sua pergunta?
Hello: É que tem algo acontecendo perto do monumento do coqueiro!
Locutor-sama: E o que está acontecendo?
Hello: Não sei, e ninguém por aqui sabe. Estava esperando que um narrador dramático, viajante de dimensões, tempo, planetas, etc, etc possa me explicar o que está acontecendo. Pode vir, por gentileza?
Locutor-sama: Está bem, eu vou com você para ver o que pode estar acontecendo.

Casa Verde, lado esquerdo da parte de fora.
Hello: Pessoal! Achei o Locutor-sama!
Rika: Ah! Que bom!
Barman: Será que você pode explicar o que está acontecendo?
Malvino: Que coisa intrigante e assustadora!
Boon: Uma loucura.
Zaltana: Nunca vi algo igual…
Miss Cupcake: Que troço mais esquisito.
Rosalina: Tem certeza que você não fez nada aqui, Wolf?
Wolf: (fazendo carinha de fofo) Não. Mas é uma ótima ideia!
Miss Cupcake: Não se deixe levar pela carinha fofa dele, Rosalina!
Alice: Será que é algo de alienígenas?
Fábio: Sei lá! Mas que não é comum, isso sabemos.
Locutor-sama: O coqueiro brilhava. É como se fosse abrir uma porta. Alguém vem de uma outra dimensão. Relaxem, não é nada de ruim.
Hello: Tem certeza? (com uma arma de laser no bolso)
Locutor-sama: Confie em mim.
Barman: Não é algo difícil. Mas será que teremos um visitante agradável?
Malvino: Pensamento positivo!
Boon: Positivo! Tô tentando!
Zaltana: Ai, que bobagem.
Locutor-sama: O brilho parou. Uma figura pequena saía de dentro do coqueiro (que cena mais esquisita). Era conhecida, e então todos se tranquilizaram…
Barman: Kekekê?
Kekekê: Oi gente!
Hello: Ufa! (respira aliviada)
Kekekê: Não posso falar muito. Quem achou um desenho infantil no jardim daqui?
Alice: Eu. Esse aqui, né? (dá o papel para o Kekekê)
Kekekê: Obrigadinho. Um momento que já explico. (entra no coqueiro por alguns minutos e depois volta) Ah, pronto. Está entregue. (desce com muito cuidado)
Barman: Então.. O que houve, meu bom amigo?
Kekekê: Vocês acreditam em outras dimensões?
Alice: Sim.
Fábio: Quem não acredita? Eu acredito.
Wolf: Em todas as dimensões, sou fofinho assim.
Miss Cupcake: Calado, seu metido. (dá um beliscão no Wolf)
Wolf: Ai! Essa doeu!
Zaltana: Acreditamos, mas tipo assim… dá para falar logo?
Kekekê: Bem, uma outra versão minha, chamada “Príncipe Kekekê” estava procurando um desenho feito pelos seus filhos.
Alice: Pensei que fosse desenho alienígena.
Kekekê: De fato era, mas não exatamente.
Hello: Como assim?
Kekekê: Me parece que as crianças aprenderam a desenhar uma máquina destruidora de piñatas. Pobrezinhas!

– Salvem as piñatas! #johnnybravofeelings.

Green House Stories

Quando você econtra algo de estranho no jardim, faz qualquer um refletir se é algo real ou não. E se isso na verdade for um sonho muito louco?

Na Casa Verde, na cozinha.
Locutor-sama: É um dia igual aos outros, pelo menos é assim que gostaria de começar essa história. Algo grande, estupendo e misterioso está para acontecer, eu sinto isso! Pelo menos sempre acontece algo do gênero quando as minhas meias começam a cantar…
Alice: (sentada na cadeira da mesa da cozinha) Você está vendo isso, Hello?
Hello: (também sentada na cadeira da mesa da cozinha) Um papel com desenhos? O quê é que tem, Alice?
Alice: Será que isso é coisa de alienígenas?
Hello: Provavelmente, afinal dizer que é algo feito por um terrestre não tem muita graça, não concorda?
Alice: Isso é sério, Hello. Você pode me dizer o que acha desses desenhos que encontrei no jardim da Casa Verde?
Hello: (olha para os desenhos e faz uma cara séria) Eu sei o que são esses desenhos, Alice.
Alice: E esses desenhos são…
Hello: Horríveis!
Alice: (bate com a mão na testa) Você não vai realmente dizer algo que não seja óbvio, Hello?
Hello: Desculpa, Alice. É que eu não sei bem o que dizer…
Barman: O que tem de mais nesse desenho, afinal de contas?
Alice: É um desenho misterioso, que apareceu repentinamente no jardim, quando houve o apagão!
Barman: Esse desenho pode ter voado de alguma casa com a janela aberta, ué.
Hello: Você tem um pensamento muito simples, Barman. Com esse desenho, está na cara que alienígenas não sabem desenhar!
Alice: Você cismou com a qualidade do desenho, não é?
Hello: Não é a questão da qualidade, e sim que ele foi desenhado dessa maneira propositalmente.
Barman: É mesmo?
Hello: Alguém desenhou isso e deixou no jardim para algum de nós descobrirmos, e acabar nos deixando loucos e intrigados.
Rika: (aparece na cozinha junto dos abacaxis) Bom dia, gente. Qual é a novidade?
Zaltana: Estou cansada de ouvir essa história. Nunca tem nenhuma novidade do meu interesse, acontecendo aqui!
Malvino: Você não cansa de ouvir essa mesma música, Boon?
Boon: Oi? (com fones de ouvido e som alto)
Hello: A Alice achou uns desenhos estranhos no jardim.
Rika: Sério? Será que é o desenho que o Coke-san está procurando?
Barman: Realmente, ouvi ele dizer que estava procurando um desenho. Será que é dele?
Zaltana: (olha por trás da Hello o desenho) Não sei… Será que é dele, mesmo?
Alice: Ué? Não parece com o traço do Coke-san?
Zaltana: Já vi uns desenhos dele, e não são tão mal desenhados assim.
Hello: Você quer dizer que o Coke-san é um artista que deveria ter sua arte reconhecida?
Zaltana: Nem tanto…
Rika: (olha o desenho em cima da mesa) Ele joga xadrez melhor do que desenha! E olhando bem, não é dele não, esses rabiscos…
Malvino: (outro que analisa o desenho) Que desenho mais mal feito!
Boon: (desliga o MP3 dele e também vai ver o desenho) Até eu sei desenhar melhor.
Hello: Nenhum de vocês vai dizer algo de diferente sobre esse desenho?
Alice: Ah, vocês todos são tão críticos. (suspira)
Barman: Será que isso não é um desenho de um dos filhos do Kekekê?
Hello: Não, meu caro. Já vi os desenhos dos gêmeos, e são bem diferentes desse daí…
Alice: Já vi que isso não vai a lugar nenhum.
Hello: Não dá para pedir sugestões para pessoas loucas, Alice.
Alice: As pessoas normais estão em falta pr aqui. E qual seria a graça de pedir a opinião delas?
Hello: Realmente. Talvez não teria graça nenhuma!
Zaltana: Existem coisas melhores de se fazer para aproveitar o dia! Vou embora.
Malvino: Acho que vou ficar embaixo do ventilador, até a hora do almoço.
Boon: Boa ideia, Malvino!
Locutor-sama: Os três abacaxis saem da cozinha. E eu estou aqui, fazendo um pequeno lanchinho.
Barman: Você fez essa torta fria num período de tempo tão curto?
Locutor-sama: Tenho as minhas técnicas, primo.
Rika: Então… no final, não deu para descobrir o que é esse desenho.
Alice: Bem, resta uma opção.
Rika: Qual?
Hello: Você vai pedir a opinião de uma pessoa normal e sábia? É quem estou pensando?
Alice: Ele não é bem uma pessoa…
Hello: Você me entendeu.
Rika: De quem vocês estão falando?
Alice e Hello: Do P-san!

Happy Green Things

Nem sempre dá para escrever uma história com um roteiro épico, engraçado, interessante, filosófico e profundo. É melhor optar por algo mais simples, do gênero “misturando ideias aleatórias que no final resultou nisso”.

Locutor-sama: Hoje é um dia como todos os outros. Nada de muito diferente.
Moon: Você sabe qual é o sujeito da frase “É proibido estacionar?”
Locutor-sama: Tem sujeito nessa frase?
Moon: Sujeito a guincho.
Locutor-sama: (dá uma risada) Essa foi engraçada.
Moon: Essa é a primeira vez que vejo você rir.
Locutor-sama: Dou mais risada nas minhas horas vagas.
Moon: Então quer dizer que você tem uma outra face?
Locutor-sama: Sempre pensei que quem tivese outra face usasse máscara.
Moon: Isso não faz sentido, mas acho que você deve ter razão.
Locutor-sama: Não tenho outra face, já que não uso máscara.
Moon: Fica difícil imaginar você usando uma.
Locutor-sama: Acha que eu não combino?
Moon: A menos que você faça algum papel de ladrão.
Locutor-sama: Você me escolheria para fazer um papel desses?
Moon: Se me faltasse opção. Mas aí ia dar trabalho trocar o narrador.
Locutor-sama: Preciso fazer uma pergunta curiosa.
Moon: Depende. Qual é?
Locutor-sama: Será que você vai conseguir postar todos os dias em dezembro?
Moon: Você não acredita que eu consiga?
Locutor-sama: Acreditar em acredito, mas e quanto ao mundo?
Moon: Você não acha que ele vai acabar, acha?
Locutor-sama: Nunca se sabe.
Moon: Essa história do mundo acabar com hora marcada não é muito convincente. Se o mundo fosse para acabar, não ia ter uma data fixa, não concorda?
Locutor-sama: Você tem razão.
Moon: Bem, é só esperar até o dia, para ver o que vai acontecer.
Locutor-sama: E se nesse dia estaria um tempo ótimo, e todos esquecessem a possibilidade do mundo acabar?
Moon: Não sei se as pessoas fossem esquecer isso tão fácil. Só não entendo uma coisa. Estamos em um mundo tão moderno, porque ainda temos esse pensamento que parece que veio dos primeiros séculos do mundo?
Locutor-sama: Possivelmente porque as pessoas do mundo não mudam.
Moon: Será que era assim com os dinossauros?
Locutor-sama: O que tem os dinossauros?
Moon: Me pergunto se eles temiam o fim do mundo.
Locutor-sama: Não acho que seja possível.
Moon: Concordo. Eles só deviam ficar só no “GAAAR”. Ou seja lá qual for o som que eles faziam. Não estava lá para ver.
Locutor-sama: Se fosse possível ter uma máquina do tempo, você gostaria de ver os dinossauros ao vivo?
Moon: Não. Dinossauros tem que ficar no tempo deles, e eu no meu. Eles são criaturas tão estranhas. Ou melhor, eram. Será que era coisa de alienigena?
Locutor-sama: Os dinossauros?
Moon: Sim. E quando caiu o meteoro, ou sei lá, foi um ovni, na verdade!
Locutor-sama: Um OVNI?
Moon: Exatamente. É por isso que eles sumiram do nosso planeta. Eles foram levados!
Locutor-sama: Interessante teoria.
Moon: Sim, eu sei.
Locutor-sama: Existem pessoas que acreditam que certos animais tenham alguma relação com os dinossauros.
Moon: Não deve ter sobrado espaço na nave para todos eles. São muito grandes, não devia ser muito prático.

– Ouvi essa piada do sujeito a guincho outro dia. Pode ter sido sem graça, mas eu achei engraçada.
– Estou precisando escrever outra coisa além de Casa Verde e Happy Green Things. Começou a virar rotina. Bom, não tem importância.

Green House Stories

Comprar coisas pela internet é viver perigosamente, e se acabar vindo junto do que você pediu um hamster fofinho querendo dominar o mundo?

Na Casa Verde, sala de estar.
Locutor-sama: Hoje é um domingo um tanto incomum pois está chovendo, depois de muito tempo, na Cidade dos Cinco Monumentos…
Hello: (sentada na cadeira em um canto, usando um notebook que estava em cima da mesa) Veja só, Ramsés! Não acha que vale a pena tentar participar dessa incrível promoção?
Ramsés: (no colo da Hello) Isso depende, de qual promoção você está falando?
Hello: Um OVNI quebrado, por um preço ótimo!
Ramsés: O que você vai fazer com um OVNI quebrado?
Hello: Consertá-lo para usar, ué.
Ramsés: Hello, você já tem um OVNI!
Hello: É?
Ramsés: Pelo menos você tinha um. Aconteceu alguma coisa com ele?
Hello: (pensa um pouco) Acho que ele acabou sendo distruído.
Ramsés: E como isso aconteceu?
Hello: Deve ter sido quando eu salvei nosso planeta da invasão dos morangos que gostavam de cantar músicas clichês. Eles se tornam um tanto violentos quando estão nas suas naves, é assustador!
Ramsés: Mesmo assim ainda acho que não compensa comprar um OVNI quebrado, quando você tem dinheiro para comprar um em melhores condições.
Hello: Talvez você tenha razão. Ainda bem que tem muito mais ofertas!
Ramsés: O que foi que você viu, agora?
Hello: Uma peruca de alienígena! Ou melhor, três pelo preço de uma.
Ramsés: Esse é o tipo de oferta que considero mais perigosa.
Hello: O que tem de mais comprar uma peruca alienígena?
Ramsés: Estou falando das ofertas três pelo preço de um.
Hello: Sei… o que tem demais?
Ramsés: Você já comprou coisas defeituosas assim, lembra?
Hello: Ah, mas acidentes acontecem!
Ramsés: Você não tem perucas suficientes?
Hello: Mas… mas é uma peruca alien!
Ramsés: Acho mais fácil você ir na lojinha de fantasias que tem por aqui, assim dá para ver a peruca. Na internet não é muito confiável.
Hello: Que tal um buquê de flores marcianas?
Ramsés: Contadoras de piadas, especialistas em computador ou aquelas que tem um gosto para comidas um tanto… assustadoras?
Hello: Bem, tem de todas essas opções aqui.
Ramsés: Não tem nada de menos perigoso para comprar?
Hello: Existe algo de perigoso em contar piadas?
Ramsés: Existe.
Hello: Tem razão, Ramsés. Vou comprar uma máquina de sorte aleatória! Tem aqui um aplicativo que mostra mais ou menos como ela funciona.
Ramsés: Que tipo de sorte aleatória saiu para você?
Hello: “Amanhã vai acabar a sua geléia, e você vai ter que sair para comprar uma.”
Ramsés: Espero que você não tenha acreditado nessa bobagem.
Hello: Não. Que coisa mais inútil! Até eu consigo pensar em uma sorte dessas.
Ramsés: Já desistiu de comprar coisas pela internet?
Hello: Tem um sapato que sabe fazer sushi!
Ramsés: Francamente Hello, comprar coisas pela internet é algo tão perigoso quanto gastar todo o seu dinheiro numa promoção de meias!
Hello: Desde quando elas são perigosas?
Ramsés: Se você comprar várias, e deixar a maioria delas sem usar dentro de um armário… Acredite, não vai querer saber o que acontece.
Hello: Desisto! Vou fazer algo de interessante. Pode descer, Ramsés?
Ramsés: Está certo. (desce do colo da Hello) Mas o que você vai fazer?
Hello: Panquecas!
Ramsés: Se você fizer uma para mim…
Hello: Gatos não comem isso, Ramsés.
Ramsés: Mas eu sou um gato alienígena!
Hello: Tá, eu faço uma para você.

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Terça-feira é um bom dia para conversar com anões bárbaros. Ao contrário do que as pessoas pensam, eles podem ser bastante simpáticos. É só saber conversar com eles, e se não for pedir demais, gostar de Senhor dos Anéis. Quando você trabalha demais, as coisas parecem dar errado, apenas para testar a sua paciência. Cuidado para não enlouquecer a ponto de começar a contar fofocas para as flores!

Casa verde, sala de estar.
Locutor-sama: É muito engraçado você ver as pessoas conversando. Principalmente se uma dessas pessoas não é um humano, e sim um anão bárbaro. Nada contra, apenas acho interessante a variedade de personagens da Senhorita Moon. É impressão minha ou os personagens humanos são a minoria?
Fábio: Quer dizer que você fez uma ponta no filme do Hobbit?
Balinha: Exatamente. E ainda por cima vendi o shampoo que eles usam.
Fábio: Você é revendedor de shampoos? Que interessante! Deve ser legal mesmo é conhecer os anões famosos.
Balinha: É, de fato. O problema é que, quando o pessoal foi contratado para fazer o filme, eles mudaram muito o estilo.
Fábio: Maquiagem? Isso explica muito coisa.
Balinha: Pois é. Eles disseram que os anões deveriam ser estilosos como o Aragorn.
Fábio: Que coisa! Se não fossem tão estilosos, não poderiam ser heróis?
Balinha: Acho que são preconceituosos, quando se trata de anões feios.
Fábio: Não quer dizer que alguém seja feio, que não possa ser herói.
Balinha: Concordo com você, mas vai convencer esse pessoal teimoso? Eles cismam em dizer que sabem o que fazem.
Fábio: Pois é. E você, não usou maquiagem nenhuma?
Balinha: Não. Disseram que figurantes não precisam ser muito bonitinhos…
Fábio: São preconceituosos com figurantes? Que absurdo!
Hello: (descendo as escadas) Rosalina, você não precisa fazer isso! Não é algo tão urgente assim!
Rosalina: (descendo as escadas também, na frente da Hello, com várias caixas) Qual é o problema de deixar as coisas adiantadas?
Hello: Para quê deixar as coisas adiantadas? Você tem que se divertir mais, Rosa!
Rosalina: Não preciso me divertir! (termina de descer as escadas)
Hello: (também termina de descer as escadas) Lógico que você precisa, todos precisam! Trabalhar, trabalhar e trabalhar sem descanso nenhum deixa você louca!
Rosalina: Não conseguiria se tornar mais louca do que você, ou o jardineiro que gosta de falar com as flores.
Hello: Não vejo nenhum problema com isso. Cada louco com a sua mania!
Rosalina: De qualque forma, vou adiantar serviço. Com licença… (acaba esbarrando no Olliver e cai no chão)
Olliver: Ah, me desculpe Rosalina! (começa a pegar as caixas que caíram)
Rosalina: Francamente, como tudo acontece nessas horas…
Hello: (se abaixa para pegar as caixas também) Meu deus, o que há com esses funcionários? Quem será o próximo a me dar trabalho?
Olliver: (termina de recolher as caixas) Mais uma vez desculpa, Rosalina.
Rosalina: Deixa para lá, a culpa não foi sua. Hello, talvez você tenha razão. Preciso de um descanso.
Hello: É lógico que tenho razão, Rosa. Não se preocupe, e faça algo divertido. O que você ia fazer com essas caixas?
Rosalina: Ia enviar pelo correio. Eram coisas que precisavam ser mandadas para a Casa Verde 2.
Hello: Ah, a Casa Verde 2…
Locutor-sama: A Casa Verde 2 é a mesma coisa que a normal, porém é um pouquinho mais cara. É um local mais chique.
Hello: Se é esse o problema, eu posso mandar.
Rosalina: Você? Esqueceu que sempre se perde, até o correio?
Hello: É verdade! (bate com a mão na testa) Eu levo o Barman, então?
Olliver: E quem vai fazer o almoço? (pergunta curiosamente)
Hello: Bem, você pode chamar a Miss Cupcake ou o Wolf? Estarei pagando bem, para quem fazer esse grande favor…
Wolf: Alguém aí falou em dinheiro? (aparece repentinamente na sala)
Hello: Pode fazer o almoço, por favor?
Wolf: Posso, já que você disse que vai pagar…
Hello: Muito obriga, meu bom Wolf! Barman!
Barman: (chega na sala) Sim?
Hello: Preciso que vá comigo até o correio.
Barman: Tudo bem. Era isso que a Rosalina ia fazer, não?
Rosalina: A Hello quer que eu descanse.
Barman: Ah! Que bom que ela concorda comigo, você tem trabalhado um pouco demais.
Rosalina: Você acha?
Barman: Sim, acho. Já falei isso várias vezes… Vou pegar a chave do carro. Hello, me espere lá na frente, por favor.
Hello: Certo, já vou indo com as caixas… (andando com cuidado)
Locutor-sama: Deixe que eu te ajudo, senhorita Hello.
Hello: Tudo bem. Mas você vai narrar dramaticamente enquanto o Barman dirige?
Locutor-sama: Não. Ele não gosta de narrações dramáticas enquanto está dirigindo.