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Listas, Silly Tales

Personagens, se vocês pudessem mudar uma coisa das atitudes de vocês, o que seria?

Moon: Vocês leram o título… Vamos ver se isso vai chegar em algum lugar. Provavelmente não, pois muitos dos meus personagens são arrogantes! (Será coincidência?)
Tuta-sama: Algo das minhas atitudes? Nada. O que eu preciso fazer? Eu sou perfeita o bastante. Tenho as melhores atitudes em todas as situações!
Wolf: Eu também!
Tuta-sama: Eu também? Bom. Espera um minuto. Talvez eu poderia mudar uma coisinha ou outra… Mas nada é pior que a arrogância do Wolf! Ele diz que é fofinho de quinze em quinze minutos!
Miss Cupcake: Quinze em quinze minutos? Tem vezes que é de dois em dois segundos!
Wolf: Está exagerando! Até parece que eu não tenho pausas para o banheiro, e para beber água!
Miss Cupcake: São curtas, se fazer as contas de quanto tempo você gasta, falando que é fofinho!
Wolf: Talvez eu devesse parar um pouquinho. E fazer algo diferente! Criativo!
Tuta-sama: Acha mesmo que ele vai parar?
Miss Cupcake: Parar, não. Ele diminui, no máximo.
Hello: Hm.. Talvez eu precisasse diminuir minhas piadas com paçoquinha. Mas ao mesmo tempo, eu penso. Será que devo mudar isso, realmente? As piadas com paçoquinha são clássicas! E clássico é tradicional. Tradicional é uma coisa boa, não é?
Tuta-sama: Clássico e repetitivo são coisas diferentes.
Hello: São? Jura? Puxa, eu não sabia.
Tuta-sama: Você só pode estar se fingindo de boba, não é possível.
Moon: Sabe. Eu estava falando sobre atitudes… de cada um. Não é para ficar apontando defeito do outro!
Locutor-sama: É muito difícil para notarmos nossos próprios defeitos, senhorita Moon.
Moon: Eu não tinha te dado folga?
Locutor-sama: E quem mais falaria algo dramático? A minha função não me deixa tirar muitas folgas.
Moon: Deve ser um tanto difícil, para você.
Locutor-sama: Nem tanto. E é melhor nunca ficar sem responder, mesmo que a outra pessoa tenha sido sarcástica.
Moon: E quanto ao ditado, silêncio vale ouro?
Locutor-sama: Tem vezes que, devemos fazer a outra pessoa perceber que existem outros modos de comunicar-se além de sarcasmo.
Moon: Ah! Não comece a me confundir. E foi tanta conversa, mas nada se concluiu.
Kekekê: Atitudes são difíceis de serem mudadas. E quando são consideradas defeitos pelos outros, é mais complicado ainda! Se fica tão difícil para mudar o jeito de outra pessoa ser, podemos aceitá-la como é.
Moon: E se os defeitos da pessoa forem difíceis de se tolerar?
Kekekê: Defeitos fazem partes das pessoas. Umas escondem melhores que as outras. Faz parte!
Moon: É melhor terminar por aqui, antes que as reflexões do duendinho me confundam ainda mais.

Rascunhos

Isto era para ser um crônica.

O quê é uma crônica? Eu não faço a mínima ideia, para ser sincera… Mas não importa! Aquelas histórias, diálogos que não couberem no conceito “Silly Tales” vão ser as crônicas do blog. E caso você diga leitor que, as palavras escritas após eu apertar a tecla enter no meu teclado não sejam dignas de serem chamadas de crônica: Leia a crônica em que Luís Fernando Veríssimo escreveu, comparando a história de “isso é crônica ou não” com o famoso “o ovo veio primeiro ou a galinha.”

Quanto tempo faz? Todos os minutos que, foram perdios com as ações as quais esperava-se a seguinte coisa: A estadia permitida nos padrões que eram “exigidos” ali. Mas foi tudo uma pura perda de tempo! Os gritos, os choros, todo o sofrimento estúpido. Para quê tentar agradar aquele mundo, fazer o possível para satisfazê-lo, se de nada adiantava? Tentou agradar, tentou hipocrisia, tentou sinceridade…
O copo, de vidro, quebrou-se. O que tem isso a ver com minhas palavras acima? Nada e tudo, ao mesmo tempo. Os cacos de vidro não representam nada triste. Ah, não! Os cacos de vidro juntaram-se, magicamente. E se tornar algo novo! E tentarão ser alguém melhor no futuro, não importa qual a forma que achar que estes cacos viraram, leitor. Pessoalmente falando, esta autora que escreve tão cedo no seu blog na bendita segunda-feira (noite de insônia, aliás) acha que viraram uma garota mágica. Mas não de vidro! Virou gente, mesmo. E com toda a fabulosidade e personalidade digna de uma divosa de um magical girl decente.

Happy Green Things

Nos tempos medievais, um guarda abaixa para amarrar os cadarços do tênis… Espera aí! Um viajante do tempo!

No escritório da autora, no estúdio de Happy Green Things.
Moon: [olhando para a janela] Nós estamos no mês de março. Em março!
Random: É o mês de amarrar os cadarços!
Urso Tobi: Mas que rima forçada! Isso é um absurdo.
Random: Você perdeu o canudo do toddynho?
Urso Tobi: Isso NÃO FOI UMA RIMA!
Random: Calma, não precisa ficar nervoso.
Urso Tobi: [de braços cruzados] Eu posso não fazer mais rimas com tanta frequência como antes, mas isso não quer dizer que posso aturar esse… absurdo!
Random: Eu só fiquei com vontade de rimar. Isso é proibido?
Urso Tobi: Não é proibido. Mas você deveria aprender rimas melhores. Eu escrevi até um livro sobre isso! [tira do bolso]
Random: Você anda com isso no bolso?
Urso Tobi: É claro que sim! Você nunca sabe quando vai se precisar dar lição de moral em alguém.
Random: Oh! Fascinante!
Moon: Gente!
Urso Tobi: Gente? Eu não sou gente. Eu sou um urso!
Random: E eu, um boneco de palito!
Moon: Como se eu não soubesse! E Tobi, eu sempre escrevo “urso” na frente do seu nome. Francamente!
Urso Tobi: Não me diga que… [pausa dramática] Meu primeiro nome na verdade é Urso??
Random: Se aprende algo novo todos os dias! Revelação!
Urso Tobi: Não acredito nisso!
Moon: Eu só ponho para ficar mais sono-
Random: Sonolento? “Urso Tobi Sonolento!”
Urso Tobi: Eu EXIJO um nome mais criativo.
Moon: Isso é o famoso caso do “telefone sem fio”?
Random: É um caso recente?
Moon: CHEGA! Eu trouxe vocês aqui porque quero ideias novas. E não para conversas paralelas, loucas e aleatórias.
Urso Tobi: Então você não deveria ter chamado o Random.
Moon: Mas eu não chamei o Random, na verdade.
Random: Eu estou sempre aqui! *risadinha suspeita*
Moon: Só chamei você, Tobi, pois você estava passando!
Urso Tobi: Se eu não estava passando, você não me chamaria? Isso me magoa.
Moon: Eu não coloquei você em duas histórias seguidas, para tantos detalhes.
Urso Tobi: Você é difícil de se satisfazer, autora. *dá de ombros*
Moon: Random! Não tem nada a dizer, sobre ideias criativas?
Random: Bem… Como um papel higiênico se entretém no banheiro? Contando ladrilhos?
Moon: Não era esse tipo de ajuda que eu precisava! Faça essa pergunta para os gêmeos, Zezé e Tadeu!
Random: Oh, é uma boa! Eu aposto que eles vão adorar conversas filosóficas!
[Random sai da sala]
Urso Tobi: Para quê você criou um personagem como esse?
Moon: Eu não criei… Ele apenas apareceu na minha frente!
Urso Tobi: Sei.
Moon: As ideias são difíceis de se lidar, sabe.
Urso Tobi: Não.
Moon: Eu não deveria ter deixado o Locutor-sama de folga.

Silly Tales

Uma história em que, ursos aparecem e… O que mais? Esconda o pote de mel!

Locutor-sama: Existem momentos importantes. Um deles é quando se tem folga do trabalho, e temos oportunidade de fazer algo novo.
Rosalina: Vamos passar o dia nas montanhas? Parece interessante. Espero que seja em uma casa com boa vista.
Nicolas: Boa vista? A vista será excelente, minha cara irmã. E não pense que vamos fazer coisas comuns!
Rosalina: Não? Será algo surpreendente… Imagino o que pode ser. Espero que não tenha nada a ver com alienígenas, ou coisas do tipo. Isso seria exageradamente surpreendente!
Nicolas: Certo, calma! Nós vamos…
Rosalina: Espero que vá me dar uma dica.
Nicolas: Tem a ver com ursos.
Rosalinas: Judô?
Nicolas: Não, nós não vamos treinar judô com ursos. Espero não tê-la decepcionado… Posso ver se conheço um urso com essa especialidade, se quiser!
Rosalina: Não, obrigada Nicolas.
[Os dois chegam a casa nas montanhas com suas malas, enquanto alguém esperava os dois.]
Rosalina: Um urso nos esperando? Confesso. Estou surpresa. Bem que achei que o conhecia. Urso Tobi, para quê o chapéu?
Urso Tobi: É muito simples. Este chapéu vai me inspirar, em inspirá-los no concurso de rimas que irão participar!
Rosalina: Concurso de rimas!
Nicolas: Sim, concurso de rimas. E esse urso não é uma figura?
Rosalina: Certo. Eu nunca fui muito boa em rimas… Acho que preferia os alienígenas.
Nicolas: Não desanime! Olhe para o chapéu. Não se sente inspirada em rimar algo com a palavra chapéu?
Urso Tobi: Chapéu. Não é muito difícil. Tente, Rosalina.
Rosalina: Er… Réu?
Urso Tobi: É melhor deixar vocês se acomodarem na casa. Assim, treinaremos em um local mais confortável.
[Um tempo depois, os três estavam sentados na sala de estar.]
Urso Tobi: Muito bem. Nesse tempo, você teve oportunidade de estudar um pouco sobre rimas. Vamos ver como você se sai. Nicolas!
Nicolas: *abre um caderno* Aceitável.
Rosalina: Amigável.
Nicolas: Cano.
Rosalina: Pano.
[Continuaram isso por mais duas horas]
Rosalina: Não sei como você é especialista nisso, Urso Tobi. Chega uma hora que rimar enlouquece qualquer um!
Urso Tobi: *pensativo*
Nicolas: Rum! Hm… Talvez ela tenha razão. Qual a sua opinião, Tobi?
Urso Tobi: Bom. Rimar já não é mais a minha praia faz muito tempo… Querem fazer outra coisa?
Rosalina: Qualquer coisa que não seja rimar.
Nicolas: Bom, sendo assim… Posso dar uma sugestão?
[Dias depois, os três participaram juntos de um concurso de construir estátuas feitas de potes de mel vazios.]
Nicolas: Não acredito que nós ganhamos em primeiro lugar!
Rosalina: Quem diria, que ele deixou as rimas para se especializar nisso?
Nicolas: Deve ter treinado muito, esvaziando potes de mel.
Urso Tobi: Na verdade, foi uma questão ecológica de reciclagem.
Rosalina: É, faz sentido.

Esquecidos

Oi gente! Fora de programação, maaaaas.

Leitores anônimos queridos do meu coração! Estarei atualizando o meu nostálgico flogão, largado desde 2012, de vez em quando. Mas o blog, que é meu prioridade e continuará na programação nor~mal~ Beijos! Estarei adicionando o link em algum lugar desse bloguinho – se está interessado, procure. Tchau e boa noite!

Green House Stories

Na Casa Verde, você pode se perder no meio do corredor. Ou apenas se perguntar porque tem alguém te seguindo, narrando todos os seus passos. Dramaticamente.

Locutor-sama: Tuta-sama havia acabado de terminar de resolver, com a senhorita Rosalina sobre algumas reformas que iriam ser feitas na Casa Verde. E então, pode sair da sala para ir embora.
Tuta-sama: Me seguindo até aqui, hein? Olha que daqui a pouco irão pensar que você está interessado em mim, Locutor-sama.
Locutor-sama: A questão não é bem essa, Tuta-sama. O caso é que a senhorita Moon insiste, que normalmente eu narre as histórias nas quais está protagonizando.
Tuta-sama: Quanto palavreado! Tá legal. A dona Moon gosta de perturbar mesmo a minha vida. Você não tem culpa disso.
Locutor-sama: Fico contente que pense dessa maneira, Tuta-sama.
Tuta-sama: Quero você me seguindo com um metro de distância.
Locutor-sama: Um metro de distância, Tuta-sama? Isso é um tanto longe, não acha que está exagerando?
Tuta-sama: Quem paga o seu salário de narrador sou eu, Locutor-sama. Já esqueceu disso, e que posso tomar o seu microfone?
Locutor-sama: Por favor, não tire meu microfone de mim.
Tuta-sama: Não diga isso como se eu fosse manchar a sua dignidade.
Locutor-sama: É claro que iria, Tuta-sama! Acredite em mim. Afinal de contas, o que é um narrador sem o seu microfone?
Tuta-sama: Tenho certeza que não conheço outros narradores que precisam de microfone para falar.
Locutor-sama: Pode ser, mas eu sou um narrador diferente. É como se o microfone fosse minha marca. Sem ela, quem sou eu? Apenas um qualquer.
Tuta-sama: Sem o seu microfone? Não exagere, Locutor! Não está sendo dramático. Apenas fresco! Para que tudo isso, homem? Se é realmente um narrador, não tem que ficar se preocupando tanto com imagem. E que história é essa, de estar usando roupa formal e que ainda por cima é quente para caramba?
Locutor-sama: Garanto a você, não estou vestindo isso por diversão.
Tuta-sama: Vai dizer que é tudo coisa da dona Moon, não é verdade? Tanto faz. Vamos embora logo.
[Um coelho e um leão passaram pelo Locutor e pela Tuta-sama.]
Tuta-sama: Mas o que é isso? São personagens.
Locutor-sama: Na verdade, não. Ramsés! Colombo!
[o gato e o cão pararam, e olharam para os dois]
Ramsés: *fantasiado de coelho*
Colombo: *fantasiado de leão*
Tuta-sama: Não vou me intrometer nas diversões dos outros, mas de qualquer forma… O que estão fazendo fantasiados?
Ramsés: Bom, eu queria convencer a Hello para voltar na Casa Verde. E o Colombo acabou se fantasiado… Eu não sei.
Tuta-sama: Faz mais sentido um gato se fantasiar de leão, do que um cão. Não concordam?
Locutor-sama: Acho que não faz sentido, animais estarem fantasiados de outros animais. Só é apenas a opinião de um mero narrador, não importa muito.
Tuta-sama: Tem razão, Locutor. Exceto pelo fato que você não é apenas um narrador… também é um cara muito chato.
Locutor-sama: É difícil ser agradável e dramático ao mesmo tempo.
Tuta-sama: Imagino que seja.

Listas, Silly Tales

Perdidos no deserto, o que os personagens fariam?

Está na hora de uma lista! Pois eu preciso escrever algo mais fácil de se ler, não concordam? E também preciso… Oh, que importa. Para frente, não vou me apegar em escrever detalhes.

Tuta-sama
Fica de braços cruzados. As suas meninas a resgatam logo, nem deu para ela sentir sede.
Tuta-sama: Muito mais fácil quando tem que te acompanhe, por radar nessas viagens longas! E que por algum motivo, terminam no deserto. Melhor não pensar muito no assunto.

Hello
Não está perdida, na verdade. Apenas procurando.. uma geladeira.
Hello: Como isso é possível? Já é a quinta vez, só nessa semana. Essas geladeiras só podem estar andando sozinhas.

Barman
Não está procurando uma geladeira. Nem está perdido.Na verdade, ele não faz a menor ideia do que está fazendo ali.
Barman: Esta é mais uma das histórias, onde a autora coloca personagens em lugares difícil de se sobreviver? Ou… será que sou sonâmbulo? Apesar de que nunca ouvi falar nesse tipo de sonambulismo, que você acaba parando no deserto. Estranho.

Rosalina
Poderia dizer que ela é auto suficiente. Ou apenas tenha feito um curso de sobrevivência. Por algum motivo.
Rosalina: É apenas bom senso, acreditem. Mas umas aulas de sobrevivência com o meu irmão mais velho também ajudaram. E um dispositivo que funciona melhor que um GPS. Não sei porque a Hello não anda com um desses.

Alice
Ela inventou o dispositivo que funciona melhor que um gps. Mas ainda assim, está no deserto. Fazendo… experimentos. Ou isso que ela quer que todos acreditem.
Alice: Na verdade, estou procurando um OVNI. A Hello anda em um, sabem. Apesar de ter uma carteira para dirigir esse tipo de coisa, grande parte das vezes ela bate em um asteroide. Deveria criar um dispositivo que a fizesse prestar mais atenção no trânsito do espaço!

Olliver
Ele ainda não sabe que está em um deserto. Ou apenas acredita, em seu coração, que é uma área que sofreu sério desmatamento.
Olliver: Até onde vai o aquecimento global? Daqui a pouco, nem os freezers estarão mais seguros. E aí, a situação vai ter ficado realmente preocupante!

Bônus:
Locutor-sama andando no deserto, junto do Capitão Yay.
Locutor-sama: *cantando* Nos campos floridos, onde há uma brisa que você não pode ver… *olha para o capitão Yay* Por que não está cantando, amigo Random?
Capitão Yay: É porque eu não sou o Random, caramba!
Locutor-sama: Bem que achei que estava desenhado demais.

Happy Green Things

Trânsito de carros já é algo complicado. Um para mudar de dimensão, então… Mais difícil ainda!

Locutor-sama: Estava indo até o escritório da senhorita Moon, a procura de uma ideia perdida. Será que ela foi parar ali? Imagino que sim, pois já chequei todos as salas desse estúdio…e adivinhem só? Apenas restou isto. Normalmente não entro lá, quando a senhorita Moon não está, mas… *abre a porta* Pelas barbas de Odin!
[Locutor-sama vê o Wolf sentado em cima da mesa da autora]
Wolf: Oi! Andou assistindo Thor, hein?
Locutor-sama: Wolf. O que está fazendo aqui?
Wolf: Bem… Imagine que você está fazendo uma investigação. De repente, vai até uma sala estranha que acaba puxando você para um local cheio de corredores. O que você faria? Eu gritaria, lógico, se não fosse pelo fato de eu estar me sentido sendo puxado por mãos invisíveis. Foi assustador!
Locutor-sama: Não acredito que uma coisa dessas realmente aconteça, Wolf. Está planejando alguma coisa?
Wolf: Eu? Só se for um planejamento para manter minha fofura em dia! Disse a verdade do que aconteceu. Não acredita em mim?
Locutor-sama: Na maioria das vezes acredito em coisas absurdas nas histórias da senhorita Moon, mas… Essa vez é difícil, já que dá para ver que você entrou por um buraco negro. Não é todo dia que vejo uma coisa dessas,
Wolf: Queria o quê? Que eu dissesse que fui jogado de uma dimensão para outra? Onde via calculadoras falantes e baratas gigantes, segurando balões de gás? Não, meu caro. Era difícil de acreditar até mesmo para mim. Como alguém ia acreditar em uma coisa dessas?
Locutor-sama: Pode ser difícil de acreditar, Wolf. Porém, inventar uma história absurda apenas para cobrir outra, é um tanto exagerado.
Wolf: Caramba! Está falando coisas que fazem sentido. De certa forma. Tantas coisas aconteceram comigo hoje, que vou apenas sentar-me naquele sofá, e pensar no que eu estava fazendo. Sabe, o dia foi tão grande que nem me recordo se escovei meus dentes.
Locutor-sama: Quando não se está acostumado em viajar nas dimensões acontece isso. Não se preocupe, Wolf. Só precisa descansar, que vai passar.
[Locutor-sama sai do escritório, e fecha porta.]
Locutor-sama: Espera só um pouquinho. Eu não deveria tirar ele de lá? Não… Está muito atordoado. E a senhorita Moon não está aqui, mesmo. Nossa! Já ia me esquecendo da ideia que estava procurando, a pedidos da senhorita Lalali. Será que saiu para tomar sorvete? Pode ser que isso tenha acontecido. Afinal, até uma ideia tem direito de se refrescar… Ninguém gosta de uma ideia com calor. Pensando bem, essa minha frase ficou bem estranha. E quando não estou falando coisa com coisa, só pode significar que a autora está com calor nesse momento! E muito calor.
Moon: Esses detalhes não importam, Barman!
Locutor-sama: Ela está confundido nome dos personagens. É, não vou contrariá-la.

Random Adventures

Random Adventures! – Há algo que sempre existirá… e se chama bagunça!

[Random, carregando uma mochila chega ao seu destino, acompanhado do Capitão Yay.]
Random: Uma aventura mais selvagem, até mais do que estar no meio de animais-
Capitão Yay: Random! Não acredito que você chamou a mim, até aqui para isso.
Random: Você gosta de aventuras, não? E que aventura melhor, do que um chão cheio de papelada? E ali embaixo da mesa, então? Caixas! E, para ficar mais emocionante…
Capitão Yay: Balas de café não são emocionantes, Random.
Random: Não são? Ah, você sabia o que ia dizer! A nossa amizade está cada vez mais forte.
Capitão Yay: Pode até ser. Só que é difícil do que esperar de você, Random. Uma hora, fala como uma pessoa sensata. Na outra, diz uma palavra completamente aleatória e me deixa com cara de bobo.
Random: Escova de cabelo!
Capitão Yay: Está vendo o que estou falando?
Random: Mas eu só estava…
[Uma escova de cabelo começa a perseguir o capitão Yay.]
Capitão Yay: Uma escova de cabelo com dentes! *sai correndo para fugir dela*
Random: Mas porque será que ela está nos seguindo? Será que estou descabelado… *toca na cabeça* Oh! Acabei de me lembrar. Não tenho cabelo!
Capitão Yay: Faça alguma coisa, Random!
Random: Fazer o quê? Ela quer alguma coisa que você tem. Nunca leu sobre animais selvagens?
Capitão Yay: Isso aqui é uma escova de cabelo, não um animal!
Random: Você entendeu o que eu quis dizer, é tudo selvagem. Principalmente quando vê pessoas descabeladas!
Capitão Yay: Caramba, Random! *tropeça em uma montanha de papéis colocada no chão, e um xampu cai do chapéu do capitão*
Random: Oh! Está explicado. Ela quer seu xampu!
Capitão Yay: Ma-mas…
[A escova de cabelo leva o xampu entre os dentes, e vai embora]
Capitão Yay: Como é que vou lavar a cabeça, quando eu voltar?
Random: Você lava a cabeça, ao invés do cabelo? Que estranho. Não sabia que xampu lavava rosto também.
Capitão Yay: Para mim chega! Você está de palhaçada comigo, Random. Isso não é uma aventura de verdade. É apenas um lugar cheio de bagunça! E onde já se viu, uma escova de cabelo que tem dentes? Parece até que a autora estava tendo alucinações, por causa do calor, ao escrever essa história!
Random: É, talvez a última coisa que você disse esteja certa. Mas sempre tem aquela opção que…
Capitão Yay: Vou embora! Me chame para algo mais divertido do que bagunça.
Random: Capitão, se o caso for o xampu, a gente passa na farmácia para comprar um.
Capitão Yay: Está bem, pode ser.
Random: Excelente!

– Uma história com os dois “de baixa estatura” na farmácia? Boa ideia, mas não na próxima vez.

Hello-san Legends

A busca pelo coelhinho amarelo.

[Hello andava no meio do nada, no meio de uma tempestade de neve.]
Locutor-sama: Há momentos em nossas vidas que, devemos fazer uma busca. É sobre reencontrarmos nós mesmos, em lugares inusitados. É claro que isso não significa necessariamente viajar pelo mundo, mas dentro do mapa da nossa própria mente…
Hello: Muito bonito e tudo mais, Locutor-sama… Só que estou buscando um coelhinho amarelo de bigode, nada além disso.
Locutor-sama: Sinto muito, senhorita Hello. Mesmo não sendo uma busca com tamanha profundidade, acredito que necessitava de um belíssima introdução.
Hello: Tudo bem…
Locutor-sama: Mas! É melhor eu fazer uma introdução que faça melhor sentido para a história. Senhorita Hello buscava um coelho de bigode, e de cor amarelo. O motivo? Acredito que é porque…
Hello: Caramba! Não precisa de tanta narrativa dramática. Estou apenas buscando um coelho de bigode pois acho engraçado! Quer justificativa melhor do que isso?
Locutor-sama: Nem todos tem tempo, e dinheiro para uma busca com apenas a justificativa de ser engraçado.
Hello: Eu não sou todo mundo.
Locutor-sama: É, eu deveria saber disso.
Hello: A busca estava em lugares estranhos! Não encontrava o coelho de bigode, que havia encontrado antes… Onde ele poderia ter ido parar?
Locutor-sama: Fui substituído por uma narrativa em primeira pessoa.
Hello: Primeira pessoa? Mas você apareceu antes do que eu, na história!
Locutor-sama: Não é bem assim que o português funciona.
Hello: Não, né? Puxa vida… Português é tão complicado! É melhor não ficar pensando muito nisso.
[Hello continuou a caminhada, que se tornava mais difícil.]
Hello: Eu não queria bancar a chata, mas… Tempestade de neve? Eu tenho mesmo que continuar a minha busca no meio do frio todo? Autora?
Moon: Está reclamando? Em um calor como esse, só consigo pensar em tempestade de neve.
Hello: Não seja extrema, Moonzinha! Por que não um cenário mais adequado? Como um bosque, ou algo assim?
Moon: Hm, não. Se eu quero que seja um lugar que esteja com tempestade de neve, vai ser assim e ponto!
Hello: O poder subindo a cabeça…
Moon: O que foi que você disse?
Hello: Nada, nada!
Locutor-sama: A tempestade de neve diminui. E significa que algo está para ser encontrado! Pois assim, a história fica mais conveniente.
Moon: Ei! Ainda não deveria abaixar a tempestade!
Locutor-sama: Tenha dó, autora. Vamos fazer algo mais simplificado!
Moon: Ah, tanto faz. Não vou discutir por bobagens.
Locutor-sama: Senhorita Hello finalmente termina sua busca. Uma caverna na sua frente!
Hello: Caramba! E é uma caverna… mesmo. Que decepcionante. Eu andei no meio de uma tempestade para isso? Espera um pouco… Aquele ali é o George Clooney?
George: Quer uma xícara de café?
???: Não, aquele é o George Clone!
Hello: Espera! Aquele ali… é o coelhinho de cor amarela que usa bigode! Volte aqui!
Locutor-sama: E o coelho fugiu.

– Confesso que a história toda foi escrita, para ter essa piada no final… O quê? Ficou mais engraçado na minha cabeça.