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Pixie Tales

Tomem cuidado com a polícia das festas de aniversários! Principalmente se vocês forem do tipo de roubar brigadeiro antes do parabéns….

[Matilde estava acompanhada de Kekekê para uma missão secreta!]
Kekekê: Quantas festas de aniversário nós ainda temos que visitar?
Matilde: Apenas mais uma. Lembra da nossa missão?
Kekekê: É claro que sim! Nós somos a polícia das festas de aniversários! Estamos aqui para nos certificar que ninguém, mas NINGUÉM roube os brigadeiros antes do parabéns.
Matilde: Exatamente! Nós temos que tomar cuidado… pois existem muitos vilões, que enviam seus lacaios para terminar com os brigadeiros antes da hora.
Kekekê: Tem certeza disso? Me parece que é mais gulodice…
Matilde: Mas é justamente para ela que esses lacaios trabalham!
Kekekê: Para a gulodice?
Matilde: Para a gula, Kekekê!
Kekekê: Quase acertei.
Matilde: Exatamente! Agora vamos, Kekekê…
[A festa que eles foram convocados: O aniversário de Depois! Sua mãe, Senhora Agora, estava seriamente preocupada com o roubo de brigadeiros na festa de sua filha. Ela acha isso uma falta de respeito!]
Matilde: Queria entender o porquê dessa mulher… se chamar Agora.
Kekekê: Não sei o porquê, mas pelo menos ela acredita em fadas e duendes!
Matilde: Eu sei, caso contrário, nós não teríamos sido chamados. *tira o binóculos do bolso, e coloca na frente do rosto* Olhe, Kekekê!
Kekekê: Que foi? Que foi?
Matilde: Aquela criança está querendo roubar o brigadeiro!
Kekekê: Estou vendo, e o que vamos fazer sobre isso?
Matilde: Técnica ninja! *Matilde usa a sua varinha mágica*
Kekekê: *virou um ninja de tamanho humano* IÁAA!
Matilde: *pensando* Kekekê, nem todos os ninjas precisam fazer “IÁAA”.
Criança: Nossa, um ninja!
Kekekê: Shh! Estou em uma missão secreta. Promete guardar segredo?
Criança: Prometo! Mas só se você usar uma técnica maneira.
Kekekê: Tá, tá. *solta umas lâminas escondidas*
Criança: Nossa, que legal!
Matilde: *troca a criança de lugar com a varinha* E também, vou fazê-la esquecer de pegar o brigadeiro.
Criança: Ué? Para onde foi o ninja?
Matilde: *usa a varinha para transformar o Kekekê em duende novamente* Missão comprida!
Kekekê: Legal!
Matilde: Usei a minha varinha para tirar da cabeça de todo mundo, de roubar brigadeiros. Podemos ficar tranquilos!
[Mas é só isso? Essa história não vai ter nenhuma virada repentina?]
[E, de repente, no escritório de Happy Green Things….]
Moon: Hm…. *de braços cruzados*
Matilde: Nada de cruzar os braços, dona Moon! Você sabe muito bem que eu não uso varinha mágica.
Moon: Mas-
Matilde: Nade de mais! E o Kekekê, vira um ninja graças a minha magia…? Que história mais sem sentido! Nada a ver com a realidade!
Moon: Mas é só uma história! Não é para fazer sentido.
Matilde: Tá, tá! Então pelo menos dá um fim melhor…
[De volta para a história original!]
[Matilde e Kekekê estavam seguros de que já tinham resolvido o problema… mas a criança que estava tentando roubar o brigadeiro, não era quem parecia ser! Virou uma bruxa com um bolo de brigadeiro na cabeça]
Bruxa: *dá uma risada maligna* Agora, todos os convidados dessa festa irão roubar os brigadeiros, e não vai sobrar nenhum!
Senhora Agora: Oh! Eu não acredito nisso. Cremilda?
Bruxa: *glup* É você, professora?
Senhora Agora: Sim, sou eu… então é você, que está dando dor de cabeça para as pessoas nas festas?
Bruxa: Bem, tecnicamente sim, mas…
Senhora Agora: Além de entrar SEM ser convidada, ainda quer roubar os brigadeiros? Por acaso você gostaria de ser convidada para todas as festas, inclusive as infantis?
Bruxa Cremilda: Mas-
Senhora Agora: Nada de mas! Explique-se.
Bruxa Cremilda: Eu apenas queria… comer brigadeiro.
Senhora Agora: Ah, então você pode comer! Mas não seria mais fácil comprar, ou ainda por cima… fazer brigadeiro?
Bruxa Cremilda: Mas eu não sei fazer brigadeiro…
Senhora Agora: Pode deixar! Eu te ensino!
[No estúdio Happy Green Things.]
Matilde: O quê? Acaba assim?
Moon: Você queria ação?
[Na parte em que a criança se revela ser uma bruxa, a senhora Agora também se transforma numa bruxa! As duas tem uma briga épica, e felizmente os brigadeiros foram salvos…]
Moon: E fim!

Hello-san Legends

Não é por aqui, é por ali! Ou… abre uma passagem secreta aqui mesmo, se eu fazer uma dancinha engraçada?

[Hello e Alice estavam viajando em uma área inexplorada do Reino Macarrão! É uma jornada épica e emocionante, onde elas tem o objetivo de resgar o chefe de cozinha.]
Hello: Após nós sairmos da cidade do Macarrão Instantâneo, temos que ir até a Vila dos Temperos.
Alice: Segundo o Senhor Bigodudo, nós temos que ir a esquerda do Vale dos Pães Saltitantes.
Hello: Certo! Vamos para… onde era, mesmo?
Alice: Esquerda do Vale dos Pães Saltitantes?
Hello: Eu sei que é pela esquerda! Mas para que nós temos que ir para lá?
Alice: E lá que está o pasteleiro, ele vai nos dar a dica da possível localização do chefe de cozinha. Você está prestando atenção na história do jogo?
Hello: Hm… não. Estou muito mais interessada nas lutas, do que na história em si. Quem se importa?
Alice: *bate com a mão na testa* Ei, espera Hello!
[Hello já estava indo para o lado direito, o contrário do que fora indicado.]
Hello: O que foi? Estou indo para a esquerda.
Alice: Hello, essa é a esquerda da vila dos bolinhos de chuva, e não dos pães saltitantes!
Hello: Oh, tem razão. Onde eu estava com a cabeça?
Alice: Provavelmente procurando o “chefe secreto” que está nessa área.
Hello: Está bem, você me pegou. Sabia que a batalha do Bolo de Brigadeiro dá uma ótima recompensa?
Alice: Eu sei, você falou um monte de vezes. É a espada do Tofu sagrado. Só acho um tanto esquisito o Bolo de Brigadeiro usar uma espada chamada assim…
Hello: Vai entender! Os “chefes secretos” sempre são um tanto excêntricos.
Alice: Está bem, vamos fazer essa luta de uma vez. Temos itens o suficiente?
Hello: Duzentas e duas poções de cura, cento e oitenta e uma poções de magia e quinhentos e cinquenta e três abóboras encantadas.
Alice: Eu nunca entendi o porquê do item de ressuscitar ser uma abóbora encantada… espera aí? De onde vieram tantos itens?
Hello: Missões especiais, ué. Você não falou que eu só podia jogar isso sozinha?
Alice: Ah, é verdade. Então é por isso que você está no nível setenta e três, enquanto eu estou no trinta e oito.
Hello: Vamos de uma vez, derrotar o Bolo de Brigadeiro!
Alice: Tá certo!
[Uma batalha épica acontece… O Bolo de Brigadeiro é um guerreiro muito forte, mas suponho que quando você está no nível setenta e três as coisas são mais simples, não são? Principalmente porquê a Hello está trinta e cinco níveis acima do sugerido para essa luta.]
Bolo de Brigadeiro: Vocês me venceram, o cavaleiro mais poderoso de toda Terra Alimentícia! Por isso, vou entregar a minha espada, Tofu Sagrado.
Hello: *comemora*
Alice: E você tem outras armas?
Bolo de Brigadeiro: Obviamente. O duro vai ser eu me acostumar a usá-las novamente. Adeus, aventureiras! *some em uma cortina de fumaça*
Hello: Finalmente! A espada Tofu Sagrado! *levanta a espada para cima*
Alice: Ela tem algo em especial, além de ser um item forte?
Hello: Claro que tem! Finalmente vou poder trabalhar no restaurante vegetariano… usando a espada para cortar vegetais!
Alice: Uma espada lendária para cortar vegetais!
Hello: Não reclame comigo, e sim com quem fez o jogo. Além do mais, eles pagam bem, e eu preciso de dinheiro.
Alice: Você ainda não pagou o vendedor de batatas?
Hello: Hm… não.
Alice: Devia ter vendido uma parte dos itens.
Hello: Ah, mas eles não dão tanto assim…
Alice: Suponho que agora você vai para o Restaurante Vegetariano, para trabalhar?
Hello: Posso?
Alice: Fique à vontade. Mas o que o Bolo de Brigadeiro ia pensar, em sua espada ser usada assim…
Hello: Ele ia ficar orgulhoso, com toda certeza!

– Um bolo de brigadeiro chefão, usando a espada do Tofu Sagrado? Isso não faz sentido! Mas não tem importância, já que fui eu que escrevi a história. Só espero que não tenha ficado muito confusa…

Pixie Tales

É para ser mais uma história de Halloween… mas talvez não pareça. E acontece num reino distante!

Locutor-sama: Hoje, meus caros leitores, é um dia perfeito para uma história épica!
Random: Mas hoje é quarta-feira.
Locutor-sama: Todo dia é um bom dia para história épica! Prepare-se, amigo Random.
Random: Está bem, vou me preparar! *pega a pipoca*
Locutor-sama: Era uma vez, em um reino distante…
Random: “De estante?”
Locutor-sama: DISTANTE, meu amigo.
Random: Ah, tá bom! Faz diferença, obrigado.
Locutor-sama: Continuando… o Tasketê, duende amigo do Kekekê, e que não aparece muito estava no confortável reino das almofadas.
Random: Tem cheirinho de roupa lavada?
Locutor-sama: Dizem que sim.
Random: É mesmo bem confortável, lá?
Locutor-sama: Claro que é!
Tasketê: Cacau, meu amigo! Quanto tempo não nos vemos!
Random: Uma almofada chamada Cacau?
Locutor-sama: Algum problema com isso, Random?
Random: Nenhum problema. Achei fofo!
Cacau: Faz tempo mesmo, Tasketê! E fico muito contente com a sua presença no meu humilde reino.
Tasketê: É mesmo, você é o príncipe.
Cacau: Sim! Espero que você possa resolver o meu problema. Se conseguir, vai ganhar arroz doce!
Tasketê: Pode deixar, ajudarei pela nossa amizade… e pelo arroz doce. Qual é o problema, exatamente?
Cacau: O meu amigo dragão, foi capturado por um bruxo malvado!
Random: Um bruxo? Isso é uma desculpa para a história ser de Halloween?
Locutor-sama: Silêncio, Random! Não podemos nos deixar levar pelas aparências.
Tasketê: Que horror! O que posso fazer para ajudar?
Cacau: Ir até lá, e ver o que aconteceu.
Tasketê: Mas… é um bruxo malvado.
Cacau: Bom, eu não tenho certeza se ele é realmente malvado.
Tasketê: E se ele for mesmo malvado?
Cacau: Você pode levar esse livrinho que contém alguns encantamentos de defesa. *entrega o livro para o Tasketê*
Tasketê: E se não der certo?
Cacau: Seja educado, primeiro!
Tasketê: Bom… eu vou lá.
Cacau: Espere! Leve esse pássaro, para você usar como meio de transporte.
Random: Um pássaro de pelúcia pode voar?
Locutor-sama: Naquele mundo sim, Random.
Tasketê: Agora eu vou!
Locutor-sama: Tasketê voou até o lugar que foi indicado para ele, antes de sair do castelo.
Random: Ainda bem, pensei que ele ia ter que encontrar o lugar sozinho!
Locutor-sama: Começou a chover para deixar a história mais épica e dramática, e ventava forte… Tasketê até perdeu seu gorrinho.
Tasketê: Se eu não tomar cuidado, o próximo sou eu!
Random: O livro vai cair! O livro vai cair!
Locutor-sama: Não, ele não vai. E ele foi muito simpático, pois recuperou o gorrinho do Tasketê.
Random: Isso… não faz sentido, mas eu não estou muito surpreso.
Locutor-sama: Tasketê finalmente chegou no lugar em que estava o castelo, no qual vivia o bruxo.
Random: Mas ele é muito baixinho para tocar a campainha!
Locutor-sama: Não tem problema. Ele bate na porta, e torce para ser escutado!
Mago Pantufa: Siim?
Tasketê: Aqui embaixo!
Mago Pantufa: Ah, um duende adorável! O que deseja?
Random: Ei… não era um bruxo?
Locutor-sama: “Mago Pantufa” é mais sonoro do que “Bruxo Pantufa”.
Tasketê: Oi! Eu gostaria que você devolvesse, por gentileza, o amigo dragão do príncipe Cacau!
Mago Pantufa: Minha nossa! Esse é o dragão do príncipe?
Tasketê: É, sim.
Mago Pantufa: Minhas sinceras desculpas… eu não sabia…
Dragão Algodão: Ah, você deve ser o Tasketê! Eu sou o Algodão.
Tasketê: Oi! Já me viu em fotos?
Dragão Algodão: Sim! O príncipe guarda muita foto… e conta muitas histórias! Estou ajudando o mago a se preparar para o Halloween!
Mago Pantufa: O Algodão é uma alma muito nobre!
Tasketê: Halloween?
Dragão Algodão: Sim, Tasketê! O sonho do mago é pedir doces, de porta em porta… Mas ele não faz isso porque…
Random: Ele é muito tímido!
Locutor-sama: Random! Não atrapalhe.
Dragão Algodão: … não tem uma fantasia!
Random: O Mago Pantufa não tem uma fantasia?
Dragão Algodão: Isso mesmo, voz que não sei de onde vem!
Mago Pantufa: O Algodão é um ótimo professor! Me ensinou a costurar uma fantasia perfeita… de bibliotecário.
Dragão Algodão: Você vai ficar assustador!
Tasketê: Bom… o príncipe está preocupado com você.
Dragão Algodão: Ah sim.Vou embora… tchau, mago!
Mago Pantufa: Tchau… e obrigado!
Locutor-sama: Tasketê ganhou o arroz doce, e os sinceros agradecimentos do príncipe Cacau.
Random: Fim! Mas isso é uma história de Halloween, só porque o Mago Pantufa estava fazendo uma fantasia?
Locutor-sama: Exatamente, Random. E também porque ele queria pedir doces, de maneira adequada na data.
Random: Certo, eu entendi. Agora a história acabou, mesmo!

Listas, Silly Tales

Personagens, vocês estão desafiados a pular de um pé só o dia todo! O que me dizem sobre isso?

Cola-sama: É oficial. A autora não tem mais ideias para escrever as histórias.
Moon: É mais do que oficial: Você é muito chata, Cola-sama.
Hello: Pular… de um pé só? Tá falando sério?
Sabrina: Aqueles que estão fora de forma, podem escapar desse mico com uma licença médica?
Hello: Ah! Boa! Eu tenho licença médica, como ex cirurgiã de gnomos!
Sabrina: Ex cirurgiã de gnomos?
Hello: É! Algum problema?
Kekekê: Ainda bem que sou um duende, não um gnomo!
Hello: Mesmo que você fosse um gnomo…
Moon: Gente! Gente! Foco.
Random: É o marido da foca?
Moon: Muuito engraçado, Random. Estou chorando de rir!
Random: De nada pela piada!
Moon: Eu estava sendo sarcástica!
Locutor-sama: Senhorita Moon, acho um exagero todo mundo ter que pular de um pé só!
Cola-sama: Nem o narrador concorda com a maluquice…
Moon: É mesmo, narrador?
Locutor-sama: Principalmente sem um motivo aparente!
Moon: Motivo? Você quer um?
Locutor-sama: É claro. Acredito que todos aqui gostariam de colaborar, se fosse para pular de um pé só em uma causa beneficente.
Moon: Uma causa beneficente? O entretenimento da autora já me parece uma boa causa.
Locutor-sama: Mas não é beneficente! Você não pode estar falando sério, que queria ver nós todos pulando de um pé só, apenas para o seu divertimento.
Cola-sama: Um divertimento barato! Muito barato.
Locutor-sama: A Tuta-sama por exemplo, não ia querer participar.
Moon: E você acha que eu permitiria? A Tuta é muito baixinha.
Locutor-sama: Kekekê, Tasketê, Memorildo, Quichapá e entre outros, estão dispensados também?
Moon: Er… sim. Duendes são muito baixinhos.
Locutor-sama: Ah, o Random também teria de ser dispensado.
Random: Eu? Mas eu sou um campeão, em pular num pé só?
Locutor-sama: Não sabia disso.
Moon: Nem eu.
Random: Tem muitas coisas que vocês não sabem sobre mim.
Cola-sama: E vocês ainda estão surpresos? Esse boneco de palito é capaz de muitas coisas.
Hello: Até de construir um robô?
Sabrina: Ah, mas um robô é algo muito comum. Ele deveria saber construir uma máquina dançarina que sabe pentear cabelos.
Hello: IDEIA GENIAL! Vou pedir para a Alice e o Wolf me ajudarem.
Locutor-sama: Tenho certeza que uma máquina dançarina iria entreter muita gente, e ao mesmo tempo deixar as pessoas com o cabelo arrumado. Uma ideia bastante útil para a humanidade!
Moon: E ninguém quer participar da minha ideia de pular em um pé só.
Random: Eu participo, Moon! E chamo todos os meus amigos, bonecos de palito!
Moon: É muita gentileza de sua parte, Random!
Random: Disponha!

Happy Green Things

É complicado querer ser original, em um mundo onde tantas coisas já foram criadas!

Locutor-sama: No escritório da autora, em seu estúdio imaginário no Happy Green Things, senhorita Moon está sentada no sofá, de braços cruzados.
Moon: Pronto! Agora não estou mais de braços cruzados.
Locutor-sama: Alguma coisa errada?
Moon: Sim, Locutor! Eu quero algo original! Inusitado! Chega de piada com queijo, ou gaita!
Locutor-sama: Eu não vejo nada de errado em piadas com queijo.
Moon: Claro que piadas com queijo são erradas!
Locutor-sama: Só porque algo é repetitivo, não quer dizer que seja ruim.
Moon: Mas Locutor-sama, eu quero coisas inusitadas, estranhas e malucas que tornem uma história mais engraçada!
Locutor-sama: Em outras palavras, você quer aperfeiçoar a maluquice.
Moon: Em outras palavras. É mais ou menos isso que tenho em mente.
Locutor-sama: Talvez calculadoras contadoras de histórias.
Moon: E o que isso tem de inusitado?
Locutor-sama: Ora, é muito simples senhorita Moon. Calculadoras são usadas para se fazerem contas matemáticas!
Moon: Sei que é para isso que serve uma calculadora!
Locutor-sama: Estou ciente desse fato. Só expliquei minha ideia.
Moon: Hm… é muito estranha, essa sua ideia.
Locutor-sama: Pensei que era exatamente esse tipo de coisa que você queria.
Moon: Sim, mas será que é uma ideia boa o suficiente?
Locutor-sama: Nunca saberemos se não testarmos!
Moon: Está bem, está bem. Entre a calculadora contadora de histórias!
Calculadora: Era *bip* uma *bip* vez *bip* uma *bip* bruxinha *bip* que *bip* gostava *bip* de *bip* se*bip* vestir *bip* com *bip* vestidos *bip* de *bip* bolinha.
Moon: Quê é que foi que ela disse?
Locutor-sama: Suponho que foi algo relacionado a uma bruxa de baixa estatura, e seu vestuário se resume a um vestido de bolinhas.
Moon: Muito informativo. SÓ QUE ELA TEM QUE PARAR DE FAZER ESSE BIP ENLOUQUECEDOR!
Locutor-sama: Senhorita Moon, acalme-se por favor. As calculadoras tem o direito de produzir o barulho de “bips e bips” quanto quiserem.
Moon: Não tem não! É por isso que as calculadoras tem como desligar o barulhinho das teclas, para não enlouquecer ninguém.
Locutor-sama: Mas autora…
Moon: Está dispensada, calculadora!
Locutor-sama: Isso foi um tanto injusto.
Moon: Como todo mundo diz… a vida não é justa. Por que deveria ser diferente com as calculadoras?
Locutor-sama: Se todas as pessoas pensarem assim, o mundo não será um lugar muito bom para se viver.
Moon: Ma-mas Locutor-sama! Nós estamos falando de calculadoras.
Locutor-sama: Calculadoras também tem sentimentos! Lembrem-se, leitores, de nunca jogarem uma calculadora contra a parede.
Moon: É, você nunca sabe se a calculadora é uma fada disfarçada, que pode transformar o individuo que cometeu tal atrocidade, em uma calculadora. Que vingança!
Locutor-sama: Você pegou o espírito da coisa, e da maneira dramática de se falar.
Moon: Desconfio que isso já aconteceu com esse narrador…

Silly Tales

A floresta é um local interessante para se usar como cenário de histórias, pois dá um ar de jogo épico! Pelo menos é o que eu acho.

Locutor-sama: Estava silêncio na floresta dos cogumelos tocadores de gaita. Isso era incomum, pois normalmente eles gostavam de mostrar sua habilidade musical.
Urso Tobi: Ahn… qual é o seu nome mesmo?
Locutor-sama: O meu nome não é importante, mas se precisa me chamar de alguma coisa use “Locutor-sama”, “narrador” ou “senhor dramático”.
Urso Tobi: Certo, tudo bem. Não sou muito bom de gravar nomes.
Locutor-sama: Por isso, sugeri meus apelidos.
Urso Tobi: Apelidos muito estranhos! O que estou fazendo aqui?
Locutor-sama: A autora queria um urso para explorar essa floresta experimental.
Urso Tobi: Mas porque um urso, em especial?
Locutor-sama: Ela disse que tinha que ser pois… ursos são ursos.
Urso Tobi: Não foi uma resposta muito boa.
Locutor-sama: Concordo. Bem que eu disse isso, mas a senhorita Moon é bastante teimosa.
Urso Tobi: Certo… eu só tenho que explorar essa floresta?
Locutor-sama: Isso mesmo. Aí você pode ir embora.
Urso Tobi: Está bem…
Locutor-sama: O Urso Tobi começou a andar calmamente pela bela e estranha floresta. Ela tinha pedras, muitas pedras em formato da letra H. Desconfio que é coisa da senhorita Hello, mas é melhor não fazer suposições sem ter provas…
Urso Tobi: Você vai ficar me seguindo?
Locutor-sama: É a regra.
Urso Tobi: Que regra?
Locutor-sama: Regras desconhecidas número 320 – O narrador tem que seguir os personagens.
Urso Tobi: Até se eu for no banheiro?
Locutor-sama: Não, eu não acompanho ninguém a um ligar tão privado como o banheiro.
Urso Tobi: O certo não seria “particular” no lugar de privado?
Locutor-sama: Tem razão! Muito obrigado.
Urso Tobi: Por um minuto eu pensei que você estava fazendo piada com banheiro.
Locutor-sama: Eu nunca faço piada com banheiro. É um tanto… apelativo.
Urso Tobi: Ainda bem que você pensa assim.
Locutor-sama: A conversa está muito boa, mas você precisa conhecer o chefe dos cogumelos tocadores de gaita.
Urso Tobi: Eles tem um chefe?
Locutor-sama: É para ficar mais dramático!
Urso Tobi: Tenho a impressão que você está zombando da minha cara.
Locutor-sama: Jamais uso a palavra “dramático” quando zombo de alguém. Já no local onde fica o chefe dos cogumelos, nós fizemos uma reverência para parecermos educados.
Urso Tobi: Está querendo dizer que não somos educados??
Locutor-sama: Disse isso para ficar mais engraçado.
Chefe dos cogumelos: Muito bem! O que fazem aqui?
Locutor-sama: Nós viemos ensinar a fazer sombras na parede, como prometido.
Urso Tobi: Como é quê é??
Chefe dos cogumelos: Ótimo! Finalmente podemos ter um entretenimento que não precisa de conexão de internet!
Locutor-sama: E os cogumelos tocadores de gaita viveram felizes para sempre.

– Pô Moon, se eles tocavam gaita, eles não se divertiam com isso? A resposta é não, meus caros leitores. Existem coisas mais divertidas do que tocar gaita… nada contra quem sabe tocar, é claro!

Silly Tales

A conspiração das senhoras que usam técnicas ninjas para terem clones!

Locutor-sama: *olha para o título da história* Isso é uma coisa bem específica! Assustador. Bom, leitores! Não sei exatamente qual é a ideia da senhorita Moon com essa história, mas é melhor “indo com o fluxo”.
Random: Isso tem alguma coisa a ver com descarga de vaso sanitário?
Locutor-sama: *suspira* Isso que acontece quando você fica com os filhos do Kekekê.
Moon: Sem piadinhas! Comecemos a história, pois é um assunto muito sério.
Locutor-sama: É mesmo, autora? Explique para mim a maluquice, por gentileza.
Moon: Bom, várias vovós estão aterrorizando a cidade dos cinco monumentos, com suas técnicas ninjas para se clonarem!
Locutor-sama: E o que elas vão fazer com esses clones?
Moon: Produzir biscoitos!

~ A história começa aqui embaixo! A parte de cima era uma introdução. ~
Locutor-sama: A cidade dos cinco monumentos está sendo aterrorizada por senhoras que são ninjas, usam uma técnica para se clonarem, e ainda por cima fazem biscoitos. Eu não entendo como isso vai ser uma ameaça para alguém, mas…
Pessoa que estava passando desesperada: As vovós não param de fazer biscoitos! Elas estão produzindo em massa, e distribuindo gratuitamente. Eu não consigo parar de comer!
Locutor-sama: Coitado. Acalme-se, minha boa pessoa. Resista a tentação! Não coma tantos biscoitos, mesmo que estejam tão gostosos!
Pessoa que estava passando desesperada: Eu não consigo… *desmaia*
Locutor-sama: NÃAAAAO!

A autora dessa história gostaria de tranquilizar os leitores, e nenhuma cidade de verdade, ou de mentira foi ferida na produção dessa história. Nem personagens fixos, figurantes, etc, etc e etc.

~ Como assim, ainda tem mais? ~
P-san: A situação está séria! Essas vovós estão fora de controle. O que todos nessa sala tem a dizer sobre isso?
Cata vento: Eu falei para o senhor, presidente que era necessário criar um clube de tricô e todas essas coisas que as senhoras gostam de fazer. Mas nãao, era melhor criar um clube de amantes de atum.
P-san: O quê é que você tem contra atum?
Raio: *escrevendo em um papel* Estamos todos perdidos.
Rei: E eu ainda nem aprendi a dançar aquela música que era um hit coreano!
P-san: Você aí, que tá dormindo!
???: Eu? *acorda assustado*
P-san: Quem é você, mesmo?
???: Eu sou o Refri-san, ué.
P-san: Ah, eu quase não o reconheci. Emagreceu?
Refri-san: Não.
P-san: Cortou o cabelo?
Refri-san: Eu estou sem minha fantasia de refrigerante, e isso não é normal, senhor.
P-san: Que absurdo! Coloque-a!
Refri-san: Ela está lavando, senhor.
P-san: Nada de desculpas! Se não está vestido devidamente como o personagem, vá embora.
Refri-san: *levanta da cadeira e sai pela porta*
Random: Já pensou se ele tentasse pular de paraquedas pela janela?
P-san: Esse pessoal tem que andar na linha! É por isso que essas vovós estão soltar por aí…

A autora dessa história adverte: Respeitem os mais velhos! Na verdade, as vilãs não eram as senhoras. Os verdadeiros vilões eram… televisões quebradas, que usam a magia para se transformarem no que quiserem! Pronto!
Outra coisa: O P-san não é presidente coisa nenhuma. Isso aqui é só uma história… que devia fazer sentido, mas a autora não está com paciência para escrever algo decente.

Conversas Aleatórias

Não precisa dar uma ideia de assunto quando os personagens sabem exatamente o que dizer!

Tuta-sama: Olha, eu particularmente não concordo com essa história. Nem todos os personagens sabem o que dizer!
Locutor-sama: É essa a sua opinião, Tuta-sama?
Tuta-sama: Claro! E aqueles que só sabem falar de queijo, e dizer que são o Napoleão, escondendo croissant no bolso?
Random: A Moon tem personagens assim? Quem diria!
Tuta-sama: Ela criou uns personagens esquisitos que vou te contar…
Moon: Pelo menos eu não criei um personagem que é um pote de maionese!
Tuta-sama: Não, mas você criou um que é um pote de açúcar mascavo.
Moon: Não zombe do grande pote!
Random: A Tuta criou um personagem que é um pote de maionese?
Moon: Não, foi o Locutor-sama que criou.
Locutor-sama: Eu não me recordo de ter usado imaginação para criar tal coisa.
Moon: Não foi você quem criou? Tem certeza?
Locutor-sama: Absoluta, autora.
Moon: Deve ter sido uma ideia selvagem, então. Elas são malucas!
Tuta-sama: Você devia saber cuidar delas melhor.
Moon: Olha minha cara guaxinim, eu faço o melhor que posso.
Random: Que bom que ela não faz pior!
Moon: E como eu faria pior?
Random: Jogando casca de banana em lugares aleatórios.
Moon: Para quê que eu faria isso? Espera, você já fez uma coisa dessas, Random?
Random: Eu? Imagina!
Lalali: O problema das ideias da autora, é que agora elas estão criando coisas sozinhas.
Moon: Em outras palavras, elas estão fora de controle.
Lalali: Em outras palavras.
Tuta-sama: Isso quer dizer que… elas podem criar novos personagens?
Locutor-sama: É o que a Lalali também observou, Tuta-sama.
Moon: Que ideia estranha foi essa que criou um pote de maionese?
Random: Pior ainda é que você não gosta de maionese!
Moon: Exatamente! Essa ideia não pode ser minha.
Tuta-sama: Deve ser da Cola-sama!
Moon: É, provavelmente. Ela é uma super vilã disfarçada. Todo mundo sabe!
Tuta-sama: A Cola-sama dá muita dor de cabeça.
Locutor-sama: Mesmo que seja a Cola-sama, não acho justo ficar falando mal dela.
Tuta-sama: Que isso Locutor, você está a favor da Cola-sama?
Locutor-sama: Não, eu não estou. Só não gosto de ouvir críticas para os personagens.
Moon: Impostor!
Tuta-sama: É melhor nós o pegarmos!
Lalali: *tira a máscara do Locutor-sama* É um…. pote de maionese?
Random: Num robô do Locutor-sama!
Pote de Maionese: E eu teria conseguido me infiltrar nessa história se não fossem por esses personagens enxeridos!
Moon: E não esqueça da autora enxerida!
Tuta-sama: Que final mais Scooby-Doo.
Lalali: Mas todo mundo gosta de um final Scooby-Doo!
Random: Ei! onde será que está o Locutor-sama de verdade?

~ No apartamento do Locutor-sama:
Locutor-sama: *usando o computador* Cookies! Eu preciso clicar nos cookies!

– O Locutor-sama está viciado em um joguinho muito louco e viciante. Não vou falar qual é, porque se não vocês não vão fazer nada mais produtivo no computador (e consequentemente na vida). o_O (Como fui achar isso meu deus)

Silly Tales

Eu não queria escrever uma história sem sentido… mas eu estou em cima da hora!

[Em frente da porta, que dá para a sala do trono]
Moon: Pessoal, estamos com um grande problema no nosso reino! Os cookies estão invadindo, e eles se juntaram ao potes de maionese.
Tasketê: Nós temos que informar isso a rainha!
Moon: Quero ver como ela vai receber essa novidade…
Tasketê: Vamos pensar positivamente!
Moon: Certo, Tasketê. Me ajude a informar a rainha da questão.
Tasketê: Vou ter que utilizar…. a minha técnica secreta?
Moon: Obviamente! Vamos chamar o Kekekê, também.
Kekekê: Alguém me chamou?
Moon: Sim, poderoso mago! Nós precisamos informar a rainha que os cookies…
Kekekê: Estão invadindo com os potes de maionese? Ela já deve saber.
[A porta abriu-se violentamente.]
Tuta-sama: O que vocês estão fazendo aí, conversando? Vamos resolver essa pataquada!
Tasketê: Mas rainha! Os cookies estão aliados aos potes de maionese!
Tuta-sama: Acalme-se, amiguinho. Eu tenho o guerreiro mais forte ao meu lado…
Moon: O dinheiro?
Tuta-sama: Não é o dinheiro! Desde quando o dinheiro luta?
Moon: Claro que ele luta!
Tuta-sama: Em que sentido?
Moon: Bem…
Tuta-sama: Se não souber explicar, então o seu argumento é inválido!
Moon: Pombas.
Tuta-sama: Eu disse a palavra no singular, não no plural. Não contratei pombas!
Moon: Pombas… em dobro.
Tuta-sama: Para de falar em pombas!
Falcona: Tuta-sama, vim assim que soube que precisava de ajuda.
Tuta-sama: Ótimo!
Kekekê: Oi, Falcona! Tudo bem?
Falcona: Estaria melhor, se o reino não estivesse em perigo!
Tuta-sama: Kekekê, você vai como healer!
Kekekê: Certo!
Tuta-sama: Tasketê, você vai de ladino!
Tasketê: Certo, certo!
Moon: E eu?
Tuta-sama: Você? Você é a autora! Não faz nada.
Moon: Ah…
Tuta-sama: Mas se quiser ser útil, narre.
[Começa a batalha épica contra os cookies!]
Moon: Na linha de frente, Falcona está acompanhada do Kekekê. Eles vencem os Cookies liderados pelo Biscoito e pela Cola-sama… fim!
Zezé: Mas e os potes de maionese?
Moon: Quem se importa? Eu nem gosto de maionese!
Tadeu: Agora fiquei curioso!
Moon: Com os potes de maionese?
Tadeu: Sim!
Moon: Eles eram liderados pelo Locutor-sama, vestido de pote de maionese.
Zezé: Que louco!
Tadeu: E o que mais?
Moon: Mais nada!
Matilde: Moon! Quantas vezes eu tenho que dizer para você, se vai contar histórias para os meus filhos, elas tem que terem um final decente!
Moon: Você está pedindo demais.
Zezé: Tudo bem!
Tadeu: Nós podemos ficar em silêncio por horas, para imaginar um final melhor para a história.
Moon: De nada pela ajuda, Matilde!
Matilde: Eu duvido que eles irão ficar quietos, mesmo.
Zezé: Nós vamos sim! Aí vamos criar um final excelente e intrigante.
Tadeu: Não esqueça de épico!
Moon: O Kekekê tem que ter orgulho dessas crianças!

Listas, Silly Tales

Personagens, que fantasia vocês vão usar no Halloween?

Moon: A pergunta está no título! Respondam por favor, caros personagens.
Hello: Black Widow!
Miss Cupcake: Storm!
Tuta-sama: Bellatrix!
Barman: Hm… eu ainda não sei.
Locutor-sama: Também estou na dúvida. Estava pensando em Sherlock Holmes, mas também queria ir de Ishida.
Moon: Ishida? Você quer ir de Ishida?
Locutor-sama: Ele usa branco, é diferente do que normalmente uso!
Tuta-sama: Acho que você não combina para Sherlock…
Moon: Também acho! O Barman podia ir de Sherlock!
Barman: Sherlock é uma boa sugestão, mas vamos lembrar que existem várias versões de Sherlock. Fica difícil de escolher.
Moon: Mas é óbvio qual deles você tem que escolher! A versão que o Robert Downey Jr. fez!
Barman: Pode ser. Pelo menos você não sugeriu Iron Man…
Locutor-sama: Autora, você sugere qual fantasia para mim, então?
Moon: Não sei… Tuta, o que você acha?
Tuta-sama: Hitchcock!
Locutor-sama: Bastante dramático.
Moon: Eu posso sugerir Mad Hatter?
Locutor-sama: Depende, senhorita Moon. Qual deles?
Moon: A versão do Johnny Depp!
Locutor-sama: Não acho que é dramático o suficiente.
Random: Que tal um microfone gigante?
Locutor-sama: Não, Random.
Random: Pote de Maionese? Diz que sim, vai!
Locutor-sama: Claro que não!
Random: Pô!
Tuta-sama: Você vai escolher Hitchcock?
Locutor-sama: Ainda estou na dúvida, mas talvez sim.
Tuta-sama: E a guaxinim ganha novamente!
Hello: Eu podia ir de fada…
Matilde: Fada? Há há há há!
Hello: Matilde, oi!
Tuta-sama: Falando na Matilde, ela podia ir de Tinker Bell!
Hello: Boa, boa!
*Tuta-sama e Hello dão risada*
Matilde: Há há há… Não.
Kekekê: Eu vou de Toon Link! E o meu amigo Tasketê vai de Príncipe Komali!
Tasketê: Estou ocupando fazendo a minha fantasia.
Kekekê: Se precisar, pode deixar que eu ajudo!
Tasketê: Obrigado!
Hello: É sempre difícil de escolher fantasia. Talvez eu possa vestir alguma coisa…. diferente.
Wolf: August Wayne Booth!
Hello: Sabe que não é uma má ideia?
Moon: Não faça isso, Hello! Você pode… virar madeira.
Wolf: Não vai acontecer isso autora, a menos que você queira!
Moon: É, acho que tem razão.
Locutor-sama: Bom, acho que todos nós temos uma ideia da nossa fantasia.
Moon: Ou não! Lembrem-se que eu posso mudar tudo.
Locutor-sama: E essa história termina com uma risada maligna da autora!
Random: Que medo.
Locutor-sama: Arrisco dizer que ela vai alguma vilã no Halloween.