Esquecidos

Oi gente! Fora de programação, maaaaas.

Leitores anônimos queridos do meu coração! Estarei atualizando o meu nostálgico flogão, largado desde 2012, de vez em quando. Mas o blog, que é meu prioridade e continuará na programação nor~mal~ Beijos! Estarei adicionando o link em algum lugar desse bloguinho – se está interessado, procure. Tchau e boa noite!

Green House Stories

Na Casa Verde, você pode se perder no meio do corredor. Ou apenas se perguntar porque tem alguém te seguindo, narrando todos os seus passos. Dramaticamente.

Locutor-sama: Tuta-sama havia acabado de terminar de resolver, com a senhorita Rosalina sobre algumas reformas que iriam ser feitas na Casa Verde. E então, pode sair da sala para ir embora.
Tuta-sama: Me seguindo até aqui, hein? Olha que daqui a pouco irão pensar que você está interessado em mim, Locutor-sama.
Locutor-sama: A questão não é bem essa, Tuta-sama. O caso é que a senhorita Moon insiste, que normalmente eu narre as histórias nas quais está protagonizando.
Tuta-sama: Quanto palavreado! Tá legal. A dona Moon gosta de perturbar mesmo a minha vida. Você não tem culpa disso.
Locutor-sama: Fico contente que pense dessa maneira, Tuta-sama.
Tuta-sama: Quero você me seguindo com um metro de distância.
Locutor-sama: Um metro de distância, Tuta-sama? Isso é um tanto longe, não acha que está exagerando?
Tuta-sama: Quem paga o seu salário de narrador sou eu, Locutor-sama. Já esqueceu disso, e que posso tomar o seu microfone?
Locutor-sama: Por favor, não tire meu microfone de mim.
Tuta-sama: Não diga isso como se eu fosse manchar a sua dignidade.
Locutor-sama: É claro que iria, Tuta-sama! Acredite em mim. Afinal de contas, o que é um narrador sem o seu microfone?
Tuta-sama: Tenho certeza que não conheço outros narradores que precisam de microfone para falar.
Locutor-sama: Pode ser, mas eu sou um narrador diferente. É como se o microfone fosse minha marca. Sem ela, quem sou eu? Apenas um qualquer.
Tuta-sama: Sem o seu microfone? Não exagere, Locutor! Não está sendo dramático. Apenas fresco! Para que tudo isso, homem? Se é realmente um narrador, não tem que ficar se preocupando tanto com imagem. E que história é essa, de estar usando roupa formal e que ainda por cima é quente para caramba?
Locutor-sama: Garanto a você, não estou vestindo isso por diversão.
Tuta-sama: Vai dizer que é tudo coisa da dona Moon, não é verdade? Tanto faz. Vamos embora logo.
[Um coelho e um leão passaram pelo Locutor e pela Tuta-sama.]
Tuta-sama: Mas o que é isso? São personagens.
Locutor-sama: Na verdade, não. Ramsés! Colombo!
[o gato e o cão pararam, e olharam para os dois]
Ramsés: *fantasiado de coelho*
Colombo: *fantasiado de leão*
Tuta-sama: Não vou me intrometer nas diversões dos outros, mas de qualquer forma… O que estão fazendo fantasiados?
Ramsés: Bom, eu queria convencer a Hello para voltar na Casa Verde. E o Colombo acabou se fantasiado… Eu não sei.
Tuta-sama: Faz mais sentido um gato se fantasiar de leão, do que um cão. Não concordam?
Locutor-sama: Acho que não faz sentido, animais estarem fantasiados de outros animais. Só é apenas a opinião de um mero narrador, não importa muito.
Tuta-sama: Tem razão, Locutor. Exceto pelo fato que você não é apenas um narrador… também é um cara muito chato.
Locutor-sama: É difícil ser agradável e dramático ao mesmo tempo.
Tuta-sama: Imagino que seja.

Listas, Silly Tales

Perdidos no deserto, o que os personagens fariam?

Está na hora de uma lista! Pois eu preciso escrever algo mais fácil de se ler, não concordam? E também preciso… Oh, que importa. Para frente, não vou me apegar em escrever detalhes.

Tuta-sama
Fica de braços cruzados. As suas meninas a resgatam logo, nem deu para ela sentir sede.
Tuta-sama: Muito mais fácil quando tem que te acompanhe, por radar nessas viagens longas! E que por algum motivo, terminam no deserto. Melhor não pensar muito no assunto.

Hello
Não está perdida, na verdade. Apenas procurando.. uma geladeira.
Hello: Como isso é possível? Já é a quinta vez, só nessa semana. Essas geladeiras só podem estar andando sozinhas.

Barman
Não está procurando uma geladeira. Nem está perdido.Na verdade, ele não faz a menor ideia do que está fazendo ali.
Barman: Esta é mais uma das histórias, onde a autora coloca personagens em lugares difícil de se sobreviver? Ou… será que sou sonâmbulo? Apesar de que nunca ouvi falar nesse tipo de sonambulismo, que você acaba parando no deserto. Estranho.

Rosalina
Poderia dizer que ela é auto suficiente. Ou apenas tenha feito um curso de sobrevivência. Por algum motivo.
Rosalina: É apenas bom senso, acreditem. Mas umas aulas de sobrevivência com o meu irmão mais velho também ajudaram. E um dispositivo que funciona melhor que um GPS. Não sei porque a Hello não anda com um desses.

Alice
Ela inventou o dispositivo que funciona melhor que um gps. Mas ainda assim, está no deserto. Fazendo… experimentos. Ou isso que ela quer que todos acreditem.
Alice: Na verdade, estou procurando um OVNI. A Hello anda em um, sabem. Apesar de ter uma carteira para dirigir esse tipo de coisa, grande parte das vezes ela bate em um asteroide. Deveria criar um dispositivo que a fizesse prestar mais atenção no trânsito do espaço!

Olliver
Ele ainda não sabe que está em um deserto. Ou apenas acredita, em seu coração, que é uma área que sofreu sério desmatamento.
Olliver: Até onde vai o aquecimento global? Daqui a pouco, nem os freezers estarão mais seguros. E aí, a situação vai ter ficado realmente preocupante!

Bônus:
Locutor-sama andando no deserto, junto do Capitão Yay.
Locutor-sama: *cantando* Nos campos floridos, onde há uma brisa que você não pode ver… *olha para o capitão Yay* Por que não está cantando, amigo Random?
Capitão Yay: É porque eu não sou o Random, caramba!
Locutor-sama: Bem que achei que estava desenhado demais.

Happy Green Things

Trânsito de carros já é algo complicado. Um para mudar de dimensão, então… Mais difícil ainda!

Locutor-sama: Estava indo até o escritório da senhorita Moon, a procura de uma ideia perdida. Será que ela foi parar ali? Imagino que sim, pois já chequei todos as salas desse estúdio…e adivinhem só? Apenas restou isto. Normalmente não entro lá, quando a senhorita Moon não está, mas… *abre a porta* Pelas barbas de Odin!
[Locutor-sama vê o Wolf sentado em cima da mesa da autora]
Wolf: Oi! Andou assistindo Thor, hein?
Locutor-sama: Wolf. O que está fazendo aqui?
Wolf: Bem… Imagine que você está fazendo uma investigação. De repente, vai até uma sala estranha que acaba puxando você para um local cheio de corredores. O que você faria? Eu gritaria, lógico, se não fosse pelo fato de eu estar me sentido sendo puxado por mãos invisíveis. Foi assustador!
Locutor-sama: Não acredito que uma coisa dessas realmente aconteça, Wolf. Está planejando alguma coisa?
Wolf: Eu? Só se for um planejamento para manter minha fofura em dia! Disse a verdade do que aconteceu. Não acredita em mim?
Locutor-sama: Na maioria das vezes acredito em coisas absurdas nas histórias da senhorita Moon, mas… Essa vez é difícil, já que dá para ver que você entrou por um buraco negro. Não é todo dia que vejo uma coisa dessas,
Wolf: Queria o quê? Que eu dissesse que fui jogado de uma dimensão para outra? Onde via calculadoras falantes e baratas gigantes, segurando balões de gás? Não, meu caro. Era difícil de acreditar até mesmo para mim. Como alguém ia acreditar em uma coisa dessas?
Locutor-sama: Pode ser difícil de acreditar, Wolf. Porém, inventar uma história absurda apenas para cobrir outra, é um tanto exagerado.
Wolf: Caramba! Está falando coisas que fazem sentido. De certa forma. Tantas coisas aconteceram comigo hoje, que vou apenas sentar-me naquele sofá, e pensar no que eu estava fazendo. Sabe, o dia foi tão grande que nem me recordo se escovei meus dentes.
Locutor-sama: Quando não se está acostumado em viajar nas dimensões acontece isso. Não se preocupe, Wolf. Só precisa descansar, que vai passar.
[Locutor-sama sai do escritório, e fecha porta.]
Locutor-sama: Espera só um pouquinho. Eu não deveria tirar ele de lá? Não… Está muito atordoado. E a senhorita Moon não está aqui, mesmo. Nossa! Já ia me esquecendo da ideia que estava procurando, a pedidos da senhorita Lalali. Será que saiu para tomar sorvete? Pode ser que isso tenha acontecido. Afinal, até uma ideia tem direito de se refrescar… Ninguém gosta de uma ideia com calor. Pensando bem, essa minha frase ficou bem estranha. E quando não estou falando coisa com coisa, só pode significar que a autora está com calor nesse momento! E muito calor.
Moon: Esses detalhes não importam, Barman!
Locutor-sama: Ela está confundido nome dos personagens. É, não vou contrariá-la.

Random Adventures

Random Adventures! – Há algo que sempre existirá… e se chama bagunça!

[Random, carregando uma mochila chega ao seu destino, acompanhado do Capitão Yay.]
Random: Uma aventura mais selvagem, até mais do que estar no meio de animais-
Capitão Yay: Random! Não acredito que você chamou a mim, até aqui para isso.
Random: Você gosta de aventuras, não? E que aventura melhor, do que um chão cheio de papelada? E ali embaixo da mesa, então? Caixas! E, para ficar mais emocionante…
Capitão Yay: Balas de café não são emocionantes, Random.
Random: Não são? Ah, você sabia o que ia dizer! A nossa amizade está cada vez mais forte.
Capitão Yay: Pode até ser. Só que é difícil do que esperar de você, Random. Uma hora, fala como uma pessoa sensata. Na outra, diz uma palavra completamente aleatória e me deixa com cara de bobo.
Random: Escova de cabelo!
Capitão Yay: Está vendo o que estou falando?
Random: Mas eu só estava…
[Uma escova de cabelo começa a perseguir o capitão Yay.]
Capitão Yay: Uma escova de cabelo com dentes! *sai correndo para fugir dela*
Random: Mas porque será que ela está nos seguindo? Será que estou descabelado… *toca na cabeça* Oh! Acabei de me lembrar. Não tenho cabelo!
Capitão Yay: Faça alguma coisa, Random!
Random: Fazer o quê? Ela quer alguma coisa que você tem. Nunca leu sobre animais selvagens?
Capitão Yay: Isso aqui é uma escova de cabelo, não um animal!
Random: Você entendeu o que eu quis dizer, é tudo selvagem. Principalmente quando vê pessoas descabeladas!
Capitão Yay: Caramba, Random! *tropeça em uma montanha de papéis colocada no chão, e um xampu cai do chapéu do capitão*
Random: Oh! Está explicado. Ela quer seu xampu!
Capitão Yay: Ma-mas…
[A escova de cabelo leva o xampu entre os dentes, e vai embora]
Capitão Yay: Como é que vou lavar a cabeça, quando eu voltar?
Random: Você lava a cabeça, ao invés do cabelo? Que estranho. Não sabia que xampu lavava rosto também.
Capitão Yay: Para mim chega! Você está de palhaçada comigo, Random. Isso não é uma aventura de verdade. É apenas um lugar cheio de bagunça! E onde já se viu, uma escova de cabelo que tem dentes? Parece até que a autora estava tendo alucinações, por causa do calor, ao escrever essa história!
Random: É, talvez a última coisa que você disse esteja certa. Mas sempre tem aquela opção que…
Capitão Yay: Vou embora! Me chame para algo mais divertido do que bagunça.
Random: Capitão, se o caso for o xampu, a gente passa na farmácia para comprar um.
Capitão Yay: Está bem, pode ser.
Random: Excelente!

– Uma história com os dois “de baixa estatura” na farmácia? Boa ideia, mas não na próxima vez.

Hello-san Legends

A busca pelo coelhinho amarelo.

[Hello andava no meio do nada, no meio de uma tempestade de neve.]
Locutor-sama: Há momentos em nossas vidas que, devemos fazer uma busca. É sobre reencontrarmos nós mesmos, em lugares inusitados. É claro que isso não significa necessariamente viajar pelo mundo, mas dentro do mapa da nossa própria mente…
Hello: Muito bonito e tudo mais, Locutor-sama… Só que estou buscando um coelhinho amarelo de bigode, nada além disso.
Locutor-sama: Sinto muito, senhorita Hello. Mesmo não sendo uma busca com tamanha profundidade, acredito que necessitava de um belíssima introdução.
Hello: Tudo bem…
Locutor-sama: Mas! É melhor eu fazer uma introdução que faça melhor sentido para a história. Senhorita Hello buscava um coelho de bigode, e de cor amarelo. O motivo? Acredito que é porque…
Hello: Caramba! Não precisa de tanta narrativa dramática. Estou apenas buscando um coelho de bigode pois acho engraçado! Quer justificativa melhor do que isso?
Locutor-sama: Nem todos tem tempo, e dinheiro para uma busca com apenas a justificativa de ser engraçado.
Hello: Eu não sou todo mundo.
Locutor-sama: É, eu deveria saber disso.
Hello: A busca estava em lugares estranhos! Não encontrava o coelho de bigode, que havia encontrado antes… Onde ele poderia ter ido parar?
Locutor-sama: Fui substituído por uma narrativa em primeira pessoa.
Hello: Primeira pessoa? Mas você apareceu antes do que eu, na história!
Locutor-sama: Não é bem assim que o português funciona.
Hello: Não, né? Puxa vida… Português é tão complicado! É melhor não ficar pensando muito nisso.
[Hello continuou a caminhada, que se tornava mais difícil.]
Hello: Eu não queria bancar a chata, mas… Tempestade de neve? Eu tenho mesmo que continuar a minha busca no meio do frio todo? Autora?
Moon: Está reclamando? Em um calor como esse, só consigo pensar em tempestade de neve.
Hello: Não seja extrema, Moonzinha! Por que não um cenário mais adequado? Como um bosque, ou algo assim?
Moon: Hm, não. Se eu quero que seja um lugar que esteja com tempestade de neve, vai ser assim e ponto!
Hello: O poder subindo a cabeça…
Moon: O que foi que você disse?
Hello: Nada, nada!
Locutor-sama: A tempestade de neve diminui. E significa que algo está para ser encontrado! Pois assim, a história fica mais conveniente.
Moon: Ei! Ainda não deveria abaixar a tempestade!
Locutor-sama: Tenha dó, autora. Vamos fazer algo mais simplificado!
Moon: Ah, tanto faz. Não vou discutir por bobagens.
Locutor-sama: Senhorita Hello finalmente termina sua busca. Uma caverna na sua frente!
Hello: Caramba! E é uma caverna… mesmo. Que decepcionante. Eu andei no meio de uma tempestade para isso? Espera um pouco… Aquele ali é o George Clooney?
George: Quer uma xícara de café?
???: Não, aquele é o George Clone!
Hello: Espera! Aquele ali… é o coelhinho de cor amarela que usa bigode! Volte aqui!
Locutor-sama: E o coelho fugiu.

– Confesso que a história toda foi escrita, para ter essa piada no final… O quê? Ficou mais engraçado na minha cabeça.

Raccoon Tales

Nos dias de hoje, existem várias opções de como aproveitar (ou perder) o tempo. E tem os binóculos!

Na mansão da Tuta-sama, guaxinim milionária.
Milla: Mãe?
Tuta-sama: [de binóculos, olhando pela janela] *não responde*
Milla: Está esperando uma maldição chegar, por acaso?
Tuta-sama: Não está chegando coisa nenhuma! [sai de frente da janela e olha para Milla] Ela… mora na nossa frente!
Milla: Ah, a dona Maricota? Novamente? Tem que se libertar disso, mamãe!
Tuta-sama: Não! Principalmente quando ela está usando binóculos, me espionando!
Milla: Você também estava usando binóculos.
Tuta-sama: Eu? Sim, e daí? Mas ela estava me espionado!
Milla: [bate com a pata na testa] Você só pode estar brincando.
Tuta-sama: Não vai me chamar de paranoica, vai?
Milla: Não. Alguém já te chamou disso hoje, por acaso?
Tuta-sama: Sim! A Matilde! Ela voou pela janela, olhou para mim e gritou “Paranoica”!
Matilde: Eu gritei da sua cozinha mesmo!
Tuta-sama: Beta! Já falei para não servir café ou chá para gente chata!
Beta: Isso não seria educado, Tuta-sama.
Tuta-sama: Detalhes, detalhes.
Milla: Acho que deveria arrumar algo melhor para fazer, no seu tempo livre. Que acha da ideia?
Tuta-sama: Não. Eu faço o que bem entender.
Milla: Então vai passar o resto do dia, olhando para a sua vizinha de binóculos?
Tuta-sama: Se eu não quiser mais fazer isso, eu não faço!
Locutor-sama: Quando Tuta-sama decidiu isso, o céu resolver aparecer coisas estranhas. Como um ovni, uma nave dirigida por um coelho amarelo e um encanador bigodudo voando pelos céus..
Random: Esse dia foi louco!
Tuta-sama: Locutor! Random! Precisava disso?
Locutor-sama: A vida precisa de coisas engraçadas.
Tuta-sama: E quanto as coisas dramáticas? Pensei que fosse sua coisa favorita.
Locutor-sama: A vida é muito mais que o dramático. Existem coisas além disso!
Random: Tem o cajuzinho, por exemplo.
Milla: Está vendo, que exemplo? O Locutor está tentando arrumar coisas diferentes, além das dramáticas! Deveria fazer o mesmo.
Tuta-sama: Ele ainda continua narrando.
Milla: O primeiro passo, é fazer o que se pode. E lembre-se que você está usando binóculos faz cinco dias!
Tuta-sama: Não exagere. Eu dormi e fiz outras coisas básicas. É mesmo! Você me viu fazendo isso esses dias todos. Por que perguntou?
Milla: Poderia falar que foi para facilitar a narrativa, mas no caso… Acho que combina mais falar que, tinha esperança de estar observando outras coisas. Tipo os passarinhos!
Tuta-sama: Não espione passarinhos, Milla. Você sabe o que eles podem fazer? Sabe? Sabe? Não, você não sabe.
Matilde: Eu bem que disse que ela era a paranoica!

Listas, Silly Tales

A vida secreta dos personagens.

Moon: Todo mundo gosta de vida secreta, não é mesmo? Afinal, se um personagem tem uma vida dupla – ou até mesmo uma pessoa – Todo mundo vai querer saber o porquê. Ou tudo isso que irei listar, não é nada mais nada menos que… fofoca! Ou conspiração, se preferir.

1. Tuta-sama, tem uma vida dupla de super herói.
Batman, é você?
Moon: Combinaria com ela. Rica, e tudo mais. Certo, é só porque queria imaginar um guaxinim dentro de um automóvel do Batman. Desculpa boba a minha, não?
Tuta-sama: E quem disse que eu já não tenho um automóvel do Batman?
Moon: Eu não me surpreenderia se você tivesse, sério.

2. Locutor-sama, uma garota mágica.
Ou pelo menos é o que dizem.
Moon: Como assim, o narrador não pode ser uma garota mágica? Conspiração! Todo mundo gosta dessas coisas.
Locutor-sama: Só você gostaria do fato de me ver de garota mágica, autora.
Moon: A Tuta tem certeza que você é uma garota mágica.
Locutor-sama: Rumores.

3. Hello, um dinossauro.
Dinossauro? Todo mundo pode ser um dinossauro.
Moon: Poderia escolher dragão, mas dinossauro? Sim, dinossauro! Nossa, estou falando como se qualquer um pode ser um dinossauro.
Hello: Podem, sim! Basta… acreditar!
Moon: Puxa, que bonito.
Hello: Pensando bem, preferia ser uma garota mágica.
Moon: Não.
Hello: Pô.

4. Barman, um agente secreto.
Ou qualquer papel mais interessante do que ser uma simples funcionário da Casa Verde.
Moon: Um líder, talvez? Não sei…
Barman: Não vejo problema algum em ser simples.
Moon: Você não tem ambições?? Que tristeza.

5. Fábio, um herói de túnica verde.
Pelo menos, era o que ele queria ser.
Moon: Não sei se ele iria durar muito. Imagino que seja bastante difícil ter o gorrinho do Link preso, sem voar nem em uma ventania!
Fábio: Eu poderia fazer isso possível!
Moon: Como…?
Fábio: Poderia fazer isso POSSÍVEL!
Moon: Não questionarei a sua sanidade no momento.

6. Olliver, um cientista interessado em fazer experiências botânicas.
Ele é um jardineiro. Ninguém trabalha com isso, a não ser com segundas intenções.
Moon: É cientista maluco, ou um espião.
Olliver: O que você tem contra os jardineiros? Daqui a pouco vai dizer que sou um criminoso!
Moon: Conspiração!

7. Rosalina, aventureira.
Ficar em um escritório? Ser contadora de uma pessoa como a Hello?
Moon: Óbvio que Rosalina deveria ser aventureira!
Rosalina: Está dizendo que números não são uma aventura?
Moon: Tem algum problema? Não é possível achar algo de interessante em matemática e seus números alienígenas.
Rosalina: Nem todo mundo é como você, autora.

Listas, Silly Tales

Em uma galáxia distante…

Locutor-sama: No primeiro post do ano, será listado invenções consideradas absurdas para a autora, que poderão ser inventadas. Não é para serem levadas a sério. E se vamos falar do futuro, como é que no título está falando em uma galáxia? É uma palavra mais dramática, oras.

1. Os cadarços de tênis serão oficialmente abolidos.
Moon: Isso conta como uma invenção? De qualquer forma, vou listar pois soou engraçado na minha cabeça.
Random: Mas como vai se abrir os toddyinhos?
Moon: Você abre um toddyinho com cadarço de tênis??

2. Os cabelos nunca mais vão ficar bagunçados. Consequentemente, não haverão mais escovas de cabelos.
Moon: Não sei se estou respeitando a lógica desse post… Ou será que eu tenho um ódio secreto por escovas de cabelos?
Matilde: Eu sempre tive certeza que você odeia as escovas de cabelo.
Moon: Ah, obrigada Matilde! Você é um amor, como sempre. Observe o meu sarcasmo!

3. O macarrão instantâneo será de fato, instantâneo.
Moon: Eu nunca compreendi o porquê de um macarrão instantâneo, na verdade demorar de três a cinco minutos para ficar pronto. É tudo uma mentira!
Locutor-sama: Você é muito impaciente, senhorita Moon.
Moon: Me julgue, narrador.

4. Haverá ventiladores que podem girar em trezentos e sessenta graus.
Moon: Como uma bola de discoteca, sabem? Não? Enfim, isso ia ser uma invenção bem útil!
Hello: Ou ar condicionado, usando o frio preservado do inverno!
Moon: Era o que eu precisava, de alguém para dar palpite.
Hello: Ah, Moon! Eu sempre fico feliz em ajudá-la.
Moon: Sar-cas-mo!

5. As pedras e as árvores poderão dar dinheiro.
Moon: Talvez eu tenha jogado Animal Crossing demais.
Tuta-sama: Não seria uma boa ideia. As pessoas iriam brigar por isso, querendo tomar posse de todas as pedras e as árvores que poderiam produzir dinheiro.
Moon: Eu preferia alguém para dar palpite, não alguém para acabar com a graça das minhas ideias.
Tuta-sama: Quê foi? É algo que se deve refletir!

Moon: E uma adicional. A volta do costume de usar a palavra “senhorita”!
Matilde: Para quê? Quanta frescura, Moon.
Moon: Frescura? Frescura? É, é frescura reclamar de uma palavra em desuso.
Matilde: Mas que bom que você admite!
Moon: Não sei se eu estava sendo sarcástica ou não… A vida é tão confusa.

Kekekê/Matilde, Pixie Tales

Duende reflexivo, é o que todos precisam! Eu, falando muito sobre reflexão? É apenas uma coincidência.

Locutor-sama: Essa história está sendo publicada de manhã, mas o cenário dela é em uma noite. Estrelada! Kekekê estava em cima do telhado (não me perguntem, coisas da autora) e olhando para as belas estrelas. Será que dá para ver a constelação do “Locutor?”
Kekekê: Existe uma constelação Locutor?
Locutor-sama: Sim, meu caro Kekekê. E tem o formato de um belíssimo microfone!
Kekekê: Então deveria se chamar constelação microfone.
Locutor-sama: Na verdade, não existe essa constelação Locutor. Estava apenas querendo ser poético. Nem sempre é possível ser dramático o tempo todo!
Kekekê: Mas eu pensei que ser poético e dramático era praticamente a mesma coisa.
Locutor-sama: Não, meu amiguinho duende! Bem. Pensando bem, são coisas muito similares. Ou não são? Agora fiquei um tanto confuso…
Matilde: Ei, Kekekê? O que está fazendo aqui?
Locutor-sama: Fui ignorado completamente.
Matilde: Deveria notar você? É praticamente um encosto.
Locutor-sama: As pessoas gostam de ferir os sentimentos de um narrador…
[Locutor-sama foi embora- Se é possível sair de um telhado, de uma maneira dramática!]
Kekekê: Matilde! Isso não se faz.
Matilde: Ah, ele estava mesmo enchendo a paciência. E então? Vai responder a minha pergunta, agora?
Kekekê: Oh. O quê foi que perguntou mesmo?
Matilde: Sobre o que você estava fazendo! Se bem que dá para perceber, está olhando as estrelas. Pensando em algo, imagino.
Kekekê: Bom, é difícil de parar de pensar, não é mesmo?
Matilde: Sim, é verdade.
Kekekê: Sabe, eu estive pensando em todas as coisas que fiz esse ano…
Matilde: Que coisas? Só se for nas coisas em que você fez, mas não foram escritas… Pelo menos, não para o blog.
Kekekê: Matilde! Existem coisas que não são escritas… Pois devem ser guardas na lembrança!
Matilde: [fica em silêncio por alguns momentos.] Olha, por mais bonita que tenha sido a sua frase, não muda o fato do pouco que você tem aparecido no blog da autora.
Kekekê: É verdade! Mas não tem problema. Não preciso aparecer muito, já que quando tenho a oportunidade estou em histórias inesquecíveis!
Matilde: Fica difícil de saber se você é burro, idiota ou muito positivo…
Kekekê: [olha com expressão chateada]
Matilde: Ma-mas isso não quer dizer que isso seja uma coisa ruim! Ser positivo é bem o seu estilo. Mais agradável do que reclamar o tempo todo, não acha? Tipo… eu. Ou a Moon. Ela também reclama bastante!
Kekekê: Não sei exatamente o que é certo, ou errado. Mas temos que aproveitar esse momento, Tilde! Com as estrelas… Podemos tentar imaginar se elas querem passar alguma mensagem. Ou apenas imaginar o tipo de aventuras que teremos no ano que vem!
Matilde: Certo, Kekekê. É difícil fazer comentários sarcásticos ou até mal educados, enquanto você está assim. Ficarei aqui, do seu lado olhando as estrelas de boca fechada. Te fazendo companhia, porque as estrelas estão mesmo bonitas.
Kekekê: Que bom! Sua companhia será apreciada!

– A história era para ser uma coisa, virou outra… Mas ficou boa! Enfim, este aqui é o último post deste ano. Então, desde já: Feliz 2015 para vocês, leitores.