No Escritório da autora em Happy Green Things.
Moon: O mundo dos videogames é realmente incrível, não concorda comigo?
Locutor-sama: Acredito que sim. Mas! Depende do videogame.
Moon: Está dizendo que videogames de zumbi não são incríveis, por exemplo?
Locutor-sama: Estava me referindo aos de cantores de ópera.
Moon: Céus! Você e o seu medo sem sentido de cantores de ópera.
Locutor-sama: É tudo por causa do Fantasma da Ópera…
Moon: E ele canta, o Fantasma da Ópera?
Locutor-sama: Em um musical, sim.
Moon: É realmente um medo sem sentido…
Locutor-sama: Mas o que estava falando sobre mundos incríveis dos videogames?
Moon: Ah! Esse jogo no qual a heroína pode reclamar e fazer beicinho que as coisas mudam assim como ela quer!
Locutor-sama: É um jogo que combina bastante com você, ouso dizer.
Moon: Como é que é??
Locutor-sama: Deixa para lá. Mas fico contente que tenha encontrado um jogo no qual a heroína parece com você…
Moon: Pombas, Locutor! Pare de brincadeiras infames.
Locutor-sama: Desculpe. Foi difícil de resistir…
Moon: Hm… Me pergunto quem faz todas aquelas coisas?
Locutor-sama: Que coisas você se refere?
Moon: As coisas que ela quer que façam para ela!
Locutor-sama: Os duendes?
Moon: Ela comenta qualquer coisa de um anjo guardião…
Locutor-sama: Não seria anjo da guarda?
Moon: Que guarda?
Locutor-sama: De guarda nenhuma.
Moon: Mas se você diz “da guarda” não parece que quer dizer que é… De alguma guarda?
Locutor-sama: Agora é a senhorita que está de brincadeira comigo.
Moon: Bem, sim. Há algo de ruim nisso?
Locutor-sama: É, eu já deveria estar acostumado. Um personagem seu sempre será vítima de… Brincadeiras!
Moon: Não precisa ficar tão indignado.
Locutor-sama: Estou apenas brincando.
Moon: “Estou brincando” é apenas um artifício para dizer as verdades.
Locutor-sama: Ah! Suponho que as coisas funcionam assim para você.
Moon: Hm… Talvez não. Existem momentos que as pessoas realmente estão brincando, não concorda?
Locutor-sama: É melhor ser otimista.
Moon: Otimismo! Será isso mesmo?
Locutor-sama: Se não é otimismo, será o quê?
Moon: Teimosia! E forçar que as coisas ocorram como nós queremos… Usando a nossa reclamação!
Locutor-sama: Sinto muito de ser aquele que deve dizer isso, mas – As coisas não funcionam como esse jogo, autora.
Moon: Bah! *cruza os braços* É, é! Tem toda a razão.
Locutor-sama: Não há necessidade de ficar aborrecida.
Moon: É que a vida tem sido tão aborrecida ultimamente…
Locutor-sama: Veja as coisas por um outro ângulo.
Moon: Vou precisar comprar um transferidor?
Locutor-sama: Você é sempre tão cheia das piadinhas…
Sapateado, pinguins e… Caramba, sabe quantas vezes eu arrumei esse título?
Na varanda do Estúdio Happy Green Things.
P-san: Você sabia que eu fazia sapateado, Moon?
Moon: Wow, sério? Até consigo imaginar você sapateando.
P-san: Sim, é muito sério. Eu era um ótimo sapateador…
Moon: E não é mais?
P-san: Nem tudo na vida é simples.
Moon: Oh. De fato…
P-san: Mas existe uma coisa boa nisso tudo!
Moon: Imagino que exista.
P-san: Eu agora sou bom em kickboxing.
Moon: Fascinante.
P-san: É mentira. Eu não sou bom em nada ultimamente.
Moon: Nem para fazer cupcakes?
P-san: E desde quando cupcake é um esporte?
Moon: Se você jogar nas pessoas, pode ser considerado um-
P-san: Que coisa horrível! Por que eu jogaria cupcake nas pessoas?
Moon: Hm. Essa ideia parecia mais plausível na minha cabeça.
P-san: Você tem umas ideias bem estranhas.
Moon: Ah! Mas e se fosse para jogar cupcakes em zumbis?
P-san: Cupcakes em zumbis?
Moon: Cupcakes em zumbis.
P-san: Está falando sério?
Moon: Cupcakes em dragões.
P-san: Isso faz menos sentido ainda.
Moon: Faz mais sentido jogar cupcakes em zumbis que em dragões?
P-san: Zumbis são mais populares que dragões ultimamente.
Moon: O que é um grande absurdo! Desde quando eles são mais legais que dragões? Dragões são muito mais legais.
P-san: Já te contei que eu fazia sapateado?
Moon: Você já disse isso.
P-san: Ah.
Moon: Está tentando desconversar?
P-san: Eu? Imagine.
Moon: A conversa sobre cucpakes não está fazendo muito sentido para você.
P-san: E nem para você.
Moon: Certo, certo. Vamos falar de outra coisa!
P-san: Ótima ideia.
Moon: E panquecas zumbis?
P-san: Panquecas? Panquecas zumbis?
Moon: Não me olhe com essa cara. Qualquer coisa pode virar zumbi de uma hora para a outra!
P-san: Isso é loucura.
Moon: Teorias da conspiração são bem loucas. Além do mais…
P-san: Sim?
Moon: Sabia que eu fazia sapateado?
P-san: Não! Não é você que fazia sapateado.
Moon: Então quem fazia sapateado? Meu clone de uma dimensão invertida?
P-san: Eu… Eu não sei. Sei lá, talvez?
Moon: Não, sapateado não. Ela deve ser garota mágica.
P-san: Quem?
Moon: A bolacha.
P-san: E a clone de uma dimensão invertida?
Moon: Ela é uma bolacha…
P-san: Não seria biscoito?
Moon: Nós não vamos brincar de “Civil Wars”, senhor Pinguim.
P-san: Mas o correto é biscoito…
Moon: E na dimensão da dimensão invertida, as bolachas e os biscoitos brigam entre si por ser diferentes, mas no fundo são iguais!
P-san: Isso foi profundo e completamente confuso.
Moon: Agradecida.
Batata! Batata! Não, não tem nenhuma batata nessa história.
(Continuação da história anterior.)
Tuta-sama: Príncipe Kekekê.
Príncipe Kekekê: Tuta-sama.
Tuta-sama: Tu está gastando energia da minha casa, e ainda se recusa a comer qualquer coisa de café da manhã?
Príncipe Kekekê: Quantas vezes eu tenho que dizer que tiro todo o meu alimento necessário da minha mochila mágica? Eu não preciso de comida de meros plebeus.
Tuta-sama: Posso bater nele?
Barman: Violência não é a solução para problemas.
Tuta-sama: Depois da Beta, você é outro coração mole!
Barman: Mas ele tem a cara do…
Tuta-sama: Não quero saber se ele tem a cara do Kekekê! Eu quero esse imbecil fora da minha casa.
Príncipe Kekekê: Já disse que se tratarem da Rainha dos Amendoins, eu termino com os problemas de vocês!
Tuta-sama: Eu realmente devo me meter com a versão alternativa malvada da Hello?
Barman: Não acho uma boa ideia…
Tuta-sama: Você ouviu eu dizer que ela é uma versão malvada, não ouviu?
Barman: Eu ouvi. Mas todo mundo sabe que versões malvadas são difíceis de lidar…
Tuta-sama: É, nesse ponto tem razão. Vamos embora, eu vou pensar em alguma coisa.
Príncipe Kekekê: Já vai tarde!
(Barman fecha a porta)
Tuta-sama: Vê como ele é mal educado? Eu sinceramente não sei o porquê de ter escutado a Beta… O que me importa se uma versão alternativa do meu amigo está em perigo? A próxima coisa que deve acontecer é o Kekekê correr algum tipo de perigo!
Barman: Sendo que na história de ontem você acertou que o Locutor ia cair da escada…
Tuta-sama: Aquilo foi a resposta lógica das coisas! Mas, sendo que eu leio o roteiro, acredite quando eu digo que logo teremos um aviso que o Kekekê teve problemas.
Barman: Espero que não ocorra nada muito sério.
Tuta-sama: Ele está com o ogro, eu não me preocuparia com isso.
Barman: Ah! Se você diz, fico mais tranquilo.
Tuta-sama: Eu estou sempre certa, então tem razão em ficar tranquilo.
Em uma dimensão paralela, no Reino dos Amendoins.
Rainha: Eu quero notícias! Notícias, Capitão da Guarda!
Capitão: Não o encontrei em lugar nenhum, vossa majestade.
Rainha: Incompetente! Eu quero aquele Príncipe de Meia Tigela aqui para mim AGORA! Ouviu bem?
Capitão: Sim, vossa majestade. Irei tomar providências, encontrei a localização dele em uma dimensão diferente da nossa.
Rainha: Excelente! Agora que comece a caçada!
Capitão: Se me permite, rainha…
Rainha: O que foi? O que FOI?
Capitão: Eu acho exagero caçá-lo só porque ele recusou um presente de amendoins… Ele pode ser simplesmente alérgico! Já pensou nisso?
Rainha: A questão não é o fato dele ser alérgico a amendoins… Ele foi um mal educado!
Capitão: *suspira* Vou até a máquina de viagem dimensional.
Rainha: Excelente.
Não cho-chore, pois trens não choram. (?) Oh! Isso daria um boa trecho de uma letra de música pop.
Locutor-sama: Existem muitas justificativas que poderiam ser dadas para o motivo de Barman estar passando um tempo trabalhando na mansão de Tuta-sama. Mas a mais interessante delas e menos boba possível é ele estar resolvendo um problema para a milionária guaxinim.
Barman: Tuta-sama, o Príncipe Kekekê se recusa a comer o café da manhã.
Tuta-sama: AH! Desde que essa versão paralela apareceu em casa, eu só tive problemas… Sabia que ele está fugindo de uma versão alternativa malvada da Hello?
Barman: A senhora já me disse isso cinquenta e cinco vezes desde que estou aqui.
Tuta-sama: Estava só situando os leitores da situação.
Barman: Ah! E eu só estava exagerando. Você disse isso algumas vezes, não cinquenta e cinco…
Tuta-sama: Aposto que a Hello fala sobre paçoca cinquenta e cinco vezes por dia.
Barman: Eu não posso contrariar os hábitos esquisitos das pessoas, Tuta-sama.
Tuta-sama: *suspira* Bem, vamos conversar com o Príncipe Kekekê, nem que seja para dar um tabefes naquela carinha mimada!
Barman: Difícil de pensar em que ele é uma versão alternativa do Kekekê.
Tuta-sama: Sim, de fato. Só falta me dizer que a versão alternativa da Matilde no mundo dele é boazinha!
Barman: Isso seria uma versão alternativa interessante.
Tuta-sama: Não diga essas coisas em um tom tão sério, Barman. Está me lembrando o Locutor-sama.
Locutor-sama: *do lado de fora da janela* Ele deveria considerar isso um elogio.
Tuta-sama: Feche a cortina da janela, Barman.
Barman: Sim, Tuta-sama. *faz como a Tuta pediu*
Locutor-sama: Minha voz não será silenciada por uma cortina!
Tuta-sama: Não tem importância. Cedo ou tarde você cai da escada. Cuidado para não cair nas flores ou você vai ter problema com a Falcona.
Locutor-sama: *dá um grito lá de fora pois acaba de cair da escada. No fundo é possível ouvir a Falcona gritando com ele por ter caído nas flores.*
Barman: Espero que ele esteja bem.
Tuta-sama: Vaso chato não quebra, é o que sempre digo.
Barman: Pensei que fosse vaso ruim não quebra…
Tuta-sama: Acredite, quando se trata do Locutor nós temos que se referir a ele como “o chato”.
Barman: Não consigo discordar disso.
Tuta-sama: Pois é a mais pura verdade! Agora, vamos finalmente falar com o Príncipe Kekekê.
(Os dois estavam na frente de uma porta amarela.)
Barman: Vou abrir agora, Tuta-sama. Prepare-se.
Tuta-sama: Estou pronta. Vamos logo com isso!
(Barman abre a porta.)
Tuta-sama: Príncipe Kekekê.
Príncipe Kekekê: Tuta-sama.
– O que será que o Príncipe Kekekê falará para a Tuta? Não percam o próximo episódio! (Amanhã)
Não são todos os anos que fevereiro tem vinte e nove dias… Entendeu? Pois é um ano bissexto, HA HA HA.
No escritório da autora.
Locutor-sama: A Senhorita Moon estava aproveitando um momento de tranquilidade, ela havia terminado de escrever as histórias do mês de Janeiro. Não existe nada melhor do que um merecido descanso após um árduo trabalho, não é mesmo? Mas ela ainda não podia começar a ficar relaxada, pois alguém aparece no escritório repentinamente.
Tuta-sama: Moon! MOON!
Moon: O que é isso? Escuta a voz da Tuta, mas não a vejo. Será que estou sonhando acordada?
Tuta-sama: Se você levantar o traseiro da cadeira, você vai me enxergar.
Moon: Oh! *levanta da cadeira rapidamente* É você, Tuta. O que deseja?
Tuta-sama: Sim, sou eu. E eu sou a sua consciência.
Moon: Sempre pensei que a consciência se apresentava na forma de gafanhoto.
Tuta-sama: Muito engraçadinha. Eu vim aqui para lembrá-la…
Moon: Espera! Espera! Já sei o que vai falar.
Tuta-sama: Sabe, é? Estou surpresa!
Moon: Eu vou ser visitada por três fantasmas de Natal…
Tuta-sama: Não acha um tanto cedo para pensarmos em Natal?
Moon: Você não aprecia uma boa piada? Fico triste com isso, minha amiga guaxinim.
Tuta-sama: Não sou sua amiga! Quero dizer… Por um minuto, pensei que estava falando com a Hello. Por favor, não se refira a mim como “amiga guaxinim” ou vou ter um troço do coração!
Moon: Tá bom, tá bom! Mas quanto drama. E o que veio fazer aqui? Você ainda não disse o que queria.
Tuta-sama: Quanta pressa! Ela é a inimiga da perfeição. Porém, se nos importarmos com tanta perfeição… BOOM! Você nunca terá nada.
Moon: Quanta filosofia.
Tuta-sama: Mas não vim aqui para filosofar.
Moon: Não? Pena, as suas reflexões são sempre inspiradoras.
Tuta-sama: Pare de me bajular e me escute.
Moon: Ok. Fala aí.
Tuta-sama: Vamos começar as histórias de fevereiro.
Moon: Mas eu terminei de escrever as histórias de janeiro ontem!
Tuta-sama: O tempo passa rápido demais, minha cara. E eu conheço você e a sua famosa procrastinação. Vê que tem mais de dez histórias programadas, dá bobeira e depois passam dias e você não tem história programada para o dia seguinte.
Moon: Gah! Eu detesto quando você tem razão…
Tuta-sama: É lógico que tenho razão! Sou a sua consciência, grilo ou não. Guaxinins são mil vezes melhores que grilos, aliás.
Moon: Certo, certo…
Tuta-sama: Vou-me embora. Mas não se esqueça do que eu disse!
Moon: Já entendi, pode ir embora…
Tuta-sama: E nem pense em ir assistir “We Bare Bears” sem antes ter adiantado histórias para o blog!
Moon: Droga. Ela leu a minha mente.
Janeiro é um mês que demora para passar ou sou só eu que acho isso?
Locutor-sama: O Sir Bigodón tem o costume de levar uma toalha xadrez com a intenção de meditar sentado em cima dela, após esticá-la no chão do jardim. É o seu momento de paz e solidão, porém alguém estava fazendo companhia para ele.
Sir Bigodón: Se tem algo para dizer, diga logo.
Fábio: Bem…
Sir Bigodón: Sim?
Fábio: Quer dizer que eu não posso fazer companhia para um coelho que gosta de meditação?
Sir Bigodón: Me parece que você está com um peso na consciência.
Fábio: Está me chamando de gordo?
Sir Bigodón: Eu estava me referindo ao livro pesado que você tem equilibrado na sua cabeça.
Fábio: Oh… *tira o livro em cima da cabeça*
Sir Bigodón: Diga, qual o problema?
Fábio: Você não consegue adivinhar qual é o meu problema?
Sir Bigodón: Você… Está se sentindo gordo.
Fábio: Sim! Sabe, eu até peguei emprestado um livro da biblioteca sobre o assunto para fazer algo sobre o assunto.
Sir Bigodón: Deixe-me ver esse livro. *aproxima a pata perto de Fábio*
Fábio: *entrega o livro para o Sir Bigodón*
Sir Bigodón: Mas isso é horrível! *começa a folhear as páginas do livro*
Fábio: Acha mesmo?
Sir Bigodón: Sim! É um livro sobre regime misturado com fantasia. Quem teve esse ideia absurda?
Fábio: Ahn… O autor?
Sir Bigodón: Esse autor só pode ter pirado na batatinha. E onde já se viu misturar dois gêneros totalmente diferentes em um livro? Ou você é um livro de regime, ou é um livro de fantasia. *fecha o livro* Outra coisa, livros de regime são pura perda de tempo. Siga minha sugestão, comece a fazer caminhas que é muito mais efetivo.
Fábio: Quer dizer que devo comprar uma roupa apropriada para correr?
Sir Bigodón: Ouviu o que eu disse? Falei sobre fazer caminhadas, e não correr. Correndo você vai se desanimar muito mais fácil, logo vai desistir e vai voltar a comer pizza enquanto escuta músicas para malhar.
Fábio: Entendo! Ótimo conselho. Faz sentido… Ei! Como sabe que como pizza escutando música de academia?
Sir Bigodón: Eu passei pelo seu quarto quando a porta estava aberta.
Fábio: Está aí uma explicação muito plausível.
Sir Bigodón: Outra coisa, não esquente a cabeça sobre estar muito gordo ou não. As pessoas são diferentes, às vezes está na sua genética ser mais gordo que os outros.
Fábio: Não sei se fico mais tranquilo em relação a isto ou fico chateado por ser mais gordo…
Sir Bigodón: Francamente! Ser gordo não é crime. Tire esse complexo da cabeça e vá viver o melhor da vida.
Fábio: Está aí um bom conselho! Obrigado, Sir Bigodón. *levanta do chão*
Testar uma ideia por tanto tempo faz que ela acabe deixando de funcionar!
Locutor-sama: A autora corria em uma floresta encantada, onde eram possíveis as fadas que estavam presentes iluminando a escuridão. As árvores faziam um barulho assustador, pois estava ventando, mas não tanto como o rugido que ouvia-se por todo o lugar.
Moon: Não acredito! Não acredito nisso!
Ideia-Ogro: GROFAAAA!
Moon: Que tipo de rugido é “Grofa”? Francamente!
Random: Não subestime uma ideia-ogro!
Moon: É, eu já percebi isso.
Locutor-sama: Ela se escondeu atrás de uma árvore na esperança de esconder-se do ogro, que já havia quase alcançado o passo.
Moon: Como algo tão grande pode ser tão rápido??
Random: A resposta é hoverboard!
Moon: Hoverboard? Onde já se viu um ogro usando hoverboard?
Random: Não seja tão preconceituosa.
Locutor-sama: O ogro encontrou-a, tirando a árvore que ela estava se escondendo do chão.
Ideia-Ogro: GROFA! GROFA!
Moon: Gah! Pombas!
Locutor-sama: A autora voltou a correr, porém logo levou um tombo por causa de um galho que estava no chão.
Moon: Um galho! Que clichê. *soca o chão* E ainda por cima estou presa nele… Mais clichê ainda!
Random: Minha nossa! O que faremos?
Moon: Não sei, mas ele está quase aqui! Vá embora sem mim, Random!
Random: Ok. *sai andando*
Moon: Não era para sair mesmo andando!
Locutor-sama: O ogro pegou-a, e começou a gritar no ouvido dela.
Moon: Pombas! Vou ficar temporariamente surda!
Ideia-Ogro: GROFA! GROFA!
Moon: Talvez por mais tempo do que eu pensava…
Random: Eu tenho que fazer algo. Mas o quê?
Moon: Bah! Se for depender dos outros, eu vou ficar aqui por horas ouvindo essa ideia reclamar no meu ouvido.
Ideia-Ogro: GROFA?
Moon: Isso mesmo! GROFA PARA VOCÊ TAMBÉM!
Locutor-sama: Ela pressionou um botão no relógio que estava no seu braço.
Moon: Robô RANT ATIVAR!
Locutor-sama: Um robô gigante veio dos céus veio ao socorro da autora.
Moon: Robô Rant, faça-me essa favor…
Robô Rant: RANT RANT RANT?
Moon: Sim, Robô.
Robô Rant: RANT!
Ideia-Ogro: Grofa. Grofa! *entrega a autora para o robô*
Moon: Obrigada! Posso descer agora, robô Rant?
Robô Rant: Rant! *coloca a autora cuidadosamente no chão*
Moon: Agradecida.
Random: Moon! Cê tá legal!
Moon: Sim, Random. Não se preocupe comigo.
Random: Não devia me preocupar, já que você não iria deixar-se propositalmente em um problema difícil de resolver.
Moon: O que está insinuando?
Random: Nadinha de nada!
Moon: Agora vamos para fevereiro!
Random: Mas…
Moon: Mas o quê? O próximo é o mês de fevereiro, correto?
Random: Na verdade tem mais um dia.
Moon: Oh! E eu podia jurar que eu já estava no dia 31… Sou uma perdida!
Random: Essas coisas acontecem!
Nada melhor do que observações interessantes e inspiradoras para melhorar o astral!
Locutor-sama: Esta é uma história sobre o Balinha, o anão. A situação dele atual é bastante absurda e irritante. Ele, pelo menos está com uma expressão irritadíssima.
Balinha: Caixas! Eu estou no meio de caixas!
Locutor-sama: Mas não era o fato de estar cercado por caixas que o irritava. E sim o fato de ter um lobo arrogante junto dele.
Wolf: Eu sou muito fofinho!
Balinha: Lobo… Escute-me bem.
Wolf: Mas meu nome é Wolf.
Balinha: Tem diferença? Wolf é lobo em inglês.
Wolf: Tem diferença, sim. Afinal de contas, eu sou Wolfgang Wolf Woof!
Balinha: Quantos “W”s!
Wolf: Fascinante, não é mesmo?
Balinha: Sim, muito fascinante.
Wolf: E fofíssimo!
Balinha: Meu caro, estamos aqui presos há duas horas. Eu já entendi perfeitamente que você e adorável e o tal!
Wolf: Ah, muito obrigado! Fico lisonjeado com o seu reconhecimento.
Balinha: *bate com a mão na testa*
Wolf: Por que está tão irritado?
Balinha: Porque está falando que é fofo há duas horas!
Wolf: Sim, eu já entendi perfeitamente. Estamos nessa enrascados nessa bagunça há duas horas! Tem que repetir isso tantas vezes?
Balinha: Qual é o problema? Isso não é nada perto de todas as vezes que repetiu sobre a sua beleza!
Wolf: Eu tenho problemas de auto afirmação…
Balinha: Oh… É mesmo? Desculpe, eu não sabia.
Locutor-sama: Wolf começou a chorar. Balinha deu um abraço para ver se ele se acalmava.
Wolf: Obrigado. *assoa o nariz na roupa do Balinha*
Balinha: Sinceramente! Se queria um lenço de nariz, era só me pedir.
Wolf: Desculpe. Fiz sem pensar, sabe?
Balinha: Ah, está bem.
Wolf: E agora? Nós nunca vamos conseguir sair daqui…
Balinha: Tudo seria mais fácil se aquele narrador não tivesse tirado o meu machado de mim. Sério! Quem tira o machado de um anão? É a mesma coisa se eu tirasse o microfone dele.
Locutor-sama: Por favor, não tire meu microfone de estimação de mim.
Balinha: E aí? E nós vamos ficar aqui para sempre?
Locutor-sama: Se vocês tivessem sido mais paciente e observado ao seu redor, teriam encontrado a solução.
Wolf: Oh! É como aqueles jogos que temos que escapar deduzindo como juntar itens bizarros que vão auxiliar-nos a abrir a porta?
Locutor-sama: Quase isso.
Balinha: Pensando melhor, é aqueles jogos que temos que arrumar as caixas para encontrar a saída. Ou aparecer um baú com um tesouro.
Wolf: Caixas! O que tem de tão divertido nas caixas?
Balinha: Menos reclamação e mais ação! Vamos sair do meio dessas caixas.
Locutor-sama: Os dois cooperaram e resolveram juntos a solução do problema. E eles perceberam que o trabalho em equipe é mais gratificante que se virar sozinho.
Wolf: Precisa mesmo de lição de moral? Francamente…
– Não finja ter problema de auto-afirmação para poder se passar de coitado para outra pessoa… Também não deixe de usar calças. Resumindo: Não seja o Wolf! Ele é só um personagem fictício e muito impoliticamente correto.
Nada melhor do que escutar uma música que você não faz a menor ideia do que signifique o nome.
Locutor-sama: A abacaxi Zaltana não conseguia entender o que estava acontecendo. A sala em que ela se encontrava tinha luzes na parede com as cores de um cubo mágico…
Zaltana: Ótimo! Foi escolhida para uma história bizarra.
Random: O que tem de bizarro? Não gosta das cores de cubo mágico que estão refletindo na parede?
Zaltana: Nós não sabemos da onde essas luzes vem. E além do mais… O que é aquilo no fundo da sala?
Random: Oh! Parece um refrigerante com pernas.
Zaltana: Não me diga que aquilo é…
Locutor-sama: Zaltana aproximou-se temerosa, e infelizmente seus pesadelos se tornaram realidade.
??: Eu sou o Tolinho e sou seu amiguinho!!
Zaltana: *grito de terror*
Locutor-sama: Acho que a senhorita Moon está sendo muito malvada.
Random: Eu também acho.
Zaltana: *ficou sem fôlego após correr pela sala toda*
Locutor-sama: Acalme-se. Pense nisso como se fosse um teste para você ganhar presentes de natal.
Zaltana: O natal está muito longe!
Random: Ele está tentando te consolar.
Zaltana: Ah, claro. Muito gentileza a sua… Mas aquela coisa bizarra está vindo em minha direção.
??: Sou seu amiguinho!!
Zaltana: O que eu fiz para merecer isso??
Random: Hm… Ele anda bem devagar, não é?
Locutor-sama: Mas ele estava do outro lado da sala.
Random: Mesmo ainda tão devagar! Isso é muito esquisito!
Zaltana: Será que vocês podem parar de bater papo furado e me ajudar??
Locutor-sama: *usa uma vassoura para afastar o refrigerante assustador* É algo bem estranho de se ter medo.
Random: Você não pode falar nada, tem medo de cantores de ópera!
Locutor-sama: Tem razão. Eu havia me esquecido disso!
Zaltana: O que foi que eu fiz para merecer isso??
Random: Calma! Vai ficar tudo bem no final!
Zaltana: Eu não me importo se vai ficar tudo bem no final, eu só não quero ficar na mesma sala que… Aquela coisa!!
Locutor-sama: Seria um boa ideia nós procurarmos a porta.
Random: Concordo.
Locutor-sama: Nós começamos a procurar por uma porta que nos levasse para fora desse lugar horrível que havia uma garrafa de refrigerante assustadora. Porém, não encontrávamos nada…
Zaltana: Eu não acredito nisso! Estamos presos!
Locutor-sama: Tenho certeza que nós vamos encontrar uma solução para esse problema de porta mais cedo ou mais tarde.
Zaltana: Mais tarde? Não pode ser mais tarde! Temos que resolver isso de uma maneira ou de outra!
Random: Mas não tem outra maneira. A não ser que você possa viajar entre dimensões ou algo desse gênero…
Zaltana: Talvez… A solução seja enfrentar meu próprio medo!
Locutor-sama: Zaltana pegou a vassoura que deixei de lado e derrotou a estranha garrafa de refrigerante Tolinho.
Zaltana: E não volte mais para me assombrar!
Complicado? Não, é apenas difícil de se explicar.
No escritório da Hello na Casa Verde.
Hello: Eu nunca estive tão entediada na minha vida toda como estou nesse exato momento. O que me diz, sir Bigodón?
Sir Bigodón: Eu digo que sempre há momento de lavar a louça.
Hello: Que horror! E quem vai querer lavar a louça?
Sir Bigodón: Você disse que estava entediada.
Hello: Eu não acredito que existam pessoas no mundo que estão entediadas e vão escolher lavar a louça.
Sir Bigodón: Ouso dizer que é um passatempo muito útil.
Hello: Lavar a louça não é passatempo coisa nenhuma, sir Bigodón.
Sir Bigodón: Discordo. Não é só porque não é divertido, que não possa ser tratado como um passatempo!
Hello: Bah! Francamente, meu coelhinho bigodudo! Você está de brincadeira comigo. E pare de fazer essa cara séria fofinha! Dá vontade de apertar as suas bochechinhas graciosas.
Sir Bigodón: Por favor, nem pense em apertar as minhas bochechas!
Hello: Mas elas são tão adoráveis!
Sir Bigodón: Pare de olhar para mim com essa cara e volte a trabalhar!
Hello: Mas eu não queeero. *abaixa a cabeça na mesa*
Sir Bigodón: Não baixe a cabeça na mesa!
Hello: Credo, está parecendo minha mãe.
Sir Bigodón: Quer que a Rosalina volte das férias e saber que não trabalhou nada na ausência dela? Ela vai ficar decepcionada com você.
Hello: *suspira profundamente* Detesto admitir, mas tem toda a razão. *começa a organizar os papéis na mesa*
Sir Bigodón: Pensei que essa mesa já estava arrumada quando nós chegamos na sala.
Hello: Ora, sim! Mas acredita que os duenditos vieram desarrumar tudo? Eles me odeiam! Aquelas criaturinhas maléficas! Aposto que escutam “Let it Go” o dia tudo.
Sir Bigodón: O que você tem contra a música “Let it Go”?
Hello: Nada em particular…
Sir Bigodón: Hello, você acabou de arrumar esses papéis.
Hello: Sim! Mas os duenditos começaram a bagunçar ao mesmo tempo que terminar de…
Sir Bigodón: Tenha a santa paciência! Você está enrolando para não ter que trabalhar.
Hello: Calúnias! Eu estou dizendo a pura verdade. Venha aqui na minha mesa ver.
Sir Bigodón: *arruma os papéis, e imediatamente após ele terminar eles bagunçam de novo*
Hello: Não é de enlouquecer?
Sir Bigodón: Vamos tirar tudo na mesa e colocar no chão.
Hello: O que está planejando, meu querido coelhinho?
(Momentos depois, Sir Bigodón abre a janela e joga a mesa da Hello por ali)
Hello: O que está fazendo??
Sir Bigodón: Apenas resolvendo o problema, ué.
Hello: Eu não sei se você é esperto ou burro.
