Happy Green Things

Existem histórias que a autora nunca fica satisfeita, do jeito que elas ficam.

[Meu escritório, no estúdio de Happy Green Things.]
Moon: O que foi, Locutor-sama?
[O narrador havia acabado de chegar no escritório.]
Locutor-sama: Apareceram uns homens estranhos, que queriam vê-la.
Moon: É?
Locutor-sama: É melhor você vir comigo.
Moon: Homens estranhos? Já não basta você, de estranho?
Locutor-sama: Interessante observação.
[Nós dois fomos até a porta do estúdio, onde estavam os homens estranhos.]
Estranho 1: Bom dia. Nós somos o pessoal dos desprezados.
Estranho 2: Personagens, histórias… Tudo que for desprezado.
Moon: Tá, já entendi.
Estranho 1: Você é a autora?
Moon: Sim.
Estranho 2: Você dispensou catorze histórias.
Moon: E dái?
Estranho 1: Precisamos saber o motivo.
Moon: O motivo?
Estranho 2: Exatamente. O que foi que você não entendeu?
Moon: Para quê vocês querem saber?
Estranho 1: Histórias não podem ser desprezadas.
Moon: É?
Estranho 2: Nem personagens.
Moon: E onde vocês querem chegar com isso?
Estranho 1: Você tinha escrito histórias completas.
Estranho 2: Outras, você começou apenas.
Estranho 1: Não era mais fácil, terminar as ideias que você tinha?
Moon: Deu preguiça.
Estranho 1: Preguiça nunca é uma boa justificativa.
Estranho 2: Você deve ter responsabilidade.
Moon: Oras, eu vou deixar as histórias para mais tarde.
Locutor-sama: Não acho que esses homens vão querer entrar em um acordo…
Estranho 1: Podemos entrar em um acordo.
Estranho 2: Se você quiser, é claro.
Moon: Que tipo de acordo?
Estranho 1: Que você tem que concordar, jogar fora as outras ideias me parece…
Estranho 2: Desnecessário, e exagerado.
Moon: Acho que essa história, também vai ser arquivada. Não estou achando interessante.
Estranho 1: Por favor. Isso é exagero.
Estranho 2: Você está sendo perfeccionista.
Moon: Não é isso. Apenas não achei as histórias suficientemente interessantes.
Estranho 1: Tinha catorze histórias.
Estranho 2: Uma delas tinha que ser boa. Não é possível que todas eram ruins.
Moon: Bem…
Estranho 1: Tem 27 rascunhos no wordpress.
Estranho 2: Acho melhor nós nem comentarmos, sobre esse detalhe.
Estranho 1: Vamos lembrar que, nada adianta você reescrever várias vezes….
Moon: Deve haver algo de errado nessa frase…
Estranho 2: Assim não vai adiantar. Você não vai terminar nada.
Moon: É?
Estranho 1: Nós vamos embora.
Estranho 2: Nós voltaremos, se necessário.
Moon: E vocês vieram para dizer essas coisas estranhas?
Estranho 1: Exatamente.
Estranho 2: Espero que você pense sobre o assunto.

Happy Green Things

Uma história qualquer, no escritório da autora.

[Cola-sama entrou no meu escritório.]
Cola-sama: Isso é incrível!
Moon: Lá vem…
Cola-sama: Tinham histórias melhores, só que você não quis terminar.
Moon: Elas estavam confusas.
Cola-sama: E as que você publicou recentemente?
Moon: Geniais?
Cola-sama: Escrever várias coisas misturadas, e terminar a história da maneira mais sem sentido possível, não é algo genial. Você não tem bom senso?
Moon: Tenho. Mas ele fugiu.
Cola-sama: Então você tinha!
Moon: Não, eu ainda tenho.
[Locutor-sama entra no escritório.]
Locutor-sama: Autora? Você ainda está assim?
Moon: Não.
Locutor-sama: Eu espero que você não comece, a se interessar pelo não.
Moon: O não, não é interessante.
Cola-sama: O que está havendo, Locutor-sama?
Locutor-sama: Bem, a autora acha que tudo que anda escrevendo está péssimo.
Cola-sama: Isso eu concordo.
Moon: (bate com a cabeça na mesa)
Locutor-sama: Autora!!
Moon: Preciso de férias.
Locutor-sama: Não seria melhor…?
Moon: Não! Eu não vou dar uma pausa.
Cola-sama: Você gosta de falar a palavra não.
Moon: As coisas vão melhorar!
[Hello entra no escritório da autora.]
Hello: Moon! Precisamos conversar.
Moon: Que foi?
Hello: Vou escrever as histórias que restam, para completar o fim do mês.
Moon: Você tem noção, que tem algo de errado com a sua frase?
Hello: O quê? Vai corrigir o meu português?
Moon: Não! Para quê eu te deixaria escrevendo as histórias?
Hello: Você está precisando de uma folga.
Moon: Eu não estou precisando de uma folga.
Hello: Está sim
Moon: Me dê um bom motivo, para deixá-la escrever as histórias para o blog.
Hello: Eu já não sou um bom motivo?
Moon: Está se achando?
Hello: Um pouco.
Moon: Não. Prefiro deixar o Olliver escrever as histórias.
Hello: Que seja o Olliver, então!
Moon: Não. Esquece, eu mesma vou escrever.
Locutor-sama: Tem certeza?
Moon: Claro, quem mais escreve as histórias?
Cola-sama: Pensei que aquele boneco de palito também escrevesse.
Moon: Vamos parar por aqui, antes que eu desista da história?
Hello: Você não pode desistir das histórias, Moon. Você tem que ir até o fim!
Moon: Bem, então eu cheguei até o fim.

Silly Tales

Todos se preocupam com alguma coisa.

[Estúdio Happy Green Things, ou Casa Verde? Nenhum dos dois!]
[Em uma lanchonete que vende pães de queijo muito gostosos.]
Locutor-sama: Isso é muito triste, autora.
Moon: É?
Locutor-sama: Você ainda está com vontade de comer pão de queijo?
Moon: Sim. Mas isso não é triste.
Locutor-sama: Não?
Moon: Triste é estar escrevendo um montão de posts, em um dia só.
Locutor-sama: Não vi qual é o problema.
Moon: Tenho outra preocupação.
Locutor-sama: É?
Moon: Sempre coloco tantos “nãos” nas histórias.
Locutor-sama: Isso é apenas um detalhe.
Moon: Você não entende de nada, narrador. Ah! Olha só… usei outra vez!
[O Locutor-sama e eu, estávamos sentados perto de uma mesa.]
Locutor-sama: Não seria melhor nós sentarmos longe da mesa?
Moon: Você está fazendo ironia?
Locutor-sama: Não.
Moon: Não diga não.
Locutor-sama: Mas você acabou de dizer!
Moon: NÃAAO!
Locutor-sama: Não acredito que nós vamos ficar aqui, discutindo sobre a palavra não.
Moon: Ninguém está discutindo sobre a palavra não!
Locutor-sama: Conversando.
Moon: Ah. Não.
Locutor-sama: Autora, acho melhor você descansar.
Moon: Não.
Locutor-sama: (suspira)
[Hello entra na lanchonete. Ela vai até o balcão.]
Hello: Um pão de queijo, por favor.
Atendente: Desculpe, senhorita. Nós não vendemos pão de queijo.
Hello: Como não?
[Eu começo a rir loucamente.]
Hello: Moon! Você proibiu de vender pão de queijo, para mim?
Moon: Imagine. Jamais faria isso.
Locutor-sama: É por isso que dizem, que um dia a farinha vai acabar…
Moon: Oi?
Hello: Oi?
Locutor-sama: As pessoas ficam discutindo. A farinha vai pegar seu submarino verde, e fugir.
Moon: Oi?
Hello: Oi?
Locutor-sama: Temos que ser gentis, uns com os outros. Pela segurança da farinha.
Moon: Oi?
Hello: Oi?
Moon: Espera… você esqueceu do chocolate!
Atendente: E dos dinoussauros!
Locutor-sama: …
Locutor-sama: …
Locutor-sam: Eu juro, só pode ser o Random que está escrevendo as histórias recentes.
Hello: Pegou a mania de gastar linhas com “…”?
Moon: Não precisa ficar reparando nos detalhes.
Hello: É um absurdo. Você está usando assuntos aleatórios, e escrevendo uma história?
Moon: Sempre fiz isso. E sempre funcionou!
Hello: Hoje não.
Moon: Por Godofredo! Pare de falar não!
Hello: Qual o problema de dizer não? Eu não vejo problema nenhum.
Moon: Ninguém entende a gravidade da situação! Por isso os dinoussauros foram extintos!
Locutor-sama: Eles também diziam não?
Moon: O que está havendo nessa história?!
Hello: Não sei. Eu só queria comprar um pão de queijo!
Moon: Você deveria ir comprar paçoquinha. Isso sim!
Hello: É uma boa ideia.
Moon: Essa lanchonete não vende suco de uva. Absurdo.
Locutor-sama: Autora, é melhor nós irmos embora.
Hello: Posso ter meu pão de queijo?
Moon: Não!
Hello: O que foi que eu te fiz?!
Moon: Você roubou minha meia.
Locutor-sama: Autora, eu vou começar a desconfiar da sua sanidade mental…
Moon: Eu não estou louca! Ela roubou mesmo minhas meias.
Hello: Eu roubei?
Moon: Ah, não… Peraí. Deve ter sido seu clone gêmea do mal.
Hello: Clone gêmea do mal?
Locutor-sama: Tem alguma coisa errada na frase.
Moon: Você não é o Pascoal, para me corrigir!
Locutor-sama: Na verdade, eu não sou o Pascoal. Nem o Locutor-sama.
Moon: Então quem é você?!
Hello: O que está havendo nessa história?!
[Random termina sua narração, para o seu amigo Locutor-sama.]
Random: Gostou da minha historinha?
Locutor-sama: Excelente! Muito random!
Random: Eu tenho esse nome por esse motivo!

– Os leitores devem achar que estou maluca… ou simplesmente enrolando, um monte de posts, por estar com preguiça e sem criatividade.

Silly Tales

Eu tentei fazer algo diferente. Ou eu estava apenas com preguiça!

Locutor-sama: Na história de hoje, a autora resolvem colocar vários diálogos, entre ela e algum personagem.

[Casa Verde, sala de estar – com a Hello]
Hello: Autora! Vou começar um clube, que tenho certeza que você vai gostar.
Moon: É? O que faz pensar que gostaria?
Hello: Muito simples!
Moon: Explique!
Hello: M.I.B!
Moon: Men in Black?
Hello: Lógico que não! Significa “Mulheres Inquietas querendo Brigadeiro”
Moon: E quanto a letra “Q”?
Hello: Não seja ridícula, autora. Nunca vi siglas com a letra q!

[Apartamento do Kekekê, sala de estar – com o duende mesmo]
Kekekê: Interessante. Você está bonitinha, no modo de Chibi Moon.
Moon: Tem duas referências.
Kekekê: Duas?
Moon: Primeiro, aquele desenho imbecil. Segundo, Sailor Moon.
Kekekê: Quem é Chibi Moon?
Moon: Não faço a menor ideia.
Kekekê: É, eu também não sei.

[Apartamento do Locutor-sama, cozinha. – com o narrador]
Moon: É a primeira vez que vejo o seu apartamento.
Locutor-sama: É?
Moon: Sim. E você comprou uma geladeira nova?!
Locutor-sama: Como sabe que ela é nova?
Moon: Você deixou o preço grudado. E a nota fiscal, presa na geladeira.
Locutor-sama: É um pouco tolo, da minha parte. O que a nota fiscal fez, para ficar atrás das grades?
Moon: Muito engraçado. Há, há.
Locutor-sama: Não teve graça nenhuma.
Moon: Fico contente que você percebeu.

[Apartamento da Matilde, sala de estar. – com a fada.]
Moon: Estou deprimida.
Matilde: Que absurdo!
Moon: Concordo. A vida é bela, não deveria estar deprimida.
Matilde: Você está deitada no meu sofá favorito!
Moon: Você é tão hospitaleira.

[Casa Verde, cozinha. – com o Barman]
Barman: Você falou o quê?
Moon: Que estou sem criatividade.
Barman: Ah.
Moon: E eu deveria resolver logo…
Barman: O quê?
Moon: Nada.
Barman: Peixes nadam.
Moon: Você tem um senso de humor tão interessante, como o do Locutor-sama.
Barman: Obrigado.
Moon: Não há de quê.

[Estúdio Happy Green Things, escritório da autora. – Lalali, chefe das ideias.]
Lalali: Qual é a origem do meu nome?
Moon: …
Moon: …
Moon: …
Lalali: Você não sabe?
Moon: Tenho 99% de certeza, que foi aleatório.
Lalali: É?
Moon: …
Moon: Esses 99% podem estar errados.

[Em algum lugar da Cidade dos Cinco Monumentos – Random]
Random: Nozes?
Moon: Pás.
Random: Esquilos?
Moon: Canetas.
Random: Você considera esquilos, canetas?
Moon: Não!
Random: Não?
Moon: Não estamos falando coisas aleatórios, para não ter sentido nenhum?
Random: …
Moon: Então?
Random: É! Adoro esse jogo.

[Sala dos professores, da escola da Cidade dos Cinco Monumentos, que ainda não foi apresentada.]
Moon: Doutor Português?
Pascoal: O que houve?
Moon: Eu faço muitos erros, na hora que digito.
Pascoal: Sei disso.
Moon: Vim aqui pedir seu perdão.
Pascoal: Tudo bem…?

– Esse post deveria se chamar “piadas que pensei, mas não sabia onde encaixar.”
– Eu deveria fazer esse tipo de posts mais vezes.

Silly Tales

Oi? Você disse o quê? Ah, praia. Não! Vou colocar neve. Areia? Não. E ponto final!

Locutor-sama: Como vocês sabem, tem uma praia atrás da Casa Verde. Por alguma razão, está nevando.
[Locutor-sama estava sentando, nessas cadeiras que normalmente se usa para praia.]
[Obviamente, ele estava vestido para um dia de neve.]
[Apesar de eu não saber exatamente, como se vestir para um dia de neve.]
Moon: Nevando? Godofredo andou bebendo suco de uva?
Locutor-sama: Não creio que é uma boa ideia, falar sempre do Godofredo.
Moon: Tem razão. Ninguém vai se lembrar quem é Godofredo.
Hello: Godofredo? Oh, sério. Nós estamos aqui, fazendo o quê?
Moon: Você não sabe quem é o Godofredo?
Hello: Nós estamos na praia. A areia foi substituída por neve!
Locutor-sama: Autora. O P-san está ali.
Hello: E tem esse tal de Godofredo!
Moon: Geeente. Foco.
Locutor-sama: Estranho. O P-san me dá medo.
Hello: O P-san? Onde?
Locutor-sama: Ali, ó!
Hello: Não. Ali é um boneco de neve.
Locutor-sama: Não! É o P-san!
Moon: Não! É um abacaxi!
Random: Não! É uma topeira!
[O boneco de palito está todo de casaco.]
[Bonecos de palito usam casaco?]
[Matilde aparece, voando, como uma fada normal.]
Matilde: O que há? Pensei que Silly Tales fosse um país que não nevasse.
Moon: Eu também pensava dessa forma!
Locutor-sama: Fomos surpreendidos novamente.
Hello: Acho que vi o P-san.
Locutor-sama: Agora estou vendo um boneco de neve.
Moon: Ah, eu continuo vendo abacaxis…
Random: Agora é mais de um?
Matilde: Mooon! Você deveria se preocupar!
Moon: Com abacaxis?
Matilde: Não! Com a neve!
Moon: É verdade. Como você conseguiu vir até aqui, com toda essa neve…?!
Matilde: …
Moon: Não vai dizer nada?
Locutor-sama: Agora vejo o P-san, vestido de abacaxi.
Hello: Estranho. Estou vendo gatos. E eles estão vestidos de astronautas!
Moon: Eu juro, não estou entendendo nada.
Matilde: Moon, você está ficando cada vez pior!
Moon: Estou?
Random: Isso foi surpreendente!
[Random viu a Tuta-sama, guaxinim milionária, esquiando.]
Moon: Gente! Agora que notei.
Locutor-sama: É verdade. Dá para patinar no gelo!
Hello: Oh! Sempre quis fazer isso!
Matilde: Gente. Aqui nesse país, não neva.
Moon: Deixa de ser estraga prazeres!
Locutor-sama: Será que na verdade, isso é tudo um sonho?
Moon: Não seja ridículo, Locutor-sama! Isso não é um sonho!
Onigiri de Pelúcia: Na verdade, isso é um sonho!!
[Locutor-sama abriu os olhos.]
Locutor-sama: Nossa! Eu dormi com meu pijama de foguetes estampados, outra vez?
[Olhou para a direita, e viu que Pascoal estava no apartamento.]
Locutor-sama: Quando foi que eu te dei a chave?
Pascoal: Nunca?
[Na verdade, tudo o que se passou nas linhas anteriores era um sonho… da…]
Zaltana: AAH! (levanta da cama rapidamente) Nunca mais leio história da Moon, antes de dormir!

– Juro. Não sabia como acabar essa história…
– Não! Eu sabia. Tudo foi como eu planejei. Ou não.
– Sempre escrevo tantos “nãos” e “quês”. Isso me incomoda.

Happy Green Things

Não dá para fazer reuniões…

[Estava eu na sala de reuniões, no estúdio Happy Green Things.]
[Cola-sama, Lalali, Hércules, e Locutor-sama estavam presentes.]
[Participação especial do Random.]
Locutor-sama: Autora, eu preciso fazer uma pergunta.
Moon: O que foi?
Locutor-sama: Não sou mais o narrador?
Moon: Você fica sem voz, se trabalha demais. Só vai narrar em algumas histórias.
Random: CAPACETE!
Locutor-sama: Capacete? Interessante, Random! Você sempre sabe me surpreender.
Random: Para quê servem os amigos?
Moon: Para ficarem calados nas reuniões importantes!
Lalali: Autora, você disse que estava com algum problema.
Moon: Oh, sim. Escrevi várias histórias para o mês de março, que não vão sair.
Cola-sama: Está jogando roteiro fora?
Moon: Nem tanto… Estou guardando.
Cola-sama: Deveria jogar fora!
Hércules: Qual o motivo? Mudou de ideia?
Moon: Bem… no final, pensei que não ficaram tão boas assim.
Locutor-sama: Não acho uma boa ideia, ser perfeccionista até nas histórias do blog…
Random: NACHOS!
Locutor-sama: Não gosto de comida mexicana. Você está fazendo palavra cruzada?
Random: SIM!
Lalali: Eu concordo com o Locutor-sama.
Locutor-sama: Você também não gosta de comida mexicana?
Lalali: Não é isso. Eu acho que você não deveria ser perfeccionista. Não adianta nada!
Random: DESNECESSÁRIO!
Moon: Pára de gritar, boneco de palito.
Locutor-sama: Acho melhor você desenhar, Random.
Cola-sama: Se os roteiros não andam bons, não seria melhor você parar de escrever para o blog?
Moon: NÃO! Eu estou indo bem. Preciso desse treino!
Locutor-sama: As histórias que você dispensou…
Lalali: Ela disse que estava guardando.
Moon: Sim! Talvez eu use, mais tarde.
Cola-sama: Ou talvez não.
Moon: Por que eu permito que você fique nessas reuniões?
Cola-sama: Porque alguém precisa ser o seu bom senso.
Moon: Já não me basta o Locutor-sama, com bom senso dramático?
Cola-sama: “Dramático” não pode ser colocado depois de bom senso!
Moon: E daí?
[Pascoal entra na sala de reuniões.]
Pascoal: Eu vim reclamar de uma coisa.
Moon: Que foi, Doutor Português!
Pascoal: Estava lendo posts antigos do blog…
Moon: E…?
Pascoal: Quantos erros de digitação! E de Português!
Moon: Minhas sinceras desculpas. Culpe a revisão.
Locutor-sama: Você tem revisão?
[Moon chutou o joelho do Locutor-sama.]
Locutor-sama: É. Melhor culpar a revisão.
Lalali: Quem é a revisão?
Moon: Pombas!
Pascoal: Você tem pombas, como revisoras?
Moon: Tenho?
Cola-sama: Quando isso virou a Casa Verde?
Random: DUENDES.
Locutor-sama: Você desenhou duendes? Legal, Random!
Random: Claro que é legal. Todos gostam de duendes.
Hércules: Estou começando a ficar perdido.
Lalali: Isso era para ser uma revisão.
Random: Reunião!
Moon: É tudo culpa do Random!
Random: Isso, bota a culpa no boneco de palito.
Pascoal: Cuidado com seus erros de digitação. Sério.
Moon: Ah, não se preocupe…
[Coke-san invade o escritório. Estranhamente vestido de mago, por cima da fantasia de refrigerante.]
Coke-san: Bom dia. Chamaram um healer?
Random: Chamei! Vamos jogar RPG!
Moon: Na sala de reuniões, não!
Locutor-sama: Legal. Posso jogar também?
Moon: Nós estamos em reunião!!
Random: RPG, gente!
Lalali: Reunião.
Random: RPG = reunião para garçons!
Hércules: Um boneco de palito é garçom?
Cola-sama: Reunião para garçons?
Lalali: Garçons?
Moon: Reunião!
Locutor-sama: Acho melhor nós acabarmos essa história por aqui.
Pascoal: Também acho.
Moon: Certo. Acabamos a história nessa linha!
Random: NÃO! O fim é nessa linha. Pronto!

Green House Stories

Uma história sem sentido… ou será que tem?

[Era um dia comum, na Casa Verde. Os moradores estavam calmos, e as coisas tranquilas.]
[Só tinha uma coisa de errado: Hello estava… de péssimo humor.]
[Ela estava no quarto, e ninguém ousava ir falar com ela.]
[Enquanto isso, Rosalina e Barman conversavam sobre o assunto.]
[Rosalina sentada no sofá, e Barman na poltrona da sala de estar.]
Rosalina: O que vamos fazer? Não faço a menor ideia, do que fez ela ficar nesse estado.
Barman: Não sei. Era melhor perguntar…
Rosalina: Perguntar? Você viu a cara dela?
Barman: Rosalina, nós vamos ter que arriscar…
[Alice entrou pela porta da frente, com a Miss Cupcake.]
Alice: Você acredita?! Foi uma explosão e tanto.
Miss Cupcake: Onde já se viu, querer fazer um bolo que sabe pintar?
Alice: Não foi uma boa ideia…
Rosalina: Alice! Miss Cupcake!
Alice: Siim?
Miss Cupcake: O que aconteceu?
Rosalina: Bem, a Hello está de mal humor.
Alice: Ah! Não é nada sério.
Miss Cupcake: Hm, será?
Alice: Não me deixe na dúvida, Miss Cupcake.
Miss Cupcake: Eu vou falar com ela.
Barman: Vou também!
Ramsés: Olá, pessoal!
[Alice, Miss Cupcake, Rosalina e Barman se surpreenderam com a chegada do gato.]
Ramsés: Que foi?
Rosalina: Sabia que a Hello…
Ramsés: Ela não está de mal humor.
Miss Cupcake: Não?
Ramsés: Não. Ela não dormiu, noite passada.
Barman: Deixar ela dormir é a melhor opção?
Ramsés: Oh, sim. A Hello já está dormindo, não se preocupem.
Miss Cupcake: Isso me lembrou uma coisa.
Alice: É mesmo! O Olliver estava reclamando de algo…
Barman: O que foi que ele falou?
Alice: Não lembro.
Miss Cupcake: Nem eu.
Ramsés: Vai ver que o jardineiro, estava falando em código.
Rosalina: Ou com as flores…
[Todos começaram a ficar pensativos.]
[Hello desceu as escadas, e apareceu na sala de estar.]
Hello: (bocejo) Oi, gente! Viram o Olliver?
Rosalina: Está no jardim…
Hello: Oh! Claro, onde mais ele estaria?
[Hello abriu a porta da frente, e saiu.]
Miss Cupcake: Eu ouvi rumores…
Ramsés: E eles são falsos!
Barman: Que rumores…?
[Olliver entrou pela porta da frente, com a Hello.]
Rosalina: Que rumores, vocês estão falando?
Ramsés: Imagine. Desde quando a Hello quebrou…
Hello: Eu quebrei o quê?
Miss Cupcake: A porta de vidro, quando estava jogando basebal.
Olliver: Ah, na verdade fui eu…
Hello: Já descontei do salário dele.
Olliver: (suspira) Nunca mais jogo baseball!
Hello: Eu gostava muito daquela porta de vidro.
Barman: Justamente aquela porta de vidro?
Olliver: Jardineiros devem ficar fazendo o que sabem fazer de melhor…
Rosalina: Cuidando das plantas?
Olliver: Exato!

Silly Tales

Da série “baseado em sonhos malucos da autora”.

[Acordo no meio da rua. Vejo a Vera, também conhecida como “A velhinha.” Ela é a mãe do Fábio, aquele que é melhor amigo do Barman.]
Vera: Ei! Você está acordada?!
Fábio: Obviamente que não, mãe.
Vera: Ei!
Moon: Já escutei. Velhinha?!
Vera: Meu nome não é Velhinha. Me chamo Vera.
Fábio: Ela sabe disso.
Moon: Que bom que alguém aqui é informado! Peraí, o que a senhora está fazendo, vestida de infiltrator suit?!
Vera: Eu sou ótima para me infiltrar nos lugares.
Moon: Estou jogando Marvel: Avengers Alliance demais. Esses meus sonhos…
Vera: Que sonho, o quê!
Fábio: Moon, isso é de verdade.
Moon: De verdade? Aqui é o meu mundo real, ou o de vocês?
Fábio: O nosso, não o seu.
Moon: O que aconteceu, exatamente?
Fábio: Invasão.
Moon: Papercrafts?
Fábio: Não. É um roubo.
Moon: Onde, exatamente?
Fábio: Naquela loja de videogame…
[Nota: No meu sonho, era uma loja exclusiva de New Super Mario Bros Wii.]
Moon: Sério?
Vera: Sim. Vamos, soldado Shizuka!
Moon: Ei! Mas eu não sou homem.
Vera: E eu sou uma velha. Detalhes!
Fábio: Vamos, Moon. Você não precisa se preocupar. O Locutor-sama vem também.
Moon: E daí que ele também vem?
Locutor-sama: Alguém me chamou?
Fábio: Oi Locutor! Beleza, cara?
Locutor-sama: Comigo, sim. Mas é melhor nós evitarmos confusões.
Moon: Dá para explicar, narrador?
Locutor-sama: Farei possível. Uma gangue de delinquentes, invadiu a loja de videogames.
Moon: Até aí eu já sei.
Locutor-sama: E não foi uma gangue qualquer. Foram as Berinjelas Piradas.
Moon: Como é quê é?!
Locutor-sama: Autora, estou apenas seguindo o roteiro.
Moon: Do Kekekê?
Locutor-sama: Mais ou menos.
Moon: Ok, já entendi. E porque sou generalist?!
[Vera: Infiltrator, Fábio: Blaster, Locutor-sama: Tactician]
[Para quem nao entendeu, estou me baseando no jogo da Marvel, que tem no facebook.]
Moon: Eu queria ser…
Locutor-sama: Sei, autora. Você preferia infiltrator.
Vera: Só eu posso ser!
Fábio: Ceeerto, mãe. Calma.
Locutor-sama: É melhor nós irmos.
[Todos estão em frente da loja de videogame.]
Locutor-sama: O Coke-san está aqui também?
Moon: Não comece com piadinhas.
Fábio: Todos? Nós todos, quem é Coke-san?
Vera: É aquele refrigerante-man da Casa Verde.
Fábio: Ah! Ele.
Vera: Você nunca sabe de nada.
Fábio: Obrigada pela parte que me toca.
Moon: Geente! Foco na foca!
Locutor-sama: Onde tem uma foca?!
[Vera, Fábio e Locutor olham para uma foca vestida de ninja, pelo vidro da loja.]
Moon: O Kekekê só pode ter perdido a cabeça.
Locutor-sama: Ah. Uma foca. Confesso, estou surpreso.
Moon: Pensei que tinha o roteiro.
Locutor-sama: Nem tudo…
[Fábio e Vera entram na loja. As Berinjelas piradas pareciam procurar algo.]
A Foca Malvada: Vamos! Procurem!
Berinjela Pirada 1: Calma, chefe!
Berinjela Pirada: Estamos procurando!
[Moon e Locutor-sama entram atrás. A autora olha para a foca.]
Moon: Ei, senhora.
A Foca Malvada: Não sou uma senhora, sou uma foca!
Moon: Pai amado, senhor. O que está procurando?
Locutor-sama: Pode nos dizer.
Vera: Ei! Ela é malvada!
Fábio: Mãe, vamos resolver da melhor maneira possível.
A Foca Malvada: New Super Mario Bros Wii. Até agora eu não consegui jogar…
Moon: Ah! (emocionada) Te entendo. Também não.
Locutor-sama: (pega uma caixa) É mais fácil olhar com calma, não é?
A Foca Malvada: OBRIGADA! Berinjelas, nem para isso vocês servem.
Berinjelas: Desculpa, chefe!
A Foca Malvada: Desculpem a confusão. Estava nervosa.
[Os vilões foram embora.]
Moon: Foi você que pagou?
Locutor-sama: O jogo? Sim, fui eu.
Moon: Excelente estratégia.
Fábio: Bem, ele não é o Tactician por nada…
Vera: Bah! Que falta de ação…
Moon: O Kekekê é tão politicamente correto, quando escreve.

No estúdio Happy Green Things:
Kekekê: Ah! Precisei alterar as cenas de violência. Matilde, quantas vezes tenho que dizer…?
Matilde: Ora, os vilões iam apenas explodir a loja de videogames.
Kekekê: E quebrar o vidro? Podia machucar alguém. Não.
Matilde: Seu politicamente correto!

– Roteiro da Matilde. Adaptado pelo Kekekê.
– Espero que tenham gostado! Baseado no sonho que eu tive, da noite de três para quatro de março. Sim, este post é adiantado.
– Que sonho maluco. Só posso estar jogando demais!

Happy Green Things

Kekekê tem que aparecer mais vezes, no estúdio Happy Green Things.

Happy Green Things, escritório da autora.
[Kekekê acaba de entrar na sala. Estou sentada, mexendo no computador. Não notei ele chegando, apesar de estar narrando o fato para vocês.]
[O duende subiu em uma escada, localizada ao lado da minha mesa, em situações como essa. É de exclusivo uso dos personagens da altura do Kekekê.]
Kekekê: Oi Moon!
Moon: É a minha consciência, ou o Kekekê… (vira a cabeça ao lado que o Kekekê está)
Kekekê: Bom dia!
Moon: Ah, bom dia. O que faz aqui?
Kekekê: Vim conversar.
Moon: Você anda tão ocupado. Sinto falta dos velhos tempos.
Kekekê: Nos velhos tempos, eu era impoliticamente correto.
Moon: Em outras palavras, você não sente falta dos velhos tempos.
Kekekê: Cinquenta por cento.
Moon: Kekekê matemático, que engraçado.
Kekekê: Fazia tempo que nós não participávamos de uma história juntos.
Moon: Verdade. Te troquei pelo Locutor-sama.
Kekekê: Bom, ele faz o trabalho dele.
Moon: E hoje, você só está disponível para a Mathilde.
Kekekê: Desde quando o nome dela tem “h”?
Moon: Fica mais bonito.
Kekekê: Oh. Tá!
Moon: Tem tido notícias do Clow?
Kekekê: Não. Tá sumido.
Moon: E a Yuuko-san?
Kekekê: Ela está bem.
Moon: Agora virou aliado dela?
Kekekê: Sim. O Clow é muito estranho.
Moon: Que bom que concordamos em alguma coisa.
Kekekê: Então o Pascoal é noivo.
Moon: Sim.
Kekekê: Tem certeza, que não vai esquecer desse detalhe?
Moon: Não posso garantir nada…
Kekekê: Certo, certo. Farei você lembrar!
Moon: Fico agradecida.
Kekekê: Já que estou aqui, precisa de alguma coisa?
Moon: De paciência. Tem?
Kekekê: Infelizmente, não tenho como disponibilizar isso para você.
Moon: Ok. Entendo.
Kekekê: Sabe, Moonzinha… você tem que aprender isso sozinha.
Moon: Tá. Só vou fazer isso, porque foi você que falou.
Kekekê: Que bom!
Moon: Você está brigado da Matilde?
Kekekê: Hm… não. Ela só estava um pouco nervosa.
Moon: Ela gritou com você. Não posso aceitar isso!
Kekekê: Estou acostumado, e também, ela nunca faz por mal…
Moon: Kekekê, você é santo ou coisa parecida?
Kekekê: Só sou um duende.
Moon: Tem certeza disso?
Kekekê: Absoluta!

– Kekekê, seu fofo! (saio correndo para a Matilde não me pegar)
– Estou devendo mais aparições do Kekekê.

Silly Tales

O dia em que uma maçaneta, furou o pneu! [02-02]

Locutor-sama: Anteriormente, nós fomos atigindos pela falta de sorte. O pneu do carro do meu irmão gêmeo, Pascoal, furou.
Pascoal: Uma maçaneta! Isso é um absurdo, senhorita autora!
Moon: Pára de reclamar, homem.
Pascoal: Sabe quanto custa, um pneu novo?!
Moon: Não.
Pascoal: Realmente não sabe? É melhor se informar!
Hello: Ai, ai…
Rosalina: Algum problema?
Hello: Fome.
Moon: Sério?
Hello: Claro!
Barman: (sai do carro)
Pascoal: (também sai do carro)
Locutor-sama: (sai do veículo)
Hello: (acaba saindo do automóvel também)
Rosalina: (sai por último)
Moon: (volta para o modo de narradora observadora)
[Os personagens dessa história, observam a situação.]
Pascoal: Alguma ideia?
Locutor-sama: Perguntando para mim? Eu não manjo de mecânica.
Barman: Pouco sei sobre esse assunto, também.
Rosalina: Excelente, se os homens não sabem, quem vai arrumar o carro?
[Hello levantou-se do chão, após se abaixar para pegar a maçaneta.]
Hello: Uma maçaneta! Quem diria! Moon, que ideia genial!
[Não foi uma ideia. Isso aconteceu realmente, com os meus pais.]
Hello: Sei, sei… Então é isso que você quis dizer, com “baseada em fatos reais.”
Rosalina: Hello, o que você vai fazer?
Hello: Vou até ali, ué. Tem uma loja de ferramentas, convenientemente localizada.
[Não comece com piadas. Queria o quê? Chamar o P-san?]
Hello: Oh, não… Ele não entende de mecânica de carro. Só de ônibus.
[E tem diferença?]
Hello: Tem. Já volto, sobrevivam aí.
[A Senhorita Ruiva fica fora por vinte minutos. Pascoal fica discutindo com o Locutor-sama.]
Rosalina: Quem diria, não sabia que a Hello entendia de mecânica.
Barman: Nem eu.
Pascoal: Uma mulher entende de mecânica! Nós três, como homens, devíamos ter vergonha.
Locutor-sama: Não vou entender de algo que não me interessa.
Pascoal: Mecânica é algo masculino!
Locutor-sama: Não comece, Pascoal.
Barman: Se formos pela lógica machista, não teria me formado em culinária.
Pascoal: Está insinuando que sou machista?!
Rosalina: Barman, cale a boca!
Barman: Ora Rosalina, esse cara está me testando a paciência, desde que corrigiu a Hello!
[Hello chegou na hora em que ouviu o nome dela.]
Hello: Ih, vocês estão surtando? Barman, eu não me importo com esses detalhes. Se ele quiserem corrigir a minha pessoa, pouco ligo. Para quê? É só o estilo dele.
Barman: Ah, mas…
Rosalina: Hello? Não acha que foi falta de educação?
Hello: Estou acostumada, em ouvir coisas piores. Não é, autora?
[Se você começar com provocação, vai pagar caro.]
Hello: Watch out guys, we’re dealing with an author here.
[Você vai ver, Senhorita Ruiva.]
Hello: Ah, você é tão simpática. Com licença, que farei a troca de pneu.
Locutor-sama: Senhorita Hello, não acha melhor…
Hello: Não.
Barman: Mas Hello…
Hello: Não!
Pascoal: Sério que você vai trocar o pneu?
Hello: Sim.
[Hello coloca o pneu novo. Guarda a maçaneta.]
Hello: Pronto! Serviço gratuito.
Rosalina: Que prático! Aprendeu com quem?
Hello: Com o meu pai. Ele disse que não dá para depender dos outros homens.
Rosalina: Entendi. E ele é uma pessoa confiável?
Hello: De certa forma. Só não fale com ele de manhã, e terá um pai de bom humor no período da tarde. Minha mãe está disponível de manhã, felizmente.
[Está querendo que eu apresente os seus pais?]
Hello: Faça o que quiser, autora.
Locutor-sama: Senhorita Moon, como você vai terminar essa história?
[Não sei. Piadas?]
Hello: Que originalidade.

– Só fiz a história em dois posts, porque ia ficar muito grande.
– Estou fazendo o possível, para deixar mais posts programados.