Raccoon Tales

Os títulos não querem ser criativos. Decidiram que devem ser bobos…

Na Mansão da guaxinim milionária, cozinha.
Tuta-sama: Beta? Estou com vontade…
Beta: Sim, Tuta-sama?
Tuta-sama: Podia fazer uma cocada?
Beta: Mas é claro! Espere um pouco, que irei fazer.
Tuta-sama: Obrigada.
[Tuta-sama foi para a sala. Sentou-se no seu confortável sofá, e foi ver TV.]
Tuta-sama: (ligou a tevê)
TV – Canal de Economia: blablablablá dinheiro…
Tuta-sama: Moon! Não é isso que está falando!
[Ora, você quer mesmo que eu entre em detalhes?]
Tuta-sama: O Locutor-sama faz esse trabalho de narração melhor…
[Reclame, se você se sente melhor fazendo isso…]
Tuta-sama: (mudou o canal)
TV – Canal de Filmes Um: Ooh, J! Eu sentirei tanto sua falta! irei esquecê-lo, enquanto como tacos e bebo refrigerante!
Tuta-sama: O que foi isso? (muda de canal)
TV – Canal de Filmes Dois: Fulana! Você esqueceu de levar os seus chinelos da sorte! O que nossa mãe irá dizer?
Tuta-sama: Aposto que os chinelos são da cor laranja. (muda de canal)
TV – Documentários: Aliens são uma coisa excepcionalmente fantástica. Eles são aliens!
Tuta-sama: Nossa, isso é tão fascinante.
TV – Documentários: O que posso dizer sobre os aliens? Eles são… aliens.
Tuta-sama: Não me diga! (muda de canal)
TV – Documentários 2: Os dinossauros eram aliens. Nós somos aliens.
Tuta-sama: A televisão está me revelando coisas tão… interessantes, hoje.
TV – Documentários 2: Os dinossauros também…
Tuta-sama: (muda de canal)
TV – Canal de Desenhos: Duendes estão dançando na minha cabeça!
Tuta-sama: (muda de canal)
TV – Canal de Artesanato: Hoje nós vamos fazer papercrafts, que soltam lasers pelos olhos! (aposto que quem está apresentando é o Fábio)
Tuta-sama: (muda de canal)
TV – Outro Canal de Filmes: Nossa! Como é que nós vamos construir isso?!
Tuta-sama: (desliga a tevê)
[A guaxinim se levanta do sofá, vai até uma estante e pega um livro.]
[Ela ficou um bom tempo, lendo um livro interessante.]
[Beta chegou na sala, com as cocadas.]
Beta: Tuta-sama, aqui está o que você pediu.

Moral da história: Leia livros. Você não vai ver o tempo passar.

Green House Stories

Todo mundo deveria tentar consertar sua máquina do tempo… ou não.

[Casa Verde, no sótão.]
Hello: Wolf? Você acha que é possível?
Wolf: Consertar a máquina do tempo?
Hello: Isso..
Wolf: Por enquanto, é impossível.
Hello: Não me diga uma coisa dessas!
Wolf: Calma, Hello!
Hello: Eu quero essa máquina funcionando, Wolf. É muito importante para mim!
Wolf: Eu pensei que você conhecesse o ditado…
Hello: Qual?
Wolf: “Quem vive de passado, é museu!”
Hello: Mas Wolf…
Wolf: Esquece essa história, Hello. E veja como sou bonitinho!
[Miss Cupcake aparece no sótão.]
Miss Cupcake: (belisca o Wolf)
Wolf: Ai!
Hello: Miss Cupcake!
Miss Cupcake: O que aconteceu, Hello?
Hello: Bem… eu queria consertar minha máquina do tempo.
Miss Cupcake: A sua máquina do tempo? Para quê?
Hello: Para voltar no dia do aniversário do Barman…
Random: Quantos “dos!”
Miss Cupcake: Não é mais fácil dar um presente, ou comemorar o aniversário dele atrasado?
Hello: Você pensa de maneira tão simples, Miss Cupcake. Gostei da ideia!
Miss Cupcake: Ótimo! agora, facilite sua vida.
Wolf: Mas ia ser muito divertido, se ela usasse a máquina do tempo.
Miss Cupcake: Não ia ser nada divertido. Acredite.
Hello: Bem, vou descer.
[Hello vai até a cozinha, dar uma presente para o Barman.]
Hello: Barman! Feliz aniversário, bem atrasado.
Barman: (surpreso) Ah! Obrigado, Hello.
Hello: Desculpe pela demora.
Barman: Tudo bem. A Moon resolveu isso apenas recentemente, não?
Hello: Sim, sim. É verdade.
Barman: (abre a caixa) Ah, um relógio de parede!
Hello: Gostou? Soube que o seu tinha quebrado.
Barman: Muito obrigado! O Random quebrou…
Hello: O Random. Sempre o Random. Mini robô gigante?
Barman: Sim. Sempre.
Hello: Ele deveria ter criatividade! E parar de causar confusões.
Barman: Bom, essas coisas acontecem.
Hello: Mas sempre acontecem com o Random! Bom, vou indo. Aproveite o relógio…. ah, e ele veio com pilhas novinhas. Assim fica mais prático…

Happy Green Things

Dizem por aí, que você deve colocar titítulos criativos.

[Estúdio Happy Green Things, no meu escritório.]
Moon: (estava pensativa, sentada olhando para o computador)
Locutor-sama: Autora?
Moon: Siiiim?
Locutor-sama: Você já fez rascunho, da história para 31 de outubro?
Moon: (esconde a folha que estava em cima da mesa)
Locutor-sama: Vai me dizer que vi coisas?
Moon: Bem, é muito longe ainda.
Locutor-sama: Do mês de outubro?
Moon: Sim. As ideias mudam.
Locutor-sama: É verdade.
Moon: Algumas evoluem….
Locutor-sama: Pokémon?
Moon: As ideias devem ser pokémons.
Locutor-sama: Seu ponto de vista, é bastante interessante.
Moon: Acha mesmo?
Locutor-sama: Eu comecei a jogar pokémon.
Moon: Puxa, é mesmo?
Locutor-sama: Sim. Descobri que é uma excelente distração.
Moon: Sou péssima jogadora, de pokémon.
Locutor-sama: No seu caso, não seria falta de paciência?
Moon: É bem provável.
Locutor-sama: Autora?
Moon: Siim?
Locutor-sama: Algum plano?
Moon: Ainda não.
Locutor-sama: E eu pensei que você queria ser a dona da lua…
Moon: Desisti da ideia.
Locutor-sama: Desistiu? E de dominar o mundo?
Moon: O Doutor Q. quer ser o dono da lua. O mundo, não.
Locutor-sama: Entendo. É melhor não desistir.
Moon: Você acha?
Locutor-sama: Tenho certeza.
Moon: …
Locutor-sama: Aconteceu alguma coisa?
Moon: Estou pensando?
Locutor-sama: Em quê, exatamente?
Moon: Em máquinas do tempo.
Locutor-sama: Influência da Hello?
Moon: Talvez. Ela é muito influente.
Locutor-sama: É mesmo. Será que ela daria uma boa política?
Moon: Em alguma dimensão paralela, ela deve ser presidente.
Locutor-sama: Ou teria dominado o muito, por meios desonestos?
Moon: E ela virou presidente, honestamente?
Locutor-sama: Nós temos que acreditar nas pessoas, senhorita Moon.
Moon: Sua frase foi emocionante. E dramática.
Locutor-sama: Faço o possível. É o meu trabalho.
Moon: Ainda bem, que você trabalha bem…
Locutor-sama: Vejo que você está sem assunto para a história, autora.
Moon: De fato.
Locutor-sama: Não era melhor acabar a história?
Moon: Sem nenhuma piada, ou algo profundo?
Locutor-sama: Se existe algo que considero profundo, é o mar.
Moon: Isso era para ser uma piada, ou profundo?

– Nunca saberei a resposta, da pergunta acima.

Raccoon Tales

Coisas estranhas podem acontecer… ou já estão acontecendo!

[Casa da guaxinim milionária, Tuta-sama.]
[Ela estava usando o computador. Imprimindo coisas.]
Tuta-sama: Esquisito. Muito esquisito.
[A impressora havia terminado o serviço.]
Tuta-sama: (olha para as folhas recém impressas)
[Reflete por alguns minutos.]
Tuta-sama: BETA! MILLA!
[A empregada, e a filha apareceram na sala de estar.]
Beta: Sim?
Milla: O que houve, mãe?
[A guaxinim mostra os papéis.]
Beta: Peras?
Milla: Não é a página de teste?
Tuta-sama: Isso é muito estranho…
[Silêncio de dez minutos.]
Tuta-sama: Isso é bastante esquisito.
Milla: Não vai dizer que foram os duendes, não é?
Tuta-sama: Não. O Kekekê nunca faria uma coisa dessas;
Milla: Tem os duenditos…
Tuta-sama: Piração da dona Hello!
Beta: Tuta-sama?
Tuta-sama: O que foi?
Beta: A Senhorita Milla deve ter razão. Deve ser a página de testes…
Tuta-sama: Mas isso é bem esquisito!
Milla: Mãe, a senhora está exagerando.
Tuta-sama: Não estou não!
[A guaxinim liga para a Hello.]
Tuta-sama: Hellooooo?
Hello: Que foi, minha amiga guaxinim?
Tuta-sama: É possível que os duenditos aprontem comigo?
Hello: Duenditos aprontam com qualquer um, Tuta.
Tuta-sama: Sabe…
Hello: O que aconteceu, exatamente? Fale de uma vez!
Tuta-sama: Eles estão fazendo minha impressora…
Hello: Imprimir peras?
Tuta-sama: Como sabe?
Hello: O Quichapá, ligou falando do mesmo assunto.
Tuta-sama: Aquele louco?
Hello: Isso mesmo.
Tuta-sama: Ok, tchau. (desliga o telefone)
Beta: Tuta-sama?
Milla: Você está bem, mãe?
Tuta-sama: Não.
Milla: O que houve?
Beta: Algo grave?
Tuta-sama: É que eu comecei a testar a minha sanidade.

– Essa história foi baseada em fatos reais.

Green House Stories

Um mês especial.

[Casa Verde, sala de estar.]
Hello: Abril é um mês muito especial!
Rosalina: Sim, Hello. Você está falando isso, faz um tempão.
Hello: Sabe o que a autora me disse?
Rosalina: O quê?
Hello: Que apesar de nós fazermos aniversário, nenhum personagem vai envelhecer.
Rosalina: Oh.
Hello: Turma da Mônica Feelings?
Rosalina: Totalmente.
Hello: Hmm.
Rosalina: O que foi?
Hello: A guaxinim…
Rosalina: Sim?
Hello: Reclamou que faço aniversário dia 22.
Rosalina: A Moon também não faz?
Hello: Sim. Parece falta de criatividade… da autora!
Rosalina: Bom, assim fica mais fácil de lembrar.
Hello: Isso me lembra uma coisa…
Rosalina: O que você lembrou?
Hello: Que dia faz o Barman?
Rosalina: O aniversário?
Hello: Claro!
Rosalina: Você não sabe?
Hello: Se eu soubesse, não estaria perguntando.
Rosalina: Tem razão.
Hello: Então?
Rosalina: 14 de março.
Hello: MARÇO? E ninguém me avisou?
Rosalina: Normalmente, o Barman não comemora o aniversário dele.
Hello: Dia 14 não é o dia da poesia? Peraí…?
[Hello foi até o computador.]
Hello: É. Dia nacional da poesia, do vendedor de livros, e dos carecas.
Rosalina: É? Que informativo.
Hello: Quem diria! Eu não posso esquecer, ano que vem.
Rosalina: Você quer que eu te lembre?
Hello: Faço questão. Ah, com licença.
Rosalina: Onde você vai, agora?
Hello: Ligar para a autora.

[Estúdio Happy Green Things, escritório.]
Locutor-sama: (atende o telefone que acaba de tocar) Happy Green Things, bom dia.
Hello: Locutor, pode passar para a autora?
Locutor-sama: Certo. (passa o telefone para a Moon.)
Moon: Alô?
Hello: Moon, porque você não fez a história, do aniversário…
Moon: Do Barman?
Hello: Sim, dele.
Moon: Tipo… só decidi isso hoje.
Hello: Três de abril?
Moon: Não, dez de março.
Hello: Ah. Post adiantado.
Moon: Isso mesmo.
Hello: Posso usar máquina do tempo?
Moon: Faça o que você quiser.
Hello: (desliga o telefone) Será que a minha máquina do tempo, ainda está funcionando?

Happy Green Things

Um ataque, em frente do estúdio Happy Green Things.

Locutor-sama: Estúdio Happy Green Things. Por alguma razão, nós estamos sendo invadidos por…
Moon: Golfinhos de pelúcia?
Locutor-sama: Eles estão armados.
Moon: Golfinhos de pelúcia, ainda por cima armados? Que absurdo!
Locutor-sama: A história de hoje é colorida, pelo menos.
Moon: E isso faz diferença?
Locutor-sama: É claro que faz.
Moon: Detalhes! Esses golfinhos de pelúcia são perigosos!
Locutor-sama: São mesmo. Olha só, a expressão que eles estão fazendo!
Moon: É uma expressão maligna.
Locutor-sama: Eles devem estar querendo, dominar o mundo.
Moon: Fato. Olha só para eles… são golfinhos! Qualquer um, deixaria a chefia do mundo, para essas criaturas.
Locutor-sama: Golfinhos são bonitinhos, as versões pelúcias compartilham a mesma qualidade.
Moon: Sim, sim. Mas eu estava reparando…
Locutor-sama: O que foi?
Moon: Eles estão mesmo armados?
Locutor-sama: Eu disse isso, em uma das frases de cima.
Moon: Os golfinhos são de pelúcia! As armas não podem ser de verdade.
Locutor-sama: Você deve ter razão, eu acho.
Moon: O que eles tem na mão?
Locutor-sama: Eu disse, que são armas…
Moon: Sei, sei! Mas que tipo?
Locutor-sama: Parece que estão fazendo uma demonstração.
Moon: Maionese?! E ali é chocolate?
Locutor-sama: Chocolate.
Moon: Sorvete de chocolate.
Locutor-sama: É possível.
Moon: Achocolatado?
Locutor-sama: Também é bem possível.
Moon: Interessante.
Locutor-sama: Muito interessante.
Moon: Estamos perdidos.
Locutor-sama: Não acredito nisso, autora.
Moon: Você está sendo muito positivo. E se forem golfinhos mafiosos?
Locutor-sama: Mafiosos? Com charuto, e tudo?
Moon: Pensando bem, não é nada politicamente correto.
Locutor-sama: Sou obrigado a concordar.
Moon: O que vamos fazer?
Locutor-sama: Nada.
Moon: Nada?!
Locutor-sama: Os golfinhos de pelúcia, estão indo embora.
Moon: Surpreendente.
Locutor-sama: As tartarugas ninjas, vieram nos salvar.
Moon: Tartarugas ninjas? Sério?
Locutor-sama: Meus heróis de infância.
Moon: Pode pedir um autógrafo, então.
Locutor-sama: Sério? Muita gentileza de sua parte, autora.

Distorcidas, Green House Stories, Raccoon Tales

Um estudo… de blusas? Em verde? A Hello tem muitas roupas verdes!

[Hoje temos uma história com a guaxinim milionária, e o duende Kekekê.]
[Eles estão formando uma dupla: Tuta Holmes e Kekekê Watson.]
[A história de hoje é em preto e branco.]
[Não é para fazer um estilão, mas as cores não estão funcionando.]
[Não me pergunte!]
Casa Verde, quarto da Hello.
Hello: Tuta Holmes! Kekekê Watson! Que bom que vocês dois chegaram…
Tuta-sama: Acalme-se, e diga-nos o que aconteceu.
Kekekê: Estamos ouvindo!
Hello: Sabem aquela minha blusa, que tem um etê?
Tuta-sama: Aquela preta, com etê verde?
Kekekê: Sabemos!
Hello: Ela sumiu!
Tuta-sama: É por isso que todas as suas roupas, estão jogadas no chão?
Hello: É que eu aproveitei, para arrumar o armário…
Kekekê: É melhor nós entrevistarmos as roupas!
Tuta-sama: Desde quando elas falam?!
Kekekê: É faz de conta.
Tuta-sama: Não é assim que Sherlock Holmes trabalha!
Kekekê: Não tem importância!
Hello: Vocês vão conseguir fazer?
Tuta-sama: É claro! Não é, Kekekê Watson?
[O duende já estava entrevistando as roupas.]
Tuta-sama: Kekekê!
Kekekê: Blusa xadrez, você viu a blusa preta, com desenho de etê?
Blusa xadrez: Não vi.
Kekekê: Blusa florida, com fundo azul, você viu…
Blusa Florida: Não.
Kekekê: Vestido com bolinhas, você viu?
Vestido com bolinhas: Não.
Kekekê: Macacão, você viu…
Macacão: EEEK!
Tuta-sama: Afinal, isso é um macaco, ou uma peça de roupa?
Kekekê: Shh! Nós não podemos ser grossos.
Tuta-sama: Isso não vai a lugar nenhum!
Kekekê: Olha! Uma pista!
Tuta-sama: Uma pista?
[A guaxinim e o duende olham para o chão.]
Kekekê: Isso é granulado?
Tuta-sama: Biscoito!
Kekekê: Não vamos tirar conclusões preciptadas…
Tuta-sama: Chocolate = Biscoito!
Kekekê: O que ele ia fazer, com uma blusa?
Tuta-sama: E eu sei?
Kekekê: A trilha de granulados, nos leva…
Tuta-sama: Uma blusa verde, com estampa de etê?
Kekekê: É o contrário do que nós procurávamos!
Tuta-sama: Hello! Essa serve?
Hello: Serve, mas…
Tuta-sama: Mas o quê?
Kekekê: O que foi?
Hello: Acabei de me lembrar, eu joguei a blusa que estava procurando, para lavar…
Tuta-sama: Não vou fazer facepalm. Não vou fazer facepalm.
Kekekê: Acontece!
Random: (facepalm)
Tuta-sama: Que absurdo!
Kekekê: O que foi?
Tuta-sama: Desde quando, boneco de palito faz facepalm?
Kekekê: Desde agora?
Tuta-sama: Esses tempos modernos…
Random: Eu vejo a vida melhor, no futuro…
Kekekê: Que boa notícia!

Green House Stories, Pixie Tales

O último dia do mês.

Casa Verde.
[Kekekê entra no escritório da Hello.]
Kekekê Bom dia!
Hello: Bom dia.
Kekekê: Que desânimo é esse?
Hello: Hoje é o último dia do mês.
Kekekê: Sim. Algo de errado?
Hello: Nada de errado! É que sinto que não fiz nada de emocionante.
Kekekê: Ora, Hello. Não fique assim.
Hello: Tarde demais, já estou dessa forma.
Kekekê: Quer um abraço?
Hello: Não precisa, obrigada.
Kekekê: Posso ir embora?
Hello: Pode.
[Kekekê sai do escritório da Hello.]
Kekekê: Ai, ai…
Random: Quem escorrega também cai!
Kekekê: É?
Random: Sinto muito. É que hoje é o dia, das revelações.
Kekekê: Todos os dias, são bons para isso.
Random: Tem razão!
[Random some. Aparece o anão Balinha.]
Kekekê: Oi Balinha!
Balinha: Olá, Kekekê.
Kekekê: Fazia tempo que você não aparecia.
Balinha: Ou que a autora me deixasse aparecer.
Kekekê: Você está aborrecido.
Balinha: Sim. Já estou vendo “Abril, me surpreenda!”
Kekekê: As pessoas tem uma esperança.
Balinha: É muito clichê. Estou cansado.
Kekekê: Último dia do mês, é sempre difícil, não é?
Balinha: Sim.
Kekekê: Bom… a gente se vê por aí…
[Balinha vai embora. Aparece o Pascoal.]
Pascoal: “A gente”? Estou cercado de espiões.
Kekekê: Olá, Pascoal!
Pascoal: Quem falou isso?
Kekekê: Aqui embaixo!
Pascoal: Ah! (se abaixa para falar com o Kekekê) Oi!
Kekekê: Tudo bem?
Pascoal: Não exatamente. Ouvi tantos erros de português, que estou com vontade de voltar para cama…
Kekekê: Não fique assim!
Pascoal: Qual o seu nome, duende?
Kekekê: Kekekê.
Pascoal: Prazer.
Kekekê: O prazer é todo meu.
[Pascoal se levanta e vai embora.]
Kekekê: O pessoal sempre fica assim, no último dia do mês…

Distorcidas, Rascunhos

A autora, tentando adaptar a história da Chapeuzinho Vermelho.

Locutor-sama: Hoje será uma história improvisada. A autora insistiu em escrever, mesmo estando gripada.
Cola-sama: Quem vai ser a Chapeuzinho Vermelho?
Moon: Qualquer um!
Hércules: Qualquer um? Até homem pode fazer o papel?
Hello: Moon, na história da Chapeuzinho, não é um lenhador?
Moon: TANTO FAZ.
Cola-sama: Tanto faz? Essa história não vai dar certo.
Moon: Você reclama demais, Cola-sama.
Hello: Posso ser a Chapeuzinho Vermelho?
Moon: Não.
Hello: Ma-mas Moon…
Moon: Chama a Rosalina.
Hello: A Rosalina?

E se… a Chapeuzinho Vermelho fosse a Rosalina?
[Andando tranquilamente pela floresta, até dar de cara com o Urso Tobi.]
Rosalina: Olá, Urso Tobi.
Urso Tobi: Não! Eu estou fazendo papel de lobo!
Rosalina: Você não é parecido com um lobo.
[Urso Tobi fica deprimido. Aí o caçador aparece.]
Olliver: (o caçador) Você feriu o sentimentos dele!
Rosalina: Desculpe, mas…
Urso Tobi: Tudo bem. Você só estava falando a verdade!

E se… a Chapeuzinho Vermelho fosse a Hello?
[Correndo pela floresta, para atravessar a fronteira.]
Hello: Finalmente cheguei na fronteira!
P-san: Você não pode passar!
Hello: P-san, onde já se viu um pinguim, fazendo papel de lobo?
P-san: A ideia não foi minha…
Hello: E falando uma coisa dessas?
P-san: Mamma mia!
Hello: De onde você tirou esse bigode?
P-san: Do bolso, ué.
[Chegou o caçador.]
Barman: Deixa eu ver se eu entendi…
Hello: Sim?
P-san: Diga?
Barman: A Chapeuzinho Vermelho é uma bandida, fugindo pela fronteira?
Hello: Pareceu, né?
P-san: Que absurdo! Nós devemos ser politicamente corretos!

E se… a Chapeuzinho Vermelho fosse o Locutor-sama?
Locutor-sama: “Eu vou passear no bosque…” Esqueci o resto da música. Que tipo de Chapeuzinho Vermelho eu sou? Isso é um absurdo! Um crime! Esse tipo de coisa não deveria acontecer!
Pascoal: (lobo) Tenha a santa paciência, irmão! Você está fazendo esse papel errado!
Locutor-sama: Que foi? Quer trocar de lugar?
Pascoal: Capa vermelha não combina com você.
Locutor-sama: Capa? A Chapeuzinho Vermelho é…
Pascoal: Não comece, com seus diálogos desnecessários!
Moon: (a caçadora) Vocês não tem vergonha na cara?
Locutor-sama: O que foi, autora?
Pascoal: Fizemos algo de errado?
Moon: Da próxima vez, vou pedir a ajuda do Random.
Pascoal: O boneco de palito?
Locutor-sama: Ouvi dizer que ele é um bom ator.

[Moon analiza as versões que acabou de escrever.]
Moon: Será que o Random aceitaria o papel? Ou talvez o P-san, ele ia ficar bonitinho de Chapeuzinho Vermelho…
Hello: A gripe atingiu seus parafusos?
Moon: Parafusos? Você está achando que tenho parafusos?
Hello: Tem razão. Eles caíram faz tempo!
Cola-sama: Acho que você não está com cabeça, em adapatar histórias.
Moon: Isso foi uma crítica?
Cola-sama: Normalmente, estou sempre te criticando.
Moon: Que bom que você admite!
Cola-sama: Não sou sincera?
Moon: Eu deveria escrever uma história de Natal…
Hello: Em março? Época perfeita! Dezembro é mês que vem, né?
Moon: Estava apenas pensando.
Cola-sama: Você já quer o fim do ano?
Moon: Não!

[Locutor-sama estava na sua sala, deprimido.]
Locutor-sama: Eu esqueci a música…
Pascoal: Você pretende ficar deprimido, até que horas?
Locutor-sama: …
Pascoal: Nós somos gêmeos, mesmo?

Green House Stories

Não dá para entender, mas com um pouco de paciência, é possível compreender.

Locutor-sama: Estamos na Casa Verde. Olliver, o jardineiro ia colocar as roupas para lavar, por algum motivo. Então, ele descobre que…
Random: (tocando tambores)
Locutor-sama: …a máquina de lavar quebrou.
Olliver: MEU DEUS!
Random: A CULPA FOI DO SORVETE!
Locutor-sama: Random, você ainda não me explicou. Como conseguiu quebrar a máquina de lavar?
Random: Eu já disse. A culpa foi do Sorvete.
Locutor-sama: Que sorvete?
Olliver: Você derrubou sorvete, dentro da máquina de lavar?
Random: Não!
Locutor-sama: Então me diga, amigo boneco de palito, o que o sorvete tem a ver com isso?
Random: Não sei explicar…
Olliver: Bem, a máquina de lavar pode ter quebrado normalmente…
Locutor-sama: Ou não.
Random: Foi o sorvete!
Locutor-sama: Random…
Olliver: O que vamos fazer?
Locutor-sama: Com o Random?
Olliver: Sim.
Locutor-sama: Bem, não acho que ele foi o culpado.
Random: Foi o sorvete!
[Wolf entra na área de serviço.]
Wolf: O que aconteceu?
Locutor-sama: A máquina de lavar quebrou.
Wolf: Hmm. A Hello não vai gostar disso.
Random: Foi o sorvete!
Wolf: Que história é essa de sorvete?
Olliver: Acho que ele cismou.
Wolf: Você viu um sorvete, quebrar a máquina?
Random: Não um sorvete, exatamente.
Wolf: Não?
Random: Não sei explicar.
Locutor-sama: Desconfio que você está com preguiça de explicar, amigo Random.
Random: É possível.
Olliver: Não ia ser mais fácil, você explicar o que aconteceu?
Random: Vocês não vão acreditar em mim.
Wolf: Está preferindo ser interrogado, até a Hello chegar?
Random: O que a Hello vai fazer comigo…?
Wolf: Nada, mas eu soube que a máquina de lavar custou caro.
Locutor-sama: Normalmente as coisas são caras…
Olliver: Que reflexão interessante.
[Hello chegou na Casa Verde. Foi até o local da confusão.]
Hello: Random, é verdade que um cara chamado “Sorvete Man” quebrou a máquina de lavar?
Random: Sim! Como você soube disso?
Hello: Eu tenho meus informantes…
Olliver: Sorvete Man?
Locutor-sama: É aquele homem com cabelo rosa?
Hello: Sim.
Locutor-sama: A autora resolveu apresentá-lo? Ou apenas… citá-lo?
Moon: Na verdade, é só para citar mesmo.
Locutor-sama: É?
Moon: Sim. Soube que você duvidou da sua sanidade…
Random: Mas eu sou um boneco de palito!
Moon: De fato. Hello?
Hello: Oi?
Moon: Bonecos de palito são insanos?
Hello: Não. Eu acho que não.
Olliver: E esse Sorvete Man?
Moon: Não precisa se preocupar com ele.
Locutor-sama: Autora?
Moon: Sim?
Locutor-sama: Você também vai dispensar essa história?
Moon: Não.