Raccoon Tales

Sem PC (02-02) Nessa história há uma aventura sobre a autora, acompanhada do seu fiel narrador. Ela está escrevendo um épico, nessa história dramaticamente engraçada… e mais importante ainda, tem uma guaxinim também! Mas ela é uma personagem importante, MUITO importante. E eu não estou falando isso porque a Tuta-sama tá olhando para a minha cara…

Locutor-sama: Continuando da história anterior, eu, senhorita Moon e senhorita Beta…
Moon: Quantas senhoritas! Basicamente, nós vamos falar com a Tuta agora, pois eu quero um notebook emprestado.
Beta: É melhor eu bater na porta…
Tuta-sama: (abre a porta) Que barulheira é essa, aqui?
Moon: Tuuuuuuu tá aqui Tuta?
Tuta-sama: Ah, a piada infame por causa do meu nome.
Moon: Eu deveria te chamar de Susi, então?
Tuta-sama: Não aconselho piadas que os leitores não entenderão, Moon. Falando sério, o que faz aqui? Espero que seja importante.
Moon: Claro que é importante!
Tuta-sama: Diga logo, por favor.
Moon: Me empresta um PC?
Tuta-sama: Hm… não.
Moon: Ma-mas guaxinim querida! Os posts programados do blog estão acabando. O blog vai ficar desatualizado.
Tuta-sama: E…?
Moon: Você vai perder a aposta que fez com a Cola-sama. Lembra que você disse que eu ia postar um ano todo? Desde do dia primeiro de novembro, do ano passado?
Locutor-sama: O tempo passa assustadoramente rápido.
Tuta-sama: É mesmo! Boa lembrança. Não posso perder dinheiro para a Cola-sama!
Moon: É só isso que você se importa? Com dinheiro?
Tuta-sama: Ah! Fazer a Cola-sama perder, também.
Locutor-sama: (pensando) A duas são uma dupla um tanto impoliticamente correta.
Tuta-sama: Tá, pode usar esse notebook. *aponta para um pequeno notebook ligado*
Moon: Mas é muito pequeno!
Tuta-sama: É pegar ou largar. E já está ligado.
Moon: Tá bom, tá bom! *senta na frente do notebook*
Tuta-sama: Por que você está parada?
Moon: Eu… não sei sobre o que vou escrever.
Locutor-sama: Que tal aquela vez que dei carona para a Tuta-sama?
Tuta-sama: Ah, não!
Locutor-sama: O carro dela tinha dado problema, e coincidentemente eu estava passando.
Tuta-sama: Tenho certeza de que você estava me seguindo.
Locutor-sama: Eu não estava te seguindo. Não dessa vez, pelo menos.
Tuta-sama: Tá vendo, como você é estranho!
Locutor-sama: Nunca sigo pessoas com o Locutor móvel.
Moon: oh. Esqueci que o seu carro tinha nome.
Locutor-sama: Eu ia chamá-lo de Lola, mas não quis copiar ninguém, sabe…
Tuta-sama: Eu tenho certeza de uma coisa: Nunca mais pego carona com o Locutor-sama.
Moon: Você é tão chato assim dirigindo, Locutor-sama?
Locutor-sama: Não exatamente, já que fico silencioso a maior parte do tempo.
Tuta-sama: O GPS do Locutor-sama fica ligado. O tempo todo.
Moon: O que tem demais?
Tuta-sama: O GPS tem a voz dele!
Moon: Oh. Isso eu não sabia…. e olha que eu sou a autora!
Locutor-sama: É um GPS muito bom.
Tuta-sama: Eu nunca ouvi um GPS tão chato!
Locutor-sama: Você quis dizer dramático.
Tuta-sama: Não, eu falei chato, e quis dizer isso.
Moon: Dirigir com a voz do Locutor-sama… não deve ser muito bom.
Locutor-sama: Eu deveria patentear.
Tuta-sama: Pode ter certeza que eu não compraria esse GPS!
Locutor-sama: Nem todo mundo aprecia GPS dramático.

– A próxima história pode ou não pode ser, sobre o Locutor-sama dando carona para a minha guaxinim favorita.

Raccoon Tales

Sem PC (01-02) Existem coisas muito piores, mas a autora acha muito ruim ter que escrever no computador dos outros. Mas se você pensar bem, é melhor do que não escrever em lugar nenhum. E pior ainda, deixar o blog desatualizado! Se acontecer uma pausa, a Moon vai ficar com preguiça e voltar nunca mais para atualizar o blog… isso não pode acontecer. Continue atualizando o blog, Moon!

Locutor-sama: A autora das histórias do blog Consequence, está nesse exato momento sem computador. Felizmente, uma alma nobre teve a gentileza de permitir que a senhorita Moon utilizasse seu notebook. Caso contrário, não ia ter post no blog, pois havia histórias escritas até dia 30. Desconfio que a autora ia comemorar secretamente, uma folga-
Moon: Locutor-sama, além de dramático é fofoqueiro.
Locutor-sama: Estou apenas fazendo um comunicado da minha maneira.
Moon: Tá certo. Agora, é brincadeira! Sem um computador para usar….
Locutor-sama: Onde você está escrevendo nesse exato momento?
Moon: Shh! Não me venha com essas piadinhas, Locutor-sama.
Locutor-sama: Certo. Nós estávamos indo em direção a mansão de Tuta-sama, para pedir um notebook emprestado. Nesse universo, a autora ficou sem computador no estúdio…
Moon: Sem explicações sobre universos! Você está me deixando confusa.
Locutor-sama: Acalme-se, autora. Eu só estou explicando…
Moon: Locutor, meu caro. Nós temos que fazer uma historinha com piada simples, e rápida. Não precisamos escrever uma fanfic da obra de J. R. R. Tolkien.
Locutor-sama: Não era mais fácil dizer “o autor do Senhor dos Anéis?”
Moon: Narrador, se você quer parecer uma pessoa culta, tem que citar nome do autor.
Locutor-sama: Ah, me desculpe por não ter entendido sua lógica de primeira.
Moon: Ah, não tem importância. Vamos tocar a campainha da mansão!
Locutor-sama: “Vamos”, autora? Só uma pessoa pode tocar a campainha. Ah não ser que a Tuta-sama seja tão rica a ponto de ter uma campainha que possa ser toca por duas pessoas diferentes…
Moon: Locutor-sama, cê tá chato demais hoje! Estou quase preferindo o Barman, no seu lugar.
Locutor-sama: Er… vou tocar a campainha. *toca a campainha*
Moon: Acho que não precisava ter dito que o Locutor tocou a campainha, sendo que ele falou que ia fazer isso… detalhes, detalhes!
Beta: (atendeu a porta) Sim?
Moon: Oi!
Locutor-sama: Olá, senhorita Beta. A autora está precisando de um local para trabalhar. Nós gostariámos de falar com a Tuta-sama, para pedir permissão de escrever em um dos seus computadores ou notebooks, e ter a honra da presença da Tuta-sama…
Beta: Oh, tudo bem. Entrem, para falar com ela.
Locutor-sama: Obrigado. Autora?
Moon: (dormindo em pé)
Locutor-sama: Não sabia que você dormia em pé.
Moon: Todos os dias, eu descubro uma capacidade nova, minha. Sou praticamente um pokémon!
Locutor-sama: Interessante sua comparação. Vamos entrar, de uma vez.
Moon: Certo, mas sem falas de longas linhas!
Beta: Me acompanhem, por favor.
Locutor-sama: Nós seguimos a senhorita Beta pelos corredores longos da mansão de Tuta-sama…
Moon: Não é mais fácil pular para a parte em que nós estamos na sala da guaxinim?
Locutor-sama: Autora, nós precisamos explicar as coisas para os leitores!
Moon: Mas agora, a história ficou muito comprida. Continuação, amanhã!
Locutor-sama: Você tem razão. O que será que vai acontecer na próxima?
Moon: Eu tenho uma vaga ideia…
Locutor-sama: Autora, a pergunta não era para você…
Moon: Tem razão.

Raccoon Tales

Segundo round da emocionante batalha da guaxinim mais milionária da Cidade dos Cinco Monumentos, contra o narrador mais dramático de todos os tempos! Espero que nenhum narrador perca seu microfone nessa disputa.

[Uma guaxinim vestida de ninja invadiu o apartamento do Locutor-sama. Como ela entrou, se estava trancado? Não me pergunte, pois ninjas são tão bons, que não precisam de chaves. Eu suponho que é assim, pelo menos.]
Tuta-sama: A missão de entrar no apartamento do Locutor-sama foi um grande sucesso! Só eu mesma, para conseguir um grande efeito desses!
[Ela dá uma risadinha um pouco maligna, mas bonitinha ao mesmo tempo]
Tuta-sama: Queria saber como é dar uma risada dessas.
Moon: Mas você acabou de dar!
Tuta-sama: Sou uma guaxinim espetacular, mesmo! Espera… porque você tá aqui?
Moon: O narrador tá dormindo, alguém deve fazer o serviço dele.
Tuta-sama: Não espere que eu pague.
Moon: E desde quando você me paga alguma coisa?
Tuta-sama: Shh! Se continuarmos batendo papo, o Locutor vai acordar.
Moon: Bah! Que nada, ele tem sono muito pesado. Acredite, sei o que estou falando.
Tuta-sama: Tem que saber, já que é a autora.
Moon: Bem… vá de uma vez, no quarto dele.
Tuta-sama: Já tô indo!
Moon: Beleza, agora deixa eu voltar para o modo “narradora observadora” *desaparece*
Tuta-sama: Quem diria que autores possuem poderes tão estranhos.
[A guaxinim entrou no quarto do Locutor, que dormia profundamente. Que sono pesado esse cara tem! E ele está dormindo… com o microfone dele?]
Tuta-sama: Sempre desconfiei que o Locutor não bate muito bem da cabeça.
[Mas não é o microfone original, se você observar. É de pelúcia!]
Tuta-sama: Certo, agora você pode ficar em silêncio. Eu narro, a partir de agora!
[Isso é por causa dessa história aqui?]
Tuta-sama: Sim, exatamente! Mas… como é que vou fazer ele acordar?
Locutor-sama: (dormindo)
Tuta-sama: Um sono pesado! *fura um balão com um alfinete*
Locutor-sama: (continua dormindo)
Tuta-sama: Pesado, mesmo!
[Não encham um balão, só para furar com um alfinete e acordar algum, crianças!]
Tuta-sama: Já não falei para você ficar em silêncio?
Locutor-sama: (ainda dormindo)
[Experimente tirar o microfone dele!]
Tuta-sama: Ah! Tá aí uma boa ideia.
[A guaxinim tenta tirar o microfone dele… em vão!]
Tuta-sama: Porcaria! Como faço para tirar ele da terra dos sonhos?
Locutor-sama: Tirar quem, da terra dos sonhos?
Tuta-sama: Ah, Locutor-sama! Quando você acordou?
Locutor-sama: Nesse exato momento. Que devo o prazer da sua visita?
Tuta-sama: Locutor-sama pergunta com uma sobrancelha para cima…
Locutor-sama: Ah, você está tentando narrador? Que bonitinho!
Tuta-sama: Locutor levantou-se da sua cama, indo em direção ao banheiro, para…
Locutor-sama: …escovar os dentes. Você está fazendo um bom trabalho, Tuta-sama!
Tuta-sama: Estou?
Locutor-sama: Sim. Pode continuar narrando. Está tão dramática como a minha narração!
Tuta-sama: Desisto.
Moon: E então, a ninja vai embora, sumindo de maneira misteriosa numa nuvem de fumaça.
Locutor-sama: Essa foi bem dramática, autora!
Moon: Que bom que você gostou! Tem suco de uva?
Locutor-sama: Não, autora. Aqui só tem suco de limão ou de caju.
Moon: Você tem um péssimo gosto para sucos.

– “Nadaavêissoaí!” Beba o suco que você quiser.

Listas, Silly Tales

Talvez existam pessoas que se perguntem porque eu gosto tanto de abacaxis. Não existe nenhuma razão em particular eu acho, talvez por serem tão engraçados! Ou porque me lembram do cabelo do Renji de Bleach, quando ele usava de maneira que lembrava um abacaxi.

Moon: De vez em quando eu me pergunto o que aconteceria se alguns dos personagens virassem abacaxis… E quais seriam as reações deles?

Locutor-sama-
Virei um abacaxi. Suponho que a autora está entediada… então tentarei me divertir, sendo o abacaxi mais dramático que já existiu!
Moon: Essa piada do dramático perde a graça, sabia Locutor-sama?
Locutor-sama: Impossível. E ser dramático não é uma piada!
Moon: É melhor não discutir!

Hello-
Um abacaxi? Acho que vou sair correndo pela rua, cantando a música da paçoquinha!
Moon: Não seria música sobre a paçoquinha?
Hello: Ah, você me entendeu.
Moon: Um abacaxi correndo pela rua, cantando uma música sobre paçoquinha? Eu ficaria com medo.
Hello: Você não tem senso de humor!

Barman-
Será que vou conseguir usar o avental?
Moon: É nisso que você pensa! Nem se preocupa em ter a aparência de um abacaxi?
Barman: Sempre podia ser pior.
Moon: Como?
Barman: Eu podia ser…. er…. sei lá.
Moon: Sei lá?
Barman: Alguma coisa esquisita.
Moon: E ser um abacaxi não é algo esquisito?
Barman: Tenho certeza que existe algo mais esquisito que isso.

Tuta-sama-
ABSURDO! EU QUERO VOLTAR A SER UMA GUAXINIM BONITINHA!
Moon: Mas…
Tuta-sama: É UM ABSURDO EU TER VIRADO UMA ABACAXI ANDANTE! Acha que tenho tempo para brincadeiras?
Moon: Certo… você pode voltar ao normal.
Tuta-sama: Ótimo! Muito obrigada.
Moon: Quem diria que uma guaxinim tão pequena, teria voz para gritar tanto.

Moon-
Eu virei um abacaxi também? Aposto que é vingança daquela guaxinim maluca!
Random: Não! Fui eu que fiz isso.
Moon: Random? Mas porquê?
Random: Eu estava entediado.
Moon: E como fez isso?
Random: Com magia, ué.
Moon: E desde quando bonecos de palito podem usar magia?
Random: Só porque sou um boneco de palito, não quer dizer que não posso ser poderoso.
Moon: Random… você me assusta às vezes.
Random: Ah, eu estava brincando. Eu não faço a menor ideia, do que fez você virar abacaxi!
Moon: Ok… isso é preocupante!

Zaltana, Boon e Malvino-
Como assim? Nós já somos abacaxis!
Moon: Vocês viraram humanos!
Zaltana: Isso… é sério? Muito sério?
Boon: Minha nossa Zaltana, você parece maquiada para o carnaval!
Malvino: É verdade! HA HA HA!
Moon: Que falta de educação!
Zaltana: É só isso que você tem a dizer, sobre os seus personagens?
Moon: O que eu vou dizer, sendo que sou uma abacaxi?
Zaltana: Ser abacaxi não é tão ruim assim.
Moon: Nunca mais faço piada sobre abacaxi.
Zaltana: Duvido.

Happy Green Things

Procurar por ideias podia ser uma coisa mais fácil. Ou uma busca épica, onde você viaja por um mundo imaginário, coleta vários items e… Não, ia ser difícil demais. Nem uma ideia vale tanto esforço assim. Seria melhor que a inspiração, ou a ideia, ou as duas coisas fossem vendidas em uma lojinha da esquina! Sonhar não custa nada.

Estúdio Happy Green Things, escritório da autora.
Moon: (olhando para a parede) Estou procurando uma ideia. E olhar para a parede, não é a solução.
Random: Talvez você devesse comer uma paçoquinha.
Moon: Não estou com vontade. Ei! O que você está fazendo aqui?
Random: É que eu estou aqui, para você ter alguém para conversar. Ou preferia falar sozinha?
Moon: Ah, ótimo. O boneco de palito é o que me resta, para conversar.
Random: Entendi, não gosta de boneco de palito né? (chateado)
Moon: Não foi isso que eu quis dizer! Viu o Barman, Random?
Random: Ele deve estar limpando algum lugar do estúdio, acho.
Moon: Como assim, acho?
Random: Hoje me disseram que boneco de palito não pode ter certeza de nada.
Moon: Mas isso é bullying! Quem te disse isso?
Random: Foi um biscoito da sorte.
Moon: Não confie em biscoito da sorte, Random. Confie em mim.
Random: É… é um pouco estranho, confiar em um biscoito da sorte!
Moon: Claro que é.
Random: Deveria confiar em bolos de chocolates. São mais confiáveis!
Moon: Depende.
Random: Depende?
Moon: Ah, não me faça pensar em bologo de chocolate! Tenho que fazer uma coisa importante.
Random: Desculpe. O que você quer fazer?
Moon: Vou buscar minha inspiração… se é que tenho uma.
Random: Posso ir junto?
Moon: Pode.
[Moon anda pelo estúdio, até encontrar o Barman limpando a cozinha.]
Moon: Eu nem sabia que aqui tinha uma cozinha!
Random: Tá precisando sair mais do seu escritório.
Moon: É… tô mesmo.
Barman: Olá, autora! Estou vendo que terminou de observar as paredes.
Moon: E eu estou vendo que você terminou de limpar a cozinha.
Barman: Pois é. Você precisa de alguma coisa? Paçoquinha?
Moon: Você e o Random estão achando que sou a Hello, hein.
Barman: Suco de uva, talvez?
Moon: Não, porque só tem de caixa. Preferia de lata.
Barman: Você está ficando cada vez mais exigente.
Moon: É, talvez. Enfim… estou procurando a minha inspiração. Viu ela por aí?
Barman: É difícil de responder, sendo que não sei como é sua inspiração.
Moon: Bom… eu também não sei como ela é.
Barman: Então… como está procurando algo, que nem sabe como é?
Moon: Não queira entender minha linha de raciocínio.
Barman: Ok, ok.
Moon: É muito difícil arranjar inspiração de uma hora para outra! Pena que isso não se vende em uma lojinha.
Barman: Se vendesse, não ia ter tanta gente com bloqueio criativo.
Moon: Puxa, se alguém vendesse ia faturar um bom dinheiro!
Random: Dinheiro, dinheiro, dinheiro!
Moon: Não me assuste dessa forma, Random.
Random: É que eu tinha que quebrar o meu silêncio.
Moon: Sei… Pelo que vi, grande parte do estúdio está limpinho.
Barman: Ah sim. Eu tive um trabalho, mas ver o chão brilhando valeu a pena.
Moon: Ah! Será quê…
Random: Uma ideia surgiu?
Moon: O brilho do chão! Sim, irei observá-lo. Que parede, o quê! O negócio é observar o brilho do chão.
Random: Problema resolvido!
Moon: (se agacha para olhar o chão)
Barman: Nunca vou entender autores.

Happy Green Things

Autores são muito esquisitos, com manias malucas para fugir da obrigação de escrever alguma coisa. Pessoas normais não devem perguntar o motivo deles fazerem isso, porque é muito provável delas não entenderem a resposta. Sério. Autores são malucos demais para tentar entender!

Estúdio Happy Green Thingas, escritório da autora.
Moon: Ah! Uma bela parede!
Barman: (limpando o escritório)
Moon: Branquinha. Como eu gosto.
Barman: (continua limpando o escritório)
Moon: Bem… aqui tem uma mancha. Mas eu tentei limpar, e não saiu. Deve ser coisa dos aliens.
Barman: (ainda limpando o escritório)
Moon: Pombas, pombas, pombas!
Barman: (limpando o escritório sem dar atenção)
Moon: Ai, ai… (tira as coisas da mesa) Pronto! (vira a mesa) Barman!
Barman: Interessante estratégia para chamar minha atenção.
Moon: Eu estou falando da parede.
Barman: Se está querendo que eu tire a mancha, posso dar um jeito.
Moon: Não, Barman. Eu não quero que você tire a mancha.
Barman: Vou continuar a limpar. Ou talvez, levantar a mesa… (coloca a mesa no lugar)
Moon: (vira a mesa novamente) Não, Barman!
Barman: Autora, você é muito complicada. Seria mais fácil se você se decidisse.
Moon: Estou decidida. Você tem que comentar algo, sobre eu estar observando a parede.
Barman: Olha Moon, eu trabalho com a Hello. Ela tem várias excentricidades, então… quem sou eu para questionar o que você faz? Ninguém. Existe aquele ditado “cada macaco no seu galho”…
Moon: Eu não sou um macaco.
Barman: “Cada louco com a sua mania” é o correto. Mas eu queria falar “cada macaco no seu galho.” Por algum motivo.
Moon: Por algum motivo.
Barman: Não precisava usar esse tom sarcástico.
Moon: Não estou usando um tom sarcástico.
Barman: Se você diz, tudo bem. Tanto faz!
Moon: Sério. Você não acha estranho, alguém ficar olhando para a parede?
Barman: Olha, eu não me importo com as esquisitices dos outros.
Moon: Isso já deu para entender.
Barman: É só para… enfatizar. Acho que essa seria a palavra.
Moon: Você está substituindo o Locutor-sama…
Barman: Devo começar a narrar dramaticamente?
Moon: Não, isso é meio difícil de se fazer.
Barman: Então… eu devo… er…
Moon: Você deve criticar a minha observação de parede!
Barman: Não vejo motivo para criticá-la por algo tão pequeno.
Moon: Mas… você tem que dizer que é estranho, pelo menos.
Barman: Estranho, e daí se é estranho? Você gosta de fazer isso. Eu não questiono. Sei que faço muitas perguntas mas, para que eu questionar sobre algo que talvez seja melhor não saber?
Moon: É. Tem sua lógica.
Barman: Com licença, vou continuar a limpar seu escritório.
Moon: (vira a mesa novamente)
Barman: Nossa! Em qual momento você virou a mesa, que eu não vi?
Moon: Treinamento ninja…
Barman: Pensei que você não tinha terminado o seu treinamento.
Moon: Não terminei, mas eu fiz essa lição.
Barman: Uma lição de virar a mesa? Interessante. Ninjas são realmente surpreendentes!
Moon: São mesmo.
Barman: Certo. Agora…
Moon: A parede.
Barman: Pode continuar a observar a parede.
Moon: Ma-mas…
Barman: Bom divertimento!
[Barman sai do escritório da Moon.]
Moon: [coloca a mesa no lugar e vira de novo.] GAAH!

Listas, Silly Tales

A autora não está com vontade de escrever algo complexo. Então, uma piada aleatória… mas espera aí. Uma lua caindo não é uma piada, é coisa séria. É uma bad fanfic de Majora’s Mask, por acaso?

[Todos que estavam na rua, olham para o céu!]
Hello: É a lua de Majora’s Mask, não? Assustadora!
Fábio: É o fim do mundo! E a Anju e Kafei não vão poder se casar… (cai uma lágrima)
Random: Anju e Kafei quem?
Alice: São personagens do jogo de Majora’s Mask.
Random: Ah… É aquele Legend of Zelda com o Time.
Pascoal: Time quem?
Locutor-sama: Uma lua gigante está em cima das nossas cabeças, e tem um rosto. Estamos calmos demais.
Hello: Ah, para quê se estressar? Tenho certeza que o Time vai nos salvar!
Pascoal: Time quem, meu deus do céu?
Hello: “Time” é o nome pessoal se refere ao Link, de Ocarina of Time. Por causa da viagem do tempo.
Pascoal: Ah, entendi. Desculpe pela minha ignorância.
Rosalina: É, eu concordo com o que o Locutor disse ali em cima. Não vamos ficar esperar pelo Link, vamos?
Sabrina: Não acho que nenhum Link pode nos salvar. Ele deve estar ocupado demais, gravando o próximo Legend of Zelda.
Hello: Mas e os Links anteriores?
Sabrina: Eles estão em uma dimensão que reúne todos os Links… só podem voltar em remakes de jogos.
Hello: Você tirou isso de algum lugar?
Sabrina: Não…
Fábio: Se não tem Links para nos ajudar, acho que seria bom uma ocarina.
Hello: O Ganondorf quebrou minha última Ocarina…
Locutor-sama: Você andou viajando por dimensões?
Hello: Andei. Não foi uma boa ideia.
Random: Por que o Ganondorf quebrou a sua Ocarina?
Hello: Ele perdeu na partida de buraco.
Random: Tem gente que não sabe perder. Principalemente vilões!
Sabrina: Normalmente não é por isso que eles são vilões? Porque não sabem perder.
Locutor-sama: Isso depende do tipo de história de que você está escrevendo.
Random: Gente! A lua vai cair nas nossas cabeças!
Barman: Não!
Fábio: Cara, o que você faz vestido de Link?
Barman: Eu não faço a menor ideia mas… aprendi uma música com o Happy Mask Salesman, que faz a lua aparecer!
Fábio: Mas é impossível! Essa música não existe!
Hello: Sei lá, de repente é possível.
Alice: Dá para tocar tantas coisas diferentes na Ocarina, mesmo.
Locutor-sama: Não é melhor você tocar logo?
[Barman toca a música na Ocarina.]
Barman: Sumiu mesmo!
Hello: Legal! Bom trabalho, Barman!
Alice: Mas agora a lua virou… o shine, de Super Mario Sunshine!
Barman: Certo… nunca confie em um Happy Mask Salesman.
Random: Agora você vai se vestir de Mário!
Barman: Vou ter que usar bigode falso?
Hello: Ah! Você ia ficar engraçado, de bigode falso…
Random: E um sombrero!
Fábio: Eu tenho um sombrero que você pode usar!
Locutor-sama: Um óculos escuros ia deixar você mais dramático.
Barman: Er… mas o sol não vai cair nas nossas cabeças.
Hello: Tá…
Alice: Vai chamar o Mário?
Hello: Não. [arruma um aspirador de pó, e suga o shine do céu.] Sabia que ia dar certo!
Barman: É… o questionador nunca salva nada, mesmo.
Pascoal: Também, com essa saia.
Barman: É uma túnica!
Pascoal: Eu sei. Mas alguém tinha que fazer essa piada.

Happy Green Things

Aquela história louca, em que na verdade a autora não tinha bem um roteiro em mente. *Parte 2 de 2*

Locutor-sama: Continuando do post anterior, a autora estava… muito ocupada, salvando gatinhos (em um jogo). A história estava completamente desinteressante, e aí uma ninja apareceu, para salvar a história. E a ela, que seria a Tuta-sama vestida de ninja, prendeu a autora no armário de vassouras.
Moon: Peraí…. tem um armário de vassoura, nesse escritório?
Tuta-sama: Tem muitas coisas que você não sabe.
Moon: Mas eu deveria saber – sou a autora!
Tuta-sama: A autora que está jogando um joguinho de gatinhos, ao invés de escrever para o blog.
Moon: Eu estava. Você me colocou nesse armário! E você não vai fazer nada, Locutor-sama?
Locutor-sama: Bem…
Tuta-sama: Vou querer o seu microfone, Locutor-sama.
Locutor-sama: Não! Você não pode fazer isso comigo! Desculpe, autora.
Moon: Ótimo. E nem tem lugar para sentar, aqui.
Tuta-sama: Sente no chão, oras.
Moon: Desconfortável! E no escuro! E com vassouras!
Tuta-sama: Use vírgulas.
Moon: O Pascoal virou uma guaxinim…
Tuta-sama: Não termine a frase!
Moon: (pensando) …maluca.
Locutor-sama: O que vai fazer no computador, Tuta-sama?
Tuta-sama: Digitar uma história!
Locutor-sama: Eu não sei se isso é uma boa ideia.
Tuta-sama: Microfone, por favor.
Locutor-sama: Di-digo, as suas patinhas não vão ficar cansadas?
Tuta-sama: Me poupe, Locutor-sama. Agora… vamos ver o que eu vou digitar…
Moon: QUANTAS VASSOURAS!
Tuta-sama: Não grite! Não é educado.
Moon: E é educado, invadir o escritório de uma pessoa, enquanto se veste de ninja?
Tuta-sama: Fazer o quê. Eu tenho muito estilo!
Moon: E eu nem sabia que você tinha feito treinamento ninja.
Tuta-sama: Todo mundo já fez treinamento ninja.
Moon: Até tu, Locutor-sama?
Locutor-sama: Narradores tem que saber fazer um pouco de tudo.
Moon: Até dançar a macarena?
Locutor-sama: Até dançar a macarena. Não zombe de coisas sérias, senhorita Moon.
Moon: Eu não estou zombamdo de nada… dentro desse armário de vassouras.
Tuta-sama: Silêncio vocês dois! Estou escrevendo uma história sobre a Cindy Star.
Moon: Pensei que eu tinha dito que eu não queria usar essa personagem!
Tuta-sama: Mas eu estou no controle! Ou seja, eu faço o que eu quero.
Locutor-sama: E ela paga os personagens.
Tuta-sama: Ah, outro excelente motivo!
Moon: Ah! Eu encontrei uma chave dentro do armário.
Tuta-sama: Uma chave?
Locutor-sama: Deve ser a chave reserva do armário…
Tuta-sama: O que foi que você falou?
Locutor-sama: Pôneis voadores.
Moon: (abre a porta do armário) Liberdade, afinal! E sem piadinhas infames!
Tuta-sama: Eu não estou fazendo nenhuma piada sobre o Mário.
Moon: Mas você pensou! E você, Locutor-sama, estou decepcionada.
Locutor-sama: Autora, eu não podia…
Moon: Deixar o seu microfone ser pego pela guaxinim? É, ele é mais importante.
Tuta-sama: Bom! Eu já publiquei minha história.
Moon: Nãaao!

Happy Green Things

Aquela história louca, em que na verdade a autora não tinha bem um roteiro em mente. *Parte 1 de 2*

Moon: Estou olhando para a parede. Para procurar a inspiração…
Locutor-sama: Autora, não acredito que isso vá resolver alguma coisa.
Moon: Que branco perfeito, da parede! Você não concorda, Locutor-sama?
[Moon volta a usar o computador.]
Locutor-sama: … [olha para a tela do computador que a autora está usando]
Moon: Que foi??
Locutor-sama: Gatinhos bonitinhos.
Moon: Fofos, não? Apesar de eu preferir cachorros.
Locutor-sama: Então você não deveria jogar algo com cachorros?
Moon: É… talvez.
[Silêncio por minutos]
Locutor-sama: Está tão interessante, assim?
Moon: Eu tenho que salvar os gatinhos.
Locutor-sama: Ah.
Moon: Como assim “Ah”? Você não tem pena?
Locutor-sama: Tem quatro posts sobrando para entrar no blog.
Moon: E…?
Locutor-sama: Pensei que a sua política era ter pelo menos dez.
Moon: Eu… estou trabalhando nisso.
Locutor-sama: Ainda não se publica posts telepaticamente, autora.
Moon: Nã-não?
Locutor-sama: Não.
Moon: Pombas! Que sistema antiquado, é esse que vivemos.
Locutor-sama: Acho que seria problemático, se existisse isso.
Moon: Tem razão. De repente, ia vazar receitas secretas de bolo de laranja!
Locutor-sama: … [continua atrás do computador]
Moon: Pombas, não posso salvar os gatinhos em paz?
Locutor-sama: O blog.
Moon: Eu sei.
Locutor-sama: Não acredito que o post vai ser sobre isso, vai?
Moon: Post? Que post?
Locutor-sama: A história.
Moon: Bem, os gatinhos foram colocados em várias partes do mundo e…
Locutor-sama: Eu não estou perguntando a história do jogo.
Moon: Não?
Locutor-sama: Não.
Moon: Oh.
Locutor-sama: Um ninja invadiu o escritório da Moon!
Moon: Minha nossa!
Locutor-sama: Finalmente a história ficou interessante!
Moon: O que foi que você disse?
Locutor-sama: Eu disse que a Tuta-sama está vestida de ninja.
Tuta-sama: Vou prender a autora no armário de vassoura!

– O que será que vai acontecer? Não percam o próximo episódio de Pokémon… quero dizer, Happy Green Things. Ou sei lá o quê.

Green House Stories

Personagens antigos tem mais direito de surtar, do que os outros.

Locutor-sama: É um dia normal na Casa Verde…
[Barman aparece com uma fantasia de tartaruga.]
Pascoal: Estou vendo coisas? O Barman fantasiado de tartaruga?
Locutor-sama: Não, eu também estou vendo isso.
Barman: Ah, eu imaginei que assim eu seria notado.
Locutor-sama: Podia se explicar, por favor?
Barman: Sabe, eu não apareço muito. Normalmente só estou trabalhando, no fundo da cena.
Pascoal: E isso não é narrado? Que absurdo!
Barman: Antigamente, eu aparecia mais. O que aconteceu, agora? Virei um personagem que só serve para fazer escada para o outro. Isso não é triste?
Pascoal: Não mais triste do fato de que, aqui na Casa Verde não ter escada.
Barman: Estou esperando você falar algo, Locutor-sama.
Locutor-sama: Estou aqui, tentando imaginar onde você conseguiu essa fantasia de tartaruga.
Barman: Não espere que eu explique isso.
Locutor-sama: Não tem importância. Eu gosto criar teorias, sobre fatos estranhos.
Barman: Se vestir de tartaruga é tão estranho, assim?
Moon: Podia ser pior, se fantasiar de abacaxi maquiado!
Zaltana: Essa piada é tão ultrapassada…
Moon: A pida do abacaxi maquiado não é ultrapassada.
Barman: Eu acho um tanto ultrapassada.
Locutor-sama: É uma piada ultrapassada. Talvez pelo fato de não ser dramática.
Pascoal: A piada do abacaxi maquiado era para ser engraçada?
Moon: Vocês não tem graça…
Barman: Bom, eu não acredito que tive de me vestir com essa fantasia de tartaruga, para aparecer.
Moon: Pelo menos você não colocou uma melancia na cabeça.
Locutor-sama: Melancia na cabeça? Isso não é muito bom… para a cabeça.
Barman: É, melancias são pesadas para se colocar na cabeça.
Moon: Garanto que é mais confortável de que se vestir de tartaruga.
Barman: Você nunca se vestiu de tartaruga, para saber.
Pascoal: Essa fantasia parece mais de jabuti.
Locutor-sama: Não, é uma tartaruga mesmo.
Pascoal: Talvez eu não saiba a diferença de tartarugas e jabutis.
Locutor-sama: Nunca é tarde demais para aprender.
Moon: E a diferença de jacarés e crocodilos?
Pascoal: Eles tem diferença?
Moon: Se não tivesse diferença, para quê existiriam dois nomes diferentes?
Barman: Acho que me vestir de abacaxi seria melhor.
Hello: Gritando “A paçoquinha é minha ideologia!”
Pascoal: De onde ela veio?
Hello: De algum lugar, eu garanto. O que há com você, Barman?
Barman: Você saberia o que estou sentido, se aparecesse menos.
Hello: Você não deveria reclamar isso com a Moon?
Moon: As reclamações vão até as seis horas da tarde.
Barman: Ainda nem é dez da manhã!
Moon: Eu estou escrevendo essa história depois das seis.
Barman: Ah.
Hello: Está resolvido. O Barman vai aparecer mais!
Moon: Quem te dá direito de resolver as coisas?
Hello: Ninguém me dá esse direito, é verdade. Mas olha a carinha dele! Você não tem pena?
Barman: Ela provavelmente vai fazer alguma piada com penas.
Moon: Você me conhece bem. Tá, eu vou fazer ele aparecer mais.
Hello: Como protagonista, sem fazer muitas perguntas.
Moon: Tá, tá.
Hello: Ótimo! Problema resolvido. Mas se você quiser vestir-se de abacaxi, Barman…
Barman: O que você vai falar…
Hello: Seria muito engraçado!
Barman: Eu escolho não me vestir de abacaxi.
Hello: Ah…