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Mistérios Misteriosos, Silly Tales

Dramático é uma palavra excelente para descrever várias situações.

[Era uma noite escura e tenebrosa, e a chuva estava pesada.]
Barman: *dirigindo o carro* Isso está parecendo atmosfera de filme de terror! Sabem, eu até desconfio que tem um OVNI gigante nos seguindo.
Hello: *sentada no lado direito do motorista* Ah, que bobagem Barman! Com certeza é só o P-san nos seguindo. Tem vezes que ele não é muito discreto, sabia? *bebendo uma latinha de refrigerante de laranja com canudinho*
[Essa família não sabia o que os aguardava…!]
Miss Cupcake: *de peruca ruiva* Família? Não me diga que estou fazendo papel de filha da Hello e do Barman??
Wolf: Enquanto isso, eu sou o lobo fofinho!
Miss Cupcake: *bate com a pata na testa*
Barman: Se for uma história de terror, só espero que não vá ter batatas sorridentes para me assustar.
Hello: Não se preocupe, Barman! Se ela fizer isso, vai se entender comigo.
Wolf: Nossa! *olhando para a parte de trás do carro* Tem um robô gigante nos seguindo.
Miss Cupcake: *vira para olhar para trás também* É verdade!
Hello: Um robô gigante…? A Moon está se superando.
Moon: Ah, agradeço pelo elogio.
Barman: Imagino que o fato de ser a autora, te dá uma incrível vantagem de aparecer em lugares absurdos…
Hello: É absurdo mesmo! Quem diria que ela ia substituir a mulher havaiana que fica dançando dentro do carro?
Moon: Eu não entendi, porque você disse “mulher havaina”?
Hello: Óbvio! Eu não estou falando do chinelos.
Moon: Espero que você não esteja ganhando nada com essa propaganda gratuita.
Hello: Não entendi, a partir do momento que você disse “propaganda gratuita”, já deu para entender que eu não estou tendo nenhum lucro monetário com isso.
Moon: Nossa, lucro monetário. Ela disse lucro monetário!
Miss Cupcake: Que feio esse sarcasmo, Moon. E daí se a Hello quis falar bonito?
Wolf: Desconfio que ela está pegando os vícios linguísticos do Locutor-sama!
Miss Cupcake: Qual? Barbarismo, solecismo…
Wolf: Pare! Você está falando grego, para mim.
Moon: Lindos, não preciso de aula de português.
Barman: Uh-oh.
Moon: [narrando] A gasolina havia acabado! Felizmente, tinha um hotel no fundo da estrada… Que coisa mais clichê!
Hello: Aposto que não vai ter ninguém no hotel.
Barman: Ele está bem caindo aos pedaços. Muito previsível.
Miss Cupcake: E o que mais vai ter? Assombração?
Wolf: A loira do banheiro!
Moon: Vocês são tão chatos. Beleza! Mudo para um posto de gasolina.
Hello: Na-na-ni-na-não! Moon, tem que ser algo que dificulte a nós, seus personagens. Um posto de gasolina seria conveniente demais.
Barman: Olha, não é que eu esteja reclamando, mas eu prefiro que a história vá de maneira conveniente do que problemática.
Hello: Mas Barman, você nunca viu filme de terror?
Barman: Nunca mais assisti um filme de terror, depois de ter comprado o DVD “A vingança das batatas sorridentes”. O pior é que eu assisti a trilogia inteira… *tremendo*
Hello: Tadinho do Barman, ficou traumatizado. *bate amigavelmente no ombro dele*
Moon: Pior seria vir um táxi inglês…
???: OLÁ, SENHOR!
Moon: [grito de terror]
Hello: Minha nossa! Que grito horrível, autora.
[Hello, Barman, Miss Cupcake e Wolf tamparam os ouvidos.]
Pascoal: *rindo* Você deveria ter visto a sua expressão de terror, Moon. Não é incrível o que podemos fazer com um megafone adaptado?
Moon: Pascoal, seu… sua… fuinha!!
Pascoal: Isso era para ser um xingamento?
Hello: Que absurdo, autora. Não tem vergonha? Ofendeu aquele fuinha de galochas ali, ó. *aponta para o lado de fora*
Miss Cupcake: Ela também está vestida de capa de chuva.
Wolf: A capa de chuva dela é estampada de bolinhas. Que gracinha!
Barman: Estranho, parece que o tanque da gasolina encheu sozinho.
Moon: Isso que é algo conveniente!
Pascoal: Permite uma carona para esse humilde homem, Barman?
Barman: Está certo, entra aí. O carro cabe bastante gente, afinal de contas.
[A autora e seus personagens continuaram a viagem, e o destino deles ninguém conhece. Enquanto as pessoas fictícias conversavam alegremente, a Moon refletiu com a impressão que estava se esquecendo de alguma coisa.
Televisão: [passando Apenas um Show] Olá, Senhor!
Locutor-sama: *de peruca preta e longa* Esse episódio é tão assustador, mas engraçado ao mesmo tempo. E a senhorita Moon está demorando para trazer o pessoal para cá. Será que ela se esqueceu? Esse hotel fica tão esquisito nesse silêncio.
P-san: You should be dancing, yeah! *usando um esfregão como microfone*
Locutor-sama: Pinguins excêntricos me dão medo.

Green House Stories, Silly Tales, Tales of Wolfito

Eu vivo pelos aplausos, e esperando que você diga o quanto eu sou fofo… Wolf cantando Lady Gaga? Pelo menos ele não está de peruca, como o P-san costuma fazer.

[Na cozinha da Casa Verde. Qual delas? Uma delas. Resposta informativa, a minha!]
Wolf: É um dia tranquilo na Casa Verde. E antes que vocês perguntem, leitores, hoje sou eu quem vai narrar a história! Pois o Locutor-sama não é tão fofinho quanto eu.
[Wolf leva um peteleco da Miss Cupcake]
Miss Cupcake: Vá narrar fora da cozinha! Fo-ra!
Wolf: Está bem, está bem.
[Wolf vai até em direção da porta]
Miss Cupcake: O que foi, Wolf?
Wolf: Sabia que eu sou fofinho?
[Wolf é atingido por uma torta de amora, jogada pela Miss Cupcake!]
Wolf: É brincadeira, poxa! [sai correndo da cozinha, desce as escadas]
Random: [brincando de escorregador no corrimão] Iupii!
Wolf: Nota mental, o Random me assusta. Como um simples boneco de palito pode se mexer? Acho que nunca saberei a resposta dessa questão que atormenta minha mente.
[O lobo verde termina de descer as escadas e encontra a Rosalina]
Rosalina: Olá, Wolf. Tudo bem?
Wolf: Rosalina parecia bem humorada. O que terá acontecido com a senhorita?
Rosalina: É impressão minha… Não. Você está narrando.
Wolf: A Senhorita Rosalina é muito inteligente. Isso é admirável, como alguém pode manter a sanidade e o bom humor num local tão esquisito como esse.
Rosalina: Ok. Você está me assustando. Com licença, Wolf.
Wolf: Estou assustando? Narrar não é algo assustador. Como diz o Locutor-sama, é uma atividade dramática. E um tanto solitária, suponho. Ninguém parece querer se aproximar de mim.
Sabrina: Olá, Wolf. Está no lugar do Locutor-sama, não é?
Wolf: Oh sim, Sabrina! Está sabendo?
Sabrina: Eu tive que aturar o Leonard falando que é fofinho umas centenas de vezes, ontem. Incrível! Concordei até sem querer, dizendo que ele era fofinho.
Wolf: [arregala os olhos] Vocês saíram para tomar sorvete juntos, não foi?
Sabrina: [surpresa] Como sabe desses detalhes?
Wolf: Eu sei de tudo! Tenho o poder de narrador, sabe. Infelizmente não posso escrever a história, pois a Moon tem poder sobre mim. Caso eu pudesse…
Sabrina: Já imagino o que você faria. Ia escrever uma história romântica.
Wolf: Exatamente! Faz um tempão que a Moon não publica a minha emocionante fanfic.
Sabrina: Deve ser porque é bem estranho, escrever uma história que é uma fanfic criada por um personagem fictício.
Wolf: Do jeito que você fala, até parece uma coisa complicada.
Sabrina: Mas é uma coisa complicada!
[Wolf e Sabrina ficaram em silêncio por alguns minutos.]
Sabrina: Então… vou indo. [sem saber o que dizer] Licença. [Sai andando, para o lado contrário que o Wolf estava]
Wolf: Espere um pouco!
[Sabrina vira a cabeça]
Sabrina: Que foi?
Wolf: Eu sou fofinho?
Sabrina: [se aproxima do Wolf] Não. Você é apenas dramático.
Wolf: Mas eu não quero ser dramático! Quero ser fofinho. [tira o microfone que estava preso na orelha] Tome, Sabrina. Entregue para o Locutor-sama, pois preciso urgentemente voltar para a minha rotina de fofurice.
Sabrina: Está certo.
Locutor-sama: Wolf foi embora, saltitando de felicidade. [segurando um microfone]
Sabrina: [surpresa] De onde você apareceu?
Locutor-sama: De trás de você.
Sabrina: Isso não responde muita coisa.
Locutor-sama: Narradores devem ser misteriosos.
Sabrina: Se você diz… Tome, o Wolf pediu para entregar isso.
Locutor-sama: [Recebe o microfone da Sabrina e guarda no bolso da camisa]
Sabrina: Ótimo. Meu trabalho está feito por aqui… Quero dizer! Acabou meu tempo de descanso, devo voltar à escrever.
Locutor-sama: Sabrina. [coloca a mão no ombro dela]
Sabrina: Diga.
Locutor-sama: [dá uma pequena pausa] Eu sou fofinho?
Sabrina: [faz uma expressão de zangada] Está de brincadeira comigo? Vá perguntar isso para outra pessoa! [Vai embora, deixando o Locutor-sama sozinho.]
Locutor-sama: Mas não faz sentindo perguntar isso para outra pessoa.
Random: [aparece no lado esquerdo do Locutor-sama, no chão.] Apaixonado!
Locutor-sama: Cale a boca, Random.
Random: Ninguém pode calar um boneco de palito shipper!

Tales of Wolfito

Tinha uma torta na minha porta.

Wolf, o detetive.
Wolf: Estava no meu escritório, tranquilamente aproveitando o silêncio. Nenhum cliente vinha na minha porta.
Locutor-sama: Um barulho estranho na porta de Wolf. E era…
Wolf: [se levanta e abre a porta] Mas o que…
Locutor-sama: Uma torta! Uma torta! Caída na porta!
Wolf: Calma, Locutor-sama. [levanta uma sobrancelha
Locutor-sama: Uma torta NA MINHA PORTA!
Wolf: Minha porta? Não é sua, é minha… Espera. Isso ficou confuso demais.
Locutor-sama: Outra torta voadora! A Senhorita Hello apareceu, fazendo uma queda dramática para tentar comer a torta no ar.
[Barman aparece também, oferecendo um guardanapo.]
Hello: NÃAAAAO! [atingida pela torta]
Tuta-sama: [atingida pela torta, caiu na peruca em que ela estava usando.]
Miss Cupcake: ATAQUE DE TORTAS! [nervosa]
Locutor-sama: Por alguma razão que esse simples narrador desconhece, a Miss Cupcake parece estar jogando tortas. Não entendi o porquê, talvez fúria?
Miss Cupcake: MUITA FÚRIA!
Hello: Fawful, é você?
Miss Cupcake: Você está… comendo a torta que caiu no chão?
Hello: Não, obviamente! Eu comi a outra torta que você jogou.
Miss Cupcake: VOCÊ PEGOU A TORTA NO AR? Magali??
Tuta-sama: Ei… Por que estou sendo ignorada? No fundo dessa história toda? ALGUÉM TEM QUE PAGAR! A MINHA PERUCA ESTÁ TODA SUJA!
Wolf: NÃO FUI EU! A Miss Cupcake que pague.
Miss Cupcake: [ameaça a jogar outra torta, dessa vez direto na cara do Wolf]
Tuppence: NÃO MÃE! Não faça isso?
Miss Cupcake: Quem é você?
Wolf: É a nossa filha!
Locutor-sama: Vinda do futuro. Autora, você quer confundir os leitores?
Moon: Eu sou a autora. Faço o que eu bem entender.
Locutor-sama: Mas senhorita Moon, deve-se ser específico nesses detalhes importantes, e ainda por cima não acho aconselhável colocar personagens saindo do meio do nada-
Moon: NÃO DISCUTA COM A SUA CRIADORA!
Hello: Minha nossa senhora. Ela já começou a surtar.
Miss Cupcake: Desculpe, Tuta-sama. Tome outra peruca. É novinha, comprei hoje mesmo.
Tuta-sama: Ah, está perdoada. [vai embora, segurando a caixa com a peruca nova.]
Tuppence: Mãe, eu quero comer um pedaço das suas tortas!
Miss Cupcake: Não acha absurdo eu ter uma filha que é um tigre?
Tuppence: Você é uma ursa. Meu pai é um lobo. Quer realmente discutir lógica?
Miss Cupcake: Moon, você cria coisas muito confusas.
Moon: Eu? Agora a culpa é minha?
Miss Cupcake: Você é a autora.
Moon: Pronto! Agora é culpa dos autores.
Locutor-sama: Essa é uma história de mistério. A culpa deveria ser de um mordomo.
Moon: Eu não vou me vestir com roupa de mordomo.
Locutor-sama: Eu não disse nada.
Moon: Sabrina! [Sabrina estava passando, e a autora aponta para ela.]
Sabrina: Não invente moda.
Moon: Ma-mas eu só ia pedir um copo de suco de uva. [faz uma voz triste]
Sabrina: [surpresa] O Locutor-sama é que pode fazer isso. Ele não tem a magia de narrador?
Moon: [olha para o Locutor-sama] Oh, andou mostrando sua magia de narrador para impressionar uma garota?
Locutor-sama: [começa a cantar] “Tinha uma torta na minha porta/Então descobri que havia uma torta na minha bota/ E aí vi outra torta, viva dando cambalhota.
Moon: [bate com a mão na testa]
Sabrina: Isso… foi muito esquisito. [assustada]
Urso Tobi: VOCÊ ESTÁ PRESO!
Locutor-sama: E por qual seria o motivo?
Urso Tobi: Rimas idiotas. [coloca algemas no Locutor-sama.]
Locutor-sama: Ma-mas. [olha para a autora]
Moon: Não olhe para mim.
Sabrina: Nem para mim. [dá de ombros]
Hello: Não se preocupe, Locutor-sama! A cadeia pode ser um lugar legal!
Barman: Uma vez a Hello foi presa por roubar paçoquinha.
Sabrina: É mesmo?
Hello: Aquilo foi um engano! Eu ia pagar!
Wolf: Essa não era para ser a história para estrear minha categoria? Apareceu deus e o mundo aqui! Enquanto eu, o fofinho não falou quase nada, por causa que a confusão de vocês me atrapalhou.
Moon: Não reclame. E o Godofredo não apareceu! Ele tem mais o que fazer.
Locutor-sama: Isso acontece muito nas histórias da senhorita Moon.
Moon: Na próxima vez, Wolf… Eu não tenho culpa que assim ficou muito mais engraçado.
Wolf: Espero que você mantenha sua palavra! Não se esqueça: Sou muito fofinho. E rico.
Moon: Está bem, Wolf.
[Enquanto isso, uma torta estava sentada no chão, em um canto do corredor que ninguém podia vê-la.]
Torta: Quando vai ser minha deixa para aparecer…? [deprimida]

– Essa história ficou grande, mas eu não me arrependo. Desculpe pessoas, me animei e acabou ficando essa coisa gigante!

Happy Green Things

Histórias no começo do ano são uma bagunça. Mas não é assim na vida real também?

Locutor-sama: Uma parte do elenco dos personagens está aqui, no Happy Green Things. A autora está estressada.
Moon: LEONARD! Se vai ficar narrando dramaticamente, vá fazer isso mais para lá.
Locutor-sama: *olha para os lados* Quem é Leonard?
Moon: Você sabe muito bem que é com você! Não me olhe com essa cara de… cretino.
Locutor-sama: *suspira* Vou considerar isso como elogio.
Moon: Não venha com sarcasmo para cima de mim, não!
Sabrina: Moon! Olhe, estou carregando essas caixas…
Moon: Estou vendo. O que tem nelas?
Sabrina: Só deus é quem sabe.
Moon: *levanta uma sobrancelha* Já perguntou para ele?
Sabrina: Ele? Infelizmente não tenho linha direta com deus.
Moon: Não precisa ter linha direta com ele. Deus está aqui.
Sabrina: Estou surpresa. Não sabia que você era religiosa!
Moon: Não sei se é questão de religiosidade, ou é pelo fato de que ele está ali mesmo. *aponta para atrás dela*
Sabrina: *vira de costas*
Godofredo: Minha nossa! Que pãozinho delicioso!
Urso Tobi: Que bom que gostou! Estou tendo umas aulas com meu amigo Pão de Forma Espirra em Mim.
Godofredo: Entendo.
Sabrina: Ele é deus?
Moon: Sim, ele é. Não tem o porquê de esconder isso.
Locutor-sama: Realmente. Mas do jeito que o Senhor Godofredo é, fica meio difícil de acreditar.
Moon: Principalmente quando ele diz algo sobre apenas ser “o anfitrião da festa.” *com a mão sobre a testa*
Locutor-sama: Pelo menos ele é uma divindade com senso de humor.
Sabrina: Que tipo de personagem com tanto poder você criou, hein? *confusa*
Moon: Pois é. Uma loucura! *expressão de autora maluca*
Godofredo: Ah! Moon.
Moon: Olá, Godofredo. Estou estranhando em vê-lo com frequência.
Godofredo: Confesso que estou ansioso para saber do seu progresso. Alguma dúvida?
Moon: Muitas. Pedi ajuda da Hello.
Godofredo: Fez muito bem. Ela é boa com idiomas.
Moon: Na verdade, eu queria pedir ajuda do P-san.
Godofredo: Soube que o P-san está ocupado.
Moon: É por isso que não consigo encontrá-lo.
Godofredo: Pois é. Bom, se tiver mais alguma dúvida não hesite em me chamar.
Moon: Obrigada. Mas você vai dizer alguma coisa do gênero “não tem a menor graça se deus ajudá-la.”
Godofredo: Fico feliz em que conheça minha linha de pensamento, Moon.
Moon: Engraçadinho, você.
Godofredo: *tira um relógio do bolso para olhar a hora* Preciso ir. Até!
Moon: Para quê ele veio, em primeiro lugar.
Locutor-sama: Mistério misterioso.
Sabrina: Estou estupefata em saber como um deus pode andar tão livremente.
Moon: O Godofredo é assim mesmo. Loucão.
Locutor-sama: Gostaria de notar que normalmente você categoriza grande parte dos seus personagens, nesse mesmo adjetivo.
Moon: Não é minha culpa que todos os meus personagens se parecem um pouco.
Sabrina: Mas você é autora, não é?
Moon: Isso não quer dizer que eu tenha feito de propósito.

– Nota: Essa história era para ter saído na semana passada.

Happy Green Things

Three days, e não dias das árvores.

[Sala de reuniões, no estúdio Happy Green Things.]
Moon: Daqui a três dias já é dia primeiro! 2014, como você conseguiu chegar tão rápido?
Hello: Moon, do jeito que você está falando até parece que o ano usa um automóvel! Ou uma moto. Sim, se ele usasse algo para se locomover seria moto. Motos são legais! (segurando uma bandeira escrita: “I LOVE MOTOS”)
Sabrina: Isso explica porque ela está vestida de motoqueira.
Moon: Você percebe isso só agora?
Sabrina: Antes perceber tarde do que nunca.
Hello: Ah! Adorei essa frase!
Moon: Tsk. Depois das músicas de natal, agora músicas de ano novo. E os fogos de artifício.
Locutor-sama: Autora, quantos anos você tem?
Hello: Ano que vem ela vai fazer vinte.
Moon: Não responda por mim!
Hello: Tem diferença? Me poupe, Moon!
Locutor-sama: Senhorita Moon, você é jovem. Não deveria ficar reclamando como se fosse uma senhora de noventa anos.
Moon: Eu não sou uma velha!
Sabrina: Ele não disse que você é velha.
Moon: (cruza os braços)
Barman: Trouxe o suco de limão para vocês.
Hello: Ah! Obrigada, Barman. *pega um copo* Desculpe por fazê-lo trabalhar quando ainda era para ser a sua folga.
Barman: Não é trabalho nenhum. Ia na cozinha mesmo, para comer um sanduíche.
Locutor-sama: Era de presunto?
Barman: Não, apenas de queijo.
Moon: E o meu suco de uva?
Barman: Trouxe suco de maracujá.
Moon: Mas eu quero suco de uva!
Sabrina: Do jeito que você está tensa, não adianta nada tomar suco de uva.
Moon: Mas…
Barman: Relaxe, Moon. A vida é bela!
Hello: E a vaca é amarela.
[Sabrina, Locutor e Barman olham para a Hello]
Hello: Que foi?
Moon: Probrezinha. Fazendo piadas sem graça.
Sabrina: *distraída* Era para ser uma piada?
Locutor-sama: Existem animais de várias cores.
Sabrina: Verdade.
Barman: Rimas. *com uma expressão reflexiva*
Moon: Cuidado com o Urso Tobi.
Locutor-sama: Não acredito que ele apareça mais, quando fazemos rimas.
Urso Tobi: Quem me chamou?
Moon: Por Godofredo! O Happy Green Things virou a casa da mãe Joana.
Urso Tobi: Eu só passei aqui para entregar uns pãezinhos. Tome, Sabrina.
Sabrina: Muito obrigada! *tira o dinheiro do bolso*
Urso Tobi: Você sabe que não precisa, Sabrina.
Sabrina: Claro que precisa, amigo! Agradeço mais uma vez.
Urso Tobi: *pega o dinheiro da mão dela* Está bem. Vou indo.
Sabrina: Bye-bye!
Moon: Casa da mãe Joana. *de braços cruzados*
Hello: Ah Moon! Você reclama demais.
[Ouviu-se passos no corredor. A autora se perguntou quem estaria chegando.]
Godofredo: Olá, pessoal! *entra carregando um livro pesado*
Moon: Ah. Godofredo.
Hello: *cochicha para o Barman* Quem é esse cara.
Barman: Pelo visto, se chama Godofredo.
Moon: Ei! Você encontrou ele em outra história, Hello.
Hello: Francamente Moon, você não quer que eu lembre de todos os seus personagens.
Moon: Desculpe pela grosseria da minha personagem, Godofredo.
Godofredo: Não precise se preocupar com isso.
Moon: Qual é o motivo da sua visita? *se levanta da cadeira em que estava sentada*
Godofredo: Entregar esse livro. *coloca em cima da mesa*
Moon: Minha Nossa Senhora do Suco de Uva! Tá brincando comigo?
Godofredo: Não. Sempre falo muito sério.
Moon: Será que vou conseguir aprender?
Godofredo: Tenho certeza que sim. Confio em você! *faz um sinal positivo com a mão*
Moon: Você só pode estar me trollando.
Godofredo: Não estou. Bom, eu preciso ir. Nos vemos por aí! *vai até a porta da sala, dá um tchauzinho e vai embora*
Moon: Esse Godofredo…
Hello: Moon, esse livro é para quê, hein?
Moon: Não encoste nele, fuxiqueira!
Hello: Tudo bem. Pode responder minha pergunta?
Sabrina: Acredito que seja um livro ensinando a autora uma linguagem nova.
Hello: Uma língua real ou fictícia?
Moon: Fictícia, obviamente. Para ser mais exato, é a qual vou tentar inventar.
Hello: Como você vai inventar, se já tem um livro? Já não existe, tecnicamente?
Moon: Não me faça perguntas difíceis. Fico com preguiça de responder…

Green House Stories, Listas, Silly Tales

Natais na Casa Verde.

Moon, essa é a história de Natal desse ano? Uma lista de acontecimentos que ocorreram em natais passados na Casa Verde? Alguns realmente ocorreram, outros não. Só se você contar dimensão paralela!

1- O apocalipse zumbi natalino.
Hello: Apocalipse zumbi natalino?
Locutor-sama: Sim, senhorita Hello. Isso ocorreu ano passado. Os zumbis roubavam panetones.
Barman: Suponho que a Moon não postou essa história, porque zumbis era muito mainstream no ano passado.
Locutor-sama: Corretíssimo!
Hello: A autora é hipster?

2- A invasão alienígena de sapos dançarinos de macarena.
Barman: Macarena é assustador, dizem alguns.
Olliver: Ma-macarena?
Barman: Acalme-se, Olliver. Não tem nenhum sapo dançarino de macarena aqui!
Olliver: Tem certeza, Barman?
Barman: Nós estamos na Casa Verde. A Hello considera qualquer sapo seu inimigo número um!
Olliver: De repente, fiquei com pena dos sapos…

3- O bloqueio de criatividade natalino.
Cola-sama: Está no terceiro item da lista! E já sem criatividade?
Sabrina: Minha nossa! Bloqueio de criatividade natalino. Tenho muito disso! Causado pelas músicas repetitivas de natal! É uma porcaria!
Locutor-sama: As músicas de natal ou o bloqueio criativo?
Sabrina: O bloqueio criativo. Não vou culpar as músicas de natal por causa disso, seria infantilidade da minha parte.
Locutor-sama: Concordo. A autora está culpando as músicas de Natal, e por isso fiquei preocupado que você pensasse a mesma coisa.
Moon: Eu não estou com bloqueio criativo coisíssima nenhuma!

4- O dia em que todos ficaram em silêncio.
Barman: Eu não queria ser chato, mas sério? Silêncio na Casa Verde?
Rosalina: Autora, você deve ter um parafuso a menos. Nunca tem um dia silencioso nessa casa! Os moradores são barulhentos! A Hello por exemplo, sempre inventa alguma coisa.
Moon: Já disse que os fatos aqui listados não ocorreram necessariamente.
Locutor-sama: Eis uma frase dramática.
Pascoal: Mas a questão é – ela está correta?
Moon: Tenha a santa paciência! Eu nunca tenho férias?

5- O dia em que a autora roubou o Natal.
Hello: Esse fato acontece com frequência! A Moon é uma versão feminina do Grinch, afinal de contas.
Locutor-sama: E ela odeia o natal.
Moon: Eu não odeio o natal! Só não gosto das musiquinhas temáticas.
Sabrina: Permite uma opinião? Se você odeia músicas natalinas, detestar o natal não está muito longe.
Moon: Talvez. Espera aí! Você é só uma personagem! Não vou ficar dando razão a alguém que não existe.
Locutor-sama: Falar esse tipo de coisa para uma de suas criações, é extremamente insensível da sua parte.
Moon: Oh… Tem razão. Me desculpe, Sabrina.
Sabrina: Ah, tudo bem. De boa. *sinal positivo com a mão*
Hello: Você podia compensar escrevendo uma história natalina.
Moon: Não!

– Haverá uma história natalina ou não? É melhor ninguém criar expectativa. Estou esperando a inspiração divina para escrever, mas acho que o Godofredo está ocupado.

Silly Tales

Não é para ter sentido, para falar a verdade.

Moon: BATATAS!
Locutor-sama: Escolheria lagartos.
Random: Nem batatas, nem lagartos!
Locutor-sama: Grande boneco de palito, me responda…
Random: Eu sou pequeno.
Locutor-sama: Não é necessário ser alto, para ser grande.
Moon: Que coisa mais sem noção.
Random: Nem batatas, nem lagartos!
Moon: Anuros?
Random: Eles se reúnem em dias de vento.
Locutor-sama: Isso não é teoria da conspiração?
Moon: Existem teorias da conspiração que fazem sentido!
Random: Outras são pura maluquice!
Locutor-sama: Estão com toda razão, meus caros.
Moon: E os doces?
Random: Os doces só chegarão amanhã.
Moon: Absurdo! Isso é coisa do açúcar mascavo.
Locutor-sama: Ele pode não ser o culpado.
Moon: A culpa é de quem?
Locutor-sama: De ninguém.
Moon: Silêncio, ele pode aparecer!
Random: Ninguém! Cadê você, ninguém?
Ninguém: Eu não estou!
Random: Está sim!
Moon: Mentiroso.
Locutor-sama: Muitas exclamações.
Moon: Elas são criminosas!
Ninguém: Elas roubaram meus biscoitos de aveias!
Locutor-sama: Duendes dançarinos de tango.
Moon: Isso não faz o menor sentido.
Locutor-sama: Não tem importância.
Moon: O normal não existe.
Random: Ele é um alienígena?
Ninguém: Uma criatura fantástica!
Moon: Daqui a pouco vai vir os fantasmas.
Locutor-sama: Os fantasmas não podem vir. Já passou a época do ano!
Fan: Tarde demais! Os fantasmas chegaram. Sinto muito! Não pude os impedir, mesmo sendo um fantasma.
Moon: Não se preocupe, Fan! Eu tenho a solução para isso!
Random: Você vai usar…?
Moon: Sim, Random! Prepare-se para a batalha final!
Random: ME SEGUREM! Isso vai ser emocionante!
Moon: Vai, Charizard!
[O pokémon aparece, após a autora jogar uma pokébola.]
CHARIZARD ESTÁ OFENDIDO.
Random: Ofendido? Alguém falou um palavrão para ele?
CHARIZARD USOU OLHAR FURIOSO.
Fan: Não sei se um pokémon de fogo vai ajudar com fantasmas…
CHARIZARD IGNOROU SARCASMO
Moon: Eu nunca vi isso! Explica isso, Godofredo?
Godofredo: Autora, existem coisas que não dá para explicar.
Moon: Simpático, esse personagem divino!
CHARIZARD VOLTOU PARA A POKÉBOLA!
Moon: Pombas, Charizard! Eu sou pior treinadora que o Ash…
Godofredo: Faltou o boné.
Random: O deus das suas histórias tem razão.
Locutor-sama: O boné é um acessório importante no treinador pokémon.
Ninguém: Disse nada!
Random: Não entendi, ms tudo bem.
Godofredo: É por isso que aconselho a criação de outros personagens. Você não tem que se basear em nada existente.
Moon: Criação de universo dá uma dor de cabeça.
Random: E insônia!
Locutor-sama: Acho melhor você ir descansar.
Moon: Também acho. *vai deitar na cama*
Fan: Mas… e os fantasmas?
Random: Podemos contar piadas!
Locutor-sama: Ou fazer como eu, vestir-se de caça-fantasma.
Ninguém: Pegou o espírito da coisa!

Happy Green Things

Que foi? Eu gosto de duendinhos fofos.

Locutor-sama: Estamos no estúdio Happy Green Things, na sala em que a autora costuma chamar de “local do surto”.
Moon: AH-AH-AH-HA-AH-HA!
Locutor-sama: Isso está preocupante.
Moon: HA-HA-HA!
Locutor-sama: Devia chamar alguém?
Moon: Não! Ninguém poderá me salvar.
Locutor-sama: Nem o Chapolin Colorado?
Moon: Muito engraçado. Agora me deixe sozinha, surtando.
Locutor-sama: Está certo.
[O narrador saiu da sala.]
Moon: Eu não consigo fazer nada direito! Hoje é o meu primeiro dia de férias… não estou aproveitando. Isso é um absurdo! Não tem cabimento!
[Uma hora e meia de reclamações repetitivas depois]
Locutor-sama: Senhorita Moon, eu estou de volta.
Moon: O que é bom, sempre volta. O que há de novo?
Locutor-sama: Eu trouxe a voz da sua consciência. E o Tasketê!
Kekekê: Oi Moon! (no ombro esquerdo do Locutor-sama)
Tasketê: Oizinho! (no ombro direito do narrador)
Moon: Olá, fofinhos. Vieram me ajudar ou assistir ao meu surto?
Tasketê: É óbvio que a primeira opção está correta.
Kekekê: Por que eu viria aqui assistir você surtar, sem fazer nada?
Moon: Tem razão! Faço muitas perguntas idiotas.
[Locutor-sama colocou Kekekê e Tasketê em cima da mesa. Moon sentou-se no sofá, enquanto o narrador permaneceu em pé.]
Kekekê: Moon, você precisa se acalmar. As ideias estão aqui, você só precisa organizá-las.
Tasketê: Isso mesmo, minha cara! Não entre em pânico.
Kekekê: Principalmente porque se entrar em pânico, a Matilde vai aparecer.
Tasketê: E obrigá-la a pentear o cabelo!
Moon: (silêncio)
Locutor-sama: Não consigo entender o porquê de se recusar a pentear o cabelo. Você gosta de nós, senhorita Moon?
Moon: É lógico que não gosto de nós no meu cabelo!
Kekekê: Bom, isso é facilmente resolvido se você usar a escova.
Moon: Está sendo muito chato, duendinho fofo.
Tasketê: A Matilde ainda seria pior…
Moon: Matilde, Matilde! Tá, eu sei disso. Não precisa falar.
Tasketê: Desculpe, mas é sempre bom lembrar.
Locutor-sama: Os duendes conversaram por algumas horas com a senhorita Moon. No final das contas, eu não consigo compreender como tudo isso virou uma partida para Aselia, para a jornada da regeneração do mundo.
Moon: Kekekê, você pode ser o Kratos?
Kekekê: Posso! Acho ele muito legal.
Tasketê: E eu, o Genis.
Locutor-sama: Posso jogar também?
Moon: Certo… você joga com a Colette.
Locutor-sama: Tudo bem.
Moon: Não vai reclamar?
Locutor-sama: Negativo.
Moon: Beleza… alguém aí sabe onde nós encontramos aquela pedra? Para ativar o modo do Noishe?
Locutor-sama: Você deveria olhar um walkthrough.
Moon: Walkthrough é para os fracos!

Happy Green Things

Retornos devem ser épicos. Caso contrário, ser engraçado também serve!

[Escritório da Moon, no Estúdio Happy Green Things.]
Locutor-sama: Primeiro, um desejo um bom dia a todos. Fico muito contente em saber que a senhorita Moon resolveu voltar com o blog.
Moon: Silêncio! Eu tô tentando dormir!
Locutor-sama: Autora? Está falando comigo?
Moon: É com as ideias! Bobalhonas. Está bem, eu vou escrever! Depois, vão perturbar a vó de vocês.
Locutor-sama: Respeite os idosos.
Moon: Isso é modo de dizer. Ah, eu não vou explicar! O que temos de pendências, narrador? Diga devagar, pois estou com sono.
Locutor-sama: A história “Kekekê was here.”
Moon: Não tem outra?
Locutor-sama: A história baseada em pokémon.
Moon: Complicada demais.
Locutor-sama: Kekekê Talk Show.
Moon: Tô com preguicinha.
Locutor-sama: Histórias da Tuta-sama.
Moon: Tô sem tempo.
Locutor-sama: Senhorita Moon.
Moon: Narrador.
Locutor-sama: Você é uma moça um tanto complicada.
Moon: Que elegante! Mas moça me lembra leite condensado.
Locutor-sama: Suponho que o Biscoito esteja te influenciando.
Moon: Um pouco.
Locutor-sama: Já que está tudo tão complicado, é melhor eu desistir de insistir.
Moon: Rimou!
Locutor-sama: É, realmente. Mas foi sem querer.
Moon: Não tem importância. Agora, estou aqui pensando.
Locutor-sama: No que, exatamente?
Moon: A pizza de ontem não me fez muito bem…
Locutor-sama: Acontece.

[Hello invade o escritório da autora.]
Hello: MOON! MOON! MOON!
Moon: Ai, mãezinha do duendinho. Que foi? A lua tem rosto, e vai cair na cidade? Diz que não, caso positivo vou ficar com medo.
Hello: Ah, você tá aí. Que bom! Eu vim aqui diariamente, no Happy Green Things.
Moon: Para ver se eu estava aqui?
Hello: Sim. Aconteceu muitas coisas, entende?
Moon: Que… coisas?
Hello: Veio um fantasma! Muito simpático. Conversamos muita coisa sobre o sobrenatural, e jogamos buraco!
Locutor-sama: Só que ele roubava no buraco.
Hello: É mesmo! Mas foi divertido.
Moon: Fantasma.
Hello: Sim, Moon. Fantasma!
Moon: SÓ PORQUE EU NÃO TAVA AQUI??
Hello: Não grite. Estou do seu lado. *tapa os ouvidos*
Moon: Desculpe.
Hello: Não tem muita importância. Só não faça de novo, por favor.
Moon: Certo. E mais alguma coisa aconteceu?
Hello: Bem, teve um casamento.
Moon: De quem??
Hello: Do Wolf e da Miss Cupcake! Uma fofura só.
Moon: *respira aliviada* Ah, ótimo!
Hello: Não entendi, porque esse alívio?
Moon: Por nada, ué. Anda comendo muita paçoquinha?
Hello: Nem tanto. Estou comendo menos, para se tornar uma coisa especial, sabe?
Moon: Anda com queimação no estômago, não é?
Hello: Prefiro nem comentar sobre esse assunto.
Locutor-sama: E assim foi o primeiro dia de dezembro do ano de dois mil e treze. Que histórias a senhorita Moon promete para esse final de ano?
Moon: Hm… não faço a menor ideia.
Locutor-sama: Autora!
Moon: Que foi? É verdade!

– Os posts do blog só vão ser uma vez por semana, no domingo. Motivo? É melhor um post por semana do que nenhum por meses. Profundo! Eu até ia voltar com posts diários, mas acabei mudando de ideia… desculpe, gente! T_T

Silly Tales

Meias são objetos de valor. Tudo depende do seu ponto de vista!

Rika estava em uma mansão que não conhecia. Haviam gatos de tamanho humano, que se vestiam de policiais. Os gatos policiais olhavam para a Rika como se ela fosse uma criminosa. O que tinha acontecido?
Rika: Por favor, onde eu estou?
Ga. To.: Não se faça de desentendida! Você sabe muito bem o que aconteceu.
Rika: Não, eu não sei. Se eu soubesse, para quê estaria perguntando?
Ga. To.: Espertinha, hein? Você me respeite! Sou o chefe dos policiais.
Rika: Está certo… Mas o que foi que eu fiz, afinal?
Ga. To.: Eu, policial Ga. To. vou explicar. Mas só uma vez, então preste bem atenção!
Rika: Fale que eu escuto! Juro.
Ga. To.: O Museu das coisas importantes, que é aqui onde nós estamos, foi invadido. E um dos artefatos sumiu…
Rika: Ah, aqui é um museu? [vira a cabeça para olhar em volta]
Ga. To.: Sim. E sabe o que sumiu?
Rika: Um novelo?
Ga. To.: Não! O par de meias históricos!
Rika: Puxa.. parece sério. Quem roubou?
Ga. To.: Você, oras!
Rika: Eu? Ma-mas o que tem eu?
Ga. To.: A senhorita foi encontrada no local do crime!
Rika: Só isso? Se eu tivesse roubado, teria sido muito burra de ter ficado no local do crime.
Ga. To.: Não sei. E se de repente, aconteceu alguma coisa?
Rika: Como alguma coisa cair na minha cabeça, e eu acabar ficando desacordada?
Ga. To.: Sim! Está vendo, acabou de assumir o crime.
Rika: Não fui eu! Primeiro, só dei um exemplo. Segundo, o que eu ia fazer com um par de meias?
Ga. To.: Escute senhorita, essas meias não são uma coisa qualquer. Elas pertenceram a um famoso herói dos gatos! E valem milhões, sendo um lucro fácil para vendedores sideprojects.
Rika: Que coisa estranha… Vendedores com projetos paralelos?
Ga. To.: Todo mundo sabe que esse tipo de vendedor é sempre o mais suspeito! E você pode muito bem estar querendo dinheiro.
Rika: Senhor Ga. To., juro que não fui eu. Posso pelo menos provar minha inocência?
Ga. To.: Pode, mas tem que ser dentro do museu.
Rika: Como é que vou fazer isso?
Ga. To.: Sei lá! Lembrem-se que se tentar fugir, não tem mais escapatória. Será automaticamente a culpada do crime.
Rika: Isso não é justo!
Ga. To.: O preço do leite não é justo, e você não me vê aqui reclamando. Agora, vá passear um pouco para ver se encontra a inspiração.
Rika: Tá, tá. [Rika sai da sala, e vai a procura de um lugar em que pudesse pensar, para sair dessa loucura.] Policiais em todos os lugares! Mas porquê eles tem cara de gato? E tudo mais que um gato tem? *pensando*
Depois de muito andar, ela finalmente encontrou um local que não havia muitos policiais. Apesar de ser tentador escapar, já que tinha uma janela aberta, Rika apenas olhou para fora sem pensar em fugir.
Rika: Puxa vida, está uma noite muito bonita. Nossa, que sensação estranha. Parece que estou sentindo uma presença. Será que é o mago Clow? [ela se vira para trás, e vê uma figura conhecida flutuando.] K-chan!! Você morreu? E espera aí… você também é um gato?
K-chan: Não entendo do que você está falando. Caso não tenha reparado, todos aqui são gatos. E você? De onde tirou o nome K-chan? Eu não me chamo assim.
Rika: Bom, de fato o K-chan se chama Katsu, não K-chan. É só um apelido fofo, sabe? Mas me diga, você é o fantasma do herói dos gatos?
K-chan: Isso mesmo. Mas como adivinhou?
Rika: Você está vestindo um par de meias que tem a palavra “históricas” costurada.
K-chan: Caramba, tinha me esquecido desse detalhe.
Rika: Sabe o que aconteceu com as suas meias que foram roubadas?
K-chan: Elas não foram roubadas. Só colocadas para lavar, pelo dono do museu.
Rika: Oh… é mesmo?
K-chan: Sim. Há muito tempo, minha alma não consegue descansar, porque ninguém nunca lavou as minhas meias! Que maluco deixa meias em exposição, que ainda por cima não são lavadas desde o século passado?
Rika: Desde o século passado! Minha nossa.
Rika terminou a narrativa do seu estranho sonho para o K-chan. Estava sentada em uma cadeira, na cozinha da Casa Verde.
Rika: O que achou do meu sonho, K-chan?
K-chan: Maluco.

– Essa história foi mais ou menos baseada num sonho que eu tive. E acabou saindo grande demais, espero não ter ficado cansativa para ler.