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Silly Tales

Histórias não são sempre as mesmas, porque se não, não iria fazer sentido escrevê-las.

Apresentadora: A nova era finalmente chegou! A era das garotas fofas, nós que merecemos destaque. Entendem? Onde eu quero chegar? Eu quero chegar.. *olhos brilhando* No topo do mundo!
Segurança: Minha senhora, nós não temos tempo pra isso. O seu ensaio hoje já terminou.
Apresentadora: Como assim? Mas já? Eu preciso ficar atenta, a qualquer momento será uma nova oportunidade pra eu me mostrar ao mundo, e também dominá-lo! Governá-lo! Com todo o poder supremo!
Guarda 1: Ela é sempre assim?
Guarda 2: Sempre.
Guarda 1: Se eu soubesse, não tinha aceitado o trabalho.
Guarda 2: Nem eu. Mas nós não estamos no luxo, de ficar sem trabalho.
Guarda 1: De fato. Precisamos de silêncio.
Segurança: Fiquem quietos!
Guardas: Sim, chefinha.
Segurança: Minha senhora, nós temos que ir. O Teatro é usado por outras pessoas.
Apresentadora: Eu já entendi, Jennifer. Estou indo.

Na dimensão das histórias do blog da Moon
[Mansão da Milionária Tuta-sama. Ela está reunida na cozinha, com Kekekê e Matilde, seus dois bons amigos e fiéis escudeiros dela.]
Tuta-sama: Sinto alguma coisa errada. Parece aquele dia de bebedeira, que tomei remédio pra ressaca no começo da noite, e ainda assim não adiantou.
Matilde: Caramba! *comendo pão de queijo* Isso foi muito específico. E parece familiar…
Tuta-sama: Lógico! É familiar porque aconteceu comigo, e você estava lá.
Matilde: Você vai ter que ser mais específica. Foram tantas as vezes, que você descreveu algo parecido com isso.
Kekekê: Que coisa errada, Tuta? *bebendo suco de laranja*
Tuta-sama: Eu sinto as ideias da Moon pulando, animadamente.
Kekekê: Ah! Estão felizes por estarem ativas de novo.
Tuta-sama: Não, é uma energia assustadora.
Matilde: É a Moon reescrevendo de novo, aquela história dela?
Tuta-sama: Não. *junta as patinhas* É ela, criando personagens novos.
Matilde: Céus. Ela nem controla os que já tem.
Kekekê: Os personagens não são controlados.
Matilde: Sim! Eles dançam sem que ninguém está vendo. *bebe suco de laranja*
Kekekê: Exatamente. Mas isso não importa.
Tuta-sama: Alguém tem que parar essa autora. Não pode ter mais personagens novos.
Kekekê: *assobia, agindo de forma suspeita*
Tuta-sama: Kekekê! Tu me traíste?
Kekekê: Sabe como é, Tuta…
Tuta-sama: Não acredito. Traída pelos melhores amigos…
Matilde: Ei! Eu ainda nem fiz nada.
Tuta-sama: Fez, sim.
Matilde: Sério? O que eu fiz?
Tuta-sama: Não impediu que esses personagens fossem criados.
Matilde: Ah, me poupe! Desde quando eu posso impedir isso?
Tuta-sama: Com os seus punhos!
Matilde: Primeiro, isso é um blog de família. Você já bebe, fale de ressaca e isso é close errado. Segundo! Eu não uso punhos. Eu uso LUVAS!
Kekekê: Meu Deus do céu, eu já vi que isso vai longe.
Tuta-sama: Me perdoe, Matilde. Você tem toda razão.
Matilde: Lógico que tenho! Sou uma fada sensata.
Tuta-sama: A fada sensata pode lavar a louça?
Matilde: Claro!
Beta: Tuta-sama!
Tuta-sama: Que foi? Ela concordou…

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Esta é uma história , uma história como todas as outras… E tem pinguim! Apenas num, porque não se pode haver concorrência!

P-san: Aqui quem fala é o Comandante P-san. Alô? Alô? Central?
Ruby: Aqui quem fala é a Comandante Ruby. A Base foi comprometida! A Base foi comprometida!
P-san: *engasga* Meu Deus-! Ruby! Eu, como comandante das missões exteriores, como posso ajudar?
Ruby: Venha até aqui – *interferência – Não consigo escutar!
[O pinguim desliga seu comunicador. P-san chora, corajosamente se recompões]
P-san: Minha nossa! A coisa é séria! Não se preocupe, Ruby! Estarei aí a qualquer minuto!
[O comandante corre em direção de um jipe amarelo, escrito “Susi IV”]
P-san: Pelos poderes dos Guaxinins Cósmicos! Por Tuta-sama!

    //música emocionante//

O pinguim vai em frente
Com determinação!
Ninguém irá o impedir~
Pois ele é um herói de ação!

[O local em que a Base das Operações das Pelúcias se encontra, é um Quarto. Há uma cama alta, onde ficam abrigadas as bonecas de pano, e é ali também onde P-san dorme. As bonecas, uma chamada De Ruby, a vermelha, e a outra, chamada de Lollypop, lutavam bravamente com seus punhos enchidos de algodão.]
P-san: Meninas! Cheguei!
Lollypop: Acalme-se, P-san! Temos tudo sobre controle!
Ruby: As meias estão malucas! As bolas de meia convidaram os chinelos, e também temos os servos do Grande Sapo lutando contra nós.
P-san: Tch! *P-san sai do corre, corre em direção da cama* Estou indo!
[O P-san dá um grande salto, e então chega corajosamente com a sua cabeça, derubando os inimigos com velocidade na sua grande cabeçada.]
Lollypop: Caramba! Isso foi uma cabeçada e tanto.
P-san: Obrigado.
Ruby: P-san! Você entende o que está acontecendo aqui? Não tivemos tempo de investigar.
P-san: Não entendo, minha amiga Ruby. Amiga Lollypop! Está bem?
Lollypop: Sim, apenas com minhas mãozinhas cansadas. Tivemos que dar muitos socos!
Ruby: E chutes!
P-san: Droga. Assim, quem me fará companhia na hora do chá?
Ruby: Bobagem, amigo pinguim. Segurar uma xícara de chá é outra história!
P-san: Tem certeza?!
Lollypop: Só precisamos descansar!

[Enquanto isso, no topo do armário do Quarto]
Kero-san: Eu, o Grande Sapo Kero, estou pronto para uma nova fase em minha vida. Chega de ficar de escanteio! Chega de ser esquecido! As mantas guardadas nesse armário são testemunhas! Nada irá me impedir, de finalmente ter o meu espaço e destaque merecidos, como vilão! Aguarde-me, P-san! Você não perde por esperar.

– Instruções de como escrever uma história: Acorde 5:00 da manhã. Ligue o computador. Escreva como se sua vida fosse apenas digitar palavras, até formarem frases. Até então, vá com o fluxo do diálogo… Estou emocionada. Quanto tempo não me sentia empolgada para escrever?!
– Beijos, Lady Bow Warriors, não esqueci de vocês.

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Aqui vai uma fanfic, porque não queria deixar sem post hoje

Muitíssimo boa tarde. Hoje era dia de postar LadyBow Warriors, mas como a vida é uma criaturinha engraçada – A preguiça, sim, ela, me atacou. E sei o que vocês estão pensando. “O que é LadyBow Warrios?” É meu grupo de garotas mágicas, ou melhor, de guerreiras mágicas – alô grupo CLAMP, eu amo vocês. Mas eu não as escrevo desde 2016, porque eu não conto as coisas que estão escritas apenas em minha cabecinha. De qualquer modo, hoje não vai ficar sem historinha! Hoje tem fanfic. Sim, fanfic. Porque hoje é um dia especial, e eu não quero deixar aqui sem post. Estou ressuscitando minha versão fanfiqueira do mangá de Holic.

Pra quem não conhece, Holic é outro mangá do CLAMP, das mesmos criadoras de Card Captor Sakura. E sim, eu já escrevi fanfic. Não só histórias originais

Why not both?

TSUKI-CHAN IN HOLICLAND. #1

Tsuki- chan: Quanto tempo eu não apareço por aqui! Fazem séculos, anos! Vamos ver como está o Watanuki.
[Tsuki está em frente a loja da senhora Yuuko. Ela atravessa os muros da loja, e adentrando a casa ela encontra Maru e Moro, recepcionando-a alegremente.]
Maru & Moro: [ao mesmo tempo] Seja bem-vinda!
Tsuki-chan: Olá, baixinhas. Há quanto tempo não vejo vocês.
[Maru e Moro começam a correr ao redor dela, deixando-a confusa]
Maru & Moro: Uma cliente para o mestre! Uma cliente para o mestre!
[Tsuki dá de ombros e apenas segue as duas, sem questionar nada. A menina de cabelo rosa e a de azul abrem as portas da sala principal da loja. Elas dão de cara com Watanuki, deitado em uma Chaise Longue, fumando em uma piteira]
Watanuki: Há quanto tempo não nos vemos, Tsuki-chan. *solta fumaça pela boca*
Tsuki-chan: E bota tempo nisso!
Watanuki: E que bons ventos a trazem aqui?
Tsuki-chan: Bom, o tempo está bem seco. Então, ventos não estão nos responsáveis da lista de motivos que poderiam me trazer pra cá.
Watanuki: É só uma força de expressão, você sabe.
Tsuki-chan: Sim, eu sei. Só estava brincando. A Maru e a Moro não se lembram de mim?
[Watanuki coloca a piteira na cigarreira e faz uma expressão pensativa]
Watanuki: Estamos em um mangá do CLAMP, você save como é essas coisas de memória…
Tsuki-chan: *cai no chão de forma cômica* Isso não é Tsubasa!! O que está pensando, Watanuki, quebrando a quarta-parede?
Watanuki: A quarta parede é inexistente, nós estamos em uma fanfic.
Tsuki-chan: Por essas e outras que não me acostumo com um Watanuki tão sério. Ohkawa, o que foi que fizeram com ele??

– É muito bom lembrar dos bons e velhos tempos. Prosseguimos pra programação normal amanhã!

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A grama é verde, o sol é amarelado. Teoricamente o sol é uma bola de fogo, tem vermelho, amarelo e também laranja. Mas que complicado!

Moonzinha: Estou sendo levada pelo tédio. O tédio profundo! Vocês aí! Me entretenham!
Moon Terceira: Ah que ótimo! A pequena Moon veio aqui pra reclamar que não tem o que fazer.
Moon Espertalhona: Não seja tão rude! Ela também é uma de nós. O que você quer inventar para nós fazermos?
Moonzinha: *começa a chorar*
Moon Reticências: Caramba… Ela começou a chorar.
Moon Terceira: Façam alguma coisa! Não fiquem aí paradas!
Moon Cacto: Eu já sei! Eu tenho uma excelente ideia. Eu irei..
[A Cacto acabou espirrando. Todas elas responderam saúde automaticamente, até mesmo a Moonzinha, mesmo estando com voz de choro.]
Moon Terceira: Espirrar não é uma solução que o valha, pra um momento como esses.
Moon Reticências: Caramba… Que jeito de falar mais formal…
Moon Cacto: Não é isso! Não é a minha ideia de divertí-la, espirrar não é um tipo de entretinimento, vocês! A minha ideia é chamar um cachorro.
Moonzinha: Você vai trazer um cachorrinho pra mim?
Moon Cacto: Sim! Eu irei chamá-los!! LÉO! CARAMELLO!
[Um poodle preto aparece, em um lugar sem nome. E também chega a seguir, um cachorro peludo de cor dourada, que pulou animadamente nas Moons.]
Moon Cacto: Léo! Aí não é o lugar de fazer xixi!!
Moon Reticências: Eu… Tô caída no chão.
Moonzinha: Ahahahahaha! Ele tá dando beijinho na minha cara!
Moon Cacto: LÉO NÃO SAIA CORRENDO!
Moon Espertalhona: Nunca vi alguém levar um samba de um cachorro poodle.
Moon Terceira: Tudo tem uma primeira vez, pelo visto.
Moon Cacto: Vocês aí! Não fiquem paradas. Nós precisamos impedir ele de fazer xixi em…
Moonzinha: Caramba, caramba! Caramello resolveu fazer xixi também.
Moon Reticências: Tragam… as ferramentas para limpeza.
Moon Cacto: Cadê o desinfetante?!
Moon Terceira: NÃO tem.
Moon Cacto: COMO NÃO TEM? Como que vou limpar essa bagunça toda??!
Moon Espertalhona: Ela está brincando. Aqui está o desinfetante.
[As Moons sentarem-se todas em um sofá que apareceu magicamente. Os cachorros dominaram grande parte do sofá, fazendo-as sentarem muito perto umas das outras.]
Moonzinha: Tem muita gente nesse sofá!
Moon Terceira: Tem dois cachorros deitados ocupando a maior parte do espaço de um sofá, que já é bem pequeno. O que você esperava?
Moon Reticências: A fantasia de cacto… Também tá ocupando grande parte do espaço.
Moon Cacto: Silêncio! É minha marca registrada. Vocês não entendem o quantoque eu sou sensível em relação à críticas.
Moon Reticências: Desculpe…
Moonzinha: Tá de boa.
Moon Cacto: Eu pedi desculpas pra outra Moon, não você.
Moon Espertalhona: Mas todas nós somos Moons.
Reticências: Caramba… que loucura.

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O jogo é assim, você aceita o fato de que existe um modo de salvar, mas eu não estou me referindo a nenhum jogo em particular.

Na casa da Cola-sama.

Lalali: Desde a ausência da autora, não tenho visto a Cola-sama, ou ido até o estúdio Happy Green Things. Não acredito que estou vindo até a casa dela, mas que mal pode fazer?
[Lalali atravessa o portão, que estava destrancado. Ela encontra a contra-regra regando suas flores no jardim, uma visão inusitada pra quem conhece a rabugenta Cola-sama.]
Lalali: Te achei!
Cola-sama: Bom dia, minha cara. O que posso fazer por você?
Lalali: Você… está… sorrindo?
Cola-sama: Estou fora do meu hábito, mas é uma questão de se acostumar. Eu não sabia que a porta estava aberta, mas você é sempre bem-vinda. Quer entrar pra tomar um chá? Você não gosta de café, até onde sei.
Lalali: *espantada demais pra responder de imediato* Eu… Aceito.
Cola-sama: Beleza. Bora pra dentro, e feche a boca, por favor, eu não sei mais o que dizer.

[As duas entram na casa de Cola-sama, esta bem humorada a ponto de estar cantarolando alegramente. Lalali não sabe como agir, por conta de não estar habituada em ver a colega de trabalho tão fora de si. Pois estar em si pra ela, era estar não de bom humor, muito pelo contrário!]
Cola-sama: [Abre a geladeira e tira o chá, coloca na mesa, depois coloca dois copos]
Lalali: Que cozinha adorável!
Cola-sama: Obrigada.
Lalali: Não é a primeira vez que venho na sua casa, mas é muito estranho…
Cola-sama: Eu estar cantarolando e sorrindo como um ser humano decente, pela primeira vez em milênios? Não, eu não enlouqueci por completo, estou saudável. Não me olhe assim. Sente-se, por favor.
[Cola-sama empurra a cadeira e Lalali senta. Cola-sama vai se sentar, Lalali se ajeita na cadeira.]
Cola-sama: Nós evitamos uma crise.
Lalali: *bebendo o chá* Sério?
Cola-sama: Sim. O sistema de segurança funcionou perfeitamente, mas eu não sei até quando isso vai funcionar.
Lalali: Ah! Você está em negação!
Cola-sama: Não, meu motivo de bom humor é uma questão de bom-senso. Eu preciso de sua ajuda.
Lalali: Sou toda ouvidos! Você sabe que trabalhamos juntas.
Cola-sama: Exato. Mas de qualquer forma, eu sou grata por você ser gentil comigo, por mais que eu seja uma perfeita imbecil em relacionamentos no geral.
Lalali: Não seja tão dura consigo mesma.
Cola-sama: *respira fundo* Tem razão.
Lalali: O que você precisa?
Cola-sama: Eu preciso que você treine as personagens na série da LadyBow Warrios.
Lalali: Tá, eu não sabia que-
Cola-sama: Escute. A autora abandonou o projeto, por conta de ter sempre uma ideia diferente e não saber o que terminar, portanto, eu queria que voltasse com esse projeto, por conta de que, se ela não escrever alguma coisa e publicar dentro deste blog, o universo pode ruir.
Lalali: Ah! Mas por enquanto, estamos seguros?
Cola-sama: Não vou mentir. Não sei por quanto tempo nós estamos seguros.
Lalali: Não se preocupe! *bebe o chá* Vamos dar um jeito.
Cola-sama: Agradeça o Hércules por mim, se não fosse pelo bom trabalho dele em arranjar uma paciência enorme pra ajustar o sistema de segurança por completo, não sei onde estaríamos.
Lalali: Ah! Eu digo isso pra ele, não se preocupe. O chá gelado está uma delícia.
Cola-sama: Fico feliz que tenha gostado. Mas porque as Lady Bow Warrios em particular?
Cola-sama: Não sei. Estou seguindo ordens.
Lalali: Foi a Tuta-sama que pediu?
Cola-sama: Está explicado, então.
Lalali: Conte comigo! Obrigada pelo chá. Com sua licença, Cola-sama.
Cola-sama: Obrigada. Fique a vontade. Me ligue se precisar.
Lalali: *faz um sinal positivo com sua mão esquerda*
[Lalali se levanta com elegância da cadeira, e Cola-sama a vê saindo da cozinha.]
Cola-sama: Eu espero mesmo que eu o veja novamente, e não apenas em sonhos… *suspira, desanimadamente*

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Um dia nós todos vamos beber água, e descobrimos que ela não está gelada o suficiente. Bem específico, eu sei.

Em um lugar sem nome
Moon ???: Parem! Eu venho do futuro!
Moon 2: Nossa… Ela está vestida de cacto.
Moon ???: Eu venho do futuro para dizer que…
Moon 3: Cacto! Ela está vestida de cacto. Que coisa mais aleatória!
Moon ???: Eu acho que você não entende, a importância da minha presença aqui.
Moon 1: Deixem ela falar, vocês duas!
Moon ???: Nós temos outro jogo de Just Dance pra jogar!
[As três Moonzinhas estão em choque.]
Moon 2: A fantasia de cacto… É de uma das músicas do jogo?
Moon Cacto: Sim! E agora, vamos resolver uma questão. Cada Moonzinha vai ser uma coisa. Moon 1!
Moon 1: Sim.
Moon Cacto: Você vai ser a Moon Espertalhona, no lugar de “Moon 1”. A Segunda será reticências e a terceira será a Terceira mesmo.
Moon Terceira: Que injusto! Eu não posso ter um nome?
Moon Cacto: Não. Moon Terceira é sonoro o bastante. Contente-se com isso!
Moon Reticências: Então… Que Just Dance vamos jogar agora?
Moon Espertalhona: *olha pra televisão, magicamente muda pra Just Dance 2015* O de 2015 aparentemente.
Moon Terceira: Finalmente os refrescos!
Moon Reticências: Ah… Ainda bem! Mas temos aquela música INSUPORTÁVEL.
Moon Espertalhona: Acalme-se, reticências! Nós só mudamos pra outra música e pronto.
Moon Reticências: Mas toda vez que passarmos por ela temos que ouvir um pedacinho. Que feature desagradável.
Moon Terceira: Dá pra desbloquear avatares!! Sensacional
Moon Espertalhona: Caramba!! Tem Bad Romance da Lady Gaga!
Moon Cacto: Esse daí é escuro demais pra enxergar. Não recomendo a experiência.
Moon Reticências: E você… Vai ficar por aqui?
Moon Cacto: Bem, não sei. Eu pretendo. Vou ficar aqui como a fada de vocês!
Moon Espertalhona: Você devia estar vestida de fada, então.
Moon Cacto: Não quero ter que me entender com a Matilde. Acha que ela vai deixar eu ficar vestida de fada?
Moon Terceira: Provavelmente vai dizer que não somos merecedoras de um par de asas.
Moon Espertalhona: A Matilde é muito exigente.
Moon Cacto: Ou existem fadas que são em forma de cacto!! Já imaginou?
Moon Espertalhona: Está forçando a barra.
Moon Terceira: Não tem nenhuma barra pra ela forçar.
Moon Cacto: É força de expressão. Não seja tão crítica.
Moon Terceira: Não estou sendo crítica. Estou sendo específica!
Moon Reticências: Francamente… Já tem Moonzinhas demais aqui, e vamos ficar brigando?
Moon Espertalhona: Exato! Aqui é nosso lugar pra ficar na paz.
Moon Terceira: Ficar na paz, jogando Just Dance. Não esqueça disso!
Moon Reticências: Exato… Precisamos fazer perfis pra cada uma. Nossos nomes não vão caber, então terá que ser a letra inicial “M” com o nosso número.
Moon Cacto: Eu vou colocar “cacto”! Vou abraçar essa ideia!
Moon Terceira: Já entendemos, é a diferentona da casa aqui. Agora vamos, temos que alternar aqui quem vai jogar Just Dance ou não.
Moon Cacto: Posso até aguardar minha vez, mas quero a música da Katy Perry. A de aniversário! Vamos celebrar como se fosse nosso aniversário.
Moon Reticências: Meu Deus… Já é abril?
Moon Espertalhona: Não, não. É força de expressão, fique tranquila.

– Eu já escrevi muita história esquista, mas nesse nível acho que não tinha chegado antes. Acho. Final da trilogia! Desse assunto. As Moonzinhas retornarão, provavelmente.

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Os dias são curtos, mas até aí tudo bem. Já imaginou se fossem altos? Ok, eu sei, eu sei. Não faz sentido nenhum.

[Continuando do ponto onde parou a história anterior]

Em um lugar sem nome
Moon 3: Agora que eu percebi, nós não temos controle da televisão. Só o controle do console!
Moon 1: O controle do console? Tem certeza que não temos nenhum controle da TV?
Moon 2: Não temos. Se tivéssemos, teria deixado o jogo no mudo faz tempo.
Moon 1: Você devia ter falado isso antes!
Moon 2: Eu tentei… Não quiseram me escutar, ficaram jogando a dança do Rio Nilo e suas múmias doidas.
Moon 3: Tem um dromedário, também!
Moon 1: Na verdade é um camelo.
Moon 3: É tudo da mesma família.
Moon 2: A bateria do controle do console é infinita, aparentemente. Estamos jogando isso aqui indefinitivamente, e ele continua funcionando…
Moon 1: Isso é ótimo! Significa que temos sorte ao menos, nesse aspecto.
Moon 3: Ótimo não é. E como pode ser questão de sorte? Só temos esse jogo pra jogar.
Moon 2: Ah… Agora a senhorita começou a se incomodar…
Moon 3: Não é uma questão de se incomodar! É uma observação, apenas, minha cara.
Moon 2: Eu não sou “sua cara”.
Moon 1: Teoricamente ela é sim, todas nós temos a mesma cara. Nós somos partições de uma pessoa só, estão lembradas?
Moon 2: Ah sim…
Moon 3: Tinha me esquecido desse detalhe.
Moon 2: Mas não queria ser tratada dessa maneira…
Moon 1: Vamos, vamos. Não podemos ficar brigando e reclamando o tempo todo. Isso não leva a lugar algum.
Moon 2: Mas seria interessante, irmos a “Lugar algum” e deixar o “Lugar sem nome”.
Moon 3: Ah! Que surpresa, estamos concordando em alguma coisa. Adoraria uma mudança de cenário!
Moon 2: Bom… O que acha, #1? Você que está querendo motivar a nós duas.
Moon 1: Duvido que tenha outro lugar além desse.
Moon 3: Justo a otimista de nós três, dizendo isso? Estou desapontada com você.
Moon 1: BOM, eu ao menos não me dei ao trabalho de pensar em outro lugar.
[A Moon 1 e 2 olham uma pra outra]
Moon 1: Esse é o problema de pensar positivamente, da minha maneira. É não querer sair nunca do mesmo lugar, porque… CARAMBA!
Moon 2: Caramba… Isso realmente é inacreditável…
Moon 1: INACREDITÁVEL É POUCO! Como pode entrar alguém aqui?
Moon 3: Bom, pelo visto é possível alguém entrar aqui.
Moon 2: Caramba… Caramba!
Moon 3: Bom, ao invés de ficarmos aqui, estupefatas e repetindo caramba, é melhor nos três nos preocuparmos em recepciona-la.
Moon 1: Ah! Sim. É, pode ser isso mesmo. Que mais poderíamos fazer?
Moon 2: Oferecer pão de queijo…
Moon 3: Nós comemos tudo, esqueceu?

– A história continua. Eu não sei como terminar, AINDA. (será que devia estar dizendo isso?)

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Coisas estranhas acontecem o tempo todo, mas nem sempre a percebemos pois podem se tornar rotineiras, tudo isso da noite pro dia!

Em um lugar sem nome
Moon 1: Estamos prontas para um novo desafio! O desafio de explorar todos os níveis diferentes dentro do jogo Just Dance 3!
Moon 2: Mas já desbloqueamos todos os presentes disponíveis do jogo. Qual é a graça de ter que continuar, sendo que não vai aparecer mais nenhuma novidade?
Moon 3: Quanta ingenuidade, #2! Temos que aproveitar o suficiente de apenas um jogo.
Moon 2: Mas tem um monte de jogos da série Just Dance… Ao menos no Wii, já é bastante…
Moon 3: Só que ele é o jogo mais importante!
Moon 1: Eu falei sobre novos desafios e tudo mais, mas você está apenas favorecendo porque é o seu número. Pensa que não notei?
Moon 3: Não é só por causa disso! É nosso primeiro jogo de dança. Ele tem que ser memorável!
Moon 2: Bom… Achávamos que tapete de dança era um requerimento pra jogar. Por isso, nunca experimentamos Just Dance.
Moon 3: O que foi uma baita ingenuidade de nossa parte.
Moon 1: Alguém gostou de usar a palavra que aprendeu hoje, pelo visto.
Moon 3: Absurdo! Eu não aprendi essa palavra hoje. Eu conheço essa palavra faz…
Moon 1: Escute, não comece com o absurdo de ter que ser específica. Nunca dá pra saber exatamente onde e quando se aprende uma palavra.
Moon 2: Dá sim… Contanto que você lembre-se de anotar.
Moon 1: E você vai lembrar, onde anotou?
Moon 2: Depende…
Moon 3: Moon #2, pare de usar reticências.
Moon 2: Foi sem querer. Não foi minha intenção.
Moon 1: Não é estranho, que o ponto final, se juntar três deles, vira reticências?
Moon 3: Estranho mesmo.
Moon 2: Estranho é estarmos em uma dimensão que, aparentemente o único jogo disponível pra jogarmos é o Just Dance 3.
Moon 1: Ah! Mas é um bom jogo.
Moon 2: Isso porque você não enlouqueceu, com a música de menu. Não ainda!
Moon 1: Que coisa, você estava tão calma antes.
Moon 2: Eu estou calma… Mas o menu do Just Dance 3 é enlouquecedor.
Moon 3: Eu não acho.
Moon 2: Você está dizendo isso, apenas pra ser diferentona!
Moon 3: Ah é? Eu sou diferentona sem precisar dizer coisas contrárias!
Moon 1: Vamos vamos, não briguem. Temos muito que fazer.
Moon 2: Ah é? O que vamos fazer, espertalhona?
Moon 1: O desafio de uma semana, da sessão de treinamento!
Moon 3: Ah! Alguma novidade pra explorarmos. Um modo de jogo!
Moon 2: Mas vocês tem que admitir, é muito bizarro. Estamos numa dimensão que não tem NADA além de nós três, uma televisão em cima de um móvel, um Nintendo Wii conectado e ligado no Just Dance 3.
Moon 1: Bom, isso é BIZARRO mesmo, quando se coloca por esse lado.
Moon 3: Agora que eu percebi, nós não temos controle da televisão. Só o controle do console!

– Não, eu não sei o que dizer… Só tive essa ideia maluca, e escrevi!

Happy Green Things

A vida é cheia de escolhas, mas essas escolhas não estão disponíveis, detalhadas em um guia publicado na internet. E ainda dizem que a vida é um jogo!

No estúdio Happy Green Things, escritório da autora.
[A autora estava olhando fixamente para a parede vazia, em seu escritório. Era isso o que o narrador pensava! Mas na verdade, estava visualizando os passos de uma das danças, do jogo Just Dance 3.]
Locutor-sama: Senhorita Moon??
Moon: Ah. Olá, narrador.
[A autora começa a dançar.]
Locutor-sama: Você está dançando para uma parede vazia.
Moon: Não diga. Estou treinando, nunca viu?
Locutor-sama: Mas na direção de uma parede vazia?
Moon: Eu sei que é na direção de uma parede vazia. Mas é porque não tenho um espelho aqui. Como é que é o nome daquele espelho alto?
Locutor-sama: Ah, o nome do espelho é-
[A autora interrompe o Locutor]
Moon: Não diga! Vou ter que ir ao buscador, descobrir o nome.
Locutor-sama: Não vai demorar nem dez minutos, pra fazer isso.
Moon: Pensando bem, ninguém fala buscador. Todo mundo fala o nome do site e pronto.
Locutor-sama: Mas buscador é o nome pra isso?
Moon: Acho que site pra pesquisar fica meio estranho.
Locutor-sama: Acho mais estranho buscador.
Moon: Bom. O que importa é que deu pra entender o que quis dizer.
Locutor-sama: Sim, até foi possível entende-la. Mas e quanto à razão para estar dançando?
Moon: A razão de eu estar dançando é por causa de- Espere, eu já falei sobre isso na narrativa lá de cima, não falei? Estou confusa, agora.
Locutor-sama: Isso é tão metalinguagem.
Moon: Bom, deixando a metalinguagem de lado. Estou treinando os passos de uma dança, queria melhorar a pontuação no jogo.
Locutor-sama: Ah!
Moon: Você não foi ler a narrativa lá em cima, não é verdade?
Locutor-sama: Li, mas é bom explicar para os leitores.
Moon: Verdade! Tenho que ter essa responsabilidade.
Locutor-sama: Ainda bem que concorda. E Senhorita Moon?
Moon: O que foi?
Locutor-sama: É bom vê-la de volta.
Moon: Que bobagem é esse Locutor, a autora sempre retorna para deixar seus personagens mais doidos ainda.
Locutor-sama: Acho que estamos ficando mais normais ultimamente.
Moon: *em choque* Como é…?
Locutor-sama: O que foi? Isso é uma questão de idade e…
Moon: Será… Que estou perdendo minha aleatoriedade?! O que faço agora?
Locutor-sama: É melhor você se preocupar com sua pontuação no jogo. A mudança da sua escrita não é razão pra uma crise existencial.
[A autora pensa um pouco e parece concordar.]
Moon: Está bem, está bem. Nem só de aleatoriedade que se vive! É preciso constância.
Locutor-sama: Sim!
[A autora e o narrador estão determinados. E final da história.]

Happy Green Things

Tem dias que estamos com vontade de escrever, mas na maioria dos dias, não! A vida também acontece no meio do caminho, que título com grande profundidade.

Locutor-sama: O escritório da senhorita Moon continuava vazio. Até dá saudade da autora reclamando. Será que ela irá voltar aqui, algum dia?
Cola-sama: É lógico que vai. Ela não pode apenas conversar com as vozes na cabeça dela.
Locutor-sama: Cola-sama, está sendo rude.
Cola-sama: Ao menos estou sendo honesta. Não há nada de errado com honestidade!
Locutor-sama: Pra mim, você está tão chateada com a ausência da autora, quanto eu estou.
Cola-sama: Ora! Mas é lógico que não. Lalali!
[Lalali estava passando pelo corredor na frente do escritório da autora.]
Lalali: Alô! O que houve?
Cola-sama: O narrador aqui, disse que estou chateada com a ausência da autora.
Lalali: Todos nós estamos. Eu também estou! Ela nem vim a decoração novo que nós fizemos por aqui. Até a porta é novinha em folha!
Cola-sama: Eu não estou chateada com a ausência da Moon. Francamente! Estão ignorando tudo que eu digo?
Lalali: Considerando o fato que você passa a maior parte do tempo reclamando, ignorar é uma forma de educação.
Cola-sama: Pensando por esse lado…
Lalali: Eu sabia que bons argumentos te convenceriam! Locutor-sama?
Cola-sama: Ah pronto, o narrador vai ficar distraído olhando na janela, agora.
Locutor-sama: Não estou distraído. Estou vendo uma cena fenomenal!
Lalali: Fenomenal é ter dinheiro do banco!
Cola-sama: Eu concordo.
Locutor-sama: Quanto materialismo! E quanto à senhorita Moon?
Lalali: Eu sei lá. Ela volta né? Ela sempre volta.
Locutor-sama: A Senhorita Moon bem que poderia aparecer ali, na entrada do jardim nesse exato instante.
Lalali: Caramba! Ele está chateadíssimo.
Cola-sama: Lógico! Se a Moon não aparece, não tem salário pra ele.
Lalali: Mas não tem salário pra nenhum de nós, na verdade.
Cola-sama: Diga isso pra ele. Narrador egocêntrico é dose.
Lalali: Sendo ele onipresente, isso mexe com a cabeça de qualquer um.
Cola-sama: Até pode ser, mas se a pessoa já tem tendência a ser arrogante…
Lalali: Eu deveria tentar a narração um dia desses.
[O Locutor e a Cola-sama olham surpresos para Lalali]
Lalali: Que foi?
Cola-sama: Pronto. Você conseguiu assustá-lo.
Lalali: Nossa! Foi só um comentário.
Locutor-sama: A narração não é uma brincadeira. Acha que cumpriria essa função com a dignidade que ela merece?
Lalali: Ora! É lógico que sim.
Cola-sama: Dignidade… Essa é boa.
Locutor-sama: É um fato, é preciso ter dignidade pra ser uma pessoa apta a participar do curso dos acontecimentos, dentro de uma história.
Lalali: Dignidade tem que ter em qualquer trabalho.
Locutor-sama: Isso é verdade. Mas conseguiria tolerar a onipresença, onisciência e toda a responsabilidade sob suas costas??
Cola-sama: Você está exagerando agora.

[Enquanto os três conversavam, a autora abria a portinha do jardim, andando em direção da entrada do Estúdio]