(Um, dois)
Locutor-sama: A Senhorita Moon mudou de ideia, ao invés de já mostrar os nossos heróis chegando a dimensão, irei mostrar para vocês que nem todos os Amendoins Sombras (nome estranho para uma espécie) foram atacar a Mansão da Tuta-sama.
Vlad: Até onde sei, você tem uma loja de moda para pets sem falar que oferece banho e tosa.
Samuel: Sim! Você está certo.
Vlad: Então que fazemos nesse mercadinho para pets?
Samuel: Para comprar xampu, oras.
Vlad: Oh, xampu? Eu vejo até chocolates vendendo no caixa mas não vejo xampu.
Samuel: Não se preocupe, os seus olhos se acostumam.
Locutor-sama: Eles conversavam sem perceber que atrás deles, no corredor das camas de cães e gatos, havia uma batalha acontecendo!
Rika: Iluminação divina!
Locutor-sama: Senhorita Rika, que é uma garota mágica (ou guerreira mágica se preferirem), utilizou um feitiço para fazer as sombras desaparecerem.
Rika: Locutor! Você não vai me dar uma mão?
Locutor-sama: Temo que não. Estou aqui apenas para a narrativa.
Rika: Gah! De onde estão aparecendo todos…?
Locutor-sama: De um buraco no céu. Parece o fim do mundo lá fora!
Rika: E você está aí, todo tranquilo?
Locutor-sama: Eu sou um narrador de muita elegância.
Vlad: Caramba! As luzes se apagaram!
Locutor-sama: As sombras de amendoim se multiplicaram.
Samuel: Ouviu alguma coisa?
Vlad: Parecia um fantasma voando ao fundo…
Samuel: Não, tenho certeza que é um narrador narrando!
Rika: Eu não acredito que você não vai se transformar em Bonnibel para me ajudar!
Locutor-sama: Mas eu não…
Rika: Certo! Eu vou me virar sozinho! SOCO DIVINO!
Locutor-sama: Com esse golpe, vários amendoins foram derrubados.
Rika: É, até que não foi tão difícil.
Samuel: Ah! A luz voltou.
Vlad: Ainda bem, pensei que íamos ter um apocalipse zumbi!
Samuel: Não seja tão negativo. Ah! Olhe só, os xampus!
Vlad: Viva! Eu vou comprar doces no caixa.
Samuel: Se você diz…
Rika: *limpa o suor do rosto* Esta área ficou segura!
Locutor-sama: Meus parabéns.
Rika: Sim, parabéns para mim. *dá uma risada*
Locutor-sama: Agora vamos voltar para o grupo que foi até a dimensão onde o Kekekê deve provavelmente estar preso, nas masmorras do castelo localizado no Reino dos Amendoins.
Tuta-sama: Chegamos!
Tasketê: É uma bela visão, não concordam?
Rosalina: Mas os Amendoins estão bem longe…
Ogro: Grofa!
Tasketê: Não se preocupem! Nós temos que andar só um pouquinho para termos um meio de transporte.
Barman: Um dragão, imagino.
Tasketê: Como sabe?
Barman: A Moon gostar de dragões é notícia velha.
Amendoins Sombras causando problemas na cidade…
(Continuando a história de ontem)
Barman: Minha nossa! Olhem só para isso.
Tuta-sama: É o ogro caído na frente da Casa da Árvore! Por Tio Patinhas! *dá tapinhas na cara do ogro* Acorde, acorde.
Ogro: Grofa? *confuso, e depois parecia apavorado* GROFA!
Tuta-sama: Não me diga que o Kekekê foi levado para o Reino dos Amendoins pelos Amendoins sombra!
Ogro: Grofa…
Locutor-sama: Este último grofa soava como um lamento.
Tuta-sama: Não quero ouvir suas desculpas! Rápido, temos que salvar o Kekekê das garras da Rainha dos Amendoins!
Rosalina: Rainha dos Amendoins! Ela é um amendoim gigante?
Tuta-sama: Temo que não.
Tasketê: Ela parece com a Hello, na verdade.
Rosalina: Caramba! Uma versão malvada da Hello? Contem com a minha ajuda, nós vamos salvar o pobrezinho do Kekekê.
Tasketê: Algum sinal da Matilde?
Tuta-sama: Nada de Matilde, Tasketê. Precisamos ser como as sombras… A Matilde solta muita purpurina!
Barman: Viagem dimensional então, Tuta-sama?
Tuta-sama: Sem mais nenhuma demora! Venha ogro, não fique com essa cara de depressão. Hora de tomar atitude!
Ogro: Grofa…
Locutor-sama: Os nossos heróis chegaram até a máquina de viagem dimensional. E Tasketê tinha algo para todos eles, que ira ajudar na aventura que iria acontecer no próximo post!
Tuta-sama: Mas essa história dos preparativos não terminou ainda.! Tenha paciência, narrador!
Locutor-sama: Não sou eu, Tuta-sama! É a autora, com a sua clássica impaciência.
Tuta-sama: Então havia para ela ter um pouquinho mais de paciência!
Tasketê: Er… O feitiço!
Tuta-sama: Ah sim, o feitiço… Que feitiço era mesmo?
Tasketê: É o feitiço que eu trouxe. *usa o feitiço* Tome a espada, Rosalina.
Rosalina: *recebe a espada* Legal.
Tasketê: Ogro, suas luvas.
Ogro: Grofa, grofa.
Barman: E eu?
Tuta-sama: Quer ir também?
Tasketê: Será perigoso.
Barman: Ah, pode ser até divertido.
Rosalina: Se tomarmos cuidado…
Tasketê: Está bem, então. Um escudo, para você.
Barman: Oh, obrigado.
Tuta-sama: Já tenho os meus livros de feitiços, e vocês tem os items que vão usar! Nós estamos… Prontos!
Biscoito: Eu também quero ir!
Tuta-sama: Não, você não quer ir coisa nenhuma.
Biscoito: Mas eu quero ir!
Tasketê: Nós devíamos deixar ele ir…
Biscoito: É! Deixem eu ir!
Tuta-sama: Já tem muita gente aqui. Além do mais, é perigoso para um biscoito sair aí andando no meio de uma aventura.
Biscoito: Perigoso… Quanto?
Tuta-sama: Muitíssimo perigoso! Eu não iria conosco se fosse você.
Biscoito: Mas e os chocolates exóticos?
Tasketê: Nós trazemos para você!
Tuta-sama: *fala baixinho* Nós não vamos trazer não!
Tão fácil como dizer um, dois, três?
Locutor-sama: As coisas pareciam estranhas na Cidade dos Cinco Monumentos. O céu estava escuro, mas não queria dizer chuva. O significado desse tom tão escuro e dessa atmosfera sombria… Só pode significar inimigos de outra dimensão!
Rosalina: Mas isso…
Locutor-sama: A Senhorita Rosalina, que estava tirando férias da Casa Verde logo percebeu ago de esquisito vindo.
Rosalina: Precisava mesmo narrar isso?
Locutor-sama: Precisava. Ela habilmente desviou de uma sombra em formato de amendoim. As outras sombras seguiam a primeira, andando muito rapidamente.
Rosalina: Isso é muito suspeito!!
Locutor-sama: Percebeu que se encontrava próxima da mansão de Tuta-sama, e esta a chamou.
Tuta-sama: Rosalina, menina! Nós vamos precisar da sua ajuda.
Rosalina: *passa os portões* Da minha ajuda, Tuta-sama?
Tuta-sama: Sim! Pedi para o Barman preparar a máquina de viagem dimensional, que pode demorar um pouco… E contando comigo e Tasketê eu precisaria de mais alguém com habilidades de luta.
Rosalina: Você sabe lutar, Tuta-sama??
Tuta-sama: É tão surpreendente assim? *dá uma risada* Na verdade, é só dizer palavras mágicas do livro. De boa…
Rosalina: Certo. E que tipo de coisa…?
Barman: Com licença. A máquina de viagem dimensional apresenta problemas.
Tuta-sama: Que tipo de problemas, meu bom homem?
Barman: O Biscoito está tentando devorar a máquina…
Tuta-sama: Por Tio Patinhas!
Tasketê: A máquina de viagem dimensional é…
Tuta-sama: Não! Não é de chocolate. Francamente! Vamos tirá-lo de lá, na base da vassoura.
Barman: Tudo bem, Tuta-sama. E quanto as defesas contra essas criaturas?
Tuta-sama: A Falcona está cuidando de todos eles, não vamos nos preocupar muito com isso. E além do mais, essa cidade tem garotas mágicas!
Rosalina: Além de abacaxis falantes, essa cidade tem de tudo mesmo.
Tasketê: E tem duendes também!
Rosalina: Ah, sim. Duendes!
Barman: Hm… Fico me perguntando se isso seria mesmo necessário.
Tuta-sama: Barman? Não ia cuidar do Biscoito?
Barman: A Eduarda já espantou ele. Creio que conseguiremos fazer a máquina funcionar assim que for necessário.
Tuta-sama: Então a Eduarda serve para algo além de cuidar da portaria!
Barman: Isso foi um tanto rude, Tuta-sama.
Rosalina: Ela é sempre muito honesta. Não adianta brigar com ela, Barman.
Barman: É, você tem razão.
Tuta-sama: Por que todos estão me olhando? Vamos para a outra dimensão!
Tasketê: Nós estamos esquecendo do Kekekê…
Tuta-sama: Oh! É mesmo! É melhor nós passarmos na casa dele para ver se tudo está bem.
Locutor-sama: O grupo foi até onde está a casa do Kekekê, em frente da Casa Verde.
– A história continua amanhã!!
Nós não precisamos de luzes, somos vaga-lumes!
No Escritório da autora em Happy Green Things.
Moon: O mundo dos videogames é realmente incrível, não concorda comigo?
Locutor-sama: Acredito que sim. Mas! Depende do videogame.
Moon: Está dizendo que videogames de zumbi não são incríveis, por exemplo?
Locutor-sama: Estava me referindo aos de cantores de ópera.
Moon: Céus! Você e o seu medo sem sentido de cantores de ópera.
Locutor-sama: É tudo por causa do Fantasma da Ópera…
Moon: E ele canta, o Fantasma da Ópera?
Locutor-sama: Em um musical, sim.
Moon: É realmente um medo sem sentido…
Locutor-sama: Mas o que estava falando sobre mundos incríveis dos videogames?
Moon: Ah! Esse jogo no qual a heroína pode reclamar e fazer beicinho que as coisas mudam assim como ela quer!
Locutor-sama: É um jogo que combina bastante com você, ouso dizer.
Moon: Como é que é??
Locutor-sama: Deixa para lá. Mas fico contente que tenha encontrado um jogo no qual a heroína parece com você…
Moon: Pombas, Locutor! Pare de brincadeiras infames.
Locutor-sama: Desculpe. Foi difícil de resistir…
Moon: Hm… Me pergunto quem faz todas aquelas coisas?
Locutor-sama: Que coisas você se refere?
Moon: As coisas que ela quer que façam para ela!
Locutor-sama: Os duendes?
Moon: Ela comenta qualquer coisa de um anjo guardião…
Locutor-sama: Não seria anjo da guarda?
Moon: Que guarda?
Locutor-sama: De guarda nenhuma.
Moon: Mas se você diz “da guarda” não parece que quer dizer que é… De alguma guarda?
Locutor-sama: Agora é a senhorita que está de brincadeira comigo.
Moon: Bem, sim. Há algo de ruim nisso?
Locutor-sama: É, eu já deveria estar acostumado. Um personagem seu sempre será vítima de… Brincadeiras!
Moon: Não precisa ficar tão indignado.
Locutor-sama: Estou apenas brincando.
Moon: “Estou brincando” é apenas um artifício para dizer as verdades.
Locutor-sama: Ah! Suponho que as coisas funcionam assim para você.
Moon: Hm… Talvez não. Existem momentos que as pessoas realmente estão brincando, não concorda?
Locutor-sama: É melhor ser otimista.
Moon: Otimismo! Será isso mesmo?
Locutor-sama: Se não é otimismo, será o quê?
Moon: Teimosia! E forçar que as coisas ocorram como nós queremos… Usando a nossa reclamação!
Locutor-sama: Sinto muito de ser aquele que deve dizer isso, mas – As coisas não funcionam como esse jogo, autora.
Moon: Bah! *cruza os braços* É, é! Tem toda a razão.
Locutor-sama: Não há necessidade de ficar aborrecida.
Moon: É que a vida tem sido tão aborrecida ultimamente…
Locutor-sama: Veja as coisas por um outro ângulo.
Moon: Vou precisar comprar um transferidor?
Locutor-sama: Você é sempre tão cheia das piadinhas…
Sapateado, pinguins e… Caramba, sabe quantas vezes eu arrumei esse título?
Na varanda do Estúdio Happy Green Things.
P-san: Você sabia que eu fazia sapateado, Moon?
Moon: Wow, sério? Até consigo imaginar você sapateando.
P-san: Sim, é muito sério. Eu era um ótimo sapateador…
Moon: E não é mais?
P-san: Nem tudo na vida é simples.
Moon: Oh. De fato…
P-san: Mas existe uma coisa boa nisso tudo!
Moon: Imagino que exista.
P-san: Eu agora sou bom em kickboxing.
Moon: Fascinante.
P-san: É mentira. Eu não sou bom em nada ultimamente.
Moon: Nem para fazer cupcakes?
P-san: E desde quando cupcake é um esporte?
Moon: Se você jogar nas pessoas, pode ser considerado um-
P-san: Que coisa horrível! Por que eu jogaria cupcake nas pessoas?
Moon: Hm. Essa ideia parecia mais plausível na minha cabeça.
P-san: Você tem umas ideias bem estranhas.
Moon: Ah! Mas e se fosse para jogar cupcakes em zumbis?
P-san: Cupcakes em zumbis?
Moon: Cupcakes em zumbis.
P-san: Está falando sério?
Moon: Cupcakes em dragões.
P-san: Isso faz menos sentido ainda.
Moon: Faz mais sentido jogar cupcakes em zumbis que em dragões?
P-san: Zumbis são mais populares que dragões ultimamente.
Moon: O que é um grande absurdo! Desde quando eles são mais legais que dragões? Dragões são muito mais legais.
P-san: Já te contei que eu fazia sapateado?
Moon: Você já disse isso.
P-san: Ah.
Moon: Está tentando desconversar?
P-san: Eu? Imagine.
Moon: A conversa sobre cucpakes não está fazendo muito sentido para você.
P-san: E nem para você.
Moon: Certo, certo. Vamos falar de outra coisa!
P-san: Ótima ideia.
Moon: E panquecas zumbis?
P-san: Panquecas? Panquecas zumbis?
Moon: Não me olhe com essa cara. Qualquer coisa pode virar zumbi de uma hora para a outra!
P-san: Isso é loucura.
Moon: Teorias da conspiração são bem loucas. Além do mais…
P-san: Sim?
Moon: Sabia que eu fazia sapateado?
P-san: Não! Não é você que fazia sapateado.
Moon: Então quem fazia sapateado? Meu clone de uma dimensão invertida?
P-san: Eu… Eu não sei. Sei lá, talvez?
Moon: Não, sapateado não. Ela deve ser garota mágica.
P-san: Quem?
Moon: A bolacha.
P-san: E a clone de uma dimensão invertida?
Moon: Ela é uma bolacha…
P-san: Não seria biscoito?
Moon: Nós não vamos brincar de “Civil Wars”, senhor Pinguim.
P-san: Mas o correto é biscoito…
Moon: E na dimensão da dimensão invertida, as bolachas e os biscoitos brigam entre si por ser diferentes, mas no fundo são iguais!
P-san: Isso foi profundo e completamente confuso.
Moon: Agradecida.
Não são todos os anos que fevereiro tem vinte e nove dias… Entendeu? Pois é um ano bissexto, HA HA HA.
No escritório da autora.
Locutor-sama: A Senhorita Moon estava aproveitando um momento de tranquilidade, ela havia terminado de escrever as histórias do mês de Janeiro. Não existe nada melhor do que um merecido descanso após um árduo trabalho, não é mesmo? Mas ela ainda não podia começar a ficar relaxada, pois alguém aparece no escritório repentinamente.
Tuta-sama: Moon! MOON!
Moon: O que é isso? Escuta a voz da Tuta, mas não a vejo. Será que estou sonhando acordada?
Tuta-sama: Se você levantar o traseiro da cadeira, você vai me enxergar.
Moon: Oh! *levanta da cadeira rapidamente* É você, Tuta. O que deseja?
Tuta-sama: Sim, sou eu. E eu sou a sua consciência.
Moon: Sempre pensei que a consciência se apresentava na forma de gafanhoto.
Tuta-sama: Muito engraçadinha. Eu vim aqui para lembrá-la…
Moon: Espera! Espera! Já sei o que vai falar.
Tuta-sama: Sabe, é? Estou surpresa!
Moon: Eu vou ser visitada por três fantasmas de Natal…
Tuta-sama: Não acha um tanto cedo para pensarmos em Natal?
Moon: Você não aprecia uma boa piada? Fico triste com isso, minha amiga guaxinim.
Tuta-sama: Não sou sua amiga! Quero dizer… Por um minuto, pensei que estava falando com a Hello. Por favor, não se refira a mim como “amiga guaxinim” ou vou ter um troço do coração!
Moon: Tá bom, tá bom! Mas quanto drama. E o que veio fazer aqui? Você ainda não disse o que queria.
Tuta-sama: Quanta pressa! Ela é a inimiga da perfeição. Porém, se nos importarmos com tanta perfeição… BOOM! Você nunca terá nada.
Moon: Quanta filosofia.
Tuta-sama: Mas não vim aqui para filosofar.
Moon: Não? Pena, as suas reflexões são sempre inspiradoras.
Tuta-sama: Pare de me bajular e me escute.
Moon: Ok. Fala aí.
Tuta-sama: Vamos começar as histórias de fevereiro.
Moon: Mas eu terminei de escrever as histórias de janeiro ontem!
Tuta-sama: O tempo passa rápido demais, minha cara. E eu conheço você e a sua famosa procrastinação. Vê que tem mais de dez histórias programadas, dá bobeira e depois passam dias e você não tem história programada para o dia seguinte.
Moon: Gah! Eu detesto quando você tem razão…
Tuta-sama: É lógico que tenho razão! Sou a sua consciência, grilo ou não. Guaxinins são mil vezes melhores que grilos, aliás.
Moon: Certo, certo…
Tuta-sama: Vou-me embora. Mas não se esqueça do que eu disse!
Moon: Já entendi, pode ir embora…
Tuta-sama: E nem pense em ir assistir “We Bare Bears” sem antes ter adiantado histórias para o blog!
Moon: Droga. Ela leu a minha mente.
Testar uma ideia por tanto tempo faz que ela acabe deixando de funcionar!
Locutor-sama: A autora corria em uma floresta encantada, onde eram possíveis as fadas que estavam presentes iluminando a escuridão. As árvores faziam um barulho assustador, pois estava ventando, mas não tanto como o rugido que ouvia-se por todo o lugar.
Moon: Não acredito! Não acredito nisso!
Ideia-Ogro: GROFAAAA!
Moon: Que tipo de rugido é “Grofa”? Francamente!
Random: Não subestime uma ideia-ogro!
Moon: É, eu já percebi isso.
Locutor-sama: Ela se escondeu atrás de uma árvore na esperança de esconder-se do ogro, que já havia quase alcançado o passo.
Moon: Como algo tão grande pode ser tão rápido??
Random: A resposta é hoverboard!
Moon: Hoverboard? Onde já se viu um ogro usando hoverboard?
Random: Não seja tão preconceituosa.
Locutor-sama: O ogro encontrou-a, tirando a árvore que ela estava se escondendo do chão.
Ideia-Ogro: GROFA! GROFA!
Moon: Gah! Pombas!
Locutor-sama: A autora voltou a correr, porém logo levou um tombo por causa de um galho que estava no chão.
Moon: Um galho! Que clichê. *soca o chão* E ainda por cima estou presa nele… Mais clichê ainda!
Random: Minha nossa! O que faremos?
Moon: Não sei, mas ele está quase aqui! Vá embora sem mim, Random!
Random: Ok. *sai andando*
Moon: Não era para sair mesmo andando!
Locutor-sama: O ogro pegou-a, e começou a gritar no ouvido dela.
Moon: Pombas! Vou ficar temporariamente surda!
Ideia-Ogro: GROFA! GROFA!
Moon: Talvez por mais tempo do que eu pensava…
Random: Eu tenho que fazer algo. Mas o quê?
Moon: Bah! Se for depender dos outros, eu vou ficar aqui por horas ouvindo essa ideia reclamar no meu ouvido.
Ideia-Ogro: GROFA?
Moon: Isso mesmo! GROFA PARA VOCÊ TAMBÉM!
Locutor-sama: Ela pressionou um botão no relógio que estava no seu braço.
Moon: Robô RANT ATIVAR!
Locutor-sama: Um robô gigante veio dos céus veio ao socorro da autora.
Moon: Robô Rant, faça-me essa favor…
Robô Rant: RANT RANT RANT?
Moon: Sim, Robô.
Robô Rant: RANT!
Ideia-Ogro: Grofa. Grofa! *entrega a autora para o robô*
Moon: Obrigada! Posso descer agora, robô Rant?
Robô Rant: Rant! *coloca a autora cuidadosamente no chão*
Moon: Agradecida.
Random: Moon! Cê tá legal!
Moon: Sim, Random. Não se preocupe comigo.
Random: Não devia me preocupar, já que você não iria deixar-se propositalmente em um problema difícil de resolver.
Moon: O que está insinuando?
Random: Nadinha de nada!
Moon: Agora vamos para fevereiro!
Random: Mas…
Moon: Mas o quê? O próximo é o mês de fevereiro, correto?
Random: Na verdade tem mais um dia.
Moon: Oh! E eu podia jurar que eu já estava no dia 31… Sou uma perdida!
Random: Essas coisas acontecem!
Nada melhor do que observações interessantes e inspiradoras para melhorar o astral!
Locutor-sama: Esta é uma história sobre o Balinha, o anão. A situação dele atual é bastante absurda e irritante. Ele, pelo menos está com uma expressão irritadíssima.
Balinha: Caixas! Eu estou no meio de caixas!
Locutor-sama: Mas não era o fato de estar cercado por caixas que o irritava. E sim o fato de ter um lobo arrogante junto dele.
Wolf: Eu sou muito fofinho!
Balinha: Lobo… Escute-me bem.
Wolf: Mas meu nome é Wolf.
Balinha: Tem diferença? Wolf é lobo em inglês.
Wolf: Tem diferença, sim. Afinal de contas, eu sou Wolfgang Wolf Woof!
Balinha: Quantos “W”s!
Wolf: Fascinante, não é mesmo?
Balinha: Sim, muito fascinante.
Wolf: E fofíssimo!
Balinha: Meu caro, estamos aqui presos há duas horas. Eu já entendi perfeitamente que você e adorável e o tal!
Wolf: Ah, muito obrigado! Fico lisonjeado com o seu reconhecimento.
Balinha: *bate com a mão na testa*
Wolf: Por que está tão irritado?
Balinha: Porque está falando que é fofo há duas horas!
Wolf: Sim, eu já entendi perfeitamente. Estamos nessa enrascados nessa bagunça há duas horas! Tem que repetir isso tantas vezes?
Balinha: Qual é o problema? Isso não é nada perto de todas as vezes que repetiu sobre a sua beleza!
Wolf: Eu tenho problemas de auto afirmação…
Balinha: Oh… É mesmo? Desculpe, eu não sabia.
Locutor-sama: Wolf começou a chorar. Balinha deu um abraço para ver se ele se acalmava.
Wolf: Obrigado. *assoa o nariz na roupa do Balinha*
Balinha: Sinceramente! Se queria um lenço de nariz, era só me pedir.
Wolf: Desculpe. Fiz sem pensar, sabe?
Balinha: Ah, está bem.
Wolf: E agora? Nós nunca vamos conseguir sair daqui…
Balinha: Tudo seria mais fácil se aquele narrador não tivesse tirado o meu machado de mim. Sério! Quem tira o machado de um anão? É a mesma coisa se eu tirasse o microfone dele.
Locutor-sama: Por favor, não tire meu microfone de estimação de mim.
Balinha: E aí? E nós vamos ficar aqui para sempre?
Locutor-sama: Se vocês tivessem sido mais paciente e observado ao seu redor, teriam encontrado a solução.
Wolf: Oh! É como aqueles jogos que temos que escapar deduzindo como juntar itens bizarros que vão auxiliar-nos a abrir a porta?
Locutor-sama: Quase isso.
Balinha: Pensando melhor, é aqueles jogos que temos que arrumar as caixas para encontrar a saída. Ou aparecer um baú com um tesouro.
Wolf: Caixas! O que tem de tão divertido nas caixas?
Balinha: Menos reclamação e mais ação! Vamos sair do meio dessas caixas.
Locutor-sama: Os dois cooperaram e resolveram juntos a solução do problema. E eles perceberam que o trabalho em equipe é mais gratificante que se virar sozinho.
Wolf: Precisa mesmo de lição de moral? Francamente…
– Não finja ter problema de auto-afirmação para poder se passar de coitado para outra pessoa… Também não deixe de usar calças. Resumindo: Não seja o Wolf! Ele é só um personagem fictício e muito impoliticamente correto.
Nada melhor do que escutar uma música que você não faz a menor ideia do que signifique o nome.
Locutor-sama: A abacaxi Zaltana não conseguia entender o que estava acontecendo. A sala em que ela se encontrava tinha luzes na parede com as cores de um cubo mágico…
Zaltana: Ótimo! Foi escolhida para uma história bizarra.
Random: O que tem de bizarro? Não gosta das cores de cubo mágico que estão refletindo na parede?
Zaltana: Nós não sabemos da onde essas luzes vem. E além do mais… O que é aquilo no fundo da sala?
Random: Oh! Parece um refrigerante com pernas.
Zaltana: Não me diga que aquilo é…
Locutor-sama: Zaltana aproximou-se temerosa, e infelizmente seus pesadelos se tornaram realidade.
??: Eu sou o Tolinho e sou seu amiguinho!!
Zaltana: *grito de terror*
Locutor-sama: Acho que a senhorita Moon está sendo muito malvada.
Random: Eu também acho.
Zaltana: *ficou sem fôlego após correr pela sala toda*
Locutor-sama: Acalme-se. Pense nisso como se fosse um teste para você ganhar presentes de natal.
Zaltana: O natal está muito longe!
Random: Ele está tentando te consolar.
Zaltana: Ah, claro. Muito gentileza a sua… Mas aquela coisa bizarra está vindo em minha direção.
??: Sou seu amiguinho!!
Zaltana: O que eu fiz para merecer isso??
Random: Hm… Ele anda bem devagar, não é?
Locutor-sama: Mas ele estava do outro lado da sala.
Random: Mesmo ainda tão devagar! Isso é muito esquisito!
Zaltana: Será que vocês podem parar de bater papo furado e me ajudar??
Locutor-sama: *usa uma vassoura para afastar o refrigerante assustador* É algo bem estranho de se ter medo.
Random: Você não pode falar nada, tem medo de cantores de ópera!
Locutor-sama: Tem razão. Eu havia me esquecido disso!
Zaltana: O que foi que eu fiz para merecer isso??
Random: Calma! Vai ficar tudo bem no final!
Zaltana: Eu não me importo se vai ficar tudo bem no final, eu só não quero ficar na mesma sala que… Aquela coisa!!
Locutor-sama: Seria um boa ideia nós procurarmos a porta.
Random: Concordo.
Locutor-sama: Nós começamos a procurar por uma porta que nos levasse para fora desse lugar horrível que havia uma garrafa de refrigerante assustadora. Porém, não encontrávamos nada…
Zaltana: Eu não acredito nisso! Estamos presos!
Locutor-sama: Tenho certeza que nós vamos encontrar uma solução para esse problema de porta mais cedo ou mais tarde.
Zaltana: Mais tarde? Não pode ser mais tarde! Temos que resolver isso de uma maneira ou de outra!
Random: Mas não tem outra maneira. A não ser que você possa viajar entre dimensões ou algo desse gênero…
Zaltana: Talvez… A solução seja enfrentar meu próprio medo!
Locutor-sama: Zaltana pegou a vassoura que deixei de lado e derrotou a estranha garrafa de refrigerante Tolinho.
Zaltana: E não volte mais para me assombrar!
Não é necessário explicar o que está acontecendo, apenas improvise na dança.
Locutor-sama: A Cidade dos Cinco Monumentos está em completo caos. As pessoas estão correndo de maneira desorganizada, fugindo apavoradas de algo que este narrador ainda desconhece.
Random: Minha nossa! Será que é alguma promoção que está causando pânico nas pessoas?
Locutor-sama: Não faço a menor ideia. E que tipo de promoção de mal gosto faria as pessoas terem tanto medo?
Hello: Hm… Talvez as lojas anunciaram que nunca mais iriam vender papéis higiênicos??
Locutor-sama: Que ideia absurda, senhorita Hello. Não acha um tanto exagerada?
Hello: Exagerada são essas pessoas fugindo…
Matilde: *aparece voando* Vocês não vão acreditar do que as pessoas estão fugindo!
Tuta-sama: Posso apostar em você?
Matilde: Não! E de onde tu veio??
Tuta-sama: Estou em todos os lugares, queridinha.
Tasketê: Eu não queria interromper a conversa, mas o Kekekê sumiu…
Hello: Sumiu? O que aconteceu com o duende adorável?
Random: Eu aposto que ele está no banheiro por causa dos tacos.
Matilde: ELE NÃO ESTÁ NO BANHEIRO!
Tasketê: *tremendo* Tá-tá bom! Não precisava gritar.
Locutor-sama: O que aconteceu, exatamente?
Matilde: O Kekekê está na torre mais alta da cidade.
Tuta-sama: Por Tio Patinhas! É a Tuta Tower!
Hello: Não seria mais fácil falar “Torre da Tuta”
Tuta-sama: Não vem que não tem que você também sabe ser fresca!
Locutor-sama: Nós todos fomos correndo em direção da Tuta Tower, a torre mais alta da cidade. E fomos surpreendido por uma…
Tasketê: Uma autora gigante!
Matilde: Ela está segurando um sanduíche gigante…
Random: E seguindo minha visão suprema de boneco de palito, o Kekekê está se segurando no sanduíche gigante.
Tasketê: Você tem uma visão suprema? Pensei que isso se chamava binóculos…
Random: *dá uma risadinha*
Matilde: Eu vou derrubar aquela autora gigante!
Hello: Espere, Matilde! Não vamos apelar para a violência.
Matilde: Pare de me segurar pelas asas!
Tuta-sama: Está pensando o mesmo que eu?
Hello: Pode crer que sim!
Locutor-sama: Apareceram dois robôs gigantes para cuidar da ameaça que é a autora gigante. Era um guaxinim gigante de metal, e um coelho de bigode de metal. Uma visão bem bizarra, se querem saber da minha humilde opinião.
Matilde: Eu não tenho um robô gigante.
Tuta&Hello: INVEJOSA!
Tasketê: Acalme-se! É melhor deixar isso para elas.
Matilde: Mas ele é meu marido! Não o delas!
Tasketê: Bem… Vamos dizer que elas são mais cuidadosas.
Matilde: Elas estão em robôs gigantes!
Tasketê: Tá-tá bom! Eu não digo mais nada.
Locutor-sama: Ouve uma batalha épica entre a autora gigante e os dois robôs gigantes. É lógico que antes das coisas ficarem mais sérias, a robô guaxinim devolveu o Kekekê para a sua esposa.
Matilde: Você está bem??
Kekekê: Sim! Tudo graças as heroínas de ferro!
Hello: Vamos comemorar?
Tuta-sama: Você com paçoca e eu com saquê.
Hello: Combinado!
Locutor-sama: E as duas em seus respectivos robôs gigantes foram embora em direção do horizonte.
Random: Sempre choro em finais felizes!
