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Hello-san Legends

Piratas gostam de usar tapa-olho, mas isso não quer dizer que tenha algo de errado com o olho deles. É apenas para ficar estiloso!

~ Introdução ~
Locutor-sama: (no escritório da Moon) Hoje teremos uma história sobre piratas. Espero que a Senhorita Moon não mude de ideia, enquanto escreve o roteiro. A protagonista da aventura de hoje será a Senhorita Hello.
Hello: Vou ser a principal de algo relacionado a piratas? Ge-ni-al!
Locutor-sama: Você não fará a história sozinha. (lendo uma listinha de personagens)
Hello: É mesmo? Quem mais vai participar, Locutor?
Locutor-sama: É surpresa. Peço agora que você vá para o seu camarim, e escolha qual roupa de pirata você quer vestir.
Hello: Tudo bem! Nada melhor do que se fantasiar! Bom, tomar refrigerante de laranja também é bom. (sai do escritório da Moon)
Locutor-sama: É melhor chamar os outros personagens da lista. (pega o telefone e começa a digitar alguns números) Só queria saber onde a Senhorita Moon está, para não estar aqui para organizar a história…

Nota: a lista de personagens que participarão está no final do post

~ Enquanto isso, no mundo real ~
Moon: Quando vou poder tirar esse príncipe do trono, para me tornar rainha?

* A autora está jogando Magic Land.

~ A história começou! ~

Em um bar qualquer, que parece mais com uma cafeteria.

Lady Koopa: Sou uma terrível e temida pirata dos sete mares! Conhecida como Lady Koopa, aterrorizo o coração de qualquer cidadão, com essa minha malignidade!
Funcionário do Bar: Deixe eu adivinhar, rum?
Lady Koopa: Não, é muito mainstream. Prefiro suco de uva.
Funcionário do Bar: Você quer refrigerante de laranja, senhorita?
Lady Koopa: Cadê o suco de uva? (com uma expressão muito séria)
Funcionário do Bar: Peço desculpas, mas vieram piratas anteriormente que roubaram todo o suco de uva.
Lady Koopa: (dá um socão na mesa) Como é que é?
Funcionário do Bar: Pi-pi-ratas roubaram todo o suco de uva. (com medo)
Lady Koopa: Isso eu entendi, mas quem foram?
Funcionário do Bar: Fo-foram J.P e alguns de seus marinhei-nheiros.
Lady Koopa: (levanta da cadeira e bate na mesa levemente) Ah, é? Tsk. Esses cabeçudos vão ver só! Ninguém entra no meu caminho em busca de tomar um simples suco de uva! (se senta novamente) Me vê um copo de refrigerante de laranja.
Funcionário do Bar: Irei trazer imediatamente.
ady Koopa: Depois de beber um refrigerante de laranja, fui em busca de J. P. e seus marinheiros. Perguntei para as pessoas da Monumentos Piratas onde eles estariam, e as respostas foram variadas.
Pessoa 1: Eles foram para o supermercado!
Pessoa 2: Entraram numa nave alienígena!
Pessoa 3: Entram em um orfanato de crianças carentes!
Pessoa 4: Eles foram cantar rock em um show de música!
Pessoa 5: Estão competindo num campeonato de videogame!
Lady Koopa: De todas as pessoas que escutei, a mais absurda foi a da terceira. Desde quando piratas entrariam em um orfanato? Só se fosse para roubar os doces! Ainda tenho que escutar bobagens. Com o meu rastreador de piratas, acharei J. P. mais rápido. Não sei porque não pensei nisso antes. Finalmente, depois de andar bastante, encontrei J.P… em um orfanato?? Bem, deve ser ele, não acho que tenha mais algum pirata por aqui. E o meu rastreador de piratas jamais falha! (ela viu pela janela do lado de fora) O que é que ele está fazendo, roubando doces? Isso está errado, é contra o código pirata! (invade o orfanato) Parado aí, J. P.! O que você está fazendo é errado!
J. P.: Oi?
Lady Koopa: Você ouviu muito bem o que eu disse.
J. P.: É errado dar suco de uva que você comprou para crianças piratas carentes?
Lady Koopa: Aqui é um orfanato para crianças piratas?
J. P.: Você não percebeu ao entrar no local, a aparência do lado de fora?
Lady Koopa: Nem reparei. Mas olhando agora, pelo menos o lado de dentro… Realmente, é um orfanato para crianças piratas.
J. P.: Foi o que eu disse.
Lady Koopa: O funcionário do Bar não disse que você tinha pago…
J. P.: Provavelmente ele não viu as moedas que deixei.
Lady Koopa: Dar suco de uva para crianças piratas é algo muito nobre. Não se preocupa com sua reputação de pirata?
J. P.: Não vejo para quê me preocupar com isso.
Lady Koopa: Entendo. Vou arrumar mais suco de uva!
J. P.: Não precisa… (ela já saiu antes dele terminar a frase)

~ Personagens e seus respectivos atores ~
Lady Koopa: Hello.
J.P.: Barman.
Funcionário do Bar: Olliver.
Pessoa 1: Zaltana.
Pessoa 2: Random.
Pessoa 3: Kekekê
Pessoa 4: Malvino
Pessoa 5: Boon.

– Essa história é uma introdução para uma série de posts novos! Roteiro meio bobinho, pois imaginava uma luta épica, mas optei para uma coisa mais simples.
– Estou fazendo o possível, então tem post programado até o dia 11, por enquanto.

Happy Green Things

Existem vezes que não tenho ideia nenhuma para uma história, então começo a digitar qualquer coisa, e de repente sai um roteiro que acaba ficando razoavelmente bom.

Locutor-sama: A autora estava digitando rapidamente várias coisas no computador. E perguntava-se sobre as ideias que havia expressado. Seriam boas o suficiente? Ou era necessário servir esfihas e queijadinha?
Moon: Não fale em comida, Locutor-sama! Estou ficando com fome. (digitando)
Locutor-sama: Desculpe, mas ouvi dizer que as ideias gostam dessas coisas.
Moon: Nem todas. Muitas são bem mais exigentes!
Locutor-sama: Sobre o que você está digitando?
Moon: Curioso você, hein? O que você acha que devo estar digitando?
Locutor-sama: Não sou tão ousado em arriscar um palpite.
Moon: Você não é nada divertido, sabia disso? Pombas, fale qualquer coisa.
Locutor-sama: Um plano maligno para dominar o mundo?
Moon: Não, não. Tenho cara de vilã?
Locutor-sama: Não tem, mas podia estar escrevendo isso para alguma história.
Moon: Tente outra coisa, por favor.
Locutor-sama: Uma música sobre como você gosta de duendes e abacaxis?
Moon: Essas coisas não combinam, Locutor.
Locutor-sama: De repente você pode conseguir combinar.
Moon: Você deve ter razão. Mais algum chute?
Locutor-sama: Só se for para contar uma história sobre esportes. É isso?
Moon: Esportes? ESPORTES? Você é hilário, Locutor-sama.
Locutor-sama: Pensei que apenas o Seu Hilário era hilário.
Moon: De onde tirou isso? Para quê eu escreveria uma história de esportes?
Locutor-sama: Dizem as lendas que você sabia jogar futebol muito bem…
Moon: E você acredita em lendas?
Locutor-sama: Não vejo nenhum problema em acreditar em lendas, senhorita.
Moon: Tá, tá. E o que mais?
Locutor-sama: Que você sabe fazer?
Moon: Não, não. O que mais você acha que eu possa estar digitando?
Locutor-sama: Uma lista de compras?
Moon: Você acha que tenho dinheiro para fazer uma lista de compras??
Locutor-sama: Mas fazer uma lista de compras não gasta nada.
Moon: Gasta tempo. E não faria uma lista de compras sem ter algum dinheiro para gastar, Locutor. Foi isso que eu quis dizer.
Locutor-sama: A lista de personagens para o blog?
Moon: Infelizmente, não. Está na minha lista de coisas para fazer.
Locutor-sama: Um e-mail para alguém de outra galáxia.
Moon: Não sou a Hello para fazer isso.
Locutor-sama: As lendas dizem o contrário…
Moon: Você cismou com lendas hoje, hein?
Locutor-sama: Bem, gosto de coisas interessantes.
Moon: Desde quando você gosta de coisas interessante? Fale “fofoca” de uma vez.
Locutor-sama: Por falar em fofoca, vai fazer um post sobre piada com fofoqueiro?
Moon: Não valeu, você sabe pois comentei que apareceu isso no popstats.
Locutor-sama: Quer dizer que eu acertei?
Moon: Não, acha que faria você perder tempo adivinhando algo que já te disse o que era? Francamente, Locutor-sama.
Locutor-sama: Eu desisto. O que é que você está digitando, então?
Moon: Essa história, oras! Tão óbvio.

Green House Stories

Comprar coisas pela internet é viver perigosamente, e se acabar vindo junto do que você pediu um hamster fofinho querendo dominar o mundo?

Na Casa Verde, sala de estar.
Locutor-sama: Hoje é um domingo um tanto incomum pois está chovendo, depois de muito tempo, na Cidade dos Cinco Monumentos…
Hello: (sentada na cadeira em um canto, usando um notebook que estava em cima da mesa) Veja só, Ramsés! Não acha que vale a pena tentar participar dessa incrível promoção?
Ramsés: (no colo da Hello) Isso depende, de qual promoção você está falando?
Hello: Um OVNI quebrado, por um preço ótimo!
Ramsés: O que você vai fazer com um OVNI quebrado?
Hello: Consertá-lo para usar, ué.
Ramsés: Hello, você já tem um OVNI!
Hello: É?
Ramsés: Pelo menos você tinha um. Aconteceu alguma coisa com ele?
Hello: (pensa um pouco) Acho que ele acabou sendo distruído.
Ramsés: E como isso aconteceu?
Hello: Deve ter sido quando eu salvei nosso planeta da invasão dos morangos que gostavam de cantar músicas clichês. Eles se tornam um tanto violentos quando estão nas suas naves, é assustador!
Ramsés: Mesmo assim ainda acho que não compensa comprar um OVNI quebrado, quando você tem dinheiro para comprar um em melhores condições.
Hello: Talvez você tenha razão. Ainda bem que tem muito mais ofertas!
Ramsés: O que foi que você viu, agora?
Hello: Uma peruca de alienígena! Ou melhor, três pelo preço de uma.
Ramsés: Esse é o tipo de oferta que considero mais perigosa.
Hello: O que tem de mais comprar uma peruca alienígena?
Ramsés: Estou falando das ofertas três pelo preço de um.
Hello: Sei… o que tem demais?
Ramsés: Você já comprou coisas defeituosas assim, lembra?
Hello: Ah, mas acidentes acontecem!
Ramsés: Você não tem perucas suficientes?
Hello: Mas… mas é uma peruca alien!
Ramsés: Acho mais fácil você ir na lojinha de fantasias que tem por aqui, assim dá para ver a peruca. Na internet não é muito confiável.
Hello: Que tal um buquê de flores marcianas?
Ramsés: Contadoras de piadas, especialistas em computador ou aquelas que tem um gosto para comidas um tanto… assustadoras?
Hello: Bem, tem de todas essas opções aqui.
Ramsés: Não tem nada de menos perigoso para comprar?
Hello: Existe algo de perigoso em contar piadas?
Ramsés: Existe.
Hello: Tem razão, Ramsés. Vou comprar uma máquina de sorte aleatória! Tem aqui um aplicativo que mostra mais ou menos como ela funciona.
Ramsés: Que tipo de sorte aleatória saiu para você?
Hello: “Amanhã vai acabar a sua geléia, e você vai ter que sair para comprar uma.”
Ramsés: Espero que você não tenha acreditado nessa bobagem.
Hello: Não. Que coisa mais inútil! Até eu consigo pensar em uma sorte dessas.
Ramsés: Já desistiu de comprar coisas pela internet?
Hello: Tem um sapato que sabe fazer sushi!
Ramsés: Francamente Hello, comprar coisas pela internet é algo tão perigoso quanto gastar todo o seu dinheiro numa promoção de meias!
Hello: Desde quando elas são perigosas?
Ramsés: Se você comprar várias, e deixar a maioria delas sem usar dentro de um armário… Acredite, não vai querer saber o que acontece.
Hello: Desisto! Vou fazer algo de interessante. Pode descer, Ramsés?
Ramsés: Está certo. (desce do colo da Hello) Mas o que você vai fazer?
Hello: Panquecas!
Ramsés: Se você fizer uma para mim…
Hello: Gatos não comem isso, Ramsés.
Ramsés: Mas eu sou um gato alienígena!
Hello: Tá, eu faço uma para você.

Happy Green Things

Existem ideias que estão guardadas faz tanto tempo, que quando as achamos nos surpreendemos por termos pensando em algo tão estranho e jamais ter utilizado em alguma história.

Locutor-sama: A autora estava no imaginário, porém bonito e criativo estúdio Happy Green Things. Era um local bastante agradável para escrever e filmar as histórias. No seu escritório, onde recebia a visita do seu contra-regra Hércules e da maioria das vezes, a minha visita.
Moon: Histórias com romance de enredo secundário. Acredito que seja a ideia perfeita! Quem liga para as coisas clichês? Confiança é mais importante do que colocar aquelas… coisas extremamente melosas.
Locutor-sama: Bom dia, Senhorita Moon.
Moon: Oh, bom dia para você, Locutor.
Locutor-sama: Permite-me perguntar uma coisa?
Moon: Depende do tipo de coisa.
Locutor-sama: Você está refletindo em ideias para as histórias do blog?
Moon: Não exatamente, desculpe decepcioná-lo.
Locutor-sama: Não me decepcionou. Você respondeu a minha pergunta, obrigado.
Moon: Não precisa ser tão educado. Você está me dando nervoso, sabia?
Locutor-sama: Mudando de assunto, se me permite, posso saber qual é o meu serviço para hoje?
Moon: Hoje? (cruza os braços e começa a pensa) Difícil de dizer. Estou com várias ideias, e ainda não me decidi.
Locutor-sama: Acredito que seja bom ter várias ideias.
Moon: Ou tenho ideias demais, ou tenho ideias de menos.
Locutor-sama: Isso não é ótimo?
Moon: Seria ótimo, porém eu preferia algo mais meio termo, sabe?
Locutor-sama: Nós nunca podemos ter tudo o que queremos, Senhorita Moon.
Moon: (bate com a mão na testa) Difícil falar com alguém que fala tão corretamente como se tivesse saído de um livro de português. (pensando)
Locutor-sama: O que houve?
Moon: Nada de preocupante. De qualquer forma, você sabia que o Fay fez o papel de Okiura em Kobato?
Locutor-sama: É mesmo? Sabe, eu pensei que se escrevia Fye.
Moon: Fay, Fye, Phi… Olha, você prefere que eu diga algo do gênero: “Aquele mago muito simpático de Tsubasa, que cada pessoa escreve seu nome de um modo diferente?”
Locutor-sama: Peço desculpas, não sabia que tinha mais um modo de escrever o nome do mago.
Moon: Tá, tá. Tudo bem, fazer o quê?
Locutor-sama: Vejo que tem algumas ideias anotadas, em cima da mesa. Posso ver?
Moon: Se você entender minha letra, beleza. Pode ler.
Locutor-sama: (começa a ler o que está escrito no papel)

  • Duendes pulando na cabeça de um abacaxi gigante.
  • Alienígenas que não suportam abacaxi
  • Abacaxis que gostam de jogar Mario Kart.
  • Macaco que sequestra uma doceira para fazer tortas da abacaxi para ele, pois cansou de comer banana.
  • Abacaxis que cantam e dançam.

Moon: O que achou?
Locutor-sama: Interessantes ideias, mas porquê todas são relacionadas com abacaxis?
Moon: Provavelmente porque você pegou uma lista das ideias na letra A.
Locutor-sama: Elas estão organizadas em ordem alfabética?
Moon: Uma pequena parcela, está arrumada. E quando digo “pequena”, você não faz ideia de quantas ainda preciso organizar.
Locutor-sama: Parece um tanto trabalho.
Moon: Isso porque você não viu as ideias guardadas no baú.
Locutor-sama: Em um baú? Qual?
Moon: Tem um aqui, nessa sala. Você nunca o viu porque uso ele para apoiar os pés. (abaixa até o inferior da mesa e puxa o baú para tirar de lá) É esse aqui.
Locutor-sama: Um baú de cor vermelha! Bonito, tem um estilo antigo.
Moon: Não precisa descrever para mim.
Locutor-sama: Tem alguma ideia interessante, aí dentro?
Moon: Não faço ideia. Ele está servindo de descanso para os pés há tanto tempo, que nem sei o que tem dentro.
Locutor-sama: Vamos abrir para conferir?
Moon: Tá. (abre o baú) Olha só o que saiu!
Locutor-sama: Uma abacaxi com capa de Super Herói? Que original!

– Vamos ver se eu consigo postar o mês todo, como fiz em novembro.

Green House Stories

Bloco de notas é ótimo para criar vários documentos novos sem conteúdo algum, mas com títulos geniais.

Casa Verde, cozinha.
Locutor-sama: Hoje é dia 30 de novembro, último dia do mês. Sei que todos sabem disso, pois quem não tem calendário em casa? Ou uma rede social, para te lembrar que estamos na sexta-feira. Só não peça para novembro te surpreender, no último dia.
Hello: Estou tão contente, pois novembro me surpreendeu!
Locutor-sama: Fico muito contente em saber disso, senhorita Hello.
Hello: (rindo) Ah, estou tão contente que meu fofo mais chegar!
Barman: (cozinhando, como sempre) Fofo? (pergunta curiosamente)
Hello: Sim! Tenho certeza que vocês vão adorá-lo… Ele é uma gracinha! Bom, talvez você não goste dele na primeira vez, mas você se acostuma…
Barman: (engasga benbendo água) Como é quê é?
Hello: Depois terminar a faculdade, e fazer todos os cursos com a Tuta, ele finalmente vem morar aqui conosco!
Barman: Quem é que vai vir, exatamente? (muito curioso)
Hello: Ora, você vai ver quando ele chegar. Meu fofo é muito simpático, não se preocupe.
Barman: Você quer fazer uma surpresa?
Hello: É que eu não quero vê-lo aborrecido, Barman.
Barman: Não vou ficar aborrecido… apenas curioso.
Hello: Que dia feliz, obrigada por me surpreender, novembro!
Balinha: (entra na cozinha) O que aconteceu de tão surpreendente?
Hello: Ele vai chegar, meu amigo bárbaro!
Balinha: Ele? É sério?
Hello: Seríssimo.
Balinha: Podemos beber aquelas coisas ótimas para anões?
Hello: Aquelas bebidas fortes? Nem pensar, Balinha! Vamos comemorar com suco de uva, é mais seguro.
Balinha: Tá, tá. Eu vou preparar uma musiquinha de boas vindas, então.
Hello: Espero que seja algo bem poético! (Balinha sai da cozinha)
Barman: Até o Balinha sabe quem vai chegar?
Hello: Pois é, comentei para ele.
Barman: Estou muito desinformado, se até um anão sabe.
Hello: Não é questão de estar desinformado… Ah! Ele chegou! (escuta um barulho no lado de fora e sai da cozinha)
Barman: (vai para a janela) Quem chegou, afinal?
Locutor-sama: Meu primo Barman não acreditava no que via, e quem ia entrar na Casa Verde junto com a Hello!
Barman: (foi para a entrada da Casa Verde) Um gato!
Hello: Ele não é uma gracinha? (segurando um gato preto no colo) Apresente-se, meu fofo!
???: Meu nome é Ramsés. Prazer em conhecê-lo. (ao terminar de falar, pula do colo da Hello) Não precisa ter medo de mim.
Barman: Medo? Como sabe que tenho medo de gatos?
Ramsés: Isso está escrito na sua testa. (dá uma risada) Relaxa, a Hello bem que me avisou que você era muito simpático. Já fui com a sua cara.
Barman: Ah, é? (respira aliviado)
Ramsés: Existem certos amigos da Hello, que logo na primeira vez que os vi… Como direi? Eles sentiram a minha fúria. Você ainda está aí, respirando.
Hello: Credo Ramsés, assim o Barman vai achar que você é criminoso.
Barman: Não acho, percebi que ele está de brincadeira.
Ramsés: Eu estava falando sério quando disse que muitos já sentiram minha fúria.
Barman: Puxa vida, espero me dar bem com você, então.
Ramsés: Eu tenho uma coisa a dizer. Você pode se abaixar, pois queria falar baixinho.
Barman: Está bem. (se abaixa)
Ramsés: (vai até perto do Barman e cochicha algo que Hello não escuta)
Barman: Até isso está escrito na minha cara? (surpreso)
Ramsés: Você não é um personagem muito misterioso, sabia?

– Ramsés é um gato falante, a única coisa que ele tem em comum com os outros gatos, é que ele anda de quatro patas. E eu invento que a Hello tem um gato, sendo que nunca tive um de estimação. Ele é alienígena mesmo, então não estranhem se ele se comportar de maneira diferente dos outros gatos.
– Postei todos os dias em novembro! Ganho uma estrelinha por isso? 😀

Happy Green Things, Silly Tales

Ninguém entendeu até agora que cupcakes não foram feitos para serem comidos, só são ótimos modelos para fotos, que depois dá para compartilhar em tumblr, facebook, instagram…

No estúdio Happy Green Things.
Locutor-sama: Hoje é mais um dia daqueles, que nós perguntamos a seguinte questão: Por que hoje é quinta-feira e não sexta-feira? E o que existe de especial no último dia da semana, que as pessoas gostam tanto?
Moon: Faça esses questionamentos na sexta-feira, e não na quinta.
Locutor-sama: Senhorita Moon, nós estamos sem roteiro novamente?
Moon: Lógico que não.
Locutor-sama: Então… onde está o roteiro do post de hoje?
Moon: O Biscoito comeu, eu juro.
Locutor-sama: Papel não é chocolate.
Moon: Foi o que eu disse para ele, mas quem escuta a dona Moon?
Locutor-sama: Está sem ideia do que vai fazer com a história de hoje?
Moon: Que absurdo você me dizer isso! Estou cheia de ideias!
Locutor-sama: Me diga três delas, por gentileza.
Moon: Aulas de dança para um boneco de palito, maquiando o duende bonitinho e escrevendo de cabeça para baixo.
Locutor-sama: O que foram essas ideias, exatamente, Senhorita Moon?
Moon: Bem, acabar de sair do forno. Não estranhe ser do formato de cupcakes, acho tão bonitinho. Dá até pena de comer.
Locutor-sama: Você vai comer ideias?
Moon: Oh, não. O que estou dizendo? Deve ser a fome, me fazendo falar besteiras.
Locutor-sama: Senhorita Moon, já decidiu sobre o que vai ser a história de hoje?
Moon: Não interrompa meus pensamentos. Estou tentando decidir, juro.
Locutor-sama: Está bem.
Moon: (tem uma ideia) Já sei! Vamos até o meu laboratório!
Locutor-sama: Você tem um laboratório?
Moon: Todos tem laboratórios no dia de hoje, Locutor! Atualize-se!
Locutor-sama: Eu não tem laboratório.
Moon: Narradores de histórias não contam.
Locutor-sama: (já no laboratório) Quem diria que tinha um local como esse, aqui no estúdio!
Moon: Pois é. Como o orçamento anda meio apertado, só tenho óculos de cientista maluca. Ah, e devo deixar meu cabelo bagunçado…
Locutor-sama: Mas para quê você vai fazer isso, Senhorita Moon?
Moon: Oras, tenho que ser cientista maluca da maneira apropriada, pombas.
Locutor-sama: E o que você irá inventar de maluco?
Moon: Uma ideia maluca, apenas. Está vendo aquela mesa, Locutor?
Locutor-sama: Sim, e ela está cheia de cadernos em cima.
Moon: Exato! Nesses cadernos – que não são os originais, apenas cópias – tem várias ideias. Vou colocar num liquidificador – não façam isso em casa! – e ver no que dá.
Locutor-sama: Acredito que haverá uma explosão, e o liquidificador acabará quebrado. Apenas minha opinião.
Moon: Não seja pessimista, Locutor-sama. Vamos ver no que vai dar!
(após um desastre terrível que não deve ser repetido no mundo real)
Locutor-sama: Acho que não foi bem isso que foi planejado, Senhorita Moon.
Moon: Claro que não. A culpa foi do seu olho gordo!
Locutor-sama: Melhor limparmos isso aqui… (pegando vassouras)
Moon: E agora? Que história vou escrever?
Locutor-sama: Situações cômicas podem se tornar uma história.
Moon: Se eu não te conhecesse bem, acharia que você está sendo sarcástico.
Locutor-sama: Sarcasmo não faz meu estilo, apenas gosto de ser dramático.
Moon: Ainda bem. E ainda tem vezes que você quer dar uma de filósofo…

– Locutor-sama só sabe atrapalhar.

Green House Stories

Pacotes são coisas esquisitas, pois podem ter qualquer coisa dentro. É uma caixinha de surpresas. Os dessa história devem ter algo de muito suspeito, por isso que os duenditos invadiram o correio…

Ontem – na frente do Correio da Cidade dos Cinco Monumentos.
Barman: Como é? O correio está em greve?
Pessoa que estava passando: Sim, foi o que eu ouvi. Parece que houve uma invasão…
Hello: Que tipo de pessoas invadiria um correio?
Pessoa que estava passando: Não sei direito, que foi que invadiu o correio.
Hello: Ai meu deus, informação pela metade… Obrigada, pessoa.
Pessoa que estava passando: Não há de quê. (sai andando)
Barman: O que você vai fazer?
Hello: Ligar para o P-san. (digita o número) Alô, P-san? Você poderia me informar o que aconteceu no Correio da Cidade dos Cinco Monumentos?
P-san: Ele foi invadido pelos duenditos.
Hello: Duenditos?? Quer ajuda para resolver isso?
P-san: Sim, duenditos! Não precisa, já estou aqui, na cena do crime.
Hello: Não posso fazer nada para ajudar?
P-san: Aproveite sua folga! Tchau! (desliga o telefone)
Hello: (também desliga o telefone) Bem, vamos ter que enviar essas coisas de outro jeito. Difícil só ter um correio na cidade toda…
Barman: Bom, posso pedir para alguém vir buscar.
Hello: É, não é uma má ideia.
Barman: Mas só vai dar para fazer isso amanhã. Não é bom pedir favores para ele na terça-feira.
Hello: Ele quem?
Barman: O chefe da Casa Verde 2, ué. Na terça-feira normalmente ele passa o dia em várias reuniões com os funcionários.
Hello: Não era mais fácil fazer reunião de uma vez só?
Barman: Eu já disse isso para ele, mas até agora não fez isso.

Hoje – Casa Verde, escritório da Hello.
Barman: Não sei o que deu nos telefones dessa casa hoje… Nenhum que funcionar!
Hello: Ué, o meu está funcionando perfeitamente.
Barman: Posso usar?
Hello: Claro! Eu já não aguento mais olhar para essas caixas. Temos que nos livrar dela enquanto antes. E se tiverem bombas?
Barman: Só se for de chocolate.
Hello: Exatamente. O Biscoito poderá vir nos atacar!
Barman: (começa a discar no telefone) Boa tarde, gostaria de falar com o chefe.
Secretária: Irei passar para ele.
Barman: Obrigado.
???: Alô! Há quanto tempo você não me liga!
Barman: Estou no trabalho, serei breve.
???: Sei, sei. O que houve?
Barman: Estou com uns pacotes aqui que são para enviarem para você.
???: Ah, meus mangás!
Barman: (surpreso) Mangás??
???: Tem o Run Queixinho, Desodorante, Detergente, Cartas para mandar pelo correio, Giz mancha…
Barman: E você pediu para a Rosalina comprar e te enviar pelo correio?
???: Ela não se incomodou, e sabe… nessa terra aqui não tem mangás.
Barman: Bom, o correio está em greve, então alguém vai ter que vir buscar.
???: Está bem, eu mando alguém aí. Agradeça a Rosalina para mim, tá? Tchau.
Barman: Pode deixar, tchau. (desliga o telefone)
Hello: Quem é o chefe da Casa Verde 2?
Barman: O Sebastian, meu irmão mais novo.
Hello: Seu irmão mais novo…
Barman: Não é o mordomo daquele mangá. (completa a frase da Hello rapidamente)

No Estúdio Happy Green Things
Hércules: (o contra-regra substituto da Cola-sama) Não era bem esse personagem que você ia apresentar, não é verdade?
Moon: Quem liga?
Hércules: É melhor você ter uma certa lógica, quanto aos aparecimentos dos personagens.
Moon: Talvez você tenha razão.
Hércules: Espero que você não se esqueça de apresentar…
Moon: Fica para a próxima. E essa história aqui não contou exatamente como uma apresentação, já que o Barman apenas falou com o irmão pelo telefone.
Hércules: E essa história de ter uma segunda Casa Verde?
Moon: Ah, essa ideia é velha, eu tinha esquecido de apresentá-la no blog.
Hércules: Está certo. Mais alguma coisa planejada?
Moon: Sim Hércules! Preciso de um casal novo nas histórias.
Hércules: Você vai finalmente fazer…?
Moon: Quem sabe? (sorrisinho misterioso)

Green House Stories

Terça-feira é um bom dia para conversar com anões bárbaros. Ao contrário do que as pessoas pensam, eles podem ser bastante simpáticos. É só saber conversar com eles, e se não for pedir demais, gostar de Senhor dos Anéis. Quando você trabalha demais, as coisas parecem dar errado, apenas para testar a sua paciência. Cuidado para não enlouquecer a ponto de começar a contar fofocas para as flores!

Casa verde, sala de estar.
Locutor-sama: É muito engraçado você ver as pessoas conversando. Principalmente se uma dessas pessoas não é um humano, e sim um anão bárbaro. Nada contra, apenas acho interessante a variedade de personagens da Senhorita Moon. É impressão minha ou os personagens humanos são a minoria?
Fábio: Quer dizer que você fez uma ponta no filme do Hobbit?
Balinha: Exatamente. E ainda por cima vendi o shampoo que eles usam.
Fábio: Você é revendedor de shampoos? Que interessante! Deve ser legal mesmo é conhecer os anões famosos.
Balinha: É, de fato. O problema é que, quando o pessoal foi contratado para fazer o filme, eles mudaram muito o estilo.
Fábio: Maquiagem? Isso explica muito coisa.
Balinha: Pois é. Eles disseram que os anões deveriam ser estilosos como o Aragorn.
Fábio: Que coisa! Se não fossem tão estilosos, não poderiam ser heróis?
Balinha: Acho que são preconceituosos, quando se trata de anões feios.
Fábio: Não quer dizer que alguém seja feio, que não possa ser herói.
Balinha: Concordo com você, mas vai convencer esse pessoal teimoso? Eles cismam em dizer que sabem o que fazem.
Fábio: Pois é. E você, não usou maquiagem nenhuma?
Balinha: Não. Disseram que figurantes não precisam ser muito bonitinhos…
Fábio: São preconceituosos com figurantes? Que absurdo!
Hello: (descendo as escadas) Rosalina, você não precisa fazer isso! Não é algo tão urgente assim!
Rosalina: (descendo as escadas também, na frente da Hello, com várias caixas) Qual é o problema de deixar as coisas adiantadas?
Hello: Para quê deixar as coisas adiantadas? Você tem que se divertir mais, Rosa!
Rosalina: Não preciso me divertir! (termina de descer as escadas)
Hello: (também termina de descer as escadas) Lógico que você precisa, todos precisam! Trabalhar, trabalhar e trabalhar sem descanso nenhum deixa você louca!
Rosalina: Não conseguiria se tornar mais louca do que você, ou o jardineiro que gosta de falar com as flores.
Hello: Não vejo nenhum problema com isso. Cada louco com a sua mania!
Rosalina: De qualque forma, vou adiantar serviço. Com licença… (acaba esbarrando no Olliver e cai no chão)
Olliver: Ah, me desculpe Rosalina! (começa a pegar as caixas que caíram)
Rosalina: Francamente, como tudo acontece nessas horas…
Hello: (se abaixa para pegar as caixas também) Meu deus, o que há com esses funcionários? Quem será o próximo a me dar trabalho?
Olliver: (termina de recolher as caixas) Mais uma vez desculpa, Rosalina.
Rosalina: Deixa para lá, a culpa não foi sua. Hello, talvez você tenha razão. Preciso de um descanso.
Hello: É lógico que tenho razão, Rosa. Não se preocupe, e faça algo divertido. O que você ia fazer com essas caixas?
Rosalina: Ia enviar pelo correio. Eram coisas que precisavam ser mandadas para a Casa Verde 2.
Hello: Ah, a Casa Verde 2…
Locutor-sama: A Casa Verde 2 é a mesma coisa que a normal, porém é um pouquinho mais cara. É um local mais chique.
Hello: Se é esse o problema, eu posso mandar.
Rosalina: Você? Esqueceu que sempre se perde, até o correio?
Hello: É verdade! (bate com a mão na testa) Eu levo o Barman, então?
Olliver: E quem vai fazer o almoço? (pergunta curiosamente)
Hello: Bem, você pode chamar a Miss Cupcake ou o Wolf? Estarei pagando bem, para quem fazer esse grande favor…
Wolf: Alguém aí falou em dinheiro? (aparece repentinamente na sala)
Hello: Pode fazer o almoço, por favor?
Wolf: Posso, já que você disse que vai pagar…
Hello: Muito obriga, meu bom Wolf! Barman!
Barman: (chega na sala) Sim?
Hello: Preciso que vá comigo até o correio.
Barman: Tudo bem. Era isso que a Rosalina ia fazer, não?
Rosalina: A Hello quer que eu descanse.
Barman: Ah! Que bom que ela concorda comigo, você tem trabalhado um pouco demais.
Rosalina: Você acha?
Barman: Sim, acho. Já falei isso várias vezes… Vou pegar a chave do carro. Hello, me espere lá na frente, por favor.
Hello: Certo, já vou indo com as caixas… (andando com cuidado)
Locutor-sama: Deixe que eu te ajudo, senhorita Hello.
Hello: Tudo bem. Mas você vai narrar dramaticamente enquanto o Barman dirige?
Locutor-sama: Não. Ele não gosta de narrações dramáticas enquanto está dirigindo.

Green House Stories

Reflita todos os dias, não apenas na segunda-feira. Existem coisas que você inventa para passar o tempo, que acabam virando coisas repetitivas demais e cansativas.

Casa Verde, sala de estar.
Locutor-sama: Hoje é um daqueles dias em que as pessoas não esperam nada de muito positivo, apenas coisas estressantes. O preconceito que muitos tem sobre o primeiro dia útil da semana, atravessará gerações. Não acredito que a humanidade começará a gostar dela, um dia. Ou será que estou errado? Nunca se sabe, a vida sempre sabe nos surpreender.
Hello: Olá, Locutor-sama. Fazendo reflexões sobre a segunda-feira, tão cedo?
Locutor-sama: Gosto de fazer os leitores pensarem.
Hello: Entendo. É difícil de convencer as pessoas, sabe Locutor? Hoje é um dia difícil.
Locutor-sama: Pode até ser, nem todos gostam de desafios.
Hello: Lógico! É como pedir para as pessoas fazerem algo de útil no feriado. Você conseguiria fazer isso?
Locutor-sama: Depende do que me pedissem.
Hello: Estudaria matemática em um feriado?
Locutor-sama: Depende da situação. Se aparecesse um problema complicado, no meio do supermercado…
Hello: Algo relacionado a compra de várias latinhas de refrigerante de laranja?
Locutor-sama: Pode ser. E se de repente, não tivesse dinheiro para comprar todas as latinhas que queria?
Hello: Você ia usar todos os palavrões que conhece e colocar toda a culpa na segunda-feira, ou ia ser frio o bastante para fazer cálculos?
Locutor-sama: Calcular nunca matou ninguém.
Hello: Será? Espero que você esteja certo, Locutor.
Locutor-sama: Mudando de assunto, o Olliver continua falando com as flores?
Hello: Sim. Não só falando com elas, como almoçando e jantando ao lado de um das flores. Ainda não deu para entender muito bem o que ele ganha com isso.
Locutor-sama: Será que ele está realmente doido ou…
Hello: O Olliver verdadeiro foi abduzido?
Locutor-sama: Ia sugerir que talvez, ele pudesse estar fingindo que estava doido.
Hello: O que ele iria ganhar com isso?
Locutor-sama: Talvez ele possa estar entediado ou se sentindo solitário.
Hello: Ou talvez as duas coisas. Pedi para o Barman ajudar a resolver o problema dele.
Locutor-sama: E como é que isso vai ser resolvido?
Hello: Você vai ver.

Casa Verde, jardim da frente.
Olliver: Será que está adiantando algo, esse fingimento todo? A autora já está suficientemente confusa, ou estou apenas pagando mico? (pensando)
Barman: Olliver, posso falar com você um minuto, por favor?
Olliver: Claro, o que foi?
Barman: Como você parece estar seriamente entediado, e as flores estão recebendo tratamento excessivo, aqui está um pequeno presente meu. (dá um pacote para o Olliver)
Olliver: (abre o pacote) Um videogame portátil?
Barman: Sim, aqui estão os jogos. (dá três caixas de jogo) Agora, por gentileza, dê férias para as flores.
Olliver: Será que elas já perderam paciência comigo?
Barman: Elas não aguentam mais ouvir as suas fofocas… pelo menos foi isso que a Hello disse.
Olliver: A chefia sabe falar com as flores?
Barman: Não sei, ela provavelmente disse isso apenas por brincadeira.
Olliver: Agora vou precisar mudar a estratégia para confundir a autora. (pensando)

Raccoon Tales

Observar vizinhos não é algo que apenas ruivas doidas fazem, tem vezes que guaxinins acabam fazendo a mesma coisa. Não vários vizinhos, e sim alguém em particular.

Mansão da Tuta-sama, na sala da televisão principal.
Locutor-sama: Hoje é domingo, um dia extremamente tedioso, para a maioria das pessoas. E o que Tuta-sama faz, enquanto isso? Estou aqui para descobrir qual é a diversão da guaxinim milionária. Espero que ela não almoce macarrão com almôndegas, isso seria comum demais.
Tuta-sama: (assistindo tevê e rindo) Não acredito nisso! Hilário, é melhor do que a programação repetitiva do dia de hoje.
Beta: Precisa de alguma coisa, Tuta-sama?
Tuta-sama: Não Beta, por enquanto não. Apenas sossego, para poder espionar a dona Maricota!
Beta: Eu não acho que seja uma coisa muito correta, espioná-la…
Tuta-sama: Ora, e daí? Quantas vezes ela também não está com binóculos, olhando para minha mansão? Aquela louca não tem o que fazer na vida.
Locutor-sama: Dona Maricota é a vizinha de Tuta-sama. Ela é um gambá, mas não creio que seja um detalhe que faça mudar a opinião da guaxinim sobre ela.
Tuta-sama: Quieto, chibi Locutor-sama! Beta, desde quando eu escuto o que você diz?
Beta: Faça o que achar melhor, Tuta-sama. Irei para a cozinha.
Tuta-sama: Não se esforce muito, está bem? O almoço de hoje pode ser simples.
Beta: Como quiser, Tuta-sama. (sai da sala)
Tuta-sama: Ah! Que coisa ridícula!
Locutor-sama: Se uma pessoa quer sair de chinelos de bolinha, é de total responsabilidade dela.
Tuta-sama: Se o Tim Run visse isso… que horror!
Locutor-sama: Não está sendo injusta, Tuta-sama?
Tuta-sama: Injusta? O que você sabe sobre justiça, Locutor? Você é algum herói, por acaso?
Locutor-sama: O único herói da Cidade dos Cinco Monumentos é o Super Abacaxi, até onde eu sei.
Tuta-sama: Nunca ouvi falar desse Super Abacaxi.
Locutor-sama: Um dia você saberá quem ele é, Tuta-sama.
Tuta-sama: Só sei que será outro personagem para eu pagar.
Locutor-sama: Não veja por esse lado as coisas. Tudo tem seu lado bom…
Tuta-sama: Diz isso porque não é o seu dinheiro que vai embora, toda vez que tenho que acertar o salário dos personagens.
Locutor-sama: Estava tentando ajudar, peço desculpas.
Tuta-sama: Deixa para lá, sei que você não tem más intenções. Por enquanto, pelo menos. Ah! Olha só isso! (começa a rir)
Locutor-sama: A dona Maricota está conversando com um dos vizinhos da Casa Verde, o seu Hilário.
Tuta-sama: Dou risada sempre que vejo o seu Hilário.
Locutor-sama: Posso perguntar curiosamente, o que pretende, espionando a dona Maricota, Tuta-sama?
Tuta-sama: Não pretendo nada.
Locutor-sama: Tem certeza?
Tuta-sama: Claro que tenho! Ih, olha só! (aponta para a tevê) Ela está indo para a casa de massa.
Locutor-sama: O que será que ela vai comprar?
Tuta-sama: Fala de mim, mas você é outro fofoqueiro, Locutor. Não sei.
Locutor-sama: Parece que é nhoque.
Tuta-sama: O que ela vai fazer, agora? Comprar frango de padaria?
Locutor-sama: Alguns minutos depois, dona Maricota sai da padaria, com frango. Não é que você acertou?
Tuta-sama: Ela é normal demais, para o meu gosto.
Locutor-sama: Tem vezes que as pessoas gostam de serem comuns, principalmente aos domingos.
Tuta-sama: Talvez você tenha razão. Quer saber? Já assisti o suficente. Vou embora! (sai da sala)
Locutor-sama: Mal Tuta-sama saiu, dona Maricota desapareceu em uma estranha nuvem de fumaça. Isso foi bastante estranho!

– Tem post programado até o último dia do mês. Todos no mesmo horário: Nove e meia da manhã.