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Green House Stories, Happy Green Things

Personagens voltam, pois um deles está atualmente terminando seu treinamento, para virar mordomo. Dizem que é uma escola organizada pelos ursos das florestas nas montanhas. Desconfio que o local seja na Terra Mediana. O Balinha deve ter conhecido ele, por aí. Sabe como é… Ursos são amigos de anões! O Tobi não tem nada a ver com isso.

Moon: Olá! Estamos aqui, com mais uma animada história para o blog.
Locutor-sama: Você está bastante animada, senhorita Moon.
Moon: Pois é, meu caro narrador! Sabe o quê é?
Locutor-sama: Não.
Moon: O fim do ano está chegando! E com ele, bastante comida! Huhuhu!
Locutor-sama: Essa risadinha me lembrou do esquilo Filbert, de Animal Crossing.
Moon: Não entendo o porquê de nós, aqui no Brasil, termos o costume de comer tanto. Estamos no verão… não estamos?
Locutor-sama: Normalmente em dezembro é verão. A não ser que você esteja em outro local no mundo. Tudo depende do seu ponto de vista…
Moon: Interessante.
Locutor-sama: Algo mais a dizer antes que eu vá trabalhar?
Moon: Dá para me servir um suco de uva?

Locutor-sama: Depois de servir um suco de uva para a autora, cheguei aqui na Casa Verde, para ver o que há de novo.
Hello: (jogando xadrez) Bom dia, Locutor. Não há nada de novo.
Rika: (jogando também) É. Tudo muito parado.
Locutor-sama: É verdade? Que pena. Eu ouvi dizer algo de interessante.
Hello: Fofoca?
Rika: Sou toda ouvidos.
Locutor-sama: Um outro personagem antigo está para voltar.
Hello: Outro? Quem?
Rika: É! Quem é?
Locutor-sama: É alguém bem antigo. Acredito que a Senhorita Rika irá lembrar.
Rika: Eu? (pensando um pouco para ver se lembrar)
Hello: Puxa vida, isso que dá ser personagem novo…
Locutor-sama: Você não é personagem tão novo assim.
Hello: Antigamente você era o Senhor Itálico, a Rika era Senhorita X e o Coke-san era… era… Todos, não é? Acho que sim.
Locutor-sama: Senhor Itálico? Tem certeza disso?
Hello: Você não se lembra?
Locutor-sama: Bom, faz tanto tempo. Minha memória não é cem por cento perfeita.
Rika: Ah! K-chan!
Hello: K-chan? Outra mulher?
Locutor-sama: K, de Katsu. É um homem, na verdade.
Hello: Velho?
Rika: Não, ele tem mais ou menos minha idade. Nossa diferença é de alguns meses.
Hello: Ah, então ele tem dezoito. Entendi.
Locutor-sama: Quando será que ele vai aparecer? Estou curioso.
Hello: É mesmo?
Rika: Pelo que eu soube, parece que ele mudou bastante.
Locutor-sama: Mudou mesmo. Agora ele é um rapaz simpático.
Hello: K-chan. A Moon é boa para nomes… criativos.
Rika: Ah, mas esse apelido fui eu que dei. Fica mais bonitinho, não acha?
Hello: É bonitinho, de fato. Tudo que tem “-chan” fica um pouco mais bonitinho.
Random: (aparece repentinamente) Oi!
Locutor-sama: Oi, Random. “Bonecos de Palito dizendo oi”. Só veio você?
Random: Pois é. O pessoal tá atrasado.
Locutor-sama: O mundo está cheio de bonecos de palito.
Hello: Essa foi profunda!

Happy Green Things

12/12/12 Quem está aqui para ver essa data passando tem muita sorte, pois a próxima vez só vai ser nos anos 3.000! Já imaginou?

Primeiro eu tinha pensando em programar esse post para a noite, mas mudei de ideia. Imaginem que já estou me adiantando, pois na dimensão das histórias de Silly Tales já é de noite.

Locutor-sama: Hoje é um dia muito especial. As lendas dizem que seremos invadidos por batatas gigantes que soltam lasers pelos olhos, uma estranha manifestação de pudims e cupcakes bonitinhos de pelúcia, uma invasão de alienígenas ninjas. De qualquer forma, meu caro leitor. Daqui a pouco é meia-noite. Se não acontecer nada durante esses dez minutos, não espere acontecer algo de muito doido no dia 21 de dezembro. Pensamento positivo e nada de pânico. Fiquem apavorados apenas se as pessoas no lado de fora comecem a tocar música alta nos carros.
Moon: Isso sim é que é fim do mundo! Se vocês querem ouvir música, conhecem a maravilhosa tecnologia futurística muito conveniente chamada FONES DE OUVIDO.
Locutor-sama: Acalme-se, senhorita Moon. Você nem sabe o que vai acontecer no dia 12/12/12. Esse post é adiantado!
Moon: Eu sei disso, meu bom Locutor. Não precisava dizer!
Locutor-sama: Eu nem ia falar, mas você acabou escrevendo a minha fala.
Moon: Tem razão. Não havia pensando nisso. De qualquer forma, não vamos pirar mais com coisas sobre o fim do mundo, certo?
Locutor-sama: Nós temos que esperar até o fim do ano.
Moon: Pombas. Cansei dessa história de fim de mundo. A Terra tá aqui até hoje, e as pessoas insistem em dizer que vai acontecer algo terrível com ela.
Locutor-sama: É difícil de convencer as pessoas.
Moon: Não estou aqui para convencer ninguém, Locutor. Estou apenas comentando. Vocês estão lendo mangá demais. Ou jogando videogame demais. Relaxem, pessoas.
Locutor-sama: Senhorita Moon, você acredita que existe a possibilidade de entrarmos em uma nova era?
Moon: Eu sei lá. (muito sincera)
Locutor-sama: As coisas podem mudar de agora em diante.
Moon: Deve ser a reforma que estão fazendo na Cidade dos Cinco Monumentos.
Locutor-sama: De fato, os jardims vão ficar muito bonitos.
Moon: Acho que é obra daquela simpática guaxinim milionária.
Locutor-sama: O que é que tem a Tuta-sama?
Moon: Ela que é a prefeita da cidade.
Locutor-sama: Que coisa, senhorita Moon. Todos sabem que ela não é…
Moon: Ora, Locutor! Ela é rica. Deve ser a verdadeira prefeita da cidade, e pronto.
Locutor-sama: Não sei bem o que dizer, senhorita.
Moon: Você pode parar de me chamar de senhorita?
Locutor-sama: Como devo chamá-la, então?
Moon: Oras, de Moon! Ou Shizuka, se preferir.
Locutor-sama: Não posso tratá-la dessa maneira, senhorita Moon.
Moon: Ai, ai… Narradores dramáticos e teimosos. (bate com a mão na testa) E o que é que vocês estão fazendo? Vão dormir, pessoas. Boa noite e sonhem com os duendes! (ou com qualquer outra coisa que vocês gostem de deixem vocês felizes)

Green House Stories

Mistérios que parecem um tanto suspeitos e esquisitos tem na verdade uma solução muito simples. Aprendi essa com um certo simpático detetive. Dizem que ele gosta de suco de uva, mas não supera seu vício pelo café.

Casa Verde, jardim da frente.
Locutor-sama: Ontem conseguimos resolver o problema da máquina enorme, felizmente o Fábio soube encaixar os fios nos lugares corretos. Quem diria que existe um livro assim na biblioteca da Casa Verde, chamado “Os lugares corretos dos fios das máquinas enormes e alienígenas”. É intrigante saber que existem coisas tão úteis nos livros. Que bom que o filho da velhinha… quero dizer, o Fábio leu esse livro outro dia, acreditando que era alguma história doida de ficção científica. Sorte a nossa, não acham?
Hello: (abre a porta da frente) Locutor, você está fazendo o quê?
Locutor-sama: Tomando chá, posso saber o motivo da sua pergunta?
Hello: É que tem algo acontecendo perto do monumento do coqueiro!
Locutor-sama: E o que está acontecendo?
Hello: Não sei, e ninguém por aqui sabe. Estava esperando que um narrador dramático, viajante de dimensões, tempo, planetas, etc, etc possa me explicar o que está acontecendo. Pode vir, por gentileza?
Locutor-sama: Está bem, eu vou com você para ver o que pode estar acontecendo.

Casa Verde, lado esquerdo da parte de fora.
Hello: Pessoal! Achei o Locutor-sama!
Rika: Ah! Que bom!
Barman: Será que você pode explicar o que está acontecendo?
Malvino: Que coisa intrigante e assustadora!
Boon: Uma loucura.
Zaltana: Nunca vi algo igual…
Miss Cupcake: Que troço mais esquisito.
Rosalina: Tem certeza que você não fez nada aqui, Wolf?
Wolf: (fazendo carinha de fofo) Não. Mas é uma ótima ideia!
Miss Cupcake: Não se deixe levar pela carinha fofa dele, Rosalina!
Alice: Será que é algo de alienígenas?
Fábio: Sei lá! Mas que não é comum, isso sabemos.
Locutor-sama: O coqueiro brilhava. É como se fosse abrir uma porta. Alguém vem de uma outra dimensão. Relaxem, não é nada de ruim.
Hello: Tem certeza? (com uma arma de laser no bolso)
Locutor-sama: Confie em mim.
Barman: Não é algo difícil. Mas será que teremos um visitante agradável?
Malvino: Pensamento positivo!
Boon: Positivo! Tô tentando!
Zaltana: Ai, que bobagem.
Locutor-sama: O brilho parou. Uma figura pequena saía de dentro do coqueiro (que cena mais esquisita). Era conhecida, e então todos se tranquilizaram…
Barman: Kekekê?
Kekekê: Oi gente!
Hello: Ufa! (respira aliviada)
Kekekê: Não posso falar muito. Quem achou um desenho infantil no jardim daqui?
Alice: Eu. Esse aqui, né? (dá o papel para o Kekekê)
Kekekê: Obrigadinho. Um momento que já explico. (entra no coqueiro por alguns minutos e depois volta) Ah, pronto. Está entregue. (desce com muito cuidado)
Barman: Então.. O que houve, meu bom amigo?
Kekekê: Vocês acreditam em outras dimensões?
Alice: Sim.
Fábio: Quem não acredita? Eu acredito.
Wolf: Em todas as dimensões, sou fofinho assim.
Miss Cupcake: Calado, seu metido. (dá um beliscão no Wolf)
Wolf: Ai! Essa doeu!
Zaltana: Acreditamos, mas tipo assim… dá para falar logo?
Kekekê: Bem, uma outra versão minha, chamada “Príncipe Kekekê” estava procurando um desenho feito pelos seus filhos.
Alice: Pensei que fosse desenho alienígena.
Kekekê: De fato era, mas não exatamente.
Hello: Como assim?
Kekekê: Me parece que as crianças aprenderam a desenhar uma máquina destruidora de piñatas. Pobrezinhas!

– Salvem as piñatas! #johnnybravofeelings.

Green House Stories

Não consigo entender o motivo para deixar os títulos do post tão grandes. Seria muito mais fácil e simples se eu escolhesse algo breve, filósofico e engraçado. No final eu nunca escolho algo desse tipo, deve ser porque realmente gosto de colocar títulos enormes para os posts

Na cozinha da Casa Verde.
Locutor-sama: Não sei se vocês já perceberam, mas eu sempre tento narrar de maneira dramática. Tem vezes que me pergunto se não seria melhor eu usar o meu tom cômico, ao invés de estar sempre usando drama como recurso para narrar.
Random: Que isso, Locutor! Está ótimo assim!
Locutor-sama: Você acha mesmo, amigo boneco de palito?
Random: Acho. Confie em mim, você é bom do jeito que é.
Locutor-sama: Muito obrigado pela sua opinião.
Barman: Você cansou de ser dramático, Locutor?
Locutor-sama: Temo ficar preso pela rotina.
Barman: Bem, acho que todos temos esse medo. Mas não se preocupe. Como o Random disse, você está bem desse jeito.
Locutor-sama: Obrigado, primo. Mas, voltando ao meu roteiro da história… as senhoritas descobriram algo sobre o desenho?
Barman: Elas ainda estão tentando descobrir.
Locutor-sama: Não conseguiram falar com o P-san?
Barman: Bem, uma hora a Hello desceu aqui e comentou que alguém tinha mexido nos fios… acho que daquelas coisas aliens que ela tem lá em cima.
Locutor-sama: Entendi. Então ela não conseguiu falar com o P-san.
Barman: Não.
Locutor-sama: Suponho que os duenditos tenham algo a ver com isso…
Barman: Com os fios mexidos?
Locutor-sama: Sim.
Random: Fios mexidos? Parece até um nome de receita de macarrão! Fiquei com fome.
Barman: Quer uma bolacha salgada para enganar a fome? (dá um mini pacote para o Random)
Random: Quero sim, obrigado Barman! (pega o mini pacote)
Locutor-sama: Vou subir para o sótão. Talvez eu possa ajudar em alguma coisa.
Barman: Boa sorte.
Locutor-sama: Não quer vir comigo?
Barman: Bem… Ainda está cedo para pensar em almoço, não é?
Locutor-sama: É claro que está.
Barman: Então vamos subir.
Locutor-sama: É melhor convidarmos o Fábio para ir com a gente. (dando uma checada no roteiro da história)

No sótão da Casa Verde
Hello: Não acredito nisso!
Alice: No que você não acredita? (consertando uma máquina enorme)
Hello: Não dá para consertar esses fios de maneira nenhuma?
Alice: Tô tentando, calma aí.
Hello: Estou ficando nervosa. É como se algo estivesse para acontecer.
Alice: Tente pensar positivo…
Hello: Estou tentando, estou tentando!
Alice: O Fábio está por aí?
Hello: Deve estar… A sala de jogos não é muito longe daqui.
Alice: Chama ele para mim, por favor. Aproveita e dá uma esticada, e pega aquele manual “Consertando máquinas enormes alienigenas.”
Hello: Ok, ok. Eu vou lá. Que manual específico, não é?
Locutor-sama: Não precisa chamar mais o Fábio, eu já o chamei.
Hello: Oh! Está lendo mentes?
Locutor-sama: (mostra o roteiro que estava no bolso)
Fábio: E eu também trouxe o manual “Consertando máquinas enormes alienigenas.”
Alice: Ótimo! Dá para passar para cá?
Fábio: Claro. (dá o manual para a Alice)
Barman: Descobriam quem causou isso?
Hello: Sim. Duenditos! (cai um raio repentinamente quando ela diz isso)
Locutor-sama: Isso foi um tanto dramático.
Barman: Duenditos. Deveria ter imaginado.
Alice: (lendo o manual) Segundo aqui, quando os fios de suas máquinas enormes são trocados ou bagunçados por duenditos, só tem duas coisas a fazer.
Fábio: E quais são essas coisas?
Alice: Primeiro, correr e gritar como menininhas.
Random: (começa a correr e gritar como menininha, só para dar um toque cômico nessa cena) Assim?
Alice: Exatamente!
Hello: Que tipo de opção é essa? (ficando confusa)
Barman: Que manual engraçado.
Alice: A segunda opção, é descobrir a causa da fúria dos duenditos…
Fábio: Esses duenditos estão furiosos? Com o quê?
Alice: Nem imagino, mas é melhor nós descobrirmos.
Hello: Er… hm…
Alice: O que foi?
Hello: Temos mesmo que fazer isso?
Alice: Nós temos, você sabe muito bem disso.
Hello: É que vai ter uma promoção…
Alice: (muito séria) Hello, isso não é momento para promoções.
Hello: Tem razão. Foco. Foco!
Random: Foca no problema!

– Eu estava querendo fazer a piada infame com “focar e foca” fazia muito tempo. Ouviram um “tu dum tss”?
– Ainda estou imaginando qual a solução para esse problema… (da história) Vou terminar esse negócio, é claro. Aquela história do final de semana ainda assombra minha mente… (deu um medinho básico agora)

Green House Stories

Quando você econtra algo de estranho no jardim, faz qualquer um refletir se é algo real ou não. E se isso na verdade for um sonho muito louco?

Na Casa Verde, na cozinha.
Locutor-sama: É um dia igual aos outros, pelo menos é assim que gostaria de começar essa história. Algo grande, estupendo e misterioso está para acontecer, eu sinto isso! Pelo menos sempre acontece algo do gênero quando as minhas meias começam a cantar…
Alice: (sentada na cadeira da mesa da cozinha) Você está vendo isso, Hello?
Hello: (também sentada na cadeira da mesa da cozinha) Um papel com desenhos? O quê é que tem, Alice?
Alice: Será que isso é coisa de alienígenas?
Hello: Provavelmente, afinal dizer que é algo feito por um terrestre não tem muita graça, não concorda?
Alice: Isso é sério, Hello. Você pode me dizer o que acha desses desenhos que encontrei no jardim da Casa Verde?
Hello: (olha para os desenhos e faz uma cara séria) Eu sei o que são esses desenhos, Alice.
Alice: E esses desenhos são…
Hello: Horríveis!
Alice: (bate com a mão na testa) Você não vai realmente dizer algo que não seja óbvio, Hello?
Hello: Desculpa, Alice. É que eu não sei bem o que dizer…
Barman: O que tem de mais nesse desenho, afinal de contas?
Alice: É um desenho misterioso, que apareceu repentinamente no jardim, quando houve o apagão!
Barman: Esse desenho pode ter voado de alguma casa com a janela aberta, ué.
Hello: Você tem um pensamento muito simples, Barman. Com esse desenho, está na cara que alienígenas não sabem desenhar!
Alice: Você cismou com a qualidade do desenho, não é?
Hello: Não é a questão da qualidade, e sim que ele foi desenhado dessa maneira propositalmente.
Barman: É mesmo?
Hello: Alguém desenhou isso e deixou no jardim para algum de nós descobrirmos, e acabar nos deixando loucos e intrigados.
Rika: (aparece na cozinha junto dos abacaxis) Bom dia, gente. Qual é a novidade?
Zaltana: Estou cansada de ouvir essa história. Nunca tem nenhuma novidade do meu interesse, acontecendo aqui!
Malvino: Você não cansa de ouvir essa mesma música, Boon?
Boon: Oi? (com fones de ouvido e som alto)
Hello: A Alice achou uns desenhos estranhos no jardim.
Rika: Sério? Será que é o desenho que o Coke-san está procurando?
Barman: Realmente, ouvi ele dizer que estava procurando um desenho. Será que é dele?
Zaltana: (olha por trás da Hello o desenho) Não sei… Será que é dele, mesmo?
Alice: Ué? Não parece com o traço do Coke-san?
Zaltana: Já vi uns desenhos dele, e não são tão mal desenhados assim.
Hello: Você quer dizer que o Coke-san é um artista que deveria ter sua arte reconhecida?
Zaltana: Nem tanto…
Rika: (olha o desenho em cima da mesa) Ele joga xadrez melhor do que desenha! E olhando bem, não é dele não, esses rabiscos…
Malvino: (outro que analisa o desenho) Que desenho mais mal feito!
Boon: (desliga o MP3 dele e também vai ver o desenho) Até eu sei desenhar melhor.
Hello: Nenhum de vocês vai dizer algo de diferente sobre esse desenho?
Alice: Ah, vocês todos são tão críticos. (suspira)
Barman: Será que isso não é um desenho de um dos filhos do Kekekê?
Hello: Não, meu caro. Já vi os desenhos dos gêmeos, e são bem diferentes desse daí…
Alice: Já vi que isso não vai a lugar nenhum.
Hello: Não dá para pedir sugestões para pessoas loucas, Alice.
Alice: As pessoas normais estão em falta pr aqui. E qual seria a graça de pedir a opinião delas?
Hello: Realmente. Talvez não teria graça nenhuma!
Zaltana: Existem coisas melhores de se fazer para aproveitar o dia! Vou embora.
Malvino: Acho que vou ficar embaixo do ventilador, até a hora do almoço.
Boon: Boa ideia, Malvino!
Locutor-sama: Os três abacaxis saem da cozinha. E eu estou aqui, fazendo um pequeno lanchinho.
Barman: Você fez essa torta fria num período de tempo tão curto?
Locutor-sama: Tenho as minhas técnicas, primo.
Rika: Então… no final, não deu para descobrir o que é esse desenho.
Alice: Bem, resta uma opção.
Rika: Qual?
Hello: Você vai pedir a opinião de uma pessoa normal e sábia? É quem estou pensando?
Alice: Ele não é bem uma pessoa…
Hello: Você me entendeu.
Rika: De quem vocês estão falando?
Alice e Hello: Do P-san!

Green House Stories, Happy Green Things

Não dá para escrever uma história grande demais. Normalmente deixo histórias assim muito confusas, então aqui vai uma mostrando dois lados diferentes. (Happy Green Things e Green House)

Happy Green Things, o estúdio em um local imaginário.
Locutor-sama: Senhorita Moon, o que você está fazendo?
Moon: Estou desenhando.
Locutor-sama: Interessante. Isso é um mapa, correto?
Moon: Sim, é do país de Silly Tales.
Locutor-sama: Muito bonito.
Moon: Como pode ver, falta dar nome para oito cidades.
Locutor-sama: Tortillas é a cidade que fica a Casa Verde 2?
Moon: É a cidade vizinha, então sim.
Locutor-sama: Posso perguntar curiosamente uma coisa?
Moon: Sim, você já está fazendo um montão de perguntas.
Locutor-sama: A Casa Verde 2 não era do lado de trás da Casa Verde, originalmente?
Moon: (surpresa) Era?
Locutor-sama: Suponho que seja melhor anotar esses detalhes, para não esquecer outra vez.
Moon: Tem razão. Sou um tanto distraída, não é?
Locutor-sama: Bem, sei que a senhorita não faz isso propositalmente.
Moon: Quer dar um nome para uma cidade?
Locutor-sama: Não gosto de sugerir. Se for me perguntar se gostei de um nome das cidades, pode me perguntar.
Moon: Tá, fala aí.
Locutor-sama: Achei interessante chamar uma cidade de Rumors. Mas porque não Rumores?
Moon: Fica mais chique.
Locutor-sama: A diferença em português é só uma letra.
Moon: Vai ficar assim. Não quero a letra “e” em rumores.
Locutor-sama: Não acha isso um preconceito bobo?
Moon: Não é preconceito, juro. É pura frescura.
Locutor-sama: Se você diz…
Moon: (pensando) Queria terminar de dar os nomes.
Locutor-sama: Não consegue pensar em mais nenhum?
Moon: Não.
Locutor-sama: Tenho certeza que os nomes vão aparecer, mais cedo ou mais tarde.
Moon: Espero que você tenha razão.

Casa Verde, no quarto do Barman.
Barman: (escrevendo na única mesa do seu quarto)
Fábio: (bate na porta) Barman!
Barman: (sem levantar) O que foi?
Fábio: (em frente da porta) Eu vou abrir, hein?
Barman: Para quê?
Fábio: (abre a porta) Pô cara, tá de mau humor?
Barman: (fecha o caderno que estava usando) Não. Só não quero falar muito hoje.
Fábio: Mas eu tenho uma notícia tão boa para contar…
Barman: É? (fala em um tom calmo)
Fábio: (senta em uma das cadeiras) Presta atenção, que não vou repetir.
Barman: Certo, fale logo. (curioso)
Fábio: Você é meu amigo, então preciso te fazer uma pergunta.
Barman: Diga, para quê tanto suspense?
Fábio: É que estou com medo do que você vai responder.
Barman: O que eu posso responder de tão terrível?
Fábio: Opiniões são coisas terríveis.
Barman: Fale de uma vez por todas!
Fábio: Sabe a Alice… (falando baixinho)
Barman: Sei. O que tem a irmã da Hello?
Fábio: Er… bem…
Barman: Gostaria de ajudá-lo, Fábio.
Fábio: Você já entendeu?
Barman: Já.
Fábio: Então… você vai me ajudar como?
Barman: Não sei.
Fábio: Bem, o que vale é a intenção de ajudar, não é?
Barman: Não sei se sou a pessoa perfeita para ajudar.
Fábio: Por quê?
Barman: (olha para o Fábio com uma cara de que não iria responder algo tão óbvio)
Fábio: Ah entendi, desculpe. A vida é difícil, não?
Barman: A vida não é difícil, são os seres humanos que a dificultam.

– Vocês já ouviram Songbird, do Oasis? Gosto muito dessa música, e o clipe é engraçado. Agora vocês me perguntam, como é que pode ser engraçado? Não é uma música romântica? Pois é. Mas sou da opinião que você sempre tem que dar um toque cômico.
– Não era essa história que ia sair hoje. Era uma “Kekekê Tales”, porém ela ficou grande demais e extremamente confusa. O rascunho está salvo, então vou ficar devendo, pois cismei que devo reescrevê-la..

Green House Stories

Você pode dirigir o meu OVNI se quiser, afinal de contas sou uma policial alienígena que protege os humanos dos aliens e vice e versa!

Locutor-sama: Continuando da história que foi publicada ontem, os personagens da Casa Verde viram um OVNI descendo do céu! Nós estamos sendo invadidos? Espero que os alienígenas sejam amigáveis, pelo menos. Altos, magros, simpáticos e sem armas destruidoras. Podem ser baixos e gordos, contanto que continuem sendo simpáticos e não tenham nada de destrutivo junto com eles… O OVNI pousou, e a porta dele se abriu. Ninguém ousava se mexer ou dizer algo. Será que nós vamos sobreviver?
?????: Foi super divertido, não acha? Claro que um OVNI chama bastante atenção, mas não tinha nenhum ônibus, táxi, ou qualquer meio de transporte normal disponível.
????: É, ainda bem que tinha esse OVNI disponível lá no sótão da casa do meu tio…
?????: Quem diria que o Doutor Q. tem uma coleção de OVNIs que funcionam… Oi gente, tudo bem com vocês?
Rosalina: (de boca aberta e sem palavras por ver um OVNI)
Barman: Hello num OVNI? Isso não me surpreende. E a Rika, que sumiu desde 2009.
Rika: Quanto tempo, não é gente?
Hello: Todos se lembram da Rika? Ah, acho que só a Rosa não a conhece.
Rika: Ah, você é que trabalha com a Hello, não é? Prazer em conhecê-la.
Rosalina: Prazer… (ainda espantada por ter visto um OVNI)
Rika: Acho que sua amiga nunca viu um OVNI na vida.
Hello: Ah, é que ela não acredita nessas coisas. (responde muito séria) Agora você acredita, Rosa?
Rosalina: Não foi um alienígena que saiu da nave, foi?
Rika: (começa a dar risada)
Hello: Bem, de fato, não sou um alienígena igual desses filmes que se vêem por aí, verdes com antenas.
Barman: Hello, você gosta de fazer essa piada, não é?
Hello: Desculpa, ela nem tem mais graça não é…? O que foi que aconteceu com essa cidade, para estar nessa escuridão?
Alice: (guarda o papel que estava analisando no bolso) Você andou carregando a bateria desse OVNI, não é mesmo?
Hello: Não me diga que eu usei a luz da cidade toda para recuperar a energia do OVNI.
Alice: Provavelmente, minha cara.
Hello: (bate com a mão na testa) Desculpa gente, eu vou arrumar isso agora mesmo. (entra no OVNI e sai dirigindo-o)
Barman: Não era mais fácil ela ir com a moto dela?
Rosalina: Ela gosta mesmo de OVNIs.
Rika: O Coke-san está por aí? Faz tempo que não jogamos xadrez.
Olliver: (estava ouvindo a história) Coke-san, aquele cara vestido de refrigerante? Ele está deitado na rede, naquele canto.
Rika: Ah! Coke-san amigo, acorda aí! (vai até a direção dele)
Coke-san: Hã, o quê? (estava dormindo)
Rika: Quer jogar uma partida de xadrez?
Coke-san: Ah! Rika, então era hoje que você ia vir. Claro, será que tem um tabuleiro de xadrez por aí?
Olliver: Tem o que você recentemente enterrou aqui no jardim. Serve?
Coke-san: Ia usá-lo para uma caça ao tesouro, mas serve! Obrigado, jardineiro.
Rika: Puxa, a Casa Verde agora tem até jardineiro? As coisas melhoraram, hein?
Barman: Podem ter até melhorado, mas os loucos continuam os mesmos.
Rika: Mas isso que faz a Casa Verde ser tão divertida, não é?

– Estou voltando com outra personagem antiga, que não a utilizei mais pois esqueci. A última vez que ela apareceu foi nessa história aqui (02/12/2009).

Green House Stories, Happy Green Things

Narradores sempre gostam de deixar as histórias mais dramáticas, não importa se são observadores, personagens ou as duas coisas!

No Estúdio Happy Green Things.
Locutor-sama: Era uma noite escura na Cidade dos Cinco Monumentos, apenas havia apenas luzes de natal, penduradas nos prédios e colocadas de maneira bem pensada nas casas. Mas o que havia acontecido com a Cidade dos Cinco Monumentos? Por que as luzes na rua não funcionavam? Que mistério misterioso e inquietante estaria rondando?
Moon: Locutor-sama…
Locutor-sama: Sim?
Moon: Não sei se você reparou, mas é de manhã.
Locutor-sama: Tem razão. Estava apenas começando a história de maneira dramática e misteriosa.
Moon: Sei. É a sua especialidade.
Locutor-sama: Você podia usar esse começo para uma história. O que acha?
Moon: É interessante, mas… Que tipo de história eu podia fazer?
Locutor-sama: Uma história de mistério!
Moon: Tá, até aí já entendi. Mas quem podia ser protagonista?
Locutor-sama: Boa pergunta.
Moon: Não vale sugerir a Hello.
Locutor-sama: Que tal o Barman, então?
Moon: Pode ser, mas estou com preguiça de pensar em alguma história de mistério.
Locutor-sama: Eu posso tentar ajudá-la, senhorita.
Moon: Ah, mas você vai fazer um roteiro complicado demais.
Locutor-sama: Prometo simplificar.
Moon: Está bem. Fala logo. Continue da onde você parou.

Cidade dos Cinco Monumentos, não muito longe da Casa Verde
Locutor-sama: Barman observou que as luzes haviam apagado uma a uma, restando apenas as luzes de natal, como já disse antes. Eu diria que ficou uma atmosfera misteriosa e natalina.
Barman: (dirigindo seu carro) Como é que você apareceu aqui do nada, Locutor?
Locutor-sama: Estou aqui para narrar.
Barman: (fala num tom muito paciente apesar de estar dirigindo) Sim, eu sei. É o seu trabalho. Queria só saber como você apareceu aqui, no banco do lado do motorista, sendo que não vi você entrando no carro?
Locutor-sama: Não acho que deveria explicar como faço as coisas, Barman. Isso tiraria toda a graça, e eu tenho uma reputação de narrador misterioso e dramático para zelar.
Barman: Ah, deixa para lá. Estamos quase chegando na Casa Verde.
Locutor-sama: Eu sei, primo.
Barman: Sei que você sabe, meu bom Locutor, só estou comentando.
Locutor-sama: Na frente da Casa Verde, alguns personagens estavam reunidos. Eu e Barman saímos do carro, para ver o que estava acontecendo.
Barman: O que houve?
Rosalina: Não sei te dizer, mas só posso te falar uma coisa.
Barman: O quê é?
Rosalina: Não acho a Hello em lugar nenhum.
Barman: Ora, ela deve estar trabalhando…
Rosalina: Trabalhando? Aquela mulher nunca trabalha!
Barman: Na maioria das vezes não, é verdade…
Rosalina: Por que você acha que so agora ela estaria trabalhando?
Barman: Bem, quando acontece alguma coisa, ela normalmente trabalha…
Alice: (Estava analisando um desenhos estranhos que encontrou com uma lanterna) A Hello ainda não apareceu?
Rosalina: Não, quantas vezes tenho que dizer?
Alice: Você já disse? Não ouvi.
Rosalina: Ela é sua irmã, não está preocupada com ela?
Alice: Ah, ela sabe se virar sozinha. Qualquer problema que ela tiver, normalmente o meu celular toca.
Rosalina: E se ela não puder te ligar pelo celular?
Zaltana: (jogando cartas com os outros dois abacaxis) Relaxa Rosalina, como a Alice disse, a Hello sabe se virar.
Malvino: Não se preocupe com ela, nós deviamos se importar em saber quando as luzes vão voltar. As de natal não são o suficiente para iluminar a cidade.
Boon: A Hello parece um ninja, ela some às vezes sem ninguém ver.
Rosalina: Já entendi, já entendi.
Olliver: (cuidando das flores)
Rosalina: Não está meio escuro para cuidar das flores?
Olliver: Lógico que está. Elas são lanternas na verdade, que vão ajudar na iluminação do jardim. Bonitas, não acha?
Rosalina: Puxa, você tem bom gosto… (olha para os lados) Barman, agora é você que sumiu?
Barman: Eu estou aqui, olhando para o céu.
Rosalina: Céu? Tem algo de especial nele?
Malvino e Boon: Um OVNI!

– O que será que vai acontecer? Esperem até amanhã para descobrir. =D

Green House Stories

Não é só porque você quer se fantasiar, que tem que convencer todo mundo a fazer a mesma coisa.

Na Casa Verde, sala de estar.
Locutor-sama: Existem dias que duas pessoas acabam tendo a mesma ideia. Quando elas estão bem longe uma da outra não tem muito problema, a questão é… O que acontece quando estão próximas uma da outra?
Hello: (ouve alguém bater na porta) Quem será a essa hora? (abre a porta) Siim?
Moon: Hello! Exatamente quem eu queria ver… o que achou da minha fantasia?
Hello: Black Widow? Reparou que eu também estou com o mesmo cosplay?
Moon: É verade. Mas eu pensei em colocar essa fantasia primeiro!
Hello: Ai, ai… Entre, não quer discutir na frente da porta, não é? (dá espaço para a outra passar) Qual o problema de duas pessoas usarem o mesmo cosplay?
Moon: Fica um tanto… ridículo, você não concorda?
Hello: Sou da opinião que cada um se veste como quiser.
Moon: De maneira igual, parece falta de criatividade!
Hello: Tem razão. Se for pensar bem faz mais sentido eu estar de Black Widow, afinal de contas, sou ruiva, ao contrário de você.
Moon: Se for seguir pela sua lógica, então deveria me vestir de quê?
Hello: Não sei, não lembro de nenhuma personagem loira nesse exato momento…
Moon: Ei, espera um momento, eu não sou loira!
Hello: Não?
Moon: Meu cabelo é castanho claro.
Hello: Podia jurar que era loiro. Ah, você pode se vestir de Eri Chusonji.
Moon: Quem?
Hello: Aquela garota de Duklyon.
Moon: Ah sim, sempre esqueço o nome dela. Não tenho a roupa dela, então não dá para fazer…
Hello: Já vi que essa discussão não vai chegar a lugar nenhum. Vou colocar minha fantasia de Catwoman, então.
Moon: (começa a rir) Há! Eu venci!
Hello: (voltou com outra fantasia) O que achou?
Moon: É nova?
Hello: Sim.
Moon: Bem que eu notei. Você não tirou a etiqueta de preço…
Hello: (bate com a mão na testa) Que distração a minha! (pega uma tesoura e corta a etiqueta de preço) Pronto.
Barman: (acaba de sair da cozinha) Vai ter alguma festa de cosplay por aqui?
Moon & Hello: Barman!
Barman: O que foi?
Moon: Ele podia fazer cosplay de Hawkeye!
Hello: Batman!
Barman: (não entendo muito bem o que estava acontecendo) Oi?
???: Ele não pode ser o Batman!
Hello: Quem disse isso?
Mooon: Tem alguma coisa descendo as escadas pelo corrimão..
Tuta-sama: (pula de maneira estilosa) Eu sou o Batman!
Hello: Você ficou uma gracinha, Tuta!
Moon: Batman? De onde já se viu uma guaxinim fazendo cosplay de Batman?
Tuta-sama: Sou rica, posso me vestir como quiser.
Moon: Acho que você combinava mais com Iron Man…
Tuta-sama: Estão querendo que o Barman se fantasie de alguma coisa, não? Que tal Alfred?
Hello: Não sei não…
Moon: Se for para ele ser mordomo, tem que ser o Sebastian!
Hello: Boa ideia! Vai ficar perfeito!
Tuta-sama: Não tem problema nenhum se ele ainda continuar como mordomo…
Barman: Mas…
Hello: Felizmente eu tenho uma fantasia ótima que vai ficar perfeita em você.
Moon: Podíamos colocar alguém fantasiado de Ciel, o que acha?
Hello: Boa, o Locutor-sama podia fazer esse papel.
Locutor-sama: (como ele sabia que como o roteiro ia acabar, fugiu bem antes para ninguém encontrá-lo)

– Não entendo muito bem de quadrinhos da Marvel, só assisti o filme dos Vingadores. Pensando bem, não sou entendida em nenhuma comic em particular.
– Estou falando do Sebastian daquele mangá, não do irmão do Barman. =P

Happy Green Things

Nem sempre dá para escrever uma história com um roteiro épico, engraçado, interessante, filosófico e profundo. É melhor optar por algo mais simples, do gênero “misturando ideias aleatórias que no final resultou nisso”.

Locutor-sama: Hoje é um dia como todos os outros. Nada de muito diferente.
Moon: Você sabe qual é o sujeito da frase “É proibido estacionar?”
Locutor-sama: Tem sujeito nessa frase?
Moon: Sujeito a guincho.
Locutor-sama: (dá uma risada) Essa foi engraçada.
Moon: Essa é a primeira vez que vejo você rir.
Locutor-sama: Dou mais risada nas minhas horas vagas.
Moon: Então quer dizer que você tem uma outra face?
Locutor-sama: Sempre pensei que quem tivese outra face usasse máscara.
Moon: Isso não faz sentido, mas acho que você deve ter razão.
Locutor-sama: Não tenho outra face, já que não uso máscara.
Moon: Fica difícil imaginar você usando uma.
Locutor-sama: Acha que eu não combino?
Moon: A menos que você faça algum papel de ladrão.
Locutor-sama: Você me escolheria para fazer um papel desses?
Moon: Se me faltasse opção. Mas aí ia dar trabalho trocar o narrador.
Locutor-sama: Preciso fazer uma pergunta curiosa.
Moon: Depende. Qual é?
Locutor-sama: Será que você vai conseguir postar todos os dias em dezembro?
Moon: Você não acredita que eu consiga?
Locutor-sama: Acreditar em acredito, mas e quanto ao mundo?
Moon: Você não acha que ele vai acabar, acha?
Locutor-sama: Nunca se sabe.
Moon: Essa história do mundo acabar com hora marcada não é muito convincente. Se o mundo fosse para acabar, não ia ter uma data fixa, não concorda?
Locutor-sama: Você tem razão.
Moon: Bem, é só esperar até o dia, para ver o que vai acontecer.
Locutor-sama: E se nesse dia estaria um tempo ótimo, e todos esquecessem a possibilidade do mundo acabar?
Moon: Não sei se as pessoas fossem esquecer isso tão fácil. Só não entendo uma coisa. Estamos em um mundo tão moderno, porque ainda temos esse pensamento que parece que veio dos primeiros séculos do mundo?
Locutor-sama: Possivelmente porque as pessoas do mundo não mudam.
Moon: Será que era assim com os dinossauros?
Locutor-sama: O que tem os dinossauros?
Moon: Me pergunto se eles temiam o fim do mundo.
Locutor-sama: Não acho que seja possível.
Moon: Concordo. Eles só deviam ficar só no “GAAAR”. Ou seja lá qual for o som que eles faziam. Não estava lá para ver.
Locutor-sama: Se fosse possível ter uma máquina do tempo, você gostaria de ver os dinossauros ao vivo?
Moon: Não. Dinossauros tem que ficar no tempo deles, e eu no meu. Eles são criaturas tão estranhas. Ou melhor, eram. Será que era coisa de alienigena?
Locutor-sama: Os dinossauros?
Moon: Sim. E quando caiu o meteoro, ou sei lá, foi um ovni, na verdade!
Locutor-sama: Um OVNI?
Moon: Exatamente. É por isso que eles sumiram do nosso planeta. Eles foram levados!
Locutor-sama: Interessante teoria.
Moon: Sim, eu sei.
Locutor-sama: Existem pessoas que acreditam que certos animais tenham alguma relação com os dinossauros.
Moon: Não deve ter sobrado espaço na nave para todos eles. São muito grandes, não devia ser muito prático.

– Ouvi essa piada do sujeito a guincho outro dia. Pode ter sido sem graça, mas eu achei engraçada.
– Estou precisando escrever outra coisa além de Casa Verde e Happy Green Things. Começou a virar rotina. Bom, não tem importância.