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Silly Tales

Supermercado, local cheio de preços caros.

Em um dos supermercados da Cidade dos Cinco Monumentos.
Locutor-sama: Os dias já não são mais os mesmos. Muitas pessoas já não querem saber de quem está próximo. Na sua esquerda, veem apenas os preços marcados pelas etiquetas. Na sua direita, a ganância. Até onde vai a malvadeza do ser humano? Para quê temos que viver em um mundo tão capitalista, onde as pessoas acreditam que cada vez mais, o “produto” que tem nunca existe, e que elas devem comprar cada vez mais…?
Barman: Locutor! Ei, Locutor. Terra para Locutor!
Locutor-sama: Sim, Barman? Você precisa de alguma coisa?
Barman: Sim, eu preciso que você pegue a margarina, a manteiga… E o que mais você achar necessário. Confio no seu bom senso, meu caro.
Locutor-sama: Está certo, está certo! Vamos ver… (olhando para os produtos)
Sebastian: Primo, que coicidência vê-lo por aqui!
Locutor-sama: Olá, Sebastian! O que faz no supermercado da cidade vizinha?
Sebastian: Eu diria que estou precisando trocar de ares. E você acreditaria se eu te dissesse, que grande parte dos supermercados lá em Tortillas, está com o preços bem piores?
Barman: Vejo que você está fazendo algo bastante incomum, Sebastian.
Sebastian: Ora, meu irmão, não vejo nada de errado em ir ao supermercado de vez em quando.
Barman: Você veio comprar o quê, afinal? (curioso)
Sebastian: Um protetor solar.
Barman: Protetor solar? Na cidade vizinha?
Sebastian: Os protetores solares estão os olhos de cara em Tortillas, em qualquer local que eu vá…
Barman: (bate com a mão na testa) Você está perdido, não está?
Sebastian: Bem, de fato, eu não faço a menor ideia onde está o local que os protetores solares…
Barman: Vem comigo, eu te mostro onde é. (puxa o irmão pelo braço)
Locutor-sama: O supermercado em que estamos é o local em que normalmente, os preços não estão exagerados. Mas infelizmente a inflação…
Barman: Francamente Locutor, você pod manter-se em silêncio, pelo menos por um minutinho? Por favor, as pessoas não param de olhar para nós.
Locutor-sama: Será que é por minha causa, ou porquê nós três estamos elegantemente vestidos, como se nós fôssemos para um casamento?
Barman: Você tem razão. Devia ter colocado algo mais… comum?
Sebastian: Ah, qual o problema? Nós estamos nos destacando.
Barman: Eu não gosto muito de me destacar.
Locutor-sama: Já sei o que podemos fazer.
Sebastian: Sobre o quê? Nossas roupas?
Locutor-sama: Exatamente! (tira uma varinha do bolso e as roupas dos três mudaram)
Barman: Puxa vida! Você é de qual casa, em Hogwarts?
Locutor-sama: Sonserina.
Barman: A mesma da autora? Que coincidência…
Sebastian: Olha só, estou parecendo que sou um… um… turista?
Barman: Bem, você está vindo de outra cidade…
Locutor-sama: (é ele com que está o carrinho) Olhem só, tem uma garota ali olhando para nós três… Você a conhece, primo?
Barman: Com qual dos seus primos você está falando?
Sebastian: (escondido atrás do Barman)
Locutor-sama: Com quem não está escondido, provavelmente.
Barman: Você a conhece, Sebastian?
Sebastian: Mas é claro que não! Eu só vim aqui comprar um protetor solar! (vermelho)
Barman: Eu bem que achei estranho o fato de você estar em um supermercado, ainda mais o da cidade vizinha.
Locutor-sama: O que um homem não faz pelo amor.
Sebastian: Não é nada disso!

Silly Tales

Em busca da Morning, parte três. (última)

Moon: No museu em que estávamos de brinquedos antigos, da história anterior, apareceu um robô gigante gigantesco! Repentinamente essa história se tornou uma coisa clichê de ficção científica? Francamente, quem é que está escrevendo essa história?
Hello: Você, ué. (lutando com o robô) Robô gigante gigantesco? Que exagero!
Moon: Não é exagero não, estou apenas descrevendo.
Robô: GAOOO!
Hello: Autora, robôs não fazem GAO!
Moon: O robô fui eu que criei, ele faz o barulho que eu quiser.
Hello: Ele ainda solta lasers pelos olhos! (desvia dos lasers)
Moon: Hm, talvez eu tenha exagerado um pouquinho…
Hello: Pô Moon, justo comigo você exagera?
Moon: Ah, mas eu não faço isso por querer…
Hello: AH! (foi atingida pelo robô)
Moon: Oh senhor amado, me diga, porquê sempre exagero?
Capitão Glory: Hello! Calma, estamos indo para ajudá-la! (indo para o chão)
Morning: Aguenta aí! Nós vamos ajudá-la! (descendo junto do Capitão)
Moon: Repentinamente, alguém inesperado e enxerido aparece para nos ajudar…
Locutor-sama: (acerta o robô com uma arma, bem atrás da cabeça e ele cai)
Moon: Olá, seu narrador metido a besta.
Locutor-sama: Você tem uma maneira bastante interessante de me agradecer pelas coisas, senhorita Moon. Felizmente cheguei a tempo para dar uma ajuda necessária.
Moon: Que politicamente correto! Você quer dar uma de Capitão América?
Hello: Obrigada, Locutor. O que você fez com o robô…?
Locutor-sama: É um tanto simples. Apenas fiz que ele libertasse os brinquedos. Isso aconteceu pois o atingi exatamente em seu ponto fraco.
Capitão Glory: Puxa vida, isso foi incrível!
Morning: Espetacular!
Locutor-sama: Muito obrigado, mas não acho que não foi nada…
Hello: Bom, o importante é que todos nós estamos bem! Vamos embora!

– Finalmente, o final dessa pequena saga. Espero que vocês tenham gostado!

Silly Tales

Em busca da Morning, parte dois de três

Moon: Nós estamos procurando a vaqueira Morning, uma boneca antiga da Hello, acompanhadas do patrulheiro Capitão Glory. Ele também é um brinquedo, e está a procura da sua namorada. Mas onde será que Morning está? No museu dos brinquedos antigos, assim como sugeri? Provavelmente sim, pois sou a autora, e normalmente devo estar certa. Caso contrário, irei culpar todos as gerações dos duenditos. Melhor que xingar, não concordam?
Hello: Não sei… culpar as pessoas também é algo feio.
Moon: Você é tão politicamente correta.
Capitão Glory: Shh! Olhem só para esse museu.
Moon: Esse museu de brinquedos é bastante fantasmagórico. Você viu o que eu vi, Hello?
Hello: Sim. Tem uma boneca que tem uma semelhança com a Boneca Tenebrosa.
Moon: Ela é mais assustadora que o Senhor Tenebroso!
Capitão Glory: Do quê vocês estão falando?
Hello: Nerdices. Deixa para lá. Vamos ver… Ursinho Carinhoso, Panda ninja, pônei dançarino, boneca que faz… coisas que normalmente você não quer ver nem um brinquedo fazendo…
Moon: Gente! Ela está ali, na prateleira mais alta!
Capitão Glory: MORNING! (olhando para cima)
Hello: Não adianta! Ela está muito alta, não vai ouvir o que estamos falando.
Moon: Hmm. Crio o problema, e agora tenho que resolver de alguma forma.
Hello: Que bom que você tem consciência disso.
Moon: Já sei! Capitão, use seu jetpack!
Capitão Glory: Boa ideia! (liga o jetpack e vai até lá em cima)
Hello: Não esqueça de usar o laser para retirá-la do vidro! (com megafone)
Capitão Glory: Tô ligado! Pode deixar!
Moon: (com binóculos) O patrulheiro espacial finalmente chega na prateleira em que está Morning. Ele usa o laser e finalmente liberta Morning. A vaqueira estava dormindo, e ao ver que alguém tinha entrado ali, ela acordou e disse…
Morning: Não fui eu que roubei os doces de leite!
Capitão Glory: Morning! Você está bem?
Morning: Ah, Capitão! De certa forma, sim. Você veio para ser parte do museu?
Capitão Glory: Lógico que não. Vim aqui para salvá-la.
Morning: Mas… mas Capitão! Qualquer brinquedo que sair daqui, será destruído!
Capitão Glory: Destruído? (espantando) Pelo quê?
Moon: Pai amado! Olha só isso, Hello!
Hello: Meu senhor dos pinguins! (tira uma arma laser do bolso)

– Quê, você não conhecem a Boneca Tenebrosa? Ah, os senhores adultos já não lêem mais Turma da Mônica. E os amigos imaginários, também madaram embora?

Silly Tales

Em busca da Morning, parte um de três

Cidade dos Cinco Monumentos.
Moon: Hello, acompanhada do Capitão Glory, seu brinquedo patrulheiro espacial, estão em busca da vaqueira Morning. É um tanto feio usar a expressão “vaqueira”, mas é assim que devo descrever o brinquedo que está desaparecido. Nós estamos andando na estranha Cidade dos Cinco Monumentos, enquanto estou tentando localizar o prédio com óculos escuros em cima.
Hello: Qual o problema dela ser vaqueira?
Moon: Nenhum problema.
Hello: E para quê você está procurando o prédio com óculos escuros em cima?
Moon: Para nada em especial, só acho o prédio estiloso.
Capitão Glory: Aqui estamos, garotas!
Hello: Uma sorveteria?
Capitão Glory: Estou com vontade…
Hello: Tá, venha. Eu pago um para você. Quer também, autora?
Moon: Picolé de uva, por gentileza.
Hello: Picolé?
Moon: Ah, pode ser um qualquer, com chocolate e bastante calda…
Hello: …de chocolate?
Moon: Dizem que o chocolate pode acabar, um dia. Tenho que aproveitar.
Hello: Se o chocolate acabar, vai ser o fim do mundo para você?
Moon: Nem tanto, mas talvez bem próximo?

Sorveteria.
Capitão Glory: (já tomando sorvete) Isso está uma delícia!
Hello: Divino!
Moon: É, tá bom mesmo.
Capitão Glory: (termina o sorvete mais rápido) Agora, estou pensando mais claramente!
Hello: Fico contente com isso, Capitão!
Moon: Espero que você aguarde nós tomarmos o sorvete.
Capitão Glory: Mas é claro que vou aguardar.
Hello: (depois de dez minutos acabou o sorvete) Então nós vamos!
Moon: Não, nós não vamos!
Capitão Glory: Como assim, nós não vamos?
Moon: Tem uma criança segurando uma boneca que parece com a Morning.
Capitão Glory: Onde? Mas onde? (olha para os lados)
Moon: (pega o boneco e vira de cabeça para baixo)
Capitão Glory: Ei! O que você está fazendo?
Moon: Ah, tá aqui escrito nos dois pés… HELLEN.
Hello: Estava duvidando que ele era meu boneco?
Moon: Não, na verdade eu queria saber se ia estar escrito HELLO.
Hello: Esse apelido eu só arrumei depois.
Moon: Entendi. Desculpe, Glory.
Capitão Glory: (já na posição normal novamente) Ah, tudo bem.
Moon: A Morning não está aqui. Vamos ter que ir para algum lugar… Acho que já sei para qual.
Hello: Qual é sua ideia, autora?
Moon: O museu dos brinquedos antigos.

Esquecidos

Bagunça misteriosa

Moon: Continuando a história de ontem, Hello procurava o que podia ter sido o culpado por ter bagunçado seu quarto de tal maneira, quem nem ela mesma conseguiria fazer.
Hello: Você não é muito boa narrando, sabia? Ainda prefiro o Locutor-sama.
Moon: (ignora o comentário que a outra acaba de fazer) Não tente procurar sinal de duenditos, Hello. Não iria repetir a ideia tão próxima de uma história, que já teve essas criaturas.
Hello: Bem, se você me ajudar me dando uma dica do que é, agradeceria.
Moon: O quê é que eu algo te ajudando? Apressar a história?
Hello: Você está… com algum problema?
Moon: Não responda com outra pergunta, pô.
Hello: Repito, qual é o seu problema?
Moon: Eu não tenho nenhum problema no momento.
Hello: Tem certeza?
Moon: Absoluta certeza.
Hello: Bem, me parece que a história está improvida.
Moon: Imagina, é só a sua impressão.
Hello: No meio dessa bagunça, achei alguma coisa bastante interessante! (tira um brinquedo de uma pilha de roupas) Está vendo isso, autora?
Moon: Um boneco de ação, patrulheiro espacial? Me lembra o Buzz de Toy Story, vagamente.
Hello: Mas não é o Buzz! É o patrulheiro espacial, o Capitão Glory!
Moon: Legal. Gostei do nome, bastante sonoro.
Hello: Que bom que você gostou. Fui eu que batizei.
Moon: O que ele está fazendo aí?
Hello: É uma boa pergunta, pelo que me lembre, eu tinha doado para um bazar.
Moon: E o que ele está fazendo aqui?
Hello: Vai ver que ele criou vida…
Capitão Glory: E criei mesmo! Dá para me colocar no chão?
Hello: Tá bom! (coloca o boneco no chão)
Capitão Glory: Assim está bem melhor!
Moon: Você aceitou bem, o fato de um boneco estar falando com você.
Hello: Isso não é nada, já vi coisas mais estranhas que isso.
Capitão Glory: Você quê é a Hellen, não é? Mais conhecida como Hello.
Hello: Sim, sou eu. É bom vê-lo novamente, Capitão Glory! Você está bravo?
Capitão Glory: Não exatamente. Conheci várias crianças, e todas elas se divertiram com a minha presença. A única coisa que me aborrece, é que não consegui encontrar minha namorada.
Moon: Você tem uma namorada? Uma vaqueira?
Capitão Glory: (tira uma arma que vem com ele) Como sabe disso, espiã?
Moon: Esse boneco se acha o Buzz Lightyear.
Hello: Calma capitão, a Moon é do bem, apesar de parecer um tanto suspeita.
Moon: Você não tem moral para falar de mim, senhorita.
Hello: Hahá, me diga Capitão… Você não faz a menor ideia da onde a Morning esteja?
Capitão Glory: Não. Pensei que ela estivesse aqui com você, por isso fiz essa bagunça. Sinto muito. Vou arrumar as coisas em um instante!
Moon: O Capitão arrumou em um instante, realmente! Desconfio que ele seja um boneco alienígena, pois essa rapidez não é vista em brinquedos normais. E eles não andam e falam, também. Pelo menos, eu nunca vi um boneco andar.
Hello: Então nós vamos achar a Morning!
Capitão Glory: Você vai me ajudar?
Hello: Obviamente!

Happy Green Things

Improvisando uma história.

Moon: Hello, a gerente da Casa Verde estava sentada na cadeira em frente do computador do seu quarto, jogando. E pelo que vejo, é um jogo que se alguém fosse comentar que ela jogasse, ia ser difícil de acreditar. Rapazes bonitões, hein? (atrás da Hello vendo o computador)
Hello: (dá um pulo na cadeira) Que susto que você me deu!
Moon: Peço desculpas. Mas pelo jeito que você pulou, parecia que estava fazendo algo proibido.
Hello: Imagina, eu apenas estava distraída.
Moon: Com quem você tem o medidor mais alto?
Hello: Com o rapaz de cabelo vermelho.
Moon: Você também?
Hello: Algum problema?
Moon: Não sei porque me surpreendo.
Hello: Bem, ele lembra um pouco o Renji.
Moon: Ele não tem cabelão, nem tatuagens maneiras.
Hello: Não se pode ter tudo.
Moon: Em qual episódio você está?
Hello: No número dezesseis.
Moon: Você está no dezesseis?
Hello: Estou jogando a versão original, ué.
Moon: E desde quando você sabe francês?
Hello: Não sei francês muito bem, mas é para isso que serve os tradutores online.
Moon: É mesmo? Sabia que existe alguém na Casa Verde que sabe francês?
Hello: É, quem?
Moon: Se você não sabe, então esquece.
Hello: Você diz umas coisas esquisitas de vez em quando, autora.
Moon: Algo se mexeu no quarto da Hello, e o que estava desorganizado, ficou pior ainda.
Hello: (se vira pra olhar o quarto) Meu deus! Mas que bagunça é essa?
Moon: Espero que você não peça para o Godofredo arrumar.
Hello: Quem? (confusa) Você ainda está falando coisas esquisitas!

– De que jogo nós duas estávamos falando? Entendedores entenderão. Quem é Godofredo? Só os fortes entenderão. E tenho que parar de ler essas piadas comuns em internet…
– Originalmente escrito em 29/12/2012.

Happy Green Things

Tem vezes que é bom conversar com o seu narrador.

Locutor-sama: A autora está nesse exato momento planejando a próxima história. Sua expressão é de indecisão, pelo que observo.
Moon: Não me diga coisas que eu já sei, Locutor-sama.
Locutor-sama: Autora, eu estou apenas explicando a situação para os leitores.
Moon: Certo, já entendi. Então…
Locutor-sama: Decidiu algo, senhorita Moon?
Moon: Talvez eu tenha decidido, talvez não.
Locutor-sama: A situação está bastante complicada, não é mesmo?
Moon: De certa forma, está.
Locutor-sama: O escritório ficou em silêncio por alguns minutos, não falei mais nada para não incomodar…
Moon: Mas Locutor, você está falando nesse exato momento!
Locutor-sama: Peço desculpas. Eu diria que é força do hábito.
Moon: Não sei sobre o que vai ser a história. Não consigo me decidir.
Locutor-sama: Posso ver as opções? Talvez possa ajudá-la a escolher.
Moon: Está bem. “Cogumelos pulando corda, Bichinhos fofinhos cozinheiros, alienígenas comediantes, quarto desarrumado por algo desconhecido…”
Locutor-sama: As ideias são muito interessante, mas acredito que exista uma delas que você deveria utilizar, autora.
Moon: Então diga de uma vez, Locutor-sama.
Locutor-sama: “Quarto desarrumado por algo desconhecido.”
Moon: Talvez você tenha razão.
Locutor-sama: Ainda está na dúvida?
Moon: De certo modo, estou.
Locutor-sama: Posso ajudá-la a escrever a história, então.
Moon: De que modo?
Locutor-sama: Improvisando.
Moon: Improvisar, é? Bem, dá certo para muita gente, é capaz que dê certo para mim também.
Locutor-sama: Eu tenho certeza que dará certo.
Moon: Se você diz…
Locutor-sama: A história improvisada será a de hoje?
Moon: Não, amanhã. (bebe um gole do copo de suco de uva)
Locutor-sama: Hoje só vai ser nós dois, conversando?
Moon: Não vejo problema nenhum com isso.
Locutor-sama: Eu também não vejo. Você é quem sabe.
Moon: É claro, a autora é que deve saber das coisas. Não o narrador.
Locutor-sama: Posso contar uma piada?
Moon: Fale a sua piada, meu caro.
Locutor-sama: Não ia na padaria fazia um mês. Depois, quando fui novamente, perguntei para o padeiro, “Tem pão?” e ele me respondeu, “Tempão mesmo!”. E nós dois nos abraçamos, chorando, muito emocionados com aquele reencontro…
Moon: Com a sua narração, a piada até que ficou engraçada.
Locutor-sama: Muito obrigado, autora.

– Até as piadas mais sem graça ficam engraçadas ditas pelo Locutor-sama.

Hello-san Legends

O começo da história de piratas, que vou seguir a partir de agora.

Happy Green Things, no escritório da Moon.
Locutor-sama: Você tem certeza disso, autora?
Moon: Claro, Locutor. Vou precisar que você narre enquanto a Hello luta.
Locutor-sama: Entendo, não dá para fazer as duas coisas ao mesmo tempo.
Moon: Lógico que não. Nós não estamos no mangá de Bleach, estamos?
Locutor-sama: Não.
Moon: Então vamos começar! a história de uma vez.

A história!
Locutor-sama: Nós nos encontramos em um dia nublado, onde Lady Koopa e J. P. estão tendo uma luta épica a bordo de um navio pirata. Desconheço o motivo do porquê a autora ter decido recomeçar a história, de uma maneira diferente. Talvez aquela história anterior era algo do tipo piloto? Acredito que sim. Pelo que observo, Lady é a que está ganhando a luta.
Lady Koopa: Desista, J. P. Não há nada que você possa fazer.
J. P.: (com manchas de ketchup na roupa) Você… tem noção do que fez?
Lady Koopa: Noção do que eu fiz? Claro que tenho. (com uma embalagem de ketchup na mão)
J. P.: Sim! Você manchou toda a minha roupa de pirata! Sabe como vai ser difícil de limpar?
Lady Koopa: Me desculpe…
J. P..: Por que você não usa uma espada, como um pirata normal?
Lady Koopa: Você consegiu tirar a minha espada no meio da luta, lembra?
J. P.: Isso não justifica, sabe… Você é rápida, daria muito bem de pegar a sua espada novamente.
Lady Koopa: Você deve ter razão.
J. P.: Então? Quem é você e para quê começou a lutar comigo tão repentinamente?
Lady Koopa: Meu nome é Lady Koopa e sou a dona do navio, por consequência, capitã.
J. P.: Você é Lady Koopa? É impossível, ninguém sobrevive em uma luta contra ela!
Lady Koopa: Provavelmente porque todos querem esquecer que as minhas maneiras de lutas não são muito… convencionais. Chegam até a ser um tanto ridículas.
J. P.: Concluindo, você é um tipo raro de pirata, e um tanto excêntrica.
Lady Koopa: Exatamente!
J. P.: Está bem, eu acredito que você é Lady Koopa.
Lady Koopa: Que bom! Em casos mais extremos, deixaria você trancado em uma sala cheia de tartarugas de pelúcias muito fofinhas… se não fosse pelo caso de tocarem o tipo de música que você detesta.
J. P.: Isso é um pouco assustador.
Lady Koopa: Nem tanto. As tartarugas estão na sala para alivar a tensão. Felizmente, nunca precisei utilizar esse local do navio contra ninguém. Você não será o primeiro, eu te garanto.
J. P.: O que você vai fazer comigo?
Lady Koopa: Irei deixá-lo ficar no navio. Com algumas condições, é lógico.
J. P.: O que você está pensando?! (surpreso)
Lady Koopa: Não sei se você percebeu, J.P, mas eu não tenho uma tripulação. Sou uma pirata que seria um tanto solitária, se não fosse pelo fato de eu ter um bichinho de estimação.
J. P.: Um bichinho de estimação? Qual?
Lady Koopa: Um macaco, muito bonitinho. Mas como toda sua fofura tem um preço, ele… luta muito bem. Aliás, eu sinceramente espero que o seu pessoal não esteja lá embaixo.
J. P.: O seu macaco está lá embaixo?
Lady Koopa: Ele não gosta muito de dias nublados.
Locutor-sama: Os dois correm para baixo do navio, onde encontram os homens do pirata J. P. se exercitando, como se tivessem em uma academia. Desconfio que eles não são muito de praticar algum tipo de esporte ou fazer exercícios, já que eles estão com uma cara…
Magnus: (o macaco) Vamos lá, seu bando de gordos! Exercício! Um, dois, três!
Lady Koopa: Quem diria, hoje ele está de bom humor. Ei Magnus, encontrou um desafio suficientemente bom para você?
Magnus: (dá uma risada) Claro! Vou deixar esses bando de gordos magrinhos, hohoho.
J. P.: Não acha um tanto desnecessário o quê está fazendo?! (olha feio para o macaco)
Lady Koopa: (pega uma espada) Olha lá! Meu navio, minhas regras. Não desrespeite o meu bichinho, ou você encontrá sérios problemas.
J. P.: Está bem, está bem. Já entendi.
Lady Koopa: (desliga a música de academia que estava tocando ao fundo)
Magnus: Pô, Lady! Não faça isso…
Lady Koopa: Preciso falar com a tripulação de J.P., que a partir de agora será a minha.
Magnus: Então tá bom. Faça o que quiser, Lady.
Lady Koopa: Rapazes! A partir de agora, vocês terão a honra de participar das minhas aventuras, e ficarão livres em ser moradores desse navio, a partir de agora.
Fábio: (um dos marinheiros) É muita gentileza sua…
Locutor-sama: Os marinheiros estavam animados, isso é porque não sabiam ainda que era o navio de Lady Koopa. Após eu dizer isso, a expressão do pessoal alterou-se completamente.
Todos os marinheiros: Lady Koopa?
J. P.: Eu espero que vocês a obedeçam como capitã, caso contrário, irão ganhar ketchup nas roupas. Estamos entendidos?
Lady Koopa: Não se preocupe, você pode ser… hm… vice capitão.
J. P.: Não existe vice capitão pirata!
Lady Koopa: Então agora existe, a partir desse exato momento!

– Espero que essa história tenha ficado épica e ao mesmo tempo… engraçada? Ou talvez hilária de um modo um tanto excêntrico? Fica a sua interpretação que você preferir.
– Aposto que é o Barman que vai ter que lavar as fantasias, inclusive a dele.
– Lady Koopa = Hello. J. P. = Barman. Só para lembrar.

Green House Stories, Happy Green Things

Os verdadeiros vilões são os duenditos: Parte dois. (última)

Casa Verde, na sala de estar.
Hello: Duenditos? O que aquelas criaturas fizeram agora?
Moon: Roubaram os items da história de pirata.
Hello: O quê?? (ficou brava) Irei resolver isso!
Moon: Esse é o espírito! Me acompanhe até o Happy Green Things, Hello.
Barman: Você vai fazer aquela entrevista de emprego que me falou?
Fábio: Sim, é no começo de fevereiro. Preciso conferir a data certinha.
Barman: Vê se você não esquece.
Fábio: Claro que não, cara.

Happy Green Things, nos bastidores.
Moon: Você acha que poderia dar uma boa detetive?
Hello: Não, mas sou boa em encontrar esses duenditos engraçadinhos.
Moon: Tá, tá. Cola-sama, Hércules, vocês podem explicar a situação?
Cola-sama: Ué, você já não explicou?
Moon: Que falta de boa vontade, Cola-sama!
Hércules: Eu explico. Encontrei rastros de criaturas pequenas, similares a duenditos. Claro que não estou me baseando apenas nisso, achei gorrinhos pequenos demais para serem de duendes.
Moon: Bem, dizem que crimosos sempre voltam ao local…
Hello: Olhem ali! Um duendito! (sai correndo atrás da criatura)
Moon: Essa foi rápida… mas não estou vendo nada….
Cola-sama: Será que ela está vendo algo, de fato?
Hércules: Ora, vocês duas estão achando que ela está maluca?
Moon: A Hello não está maluca.
Hércules: É claro que não.
Moon: Aprenda, ela É maluca. Entendeu?
Hércules: Isso não é exagero de sua parte, senhorita Moon?
Moon: Eu nunca exagero.
Cola-sama: Hahá, realmente, você nunca exagera…
Moon: (olha feio para a Cola-sama)
Hello: Peguei os items!
Hércules: Puxa vida, mas que bom.
Moon: Surpreendente.
Hello: Aproveitando que estou aqui, podemos fazer a história de pirata?
Moon: Tá, mas chamem o Locutor-sama. Vou precisar dele aqui.

– Próxima história, Lady Koopa! E terá o J. P. também, é claro.

Green House Stories, Happy Green Things

Os verdadeiros vilões são os duenditos: Parte um de dois.

Happy Green Things, nos bastidores.
Moon: Como é quê é? Os items que iam ser utilizados na história da Lady Koopa sumiram?
Cola-sama: Sim, elas sumiram.
Moon: Que coisa engraçada, você volta a trabalhar comigo e uma coisa dessas acontecem.
Cola-sama: Eu não tenho nada a ver com isso.
Moon: Prove então, Cola-sama.
Cola-sama: (tira uma folha do bolso) Está aqui a prova. (dá para a autora)
Moon: (olha para a folha que foi entregue) Uma prova de matemática. Haha, muito engraçado.
Hércules: (entra nos bastidores) Autora, eu descobri o que aconteceu com os items.
Moon: O que aconteceu? Me diga logo, homem!
Hércules: Os duenditos pegaram.
Cola-sama: Bem que eu disse que não fui quem sumiu com as coisas.
Moon: DUENDITOS? Tenha a santa paciência!
Hércules: Calma, calma… Nós vamos resolver isso.
Moon: Duenditos. Eles não devem ter muita louça para lavar!
Cola-sama: Felizmente podemos solucionar o problema de maneira rápida.
Moon: É mesmo? Você tem alguma ideia genial?
Cola-sama: É claro, irei compartilhar com vocês.
Hércules: Então fale, por favor.
Cola-sama: Vamos pedir ajuda para uma milionária excêntrica.
Moon: Qual delas? A Tuta ou a Hello?
Cola-sama: A Hello, lógico. Quem mais é a Lady Koopa?

Na Casa Verde, sala de estar.
Hello: Você vai embora, Fábio? Entendi bem?
Fábio: Sim, você entendeu bem. As velhinhas que são minhas alunas na loja de artesanato estão pedindo a minha volta.
Hello: Ah, tudo bem então. Você será sempre bem-vindo aqui, então se quiser voltar…
Barman: É verdade, cara. Você vai embora hoje?
Fábio: Vou sim… eu não gosto de deixar as senhoras de idade me esperando, sabem?
Tuta-sama: (acaba de chegar para resolver umas coisas na Casa Verde)
Fábio: Ah, Tuta-sama!
Tuta-sama: Olá. O que foi, Fábio?
Fábio: Eu gostaria de elogiar as instalações da Casa Verde. É um ótimo local.
Tuta-sama: Fico feliz que tenha gostado.
Fábio: Com certeza estarei para passar uns dias novamente.
Tuta-sama: (dá de ombros) Para mim, tanto faz. Você tem um bom dinheiro, mesmo.
Fábio: De fato. (dá uma risada)
Barman: Tuta-sama, você pode me acompanhar para a sala da Rosalina.
Tuta-sama: Muito obrigada, mas posso ir sozinha. Não é tão grande assim, a Casa Verde.
Barman: Bom, se você precisar, estarei a disposição.
Tuta-sama: Não esquente a cabeça, deixa eu ir… (sobe as escadas)
Fábio: Me lembrei de uma coisa que eu gostaria de te emprestar, Barman.
Barman: É? O que você vai me emprestar?
Fábio: O meu outro 3ds. Você pode até ficar com ele, se quiser.
Barman: Sério?
Fábio: Lógico, cara. Agora… Estou te dando o Ocarina 3ds extra que eu tenho.
Barman: Legend of Zelda? Ocarina, ainda por cima? Como posso te agradecer?
Fábio: Depois que eu te der, você pode me agradecer. Eu tinha descido com as coisas…
Hello: Não é essas coisas que você deixou em cima da mesa? (aponta)
Fábio: Ah, tem razão! É isso aqui mesmo. Olha só: A caixa do 3ds e de Ocarina.
Barman: Valeu!
Fábio: Amigo é para essas coisas.
Moon: Pombas! (aparece repentinamente na sala)
Hello: (dá um pulo) Autora, que susto!
Moon: O mundo é injusto. Tem gente que tem mais de um 3ds, enquanto outros não tem nenhum.
Hello: Ai, ai… (bate com a mão na testa) Diga, você veio para quê?
Moon: Bem, eu precisa da tua ajuda, senhorita ruiva.
Hello: E o que você precisa?
Moon: Caçar duenditos!

– Para quê você vai ter dois 3ds? Mistérios.