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Green House Stories, Happy Green Things

Inspiração = Pokémon difícil de se evoluir.

Escritório da autora, no Estúdio Happy Green Things.
Lalali: (entra na sala) Moon, eu preciso que você…
Moon: Não acredito! Não creio! Isso é um absurdo!
Lalali: O que aconteceu?
Moon: Fui pulando como uma maluca, no jogo, agora não posso voltar! Perdi XP…
Lalali: Nossa, que desgraça.
Moon: Queria alguma coisa?
Lalali: Sim. O Locutor-sama me pediu para chamá-la, para uma reunião de inspiração.
Moon: Ele disse isso? Estranho?
Lalali: Assim está escrito no bilhete.
Moon: Posso ver?
Lalali: (entrega o bilhete para a Moon)
Moon: Estranho. Essa não é a letra do Locutor-sama…
Lalali: Não?
Moon: Olha só para esse H!
Lalali: H?
Moon: Essa é a letra da Hello! Ela faz o H dessa forma!
Lalali: Faz?
Moon: Ou melhor, escreve.
[Moon sai do escritório, e vai até a entrada do estúdio.]
Locutor-sama: Autora, eu preciso falar com você…
Moon: Você recebeu um bilhete meu?
Locutor-sama: Oh, sim. Acredito que a senhorita Hello…
Moon: Sim, sim. Eu já sei. Quero saber o que ela queria, com isso.
Locutor-sama: Talvez se usarmos a imaginação, dá para descobrir…?
Moon: Eu vou para a Casa Verde.
Locutor-sama: Posso ir?
Moon: Faça como quiser.

Na Casa Verde, no jardim da frente.
Moon: Eii, Olliver!
Olliver: O que foi?
Moon: A Hello está?
Olliver: Acredito que sim.
Moon: Acredita? Ótimo, ótimo.
Olliver: Ah! Bom dia, Locutor-sama!
Locutor-sama: Bom dia.
Olliver: Eu preciso te perguntar uma coisa.
Moon: Você não vai esquecer?
Olliver: Claro que não. Locutor, acha que podia me emprestar aquele livro?
Locutor-sama: Ah, claro. Você ficou curioso?
Olliver: Sim, você falou muito bem dele, coisa e tal.
Locutor-sama: Quando eu voltar em casa, separo para você.
Olliver: Obrigado, Locutor!
[Moon e Locutor se aproximaram da porta.]
Moon: Você vai emprestar mesmo para ele? Mesmo sem ter certeza que o Olliver vai devolver?
Locutor-sama: Eu acredito nas pessoas, senhorita Moon.
Moon: Essa é boa.

Na Casa Verde, sala de estar.
Hello: Você sabe. Isso não pode ser possível!
Alice: Mas foi o que aconteceu!
Hello: Quem diria que girafas podiam fazer isso? Andar de skate? Que mundo!
Alice: Muito surpreendente, eu sei, mas era uma girafa alienígena.
Hello: Faz sentido.
Moon: Hello!
Hello: Você está me chamando, ou quer dizer olá, em inglês?
Moon: Não dê uma de engraçadinha. Você sabia o que aconteceu!
Hello: O Random roubou sanduíches congelados novamente? Esse Random!
Moon: Não!
Hello: O P-san saiu de baton na rua?
Moon: Não!
Hello: Colheres estão saindo por aí, andando?
Moon: Colheres? Não.
Hello: O que houve, então?
Moon: Está fingindo que não sabe?!
Hello: Mas eu não sei…
Locutor-sama: Talvez seja melhor mostrar o bilhete para ela.
Moon: Certo, certo. Cadê o bilhete? (procurando no bolso)
Locutor-sama: Sinto muito. Ficou comigo. (entrega para a Hello)
Hello: Puxa vida, é a minha letra?
Moon: Posso saber o motivo da sua surpresa?
Hello: Mas estou realmente surpresa!
Moon: Se não foi você, quem foi que escreveu o bilhete?

Em algum lugar…
Wolf: Puxa vida. Desconfio que meu plano não deu certo!
Miss Cupcake: Da próxima vez, arrume um plano menos clichê, para arrumar inspiração para a sua… fanfic, Wolf.
Wolf: Felizmente eu imitei o H da Hello muito bem!
Miss Cupcake: Aquilo era um fonte parecida com a letra da Hello, Wolf.
Wolf: É, tem razão. Mas mesmo assim, sou um gênio. Um gênio muito fofinho!

– Wolf é tão humilde.

Raccoon Tales

História de… terror? Nessa época do ano?

Locutor-sama: Na sala de estar, na mansão da Tuta-sama, a guaxinim está sentada na sua poltrona favorita. Estava lendo um livro, até que alguém tocou a campainha.
Tuta-sama: Beeta! Vá atender!
Beta: (na cozinha) Não posso, Tuta-sama. Podia fazer isso?
Tuta-sama: Certo, certo. (levanta da poltrona)
Locutor-sama: Tuta-sama abriu a porta.
Tuta-sama: Siim?
Moon: Olá, minha guaxinim favorita!
Tuta-sama: Como é quê é…?
Locutor-sama: A autora estava fantasiada de abacaxi.
Tuta-sama: Por que você…
Moon: Não me venha com essa! Eu não estou vestida de abacaxi.
Tuta-sama: Não?!
Moon: Eu sou um abacaxi! E o Locutor-sama também é um abacaxi.
Locutor-sama: Hoje é um bom dia para revelações bombásticas!
Tuta-sama: Como assim?
Locutor-sama: Pensando bem, todos os dias são para revelações…
Moon: Aqui é uma dimensão paralela, em que todos são abacaxis!
Tuta-sama: Eu andei bebendo?
Moon: Do que você está falando? Claro que não.
Locutor-sama: Só se ela bebeu água.
Tuta-sama: Por Tio Patinhas! Vocês estão loucos?
Moon: Não, oras! Você está falando bobagens.
Locutor-sama: Você não é um abacaxi, Tuta-sama?
Moon: Que absurdo!
Tuta-sama: Eu sou uma guaxinim!
Moon: Você deveria ser um abacaxi. Onde está com a cabeça?
Tuta-sama: Em um local mais normal que aqui!
Moon: Mas aqui é um lugar normal!
Hello: Exatamente!
Moon: Hello, não apareça de repente.
Hello: Ora, Moon! Todo mundo sabe que, um abacaxi que se preze, aparece de repente! Assim fica mais épico.
Locutor-sama: E dramático!
Hello: Exato!
Tuta-sama: Eu devo estar sofrendo alucinações…
Hello: E você, minha boa amiga guaxinim? Você não é um abacaxi?!
Tuta-sama: Não!
Hello: Mas isso é um problema! A polícia vai bater na sua porta, caso você não for um abacaxi. É melhor fugir…
Tuta-sama: Fugir?
Urso Tobi: (vestido de policial) Tuta-sama! Você não é um abacaxi! Vai ser presa…
Tuta-sama: (sai correndo) AAAH!
Locutor-sama: Tuta-sama saiu correndo, desesperadamente! Todos eram abacaxis, até o narrador! Como ela poderia viver em um mundo tão… abacaxi?
Tuta-sama: Eu não vou viver nesse mundo onde todos são abacaxis!
Locutor-sama: Todos dizem isso, no começo.
Tuta-sama: E os três abacaxis? Também são abacaxis?
Locutor-sama: Não, eles são marshmallows. E foras da lei.
Tuta-sama: Mas isso não faz nenhum sentido!
[A guaxinim desperta, por causa do despertador.]
Tuta-sama: Que bom, foi tudo um sonho!
Abacaxi de pelúcia: Será que foi mesmo?
Tuta-sama: AAAAH!

– Histórias de terror, fora de época. Todo mundo é abacaxi… isso me deu medo.

Green House Stories

As pessoas são assim mesmo.

Casa Verde, sótão.
Hello: Preciso encontrar isso! É urgente! (mexendo em baú)
[A ruiva coloca várias coisas para fora: Um par de botas de metal, uma estranha jóia verde, uma escada, uma fada de pelúcia, um gorrinho verde…]
Hello: (em pânico) Não está aqui!
Miss Cupcake: Hm, Hello…?
Hello: Sim?
Miss Cupcake: O que você está procurando, exatamente?
Hello: Bem…
Miss Cupcake: Já esqueceu?
Hello: Claro que não esqueci.
Miss Cupcake: Então fale, de uma vez!
Hello: Minha garrafa da sorte.
Miss Cupcake: Uma garrafa? Para quê você precisa dela?
Hello: Para dar sorte. Algum problema?
Miss Cupcake: Não, mas acho que seria mais fácil procurar um trevo de quatro folhas…
Hello: Tem razão! Vou até o jardim. Obrigada, Miss Cupcake!
Miss Cupcake: Não há de quê.
Locutor-sama: Hello desceu até o jardim. Já no local, nós dois vemos o Fábio. Olá!
Fábio: Ah, oi gente!
Hello: Fábio? O que faz por aqui?
Fábio: Eu tinha vindo conversar sobre um assunto com o Barman, mas o jardineiro me disse que ele não está… agora, não sei se vou esperá-lo, ou não.
Hello: Fique esperando ele, ué. Enquanto isso, você pode lavar as janelas!
Fábio: Lavar as janelas…?
Hello: Algum problema?
Fábio: Não. Lavar as janelas é algo divertido, mas…
Hello: Mas o quê?
Fábio: É algo tão aleatório. Parece coisa do Random.
Hello: O Random está em uma reunião para bonecos de palito.
Fábio: Puxa, hoje todos são tão ocupados…
Hello: E o seu trabalho?
Fábio: Hoje é minha folga.
Hello: Na segunda-feira? Que sorte!
Fábio: Sim, sim.
Locutor-sama: Fábio foi lavar as janelas do andar térreo. Alice, a irmã da Hello, apareceu também.
Moon: Hoje as pessoas são tão desocupadas…
Locutor-sama: Autora, por favor. Estou narrando.
Alice: Hello?
Hello: Que foi?
Alice: Até quem não é funcionário, você faz trabalhar?
Hello: Bem… ele está desocupado.
Alice: Não seja folgada, Hello. Rosalina!
Rosalina: (acaba de aparecer no jardim) Oi?
Alice: Acredita que a Hello…
Rosalina: Ah, já vi. Hello!
Hello: Mas…
Locutor-sama: Barman aparece também.
Moon: “Aparece.” Não lembro de nenhuma palavra melhor.
Locutor-sama: Dicionário?
Moon: Paciência. Estou com preguiça de olhar no dicionário!
Pascoal: Que absurdo! Você nunca deve ter preguiça de olhar em um dicionário!
Locutor-sama: Hoje é o dia, das pessoas aparecerem repentinamente.
Barman: Gente? Vamos fazer um piquenique? (com compras de supermercado na mão)
Hello: Piquenique?
Alice: Quem falou em piquenique?
Random: Eu!
Moon: Um boneco de palito. Com coisas de piquenique. Minha originalidade sempre me surpreende.
Locutor-sama: Acredito que se surpreender é uma boa coisa.
Moon: Nem sempre. Outro dia, a Hello visitou o P-san. E descobriu que ele tinha uma sala, cheia de perucas. Perucas. Perucas! Já imaginou?
Locutor-sama: Acabei de imaginar. Acho que entendi o que você quis dizer…
Barman: Fábio? O que está fazendo, lavando as janelas?
Fábio: Ah, eu estava me distraindo. Queria falar com você… Mas esqueci qual era o assunto! Será que era importante?

– Esses personagens! Sempre acabam esquecendo o que eles iam falar!

Silly Tales

Abril é o mês de abrir caminhos!

Em uma rua qualquer, da Cidade dos Cinco Monumentos.
Locutor-sama: Estão abrindo caminhos.
Moon: Não vamos começar com essa história outra vez, narrador.
Locutor-sama: Mas autora, isso é importante!
Moon: Importante é o nosso objetivo de hoje.
Locutor-sama: E qual é o nosso objetivo?
Moon: Comprar um telefone vermelho.
Locutor-sama: Não podia ser um laranja?
Moon: Laranja? Não diga bobagens. Como vamos saber se é uma chamada importante, se não for um telefone vermelho?
Locutor-sama: Acho… que a sua lógica faz sentido.
Moon: É claro que faz. Mas cadê a loja dos telefones vermelhos?
Locutor-sama: Fechou, pelo que parece.
Moon: Mas isso é um absurdo! Eu preciso de um telefone vermelho!
Locutor-sama: Todos nós precisamos de um telefone vermelho.
Moon: Que profundo.
Locutor-sama: Deve ter outra loja, que venda telefones vermelhos.
Moon: É. Talvez eu compre um submarino.
Locutor-sama: O que uma coisa tem a ver com a outra?
Moon: Nada. Só quis dizer algo aleatório.
Random: Chapéu de fazendeiro!
Locutor-sama: Vocês dois sempre me surpreendem.
Moon: Sim, sim. Hoje não é dia primeiro de agosto, é?
Locutor-sama: Oi?
Moon: Caso for dia primeiro de agosto, não vai dar muito certo…
Locutor-sama: Autora, você está viajando?
Random: Batatas!
Locutor-sama: Hoje é dia catorze de abril!
Moon: Deixa para lá. Estou pensando em outra coisa!
Locutor-sama: Eu acho que o ano mal começou, não acha que é cedo demais para querer que chegue agosto?
Moon: Eu não quero que o mês de agosto chegue! E quem disse que o ano mal começou?
Locutor-sama: Abril para mim, ainda é o começo do ano.
Moon: Você está louco, narrador?
Locutor-sama: Não.
Moon: Agora é você que está falando coisas sem sentido!
Random: Bicicletas!
Locutor-sama: Aprendi com o Random.
Moon: Acredito em você, mas não precisa seguir o exemplo dele.
Locutor-sama: Tem razão.
Moon: O que nós íamos fazer mesmo?
Locutor-sama: Comprar um telefone vermelho. Ou você mudou de ideia?
Moon: Não, eu não mudei de ideia.
Locutor-sama: Nunca se sabe.
Moon: Para quê vou comprar um telefone vermelho?
Locutor-sama: Para chamadas importantes.
Moon: É?
Locutor-sama: Sim.
Moon: Quer saber? Mudei de ideia.
Random: Coelhos! Mas a páscoa já foi…
Locutor-sama: Mudou de ideia?
Moon: Acho que vou me sentar, e ouvir as palavras de sabedoria do Random.
Locutor-sama: Não sei se é uma boa escolha…
Random: Eu sou muito sábio!
Locutor-sama: O Random só sabe ser engraçado.
Moon: Tem vezes que a graça é sábia, Locutor-sama.
Locutor-sama: É mesmo? Não sabia disso.
Moon: Pois fique sabendo!
Locutor-sama: Certo, certo. Eu precisava saber de uma coisa.
Moon: Que coisa, você precisa saber?
Locutor-sama: O que tem primeiro de agosto?
Moon: Nada de especial.
Locutor-sama: É uma piada interna?
Moon: Provavelmente. Ou possivelmente, seria a palavra correta?
Random: Você devia ter trazido um dicionário!
Moon: É mesmo, Random. Você é um boneco de palito muito sábio!
Locutor-sama: (pensando) Mas o que é que está acontecendo aqui, afinal…

– A Moon comprou um telefone vermelho? Não. Nem pão de queijo!
– Certo, essa história de pão de queijo já perdeu a graça.
– E tinha graça? Claro que não!

Raccoon Tales

Uma história original. E a vida é tão surpreendente.

Locutor-sama: Hoje estamos passeando, na Cidade dos Cinco Monumentos. E sabe quem nós encontramos no caminho? A Tuta-sama!
Tuta-sama: Vocês estavam me seguindo?
Moon: Imagina. O que te faz pensar nisso?
Tuta-sama: A Hello está de óculos escuros.
Hello: E daí? Isso é um país livre. Posso usar óculos escuros quando eu quiser.
Tuta-sama: Sério? Que absurdo.
Locutor-sama: Eu deveria comprar óculos escuros.
Tuta-sama: Essa história é sobre o quê?
Moon: Originalidade.
Tuta-sama: Que interessante.
Locutor-sama: Vou comprar um óculos escuros, e já volto.
Moon: Certo.
Hello: Todo mundo precisa de um!
Tuta-sama: Não tem roteiro, para essa história?
Moon: Eu não preciso de roteiros, minha cara guaxinim.
Tuta-sama: Talvez você precise mais, do que você imagina.
Moon: Não acredito nisso.
Locutor-sama: Voltei. (está usando os óculos escuros)
Moon: É uma pena, que não eu não tenha trazido o meu.
Tuta-sama: De repente, isso se tornou uma história sobre óculos escuros?
Moon: É uma história estilosa.
Tuta-sama: Não acredito nisso.
Hello: Como não? Você deveria acreditar, no poder dos óculos escuros!
Tuta-sama: Vocês são tão malucos.
Hello: Que absurdo! Eu sou normal.
Locutor-sama: Ninguém é normal, até provar o contrário.
Tuta-sama: Tenho que concordar com você, Locutor-sama.
Moon: Eu deveria contar uma piada.
Hello: Não, você não deveria.
Moon: Me dê um bom motivo.
Hello: A piada deve vir naturalmente.
Moon: A piada anda?!
Locutor-sama: Uma revelação bombástica. E dramática.
Tuta-sama: O que estou fazendo nessa história?
Hello: Você está nos fazendo companhia, ué.
Tuta-sama: Eu sou uma pessoa ocupada. Vou embora.
Moon: Não vá!
Locutor-sama: Nós queremos que você diga…
Tuta-sama: O quê?
Locutor-sama: Algo inteligente.
Tuta-sama: Não estou com vontade.
Locutor-sama: Mas…
Moon: Deixa para lá, Locutor-sama.
Hello: Ela não quer, então nós devemos fazer algo sobre isso.
Moon: O que você sugere?
Hello: Hm…
Tuta-sama: Eu vou embora.
Hello: É melhor nós não fazermos nada.
Random: Marshmallow!
Moon: Fazer aparecer o Random do nada, não faz a história mais engraçada.
Hello: Talvez faça.
Moon: A vida é tão surpreendente.

Green House Stories

Dia importante, mas ninguém sabe se é verdade ou não.

No quarto da Hello, em um andar da Casa Verde.
Hello: Ramsés, hoje é um dia importante?
Ramsés: Deixa eu pensar…
[O gato da Hello ficou pensativo.]
Hello: Deixa eu ver no calendário…
Ramsés: Encontrou?
Hello: Não, mas acabo de me lembrar de uma coisa.
Ramsés: O que foi?
Hello: Todos os dias nas nossas vidas, são importantes!
Ramsés: Isso foi muito inspirador.
Hello: É para refletir, meu caro Ramsés.
Ramsés: Mas eu estou refletindo, nesse exato momento!
Hello: Tenho um gato muito inteligente.

Na sala de estar, ainda na Casa Verde.
Barman: (jogando xadrez com o narrador) Me diga uma coisa, Locutor-sama…
Locutor-sama: Sim?
Barman: De onde vem esse cheiro de pão de queijo?
Locutor-sama: Da cozinha?
Barman: Isso é impossível, já que o fogão fugiu.
Locutor-sama: Com a geladeira? Outra vez?
Barman: Sim. A polícia está procurando os dois.
Locutor-sama: E eles disseram…
Barman: “Nada pode impedir o nosso amor.”
Locutor-sama: Que emocionante.
Barman: Imaginei que você ia dizer isso.
[Hello desce as escadas, e aparece na sala de estar.]
Hello: Acho que vou pedir pizza.
Barman: Mas Hello, ainda é de manhã.
Hello: Sim. Eu sei! Vou fazer isso mais tarde.
Rosalina: (saindo da cozinha) Ah, bom dia.
Hello: Bom dia. Você está com uma cara…
Rosalina: Estou com sono.
Hello: Entendi. Vou comer alguma coisa, e ir até o jardim.

No jardim da Casa Verde, na parte da frente.
Wolf: Rosas são vermelhas… cupcakes podem ser de qualquer cor.
Hello: Oi, Wolf! Está procurando inspiração?
Wolf: Sim, como você adivinhou?
Hello: Inspiração divina… dos cupcakes!
Wolf: Faz sentido.
Hello: Então… encontrou alguma inspiração?
Wolf: Ainda não.
Moon: (aparece de repente) Talvez suco de uva ajude!
Wolf: Boa ideia, Moon!
Hello: Mas o suco de uva acabou…
Moon: Que absurdo!
Wolf: Sempre existe outras maneiras, de se arrumar inspiração.
Moon: Como?
Wolf: Dançando!
Moon: Me recuso.
Hello: Moon, não seja tímida.
Moon: Não é isso! Dançar é para quem sabe.
Hello: Ora, você deve aprender a se divertir.
Moon: Não preciso. Eu me divirto de outras maneiras.
Hello: Jogando pokémon?
Moon: Também…

Bônus: Conversando com o Random.
Hello: Random.
Random: Hello.
Hello: Então…
Random: O que houve?
Hello: Como é ser um boneco de palito?
Random: É legal, eu acho…
Hello: Entendo.
Random: Que bom.
Hello: Random?
Random: Batatas?
Hello: Não, não…
Random: Pão de queijo?
Hello: Estou falando com a Moon?
Random: Suco de manga.
Hello: Manga…?
Random: Existe a fruta, chamada manga.
Hello: Tem razão.
Random: Assim como existe pão de queijo.
Hello: Existe outra coisa, além de pão de queijo?
Random: Não.
Hello: Meu deus!
Random: Pois é.

– No final, acabei ficando na dúvida: Hoje é um dia importante, ou não?
– Ok, todos os dias são importantes. Não precisa falar isso para mim.
– Parece desculpa, de alguém que esqueceu uma data importante!
– Vontade de comer pão de queijo, de novo? Não sou muito original.

Happy Green Things

E de repente, uma história selvagem aparece!

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Eu adoro esse estúdio imaginário.
Locutor-sama: É bom saber disso.
Moon: É melhor nós sairmos, Locutor-sama. Eles estão aqui.
Locutor-sama: Eles quem?
Moon: Os cupcakes, fantasiados de abacaxi.
Locutor-sama: Nós não devíamos falar com eles?
Moon: Não. Todo mundo sabe que, a regra é que cupcakes NUNCA devem se vestir de abacaxis.
Locutor-sama: Isso quer dizer que eles são cupcakes rebeldes?
Moon: Deve ser. Cupcakes rebeldes.
Locutor-sama: Isso pode se tornar um problema, autora.
Moon: Tudo bem. Vou chamar o P-san.
Locutor-sama: Para resolver isso?
Moon: Sim. Ele aceita torta de atum, como pagamento.
Locutor-sama: Interessante. Muito interessante.

Em frente de uma lanchonete, na cidade dos Cinco Monumentos.
Moon: Está vendo isso, Locutor-sama?
Locutor-sama: É uma pasta de dente gigante?
Moon: Talvez seja melhor nós corrermos.
Locutor-sama: Isso deve ser mais sensato.
Moon: Ou devemos pular nos trampolins?
Locutor-sama: Não devemos fazer loucuras, autora.
Moon: Você não tem graça, narrador.
Locutor-sama: Os trampolins tem sentimentos!
Moon: Oh. Você tem razão!
Locutor-sama: Que bom.
Moon: Devia escutar o narrador mais vezes.

Na frente do estúdio Happy Green Things.
P-san: Me diga, Cupcake Vestido de Abacaxi Número Um…
Cupcake Vestido de Abacaxi Número Um: Sim?
P-san: O que a sua mãe iria pensar, em vê-lo assim?
Cupcake Vestido de Abacaxi Número Um: Ela ia pensar que estou ridículo.
Cupcake Vestido de Abacaxi Número Dois: Absurdo!
P-san: Essa será a única palavra que você irá dizer, número dois.
Cupcake Vestido de Abacaxi Número Dois: Mas… mas…
P-san: Guardas! Ele está desrespeitando as regras!
Cupcake Vestido de Abacaxi Número Um: Vocês são estranhos.
P-san: Disse alguma coisa?
Cupcake Vestido de Abacaxi Número Um: …esquece.

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Ah! Que bom que o P-san conseguiu resolver tudo.
Locutor-sama: Sim. Ele é incrível.
Moon: Pinguins são incríveis.
Locutor-sama: Bom, o que nós vamos fazer agora.
Moon: Nada. Mas podíamos pensar em algo épico.
Locutor-sama: Senhor dos anéis?
Moon: Algo original.
Locutor-sama: Ogros cantores, que usam calça listrada?
Moon: Isso é original. E assustador, ao mesmo tempo.
Locutor-sama: Então…
Moon: Estou sem criatividade.
Locutor-sama: Isso tem acontecido com frequência, ultimamente.
Moon: Pois é, pois é.

Bônus: Uma conversa qualquer, em um dia qualquer.
Hello: Em um local qualquer!
Moon: Isso não é original.
Hello: Você é exigente demais, autora. Não seja chata!
Moon: Hmm. Chocolate demais.
Hello: O que chocolate tem a ver com isso?
Moon: Ele pode acabar, um dia.
Hello: A água também pode acabar.
Moon: Podemos ter sérios problemas, no futuro.
Random: Eu gosto de batatas!
Hello: Oh. Informação útil!
Moon: Você está sendo sarcástica?
Hello: É claro que não! Juro que não sabia disso.
Moon: Eu já sabia.
Hello: Claro, você é a autora.
Moon: Isso tira um pouco a graça.
Hello: Sério?
Moon: Sério.
Hello: Sério mesmo?
Moon: É claro! E eu tive que tomar suco de maracujá, ao invés de suco de uva.
Hello: Sua vida é muito emocionante.
Moon: Nem os meus personagens, me levam a sério!
Random: Pão de queijo!
Moon: Seria uma boa ideia, se tivesse um!
Hello: No planeta dos pães de queijo…
Moon: Não quero ouvir essa história outra vez, Hello!

– Pão de queijo. Suco de uva. História original, com elementos repetitivos.
– Eu deveria saber falar sério, mas nesse blog… não dá para fazer isso.

Raccoon Tales

O misterioso caso estiloso.

Locutor-sama: Estamos na frente da mansão, da famosa milionária guaxinim, conhecida como Tuta-sama. Não sabemos se este é o seu nome verdadeiro. Só sei que a autora decidiu fazer, mais outra história misteriosa.
Moon: Abril tem que ser um mês misterioso!
Locutor-sama: Tenho certeza que, nesse mês novas coisas se abrirão.
Moon: Há-há. Muito engraçado.
Locutor-sama: Não era para ser engraçado.
Tuta-sama: O que estão fazendo aqui, na parte da frente do jardim?
Moon: Nós viemos te visitar. E não apareça de repente!
Tuta-sama: Está é a minha casa. Posso aparecer repentinamente, caso eu querer.
Moon: Sei. E essa história, sou eu que estou escrevendo!
Tuta-sama: Não muito bem.
Moon: Ei! Que grosseria.
Tuta-sama: Estou apenas sendo sincera.
Moon: Espera. Você não deve ser a Tuta.
Tuta-sama: É claro que eu sou a Tuta!
Moon: Isso é o que qualquer impostor diria!
Tuta-sama: O bom senso fugiu de você, outra vez, Moon?
Locutor-sama: Autora, essa é a Tuta-sama.
Moon: De verdade?
Locutor-sama: De verdade.
Moon: Esqueci que ela é uma grossa.
Tuta-sama: Ei!
Moon: Então… o que nós viemos fazer aqui?
Locutor-sama: Você tinha dito, autora, que queria escrever uma história, que fosse misteriosa, e estilosa ao mesmo tempo.
Moon: Ah, é! Pegue as perucas, Locutor-sama!
Locutor-sama: (pegou uma caixa com perucas)
Tuta-sama: Então… de onde saiu essa caixa?
Moon: Minha cara guaxinim, existem perguntas que você nunca deve fazer. Nunca.
Tuta-sama: Você deve ter se esquecido, que existe algo chamado sanidade.

Uma história misteriosa, e estilosa, pois nós estamos usando perucas.
Locutor-sama: Perucas são coisas fascinantes.
Moon: De fato. Elas são tão criativas.
Tuta-sama: Não consigo entender.
Moon: O que foi, minha velha?
Tuta-sama: Perucas. Ei, você me chamou de velha?
Moon: Chamei. Estamos todos ficando velhos.
Locutor-sama: Isso é um tanto deprimente, senhorita Moon.
Tuta-sama: Você bateu com a cabeça?
Moon: Eu?
Tuta-sama: Não, eu.
Moon: Puxa vida. Quem diria.
Tuta-sama: Locutor-sama, o que temos que fazer exatamente?
Locutor-sama: Não precisamos fazer nada.
Tuta-sama: Nós não precisamos fazer nada?!
Locutor-sama: Só vamos ficar parados, enquanto o vento sopra…
Moon: Ao mesmo tempo, alguém toca uma música misteriosa!
Tuta-sama: A música de missão impossível não é misteriosa!
Moon: Mas é emocionante!

Tentando fazer uma história, de maneira séria dessa vez.
Tuta-sama: Era um dia chuvoso…
Moon: Mas está sol!
Tuta-sama: Não me atrapalhe, Moon!
Locutor-sama: Estou vendo nuvens dançando. Usando perucas.
Moon: Existem nuvens, por aqui? Quem diria!
Tuta-sama: Vocês dois…
Moon: As nuvens começaram a cantar.
Locutor-sama: (emocionado)
Moon: As nuvens são muito profundas.
Tuta-sama: Essa história não era para ser sobre mim?
Moon: Era? Mas as nuvens são tão interessantes!

– Eu não entendi bem se era esse o fim, ou esqueci de algum piada engraçada,
fantástica, interessante e misteriosa. Essa dúvida vai ficar comigo, pelo resto do dia.
Ou não. Para quê guardar essas dúvidas, afinal?

Green House Stories

Mistérios são misteriosos, porque assim fica mais interessante!

Casa Verde, na sala de estar.
Hello: Estou muito preocupada.
Rosalina: Aconteceu alguma coisa?
Hello: É que eu deveria lembrar de alguma coisa importante.
Rosalina: Isso é sério. Você nunca lembra das coisas importantes!
Hello: Exato! Temos um grande problema nas mãos.
Rosalina: O problema é apenas seu.
Hello: Eu sei. Estou conversando com minha irmã gêmea, invisível.
Rosalina: Isso é novidade para mim.
Hello: Eu sempre tenho novidades para contar.

Depois, em uma das cozinhas da Casa Verde.
Barman: Alli? Oléo?
Locutor-sama: Eles estão fazendo comida francesa?
Barman: Eles querem variar, um pouco.
Locutor-sama: Entendo. Mas ainda acho que eles só sabem fazer comida mexicana.
Alli: Absurdo!
Oléo: Fazemos vários tipos de comida!
Pascoal: (entrou na cozinha) Ouvi algo bizarro!
Locutor-sama: O que foi, irmão?
Pascoal: Eu… eu…
Locutor-sama: Você esqueceu?
Pascoal: Estou com vontade de comer bolo.
Locutor-sama: Isso era para ser bizarro?
Pascoal: Era…?
Locutor-sama: Meu irmão gêmeo. Sempre tão criativo.
Pascoal: E inspirador. Sempre sou inspirador.

Mais tarde, na sala de estar.
Hello: Não consigo me lembrar. De maneira nenhuma!
Barman: Hello? O que aconteceu?
Hello: Não consigo me lembrar de algo importante. (deprimida)
Barman: Bem…
Hello: Eu nunca consigo me lembrar de nada.
Barman: Não precisa ficar assim, Hello.
Hello: Eu deveria começar a dançar.
Barman: Dançar? O que isso tem…
Hello: Não. Não sei! Não sei!
Barman: Hello, você não está bem hoje.
Hello: Não estou bem, por isso tenho que fazer a dancinha…
Barman: Hello, vou trazer uma paçoquinha. Tenho certeza que você vai se sentir melhor.
Hello: É. Tem razão. Uma paçoquinha deve resolver. Mas mesmo assim…
Barman: Você quer se lembrar, da coisa importante.
Hello: É claro que eu quero.
Barman: Sobre o que era?
Hello: Nem isso, eu lembro.
Barman: Oh…
Hello: Não deveria ser importante.
Barman: Mas você ainda está desesperada!
Hello: Estou com uma expressão de desespero, no rosto?
Barman: Está.
Hello: Vai passar. Pode trazer aquela paçoquinha, por favor?

Em algum lugar:
Moon: Fascinante. Aquilo é um helicóptero?
Moon: O Urso Tobi está descendo, em uma escada.
Moon: De peruca? E o P-san também?
Moon: P-san adora perucas.
P-san: Quem não gosta de perucas?
Random: Eu!
P-san: (olhar de desprezo)

Seria o final dessa incrível, e misteriosa história?
Moon: Não. A verdade é que essa história não tem final…
Hello: Isso é locura!
Moon: Não. Loucura é promoção de tortas!
Hello: Onde está tendo promoção de tortas?
Moon: Em lugar nenhum… eu acho.
Hello: Algum lugar deveria ter uma promoção de tortas!
Random: Também quero tortas!
Moon: Assustador.
Hello: O que é assustador?
Moon: O Random, aparecendo em lugares aleatórios.
Hello: Não é a especialidade dele?
Moon: Acho que você deve ter razão.
Hello: É lógico que eu tenho razão. Quem se chama Hello, sempre tem razão.
Moon: Mas esse não é o seu nome!
Hello: Não?

O que a Hello deveria se lembrar?
Hello: Finalmente eu lembrei!
Moon: Fale então, de uma vez.
Hello: Espera aí…
Moon: O que foi?
Hello: Macarrão instantâneo, P-san de peruca, meias falantes?
Moon: Deve ser um código.
Hello: Só pode ser um código!

Happy Green Things

Uma história sempre conta algo de importante, que muda a nossa vida.

Happy Green Things, no escritório da autora.
Moon: Sabe, Locutor-sama. Eu estive pensando…
Locutor-sama: Sobre o quê?
Moon: Estou me sentindo sem criatividade.
Locutor-sama: Isso acontece.
Moon: Sério. Pensei nisso, quando olhei no espelho.
Locutor-sama: Era para ser inspirador?
Moon: Não…
Locutor-sama: Bloqueio criativo?
Moon: Não sei. Talvez seja preguiça. Sempre a preguiça.
Locutor-sama: Acontece.
Moon: É só isso que você sabe dizer?
Locutor-sama: Prefere que eu repita a frase, dramaticamente?
Moon: Você SEMPRE fala de maneira dramática.
Locutor-sama: Senhorita Moon, acho que você tem razão.
Moon: Lógico que eu tenho razão. A autora sempre tem razão.
Locutor-sama: Já ouvi essas palavras sendo ditas…
Moon: Tem razão. Vamos mudar de assunto.
[Dez minutos de silêncio.]
Locutor-sama: Autora? Você disse outro dia que…
Moon: O que foi que eu disse?
Locutor-sama: Peço desculpas. Agora eu esqueci.
Moon: Acontece.
[Vinte muntos de silêncio.]
Locutor-sama: Autora?
Moon: Já não sei mais o que fazer.
Locutor-sama: Com o quê?
Moon: O especial de abril. O problema é fazer as histórias da guaxinim…
Locutor-sama: Vai desistir?
Moon: Não! Eu não posso desistir!
Locutor-sama: Então não desista, senhorita Moon.
Moon: Não tem nenhuma piada, nessa história.
Locutor-sama: Deveria contar uma?
Moon: Não. Lembra do que aconteceu, da última vez que você contou uma?
Locutor-sama: Estou tentando me lembrar…
Moon: Não. É melhor você não fazer isso.
Locutor-sama: Foi algo tão sério, assim?
Moon: Lógico que não.
Locutor-sama: Então eu posso me lembrar.
Moon: Não! Eu já disse que não, como é que você não entende isso?
Locutor-sama: Mas autora…
Moon: Você não vai falar nada.
Locutor-sama: Está bem, então.
Moon: A história de hoje, está muito curta. E sem graça.
Locutor-sama: Está sendo muito exigente, autora.
Moon: Precisamos de algo épico!
Locutor-sama: Mas é apenas uma história comum. No seu escritório…
Moon: Que não existe. A realidade pode ser… deprimente.
Locutor-sama: Não desanime.
Moon: Lá vem aquele momento em que…
Locutor-sama: Você acha que fala muitos “não”?
Moon: Exatamente.
Locutor-sama: Isso é preocupante.
Moon: De fato.
Locutor-sama: Autora, isso não é uma boa ideia…
Moon: Do que você está falando?
Locutor-sama: Estamos falando coisas aleatórias…
Moon: Só para aumentar a história? Qual o problema?
Locutor-sama: Esquece. Não há nenhum problema nisso.
Moon: Claro que não. Escrevo as histórias da melhor maneira possível.
Locutor-sama: Eu… acho que vou pedir uma pizza.
Moon: Boa ideia. Que dia da semana é hoje?
Locutor-sama: O dia em que pedimos pizza?
Moon: Não! É dia de beber suco de uva!
Locutor-sama: Todo dia, é dia de beber suco de uva.
Moon: Tem razão. Como pude esquecer desse detalhe, tão importante?
Locutor-sama: Acontece. Não se preocupe.
Moon: Certo. Não vou me preocupar… É melhor não.
Locutor-sama: Preocupações causam dores de cabeça.

– Acabo de escrever uma história sem sentido… como sempre!
– É sempre bom, conversar coisas sem sentido, com o narrador.