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Green House Stories

Dizem que existem coisas mais esquisitas que a imaginação… Será?

Hello: Bom dia, Barman! *abre a porta da cozinha da Casa Verde*
Barman: Bom dia. *está usando orelhas de coelhinho*
Hello: Barman… Está usando orelhas de coelhinho? COSPLAY?
Barman: Oh, sim.
Hello: Entendo, entendo. Oh! Já se resolveu com o Locutor-sama?
Barman: Quem é Locutor-sama?
Hello: Barman… Está brincando, não é?
Barman: Hm… Talvez você, que esteja brincando.
Hello: Eu? Oh. Não, eu tenho certeza que está brincando comigo, Barman!
Barman: É…
Hello: É? Rosalina!
Rosalina: Bom dia.
Hello: Rosa, você também?
Rosalina: Eu também, o quê?
Hello: Você está com orelhas de coelho!
Rosalina: Todos nós temos orelhas de coelho, por aqui. Menos você, já esqueceu disso?
Hello: Será… Que estou em uma dimensão paralela?
Sabrina: Oi, bom dia!
Olliver: Bom dia!
Hello: Olliver… Dentro da Casa Verde? Você sempre toma café da manhã lá no jardim.
Olliver: Hm, eu sempre tomo café aqui dentro…. *dá de ombros*
Random: Oi oi oi!
Hello: Random… Até você com orelhas de coelhinho… Coisa bizarra!
Random: É, eu também acho meio bizarro. Mas isso sou eu!
Hello: Não acredito nisso… Todos vocês estão com orelhas de coelhinho? E o Locutor-sama? Cadê ele para explicar as coisas por aqui?
Sabrina: Quem é Locutor-sama?
Hello: Como assim…? Ele é o narrador das histórias.
Olliver: Não, não. Você é a narradora por aqui!
Hello: *acorda do sonho e pisca os olhos* Caramba! Que sonho louco. Eu, narradora? Imagine!
Sir Bigodón: Os sonhos revelam nossos sonhos mais secretos.
Hello: Que absurdo! Eu nunca iria querer ser narradora.
Sir Bigodón: Tem certeza?
Hello: Absoluta! Ei, você está bem perto… Onde você está?
Sir Bigodón: Aqui.
Hello: Aqui onde?
Sir Bigodón: Aqui! *se solta dos braços da Hello* Sua louca! Eu estava passando e você me agarrou pela orelhas. E ainda por cima… Me abraçou! Escute aqui, eu não sou bichinho de pelúcia.
Hello: Ah, desculpe. *levanta do sofá em que estava deitada* Isso explica porque todo mundo no meu sonho tinha orelhas de coelhinho, hehehe.
Sir Bigodón: Que risadinha esquisita.
Hello: Sir, o Locutor-sama ainda não se desculpou com o Barman?
Sir Bigodón: Não.
Hello: Nós temos-
Sir Bigodón: Nós não vamos fazer nada! Deixe o destino tomar o seu rumo.
Hello: Oh, você fica tão fofo quando diz coisas profundas!
Sir Bigodón: Pa-pare de me olhar assim!
Hello: Desculpe, desculpe. Mesmo assim, algo tem que ser resolvido.
Sir Bigodón: Não se preocupe, eles vão fazer as pazes eventualmente.
Hello: Sei não… Oh! A ideia de ser narradora não parece ser tão ruim.
Sir Bigodón: Isso vai dar confusão…

Green House Stories

Continuando a viagem no tempo! A Hello tem que dar um jeito na bendita máquina que só arruma problemas.

Moon: A história até agora – Hello finalmente percebe que há vida além da paçoca! Então ela convida o Barman para ir comer um sanduíche de queijo. E então, aparecem Hello e Barman do futuro! Eles também vão comer sanduíche de queijo. Hm, sanduíche de queijo…
Random: Foco! Foco autora!
Moon: Tem razão, Random! Bom, Hello e Barman do futuro procuram pelo Logan – este filho do Locutor e da Sabrina. Será que eles vão conseguir voltar com o garoto no tempo deles a tempo da volta dos pais que foram ao cima? “No tempo deles a tempo” HAHAHAHA!
Random: *Na bateria* TA DUM TSS
Moon: Francamente, Random. A piada foi engraçada!
Random: Diga isso para a minha bateria!
Moon: Bom, aqui no jardim estão o nosso ship favorito do futuro!
Hello: Shh! Não chame a atenção para nós.
Barman: Seria problemático se as pessoas nos descobrissem.
Moon: Exato! Seria problemático se descobrissem que eu arrumei ship para a maioria dos personagens no futuro. E filhos. Quer algo mais clichê que isso?
Hello: Você não consegue resistir ao clichê.
Moon: Opa! É a Rosalina e o Olliver. Os dois estão em silêncio observando Hello e Barman do futuro.
Hello: Caramba!
Barman: E aí?
Hello: As pessoas não falam e aí para outros no passado.
Barman: Só quis ser educado.
Olliver: Você está vendo o anel no dedo dos dois?
Rosalina: Sim! Estou vendo!
Olliver: Eles são do futuro!
Rosalina: Eles se casaram!
Barman: Ahn… É realmente tão grande coisa?
Rosalina e Olliver: Claro que é!
Hello: Sim! É uma grande coisa. Se eu pudesse, socaria na cara a minha eu do passado por ter sido uma besta!
Barman: Hello, isso é ser um pouco dura demais consigo mesma.
Hello: Eu só pensava em paçoca!
Barman: Você ainda pensa em paçoca.
Hello: Não com tanta frequência com antigamente…
Rosalina: Mudando de assunto, o que vocês fazem aqui?
Barman: Coisas aconteceram.
Hello: Coisas!
Olliver: Hm.. Estão tentando entrar na Casa Verde sem serem vistos pelos seus eus do passado?
Hello: Exatamente.
Rosalina: Que pensamento rápido!
Olliver: Bom, tem os túneis.
Rosalina: Túneis! Túneis?
Barman: Oh, os túneis!
Hello: Boa lembrança! E não diga para ninguém o que viram. É uma ordem da chefe de vocês!

Bônus: Happy Green Things!
Moon: Por que eu faço isso comigo? Espera. o CORRETO seria Porquê eu faço isso? GAAAH! PORTUGUÊS É UMA LÍNGUA MUITO DIFÍCIL! *vira a mesa* Ainda bem que não tinha nada em cima dessa mesa.

– Em setembro, eu não posso fazer mais histórias continuadas… Isto é, se eu continuar a postar diariamente! Eu vou ficar mais maluca que já sou.

Green House Stories

Enquanto alguns perguntam se há algo além da paçoca, outros pensam em questões mais importantes ainda!

No jardim da frente da Casa Verde.
Rosalina: Olliver.
Olliver: Siim? *regando as flores*
Rosalina: Eu preciso da sua ajuda.
Olliver: Certo.
Rosalina: É uma questão importantíssima!
Olliver: Céus! É tão sério assim?
Rosalina: Talvez nem tanto. Mas mesmo assim, eu preciso que você escute o que tenho a dizer com atenção.
Olliver: Sou todo ouvidos.
Rosalina: Prometa que eu não vai rir.
Olliver: Eu não entendo…
Rosalina: *chega mais perto do jardineiro* Prometa. Que. Não. Vai. Rir.
Olliver: Prometo! Prometo! Rosalina, você está me assustando.
Rosalina: Escute, Olliver.
Olliver: Não precisa de tanto suspense!
Rosalina: Tem razão. Por que a galinha atravessou a rua?
Olliver: Para chegar ao outro lado.
Rosalina: Não, Olliver! Eu preciso de uma resposta melhor que isso.
Olliver: Por que a questão filosófica?
Rosalina: É culpa do meu irmão. Ele acha que eu estou sendo muito “normal” ultimamente.
Olliver: *faz uma cara de assustado*
Rosalina: Que foi?
Olliver: Ele não quer que você seja como a chefe, quer?
Rosalina: Oh, não. Chegar no nível da Hello é praticamente impossível.
Olliver: Oh. É mesmo, você tem razão.
Rosalina: Eu disse para ele que estava tudo bem… Por que ele não acredita em mim?
Olliver: Irmãos mais velhos querem que os mais novos se divirtam.
Rosalina: Hm? Você é assim, também?
Olliver: Do que está falando?
Rosalina: Você tem um irmão mais novo, não tem?
Olliver: Eu tenho uma irmã mais velha, não um mais novo.
Rosalina: Estranho.
Olliver: Muito estranho!
Rosalina: A autora deve ter alterado isso.
Olliver: Bom, e a questão da galinha?
Rosalina: É ridículo que Nicolas me fez pensar em tal coisa.
Olliver: É uma metáfora!
Rosalina: Não.
Olliver: Uma paródia da vida humana?
Rosalina: Hm… Eu não tinha pensando nesse ponto de vista.
Olliver: O ser humano pode passar uma vida toda como a galinha, decidindo se vai atravessar a rua ou não.
Rosalina: É uma boa! Obrigada, Olliver!
[Rosalina dá um beijo no rosto do jardineiro]
Olliver: Ah… Não foi nada.
Rosalina: GAH! De onde você veio, Barman?
Barman: Estou esperando a Hello para sair.
Rosalina: É? Vocês vão sair??
Barman: Ela me disse que existe algo na vida além da paçoca.
Olliver: A chefe tá se sentindo bem?
Rosalina: E eu aqui me perguntando sobre galinhas atravessando a rua…
Barman: Não precisam ficar tão assustados. Isso vai passar logo, tenho certeza.
Olliver: Então vocês vão em um encontro!
Barman: Não é bem assim…
Hello: Hey! Vamos nessa, Barman.
Barman: Ah, não precisa me puxar pelo braço…

Green House Stories

Um mistério resolvido, e um retorno de breve período.

Locutor-sama: Doutor Q, seu nome verdadeiro é Quemuel. Ele estava em crise, é o que me disseram.
Random: Está na moda os personagens ficarem em crise, pelo visto!
Locutor-sama: Ele queria retornar à aparecer nas histórias da senhorita Moon. E então, ele saiu da cidade dos personagens perdidos vestido como um astronauta.
Random: Que loucura!
Locutor-sama: O Doutor Q estava sentado no sofá, sem a fantasia de astronauta. Ele explicou a situação após todo mundo tê-lo ajudado a sentar no sofá, após o susto.
Doutor Q.: Mas, pensando melhor agora… Era só uma pegadinha inocente de um homem desocupado.
Clarissa: Ah! Uma pegadinha.
Vlad: Eu disse.
Olliver: Eu também disse.
Rosalina: Mas não era uma pegadinha da tevê…
Samuel: Rimou! Doutor Q, tevê…
Barman: É, rimou mesmo.
Doutor Q.: Espero que não se incomdem se eu ficar um pouco por aqui.
Barman: Tenho certeza que a Hello não vai se incomodar.
Doutor Q.: Eu tenho estado muito mais sóbrio ultimamente.
Barman: Que boa notícia!
Doutor Q.: O suco de uva acabava comigo…
Barman: Doutor Q., era vinho o que você tomava!
Doutor Q.: E faz diferença?
Samuel: Esse cara não bate muito bem da cabeça.
Clarissa: O senhor vai fazer alguma coisa com essa fantasia?
Doutor Q.: Eu deveria jogá-la fora… Mas eu sou sentimental.
Locutor-sama: Sentimental com essa fantasia bizarra?
Doutor Q.: Estava usando essa fantasia no aniversário de um ano da minha filha Sabrina.
Barman: Ah…
Vlad: Por isso a aparência antiquada.
Samuel: Antiquada? A fantasia está suja!
Clarissa: Filme de terror, com certeza.
Olliver: Uma boa limpeza deixa ela como nova.
Barman: Também está rasgada…
Rosalina: Talvez fosse melhor exorcizar…
Doutor Q.: Vocês são todos exagerados!
Barman: A aparência do capacete está sombria.
Rosalina: Por isso que eu disse que precisava ser exorcizada!
Olliver: Exorcizada da sujeira!
Doutor Q.: Eu deixo de beber e o pessoal daqui se torna maluco?
Barman: Não, nós somos apenas animados.
Sabrina: Você deveria jogar essa coisa horrível fora.
Doutor Q.: Filha! Mas ela é praticamente uma memória.
Sabrina: Eu não quero que uma coisa bizarra como essa fantasia seja uma memória. Principalmente quando se trata de algo que pareça ter saído de filme de terror!
Olliver: Ora, não fale assim! Barman, Locutor! Vamos fazer uma limpeza.
Barman: Por mim, tudo bem.
Locutor-sama: Não vai ser necessário.
[Locutor estala os dedos e limpa a fantasia.]
Doutor Q.: Poderes mágicos!
Locutor-sama: Poderes de narrador para apressar uma história que está no fim.
Doutor Q.: Ser narrador é muito prático.
Locutor-sama: É, tem algumas vantagens.

Green House Stories, Macarrão Instantâneo

É uma história misteriosa, apesar de começar com passarinhos cantando. Mas quem disse que eles também não podem curtir um bom mistério?

Clarissa: Os pássaros estão cantando de forma muito bela.
Vlad: De fato.
Clarissa: É uma atmosfera muito romântica.
Vlad: Clara…
Clarissa: Vlad…
Vlad: Você está ouvindo o Samuel gritando como uma menininha em um show da sua banda favorita?
Clarissa: Não! Parece algo mais sério. *fica preocupada* O que será que aconteceu com ele?
Samuel: Gente, gente! [ele abre a porta da sala de chá violentamente]
Vlad: O que houve? Show de banda?
Samuel: Oh, não. Mas eu adoraria ver Maroon 5! Mas eu estou desviando do assunto.
Clarissa: Diga logo! Você parece muito assustado.
Samuel: Tem um astronauta andando pela rua!
Vlad: Um astronauta? Ridículo!
Samuel: Venham ver! Deve dar para ver da janela.
[Os três se aproximam da janela]
Samuel: Olhem só para isso!
Clarissa: Ele se aproximava em procura de vítimas….
Vlad: Clara, não comece com o tom de filme de terror!
Clarissa: Procurava sua pedra vinda da lua!
Samuel: Que horror!
Clarissa: Queria se vingar daqueles que a tinham roubado.
Vlad: E o que aconteceu?
Clarissa: Ele havia morrido em uma festa a fantasia.
Samuel: Não estamos no mês do terror.
Clarissa: Mas na verdade, ele só tinha batido a cabeça e incorporou um personagem de história de terror.
Vlad: É uma história de terror dentro de uma história de terror!
Samuel: Que horror, que horror.
Vlad: Acalme-se, Samuel. Deve ser alguma pegadinha da tevê.
Clarissa: Mas e se for o retorno da vingaça dos astronautas?
Samuel: *dá um grito*
Vlad: Meu ouvidos!
Clarissa: Eu estou brincando.
Samuel: Mas e se todos nós estivermos condenados?
Clarissa: Não seja absurdo.
Vlad: Se estivermos condenados, então temos que nos preparar.
Clarissa: Com biscoitos?
Vlad: Com biscoitos!
Samuel: O assunto é sério, e vocês estão aí brincando!
Clarissa: Se fosse alguma coisa séria, a Hello já teria tomado uma atitude.
Vlad: Eu a vi comendo paçoquinha.
Samuel: Ela está sempre comendo paçoquinha.
Clarissa: De fato, hoje eu a vi comendo paçoquinha mesmo…
Vlad: É melhor nós checarmos!
Samuel: A Hello comendo paçoquinha?
Vlad: Não, o astronauta!
Clarissa: Se deixar nós podemos pegar um autógrafo dele!
Vlad: Eu não acho que ele tenha vindo de um filme de terror.
Clarissa: Nunca se sabe!
[Os três desceram correndo para a sala de estar]
Samuel: O astronauta! *dá outro grito*
Clarissa: Cadê a vassoura?
Rosalina: Esse astronauta é muito suspeito!
Olliver: Eu não sei, Rosalina… Esse astronauta me parece familiar!
Rosalina: Ele está andando lentamente como zumbi!
[A confusão foi geral na sala de estar, e o astronauta acabou caindo no chão.]
Barman: O que vocês estão fazendo com o Doutor Q.?
Todo mundo: DOUTOR Q?
Continua no próximo episódio amanhã…

Green House Stories

Um dia qualquer, no jardim aparece um…

[Rosalina estava sentada lendo em um dos bancos do jardim da Casa Verde. Curioso, Olliver se aproxima e vê o que ela está lendo.]
Olliver: “Ninguém que tivesse conhecido a menina Catherine Morland poderia ter presumido que ela nasceu para ser uma heroína.”
Rosalina: Olliver!
Olliver: Boa escolha de livro.
[O jardineiro senta ao lado dela]
Rosalina: Ah, sim. Ele é ótimo!
Olliver: Já tinha lido?
Rosalina: Já.
Olliver: Então boa escolha de releitura.
Rosalina: Tenho o costume de ler um livro novo, e depois reler algo que faz tempo que terminei.
Olliver: É um bom hábito.
Rosalina: Ah, acha mesmo?
Olliver: É melhor do que deixar farelo de paçoquinha no jardim.
Rosalina: Tinha farelo de paçoquinha nos papéis do escritório.
Olliver: Tem farelo de paçoquinha por todos os lados!
Rosalina: Muito farelo de paçoquinha.
Olliver: Mas, voltando ao livro. É o meu favorito de Jane Austen!
Rosalina: É? O meu também!
Olliver: Nós somos pessoas de muito bom gosto.
Rosalina: Eu gosto de livros de paródia.
Olliver: Quem diria! Estou surpreso em saber disso.
Rosalina: Imagino que sim. Mas tem que ser um livro muito bem escrito! E é muito difícil achar um bom livro de paródia.
Olliver: Hm, como Orgulho e Preconceito e Zumbis?
Rosalina: Fico me perguntando quem teve essa ideia…
Olliver: Alguém que viu uma série de zumbis e pensou “Por que não colocar isso em um livro de Jane Austen?”
Rosalina: É, deve ter sido isso.
Olliver: Ou…
Rosalina: Ou?
Olliver: Jane Austen aparece como fantasma e diz para alguém colocar zumbis naquele livro.
Rosalina: Muito improvável.
Olliver: De fato! Mas às vezes eu penso em coisas bastante improváveis.
Rosalina: Por que é seu livro favorito?
Olliver: Porque o Henry é meu xará.
Rosalina: Caramba! Eu não sabia que o seu nome era composto. E eu deveria ter reparado, sendo da contabilidade!
Olliver: Ah, não se incomode por isso.
Rosalina: É uma combinação bonita.
Olliver: Minha mãe sempre teve bom gosto.
Rosalina: Ainda bem!
Olliver: O seu nome também é bonito.
Rosalina: Você acha?
Olliver: Bom, eu sou jardineiro. Então fica meio suspeito!
[Olliver fica envergonhado, e Rosalina escuta um barulho.]
Rosalina: Ouviu isso?
Olliver: Isso… o quê?
[Os dois ficaram paralisados quando viram um astronauta entrando na Casa Verde.]
Rosalina: Nós temos que fazer alguma coisa!
Olliver: Mas e se for uma pegadinha da tevê?
Rosalina: Uma pegadinha! Pode ser algo sério.
Olliver: Algo sério… Espero que não.
[Os dois foram seguindo o muito esquisito astronauta.]

Green House Stories, Silly Tales

Não dá para ficar em casa sempre. E tem momentos, que não dá para passear na rua… Quer alternativa melhor do que um jardim?

Casa Verde, em um dos corredores.
Locutor-sama: Fábio estava se sentindo irritado, e com ódio de todos os seres existentes.
Fábio: Por que você está ME SEGUINDO, CARA? Tu tem algum problema?
Locutor-sama: O meu único problema é a minha sina de ter de ser narrador. As pessoas se irritam sempre comigo porque estou simplesmente fazendo o meu TRABALHO. Note na importância da palavra “trabalho” nessa frase.
Fábio: Era para eu dizer algo de útil sobre isso tudo?
Locutor-sama: Só estava comentando.
Fábio: ÓTIMO! Pois eu não quero saber se caso você está se fazendo DE COITADO.
Locutor-sama: Minha nossa, como você está irritado!
Fábio: EU ESTOU IRRITADO MESMO! Algum problema com isso?
Locutor-sama: Nenhum problema, cara! Fique tranquilo. Estou apenas pensando… É uma pena que você não vai querer ir no jardim, para resolver o seu problema de raiva!
Fábio: Jardim! Não é uma ideia de todo ruim! Sim, sim. Irei para o jardim, gritar para as flores!
Locutor-sama: Espero que as flores sobrevivam.
Random: Psicologia reversa comanda o universo todo!
Locutor-sama: Fale mais baixo, amigo Random. Nós não queremos que ele escute o nosso plano!
Random: Tem razão. Nós não somos super vilões!

No jardim da Casa Verde.
Fábio: MAS QUE DROGA DE VIDA! RAIVA, RAIVA, RAIVA, RAIVA!
Locutor-sama: O que Fábio não se lembrava, é que havia alguém no jardim.
Olliver: O jardineiro! [aparece segurando um regador]
Fábio: [leva um susto] AAAAH!
Olliver: O que houve? Viu um fantasma?? [olha para os lados, rapidamente]
Fábio: Não, não é fantasma! Você apenas me assustou, só isso.
Olliver: Se você diz, fico mais tranquilo! Sabe, eu ODEIO fantasmas.
Fábio: Sério que você disse isso? Como se visse fantasma todos os dias.
Olliver: Ha ha ha… É melhor eu não falar sobre esse assunto.
Fábio: É incrível a sua paciência para… Deixar as plantas dessa maneira! [observa o jardim] Isso aqui é uma peça de xadrez?
Olliver: Ah, essa é a minha favorita! Sim, é a torre do xadrez. Estive praticando formas diferentes, do que o comum na arte da topiaria.
Fábio: Topi… O quê?
Olliver: Não é nome de comida, eu garanto.
Locutor-sama: É uma maneira de enfeitar o jardim. Dá-se forma as plantas, de uma maneira artística tudo mais.
Fábio: Obrigado, dicionário ambulante.
Locutor-sama: Não há nada de errado de consultar um dicionário, quando não se sabe exatamente o significado de uma palavra.
Fábio: Deixando o Locutor de lado… Você acha que consegue me ensinar a fazer um negócio desses?
Olliver: Mas é claro que consigo!

Dias depois, no jardim da Casa Verde.
Fábio: Que lindo enfeite de jardim, na forma de cogumelo! Muito obrigado para todos aqueles bonecos de papel que montei, os quais me ensinaram a importância da paciência! E como valorizar um trabalho, após dias de suor e dedicação.
Locutor-sama: Uma pessoa feliz consegue falar de maneira tão bela e dramática!
Fábio: Não seja um esquisitão, Locutor.
Alice: Caramba! Que cogumelo ENORME! Uma verdadeira obra de arte. Parabéns, Fábio!
Fábio: Ah, obrigado Alice!
Rosalina: Você não estourou novamente o limite do dinheiro da manutenção para o jardim, hein Olliver?
Olliver: Ha ha ha… Claro que não, ainda sobraram dois centavos!
Rosalina: OLLIVER!
Olliver: O quê? Dois centavos é melhor que nada!
Rosalina: Tá bem, tá bem.

Green House Stories

O campeonato de dança.

Locutor-sama: É um dia comum para o eficiente jardineiro da Casa Verde, chamado Olliver. Ele não aparece muito nas histórias, pois normalmente está do lado de fora. No jardim. Sozinho. Que tristeza!
Olliver: Locutor-sama, você é muito estranho.
Locutor-sama: Não vai perguntar porque estou desse tamanho?
Olliver: Bem, imagino que você fique entediado de ser um cara alto.
Locutor-sama: Você tem imaginação, Olliver.
Olliver: Todos temos, Locutor-sama. Agora com licença, eu preciso voltar a aparar os arbustos.
Locutor-sama: Fique à vontade!
[Ao tentar cortar, a tesoura de jardim quebrou]
Olliver: Não acredito!
Locutor-sama: Acontece com todos, Olliver.
[Olliver ficou furioso com o que aconteceu]
Olliver: Essa é a minha tesoura de jardim favorita!
Locutor-sama: Você pode arrumar outra tesoura favorita.
Olliver: [ficou em silêncio por alguns segundos] Estou com um ódio… Um ódio dançante!
Locutor-sama: Ao falar isso, P-san apareceu com roupa de dançarino dos… anos 80, eu acho. E o Kero-san também aparece, que é um sapo, vestido de hippie. A peruca dele está dramática!
P-san: Jardineiro!
Olliver: Escute, senhor pinguim gigante… eu tenho um nome.
P-san: Oh, desculpe. Mas eu também tenho! Sou P-san.
Olliver: E eu, Olliver.
[Os dois dão um aperto de mão]
Kero-san: E eu? Ninguém vai falar de mim, não?
Olliver: Eu não o conheço, senhor sapo gigante.
Kero-san: O meu nome não é “senhor sapo gigante”!
P-san: Claro que é! Nós todos sabemos que Kero-san é apenas um apelido.
Kero-san: Cale a boca, P-san! Você não sabe de nada.
Olliver: Então…
P-san: Então o quê?
Kero-san: Eu teria que falar alguma coisa?
Locutor-sama: Os cavalheiros falaram que estavam com um ódio dançante. E como três pessoas não podem ter esse tipo de ódio, ao mesmo tempo… Vamos ter um campeonato!
Olliver: Um campeonato?
P-san: Vai ser divertido!
Kero-san: Eu não tenho tempo para campeonatos bobos.
[P-san pisa na pata de Kero-san.]
Kero-san: Ai! Espero que seja um campeonato de boxe.
Locutor-sama: Não, desculpe.
Olliver: Agora, estou começando a imaginar um sapo gigante com luvas de boxe….
Kero-san: O meu nome não é sapo gigante! Eu já disse.
Locutor-sama: É um campeonato de dança. Vocês já estão até bem vestidos para a ocasião!
Kero-san: Nunca vi um hippie dançarino.
Locutor-sama: Mas você pode se tornar um nesse campeonato! Já imaginou?
Kero-san: Não. Não imaginei, e não quero imaginar.
P-san: Deixe de ser chato! Vamos nos divertir, de uma vez
[Locutor-sama é o juiz da competição. Os três dançam, e acabam bagunçando todo o jardim.]
Olliver: É, isso foi bem divertido.
P-san: Eu precisava de exercício!
Kero-san: Ufa… Cansei. Quem ganhou?
Tuta-sama: [aparece no jardim, com uma vassoura na mão] Seus bagunceiros! Vamos ser castigados com a minha vassoura justiceira!
P-san e Kero-san: AAAAH! [saem correndo]
Olliver: [tentar sair correndo também, mas a guaxinim o chama]
Tuta-sama: Você, não. Vai arrumar essa bagunça. Ou vai sentir a minha fúria!
Olliver: Ah. [desapontado]