[Aline Giovanna, mulher guerreira e amiga de Esqueletóim, está tomando chá, na sala próxima da cozinha. Não me pergunte onde. A Casa Verde é enorme, e eu nunca fiz um mapa dela.]
Aline: Ah! Mas que paz.
Esqueletóim: Lembro-me que adorava tomar chá. Que saudades… Agora, nem gosto sinto!
Aline: Anime-se, meu amigo. Vamos quebrar sua maldição de algum jeito. Tem que haver uma maneira, se não, o bruxo não teria nos mandando pra cá.
Esqueletóim: Você tem um ponto. Mas eu ainda não confio naquele bruxo.
Aline: Você só começou a ficar bravo, quando ele começou a flertar comigo.
Esqueletóim: E eu estou certo, de ter ficado bravo! Bruxos são criaturas solitárias.
Aline: Não eram os magos?
Esqueletóim: Não sei. Nunca sei a diferença entre eles…
Aline: De qualquer maneira *abre um pergaminho na mesa de chá* Precisamos de suprimentos. E alguém que faça poções.
Esqueletóim: É mesmo. Você não pode lutar, estando despreparada!
Aline: Exatamente. Pare de pensar em bruxos e magos, precisamos ir a algum mercado. Vamos perguntar onde tem!
[Clarissa estava passando, assobiando uma musiquinha. Aline fez sinal com a mão, para pará-la.]
Aline: Pare!
Clarissa: *parou de andar* O que se passa?
Aline: Sabe onde tem um mercado, que não seja longe daqui?
Clarissa: Bom… tem o Mercadinho de Tudo, que é a duas quadras daqui.
Aline: Ah! Obrigada.
*Aline cumprimentou Clarissa com a mão. Clarissa achou engraçado.*
[Aline e Tóim foram andando até o Mercadinho. Tóim estava assustando todo mundo. Alguns usavam uma cruz, como se ele fosse vampiro.]
Esqueletóim: Acho que sair de esqueleto, não foi uma boa ideia…
Aline: Deixa eu ver meu inventário… *abre uma tela quadrada no meio do nada* Hm…
Esqueletóim: Não parece ter nada de útil, aí.
Aline: Bom. Tem essa poeira esquisita.
Esqueletóim: Poeira? Aonde??
Aline: *aponta pro item que diz Poeira Estranha*
Esqueletóim: Você… Não vai querer que eu use isso, vai?
Aline: Poções não vão funcionar em você. *tira a poeira esquisita da tela*
Esqueletóim: Você vai mesmo usar em mim!
Aline: Vamos logo, quero ir no Mercadinho!
[Aline usa a poeira estranha. Esqueletóim vira um rapaz de anime.]
Aline: Caramba! Nunca vi isso em minha vida.
Esqueletóim: Estou horrendo? Estou horrendo?
[Aline tira do seu inventário um espelho, e dá pro Tóim.]
Aline: Tome.
Esqueletóim: Obrigado. *olha no espelho* Minha DEUSA! Sou um rapaz de anime!
Aline: Rapaz de anime??
Esqueletóim: É difícil explicar…
Aline: Melhor nem explicar. Vamos logo, as pessoas estão olhando.
[Aline e Tóim foram ao Mercadinho de Tudo. Tinha quase tudo, menos asas de morcego e chifre de unicórnio.]
Aline: Sempre acho um absurdo, usar chifre de unicórnio.
Esqueletóim: Mas você tira deles, e nasce de novo. Eles não se importam.
Aline: Mesmo assim. Esquisito. E nem sabemos se existem unicórnios por aqui!
Esqueletóim: MINHA DEUSA! Um abacaxi ambulante!
[Eles veem Malvino, que tinha ido fazer compras no Mercadinho]
Aline: Talvez existam unicórnios por aqui. Se tem abacaxis humanizados…
– Nos vemos na próxima! Talvez sexta que vem? Vou tentar voltar aqui sexta que vem. (Não vou prometer)
