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Happy Green Things

Eu? Enrolando pra continuar a saga do domo?! Nunca.

Locutor-sama: O estúdio Happy Green Things… Onde a magia acontece, aonde a autora vai escrever suas histórias, dentro de seu escritório. Mas nem sempre a autora está lá. Nesses dias em que a senhorita Moon está ausente, a Cola-sama assume o posto no escritório.
Cola-sama: Depois das coisas que ainda estão pra acontecer, na saga do domo, as coisas ficaram um tanto… paradas.
Locutor-sama: É o que ela disse. Mas ela não sabia, que algo sinistro estava pra acontecer.
Cola-sama: Algo sinistro?! *tira uma espada de algum lugar* O quê vem de sinistro?!
Locutor-sama: Não é esse tipo de sinistro! Guarde a espada, eu só falei pra dar um tom mais dramático pra história.
Cola-sama: Ah.
[De repente, a porta do escritório se abriu. Duas pessoinhas pequeninas entram no escritório.]
???: Olá?
Cola-sama: Quem está aí? *sai da cadeira que estava sentada e vai ver quem falou*
???: Sou eu, o Steve!
???: E sou eu, o Carlito!
Cola-sama: Lá vem… personagens novos. Do tamanho do Random e do Capitão Yay…
Steve: Quem são esses?
Carlito: Quero conhecer todo mundo!
Cola-sama: Vocês vão conhecer os personagens no devido tempo.
Steve: Nomes engraçados.
Carlito: Concordo! Nomes engraçadíssimos!
Cola-sama: O que vocês querem? Conhecer os outros personagens?
Steve: Oh, não. Estamos procurando uma fada!
Carlito: Isso mesmo! Uma fada.
Cola-sama: Uma fada? Porque uma fada?
Steve: É pra transformar a gente.
Carlito: Transformar-nos em gente grande!
Cola-sama: Puxa vida. Não esperava por isso… Eu conheço uma fada, mas não sei se ela vai ajudar.
Steve: Não vai ajudar? *olha pro Carlito*
Carlito: *olha pro Steve, em silêncio*
Cola-sama: Bom. A fada mora…
Locutor-sama: Cola-sama dá o endereço da Matilde, mas avisa que eles tenham cautela.
Cola-sama: Tenham cautela.
Locutor-sama: Eu já disse isso.
Cola-sama: Não se meta na conversa, narrador!
Locutor-sama: Vou ficar magoado.
Cola-sama: Paciência. Problema seu!
Locutor-sama: A audácia da Filombeta! Eu saio do escritório, indignado.
Cola-sama: Já vai tarde!
Steve: Puxa. Ele ficou ofendido mesmo.
Carlito: Você não foi dura demais com ele?
Cola-sama: Ser legal com ele, significa que ele vai querer ainda mais privilégios.
Steve: Você ser legal é privilégio, Cola-sama?
Cola-sama: Sim. Um privilégio para muito poucos.
Carlito: Caramba! Me lembre de nunca enfurecê-la.
Cola-sama: Vocês dois não tem mais o que fazer?
Carlito: Ter, temos!
Steve: Mas essa salinha é tão bonita.
Cola-sama: Que bom que gostaram.
Steve: Tem uma sala secreta que conecta-se a esta aqui?
Cola-sama: *sem paciência* Não, não tem sala secreta aqui.
Carlito: Aaah, puxa!
[Os dois pequeninos resolvem ir embora. Será que vão procurar mesmo a Matilde?]
Cola-sama: Finalmente, um pouco de paz.

Happy Green Things

Ai ai… Ai. Estou postando, Cola-sama! Estou postando!! Calma!

No estúdio Happy Green Things.
Moon: Ah! Finalmente estou postando no blog de novo.
Cola-sama: Olha quanto tempo desde a última postagem…
Moon: Mas ainda estou no mesmo mês! Ai! Pare de me bater com esse martelo de brinquedo!
Cola-sama: É pra ver se você toma jeito…
Moon: Esse é meu jeitinho, você respeite!
Cola-sama: *bate de novo com o martelo de brinquedo, na cabeça da Moon*
Moon: Isso é falta de respeito com a autora! Pare!
[A autora tira da mão de Cola-sama o martelo e joga pela janela]
Cola-sama: Meu martelo!!
Moon: Ahá.
Cola-sama: *o martelo aparece de volta na mão de Cola-sama* Ahá.
Moon: Nunca deveria ter te dado poderes de uma deusa! E você nem é uma cola faz muito tempo!
Cola-sama: Se trocar meu nome agora, vai perder a graça.
Moon: Tem razão. Não podemos perder a graça, é ela que faz as pessoas rirem.
Cola-sama: E quando você vai terminar a saga do Domo?
Moon: Estou trabalhando nisso! Na minha cabeça.
Cola-sama: Na sua cabeça não vale. Quero que você passe pro computador.
Moon: Ai… É que dá tanto trabalho…
Cola-sama: E você pode explicar como essa história se passa fora do Domo?
Moon: Simples. Essa história aconteceu depois de ter sido resolvido tudo!
Cola-sama: Que preguiça, hein, “autora”.
Moon: Não faça aspas com as mãos! Mal educada!
Cola-sama: Eu não fiz um sinal inapropriado…
Moon: E é melhor não fazer! Que falta de respeito com a sua autora!
Cola-sama: Tá, tá, tá. Tá bem.
Moon: Ótimo que estamos na mesma página.
Cola-sama: Se você diz…
[A porta se abre dramaticamente.]
???: Autora!!
Moon: Locutor. O que você faz aqui?
Locutor-sama: Eu também quero aparecer.
Moon: Você já está aparecendo,
Locutor-sama: Nessa história não! Na saga do domo.
Moon: Mas eu não tenho planos pra você aparecer…
Locutor-sama: Pois mude seus planos!
Moon: Não.
Locutor-sama: Autora!
Moon: Não.
Locutor-sama: Senhora Moon…
Moon: Ei? O que houve com o “senhorita Moon”?
Locutor-sama: Você tem 31 anos. Você não é mais uma senhorita.
Moon: É verdade.
Locutor-sama: Mas se você me deixar aparecer na saga do domo, eu continuo a te chamar de senhorita Moon.
Moon: Você tá me chantageando?
Cola-sama: *acerta a cabeça do Locutor com o martelo de brinquedo*
Locutor-sama: Pra quê isso?
Cola-sama: Pra você deixar de ser bobo!
Locutor-sama: Que xingamento barato…
Cola-sama: Você quer que eu fale palavrão? Em um blog de família?
Moon: Chega vocês dois! Cola-sama, pare de bater nos outros.
Cola-sama: Vou pensar.
Moon: E eu penso no seu caso, Locutor.
Locutor-sama: Obrigado, senhora Moon!
Moon: Senhora é sua avó.

Silly Tales

Estamos de volta, a nossa programação normal! Não tem nada de normal, mas tudo bem!

[Aline Giovanna, mulher guerreira e amiga de Esqueletóim, está tomando chá, na sala próxima da cozinha. Não me pergunte onde. A Casa Verde é enorme, e eu nunca fiz um mapa dela.]
Aline: Ah! Mas que paz.
Esqueletóim: Lembro-me que adorava tomar chá. Que saudades… Agora, nem gosto sinto!
Aline: Anime-se, meu amigo. Vamos quebrar sua maldição de algum jeito. Tem que haver uma maneira, se não, o bruxo não teria nos mandando pra cá.
Esqueletóim: Você tem um ponto. Mas eu ainda não confio naquele bruxo.
Aline: Você só começou a ficar bravo, quando ele começou a flertar comigo.
Esqueletóim: E eu estou certo, de ter ficado bravo! Bruxos são criaturas solitárias.
Aline: Não eram os magos?
Esqueletóim: Não sei. Nunca sei a diferença entre eles…
Aline: De qualquer maneira *abre um pergaminho na mesa de chá* Precisamos de suprimentos. E alguém que faça poções.
Esqueletóim: É mesmo. Você não pode lutar, estando despreparada!
Aline: Exatamente. Pare de pensar em bruxos e magos, precisamos ir a algum mercado. Vamos perguntar onde tem!
[Clarissa estava passando, assobiando uma musiquinha. Aline fez sinal com a mão, para pará-la.]
Aline: Pare!
Clarissa: *parou de andar* O que se passa?
Aline: Sabe onde tem um mercado, que não seja longe daqui?
Clarissa: Bom… tem o Mercadinho de Tudo, que é a duas quadras daqui.
Aline: Ah! Obrigada.
*Aline cumprimentou Clarissa com a mão. Clarissa achou engraçado.*
[Aline e Tóim foram andando até o Mercadinho. Tóim estava assustando todo mundo. Alguns usavam uma cruz, como se ele fosse vampiro.]
Esqueletóim: Acho que sair de esqueleto, não foi uma boa ideia…
Aline: Deixa eu ver meu inventário… *abre uma tela quadrada no meio do nada* Hm…
Esqueletóim: Não parece ter nada de útil, aí.
Aline: Bom. Tem essa poeira esquisita.
Esqueletóim: Poeira? Aonde??
Aline: *aponta pro item que diz Poeira Estranha*
Esqueletóim: Você… Não vai querer que eu use isso, vai?
Aline: Poções não vão funcionar em você. *tira a poeira esquisita da tela*
Esqueletóim: Você vai mesmo usar em mim!
Aline: Vamos logo, quero ir no Mercadinho!
[Aline usa a poeira estranha. Esqueletóim vira um rapaz de anime.]
Aline: Caramba! Nunca vi isso em minha vida.
Esqueletóim: Estou horrendo? Estou horrendo?
[Aline tira do seu inventário um espelho, e dá pro Tóim.]
Aline: Tome.
Esqueletóim: Obrigado. *olha no espelho* Minha DEUSA! Sou um rapaz de anime!
Aline: Rapaz de anime??
Esqueletóim: É difícil explicar…
Aline: Melhor nem explicar. Vamos logo, as pessoas estão olhando.
[Aline e Tóim foram ao Mercadinho de Tudo. Tinha quase tudo, menos asas de morcego e chifre de unicórnio.]
Aline: Sempre acho um absurdo, usar chifre de unicórnio.
Esqueletóim: Mas você tira deles, e nasce de novo. Eles não se importam.
Aline: Mesmo assim. Esquisito. E nem sabemos se existem unicórnios por aqui!
Esqueletóim: MINHA DEUSA! Um abacaxi ambulante!
[Eles veem Malvino, que tinha ido fazer compras no Mercadinho]
Aline: Talvez existam unicórnios por aqui. Se tem abacaxis humanizados…

– Nos vemos na próxima! Talvez sexta que vem? Vou tentar voltar aqui sexta que vem. (Não vou prometer)

Lady Bow Warriors

Ladybow Warriors #21

[O andar de baixo é uma sala vazia com paredes listradas de cinza e bege. O Apatia fica ali, parado. Ele é uma gosma gigante e preta, com olhos amarelos]
Lourenço: Caramba, que monstrão bonito hein?
Bernardo: Não chamaria isso de bonito. Se bem que nem de feio, dá pra chamar essa coisa.
Lourenço: Nós estamos aqui parados. Ele também está parado. Não vai nos atacar?
Capuz: O Apatia só ataca se for atacado.
Bernardo: E ele dá um bom dano. Ainda bem que trouxe poções!
Capuz: Sua especialidade!
Lourenço: Valeu, Bernardo!
Bernardo: Que fazer as honras de começar?
Lourenço: Tá certo. *prepara o arco e flecha, junta a flecha com uma bomba*
[Lourenço atira a primeira flecha-bomba. É o primeiro dano que o trio consegue dar no Apatia! A Bomba acerta de primeira, mas o Apatia ficou tonto e quase caiu em cima deles. Os três desviam]
Capuz: Quase.
Lourenço: Puxa, quanto deve pesar essa criatura?
Bernardo: Toneladas? Minha vez, agora.
[Bernardo faz aparecer um urso. O urso estava vestido com um tutu cor de rosa.]
Bernardo: Ei! *olha pra janela do andar de cima* LOVELY!
Lovely: *dá um tchauzinho pros três*
Bernardo: Caramba! *o Urso dá um golpe dançando balé*
Capuz: 15% de dano cada um. Nada mal.
Bernardo: Pra quê a Lovely foi fazer isso…
[Apatia ainda está confuso. Quando foi atacar, dá dano em si mesmo. 5% de dano!]
Lourenço: Bela porcaria de dano que ele deu em si mesmo.
Capuz: Minha vez.
[Começa a cair chuva do teto. Aparecem nuvens carregas. Ouve-se trovoadas.]
Lourenço: CARAMBA!
[25% de dano! Status: 60% de dano no total]
Bernardo: Não sei porque as garotas reclamam tanto do Apatia… Olha quanto dano conseguimos juntos!
Érika: *no microfone* Atenção… O Apatia vai usar…
[Antes dela terminar de falar, o Apatia usou regeneração. 30% de dano recuperado.]
Capuz: Não acredito!
Érika: *no microfone* Agora ele deve usar o escudo. Agora qualquer ataque de vocês será inútil.
Bernardo: Tá BRINCANDO?
Lourenço: Ele não pode ficar na guarda para sempre… Certo?
Capuz: *tenta criar outra tempestade, mas essa se dissipou*
Bernardo: Bom, temos sorte que ao menos não levamos dano…
[Uma hora se passou. As coisas não mudaram. Apatia ainda usava o escudo e não parecia que ia deixar ser atacado tão cedo.]
Lourenço: E agora?
Bernardo: Boa pergunta. Eu que não vou ficar aqui por mais uma hora, esperando.
[Bernardo sobe as escadas. Lourenço e Capuz fazem o mesmo, apesar de que Capuz flutua.]
Érika: Vocês foram muito bem!
Bernardo: Chama aquilo de ir bem? Ele se regenera! Usa escudo!
Érika: Tuta-sama está procurando um mercenário mago que possa quebrar esse escudo.
Lourenço: Não sabia que magos podiam ser mercenários.
Capuz: Nós fomos bem. Apesar de…
Bernardo: Não acredito! Não é a toa que as coisas não parecem melhorar…! Nós, nem ninguém vai conseguir derrubar esse bicho.
Lourenço: *pensando* Nem a minha magia do tempo funcionou nele…
Bernardo: Eu desisto. Por agora! Tchau!
[Bernardo vai pra dentro.]
Érika: Está acabando meu turno… É melhor vocês dois descansarem.
Capuz: Nós?
Lourenço: Vamos, Capuz. Vamos voltar pra biblioteca.

– A história saiu atrasada, mas saiu! Estou em crise de sinusite (uma maravilha)!

Lady Bow Warriors

Ladybow Warriors #20

[Lourenço foi até a biblioteca, procurar a Capuz. A luz da biblioteca estava acesa, e ele a chamou. Mas ela pareceu não ouvir na primeira vez.]
Lourenço: CAPUZ!
Capuz: *lendo um livro concentrada*
Lourenço: Ela parece não me escutar… O que eu faço agora?
[Ele pensa um pouco. Se lembra da peça que assistira, que foi escrita pela Cola-sama, na faculdade dos Deuses. “A pianista e a sereia.”]
Lourenço: Será que isso daria certo…? *pensa mais um pouco* SEREIA!
[Uma sereia loira aparece, como mágica, e fica flutuando no ar.]
Sereia: Finalmente você me chamou. O quê é.
Lourenço: Você sabe o que está acontecendo, não sabe?
Sereia: Sim, eu sei. Não precisa explicar. Mas quero saber o que você QUER exatamente, que eu faça pra te ajudar.
Lourenço: Sempre tão amigável…
Sereia: Ei! Sarcasmo, não!
Lourenço: Precisava que você chamasse atenção da Capuz, ali. *aponta pra Capuz*
Sereia: Isso é fácil. *usa magia pra molhar o livro que a Capuz estava lendo*
Capuz: AIIII! O quê é isso?
Sereia: É água, gata. Nunca viu?
Capuz: Você molhou meu livro!
Sereia: Calma… Eu posso arrumar.
Lourenço: Não!
Sereia: Que stress.
Capuz: Porquê não??
Lourenço: A Carolina me mandou ir com você, pra ir enfrentar o monstro de lá de baixo.
Capuz: Eu? Lutar contra o Apatia?
Lourenço: Você não quer? Eu vou entender se não quiser…
Capuz: Vamos.

Na sala anterior (a do monstro), do pessoal de manutenção.

Érika: Como é? Você vai levar a Capuz pra lutar com o carinha de lá de baixo?
Lourenço: Sim. Algum problema…? Qual é o seu nome, mesmo? Primeira vez que venho aqui.
Érika: Meu nome é Érika. A Capuz nunca lutou contra o Apatia, não sei se é uma boa ideia…
Capuz: Ei! Eu posso fazer isso.
Érika: Se você diz… E você, seu nome é Lourenço, certo?
Lourenço: Como sabe meu nome?
Érika: A Carolina disse pra não deixar você entrar.
Lourenço: Mas foi ela que me mandou aqui!
Capuz: É verdade.
Érika: Está bem, mas vocês vão levar o meu marido junto.
Lourenço: Marido?
Érika: *no microfone* BERNARDO!
[Um homem baixinho equipado com uma espada e um escudo, aparece.]
Bernardo: O que houve?
Érika: A Capuz e o Lourenço querem descer lá embaixo. Vá com eles.
Bernardo: OK. Lourenço?! Quanto tempo eu não te via, Giovanni Lourenço!
Lourenço: Como vai, Bernardo?
Bernardo: Vou bem. Mas sem conversa.
Capuz: Bernardo está tímido.
Bernardo: Eu não, Capuz!
Lourenço: Tudo bem, Bernardo. Eu também senti sua falta.
Bernardo: Você não! Eu sou casado.
Érika: *ri*
Bernardo: Não é engraçado, Érika!
Capuz: Vamos.
Érika: Vou abrir o portão pra vocês… Tomem cuidado.
Capuz: Nós tomaremos.

Lady Bow Warriors

Ladybow Warriors #19

Na sala de estar do Domo.
Cola-sama: Eu durmo, durmo, mas continuo cansada! ARGH.
Rika: Não está dormindo direito?
Cola-sama: Não sei. Durmo bastante. Isso já não basta?
Larissa: Cientistas sempre dizem que o que importa é dormir bem!
Bianca: Verdade. Talvez um chá antes de dormir?
Cola-sama: Já tentei.
Lourenço: Vai pegar o monstrão de lá de baixo hoje?
Cola-sama: ARGGGH. Não me lembre. Ainda tenho que fazer isso.
Lourenço: Posso ajudar?
Cola-sama: Está louco? Não vou deixar nem você nem elas irem lá embaixo.
Lourenço: Mas eu me formei na faculdade dos Deuses-
Cola-sama: O que acontecer com vocês é minha responsabilidade. Não posso baixar a guarda e deixar acontecer um piquenique lá embaixo!
Lourenço: Piqueniques são legais, mas isso não tem nada a ver com o que eu estou falando-
Cola-sama: O que você quer falar então, homem cinzento?!
[A conversa é interrompida pela presença da Lalali.]
Lalali: Más notícias. O monstro recuperou seus pontos de vida.
Cola-sama: AH NÃO!
Lalali: Você disse que queria saber, se isso acontecesse!
Cola-sama: Sim, é verdade. Obrigada Lalali, vá descansar.
Lalali: Vou mesmo!
[Lalali some. Entra uma pessoa vestida com um capuz.]
Capuz: Carolina…
Cola-sama: O que foi?
Capuz: Bombas.
Cola-sama: BOMBAS?
Rika: Bombas são maneiras!
Capuz: Ele usa bombas. *aponta pro Lourenço.*
Lourenço: Bom, eu combino a flecha bom a bomba…
Capuz: Peça a ajuda dele. Ele vai servir…
Lourenço: Puxa, eu subi no seu conceito?
Capuz: ….
[Capuz vai embora.]
Larissa: Desde quando você usa bombas?
Lourenço: Desde sempre.
Bianca: Caramba! BOMBAS.
Cola-sama: Eu me recuso a pedir sua ajuda.
Lourenço: Mas porquê? Você não gosta de mim?
Cola-sama: Eu nunca vi você lutar, pra começo de conversa.
Lourenço: Bom, eu podia ir na sala de treinamento e provar minhas habilidades!
Cola-sama: Não quero. Se acontecer alguma coisa com você, a responsabilidade é minha.
Lourenço: Mas eu sou tão competente como você pra tentar!
Cola-sama: Não sei…
Bianca: Dá uma chance pra ele. Nós três, infelizmente, ainda não temos poder suficiente pra te ajudar.
Larissa: Eu já vi o Lourenço usando espada. Ele luta muito bem, já me ajudou várias vezes!
Rika: Dá uma chance pro homem!
Cola-sama: …Tá.
Lourenço: Oba!
Cola-sama: Oba o quê, seu louco? A coisa é séria.
Lourenço: Desculpe. Mas desde que cheguei no domo, não fiz nada de muito útil…
Cola-sama: Mas você não vai comigo. Vá até a biblioteca e chame a Capuz. Vá com ela.
Lourenço: Mas e você?
Cola-sama: Eu vou para observar.
Lourenço: Tá bom. Vou agora?
Cola-sama: Imediatamente. Não está solícito pra me ajudar?
Lourenço: Sim, eu estou.
Rika: E nós? Podemos assistir?
Cola-sama: Eu vou sintonizar a TV com as câmeras no salão do monstro. Podemos assistir juntas.
Bianca: Isso!
Cola-sama: Assim, vocês vão ter uma noção do que esperam vocês…
Larissa: Que palavras mais sinistras!
Rika: Bota sinistro nisso!

Raccoon Tales

Nem todos os esqueletos são malvados, alguns são românticos incorrigíveis!

Locutor-sama: Tuta-sama se sente muito estranha. As coisas ao seu redor estão muito esquisitas.
Tuta-sama: Tem alguém me seguindo!
Locutor-sama: Ela ainda não viu, ela pensa que sou eu que estou a seguindo, devido minha fama! Mas a verdade é que, tem um esqueleto no jardim da mansão.
????: Oie! *regando as flores*
Tuta-sama: Mas isso aí é um esqueleto!
Locutor-sama: Tuta-sama, ele tem sentimentos. Não vá ofendê-lo.
Tuta-sama: Como é que eu vou ofendê-lo, se ele nem está vivo?!
????: Snif…
Tuta-sama: Como é que um esqueleto chora?
????: Meu nome é Esqueletóim. Tóim para os amigos.
Locutor-sama: Eu sou o Locutor e essa é a Tuta.
Tuta-sama: Ei! E o -sama?
Locutor-sama: Mil perdões, Tuta-sama.
Esqueletóim: Sim, eu conheço vocês! Vim conhecer a Tuta-sama, dizem que ela é incrível e maravilhosa.
Tuta-sama: Sou mesmo.
Locutor-sama: Tuta-sama, tem que ser mais humilde!
Tuta-sama: Cale a boca, Locutor. Eu sou o que eu quiser!
Esqueletóim: Vim de longe pra quebrar uma maldição.
Tuta-sama: Maldição? Sai pra lá, zica!
Esqueletóim: Não é desse tipo. Estou amaldiçoado. Não era para eu ser um esqueleto. Eu deveria ser um humano!
Tuta-sama: Entendi. Mas o que isso tem a ver comigo?
Esqueletóim: Talvez não tenha nada a ver, mas gosto de conhecer pessoas incríveis.
Tuta-sama: Você é muito gentil. Mas diz aí, vou ter que te pagar?
Esqueletóim: Pagar?
Tuta-sama: Você é personagem da Moon. Eu pago todos os personagens.
Locutor-sama: Tem personagem que é pago pelo Wolf e também tem os pagos pela Hello…
Tuta-sama: Mas eu pago a maioria! Sou eu que mando aqui.
Esqueletóim: Pensei que fôssemos personagens da Moon?
Tuta-sama: Sim nós somos. É, mas todo mundo sabe que quem manda aqui sou eu!
Locutor-sama: Ao menos na sua casa….
Tuta-sama: Já não te mandei ficar quieto?
Esqueletóim: A conversa está boa, mas preciso retornar para a minha amiga. Aline deve estar numa hospedaria próximo.
Tuta-sama: O que tem próximo aqui é a Casa Verde.
Esqueletóim: Oh! Muito obrigado!
Tuta-sama: *aponta pra direção da Casa Verde*
Esqueletóim: *passa pela Maricota, a bicho preguiça* Olá, senhora!
Maricota: AAAAAAH

Na Casa Verde.
Rosalina: Deixa eu ver se eu entendi. Seu nome é Aline Giovanna?
Aline: Isso mesmo.
Rosalina: Nome chamativo. Vai pra alguma convenção?
Aline: Convenção? O que é isso?
Rosalina: É tipo uma reunião. Uma que tem pessoas fantasiadas!
Aline: Isso aqui não é uma fantasia.
Rosalina: *dá risada* Boa piada! Essa foi engraçada.
Aline: Vim de longe. Fui mandada pra cá por um bruxo freelancer…
Rosalina: Você sabe o que é freelancer mas não sabe o que é convenção?
Aline: Na verdade, eu não sei bem o que é freelancer.
Rosalina: Bom, aqui está a chave com o andar e número do seu quarto.
Aline: Obrigada.
Rosalina: E nada da Hello voltar ainda, com o Barman?

– Era pra essa historinha ter saído segunda-feira. Só que, ela estava na minha cabeça e precisava ser escrita.
– A Hello está fora, passando férias com o Barman!
– Era pra eu terminar a saga do domo primeiro, mas tá durando uma ETERNIDADE. Então, vou intercalar com outras coisas.

Silly Tales

Ladybow Warriors #18

[Rika, Bianca e Larissa estão numa sala de treinamento. Certinha, a Cola-sama de terno e gravata olha para as três com uma indisfarçável descontentação.]
Certinha: Olha só pra vocês três… Patéticas. *coloca a mão na testa* Não há nada melhor para vocês fazerem?
Rika: *ofendida* olha, a Cola-sama nos disse que você ia nos treinar… Não nos insultar!
Certinha: De fato, vocês tem que ser treinadas. Há muito que vocês tem que aprender ainda, se quiserem enfrentar o monstrão de lá de baixo.
Larissa: *deu arrepios*
Bianca: O que você quer que a gente faça?
Certinha: Não sei ainda… *observa a sala de treinamento* Podemos começar com algo simples… Um Rei Slime, por exemplo.
[Certinha usa um báculo que faz aparecer um Slime usando uma coroa de rei]
Certinha: Certo. Loirinha, você começa.
Bianca: Eeu? Mas eu não sei um feitiço de ataque!
Certinha: *respira BEM FUNDO* Está bem. Coloque suas mãos assim… Isso. Agora concentre-se, imagine uma chama vindo da sua mão… agora, jogue no Rei Slime!
Bianca: Deu certo!
Certinha: Lógico que deu certo! Sou eu que estou treinando você. *orgulhosa*
Bianca: Obrigada. Tem outros ataques de magia??
Certinha: Tem, sim. Vamos ver… Esse vou ensinar pra ela. *aponta pra Rika*
Rika: E-eu? Fazendo magia??
Certinha: Sim, você. Seja breve, antes que eu mude de ideia.
Rika: Tá bom!
Certinha: Faça a mesma posição com as mãos que a Bianca fez… Isso… Agora imagine um trovão crescendo na sua mão.
[O trovão atingiu o Rei Slime com sucesso.]
Rika: Caramba? *olha para as próprias mãos* Eu sei fazer isso?
Certinha: Agora que te ensinei, sim. Você sabe fazer isso.
Larissa: E eu? Estou com ansiedade aqui.
Certinha: Acalme seu espírito… Venha na frente do rei Slime, faça-me o favor.
Larissa: O que tenho que fazer?
Certinha: Faça a mesma posição com as mãos que elas… Isso. Agora, imagine um redemoinho crescendo na sua mão… Isso!! Muito bem.
[Aparece um redemoinho gigante, que atinge o Rei Slime com sucesso]
Larissa: Caramba! Que top!
Rika: Falar top é cringe…
Bianca: Existe coisa pior. *dá de ombros.*
Certinha: Vocês fizeram com sucesso, assim como as ensinei. Muito bem. Agora vejamos…
Bianca: Vai continuar nos treinando?
Certinha: Não vou. Estou cansada. Ensinar dá muito trabalho… Ah, olha a original aí…
[Cola-sama entra na sala de treinamento]
Cola-sama: Um Rei Slime?! Esse é muito avançado pra elas, Certinha!
Certinha: Elas não são bebês… As três são adultas. Você está precisando de toda ajuda que puder com o monstrão lá de baixo. Não é?
Cola-sama: Sim, certamente mas…
Rika: Confia na gente!
Certinha: As três são habilidosas. O treinamento deu bons frutos… Não se preocupe, elas aprendem rápido.
Larissa: *visualmente emocionada*
Bianca: É isso ai! Nós conseguimos fazer magia agora!
Cola-sama: Muito bem meninas. Estou… orgulhosa das três.
[Lourenço estava assistindo ao treinamento escondido na sala. Ele fez um sinal de aprovação com a cabeça.]

Happy Green Things

Dias emocionantes são assim! Para chorar, para rir!

No estúdio Happy Green Things.
Moon: Sabe, Locutor-sama… Faz tanto tempo que não escrevo pro blog, que está sendo uma dificuldade pra digitar uma simples historinha. Cadê o hábito de digitar as teclas com facilidade?!
Locutor-sama: *não diz nada, ele é feito de papelão*
Cola-sama: Você tem noção que ele é feito de papelão. Não é?
Moon: Concordo, Locutor. Preciso escrever mais para voltar a ter a prática! Meu Deus, como está difícil de digitar!
Cola-sama: Você me escutou?
Moon: E ainda por cima… O que eu ia falar mesmo? Os planetas demoraram pra se alinhar novamente…. Pra eu poder escrever. Triste! Mas tristeza mesmo é ter um teclado e não enxergar a porcaria das teclas…
Cola-sama: *faz sinal que a autora está lelé da cuca*
Moon: Ah, Cola-sama! Não tinha te visto, o que você quer?
Cola-sama: Eu passo aqui de vez em quando, pra limpar as teias de aranha.
Moon: Que gentil da sua parte!
Cola-sama: Faço isso te xingando mentalmente, claro.
Moon: Ah Cola-sama… Você é mesmo um amor.
Cola-sama: E você está sendo sarcástica.
Moon: Estou. Não me lembro nem onde eu estava, nas historinhas do blog.
Cola-sama: Claro que você não se lembra. Há séculos que não escreve nada para este blog.
Moon: Preciso reler… *deita a cabeça na mesa* Não dá. Estou com muita preguiça.
Cola-sama: *vira a mesa* Então pra quê veio??
Moon: Leitor, a contra regra virou uma mesa vazia. Meu computador está seguro. Ela tem muita consideração comigo, sabem.
Cola-sama: *bate a mão na testa*
Moon: E você, o que tem feito na vida?
Cola-sama: Estou presa num domo, junto das outras heroínas mágicas, tá lembrada?
Moon: Não tá esquecendo de alguém?
Cola-sama: Ah… E aquele cara lá. Enfim, quando é que você vai terminar essa *censurado*?
Moon: Isso aqui é um blog de família! *chocada*
Cola-sama: Ora, eu só falei *censurado*!
Moon: Chega. Não quero ouvir mais nenhum palavrão…
Cola-sama: *ia falar outro, mas desistiu*
Moon: Vai virar mesas na sala especial, vai.
Cola-sama: E você? Vai mesmo voltar a escrever?
Moon: Não sei ainda. Olhar pra sua cara me dá nos nervos… Mas quem sabe eu volto a escrever de vez, né?
Cola-sama: Argh.
Moon: Sem “Argh”, Cola-sama. E sem ARGs também. HAHAHA eu sou muito engraçada.
Cola-sama: Muito engraçada. Tô rindo por dentro.
Moon: Como sempre tão expressiva!
Cola-sama: E você é uma *censurado* de preguiçosa.
Moon: Você sabe mesmo como me animar…

– Feliz 2025! Em Março! Eu sei, eu sei. Não me julguem!