Browse Tag by 2015
Green House Stories, Silly Tales

Não dá para ficar em casa sempre. E tem momentos, que não dá para passear na rua… Quer alternativa melhor do que um jardim?

Casa Verde, em um dos corredores.
Locutor-sama: Fábio estava se sentindo irritado, e com ódio de todos os seres existentes.
Fábio: Por que você está ME SEGUINDO, CARA? Tu tem algum problema?
Locutor-sama: O meu único problema é a minha sina de ter de ser narrador. As pessoas se irritam sempre comigo porque estou simplesmente fazendo o meu TRABALHO. Note na importância da palavra “trabalho” nessa frase.
Fábio: Era para eu dizer algo de útil sobre isso tudo?
Locutor-sama: Só estava comentando.
Fábio: ÓTIMO! Pois eu não quero saber se caso você está se fazendo DE COITADO.
Locutor-sama: Minha nossa, como você está irritado!
Fábio: EU ESTOU IRRITADO MESMO! Algum problema com isso?
Locutor-sama: Nenhum problema, cara! Fique tranquilo. Estou apenas pensando… É uma pena que você não vai querer ir no jardim, para resolver o seu problema de raiva!
Fábio: Jardim! Não é uma ideia de todo ruim! Sim, sim. Irei para o jardim, gritar para as flores!
Locutor-sama: Espero que as flores sobrevivam.
Random: Psicologia reversa comanda o universo todo!
Locutor-sama: Fale mais baixo, amigo Random. Nós não queremos que ele escute o nosso plano!
Random: Tem razão. Nós não somos super vilões!

No jardim da Casa Verde.
Fábio: MAS QUE DROGA DE VIDA! RAIVA, RAIVA, RAIVA, RAIVA!
Locutor-sama: O que Fábio não se lembrava, é que havia alguém no jardim.
Olliver: O jardineiro! [aparece segurando um regador]
Fábio: [leva um susto] AAAAH!
Olliver: O que houve? Viu um fantasma?? [olha para os lados, rapidamente]
Fábio: Não, não é fantasma! Você apenas me assustou, só isso.
Olliver: Se você diz, fico mais tranquilo! Sabe, eu ODEIO fantasmas.
Fábio: Sério que você disse isso? Como se visse fantasma todos os dias.
Olliver: Ha ha ha… É melhor eu não falar sobre esse assunto.
Fábio: É incrível a sua paciência para… Deixar as plantas dessa maneira! [observa o jardim] Isso aqui é uma peça de xadrez?
Olliver: Ah, essa é a minha favorita! Sim, é a torre do xadrez. Estive praticando formas diferentes, do que o comum na arte da topiaria.
Fábio: Topi… O quê?
Olliver: Não é nome de comida, eu garanto.
Locutor-sama: É uma maneira de enfeitar o jardim. Dá-se forma as plantas, de uma maneira artística tudo mais.
Fábio: Obrigado, dicionário ambulante.
Locutor-sama: Não há nada de errado de consultar um dicionário, quando não se sabe exatamente o significado de uma palavra.
Fábio: Deixando o Locutor de lado… Você acha que consegue me ensinar a fazer um negócio desses?
Olliver: Mas é claro que consigo!

Dias depois, no jardim da Casa Verde.
Fábio: Que lindo enfeite de jardim, na forma de cogumelo! Muito obrigado para todos aqueles bonecos de papel que montei, os quais me ensinaram a importância da paciência! E como valorizar um trabalho, após dias de suor e dedicação.
Locutor-sama: Uma pessoa feliz consegue falar de maneira tão bela e dramática!
Fábio: Não seja um esquisitão, Locutor.
Alice: Caramba! Que cogumelo ENORME! Uma verdadeira obra de arte. Parabéns, Fábio!
Fábio: Ah, obrigado Alice!
Rosalina: Você não estourou novamente o limite do dinheiro da manutenção para o jardim, hein Olliver?
Olliver: Ha ha ha… Claro que não, ainda sobraram dois centavos!
Rosalina: OLLIVER!
Olliver: O quê? Dois centavos é melhor que nada!
Rosalina: Tá bem, tá bem.

Green House Stories, Pink Hair

Quando há personagens demais para se usar, normalmente alguns são esquecidos. Escritores são injustos, e muito esquecidos para o meu gosto!

Em uma cozinha secundária, na Casa Verde.
[O local todo estava uma grande bagunça. Sabrina, Clarissa e Rosalina tentavam arrumar e limpar a sujeira toda.]
Sabrina: Não consigo entender, Sabrina. Onde foi que me enganei…?
Clarissa: Bom. Se quer uma opinião sincera de amiga, você colocou uma barra de chocolate. Inteira. No liquidificador! Tinha certeza que ia dar certo?
Sabrina: Me parecia uma boa ideia. [muita séria] E além do mais, já vi a Hello fazendo isso! E deu certo. Isso não faz o menor sentido, caramba!
Rosalina: A Hello é a última pessoa que você deve seguir exemplos culinários.
Sabrina: De fato, Rosalina. Aprendi a lição da pior maneira!
Clarissa: Digamos que ela é uma pessoa original… Na cozinha!
Sabrina: Você quis dizer alienígena.
Clarissa: Isso!
Rosalina: Sabem, uma vez fui tentar usar a batedeira que a Hello usa para cozinhar.
Clarissa: E o que aconteceu?
Sabrina: Explodiu tudo na sua cara, imagino.
Rosalina: Exatamente! Me pergunto o porquê.
Barman: Aquela batedeira tem uma espécie de reconhecimento instalado. Se você não for a Hello, ela explode. Experiência própria, e depois descobri lendo o manual que era isso.
Rosalina: De onde você saiu??? [surpresa]
Sabrina: Ah! Eu sempre desconfiei de passagens secretas na Casa Verde.
Clarissa: Onde tem uma passagem secreta nessa cozinha? Eu AMO passagens secretas!
Barman: Não tem passagem secreta nenhuma. A não ser que vocês contem a porta!
Rosalina: Que entediante. A Hello sempre comenta das passagens secretas, e ninguém nunca as achou.
Sabrina: Aposto que foi uma invenção dela.
Clarissa: Ou elas são tão secretas, que nem a Hello mesmo consegue encontrá-las mais.
Barman: Tem um mapa, lá no sótão das passagens secretas na Casa Verde.
Rosalina: Sério mesmo? Por que nunca ouvi falar disso?
Barman: Porque a Hello perdeu esse mapa no sótão.
Sabrina: Típico. A Hello sempre faz uma coisa dessas.
Rosalina: Tem certeza que esse mapa existe?
Barman: Existe, porque na época que Doutor Q. me contratou, ele me mostrou.
Sabrina: Há! Não sei quem é pior. Meu pai, ou a Hello.
Clarissa: Ah, mas esse mapa deve existir então. O Doutor Q. podia ser meio doido, mas o Barman não ia inventar uma história dessas.
Rosalina: Bom, de fato. Mas espera… O Doutor Q. é seu pai?
Sabrina: Hmm? Ah, sim. Isso são detalhes que a senhorita autora inventou mais tarde, sabe.
Rosalina: Oh. Faz sentido!
Barman: Não acredito que vocês acreditam em mim, mas não no Doutor Q.
Clarissa: Digamos que você tem… Como vou dizer?
Sabrina: Uma melhor reputação, e não é um maluco!
Rosalina: É. Isso mesmo.
Barman: Vocês são bastante sinceras. Bom, não as julgo por isso. Não vão precisar de mais gente para arrumar essa cozinha? Se precisarem, eu ajudo depois de chamar mais gente.
Sabrina: Bah, não precisa. Estamos muito bem sozinhas!
Rosalina: Nós precisamos sim, Barman. Chame alguém, antes que eu jogue esse liquidificador pela janela!
Sabrina: Não antes de eu usar um machado EM CIMA DELE!
Clarissa: Sugiro que você chame aquele gorila simpático, o Comofas!
Barman: Ah, excelente ideia! Irei chamá-lo. [Barman sai da cozinha]
Sabrina: Eu deveria desistir de tentar alguma coisa relacionada a culinária.
Clarissa: Não desanime dos seus sonhos!
Rosalina: Veja só a Hello. Está ausente, buscando um coelho amarelo. Não há nada de errado em ser persistente!
Sabrina: Exceto tentar invencionices na cozinha.
Rosalina: Exatamente!

Hello-san Legends

Entenda o coelho de bigode: Mostre que você é como ele!

Hello: Aqui estou eu, Hello – Perdi minha festa de aniversário na Casa Verde. Motivo? Continuo minha busca pelo coelhinho amarelo! Eu DEVO encontrá-lo com um plano incrível – Me vestir de coelho! E usar um bigode falso.
Locutor-sama: Com licença, senhorita Hello… Coelhos já tem bigodes!
Hello: Mas não esse bigode elegantíssimo! Digno de um SIR!
Locutor-sama: Devo aprender que não há como discutir com esta personagem. O narrador foi embora!
Hello: Já vai tarde! Posso muito bem narrar em primeira pessoa, seu chatão.
Random: Oi!
Hello: Você está aqui, para…?
Random: Para você não falar sozinha, ué.
Hello: Prefiro, Random! Você vai atrapalhar o meu disfarce.
Random: Eu, atrapalhar o seu disfarce? Espera aí! Para compensar trouxe essa peruca loira. [coloca a peruca na cabeça] Não estou FABULOSO?
Hello: Caramba! Nunca pensei que um boneco de palito podia usar tão bem, uma peruca loira.
Random: Pouca coisa você sabe sobre bonecos de palito!
Hello: Eu entendo muito bem de tacos!
Random: A autora também.
Hello: Já comi um taco. E a autora? Já apreciou como um taco é uma excelente comida? Não! E também entendo sobre coelhinho de bigode.
Random: A autora também!
Hello: Eu não sou a autora, Random.
Random: Tem certeza? Tem vezes que desconfio disso. Que vocês duas são as mesmas pessoas!
Hello: Chega, Random! Eu tenho um plano. E devo segui-lo. Depois discutimos isso.
Random: Certo, certo.
Hello: Após vestir por cima da minha roupa a fantasia, estou pronto em me aproximar do coelhinho!
Random: Oi? O coelhinho está por aqui?
Hello: Sh! Sabe como isso é uma descoberta importante para ciência?
Random: Pensei que era uma descoberta importante para o seu ego.
Hello: [suspira] Caramba. Você consegue ser mais chato que o Locutor-sama!
Random: Se eu não for mais chato que o Locutor, não estarei fazendo meu trabalho!
Hello: Você é pago PARA ISSO?
Random: E para outras coisas mais!
Hello: [espantada] Mas isso é incrível!
[Uma sombra se aproxima dos dois]
???: Chega disso! É tão ridículo, que terei que parar de fugir.
Hello: Coelhinho de bigode!
Random: Que bigodão elegante!
???: Claro que é elegante! E eu não me chamo Coelhinho de Bigode.
Hello: Não? Como você se chama?
???: Eu sou… Sir Bigodón.
Random: Esse nome nem existe!
Hello: É um neologismo.
Random: Saúde para você!
Sir Bigodón: E você deve ser a Champ.
Hello: Mas eu me chamo Hello! Quero dizer… Hellen. Hello é apelido!
Random: Que confusão.
Sir Bigodón: Um pinguim me disse que você se chamava Champ.
Hello: Bendito P-san! [brava]
Random: Você estava fugindo da Champ todo esse tempo, certo?
Sir Bigodón: Sim, mas o que tem isso?
Random: O que fez você parar de fugir!
Sir Bigodón: Pena, porque ela está pagando mico com essa fantasia ridícula, e esse bigode falso ridículo!
Hello: Mas… A minha fantasia não é ridícula.
Random: Quando um coelho de bigode diz que você está pagando mico, é melhor escutá-lo.
Hello: Mas se eu não tivesse pago um mico para seguir Sir Bigodón, eu teria perdido a pista dele muito rápido!
Sir Bigodón: Você pagou mesmo UM MICO para me seguir?
Random: Hello sempre surpreendendo!

– Fim da saga do coelhinho amarelo? Não! Ainda não, hahahahaha.

Happy Green Things

Olhe para a janela, e coloque os dois braços para trás. Agora sim, você está pronto para uma cena reflexiva!

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Sabe, Locutor-sama… Fico me perguntando. Para quê vivemos, afinal?
Locutor-sama: Existem muitas respostas para essa pergunta que fez. Qual o motivo dela?
Moon: Estava apenas filosofando, meu caro.
Locutor-sama: Entendo. Mas você está bem?
Moon: É claro que estou bem. Estou apenas aqui, querendo saber a resposta para a minha pergunta.
Locutor-sama: Eu não sei. Podíamos ficar discutindo isto por horas, e não chegarmos em conclusão alguma.
Moon: É, acho que sim. Mas me diga, Locutor…
Locutor-sama: Sim?
Moon: Sabe, eu vejo agora o como é uma grande besteira deixar qualquer coisa te irritar. E então, observo pessoas se aborrecendo por bobagem.
Locutor-sama: Nem todos vão simplesmente ficar mais calmos. Talvez eles iriam pensar que, isso seria como ignorar o problema.
Moon: Ignorar! Não estou falando nisso, exatamente.
Locutor-sama: Imagino que proponha uma solução, então.
Moon: Deixar as coisas de lado, por um minuto!
Locutor-sama: E se for algo urgente?
Moon: Bem, se for algo urgente, para ontem eu não sei. Mas, se for um problema velho – que todo mundo já conhece – Para quê se preocupar com ele?
Locutor-sama: Isso não resolveria todos os problemas, sabe disso.
Moon: Claro! Mas quando as pessoas ficam discutindo por bobagens? Ou quando passam grande parte do tempo, culpando uma a outra?
Locutor-sama: Hm… Acho que sei onde quer chegar.
Moon: No final, para aquele que observa parece isso – Que nenhum dos lados quer se entender! Pois um acha que está certo, e o outro errado. E não uma maneira muito boa para tentar se resolver diferenças.
Locutor-sama: Fica difícil de convencer as pessoas quanto a isso.
Moon: Claro! Pois todo mundo é muito teimoso. E sempre com aquela velha história de “estar certo”. Isso não importa!
Locutor-sama: Para você, autora, o que realmente importa?
Moon: Você não sabe?
Locutor-sama: Lógico que não sei, senhorita Moon. Acha que se eu soubesse, estaria te perguntando?
Moon: De repente, você estava perguntando só para dar melhor para entender o que eu estava falando!
Locutor-sama: Realmente, eu não sei do que se trata dessa vez.
Moon: Em que mês nós estamos?
Locutor-sama: Maio.
Moon: Maio, Mario… O que temos aí?
Locutor-sama: Maio temos o dia das mães. Não é?
Moon: Existem outras coisas importantes, além disso.
Locutor-sama: E o que pode ser mais importante que dia das mães?
[Hello aparece, abrindo o tubo de ventilação na parede]
Hello: Paçoquinha, obviamente!
Moon: Junho, venha! Queremos você.
Hello: Principalmente as suas paçoquinhas!
Locutor-sama: Que maneira para se terminar uma história tão filosófica.

Green House Stories, Raccoon Tales

E então, tudo termina tão estranho como começou.

Locutor-sama: Estamos aqui, acompanhando a funcionária da Tuta-sama, chamada Falcona. Após usar o spinner, finalmente chegou ao sótão. Como estou seguindo-a, você pergunta? Muito simples, meus caros. Com um jetpack! Pois é um item muito legal. E antes que alguém pergunte, esqueci a expressão em português.
Pascoal: Mochila a jato! [pelo rádio]
Locutor-sama: Mochila a iate?
Pascoal: JATO.
Locutor-sama: É iate.
Pascoal: [bate com a mão na testa] Não, não vou discutir contigo. Narre, meu irmão!
Locutor-sama: Falcona olhou para os lados. Tinham vacas, flutuando! Coisa mais esquisita que isso, só tacos falando.
[Tacos conversando um com o outro]
Random: [no ombro do Locutor] Caracóis! Isso está ficando MUITO louco.
Locutor-sama: Cuidado, amigo Random. Nós dois não queremos que Falcona, tenha de ter uma luta épica com CARACÓIS!
Random: Nah, aposto uns vinte mangos que a Moon vai colocar tacos.
Locutor-sama: Mas ela já colocou tacos!
Random: Mas eles não estão vestidos para batalha!
Falcona: Eles começaram a tirar estilingues, do nada??
Locutor-sama: Acho que sim.
Random: Os tacos vão nos acertar, Locutor-sama!
Locutor-sama: Por todos os microfones! [desviando de maneira dramática]
Moon: Acertem o Locutor, meus queridos! Temos que fazer esse narrador aprender a não roubar a cena.
Locutor-sama: E toda aquela história sobre estar mais calma, senhorita Moon?
Moon: Ora, Locutor! Eu estou mais calma. Eles só vão atirar chiclete em você.
Locutor-sama: Você vai estragar as minhas roupas!
Moon: Tacos. Abaixem as armas!
Locutor-sama: Então… Estou de boa?
Moon: NARRE, faça-me o favor! É esse o seu trabalho, não usar um bendito jetpack.
Locutor-sama: Mas eu pareço mais legal em um jetpack!
Moon: Tanto faz. Fica com o seu jetpack, maluco. Deixa comigo. Falcona corre entre o estranho corredor, que é o caminho até o sótão! Não há nenhum inimigo aparente… EXCETO A GRAVIDADE!
Locutor-sama: Autora, isso não é Gravity Falls.
Moon: Deixa eu e os meus poderes de deusa, pombas! Eu sou a autora, e posso fazer o que quiser.
Locutor-sama: Mas autora…
Moon: Aquele é um coelhinho fofo que luta KARATÊ?
Falcona: Quanta vilania, autora! Um coelho fofo?? Você quer que eu lute com um coelho fofo?
Moon: Nah, não é interessante o suficiente. TALVEZ UM POKÉMON!
Locutor-sama: Senhorita Moon, faça-me o favor…
Moon: Favor? Que favor?? Pokémons, LOCUTOR!
Locutor-sama: Algo original, autora.
Moon: TACOS COM ESTILINGUE DE CHICLETE!
Falcona: Isso é uma piada MUITO sem graça!
Locutor-sama: De repente, tudo que estava distorcido, voltou a normal.
Random: Isso é deus ex machina??
Tuta-sama: Não! Sou eu, Tuta-sama, querendo acabar com a zoeira! Beijos, não me liguem pois vou embora E MEU CELULAR ESTÁ SEM BATERIA.
Moon: Nossa!
Tuta-sama: Vamos, Falcona! E com as outras meninas.
Falcona: Mas é claro, Tuta-sama.
Tuta-sama: E quanto a você, Moon…
Moon: Sim?
Tuta-sama: Vai ter troco!
Moon: [expressão de espanto] Certo, certo.

– Este post é em memoria ao teclado, pelos seus serviços e aguentar todas vezes que tive de bater nele para fazer suas teclas funcionarem. Pobre teclado, descanse em paz! (Isso foi no dia 17 de março, que escrevi este post)

Green House Stories, Raccoon Tales

No lugar onde estava ela, Tuta-sama, uma conversa aleatória para passar o tempo.

Moon: Tuta-sama, a guaxinim milionária está presa em uma éspecie de distorção dimensional…. Espalhada na Casa Verde inteira! Porém, Tuta-sama está no pior lugar, que é o sótão. Ela está presa, no sótão, por causa de uma distorção dimensional em outras palavras… Deu para entender? Caramba, não sei como o Locutor-sama narra! Que coisa complicada. E pode ser confusa!
Tuta-sama: Me diga uma coisa, para esta guaxinim aqui… Não é você que escreve o que o Locutor diz? Então, como você fica confusa??
Moon: Não tente me confundir com esses tipos de questionamentos!
Tuta-sama: Você é uma chata, dona Moon.
Moon: E-eu? Chata?
Tuta-sama: Claro que você é chata! No mês do meu aniversário, escolheu que eu sambasse numa situação completamente absurda!
Moon: Ora, Tutinha, minha bonitinha… A função de um autor em uma história, é desenvolvê-la de forma em que o personagem seja desafiado pelos obstáculos impostos na escrita!
Tuta-sama: Muito lindo! E justamente eu, que tenho que pagar o pato??
Moon: Você, pagar um pato? HÁ, HÁ, HÁ!
Tuta-sama: Sabe muito bem Moon, que estou dizendo apenas uma força de expressão!
Moon: Sim, sorry. Quis fazer uma piada.
Tuta-sama: Uma piada, às minhas custas! Muito hilário.
Moon: Bom, mas não se preocupe em relação ao assunto de ser salva! Tenho certeza que o seu pessoal e os outros personagem estão trabalhando nisso.
Tuta-sama: E quanto resolver o caso da distorção dimensional?
Moon: Ah, está preocupada com isto? Não precisa, minha guaxinim favorita!
Tuta-sama: Eu vou ignorar esses comentários me elogiando, que devem haver segundas intenções incluídas nisso! Então, como vai resolver isso? Distorção dimensional é algo bastante sério!
Moon: De maneira cômica, e ao mesmo tempo, dramática!
Tuta-sama: Tenho certeza que você está passando tempo demais com o Locutor-sama.
Moon: Eu não… Ora, qual o problema de falar de maneira dramática?
Tuta-sama: Você fica parecendo demais com o Locutor, e isso me assusta. Simples assim!
Moon: Então, sobre como eu vou resolver o assunto…
Tuta-sama: Diga-me, como você vai fazer isso??
Moon: Garotas mágicas!
Tuta-sama: Você está brincando, não está??
Moon: Estou, há.
Tuta-sama: Esqueceu como ia resolver a história, não é.
Moon: Eu não! MENTIRA!
Tuta-sama: O seu tom de dúvida me preocupa. E muito.
Moon: Não há dúvida nenhuma no tom da minha voz. Há apenas… A Esperança de uma história boa.
Tuta-sama: Dona Moon. Isto não é Jogos Vorazes!
Moon: Ainda bem. Ia ter muito sofrimento, se fosse jogos vorazes.
Tuta-sama: Eu já estou sofrendo aqui! Tinha uma entrevista para fazer, sobre o meu aniversário, na revista FADAS.
Moon: Mas você não é FADA!
Tuta-sama: Adora se diveritir às minhas custas, não é?
Moon: Hahahaha… Eu? Não, você está vendo coisas.
Tuta-sama: Ah, sim. Claro que sim!

– Terceira parte, de quarto.
– Semana que vem, última parte. Será que este impasse será resolvido?

Green House Stories, Raccoon Tales

Continuando, tudo está parecendo como um videogame. E não, não é tão genial quanto parece!

Locutor-sama: O narrador, recuperado da súbita loucura na qual ocorreu na história anterior! Recapitulando, na primeira parte da história descobrimos que está havendo uma distorção dimensional na Casa Verde. E Tuta-sama, está presa! Mas não é sobre a Tuta-sama que vamos nos preocupar, e sim como vamos salvá-la.
Miss Cupcake: Então…
Alice: As funcionárias da Tuta-sama tem alguma ideia da localização dela? Onde ela pode estar?
Barman: No sótão.
Rosalina: O sótão! Justamente o sótão. Nós não conseguimos passar nem para o último andar!
Miss Cupcake: Mas você notou, Rosalina? Tinha umas marcas estranhas na parede…
Random: Nós podíamos criar asas e voar!
Alice: Isso me deu uma ideia!
Random: Nós vamos colocar fantasias de seres alados?
Alice: Não! Fábio!
Fábio: [uma das poucas pessoas que estavam calmas] Sim?
Alice: Onde está o baú de tralhas que você tinha começado a inventar?
Fábio: Aquelas coisas que você me ajudou a terminar? Deixa eu ver….
Miss Cupcake: Que tralhas são essas?
Rosalina: Não sei. Mas se ela tem uma boa ideia, nós vamos aceitar qualquer tralha que funcione.
Barman: Já estamos sem opção, mesmo.
Fábio: Pessoal, é agora que eu apresento a vocês… O spinner! *musiquinha de Legend of Zelda toca*
Miss Cupcake: Você inventou um item de videogame, na vida real!
Fábio: Sim. Tive essa ideia enquanto estava lavando a louça. Pensei: Por que não?
Barman: Nossa, que fascinante.
Fábio: Espero sinceramente que você não esteja sendo sarcástico.
Barman: Não estou sendo sarcástico. Juro!
Fábio: Continuando! Er… O que eu ia fazer mesmo?
Alice: Usar o spinner, para ir ao andar de cima! Sabe, no sótão. Salvar a Tuta-sama!
Beta: (uma das funcionárias da Tuta) Não é necessário, que um de vocês faça isso! Uma de nós, como funcionárias da Tuta-sama, iremos.
Falcona: (outra das funcionárias) Eu irei, então! Salvar a Tuta-sama de um destino terrível!
Wolf: Terrível? O que de tão ruim pode acontecer com ela? A dimensão só está distor-
Miss Cupcake: Wolf, cale a boca, antes que diga uma besteira!
Wolf: (fica emburrado)
Fábio: (para Falcona) Fique em posição, para posicionar os pés corretamente, de maneira que eles possam ficar presos no spinner!
Falcona: Certo! Estou pronta!
Fábio: Vá com cuidado!
Alice: Boa sorte!
[Falcona começa a subir, usando o spinner.]
Locutor-sama: Corajosamente, ela se foi. Será que Tuta-sama será salva na próxima história? Ou será que não? Descubram essas respostas, ou pelo menos quase todas, semana que vem!
– Segunda parte, de quatro!

Green House Stories, Raccoon Tales

Ah, abril. Esse mês tão especial! E dessa vez, será bastante emocionante.

Locutor-sama: Na Casa Verde, uma parte dos personagens se reunia. O que acontecia de tão importante? Como a senhorita Hello ainda está ausente na sua aventura, a Casa Verde esta sendo cuidada por três pessoas: As senhoritas Rosalina e Alice, e meu primo Barman. Esse é apenas um dos detalhes importantes! Aqui está uma bagunça. Vocês provavelmente vão entender a história, conforme forem lendo…
Alice: Pessoal! Nada de pânico. Por favor, não façam… Locutor-sama! Minha nossa, eu nunca vi isso.
Rosalina: Correr em círculos como um maluco? Na Casa Verde tudo é possível.
Alice: Disso eu sei Rosalina. Mas quem diria! Até o narrador é maluco.
Rosalina: Isso não é muito surpreendente.
Alice: É, talvez. Voltando ao assunto principal! Nada de pânico, pois-
Wolf: Eu sou fofinho!
Miss Cupcake: Calado, senhor “fofinho”. Essa bagunça é culpa sua!
Wolf: Culpa minha? Sniff. Você não compreende a ciência, minha cara.
Miss Cupcake: Talvez eu não entenda, já que não sou nenhuma cientista ou inventora. Mas de uma coisa eu, Alice e Rosalina temos certeza…
Alice: Você não trabalha com um amendoim alienígena dentro de casa!
Wolf: Do jeito que você diz, até parece que eu estava construindo algo, com um ajudante amendoim!
Miss Cupcake: Não comece a tentar confundir as pessoas! Estamos falando de um ingrediente. O que deu na sua cabeça de ir ao depósito de alimentos extraterrestres da Hello? Não vê que naquela sala tem uma placa gigante escrita “NÃO ENTRE”?
Wolf: Ora, como se você nunca quisesse fazer o contrário que uma placa diz!
Miss Cupcake: E agora, estamos em um problemão. Está todo mundo fazendo uma coisa estranha!
[Tem personagem dançando a macarena, outros tentando pegar doces no chão após atingir uma piñata, e outros dançando samba]
Random: Só espero que não tenha uma briga de dança! Isso seria… Estranhamente divertido? Hm. Nossa! Seria engraçado!
Barman: Desculpem por interromper a conversa, mas nós temos uma impressão que descobrimos onde a Tuta-sama está!
Matilde: Eu só não entendo uma coisa… Como é que um amendoim pode ajudar a criar uma máquina que destrua toda a “normalidade” no ambiente da Casa Verde?
Wolf: Ora, é alienígena! Não leu as linhas de cima?
Matilde: Alienígena é uma desculpa boba. É como se dissesse que eu posso encontrar a Tuta com um passe de mágica!
Barman: Eu ia perguntar isso…
Matilde: Desculpe, Barman. Primeiro, eu não conseguiria fazer isso. Está vendo todo esse lugar, distorcido? Com a maior parte dos figurantes… Quero dizer, moradores, surtando? Mas pera aí! Tem gente ali jogando bingo… Ei! Eu quero participar do bingo!
[Matilde se juntou aos personagens que jogavam bingo]
Alice: Situação complicada…
Rosalina: Muito complicada!
Miss Cupcake: De fato!

– Quem vai ganhar no bingo em qual Matilde começou a participar? Isso não importa! Quantas complicações… Tuta-sama será salva, já na próxima história? Descubram na história seguinte, semana que vem!
– Primeira parte, de quatro!

Hello-san Legends

Encontrar a si mesmo é mais fácil, difícil é encontrar um coelho de bigode! E da cor amarela. Não esqueça desse detalhe!

Locutor-sama: Senhorita Hello continuava sua (estranha) busca, pelo coelhinho amarelo de bigode. Não entendo o porquê, mas quem sou eu para questionar a vontade de uma personagem?
Hello: Locutor! Não fique se questionando, pô. E a narração? Vai ser assim, tão vaga? E o local onde estou?
Locutor-sama: Oh… Sim, peço minha sinceras desculpas. Em um cidadezinha perdida na floresta, a senhorita Hello entrou para pedir informações. Ela logo perguntou para um coelho. Não era o qual ela procurava, mas ficou imaginando se ele não sabia onde estava o bigodudo.
Coelho de gravata: Oh! OH! Uma humana! Não quer vir tomar chá, comigo?
Hello: Chá? Não, não. Eu não quero chá! Eu quero saber do coelho bigodudo, senhor coelho de gravata.
Coelho de gravata: Hm, hm… Não! Não. Não!
Hello: Er… Não o quê, senhor da gravata?
Coelho de gravata: O que importa? Nós vamos tomar chá, sim! Sinta-se honrada… Pois eu não convido qualquer um, não! E principalmente de graça. Eu sou rico, sabe? E sempre tenho a melhor seleção de chás! Todos querem ter uma oportunidade, de tomar uma xícara de chá. Sinta-se sortuda!
Hello: Ma-mas eu não quero! Eu posso muito bem comprar esses chás com o meu dinheiro-
Coelho de gravata: Nossa, nossa! Você não faz ideia, não é mesmo? Não perca essa oportunidade! Vamos, vamos!
Locutor-sama: O Sr. da Gravata a levou para tomar chá. Sentaram em uma cadeira cada um, em um jardim de uma bonita casa.
Hello: Er… [Hello olhou para a xícara de chá, em cima da mesa]
Coelho de gravata: Por favor, tome! Não tem nada de mais nesse chá.
Hello: Minha preocupação não é essa… Eu estou em uma busca, sabe. Por um coelhinho de bigode. Não me dá vontade de tomar chá, entende? Eu tenho um objetivo! E gostaria de poder cumpri-lo, se você me deixasse.
Locutor-sama: O coelho de gravata começou a chorar.
Hello: Nossa! Eu feri seus sentimentos? Desculpe, não foi minha intenção.
Coelho de gravata: Sabe, desde que comecei a treinar para ser um super mago, ninguém mais vem conversar comigo. Todo mundo que quero conversar, sempre me diz a mesma coisa. “Você não tem que estudar? Treinar para ser um super mago?” Isso me chateia. Sabe, eu estudo, treino… Não me incomodo. Mas eu faço coisas além disso! Também quero conversar, e me divertir… com amigos! Entende a minha frustração?
Hello: Bem… Eu acho que sim.
Coelho de gravata: Ótimo, ótimo! Se incomoda se eu desabafar? Sabe, dificilmente as pessoas aceitam me escutar.
Locutor-sama: O Sr. de gravata conversou bastante com a senhorita Hello. Ela acabou tomando chá, e finalmente ficou livre para ir embora.
Coelho de gravata: Adeus! Volte sempre!
Hello: Ah, tá… tudo bem! Adeus!
Locutor-sama: Ela saiu muito confusa depois dessa aventura.
Hello: O coelho de bigode ninguém quer que eu encontre, não é?
Locutor-sama: É para ficar mais emocionante.

Silly Tales

Uma jornada inesperada… Não. Espera. Isso é uma história sobre um anão, e não sobre um hobbit! Ha ha ha… Quê? As piadas nos títulos não estão valendo?

Locutor-sama: Balinha, é um personagem anão. É claro que estou apenas dizendo isso para descrevê-lo, e não com alguma outra intenção. E essa não é o único destaque na sua característica! Também é presidente da associação que protege os personagens injustiçados! Oh. Característica é algo que seria da descrição, não função… Incrível! É só este narrador tirar uma folga, que fica confuso. Peço desculpas, leitores. Vamos para a história!
Balinha: [segurando uma mochila nas costas] Ah! Sim. Subir uma colina, para ter o prazer de ver uma paisagem maravilhosa valeu a pena! E não! Eu não vou tirar uma foto para postar na internet. [se abaixa, coloca a mochila no chão, põe um pano no chão e senta] Ah! Que paz! Estava precisando dessa tranquilidade.
[Balinha ficou vinte minutos olhando para o céu]
Balinha: Por que…tantas coisas que poderiam ser feitas! Mas a autora, por alguma razão, desperdiça ideias excelentes! Qual o problema, huh? Me diga! Colina, minha cara colina… Qual o problema da ideia da dimensão onde os casais estão oficializados? HÃ? ME DIGA, COLINA!
[Após gritar, Balinha fica em silêncio por alguns minutos.]
Balinha: É Balinha, meu caro… Não dá para questionar em relação a isso. Mas os personagens injustiçados! Eu posso fazer algo sobre isso. Não são apenas ideias que viraram pessoas! São muitos mais que isso. Tem direito de aparecerem. Só principais, que aparecem? E o Kekekê, que é principal… Nem tem tantas histórias em que ele é protagonista!
Locutor-sama: Depois de muitos monólogos – ou de diálogos com a colina, se vocês preferirem – Personagens apareceram. E quem apareceu? Dois dos três abacaxis, Boon e Malvino.
Boon: Caara! A colina tem uma visão muito boa!
Malvino: Visão? Acho que quis dizer paisagem. Visão… Fica parecendo que ela usa óculos!
Boon: Ha ha ha! Uma colina usando óculos!
Locutor-sama: Boon e Malvino deram risadas. Bem alto.
Balinha: Ei, vocês dois, abacaxis! Estou aqui tentando ter diálogos profundos com essa colina!
Boon: Você ouviu o que ele disse?
Malvino: Dialogar… com a colina?
Boon: Ele não pode estar falando sério.
Malvino: Não sei, Boon. De repente ele tem a habilidade de conversar com a colina! Nunca se sabe. Anões são cheios de surpresas.
Balinha: Não precisa me lembrar que sou um anão.
Malvino: Falei isso em um bom sentido, não se preocupe! Enfim. Não quer fazer algo de divertido? Nós vamos fazer um campeonato!
Balinha: Parece interessante… Sobre o quê?
Boon: Imaginar coisas inusitadas, enquanto observamos a paisagem da colina! Ganha quem fazer mais os outros rirem, com sua imaginação absurda.
Balinha: Qual o prêmio?
Malvino: Esses bolinhos, que comprei na doceria da Miss Cupcake.
Balinha: Oh, parecem deliciosos! Estou dentro.
Locutor-sama: E então, Balinha esqueceu completamente o que estava fazendo naquela colina. Mas isso não importa. Bolinhos feitos pela Miss Cupcake são muito gostosos! Será que este narrador pode participar desse concurso? Não? Estou em modo de narrador observador… Que sem graça, senhorita Moon!