Raccoon Tales

O jantar de vitória na mansão da guaxinim milionária, em comemoração ao desafio cumprido de publicar histórias no blog, um ano direto!

Locutor-sama: Vou tentar dar um resumo. Em primeiro de novembro de dois mil e doze, a autora se desafiou para escrever histórias para o blog em um ano. E ela conseguiu! Os personagens estão nesse momento na mansão da Tuta-sama, que apostou contra a Cola-sama que a senhorita Moon ia conseguir publicar até o dia de hoje. Felizmente, ninguém que apostou a favor perdeu dinheiro…
Tuta-sama: Ótimo! Estou um pouquinho mais rica, graças à isso. E chega de falar, antes que eu tire o microfone de você, Locutor-sama!
Locutor-sama: Está bem, está bem.
Tuta-sama: E aproveite a comida!
Hello: Puxa vida! A Moon escreveu história para caramba. O que acha disso, Kekekê?
Kekekê: Eu estou orgulhoso, porque afinal de contas ela precisava desse exercício.
Matilde: Ainda bem que ela conseguiu…
Kekekê: Tilde!
Tuta-sama: Tenha a santa paciência, Matilde! Não comece a fazer ameaças para Tio Patinhas e o resto do mundo. Hoje é um dia de festa!
Hello: É dia de beber à vontade!
Tuta-sama: Nada de pegar os meus sakês!
Hello: Mas… eu estou só bebendo suco de laranja.
Tuta-sama: Olha lá, hein.
Hello: Nada de abusar do sakê, Tuta.
Kekekê: É mesmo! Cuidado com a sua saúde.
Matilde: E nada de sair dirigindo depois…
Tuta-sama: Ora, não se preocupem! Eu não sou nenhuma irresponsável.
Matilde: Queria mesmo saber se você ia conseguir fazer uma redação sobre isso!
Tuta-sama: Se a Moon soube fazer, porque eu não?
Hello: Ah, claro que você ia conseguir fazer. Existe caneta preta para guaxinim?
Tuta-sama: É claro… se você quis dizer para o meu tamanho, existe sim.
Kekekê: Só fico me perguntando se depois de ter feito esse desafio, ela não vai postar mais no blog.
Hello: Claro que vai!
Matilde: Concordo com a Hello, por incrível que pareça. Nós vamos fazer falta para a Moon. E sem falar que faltou muita história para ela escrever! Tipo o Kekekê Talk Show.
Kekekê: Não se preocupe com isso, Tilde! Conheço a Moon, ela é assim mesmo.
Tuta-sama: É um absurdo ela não ter escrito a nona edição do seu Talk Show, Kekekê. Não seja tão flexível.
Kekekê: Mais cedo ou mais tarde ela escreve! Confio na Moon.
Hello: Sim, confio nela também… e no futuro! E nas folhas!
Tuta-sama: Daqui a pouco vai dizer que confia no mago Clow.
Hello: Não, nele eu não confio. A Yuuko disse muita coisa sobre ele, e provavelmente deve estar certa!
Tuta-sama: É mesmo. A senhora Yuuko está sempre certa!
Locutor-sama: E o jantar de comemoração, que ocorreu na noite de sexta-feira de hoje, foi até a manhã do dia seguinte.

– Agradecimentos especiais a minha irmã e a minha mãe por terem me dado o apoio de ter escrito tantas histórias. E muitas ideias foram delas! E é claro, a você leitor, que acompanhou desde o começo do blog, ou do dia primeiro de novembro, ou de qualquer outro momento que começou a ler os posts do blog. Muito obrigada a todos! E que venham muitas histórias ainda, porque trezentos e setenta e cinco histórias ainda não são o suficientes. E sim, estou contando apenas as que escrevi direto. Se eu contar todas até agora, tirando os rascunhos são quatrocentos e oitenta e quatro, tirando os rascunhos.

Listas, Silly Tales

Ninguém atualmente se surpreende com festas surpresas de aniversário… É, não está fácil!

Hoje é o Dia das Bruxas, Halloween. Seja lá qual for o nome correto! Também é o aniversário do Locutor-sama e do seu irmão gêmeo, menos conhecido… o Pascoal! Infelizmente eu não estou com cabeça de escrever uma história decente, então aqui vai os elementos que aconteceram nesse dia tão importante para esses dois personagens.

Preparação para a festa.

1. O ambiente da festa de aniversário:
É uma casa antiga, com móveis cobertos de lençóis brancos. Teias de aranha na parede, e ainda por cima com música tocada em um órgão.
Hello: É uma das minhas propriedades! Tenho orgulho dessa mansão… pois custou caro. Bem caro!
Barman: Imagino que deve ser um gasto para limpar tudo.
Hello: Ora, Barman! A mansão só é limpa umas três vezes por ano. Acha mesmo querer deixá-la cem por cento limpinha, sendo que ela é o cenário perfeito para histórias de terror? Claro que não!
Barman: A atmosfera é mais importante.
Hello: Exatamente!
Barman: Hm… eu estou esquecendo de alguma coisa.
Rosalina: Que o Pascoal tem medo de zumbis.
Hello: Mas é perfeito! É para ser assustador.
Rosalina: Espero que ele não vá para o hospital.
Barman: Ora Rosalina, não pense no pior.
Rosalina: Não me diga que você vai se divertir em vê-lo gritando!
Barman: Eu dou a impressão de ser maligno a esse nível?
Rosalina: É preferível que você não responda.

2. O roteiro por trás do dia da festa.
Hello: Sabrina! O tema da festa será zumbis.
Sabrina: Zumbis? Justamente o quê está na moda… decepcionante.
Wolf: Zumbis? Mas eu ia de Cruella de Vil!
Tuta-sama: E eu de Sweeney Todd!
Sabrina: Eu tenho medo desse filme.
Hello: Você já assistiu 101 dálmatas!
Sabrina: Sim, eu sei. O que não vi, foi Sweeney Todd. Mas tenho medo do filme de qualquer forma.
Wolf: A Moon tinha dito que as fantasias seriam o gênero contrário do personagem.
Hello: Ah… é. Bom! Vocês podem se vestir da maneira que quiserem.
Tuta-sama: Ainda bem! Não ia comprar outra fantasia.
Sabrina: Tenho mesmo que escrever uma história com zumbis?
Hello: Hm… sim. Quem não tem medo de zumbis?
Sabrina: Tem certeza que eu não posso escrever sobre outra coisa?
Hello: Absoluta! Já combinei com a Clarissa as roupas, e o auxílio da Alice com a maquiagem.
Sabrina: Tá, tá…

3. As roupas e a maquiagem.
Clarissa: Olhem, trouxe para vocês todas as roupas de zumbi.
Hello: É das princesas zumbis, como eu te pedi?
Clarissa: Claro que sim, Hello. Eu não tinha o porquê de fazer diferente do que você me pediu.
Hello: Ah, obrigada Clarissa! [entrega o dinheiro das roupas para ela.]
Alice: Nossa! Ficaram perfeitas, ótimo trabalho.
Clarissa: Obrigada! Olha, mas a maquiagem tem que ser caprichada… Caso contrário, não vai dar certo.
Alice: Pode deixar comigo!
Hello: A única coisa que é ruim, que o Locutor-sama não pode nos ajudar arrumando os cabelos.
Alice: Não se preocupe! O Boon e o Malvino vão cuidar disso.
Hello: Não sabia que eles tinham seu lado de cabeleireiro.
Alice: Nem eu!
Clarissa: As pessoas tem muitas habilidades.
Hello: Mas eles são abacaxis…
Clarissa: Isso não muda o fato da possibilidade deles fazerem um bom trabalho!

Resumindo porque essa história ia ficar enorme:

Locutor-sama e Pascoal foram transportados para o local da festa de aniversário, graças a mágica conveniente da autora. Eles foram surpreendidos pelas princesas zumbis, que eram Hello, Rosalina, Sabrina a Alice respectivamente. Apesar de antes delas entrarem aparecer uma neblina, apenas o Pascoal gritou “zumbis” e saiu correndo. O narrador ficou parado, e calmamente comentou que estava surpreendido com a criatividade da festa que inventaram para o aniversário dele. As quatro ficaram decepcionadas que só um dos aniversariantes se assustou, mas de qualquer forma teve uma grande festa. Todos os meus personagens foram convidados, incluindo aqueles que nem me lembro o nome. Quanto ao Pascoal, a Clarissa foi chamá-lo do lado de fora explicando que era uma brincadeira. Depois, eles se divertiram para caramba… e nem me mandaram um pedaço de bolo! Detalhe: Estava todo mundo fantasiado.

Pixie Tales

As horas são as mesmas de sempre… e tem bolo e guaraná! Mas sem a parte da guaraná. Os brigadeiros substituem!

Locutor-sama: Hoje seria um dia normal. Mas não é! Temos uma festa de aniversário! Parabéns para o… Tasketê!
Kekekê: Olá, Tasketê! [Acabou de bater na porta do apartamento dele.]
Tasketê: Bom dia, Kekekê! O que você precisa?
Kekekê: Te desejar um parabéns, amigo. [Entrega uma caixa de presente de aniversário.]
Tasketê: Puxa, muito obrigado. [Pega o presente das mãos do Kekekê.]
Kekekê: Você não quer ir para a Casa Verde? Nós preparamos uma festa surpresa.
Tasketê: Mas… acabou de me dizer que é uma festa surpresa. Acabou a surpresa, então!
Kekekê: [Bate com a mãozinha na testa.] Iih, é mesmo! Foi mal.
Tasketê: Ah, não tem problema não Kekekê! Eu vou depois, tenho um compromisso. Se não tiver problema, é claro.
Kekekê: Tudo bem, Tasketê. Mas vê se aparece, viu?
Tasketê: Pode deixar, Kekekê! Tchauzinho!
Kekekê: Tchau, amigo! [Vai embora.]
Tasketê: [Fecha a porta do apartamento.] Deixa eu ver o que o Kekekê me deu… Oooh! É um livro sobre alienígenas cozinheiros. Que legal! Kekekê me conhece bem. Mas agora… tenho que ir em uma missão. No Reino das Almofadas! *
Locutor-sama: Tasketê tirou o pano que estava em cima de um espelho. Mas o que ele tinha de especial?
Tasketê: Ele me leva para o Reino das Almofadas, ué.
Locutor-sama: Espelhos podem ser bastante práticos.
Tasketê: Bom, esse não serve para olhar o reflexo… Deixa eu ir, se não vou chegar atrasado.
Locutor-sama: Tasketê passou para o outro lado do espelho, e se encontrou no Reino das Almofadas, novamente. Na frente do castelo do príncipe Cacau.
Tasketê: Hm… O que será que o Príncipe Cacau vai me pedir dessa vez?
Locutor-sama: As portas o castelo se abriram. Os habitantes do Reino das Almofadas estavam todos lá, e gritaram SURPRESA!
Tasketê: Ah, que legal! Obrigado, gente.
Locutor-sama: Muitos que estavam ali tinham o cheiro de roupa lavada. E isso era bem normal no reino das almofadas!
Cacau: Tasketê, amigo. Feliz aniversário!
Tasketê: Agradeço muito a festa, príncipe.
Cacau: Ah, você merece. Afinal de contas, já nos ajudou tantas vezes…
Locutor-sama: Vale notar que o Tasketê tem uma vida emocionante e um tanto secreta, que não são aventuras narradas no blog. E nem em lugar nenhum!
Tasketê: Eu tenho mesmo uma secreta vida emocionante!
Locutor-sama: Eu sei Tasketê, eu sei.
Cacau: Olha, todos aqui trouxeram presentes para você.
Tasketê: Muito obrigado, pessoal!
Locutor-sama: Tasketê ganhou muitos presentes, e viu que muitas daquelas coisas ele não poderia levar para casa.
Mago Pantufa: Já sei! Você gosta de miniaturas?
Tasketê: Gosto, sim. Mas o que é que tem?
Mago Pantufa: Simples! [Usa um feitiço que transformou todos os presentes que eram grande demais em miniaturas.] Pronto!
Tasketê: Puxa… valeu.
Dragão Algodão: O meu presente, não se esqueça dele.
Tasketê: Puxa… é uma pelúcia de dragão. Sou muito grato a todos!
Cacau: Não precisa agradecer.
Tasketê: Ah… agora vou ir para casa!
Cacau: Vai comemorar com os amigos do seu mundo?
Tasketê: Sim.
Cacau: Tudo bem, então. Até mais!
Locutor-sama: Tasketê foi embora, e finalmente chegou no seu apartamento, após passar novamente pelo espelho.
Tasketê: Se alguém perguntar de onde tirei tantas miniaturas… foi dizer que foi presente de um tio excêntrico! Ninguém recusa presentes desse tipo de parente.

Listas, Silly Tales

Personagens, vocês estão vestidos de líderes de torcida! Qual é a sua reação?

Moon: Ah, um post de listas! Nada melhor do que escrever algo rápido, e engraçado ao mesmo tempo. E então…. aqui estão os sortudos selecionados, que estão como líderes de torcida, nesse exato momento!

1. Um lobo adorável.
Wolf: Sou eu!
Moon: Isso é uma peruca de maria chiquinha?
Wolf: É para me deixar mais adorável ainda.
Moon: Ah, você é sempre tão humilde.

2. Um líder de torcida japonês.
Barman: Moon, eu não sou japonês!
Moon: Mas a roupa é!
Barman: Ah, bom.
Moon: Não precisa me agradecer por não estar usando saia.
Barman: E peruca, também. Muito obrigado!
Moon: Já disse que não precisa agradecer, pô!

3. Um narrador com peruca.
Locutor-sama: Autora, eu gostaria de compreender o porquê de você sempre querer colocar-me de peruca.
Moon: A resposta é simples, Locutor. E você já sabe.
Locutor-sama: Se eu já sei a resposta, então quer dizer que…
Moon: Perucas de cabelo longo são dramáticas, Locutor. Dramáticas!
Locutor-sama: Eu ia responder suco de uva! Mas tudo bem. Entendi.

4. Um duende pagando mico.
Moon: Isso é um batom, Kekekê? Você está usando batom?
Kekekê: Os gêmeos colocaram enquanto eu dormia!
Moon: Essas crianças… e a roupa de líder de torcida? Gostou?
Kekekê: Acho que não combina muito comigo.
Moon: Mas você ficou tão bonitinho!
Kekekê: O-obrigado!

5. A fada nervosa.
Matilde: Eu não sou uma fada nervosa, caramba!
Moon: Matilde, a questão é essa de você sempre ser mal interpretada. Precisa usar esse tom?
Matilde: Hm… talvez não.
Moon: Que ótimo! Gostou da roupa?
Matilde: Por que estou usando o mesmo estilo de roupa do Barman?
Moon: É para você ser o par do Kekekê, obviamente!

6. O boneco de palito.
Random: Shh! Não fale comigo, estou treinando.
Moon: Movimentos de líder de torcida?
Random: Na verdade, não.
Moon: Como não??
Random: Estou treinando para ser uma líder de torcida agente secreta!
Moon: Ah, bom! Agora faz sentido.

7. O pinguim de tamanho humano.
P-san: A-T-U-M! ATUM! ATUM!
Moon: *emocionada* Você nunca decepciona, P-san!
P-san: Ora, eu tenho que saber fazer um pouquinho de tudo.
Moon: Você é muito talentoso!
P-san: Imagina. Se eu fosse talentoso, tinha ganhado o prêmio pinguim.
Moon: É uma frustração sua…?
P-san: É sim. *cai uma lágrima*
Moon: Não fique assim, meu amigo pinguim! Eu te dou um abraço, se você quiser.
P-san: Obrigado, mas não precisa. Pinguins sempre tem que ser fortes!
Moon: Até mesmo de saia?
P-san: Saia não é um obstáculo.
Moon: Todos deviam seguir o seu exemplo.
P-san: De usar saia?
Moon: Não! De confiar em si mesmo.

Conversas Aleatórias

E o começo de uma nova semana!

Moon: Pessoal! Desculpem a demora!
Tuta-sama: Até que enfim, Moon! A Cola-sama já tinha pensado… que havia ganho a aposta. Imagine a minha cara!
Moon: Calma, calma! Eu estou aqui, não estou.
Locutor-sama: Já entendemos que está aqui, autora.
Moon: Locutor-sama! Por que você não me lembrou que não tinha escrito ainda o post de segunda-feira??
Locutor-sama: Você ainda não tinha escrito? Ah, aquele outro não foi terminado…
Moon: É, acabei não terminando. Não lembro bem o porquê.
Tuta-sama: A culpa foi do Locutor-sama?
Locutor-sama: Oi?
Moon: Ah, não foi… mas bem que ele podia ter me lembrado.
Tuta-sama: O microfo-
Moon: Caalma, não vamos apressar as coisas! Eu tinha que ter lembrado de ter me adiantado antes. Vamos relaxar, e meditar…
Hello: E equilibrar lápis!
Moon: Ah, oi Hello.
Hello: E aí, Moon? Tudo bem com a sua pessoa?
Moon: Sim. Estou aqui, não estou?
Hello: Está! Sabe, você tinha na cara que não estava tomando suco de uva o suficiente.
Moon: “Você não tinha na cara?” Que frase mais esquisita! O certo não seria-
Hello: Ah Moon, deixa de ser chata! Você bem que entendeu o que eu quis dizer.
Moon: Não, eu não entendi…
Hello: Ah. Tá. Não vou explicar, desculpa. Tô com preguiça, nessa momento!
Moon: Tá bem, tá bem.
Hello: Não ando comendo paçoquinha, sabe?
Moon: E isso é justificativa?
Hello: Claro que é justificativa!
Tuta-sama: Se ainda fosse falta de sakê, seria uma boa justificativa.
Moon: Tuta.
Tuta-sama: Que foi?
Moon: Lembre-se de não beber antes de dirigir.
Tuta-sama: Moon, se eu beber sakê e ter que usar carro, é só pedir para uma das minhas funcionárias dirigirem!
Moon: Oh, é mesmo. As suas funcionárias!
Tuta-sama: Sim, sim. Não se preocupe! Tenho cara de guaxinim irresponsável?
Moon: Não, não tem.
Hello: Mas que ela tem cara de maluca, tem!
Tuta-sama: Pelo menos não fico imitando o cara do alienígenas no passado!
Moon: O quê? Você arrumou uma peruca para imitá-lo, Hello?
Hello: *tira uma peruca do bolso* Aliens!
Locutor-sama: Acho que você tem que dar uma entonação mais dramática.
Hello: Assim? Aliens!
Locutor-sama: Agora sim, senhorita Hello. Agora sim!
Random: Mas qual foi a diferença? Não percebi.
Locutor-sama: É muito simples, meu caro amigo boneco de palito. A diferença está no negrito, e no itálico!
Hello: Está dizendo que a minha voz pareceu negrito e itálico? Que coisa confusa!
Locutor-sama: Não, não! Eu quis dizer no texto que a autora está escrevendo para o blog.
Hello: Ah, bom!
Random: E assim foi o post de hoje! Não cortem as unhas de noite!

– Post fora do horário, porque eu não tinha adiantado. Desculpe, pessoas!

Happy Green Things

Na hora que estamos desmotivados, sempre tem que aparecer alguma coisa para lembrarmos do porquê de “continuarmos a nadar”.

Locutor-sama: A Senhorita Moon estava na sala onde ficam as várias mesas, que servem apenas para serem viradas. Qual é a questão de virar a mesa, você pergunta? Isso deixa a autora mais calma. Vale a pena notar que, ela não faz isso na realidade. Isso é apenas uma visão humorística do nervosismo da autora!
Moon: Precisa mesmo explicar isso para eles?
Locutor-sama: Claro que sim! Não acha que é um tanto estranho, você escrever sobre esse estranho hábito que você tem?
Moon: É só uma piada.
Locutor-sama: Mesmo assim, autora. É um tanto… inesperado, o fato de você dizer que vai virar a mesa, toda vez que escuta algo que não te agrade.
Moon: Deixa isso para lá, Locutor-sama. Eu ainda tenho histórias para escrever… e o caso é que não sei sobre o quê.
Locutor-sama: As ideias estão faltando?
Moon: Não.
Locutor-sama: Entendo. Você está se sentido desmotivada para escrever.
Moon: Eu sei que esse seu “desmotivada para escrever” é a mesma coisa que preguiça. Não tente me enganar!
Locutor-sama: Não quis dizer isso, autora. Mas eu sei que é motivação que está precisando, nesse momento!
[Mal Locutor-sama termina de dizer essa frase, Cola-sama aparece na sala, andando de maneira confiante.]
Cola-sama: Olá, autora. Ainda não terminou de escrever os posts para o blog?
Moon: Cola-sama! Não precisa me lembrar disso.
Cola-sama: Não queria ter que lembrá-la de que temos uma aposta rodando?
Locutor-sama: Uma aposta imaginária.
Cola-sama: Mais ainda assim, uma aposta! Eu sei que escrever histórias por um ano seria demais para você…
Moon: Não é não!
Cola-sama: Sei que você vai falhar, então para que vou me preocupar?
Moon: Você está começando a dizer coisas estranhas! Eu vou conseguir escrever, e não será a vencedora dessa aposta, Cola-sama.
Cola-sama: É o que vamos ver… *sai da sala dando risada*
Moon: É questão de honra! O que vou fazer, Locutor-sama?
Locutor-sama: Se me permite uma sugestão, é a hora de usarmos uma arma secreta.
Moon: Que arma secreta é essa, de que você tá falando?
Locutor-sama: *suspira* Autora, não acredito que se esqueceu disso. É algo que você tem de reserva, na hora que iria precisar escrever sem ter ideia nenhuma…
Moon: Ei! Eu já disse que não estou sem ideias…
Locutor-sama: Está bem, está bem! Ideias estão presentes, elas nunca escapam. Apenas ficam guardadas, sem serem usadas…
Moon: Dá para você dizer o que é isso afinal?
Locutor-sama: É esse caderno.
Moon: Sem capa?
Locutor-sama: Não. Ele está com a capa dobrada, apenas. Pronto! O reconhece, agora?
Moon: O caderno azul! Meu precioso… *tira o caderno das mãos do Locutor-sama* VAMOS CONTINUAR!
Locutor-sama: Sim, autora. É hora de vencer a preguiça!
Moon: A falta de motivação, narrador.
Locutor-sama: Isso também. Desculpe, autora.

– “Será que a Moon vai conseguir terminar de escrever os posts para o blog? E no dia do Halloween, teremos uma história decente? Não percam as últimas histórias que vão acontecer nos próximos dias! Depois dessa, faltaram apenas mais cinco. E o destino do blog? A Moon nunca mais vai postar, depois disso? É claro que vai! Mas ela não vai garantir mais posts todos os dias… Ou será que ela vai mudar de ideia?”

Listas, Silly Tales

“Eu desisto de escrever alguma coisa!”

Locutor-sama: O título acima veio do bilhete que encontrei em cima da mesa do escritório da autora.O papel pode até ser para rascunhos e eventuais desenhos da senhorita Moon, não sei… Qual será o significado dessa frase, pessoal?
Tuta-sama: Olha, eu não sei exatamente o que ela quer dizer com isso… mas eu tenho uma aposta rondando!
Hello: Não sei, será que é isso mesmo? Pode ser um começo de uma fanfic!
Wolf: Oh! Boa, uma fanfic. Quem nunca quis escrever uma com um começo bem dramático?
Tuta-sama: Uma… fanfic? Vocês tem certeza?
Hello: Absoluta não, mas de repente essa frase, na verdade são palavras chave.
Wolf: Eu faço isso com as minhas fanfics!
Hello: Sério?
Wolf: Claro! Seria problemático se alguém descobrisse…
Tuta-sama: E então você usa palavras chaves? Que tipo de fanfic você está escrevendo?
Wolf: Prefiro deixar no mistério.
Alice: Não era aquela fanfic da Casa Verde?
Wolf: Oh não, eu estou escrevendo outra, completamente diferente!
Locutor-sama: Ou talvez era realmente um rascunho para algo que ela ia escrever, do blog…
Wolf: Locutor-sama, não está interessado no que estou escrevendo?
Locutor-sama: Mas você acabou de dizer que ia deixar no mistério, Wolf. É melhor não perguntar.
Wolf: Ahn…
Cola-sama: Isso deve ser um post meia boca dela! Quem liga se ela não for mais escrever? Assim eu ganho a aposta.
Hello: *segurando a Tuta* Calma, calma… Eu tenho certeza que a Moon está escrevendo, nesse exato momento!

~ E será que nesse momento, a Moon está escrevendo? ~
Moon: Faltam apenas 65! É, já faltou mais.

Locutor-sama: Pelo que parece, ela não está escrevendo.
Alice: Mais 65? O que será que a autora quis dizer com isso…
Hello: Vai saber! A Moon é cheia de mistérios…
Wolf: Se ela não está escrevendo, quer dizer que essa história está sendo escrita pelo… Locutor-sama?
Locutor-sama: Talvez.
Sabrina: Essa frase expressa a revolta do escritor.
Zaltana: Parece que foi um momento de fúria…
Boon: Não sabia que você era grafologista!
Zaltana: E não sou. Dá para entender que foi em um momento de fúria, pois tem esses desenhos de bonequinhos de palitos nervosos.
Random: E todo mundo sabe que bonecos de palito são zen!
Malvino: Eu não sabia disso!
Random: Desinformado!
Sabrina: Você normalmente acompanha a autora, não pode adivinhar o que é?
Locutor-sama: É muito arriscado dizer o que a senhorita Moon está pensando.
Random: Normalmente é em suco de uva!
Biscoito: Chocolate combina mais!
Tuta-sama: Biscoito, saia daqui por favor.
Locutor-sama: Talvez nunca saberemos o que essa frase significa.
Moon: É tudo culpa do menino de bicicleta que toca trompete!
Random: Isso foi mais aleatório do que eu!

– Se tudo der certo… deu certo. *frase dramática*

Pixie Tales

Tomem cuidado com a polícia das festas de aniversários! Principalmente se vocês forem do tipo de roubar brigadeiro antes do parabéns….

[Matilde estava acompanhada de Kekekê para uma missão secreta!]
Kekekê: Quantas festas de aniversário nós ainda temos que visitar?
Matilde: Apenas mais uma. Lembra da nossa missão?
Kekekê: É claro que sim! Nós somos a polícia das festas de aniversários! Estamos aqui para nos certificar que ninguém, mas NINGUÉM roube os brigadeiros antes do parabéns.
Matilde: Exatamente! Nós temos que tomar cuidado… pois existem muitos vilões, que enviam seus lacaios para terminar com os brigadeiros antes da hora.
Kekekê: Tem certeza disso? Me parece que é mais gulodice…
Matilde: Mas é justamente para ela que esses lacaios trabalham!
Kekekê: Para a gulodice?
Matilde: Para a gula, Kekekê!
Kekekê: Quase acertei.
Matilde: Exatamente! Agora vamos, Kekekê…
[A festa que eles foram convocados: O aniversário de Depois! Sua mãe, Senhora Agora, estava seriamente preocupada com o roubo de brigadeiros na festa de sua filha. Ela acha isso uma falta de respeito!]
Matilde: Queria entender o porquê dessa mulher… se chamar Agora.
Kekekê: Não sei o porquê, mas pelo menos ela acredita em fadas e duendes!
Matilde: Eu sei, caso contrário, nós não teríamos sido chamados. *tira o binóculos do bolso, e coloca na frente do rosto* Olhe, Kekekê!
Kekekê: Que foi? Que foi?
Matilde: Aquela criança está querendo roubar o brigadeiro!
Kekekê: Estou vendo, e o que vamos fazer sobre isso?
Matilde: Técnica ninja! *Matilde usa a sua varinha mágica*
Kekekê: *virou um ninja de tamanho humano* IÁAA!
Matilde: *pensando* Kekekê, nem todos os ninjas precisam fazer “IÁAA”.
Criança: Nossa, um ninja!
Kekekê: Shh! Estou em uma missão secreta. Promete guardar segredo?
Criança: Prometo! Mas só se você usar uma técnica maneira.
Kekekê: Tá, tá. *solta umas lâminas escondidas*
Criança: Nossa, que legal!
Matilde: *troca a criança de lugar com a varinha* E também, vou fazê-la esquecer de pegar o brigadeiro.
Criança: Ué? Para onde foi o ninja?
Matilde: *usa a varinha para transformar o Kekekê em duende novamente* Missão comprida!
Kekekê: Legal!
Matilde: Usei a minha varinha para tirar da cabeça de todo mundo, de roubar brigadeiros. Podemos ficar tranquilos!
[Mas é só isso? Essa história não vai ter nenhuma virada repentina?]
[E, de repente, no escritório de Happy Green Things….]
Moon: Hm…. *de braços cruzados*
Matilde: Nada de cruzar os braços, dona Moon! Você sabe muito bem que eu não uso varinha mágica.
Moon: Mas-
Matilde: Nade de mais! E o Kekekê, vira um ninja graças a minha magia…? Que história mais sem sentido! Nada a ver com a realidade!
Moon: Mas é só uma história! Não é para fazer sentido.
Matilde: Tá, tá! Então pelo menos dá um fim melhor…
[De volta para a história original!]
[Matilde e Kekekê estavam seguros de que já tinham resolvido o problema… mas a criança que estava tentando roubar o brigadeiro, não era quem parecia ser! Virou uma bruxa com um bolo de brigadeiro na cabeça]
Bruxa: *dá uma risada maligna* Agora, todos os convidados dessa festa irão roubar os brigadeiros, e não vai sobrar nenhum!
Senhora Agora: Oh! Eu não acredito nisso. Cremilda?
Bruxa: *glup* É você, professora?
Senhora Agora: Sim, sou eu… então é você, que está dando dor de cabeça para as pessoas nas festas?
Bruxa: Bem, tecnicamente sim, mas…
Senhora Agora: Além de entrar SEM ser convidada, ainda quer roubar os brigadeiros? Por acaso você gostaria de ser convidada para todas as festas, inclusive as infantis?
Bruxa Cremilda: Mas-
Senhora Agora: Nada de mas! Explique-se.
Bruxa Cremilda: Eu apenas queria… comer brigadeiro.
Senhora Agora: Ah, então você pode comer! Mas não seria mais fácil comprar, ou ainda por cima… fazer brigadeiro?
Bruxa Cremilda: Mas eu não sei fazer brigadeiro…
Senhora Agora: Pode deixar! Eu te ensino!
[No estúdio Happy Green Things.]
Matilde: O quê? Acaba assim?
Moon: Você queria ação?
[Na parte em que a criança se revela ser uma bruxa, a senhora Agora também se transforma numa bruxa! As duas tem uma briga épica, e felizmente os brigadeiros foram salvos…]
Moon: E fim!

Hello-san Legends

Não é por aqui, é por ali! Ou… abre uma passagem secreta aqui mesmo, se eu fazer uma dancinha engraçada?

[Hello e Alice estavam viajando em uma área inexplorada do Reino Macarrão! É uma jornada épica e emocionante, onde elas tem o objetivo de resgar o chefe de cozinha.]
Hello: Após nós sairmos da cidade do Macarrão Instantâneo, temos que ir até a Vila dos Temperos.
Alice: Segundo o Senhor Bigodudo, nós temos que ir a esquerda do Vale dos Pães Saltitantes.
Hello: Certo! Vamos para… onde era, mesmo?
Alice: Esquerda do Vale dos Pães Saltitantes?
Hello: Eu sei que é pela esquerda! Mas para que nós temos que ir para lá?
Alice: E lá que está o pasteleiro, ele vai nos dar a dica da possível localização do chefe de cozinha. Você está prestando atenção na história do jogo?
Hello: Hm… não. Estou muito mais interessada nas lutas, do que na história em si. Quem se importa?
Alice: *bate com a mão na testa* Ei, espera Hello!
[Hello já estava indo para o lado direito, o contrário do que fora indicado.]
Hello: O que foi? Estou indo para a esquerda.
Alice: Hello, essa é a esquerda da vila dos bolinhos de chuva, e não dos pães saltitantes!
Hello: Oh, tem razão. Onde eu estava com a cabeça?
Alice: Provavelmente procurando o “chefe secreto” que está nessa área.
Hello: Está bem, você me pegou. Sabia que a batalha do Bolo de Brigadeiro dá uma ótima recompensa?
Alice: Eu sei, você falou um monte de vezes. É a espada do Tofu sagrado. Só acho um tanto esquisito o Bolo de Brigadeiro usar uma espada chamada assim…
Hello: Vai entender! Os “chefes secretos” sempre são um tanto excêntricos.
Alice: Está bem, vamos fazer essa luta de uma vez. Temos itens o suficiente?
Hello: Duzentas e duas poções de cura, cento e oitenta e uma poções de magia e quinhentos e cinquenta e três abóboras encantadas.
Alice: Eu nunca entendi o porquê do item de ressuscitar ser uma abóbora encantada… espera aí? De onde vieram tantos itens?
Hello: Missões especiais, ué. Você não falou que eu só podia jogar isso sozinha?
Alice: Ah, é verdade. Então é por isso que você está no nível setenta e três, enquanto eu estou no trinta e oito.
Hello: Vamos de uma vez, derrotar o Bolo de Brigadeiro!
Alice: Tá certo!
[Uma batalha épica acontece… O Bolo de Brigadeiro é um guerreiro muito forte, mas suponho que quando você está no nível setenta e três as coisas são mais simples, não são? Principalmente porquê a Hello está trinta e cinco níveis acima do sugerido para essa luta.]
Bolo de Brigadeiro: Vocês me venceram, o cavaleiro mais poderoso de toda Terra Alimentícia! Por isso, vou entregar a minha espada, Tofu Sagrado.
Hello: *comemora*
Alice: E você tem outras armas?
Bolo de Brigadeiro: Obviamente. O duro vai ser eu me acostumar a usá-las novamente. Adeus, aventureiras! *some em uma cortina de fumaça*
Hello: Finalmente! A espada Tofu Sagrado! *levanta a espada para cima*
Alice: Ela tem algo em especial, além de ser um item forte?
Hello: Claro que tem! Finalmente vou poder trabalhar no restaurante vegetariano… usando a espada para cortar vegetais!
Alice: Uma espada lendária para cortar vegetais!
Hello: Não reclame comigo, e sim com quem fez o jogo. Além do mais, eles pagam bem, e eu preciso de dinheiro.
Alice: Você ainda não pagou o vendedor de batatas?
Hello: Hm… não.
Alice: Devia ter vendido uma parte dos itens.
Hello: Ah, mas eles não dão tanto assim…
Alice: Suponho que agora você vai para o Restaurante Vegetariano, para trabalhar?
Hello: Posso?
Alice: Fique à vontade. Mas o que o Bolo de Brigadeiro ia pensar, em sua espada ser usada assim…
Hello: Ele ia ficar orgulhoso, com toda certeza!

– Um bolo de brigadeiro chefão, usando a espada do Tofu Sagrado? Isso não faz sentido! Mas não tem importância, já que fui eu que escrevi a história. Só espero que não tenha ficado muito confusa…

Pixie Tales

É para ser mais uma história de Halloween… mas talvez não pareça. E acontece num reino distante!

Locutor-sama: Hoje, meus caros leitores, é um dia perfeito para uma história épica!
Random: Mas hoje é quarta-feira.
Locutor-sama: Todo dia é um bom dia para história épica! Prepare-se, amigo Random.
Random: Está bem, vou me preparar! *pega a pipoca*
Locutor-sama: Era uma vez, em um reino distante…
Random: “De estante?”
Locutor-sama: DISTANTE, meu amigo.
Random: Ah, tá bom! Faz diferença, obrigado.
Locutor-sama: Continuando… o Tasketê, duende amigo do Kekekê, e que não aparece muito estava no confortável reino das almofadas.
Random: Tem cheirinho de roupa lavada?
Locutor-sama: Dizem que sim.
Random: É mesmo bem confortável, lá?
Locutor-sama: Claro que é!
Tasketê: Cacau, meu amigo! Quanto tempo não nos vemos!
Random: Uma almofada chamada Cacau?
Locutor-sama: Algum problema com isso, Random?
Random: Nenhum problema. Achei fofo!
Cacau: Faz tempo mesmo, Tasketê! E fico muito contente com a sua presença no meu humilde reino.
Tasketê: É mesmo, você é o príncipe.
Cacau: Sim! Espero que você possa resolver o meu problema. Se conseguir, vai ganhar arroz doce!
Tasketê: Pode deixar, ajudarei pela nossa amizade… e pelo arroz doce. Qual é o problema, exatamente?
Cacau: O meu amigo dragão, foi capturado por um bruxo malvado!
Random: Um bruxo? Isso é uma desculpa para a história ser de Halloween?
Locutor-sama: Silêncio, Random! Não podemos nos deixar levar pelas aparências.
Tasketê: Que horror! O que posso fazer para ajudar?
Cacau: Ir até lá, e ver o que aconteceu.
Tasketê: Mas… é um bruxo malvado.
Cacau: Bom, eu não tenho certeza se ele é realmente malvado.
Tasketê: E se ele for mesmo malvado?
Cacau: Você pode levar esse livrinho que contém alguns encantamentos de defesa. *entrega o livro para o Tasketê*
Tasketê: E se não der certo?
Cacau: Seja educado, primeiro!
Tasketê: Bom… eu vou lá.
Cacau: Espere! Leve esse pássaro, para você usar como meio de transporte.
Random: Um pássaro de pelúcia pode voar?
Locutor-sama: Naquele mundo sim, Random.
Tasketê: Agora eu vou!
Locutor-sama: Tasketê voou até o lugar que foi indicado para ele, antes de sair do castelo.
Random: Ainda bem, pensei que ele ia ter que encontrar o lugar sozinho!
Locutor-sama: Começou a chover para deixar a história mais épica e dramática, e ventava forte… Tasketê até perdeu seu gorrinho.
Tasketê: Se eu não tomar cuidado, o próximo sou eu!
Random: O livro vai cair! O livro vai cair!
Locutor-sama: Não, ele não vai. E ele foi muito simpático, pois recuperou o gorrinho do Tasketê.
Random: Isso… não faz sentido, mas eu não estou muito surpreso.
Locutor-sama: Tasketê finalmente chegou no lugar em que estava o castelo, no qual vivia o bruxo.
Random: Mas ele é muito baixinho para tocar a campainha!
Locutor-sama: Não tem problema. Ele bate na porta, e torce para ser escutado!
Mago Pantufa: Siim?
Tasketê: Aqui embaixo!
Mago Pantufa: Ah, um duende adorável! O que deseja?
Random: Ei… não era um bruxo?
Locutor-sama: “Mago Pantufa” é mais sonoro do que “Bruxo Pantufa”.
Tasketê: Oi! Eu gostaria que você devolvesse, por gentileza, o amigo dragão do príncipe Cacau!
Mago Pantufa: Minha nossa! Esse é o dragão do príncipe?
Tasketê: É, sim.
Mago Pantufa: Minhas sinceras desculpas… eu não sabia…
Dragão Algodão: Ah, você deve ser o Tasketê! Eu sou o Algodão.
Tasketê: Oi! Já me viu em fotos?
Dragão Algodão: Sim! O príncipe guarda muita foto… e conta muitas histórias! Estou ajudando o mago a se preparar para o Halloween!
Mago Pantufa: O Algodão é uma alma muito nobre!
Tasketê: Halloween?
Dragão Algodão: Sim, Tasketê! O sonho do mago é pedir doces, de porta em porta… Mas ele não faz isso porque…
Random: Ele é muito tímido!
Locutor-sama: Random! Não atrapalhe.
Dragão Algodão: … não tem uma fantasia!
Random: O Mago Pantufa não tem uma fantasia?
Dragão Algodão: Isso mesmo, voz que não sei de onde vem!
Mago Pantufa: O Algodão é um ótimo professor! Me ensinou a costurar uma fantasia perfeita… de bibliotecário.
Dragão Algodão: Você vai ficar assustador!
Tasketê: Bom… o príncipe está preocupado com você.
Dragão Algodão: Ah sim.Vou embora… tchau, mago!
Mago Pantufa: Tchau… e obrigado!
Locutor-sama: Tasketê ganhou o arroz doce, e os sinceros agradecimentos do príncipe Cacau.
Random: Fim! Mas isso é uma história de Halloween, só porque o Mago Pantufa estava fazendo uma fantasia?
Locutor-sama: Exatamente, Random. E também porque ele queria pedir doces, de maneira adequada na data.
Random: Certo, eu entendi. Agora a história acabou, mesmo!