Random Adventures

Random Adventures! – Algo sobre hambúrgueres, bonecos de palito e por último mas não menos importante, um capitão baixinho!

Locutor-sama: Capitão Yay foi convidado para passar a tarde na Casa do Random. Para jogar cartas! E não estou dizendo cartas de baralho.
Random: Jogue para cima com mais vontade! Essa é a melhor maneiras de descobrir sobre qual assunto vamos conversar.
Capitão Yay: Mas é mesmo necessário colocar dentro de envelopes? Com selo e tudo?
Random: Ora, Capitão! É tudo necessário para o processo do sorteio. Tipo um misticismo!
Capitão Yay: Misticismo! Você tem cada uma. Daqui a pouco, é coisa de conspiração paranóica.
Random: Já falei para você que o termo correto é conspiranóica. Ou conspiranóico!
Capitão Yay: Estranho.
Random: Quem eu?
Capitão Yay: Lógico! Quem mais?
Random: Sei lá. Tu? Et tu , Brute?
Capitão Yay: Que isso? Grego?
Random: Não é latim?
Capitão Yay: Como pode dizer algo que não sabe bem o que significa?
Random: Sempre digo a primeira coisa que vem à cabeça. Ainda não aprendeu isso?
Locutor-sama: Random procurava algum assunto escrito nos envelopes, espalhados pelo chão. Finalmente decidiu-se em abrir algum.
Random: É este! (abre o envelope) Hambúrgueres.
Capitão Yay: Hámburgueres.
Locutor-sama: Fascinante! Falarão sobre hambúrgueres.
Capitão Yay: O que há de tão fascinante em hambúrgueres?
Random: Eles são gostosos!
Locutor-sama: E são comestíveis.
Capitão Yay: É mesmo?
Random: Preferia ser uma traça e comer papel dos livros?
Locutor-sama: As traças são famintas por cultura.
Capitão Yay: Tá! Vamos comer hambúrgueres.
Random: Oh, comer? Quem falou em comer?
Capitão Yay: Se nós não vamos comer, vamos fazer…
Random: Oh! Nós vamos comer, após nós fazermos os hambúrgueres.
Locutor-sama: Como vê Capitão, é muito simples.
Capitão Yay: Você está me fazendo eu sentir um idiota!
Locutor-sama: Todos nós nos sentimos assim na vida, Capitão. Uns mais vezes que os outros.
Random: Não fique chateado! Os hambúrgueres irão animá-lo.
Capitão Yay: Conhecem alguma piada de hambúrguer?
Random: Hm… Não. E você, Locutor?
Locutor-sama: (balançou a cabeça negativamente em resposta) Após finalmente fazerem os hambúrgueres, eles começaram a observar o que tinham feito. Por que eles não comem de uma vez?
Random: Hambúrgueres são muito interessantes!
Capitão Yay: Eles exercem um fascínio em nossas almas. Com suas camadas, e seu recheio delicioso.
Random: Céus! Quem criou algo de tão grande magnitude devia estar iluminado pelo ser invisível que reina nos céus.
Capitão Yay: Concordo. Quanta textura! Quanta praticidade que existe em um hambúrguer.
Locutor-sama: Random e o Capitão ficaram conversando sobre coisas relacionadas ao hambúrguer. Nunca vi uma conversa tão extensa! Agora, se vocês me dão licença. Vou-me embora! Essa história me deixou com vontade de comer um hambúguer.

– Parece uma história fácil de escrever, mas fiz duas pesquisas no google (sobre a frase do Brutus e o inseto que come papel de livro) e procurei três palavras no dicionário. Perfeccionista, eu?
– Julho! Tentarei voltar para a rotina das histórias diárias. Note o verbo “tentarei”, pois nunca se sabe se vou desistir no meu do caminho. (ou ficar com preguiça)

Hello-san Legends

Os melhores sonhos são aqueles que nos fazem perceber algo que não tínhamos notado antes!

Locutor-sama: Não entendo porque a senhorita Moon fez questão de narrar na história anterior. E então, hoje ela pede para eu voltar. Jamais vou entender a autora completamente! Fim dos meus comentários desnecessários. Narrativa irá começar!
Hello: Narrativa? Quem precisa de narrativa? Sonhos são legais, e você não vai deixar o meu sonho entediante.
Locutor-sama: Não vou deixar seu sonho entediante. Vou acrescentar palavras dramáticas para descrever algo mágico como um sonho.
Hello: Hm… Não! Não mesmo. Nem pensar!
Locutor-sama: Mas senhorita Hello! Sou o narrador, e devo fazer o meu trabalho. Não importa o quão desagradável ele seja para os personagens envolvidos.
Hello: Ia gostar se eu viesse narrar seu sonho? Não.
Locutor-sama: Como saberia disso? Hein? Você não sou eu. E provavelmente não ia gostar. Apenas uma pessoa pode narrar meus sonhos… e esta pessoa sou eu.
Hello: Caramba, quanta vaidade e arrogância numa frase! Enfim, não vou deixar você acabar com a minha graça. Que aventuras aguardam nesse sonho?
Locutor-sama: Vou ignorar seu comentário sobre mim. Voltando ao que eu queria falar – Senhorita Hello olhou para os lados, com uma expressão de expectativa.
Hello: Aventuras? Onde estão vocês? Devia saber! Como vou esperar ser aventureira sem ter Jake e Finn na cena, para me inspirarem? Sim. Não existem melhores aventureiros que eles!
Locutor-sama: Ela vê alguém sentado em cima de uma pedra. Estava vestindo as roupas do Finn! Será ele? Não, espere um pouco. Parecia com…
Hello: Barman! Caramba, oi Barman. Como você está?
Barman: Sem energia.
Locutor-sama: Era apenas cansaço que tinha no seu tom de voz? Ou havia uma certa melancolia?
Hello: Sem energia, hein? Sei como é. Quando estou jogando Royal Story fico frustrada quando acaba tudo. Até meu estoque que estava guardado! Mas aí eu lembro que ela vai regenerando com o tempo então fecho o jogo e volto apenas horas depois.
Barman: Não acho que seja o tipo de energia encontrada em um simplório jogo social.
Hello: Simplório? Céus… Uma palavra que encaixaria mais no vocabulário do Locutor do que no seu. Isso é algo sério!
Locutor-sama: E então senhorita Hello acordou.
Hello: Sir Bigodón! Sir Bigodón!
Sir Bigodón: Hello, não grite. Fiquei discutindo com o panda do sushi quem era o mais fofinho, e me aborreci. Nós dois somos bonitões dos nossos jeitos, a discussão era mesmo necessária?
Hello: Sinto muito, mas ouvirei sobre isso mais tarde. Sonhei com o meu amigo Barman, e ele estava bastante melancólico. O que será que significa?
Sir Bigodón: Significa que ele sente sua falta e a melancolia dele vai passar assim que você voltar para a Casa Verde.
Hello: Você deve ter razão! É oficial. Estamos indo para lá.
Sir Bigodón: Nós já não estávamos indo para a Casa Verde, para inicío de conversa?
Hello: Sim, mas é sempre legal dizer que uma decisão é oficial, entende? Não porque soa dramático, e sim porque soa engraçado.
Sir Bigodón: Beleza. Vou dizer para meu amigo panda para irmos embora. Não esquece de pagar sua parte da conta!
Hello: Ok, Sir Bigodón! Pode deixar comigo.

– Hello finalmente voltará a Casa Verde? Sim, não, talvez, depende do que a autora acabar escrevendo. Ser a escritora é um cargo de muitas responsabilidades!

Jean Paul Adventures

Quando você sente falta de alguém, acaba sonhando com ela? Os mais sortudo sonham (ou não).

Moon: Casa Verde. Barman levantou-se! Algo estava errado, foi a primeira coisa que ele pensou ao acordar. O que seria?
Locutor-sama: Autora, ainda acho que sou o narrador mais apropriado para essa história.
Moon: Calado! Eu sou uma narrador mais imparcial que você.
Locutor-sama: Está sendo um tanto autoritária…
Moon: Suma! Por gentileza? (Locutor some) Ah, eu adoro ser autora! Enfim, bom dia Barman!
Barman: Bom dia. Então é isso que está errado! A Moon resolveu narrar no lugar do Locutor.
Moon: Hm, não. Errado! (tira uma plaquinha escrita “você está errado” de lugar nenhum) Tente outra vez!
Barman: Então, eu sei lá. Pode dar licença? Preciso ir ao banheiro para me arrumar!
Moon: Pfft, isso não é necessário! Olhe para você, cara. Está arrumado, já!
Barman: Caramba! Isso é um sonho.
Moon: Correto! Corretíssimo!
Barman: Caramba, autora… Que bobo . O que tem demais sonhar com mais um dia de trabalho?
Moon: E então a autora sumiu das suas vistas. Escute apenas o som da minha voz, Barman! (risada de maluca)
Barman: Prefiro o Locutor-sama de narrador. Nossa! O cenário mudou. E nós temos uma piscina do lado de fora? Oh! Não. Isso é um sonho, já tinha me esquecido disso.
Moon: Foi então que ele viu alguém familiar, em cima de uma bóia na piscina. Mas espere aí! Era um peixe ou um ser humano em cima da bóia?
Barman: Está zoando, mais do que narrando, Moon! Caramba… É a Hello!
Hello: Ei! Olá, e aí?
Moon: Ele olhou confuso para a Hello. Ela está sumida faz já um tempo da Casa Verde, e Barman sente falta dela. Então, tem sorte em sonhar… Mas! Ela é uma sereia? Em cima de uma boia? Que zoeira!
Barman: Hello, porquê você está…
Hello: Shh! Se questionar um sonho, ele acaba. Então vamos aproveitá-lo.
Barman: Mas você é apenas um fruto da minha imaginação. E diz “vamos aproveitá-lo”!
Hello: E quem disse que ao mesmo tempo que está sonhando comigo, eu também não estou sonhando sobre você?
Barman: Isso seria… muito louco.
Moon: E então, tudo mudou novamente! Barman estava deitado em cima de um divã. E a Tuta estava sentada em uma poltrona ao lado.
Barman: Tuta-sama! Acredita que eu estava sonhando com a Hello, como seria, em cima de uma boia numa piscina?
Tuta-sama: Sério mesmo? Que coisa.
Barman: Está desinteressada no que estou falando.
Tuta-sama: Bom, não. Mas quando se trata de Hello, você acaba tendo sonhos estranhos.
Barman: Quer dizer que não vai me ajudar a interpretar o sonho?
Tuta-sama: Eu? Não.
Moon: E então o sonho acabou. Tuta estava tentando acordá-lo.
Tuta-sama: Finalmente você acordou!
Barman: Oh, desculpe. Há algo importante?
Tuta-sama: Hm, não. Só queria saber se você estava dormindo!
Moon: Barman, ao invés de ficar bravo por ser acordado de uma maneira tão boa, simplesmente diz.
Barman: Era hora para eu acordar, de qualquer forma!
Moon: Só ele mesmo para ser tão otimista.
Locutor-sama: Ainda acho que sou melhor narrador que você, senhorita Moon.
Moon: Não tinha dito para você sumir? E entenda, meu caro. Suas narrações são muito complexas e demoram demais para ser escritas.
Locutor-sama: Então você está com preguiça?
Moon: Fim da história! Fim. Adeus! (dá tchauzinho para o nada)

Random Adventures

Uma aventura qualquer… Em um dia qualquer!

Locutor-sama: Hoje é um dia pacífico para o nobre Capitão Yay… Porém, ele foi enganado pela sua primeira impressão ao acordar! Ele estava em um navio pirata.
Capitão Yay: CARAMBA! *levantou sobressaltado* Um navio pirata? Eu fui sequestrado por piratas? PIRATAS AINDA EXISTEM?
Locutor-sama: Como você é fácil de enganar, Capitão Yay.
Capitão Yay: O que quer dizer com isso? E que sorrisinho irritante é esse na sua cara?
Locutor-sama: A porta de seu quarto foi aberta.
Random: CAPITÃO!
Capitão Yay: Eu deveria saber!
Random: Que você é um capitão?
Capitão Yay: Não! Meu nome é Capitão. Eu não sou Capitão coisa nenhuma!
Random: Você é Capitão, sim. E também está no seu nome! É ou não é coisa do destino?
Capitão Yay: Locutor! Você, como narrador tem que me dar uma explicação plausível.
Locutor-sama: *levanta uma sobrancelha* Não há explicação plausível quando se trata das histórias da senhorita Moon.
Capitão Yay: E tudo bem? As coisas devem ter explicação lógica!
Locutor-sama: *bate de leve no ombro do Capitão Yay* Apenas siga a onda, meu caro.
Capitão Yay: Que ONDA?
Random: Tem um montão delas lá fora!
Capitão Yay: E isso aí que está na sua mão…
Random: É o SEU chapéu pirata!
Capitão Yay: Que… bonito.
Random: Vai combinar com o seu tapa-olho!
Capitão Yay: Sim! De fato!
Locutor-sama: Vamos, Capitão. Há vida lá fora!
Random: E muitas gaivotas!
Locutor-sama: Aqui estão as peras.
Random: Ótimo!
Capitão Yay: Gaivotas… Peras… Será que vocês poderiam dizer algo que faz sentido?
Locutor-sama: Ele não está entendendo a referência.
Random: Tenho pena dele.
Capitão Yay: Vocês são irritantes!
Random: Não se preocupe! Vamos, não faça muitas perguntas.
Capitão Yay: E quanto ao Locutor-sama?
Locutor-sama: Eu ficarei para trás, praticando “Yar yar yar”. Sozinho. Sem nem um tapa-olho.
Capitão Yay: Que patético…
Random: Capitão! Vamos logo!
[Os dois foram para o lado de fora. Random colocou uma pera em cima da sua cabeça e a do Capitão Yay]
Random: Hm… o chapéu vai atrapalhar.
Capitão Yay: Então para que me deste o chapéu??
Random: Foi apenas para um momento estiloso, obviamente.
Capitão Yay: Eu não acredito nisso… *joga o chapéu fora*
[Gaivotas apareceram, para cada um deles]
Capitão Yay: Mas… O que vamos fazer, exatamente?
Random: Tinha dito nada de perguntas! Ou muitas. Ok, eu respondo. Nós vamos pegar o que está brilhando, em cima daquela estátua na ilha flutuante!
Capitão Yay: Certo, certo! *confuso*
[Os dois voaram sem muitos problemas até o topo… porém!]
Matilde: Eu peguei a jóia de coração primeiro!
Random: Maldição! Nós perdemos!
Capitão Yay: Não entendi nada do que aconteceu aqui.
Matilde: Também não entendi… Mas o que importa é que ganhei desse boneco de palito estúpido!
Random: Feriu os meus sentimentos.

– Sabe quando você escreve algo e não está muito afim de explicar? Então.

Hello-san Legends

“Um bigode, dois bigodes, três…” Como assim, é brigadeiro??

[Hello estava em cima de uma montanha, meditando ao lado do coelhinho amarelo – chamado Sir Bigodón.]
Sir Bigodón: *em concentração*
Hello: Eu não consigo me concentrar, Sir Bigodón.
Sir Bigodón: *ainda em concentração*
Hello: Sir Bigodón? Está me escutando?
Sir Bigodón: Não.
Hello: Claro que está me escutando! Se não, como você teria respondido?
Sir Bigodón: *suspira* Conte carneirinhos.
Hello: Mas estou tentando seguir seu ensinamento! Não é para dormir.
Sir Bigodón: Eu estava dormindo.
Hello: Sério? Eu podia jurar que você estava meditando!
Sir Bigodón: Não. [levanta do chão] Vamos, Hello.
Hello: Para onde, exatamente? E espera… Você não vai me chamar de Champ??
Sir Bigodón: Eu não irei chamá-la de Champ, pois irei embora.
Hello: Mas Sir Bigodón! E eu?
Sir Bigodón: Você vai comigo, oras! Não é para isso que me seguiu o tempo todo?
Hello: Se quer saber a verdade, eu não sei porque comecei essa jornada! Foi em busca de um coelho amarelo bigodudo, ou de auto conhecimento?
Sir Bigodón: Pode ter sido as duas coisas.
[Os dois começaram a descer a montanha, um do lado do outro]
Hello: As duas coisas… Não sei. Você faz uma coisa por um motivo, e não por dois.
Sir Bigodón: E para quê se impor um limite? Não há nada de estranho de fazer algo por mais de um motivo. A vida é um jogo cheio de objetivos! Nem todos dá para se cumprir, obviamente.
Hello: Você deve ter razão. Mas, mesmo assim…
Sir Bigodón: Há algo te incomodando?
Hello: Sim. Eu pensei que eu ia sentir uma grande felicidade ao encontrar o coelhinho amarelo adorável – que é você! Mas, eu não me sinto satisfeita. Será que eu deveria ter procurado o elefante de capacete?
Sir Bigodón: Você está sentindo falta de casa.
Hello: Sim… É uma explicação plausível!
Sir Bigodón: Se é assim, deve ir para casa.
Hello: E quanto a você, Sir Bigodón? Terei que ir em outra jornada muito emocionante para procurá-lo?
Sir Bigodón: Não exatamente. P-san pediu-me gentilmente para mudar por um tempinho na Casa Verde.
Hello: Oh! Você é um espião, Sir?
Sir Bigodón: Não. Eu sou um ninja.
Hello: Caramba! Você é mais legal que eu esperava.
Sir Bigodón: E quanto a você, Hello? O que quer ser?
Hello: Eu? Bom, já sou muita coisa. Mas se existe algo que eu também queria ser… Era ser uma garota mágica!
Sir Bigodón: Oh! Mas creio que uma coisa dessas não será possível.
Hello: Não mesmo! A autora disse que eu não posso ser uma garota mágica. Nem dinossauro. Nem dragão.
Sir Bigodón: A autora é uma pessoa terrível! Mas não se preocupe muito com isso. Escute-me bem…
Hello: Sim?
Sir Bigodón: Tem vezes que na vida, já é o suficiente você pescar o maior peixe…
Hello: O que quer dizer com isso?
Sir Bigodón: Faça o que estiver ao seu alcance.
Hello: Tipo pegar o controle da televisão?
Sir Bigodón: É, pode ser.

– História estranhamente profunda?? Não faço ideia.

Happy Green Things

Se você fosse um par de sapatos dançantes, isso ia ser MUITO esquisito. A não ser que, onde você vive isso seja comum… Continuaria sendo esquisito!

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Locutor. [sentada na cadeira em frente da mesa, com os braços segurando a cabeça]
Locutor-sama: Autora.
Moon: O certo seria “Senhorita Moon” e não autora. Só se eu falasse “Narrador” você deveria dizer… Ah, tanto faz. Quem se importa? É um detalhe completamente irrelevante!
Locutor-sama: Aconteceu alguma coisa?
Moon: Eu recentemente encontrei um otome game excelente….
Locutor-sama: Senhorita Moon!
Moon: [fica de braços cruzados] Qual o problema?
Locutor-sama: Você está desviando da resposta da minha pergunta.
Moon: Está bem. Eu tenho de confessar uma coisa, Locutor-sama.
Locutor-sama: E o quê é?
Moon: Não faço a menor ideia, sobre o que eu escrevi nas semanas de maio. Sabe o que isso quer dizer?
Locutor-sama: Que você vai ter que reler tudo.
Moon: NÃAAAAO!
Locutor-sama: Não seja dramática.
Moon: É bastante cômico ouvir isso de você.
Locutor-sama: Imagino que sim. E o problema é bastante simples de resolver! Não há necessidade de preocupação.
Moon: Simples? Não! Não é simples! Todas as vezes que volto para ler algo que escrevi, a possibilidade de eu achar horrível é de quinhentos por cento.
Locutor-sama: Você gosta de exagerar bastante, não é mesmo?
Moon: Se todos os problemas do mundo fossem resolvidos apenas vencendo a nossa preguiça interior… Muitas pessoas estariam perdidas. Incluindo eu!
Locutor-sama: Está admitindo que é uma pessoa preguiçosa? Pois isso é muito interessante!
Moon: Eu não sou uma pessoa preguiçosa!
Locutor-sama: Tem razão. Você é apenas uma pessoa muito devagar para fazer certas coisas.
Moon: Exatamente!
Locutor-sama: Mesmo que demore… Alguns anos. O que são um, dois, três anos quando se o tempo é na verdade uma eternidade?
Moon: Caramba. Você está me deixando de consciência pesada! Está feliz? ESTÁ FELIZ? HMMM?
Locutor-sama: Não. Deixar alguém de consciência é algo muito infeliz. E nada engraçado!
Moon: Mas que droga!
Locutor-sama: Não abaixe a cabeça na mesa.
Moon: Você está parecendo minha mãe.
Locutor-sama: Quero lembrá-la que fui criado como personagem em um momento de necessidade.
Moon: Sim! De falar as verdades para as pessoas, e ao mesmo tempo não aborrecê-las!
Locutor-sama: Eu vou fingir que minha criação foi por uma causa nobre, mesmo que isso não seja verdade.
Moon: O quê quer dizer com isso? Lógico que é uma causa nobre!
Locutor-sama: Isto é apenas uma causa nobre na sua cabeça.
Moon: Eu nunca sei quando você está sendo sarcástico… E eu deveria saber, pombas!
Locutor-sama: Não se incomode com esses detalhes irrelevantes.
Moon: Agora você foi sarcástico!
[silêcio de dois minutos]
Locutor-sama: Impressão sua, autora.
Moon: Eu realmente não gosto de sarcasmo.
Locutor-sama: Então porque foi criar um narrador sarcástico?
Moon: Excelente pergunta! Eu não tenho resposta para ela.
Locutor-sama: Não se preocupe, senhorita Moon. Eu não sou sarcástico, para falar a verdade.
Moon: Não?
Locutor-sama: Eu sou apenas… dramático.
Moon: Você tinha mesmo que ficar com a piada final? Pombas!

Green House Stories, Silly Tales

Não dá para ficar em casa sempre. E tem momentos, que não dá para passear na rua… Quer alternativa melhor do que um jardim?

Casa Verde, em um dos corredores.
Locutor-sama: Fábio estava se sentindo irritado, e com ódio de todos os seres existentes.
Fábio: Por que você está ME SEGUINDO, CARA? Tu tem algum problema?
Locutor-sama: O meu único problema é a minha sina de ter de ser narrador. As pessoas se irritam sempre comigo porque estou simplesmente fazendo o meu TRABALHO. Note na importância da palavra “trabalho” nessa frase.
Fábio: Era para eu dizer algo de útil sobre isso tudo?
Locutor-sama: Só estava comentando.
Fábio: ÓTIMO! Pois eu não quero saber se caso você está se fazendo DE COITADO.
Locutor-sama: Minha nossa, como você está irritado!
Fábio: EU ESTOU IRRITADO MESMO! Algum problema com isso?
Locutor-sama: Nenhum problema, cara! Fique tranquilo. Estou apenas pensando… É uma pena que você não vai querer ir no jardim, para resolver o seu problema de raiva!
Fábio: Jardim! Não é uma ideia de todo ruim! Sim, sim. Irei para o jardim, gritar para as flores!
Locutor-sama: Espero que as flores sobrevivam.
Random: Psicologia reversa comanda o universo todo!
Locutor-sama: Fale mais baixo, amigo Random. Nós não queremos que ele escute o nosso plano!
Random: Tem razão. Nós não somos super vilões!

No jardim da Casa Verde.
Fábio: MAS QUE DROGA DE VIDA! RAIVA, RAIVA, RAIVA, RAIVA!
Locutor-sama: O que Fábio não se lembrava, é que havia alguém no jardim.
Olliver: O jardineiro! [aparece segurando um regador]
Fábio: [leva um susto] AAAAH!
Olliver: O que houve? Viu um fantasma?? [olha para os lados, rapidamente]
Fábio: Não, não é fantasma! Você apenas me assustou, só isso.
Olliver: Se você diz, fico mais tranquilo! Sabe, eu ODEIO fantasmas.
Fábio: Sério que você disse isso? Como se visse fantasma todos os dias.
Olliver: Ha ha ha… É melhor eu não falar sobre esse assunto.
Fábio: É incrível a sua paciência para… Deixar as plantas dessa maneira! [observa o jardim] Isso aqui é uma peça de xadrez?
Olliver: Ah, essa é a minha favorita! Sim, é a torre do xadrez. Estive praticando formas diferentes, do que o comum na arte da topiaria.
Fábio: Topi… O quê?
Olliver: Não é nome de comida, eu garanto.
Locutor-sama: É uma maneira de enfeitar o jardim. Dá-se forma as plantas, de uma maneira artística tudo mais.
Fábio: Obrigado, dicionário ambulante.
Locutor-sama: Não há nada de errado de consultar um dicionário, quando não se sabe exatamente o significado de uma palavra.
Fábio: Deixando o Locutor de lado… Você acha que consegue me ensinar a fazer um negócio desses?
Olliver: Mas é claro que consigo!

Dias depois, no jardim da Casa Verde.
Fábio: Que lindo enfeite de jardim, na forma de cogumelo! Muito obrigado para todos aqueles bonecos de papel que montei, os quais me ensinaram a importância da paciência! E como valorizar um trabalho, após dias de suor e dedicação.
Locutor-sama: Uma pessoa feliz consegue falar de maneira tão bela e dramática!
Fábio: Não seja um esquisitão, Locutor.
Alice: Caramba! Que cogumelo ENORME! Uma verdadeira obra de arte. Parabéns, Fábio!
Fábio: Ah, obrigado Alice!
Rosalina: Você não estourou novamente o limite do dinheiro da manutenção para o jardim, hein Olliver?
Olliver: Ha ha ha… Claro que não, ainda sobraram dois centavos!
Rosalina: OLLIVER!
Olliver: O quê? Dois centavos é melhor que nada!
Rosalina: Tá bem, tá bem.

Green House Stories, Pink Hair

Quando há personagens demais para se usar, normalmente alguns são esquecidos. Escritores são injustos, e muito esquecidos para o meu gosto!

Em uma cozinha secundária, na Casa Verde.
[O local todo estava uma grande bagunça. Sabrina, Clarissa e Rosalina tentavam arrumar e limpar a sujeira toda.]
Sabrina: Não consigo entender, Sabrina. Onde foi que me enganei…?
Clarissa: Bom. Se quer uma opinião sincera de amiga, você colocou uma barra de chocolate. Inteira. No liquidificador! Tinha certeza que ia dar certo?
Sabrina: Me parecia uma boa ideia. [muita séria] E além do mais, já vi a Hello fazendo isso! E deu certo. Isso não faz o menor sentido, caramba!
Rosalina: A Hello é a última pessoa que você deve seguir exemplos culinários.
Sabrina: De fato, Rosalina. Aprendi a lição da pior maneira!
Clarissa: Digamos que ela é uma pessoa original… Na cozinha!
Sabrina: Você quis dizer alienígena.
Clarissa: Isso!
Rosalina: Sabem, uma vez fui tentar usar a batedeira que a Hello usa para cozinhar.
Clarissa: E o que aconteceu?
Sabrina: Explodiu tudo na sua cara, imagino.
Rosalina: Exatamente! Me pergunto o porquê.
Barman: Aquela batedeira tem uma espécie de reconhecimento instalado. Se você não for a Hello, ela explode. Experiência própria, e depois descobri lendo o manual que era isso.
Rosalina: De onde você saiu??? [surpresa]
Sabrina: Ah! Eu sempre desconfiei de passagens secretas na Casa Verde.
Clarissa: Onde tem uma passagem secreta nessa cozinha? Eu AMO passagens secretas!
Barman: Não tem passagem secreta nenhuma. A não ser que vocês contem a porta!
Rosalina: Que entediante. A Hello sempre comenta das passagens secretas, e ninguém nunca as achou.
Sabrina: Aposto que foi uma invenção dela.
Clarissa: Ou elas são tão secretas, que nem a Hello mesmo consegue encontrá-las mais.
Barman: Tem um mapa, lá no sótão das passagens secretas na Casa Verde.
Rosalina: Sério mesmo? Por que nunca ouvi falar disso?
Barman: Porque a Hello perdeu esse mapa no sótão.
Sabrina: Típico. A Hello sempre faz uma coisa dessas.
Rosalina: Tem certeza que esse mapa existe?
Barman: Existe, porque na época que Doutor Q. me contratou, ele me mostrou.
Sabrina: Há! Não sei quem é pior. Meu pai, ou a Hello.
Clarissa: Ah, mas esse mapa deve existir então. O Doutor Q. podia ser meio doido, mas o Barman não ia inventar uma história dessas.
Rosalina: Bom, de fato. Mas espera… O Doutor Q. é seu pai?
Sabrina: Hmm? Ah, sim. Isso são detalhes que a senhorita autora inventou mais tarde, sabe.
Rosalina: Oh. Faz sentido!
Barman: Não acredito que vocês acreditam em mim, mas não no Doutor Q.
Clarissa: Digamos que você tem… Como vou dizer?
Sabrina: Uma melhor reputação, e não é um maluco!
Rosalina: É. Isso mesmo.
Barman: Vocês são bastante sinceras. Bom, não as julgo por isso. Não vão precisar de mais gente para arrumar essa cozinha? Se precisarem, eu ajudo depois de chamar mais gente.
Sabrina: Bah, não precisa. Estamos muito bem sozinhas!
Rosalina: Nós precisamos sim, Barman. Chame alguém, antes que eu jogue esse liquidificador pela janela!
Sabrina: Não antes de eu usar um machado EM CIMA DELE!
Clarissa: Sugiro que você chame aquele gorila simpático, o Comofas!
Barman: Ah, excelente ideia! Irei chamá-lo. [Barman sai da cozinha]
Sabrina: Eu deveria desistir de tentar alguma coisa relacionada a culinária.
Clarissa: Não desanime dos seus sonhos!
Rosalina: Veja só a Hello. Está ausente, buscando um coelho amarelo. Não há nada de errado em ser persistente!
Sabrina: Exceto tentar invencionices na cozinha.
Rosalina: Exatamente!

Hello-san Legends

Entenda o coelho de bigode: Mostre que você é como ele!

Hello: Aqui estou eu, Hello – Perdi minha festa de aniversário na Casa Verde. Motivo? Continuo minha busca pelo coelhinho amarelo! Eu DEVO encontrá-lo com um plano incrível – Me vestir de coelho! E usar um bigode falso.
Locutor-sama: Com licença, senhorita Hello… Coelhos já tem bigodes!
Hello: Mas não esse bigode elegantíssimo! Digno de um SIR!
Locutor-sama: Devo aprender que não há como discutir com esta personagem. O narrador foi embora!
Hello: Já vai tarde! Posso muito bem narrar em primeira pessoa, seu chatão.
Random: Oi!
Hello: Você está aqui, para…?
Random: Para você não falar sozinha, ué.
Hello: Prefiro, Random! Você vai atrapalhar o meu disfarce.
Random: Eu, atrapalhar o seu disfarce? Espera aí! Para compensar trouxe essa peruca loira. [coloca a peruca na cabeça] Não estou FABULOSO?
Hello: Caramba! Nunca pensei que um boneco de palito podia usar tão bem, uma peruca loira.
Random: Pouca coisa você sabe sobre bonecos de palito!
Hello: Eu entendo muito bem de tacos!
Random: A autora também.
Hello: Já comi um taco. E a autora? Já apreciou como um taco é uma excelente comida? Não! E também entendo sobre coelhinho de bigode.
Random: A autora também!
Hello: Eu não sou a autora, Random.
Random: Tem certeza? Tem vezes que desconfio disso. Que vocês duas são as mesmas pessoas!
Hello: Chega, Random! Eu tenho um plano. E devo segui-lo. Depois discutimos isso.
Random: Certo, certo.
Hello: Após vestir por cima da minha roupa a fantasia, estou pronto em me aproximar do coelhinho!
Random: Oi? O coelhinho está por aqui?
Hello: Sh! Sabe como isso é uma descoberta importante para ciência?
Random: Pensei que era uma descoberta importante para o seu ego.
Hello: [suspira] Caramba. Você consegue ser mais chato que o Locutor-sama!
Random: Se eu não for mais chato que o Locutor, não estarei fazendo meu trabalho!
Hello: Você é pago PARA ISSO?
Random: E para outras coisas mais!
Hello: [espantada] Mas isso é incrível!
[Uma sombra se aproxima dos dois]
???: Chega disso! É tão ridículo, que terei que parar de fugir.
Hello: Coelhinho de bigode!
Random: Que bigodão elegante!
???: Claro que é elegante! E eu não me chamo Coelhinho de Bigode.
Hello: Não? Como você se chama?
???: Eu sou… Sir Bigodón.
Random: Esse nome nem existe!
Hello: É um neologismo.
Random: Saúde para você!
Sir Bigodón: E você deve ser a Champ.
Hello: Mas eu me chamo Hello! Quero dizer… Hellen. Hello é apelido!
Random: Que confusão.
Sir Bigodón: Um pinguim me disse que você se chamava Champ.
Hello: Bendito P-san! [brava]
Random: Você estava fugindo da Champ todo esse tempo, certo?
Sir Bigodón: Sim, mas o que tem isso?
Random: O que fez você parar de fugir!
Sir Bigodón: Pena, porque ela está pagando mico com essa fantasia ridícula, e esse bigode falso ridículo!
Hello: Mas… A minha fantasia não é ridícula.
Random: Quando um coelho de bigode diz que você está pagando mico, é melhor escutá-lo.
Hello: Mas se eu não tivesse pago um mico para seguir Sir Bigodón, eu teria perdido a pista dele muito rápido!
Sir Bigodón: Você pagou mesmo UM MICO para me seguir?
Random: Hello sempre surpreendendo!

– Fim da saga do coelhinho amarelo? Não! Ainda não, hahahahaha.

Happy Green Things

Olhe para a janela, e coloque os dois braços para trás. Agora sim, você está pronto para uma cena reflexiva!

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Sabe, Locutor-sama… Fico me perguntando. Para quê vivemos, afinal?
Locutor-sama: Existem muitas respostas para essa pergunta que fez. Qual o motivo dela?
Moon: Estava apenas filosofando, meu caro.
Locutor-sama: Entendo. Mas você está bem?
Moon: É claro que estou bem. Estou apenas aqui, querendo saber a resposta para a minha pergunta.
Locutor-sama: Eu não sei. Podíamos ficar discutindo isto por horas, e não chegarmos em conclusão alguma.
Moon: É, acho que sim. Mas me diga, Locutor…
Locutor-sama: Sim?
Moon: Sabe, eu vejo agora o como é uma grande besteira deixar qualquer coisa te irritar. E então, observo pessoas se aborrecendo por bobagem.
Locutor-sama: Nem todos vão simplesmente ficar mais calmos. Talvez eles iriam pensar que, isso seria como ignorar o problema.
Moon: Ignorar! Não estou falando nisso, exatamente.
Locutor-sama: Imagino que proponha uma solução, então.
Moon: Deixar as coisas de lado, por um minuto!
Locutor-sama: E se for algo urgente?
Moon: Bem, se for algo urgente, para ontem eu não sei. Mas, se for um problema velho – que todo mundo já conhece – Para quê se preocupar com ele?
Locutor-sama: Isso não resolveria todos os problemas, sabe disso.
Moon: Claro! Mas quando as pessoas ficam discutindo por bobagens? Ou quando passam grande parte do tempo, culpando uma a outra?
Locutor-sama: Hm… Acho que sei onde quer chegar.
Moon: No final, para aquele que observa parece isso – Que nenhum dos lados quer se entender! Pois um acha que está certo, e o outro errado. E não uma maneira muito boa para tentar se resolver diferenças.
Locutor-sama: Fica difícil de convencer as pessoas quanto a isso.
Moon: Claro! Pois todo mundo é muito teimoso. E sempre com aquela velha história de “estar certo”. Isso não importa!
Locutor-sama: Para você, autora, o que realmente importa?
Moon: Você não sabe?
Locutor-sama: Lógico que não sei, senhorita Moon. Acha que se eu soubesse, estaria te perguntando?
Moon: De repente, você estava perguntando só para dar melhor para entender o que eu estava falando!
Locutor-sama: Realmente, eu não sei do que se trata dessa vez.
Moon: Em que mês nós estamos?
Locutor-sama: Maio.
Moon: Maio, Mario… O que temos aí?
Locutor-sama: Maio temos o dia das mães. Não é?
Moon: Existem outras coisas importantes, além disso.
Locutor-sama: E o que pode ser mais importante que dia das mães?
[Hello aparece, abrindo o tubo de ventilação na parede]
Hello: Paçoquinha, obviamente!
Moon: Junho, venha! Queremos você.
Hello: Principalmente as suas paçoquinhas!
Locutor-sama: Que maneira para se terminar uma história tão filosófica.