Happy Green Things

E julho acabou! Adeus, julho. Nós nos vemos ano que vem!

Locutor-sama: E hoje Doutor Q se despede de nós.
Sabrina: Eh? O Senhor já vai embora?
Doutor Q.: Sim, filha. Eu tenho uma missão a cumprir em outro lugar.
Sabrina: E você vai deixar sua fantasia aqui?
Doutor Q.: Vai fazer companhia para o Sam.
Sabrina: Sam? O Samuel?
Doutor Q.: Oh, não ele. Estou falando de uma estátua horrorosa de astronauta que está no porão.
Sabrina: Tem uma estátua de astronauta no porão?
Doutor Q.: Tem.
Hello: Mas precisa mesmo ir embora?
Rika: Eu só fiquei sabendo que o senhor tinha vindo hoje! Não pode ir embora.
Doutor Q.: Eu preciso ir, tenho uma missão!
Sabrina: Você já disse isso, pai.
Doutor Q.: Eu sei… Mas, na verdade…
Hello: Não me diga que…
Doutor Q.: A autora esqueceu completamente a essência do meu personagem.
Rika: Caramba! Pô, Moon!
Moon: Eu não sei de nada.
Hello: É claro que você sabe!
Moon: O Doutor Q. não tem muita utilidade por aqui!
Doutor Q.: Gah! Palavras rudes..
Rika: Ele pode ficar no porão.
Doutor Q.: Com a estátua do astronauta?? NÃO!
Hello: Tem uma estátua de astronauta no porão?
Moon: Tem.
Hello: Você acabou de inventar isso, Moon.
Moon: Eu não inventei nada.
Sabrina: Tem alguma coisa por trás daquela estátua?
Doutor Q.: Bem, é questão de empurrar e ver…
Sabrina: Não foi bem isso que eu quis dizer.
Doutor Q.: Bom, estou indo.
Hello: Para onde ele vai?
Moon: De volta para o país dos personagens perdidos…
Rika: Ainda acho que ele poderia ficar no porão.
Hello: Fazendo aqui?
Rika: Assistindo maratona de série de Friends!
Hello: E então, quer ficar no porão vendo Friends?
Doutor Q.: Não, obrigado. Essas jovens…
Locutor-sama: E então o ex-presidente da Casa Verde foi embora.
Rika: A Casa Verde é um país?
Sabrina: Rika, não comece.
Moon: Bom, de volta a programação normal.
Hello: Gah! Os posts diários vão acabar?
Moon: Eu não sei.
Hello: Sim, você sabe. Hoje é o último dia do mês de julho!
Moon: Vamos ver o que vai dar… O futuro é incerto.
Hello: Não seja dramática.
Locutor-sama: Concordo. A única pessoa com permissão de ser dramática… Sou eu. O Narrador!
Rika: Mas todo mundo pode ser dramático se quiser.
Locutor-sama: Não é a questão de querer, senhorita Rika. É questão de saber o que está fazendo!
Sabrina: E você sabe o que está fazendo?
Locutor-sama: Claro que sei!
Hello: Duvido.
Random: E assim começa CAPITÃ HELLO – GUERRA CIVIL DA PAÇOCA!
Locutor-sama: E quer dizer que eu sou Tony Stark?
Tuta-sama: Não! Eu sou Tony Stark.
Moon: Podem tirar o cavalinho da chuva.
Sabrina: Serve o coelho?
Rika: Pobrezinho! O que ele está fazendo?
Hello: Procurando fósseis.

Green House Stories

Sabe, chega uma hora que você não sabe qual título dar para uma história.

Moon: Nós estamos no escritório da Hello na Casa Verde. E por algum motivo, eu estou narrando no mesmo tom do Locutor-sama!
Hello: O vírus Locutor-sama é muito perigoso!
Doutor Q.: Faz você falar de maneira dramática, devagar e andar com um boneco de palito atrás de você fazendo o plano de fundo musical?
Hello: Faz sim!
Random: OOOOH!
Doutor Q.: O seu “oh” é realmente musical!
Random: Muito obrigado.
Hello: E o que você faz por aqui?
Doutor Q.: Bom, além das coisas que foram ditas no post anterior…
Random: Ele veio comprar queijo!
Doutor Q.: Ah, não! Não se fazem mais queijo como antigamente.
Random: Que queijo?
Doutor Q.: O queijo!
Hello: Tio, eu estou falando sério.
Doutor Q.: Eu também.
Hello: Está mesmo?
Doutor Q.: O nosso parentesco está se revelando!
Hello: Está.
Doutor Q.: A história já está tão estranha que você está se perguntando “Por que meu tio é tão esquisito”?
Hello: Eu só estou achando que a Moon não faz a menor ideia do que vai fazer…
Moon: Claro que sei o que vou fazer!
Hello: Não sabe não!
Doutor Q.: Céus…
Moon: Eu queria tanto uma paçoquinha.
Doutor Q.: *bate no ombro da autora gentilmente* Não vale a pena chorar pela paçoquinha que você nunca viu…
Moon: Eu já nem me lembro do seu gosto!
Hello: Moon, você só está roubando a cena!
Moon: Desculpe.
Doutor Q.: É incrível como agora tem tanta gente na Casa Verde!
Hello: Sim, de fato.
Doutor Q.: Você sabe quem está atualmente por aqui, não sabe?
Hello: Deixa eu ver… Tirando eu, começando pelos funcionários… Barman, Rosalina, Olliver, Fábio, Katsu, Alice, Rika, Sabrina, Zaltana, Boon, Malvino, Clarissa, i, Samuel, Pascoal, Balinha, Capitão Yay e Sir Bigodón!
Moon: Não está esquecendo de ninguém?
Hello: Você não mora aqui, mora?
Moon: Hm, não.
Doutor Q.: Caramba! De memória?
Hello: Tem uma cola grudada na minha mesa.
Doutor Q.: Inteligente.
Hello: É de família!
Doutor Q.: Dezenove… A Casa Verde é mesmo popular.
Moon: Podia ser mais popular! Eu tinha que criar mais personagens.
Hello: Autora, não! É uma armadilha!
Moon: Mas é irresistível…
Hello: A Tuta não vai querer pagar mais ninguém.
Moon: Bah! Aquela guaxinim só pensa em dinheiro.
Hello: É melhor pensar em dinheiro, do que…
Doutor Q.: Paçoquinha?
Hello: Claro! Se a Tuta pensasse em paçoca ela seria eu, não Tuta!
Doutor Q.: Isso foi muito profundo.
Hello: Eu sou uma pessoa muito profunda!

Green House Stories

Um mistério resolvido, e um retorno de breve período.

Locutor-sama: Doutor Q, seu nome verdadeiro é Quemuel. Ele estava em crise, é o que me disseram.
Random: Está na moda os personagens ficarem em crise, pelo visto!
Locutor-sama: Ele queria retornar à aparecer nas histórias da senhorita Moon. E então, ele saiu da cidade dos personagens perdidos vestido como um astronauta.
Random: Que loucura!
Locutor-sama: O Doutor Q estava sentado no sofá, sem a fantasia de astronauta. Ele explicou a situação após todo mundo tê-lo ajudado a sentar no sofá, após o susto.
Doutor Q.: Mas, pensando melhor agora… Era só uma pegadinha inocente de um homem desocupado.
Clarissa: Ah! Uma pegadinha.
Vlad: Eu disse.
Olliver: Eu também disse.
Rosalina: Mas não era uma pegadinha da tevê…
Samuel: Rimou! Doutor Q, tevê…
Barman: É, rimou mesmo.
Doutor Q.: Espero que não se incomdem se eu ficar um pouco por aqui.
Barman: Tenho certeza que a Hello não vai se incomodar.
Doutor Q.: Eu tenho estado muito mais sóbrio ultimamente.
Barman: Que boa notícia!
Doutor Q.: O suco de uva acabava comigo…
Barman: Doutor Q., era vinho o que você tomava!
Doutor Q.: E faz diferença?
Samuel: Esse cara não bate muito bem da cabeça.
Clarissa: O senhor vai fazer alguma coisa com essa fantasia?
Doutor Q.: Eu deveria jogá-la fora… Mas eu sou sentimental.
Locutor-sama: Sentimental com essa fantasia bizarra?
Doutor Q.: Estava usando essa fantasia no aniversário de um ano da minha filha Sabrina.
Barman: Ah…
Vlad: Por isso a aparência antiquada.
Samuel: Antiquada? A fantasia está suja!
Clarissa: Filme de terror, com certeza.
Olliver: Uma boa limpeza deixa ela como nova.
Barman: Também está rasgada…
Rosalina: Talvez fosse melhor exorcizar…
Doutor Q.: Vocês são todos exagerados!
Barman: A aparência do capacete está sombria.
Rosalina: Por isso que eu disse que precisava ser exorcizada!
Olliver: Exorcizada da sujeira!
Doutor Q.: Eu deixo de beber e o pessoal daqui se torna maluco?
Barman: Não, nós somos apenas animados.
Sabrina: Você deveria jogar essa coisa horrível fora.
Doutor Q.: Filha! Mas ela é praticamente uma memória.
Sabrina: Eu não quero que uma coisa bizarra como essa fantasia seja uma memória. Principalmente quando se trata de algo que pareça ter saído de filme de terror!
Olliver: Ora, não fale assim! Barman, Locutor! Vamos fazer uma limpeza.
Barman: Por mim, tudo bem.
Locutor-sama: Não vai ser necessário.
[Locutor estala os dedos e limpa a fantasia.]
Doutor Q.: Poderes mágicos!
Locutor-sama: Poderes de narrador para apressar uma história que está no fim.
Doutor Q.: Ser narrador é muito prático.
Locutor-sama: É, tem algumas vantagens.

Green House Stories, Macarrão Instantâneo

É uma história misteriosa, apesar de começar com passarinhos cantando. Mas quem disse que eles também não podem curtir um bom mistério?

Clarissa: Os pássaros estão cantando de forma muito bela.
Vlad: De fato.
Clarissa: É uma atmosfera muito romântica.
Vlad: Clara…
Clarissa: Vlad…
Vlad: Você está ouvindo o Samuel gritando como uma menininha em um show da sua banda favorita?
Clarissa: Não! Parece algo mais sério. *fica preocupada* O que será que aconteceu com ele?
Samuel: Gente, gente! [ele abre a porta da sala de chá violentamente]
Vlad: O que houve? Show de banda?
Samuel: Oh, não. Mas eu adoraria ver Maroon 5! Mas eu estou desviando do assunto.
Clarissa: Diga logo! Você parece muito assustado.
Samuel: Tem um astronauta andando pela rua!
Vlad: Um astronauta? Ridículo!
Samuel: Venham ver! Deve dar para ver da janela.
[Os três se aproximam da janela]
Samuel: Olhem só para isso!
Clarissa: Ele se aproximava em procura de vítimas….
Vlad: Clara, não comece com o tom de filme de terror!
Clarissa: Procurava sua pedra vinda da lua!
Samuel: Que horror!
Clarissa: Queria se vingar daqueles que a tinham roubado.
Vlad: E o que aconteceu?
Clarissa: Ele havia morrido em uma festa a fantasia.
Samuel: Não estamos no mês do terror.
Clarissa: Mas na verdade, ele só tinha batido a cabeça e incorporou um personagem de história de terror.
Vlad: É uma história de terror dentro de uma história de terror!
Samuel: Que horror, que horror.
Vlad: Acalme-se, Samuel. Deve ser alguma pegadinha da tevê.
Clarissa: Mas e se for o retorno da vingaça dos astronautas?
Samuel: *dá um grito*
Vlad: Meu ouvidos!
Clarissa: Eu estou brincando.
Samuel: Mas e se todos nós estivermos condenados?
Clarissa: Não seja absurdo.
Vlad: Se estivermos condenados, então temos que nos preparar.
Clarissa: Com biscoitos?
Vlad: Com biscoitos!
Samuel: O assunto é sério, e vocês estão aí brincando!
Clarissa: Se fosse alguma coisa séria, a Hello já teria tomado uma atitude.
Vlad: Eu a vi comendo paçoquinha.
Samuel: Ela está sempre comendo paçoquinha.
Clarissa: De fato, hoje eu a vi comendo paçoquinha mesmo…
Vlad: É melhor nós checarmos!
Samuel: A Hello comendo paçoquinha?
Vlad: Não, o astronauta!
Clarissa: Se deixar nós podemos pegar um autógrafo dele!
Vlad: Eu não acho que ele tenha vindo de um filme de terror.
Clarissa: Nunca se sabe!
[Os três desceram correndo para a sala de estar]
Samuel: O astronauta! *dá outro grito*
Clarissa: Cadê a vassoura?
Rosalina: Esse astronauta é muito suspeito!
Olliver: Eu não sei, Rosalina… Esse astronauta me parece familiar!
Rosalina: Ele está andando lentamente como zumbi!
[A confusão foi geral na sala de estar, e o astronauta acabou caindo no chão.]
Barman: O que vocês estão fazendo com o Doutor Q.?
Todo mundo: DOUTOR Q?
Continua no próximo episódio amanhã…

Green House Stories

Um dia qualquer, no jardim aparece um…

[Rosalina estava sentada lendo em um dos bancos do jardim da Casa Verde. Curioso, Olliver se aproxima e vê o que ela está lendo.]
Olliver: “Ninguém que tivesse conhecido a menina Catherine Morland poderia ter presumido que ela nasceu para ser uma heroína.”
Rosalina: Olliver!
Olliver: Boa escolha de livro.
[O jardineiro senta ao lado dela]
Rosalina: Ah, sim. Ele é ótimo!
Olliver: Já tinha lido?
Rosalina: Já.
Olliver: Então boa escolha de releitura.
Rosalina: Tenho o costume de ler um livro novo, e depois reler algo que faz tempo que terminei.
Olliver: É um bom hábito.
Rosalina: Ah, acha mesmo?
Olliver: É melhor do que deixar farelo de paçoquinha no jardim.
Rosalina: Tinha farelo de paçoquinha nos papéis do escritório.
Olliver: Tem farelo de paçoquinha por todos os lados!
Rosalina: Muito farelo de paçoquinha.
Olliver: Mas, voltando ao livro. É o meu favorito de Jane Austen!
Rosalina: É? O meu também!
Olliver: Nós somos pessoas de muito bom gosto.
Rosalina: Eu gosto de livros de paródia.
Olliver: Quem diria! Estou surpreso em saber disso.
Rosalina: Imagino que sim. Mas tem que ser um livro muito bem escrito! E é muito difícil achar um bom livro de paródia.
Olliver: Hm, como Orgulho e Preconceito e Zumbis?
Rosalina: Fico me perguntando quem teve essa ideia…
Olliver: Alguém que viu uma série de zumbis e pensou “Por que não colocar isso em um livro de Jane Austen?”
Rosalina: É, deve ter sido isso.
Olliver: Ou…
Rosalina: Ou?
Olliver: Jane Austen aparece como fantasma e diz para alguém colocar zumbis naquele livro.
Rosalina: Muito improvável.
Olliver: De fato! Mas às vezes eu penso em coisas bastante improváveis.
Rosalina: Por que é seu livro favorito?
Olliver: Porque o Henry é meu xará.
Rosalina: Caramba! Eu não sabia que o seu nome era composto. E eu deveria ter reparado, sendo da contabilidade!
Olliver: Ah, não se incomode por isso.
Rosalina: É uma combinação bonita.
Olliver: Minha mãe sempre teve bom gosto.
Rosalina: Ainda bem!
Olliver: O seu nome também é bonito.
Rosalina: Você acha?
Olliver: Bom, eu sou jardineiro. Então fica meio suspeito!
[Olliver fica envergonhado, e Rosalina escuta um barulho.]
Rosalina: Ouviu isso?
Olliver: Isso… o quê?
[Os dois ficaram paralisados quando viram um astronauta entrando na Casa Verde.]
Rosalina: Nós temos que fazer alguma coisa!
Olliver: Mas e se for uma pegadinha da tevê?
Rosalina: Uma pegadinha! Pode ser algo sério.
Olliver: Algo sério… Espero que não.
[Os dois foram seguindo o muito esquisito astronauta.]

Happy Green Things

Autores tem hábitos, e quando estão fora do seu habitat é pior ainda!

Estúdio Happy Green Things, em um corredor.
Moon: Locutor! Locutor-sama! Cadê o homem…?
Random: Oi autora!
Moon: Random! Cadê o narrador?
Random: Tá por aí.
Moon: Por aí, onde?
Random: Oi?
Moon: Quero saber onde ele está!
Random: Você quer que eu seja específico?
Moon: Quero!
Random: Ele está na lua plantando batatas.
Moon: Plantando batatas!
Random: Plantando batatas.
Moon: Isso é impossível.
Random: Nada é impossível, contanto que seu coração saiba disso!
Moon: Você está me enrolando.
Random: Não estou. Olha o homem vindo aí…
Moon: Que homem?
Random: O Locutor.
Moon: O Locutor! Estou vendo apenas um astronauta.
Random: Exato!
Moon: Como pode garantir que tem alguém dentro?
Random: Bem… Tire o capacete, Locutor.
[O astronauta não se mexe]
Locutor-sama: Olá, pessoal.
Moon: Locutor!
Random: Se você está aí, quem é o astronauta…
[O astronauta continua parado]
Moon: Estou ficando com medo.
Random: Eu também!
Locutor-sama: Esse é apenas o astronauta que conheci quando estava plantando batatas na lua.
Moon: Por que você está suando frio?
Locutor-sama: Bom, eu não plantei batatas na lua…
Moon: Então para quê está mentindo?
Random: Mentira ter perna curta!
Locutor-sama: Eu pensei que seria interessante falar que foi plantar batas na lua…
Moon: Plantar batatas na lua é impossível.
Random: O astronauta continua parado, olhando para gente!
Locutor-sama: O que quer, criatura de uma terra distante?
Astronauta: ….
Random: Medo.
Moon: É alguma brincadeira?
Locutor-sama: Não. Eu saberia se fosse!
Moon: Eu também saberia se fosse!
Random: Será que é…
Moon: O que será que é?
Locutor-sama: Pode ser qualquer coisa.
Random: O quê é o quê?
Moon: O astronauta.
Random: Ah.
Moon: Quem é o astronauta!
Locutor-sama: O astronauta não tinha identidade. Ele é apenas… o astronauta.
Moon: E o que ele está fazendo dentro do estúdio?!
Locutor-sama: Esta é outra pergunta sem resposta.
Moon: Quantas perguntas vão ficar sem resposta?
Random: Ah.
Locutor-sama: O que há com você, amigo?
Random: Não sei…
Locutor-sama: Oh! O astronauta…
Moon: Desapareceu!
Locutor-sama: Muito misterioso.
Random: E medonho!
Moon: Muito medonho!
Locutor-sama: De fato, é assustador.
Moon: Nós vamos ficar assim mesmo?
Locutor-sama: Assim como?
Moon: Sem saber nada sobre o astronauta!
Random: O astronauta… não é ninguém.
Locutor-sama: Ele é apenas um andarilho.
Moon: Suposições!
Random: É melhor teorizar do que não pensar.
Locutor-sama: Não vai ficar maluco?
Random: Eu prefiro não pensar mais sobre o assunto!
Moon: Sim! É melhor nós não pensarmos mais no assunto.
Locutor-sama: E todos nós ficamos com a impressão que aquele astronauta ainda voltaria.

Happy Green Things

Dizem que a autora faz coisas estranhas… MUITO ESTRANHAS! Na verdade é mentira. Ou será que é mentira que é verdade? Não, espera… Isso não faz sentido.

No estúdio Happy Green Things, em alguma sala qualquer.
Lalali: Estão ouvindo esse barulho?
Hércules: Que barulho?
Cola-sama: Deve ser a autora surtando.
Lalali: Oh! Não sei não…
Hércules: Pode ser uma ideia perdida.
Cola-sama: Não pode ser tão perigoso quanto uma balinha de café perdida.
Lalali: Uma balinha de café perdida!
Hércules: Sério mesmo?
Cola-sama: Balinhas de café perdida são cruéis.
Hércules: Entendo.
Cola-sama: Não, você não entende!
Hércules: Acho que a Cola-sama tem algum tipo de trauma.
Lalali: Quer falar sobre isso?
Cola-sama: Por que vocês estão me olhando com essa cara?
Hércules: É muito importante falar sobre traumas.
Cola-sama: Vocês estão apenas zombando da minha cara!
Lalali: Nós não estamos zombando de você, Cola-sama.
Hércules: Eu estaria zombando você se dissesse…
Cola-sama: O quê?
Hércules: Que quando comecei a trabalhar aqui eu quase a chamei de “Coala-sama” vária vezes.
Lalali: Coala-sama!
[Lalali e Hércules começam a dar risadas]
Cola-sama: Eu sabia que vocês estavam zombando da minha cara.
Lalali: Não, não. Coala-sama soa muito engraçado!
Cola-sama: Sei.
Lalali: Olha, o mesmo barulho de novo.
Hércules: Caramba! Agora eu escutei.
Cola-sama: A autora deve estar mesmo surtando.
Lalali: Acha mesmo?
Hércules: Ainda acho que pode ser uma ideia perdida…
Cola-sama: Ela pode estar surtando por causa de uma ideia perdida.
Hércules: Será que ela se engasgou com balinha de café?
Lalali: Não, a autora não gosta de balinha de café.
Cola-sama: Ela pode estar querendo ser original…
Lalali: Com balinha de café?
Cola-sama: Não, surtando com uma ideia.
Hércules: Talvez seja melhor nós checarmos.
Lalali: Eu estou no meu horário de folga.
Cola-sama: Eu também.
Hércules: Hm… E quanto a mim? (olha no relógio) É, eu não estou no meu horário de folga. Deixa eu checar…
[Hércules vai até a porta do escritório da autora]
Hércules: Autora!
Moon: Quem é?
Hércules: Sou eu, Hércules.
Moon: Ah! Eu não tenho doze trabalhos para você. Não agora, pelo menos.
Hércules: Está tudo bem aí?
Moon: Está.
Hércules: Que barulho é esse todo, então?
Moon: Ah! Eu estou jogando xadrez contra um Blastoise
Hércules: Você não joga xadrez!
Moon: Pensei que você ia dizer que eu não tenho um Blastoise.
Hércules: Bom, isso também.
Moon: Ah. Mas é verdade!
Hércules: Sério mesmo?
Moon: Abre a porta, aí!
[Hércules faz o que a autora pede]
Moon: Dá oi para o Hércules, Blastoise!
Blastoise: Blastoise!
Hércules: *fecha a porta*
[Hércules volta para a sala onde ele estava com Lalali e Cola-sama]
Lalali: E então? O que houve?
Cola-sama: Algo relacionado com balinhas de café?
Hércules: Blastoise.
Lalali: Blastoise?
Hércules: Blastoise!
Cola-sama: Caramba.
Lalali: Quem diria?

Pixie Tales

Uma história sobre competição…? E mais alguma coisa.

Locutor-sama: Hoje é uma história com nosso amigo duende favorito, Kekekê! E com seu irmão, Marcelo que apareceu apenas uma vez no blog da senhorita Moon. E estou no meu formato chibi para me igualar ao tamanho dos outros personagens.
Random: Ele tá cabeçudo!
Locutor-sama: De fato, caro amigo boneco de palito. Muito astuto da sua parte!
Random: Tenho a impressão que você está sendo sarcástico.
Marcelo: Vamos, Kekekê! Uma partida de tênis de mesa, pelos velhos tempos.
Kekekê: Mas nós nunca jogamos tênis de mesa.
Marcelo: Ah, eu sei disso! Mas é legal falar a expressão “pelos velhos tempos”.
Kekekê: Você não tem muitas oportunidades de dizer isso, não é?
Marcelo: É.
Kekekê: Não fique triste, mano! Nós vamos nos divertir.
Marcelo: Bom, eu não sei jogar tênis de mesa.
Kekekê: Nem eu.
Marcelo: Vale mesmo a pena?
Kekekê: Claro! Nós vamos nos divertir.
Marcelo: E se cair no olho?
Kekekê: Não seja pessimista!
Marcelo: Sei não…
Kekekê: Será um treinamento de sobrevivência!
Marcelo: Céus! Não vai ser uma situação tão perigosa assim, vai?
Kekekê: Nunca se sabe.
Marcelo: Você também está com medo?
Kekekê: Medo? Eu não sei do que está falando.
Marcelo: Kekekê, você está tremendo.
Kekekê: Estou apenas dançando ao ritmo da música em que a Moon tá escutando enquanto escreve essa história!
Marcelo: Isso é o que chamam de metalinguagem?
Kekekê: Vamos jogar de uma vez.
Marcelo: Acabo de me lembrar que não trouxe raquetes.
Kekekê: Então como nós vamos jogar?
Marcelo: Só tem a bola.
Kekekê: Vamos jogar a bola um para o outro… Isso não me parece divertido.
Marcelo: É melhor do que usar uma raquete violenta.
Kekekê: Estou começando a achar que você escondeu as raquetes.
Marcelo: Não escondi as raquetes! Elas sumiram.
Kekekê: Que coisa misteriosa.
Marcelo: Muito misteriosa.
Kekekê: Bem, se não a nada o que fazer…
Marcelo: Isso!
Kekekê: Então nós podíamos…
Marcelo: …discutir a novela?
Kekekê: Novela?
Marcelo: Podemos discutir sobre um novelo, se prefrir.
Kekekê: Tenho impressão que você queria fazer essa piada.
Marcelo: Não posso evitar a vontade de ser engraçado.
Kekekê: Compreendo perfeitamente, não se preocupe.
Marcelo: Você é bonzinho demais, Kekekê. Não ia sobreviver no mundo lá fora! Lá é cruel e injusto.
Kekekê: Injusto porque desaparece com raquetes de tênis de mesa?
Marcelo: Exatamente!
Kekekê: Você está sendo dramático.
Marcelo: O curso do Locutor veio a calhar!
Kekekê: Quer fazer tricô? Crochê?
Marcelo: Crochê.
Locutor-sama: No meio das linhas eles encontraram as raquetes. Porém, agora a bola de tênis tinha sumido!
Random: *toca musiquinha de suspense no celular*

– Uma história sobre competição? Eu me enganei.

Raccoon Tales

Locutores, narradores, guaxinins… Esperem? Dois Locutor-sama? Que horror! Não, a guaxinim milionária será poupada desse destino horrível de aturar mais de um Locutor.

Na mansão de Tuta-sama.
Tuta-sama: Sim? *abre a porta da mansão*
Locutor-sama: Oi!
Tuta-sama: *fecha a porta* Cada um que me aparece…
[a campainha toca novamente]
Tuta-sama: Fala sério, Locutor.
Locutor-sama: Mas Tuta-sama…
Tuta-sama: Você está ridículo com esse abajur na cabeça.
Locutor-sama: A questão é, quão ridíciulo eu estou com esse abajur na cabeça?
Tuta-sama: Extremamente ridículo.
Locutor-sama: Ah.
Tuta-sama: Escala de um em um milhão? O símbolo do infinito.
Locutor-sama: Francamente, Tuta-sama…
Tuta-sama: Francamente? Francamente o quê? Eu pago o seu salário e você fica reclamando.
Locutor-sama: Sinto muito.
Tuta-sama: Ah, você sente muito?
Locutor-sama: Sim.
Tuta-sama: Oh. Tudo bem.
Locutor-sama: Sério mesmo?
Tuta-sama: A partir do momento que você está vestindo um abajur na cabeça, dá pena da sua miserável existência.
Locutor-sama: Não acredito que está zombando de mim!
Tuta-sama: Você está com um abajur na sua cabeça.
Locutor-sama: Eu sei que estou com um abajur na cabeça.
Tuta-sama: Sabe? Ótimo.
Locutor-sama: Não sei porque tanta impaciência.
Tuta-sama: Eu tenho mais o que fazer!
Locutor-sama: Sinto muito. Você tem mais o que fazer, e eu aqui ocupando seu preciso tempo com baboseiras.
Tuta-sama: É uma baboseira, de fato.
Locutor-sama: Irei embora para nunca mais voltar, entrarei em uma noite escura e tempestuosa…
Tuta-sama: Caramba!
Locutor-sama: Serei o capitão do meu próprio navio enfrentando o destino.
Tuta-sama: Que lindo! Espero que esteja anotando.
Locutor-sama: Enfrentarei dragões e salvarei doritos…
Tuta-sama: Doritos?
Locutor-sama: Doritos.
Tuta-sama: Não me recordo de ter ganho alguma coisa para fazer propaganda.
Locutor-sama: Haverá um dia, que toda casa haverá um dorito.
Tuta-sama: Eu não gosto muito de salgadinhos desse tipo.
Locutor-sama: Compreendo. Você tem um trauma de infância!
Tuta-sama: Você que deve ter um trauma de infância, com esse abajur na sua cabeça.
Locutor-sama: Isso aqui é uma experiência, na verdade.
Tuta-sama: Se era para testar sua falta de bom senso, bom, deu muito certo!
Locutor-sama: O tempo é relativo.
Tuta-sama: Você parece uma evolução do Random, só que mais chata.
Locutor-sama: Quanto tempo perdemos olhando para nossos celulares enquanto andamos pela rua?
Tuta-sama: Eu pensei que você havia dito acima que o tempo era relativo.
Locutor-sama: Podíamos ter aventuras com cães mágicos, sofrer de amor…
Tuta-sama: Sofrer de amor? Sofrendo de amor, Locutor-sama? Entendo como você se sente. Sinto um peso no meu coração toda vez que uma nota do meu bolso vai embora.
Locutor-sama: É mesmo?
Tuta-sama: Eu queria saber porque tenho que pagar um salário tão bom, para alguém que é tão chato!
Locutor-sama: Entendi o recado. Adeus, Tuta-sama.
Tuta-sama: *fecha a porta* Ele volta, ele sempre volta.

– Era para ser chapéu de abajur, mas aí a ideia do Locutor com um abajur na cabeça me parecia muito mais bizarra.

Green House Stories

Invencione é um ótimo modo de revolucionar as coisas!

Alice: Não preciso mais ficar de olho na Casa Verde, então… causaremos intriga.
Wolf: Conte comigo!
Alice: Pela ciência!
Wolf: Pela ciência!
Alice: Nós temos que criar algo de muito inovador, e impressionante. Chamei até o Tasketê para nos dar ideias.
Tasketê: Oi!
Wolf: Oi, Tasketê. O que você sabe sobre usar roupa de cientista?
Tasketê: Mas eu não tenho roupa de cientista.
Wolf: Vamos resolver isso! Assim você entra no clima.
[Tasketê terminou de se vestir e os três estavam combinando]
Alice: Perfeito! Vamos, equipe.
Sir Bigodón: Com licença.
[O coelhinho bateu na porta de maneira discreta]
Alice: Entre, entre!
Wolf: Minha nossa! Mais um cientista?
Sir Bigodón: Irei ajudá-los a criar algo que irá ser uma intriga científica.
Tasketê: Não é perigoso?
Wolf: Relaxe! Ninguém vai explodir o planeta.
Alice: Mesmo assim não seria nada de mal evitar que caísse em mãos erradas…
Wolf: Céus! Essa frase é muito clichê.
Tasketê: Estou começando a me preocupar.
Sir Bigodón: Não precise, minha amiguinho. Nós somos cientistas!
Tasketê: Bem, eu não sou.
Sir Bigodón: Ridículo! Quando respiramos, estamos sendo científicos.
Tasketê: Isso não faz muito sentido…
Sir Bigodón: A ciência corre nas nossas veias…
Wolf: Sempre pensei que fosse sangue.
Alice: Psiu!
Sir Bigodón: Concluindo, ciência é para todos. Só não usa quem não quer, tipo desodorant!
Tasketê: Isso não tem muito a ver, mas se você diz.
Sir Bigodón: Qual a sua ideia?
Alice: Minha ideia? Bem, algo que possa terminar com -NATOR!
Sir Bigodón: Não creio.
Alice: Ideia ruim?
Sir Bigodón: É sensacional!
Alice: Um limpezanator!
Wolf: Fica parecendo que você quer terminar com qualquer tipo de limpenza.
Alice: Claro! Assim podemos usar o limpezanator. Olhem, já desenhei o projeto!
Sir Bigodón: Que rápido.
Tasketê: Mas isso é uma vassoura gigante!
Alice: Exato.
Tasketê: Uma vassoura gigante…
Alice: Tenho certeza que algum gigante vai nos agradecer por construir uma vassoura gigante.
Sir Bigodón: Vamos construir, o que estamos esperando?
[Horas depois]
Alice: Isso não deu muito certo.
Tasketê: Acho melhor nós ficarmos com as vassouras normais…
Alice: Mas e os gigantes?
Sir Bigodón: Eles vão ter que conviver com a falta de vassouras, pelo visto.
Tasketê: Pobrezinhos do gigantes!
Wolf: Fazer o quê, né.
[Sir Bigodón foi fazer uma ligação após eles terem se separado]
Sir Bigodón: O projeto não deu certo, chefe.
P-san: Bom trabalho!
Sir Bigodón: Tem certeza que vai ficar tudo bem assim?
P-san: Não se preocupe! Os gigantes tem aspirador de pó.
Sir Bigodón: Quem diria… Maravilhas tecnológicas para gigantes!
P-san: Tudo bem? Parece que você ficou nervoso.
Sir Bigodón: Está, chefe. Tchau! *desliga o telefone*
Sir Bigodón: Eu morro de medo de aspiradores de pó.