Capitão Yay: Nós estamos perdidos.
Random: Nós não estamos perdidos! Estamos apenas caminhando, sem destino.
Capitão Yay: Nós estamos no meio do deserto!
Random: O deserto é o local ideal para recuperar items perdidos!
Capitão Yay: Eu não entendi o que você disse.
Random: Tudo bem, não era muito importante.
Capitão Yay: Não acredito que realmente vamos encontrar items-
Random: Uma cama!
Capitão Yay: Uma cama, no meio do deserto? ISSO NÃO É POSSÍVEL!
Random: Não precisa gritar! Tem espaço o suficiente para nós dois.
Capitão Yay: Eu não vou deitar em uma cama no meio do deserto.
Random: Certo, então. Sobra mais espaço para mim.
Capitão Yay: Random…
Random: Sim?
Capitão Yay: Como essa cama veio parar aí?
Random: Você faz cada pergunta!
Capitão Yay: Não acha que é uma questão importante?
Random: Foram os etês!
Capitão Yay: Sempre eles…
Random: Mas é sério! Etês bandidos!
Capitão Yay: Sério?
Random: Bandidos do velho oeste!
Capitão Yay: Caramba.
Random: Você não está acreditando em mim, não é?
Capitão Yay: Eu? O que te faz pensar nisso?
Random: Você está sendo sarcástico.
Capitão Yay: Não tenho culpa se minha voz soa tão sarcástica.
Random: Quer dizer que você é um sarcástico natural?
Capitão Yay: Talvez. E essa cama, será que não tem dono?
Random: Está no deserto, então não tem dono!
Capitão Yay: Uma coisa que está me impressionando muito…
Random: O que foi? O que foi?
Capitão Yay: Nós estamos sobrevivendo muito bem em um deserto, não é?
Random: Nós somos resistentes!
Capitão Yay: Tem certeza que a Moon não é realmente ruim em mudar as-
Random: Etês bandidos do velho oeste!
Capitão Yay: Onde?
Random: Será que foi uma miragem?
Capitão Yay: Que tipo de deserto tem uma miragem como essa?
Random: Hologramas.
Capitão Yay: Hologramas?
Random: Estamos falando de alienígenas!
Capitão Yay: Bandidos do Velho oeste?
Random: Hm… Talvez seja um holograma, como você falou.
Capitão Yay: Talvez.
Random: Conspiração!
Capitão Yay: Nós não temos que sair daqui?
Random: Ah claro, de fato. Vamos de táxi!
Capitão Yay: Táxi? Sim, vamos de táxi.
Random: Você tem alguma coisa contra táxis?
Capitão Yay: Nós estamos no meio do deserto.
Random: E daí?
Capitão Yay: Como assim, e aí?
Random: Eu não entendo onde você quer chegar.
Capitão Yay: Nós estamos no meio do NADA.
Random: Como você é bobo! Nós estamos no meio do deserto.
Capitão Yay: Eu sei, mas o que quero dizer é que…
Random: Oh, olha o táxi aí!
Capitão Yay: Um táxi… Tem serviço de táxi no deserto?
Random: Mas é claro! Deserto é uma localização!
Capitão Yay: Eu não posso argumentar contra isso…
Chove, chuva… Casamento de ninguém. Quem ia casar embaixo da chuva? Sapos?
Na cozinha da Casa Verde.
Locutor-sama: (lendo jornal)
Fábio: *suspira* Nem acredito que está chovendo.
Olliver: É mesmo. A chuva me pegou de surpresa!
Fábio: Sério?
Olliver: Foi “cabrum” e “kabrum”!
Fábio: Qual a diferença?
Olliver: Um com a letra C, e outro com K.
Fábio: Oh.
Hello: GRAAAAU!
Fábio: Me diga que não estou vendo alguém vestida de dinossauro.
Olliver: A chefe é uma pessoa inovadora, não concorda?
Fábio: Se eu soubesse, tinha vindo com minha fantasia de gorila!
Olliver: Você está com inveja??
Hello: GAAAAAO!
Barman: Oh, Hello. Bom dia!
Fábio: Ele tem um coração de ouro, não acha?
Locutor-sama: Não é possível ter um coração de ouro.
Fábio: Ah, agora você entende de corações?
Locutor-sama: A metáfora do coração de ouro… Me lembra de ovo de páscoa.
Olliver: Alguém tem passado muito tempo com o Random.
Fábio: De fato.
Rosalina: Bom dia.
Todo mundo exceto a Hello: Bom dia!
Rosalina: Mas o quê? Hello, o que eu disse sobre vestir-se de dinossauro?
Hello: GAO?
Rosalina: É muito cedo para isso.
Hello: Nunca é cedo para se viver selvagem! GRAU GAO!
Rosalina: (para o Barman) Está pensando que ela ficou bonitinha, não é?
Barman: E-eu não.
Hello: Isso me preocupa.
Rosalina: O que? Você esqueceu o que ia falar a seguir?
Hello: A chuva não é normal. Eu sinto uma presença estranha…
Fábio: De nuvens carregadas?
Hello: Você… Acabou estragando minha piada!
Fábio: Minhas sinceras desculpas.
Locutor-sama: Pás.
Barman: Pás?
Locutor-sama: É necessário mais pás no mundo.
Barman: Você quis dizer paz.
Locutor-sama: PÁS, PÁS!
Hello: GRAAAAO!
Olliver: Estou começando a achar que permanecer lá fora nessa chuva é mais seguro.
Rosalina: Não tem um esconderijo lá fora?
Hello: GAO!
Rosalina: Hello.
Hello: Você não sabe brincar.
Locutor-sama: E quanto as pás?
Barman: As pás, as pás…
Rosalina: Não entre no espírito da coisa.
Barman: Eu só queria saber sobre as pás.
Locutor-sama: Você também acha que precisa de mais pás no mundo?
Fábio: As pás são o suficiente no mundo.
Locutor-sama: Mas e se acontecer uma invasão zumbi?
Fábio: Pás para acabar com zumbis? Francamente!
Olliver: Eu não estou entendendo nada dessa história…
Rosalina: Hello, você não pode tomar café vestida dessa maneira.
Hello: Os dinossauros não bebiam café?
Rosalina: Não!
Hello: Isso… pode ser alterado.
Locutor-sama: Uma viagem no tempo pode resolver muita coisa.
Barman: Isso não é perigoso?
Hello: Não, eu não vou viajar no tempo. Eu estava pensando em…
Rosalina: Eu sei o que você está pensando.
Hello: Oh! Está bem, Rosalina.
Locutor-sama: E a história acaba aqui.
Olliver: Eu não entendi nada.
Fábio: Nem eu, na verdade.
– Uma história esquisita por uma autora estranha.
Eu queria dar um bom título… Mas vai assim mesmo! Pule o tempo, como se fosse pular corda!
Wolf: Aqui estou Wolf, Wolfgang Wolf Woof, enfrentando um desafio muito grande. O trânsito! Isso não seria nada demais, se não fosse pelo fato que eu queria ir ao cartório registrar o nome da minha filhinha que nasceu. Cansado disso, eu larguei meu carro e saí andando!
Locutor-sama: Mal sabia Wolf, que começou a ser perseguido.
Wolf: Isso não é uma história de detetive!
Locutor-sama: Uma emocionante história de perseguição não precisa ser de detetive, caro Wolf.
Wolf: Céus! A Tuta é que está me seguindo!
Locutor-sama: Sim… Tuta-sama é conhecida por fazer viagens no tempo com frequência, e por isso conhecia Tuppence, a filhinha de Wolf e Miss Cupcake que nasceu hoje.
Wolf: Mas a Miss Cupcake mandou não chamá-la de Tuppence! Nem de Rodney.
Locutor-sama: Você queria chamá-la de Rodney?
Wolf: Foi o primeiro nome aleatório que pensei.
Locutor-sama: Tuta-sama corre bem rápido! Impressionante. Miss Cupcake não queria chamar sua filha de Tuppence por causa da pergunta que era feita para ela várias vezes pela Tuta-sama “E a Tuppence?”
Wolf: Minha nossa! Eu nunca pensei que a Tuta ia me seguir tão rápido!
Locutor-sama: Sempre soube que ela estava em forma. E Wolf se encontrou em um beco sem saída.
Wolf: Por que eu corri para esse lado?
Locutor-sama: Não faça perguntas. Apenas…
Tuta-sama: Wolf!
Wolf: Tuta? O que está fazendo com luvas de boxe?
Tuta-sama: Carregar essas luvas com pedras dentro não foi uma boa ideia.
Wolf: E mesmo assim, você conseguiu correr em tal velocidade?
Tuta-sama: Em uma historinha da Moon, tudo é possível.
Wolf: Sabe, luvas de boxe não é nada fofinho.
Tuta-sama: Tem razão! Nocautear você com uma roupa de ninja para uma escolha mais politicamente correta!
Wolf: Eu sinto uma ironia na sua voz!
No hospital
Hello: Parabéns, Miss Cupcake!
Miss Cupcake: Ah… Obrigada.
Hello: Eu trouxe paçoca!
Miss Cupcake: Para você comer.
Hello: É. E… Olhe só!
Tuta-sama: Cheguei!
Miss Cupcake: Por que você está carregando o Wolf??
Tuta-sama: Ele desmaiou de emoção, então eu registrei a Tuppence no cartório.
Miss Cupcake: Você…Fez isso?
Tuta-sama: Fiz sim!
Miss Cupcake: Ah, esquece. Eu não vou discutir.
Hello: E trouxe uma coisa!
Miss Cupcake: Além da paçoca?
Hello: Eu trouxe isso! Pó de timeskip!
Locutor-sama: Tudo aconteceu rápido. E de repente, Tuppence ficou grande.
Tuppence: Ma-mas o quê?
Hello e Tuta: Isso!
Miss Cupcake: Para quê vocês fizeram isso?
Tuta: Ora, cuidar de um bebê é muito difícil.
Hello: É mais fácil pular para os cinco anos!
Tuppence: Eu esperava dizer melhores primeiras palavras.
Miss Cupcake: É, em uma história da Moon tudo pode acontecer.
Uma história dramática, e poética. E misteriosa! E cômica! Essa história é um belo milk-shake.
Locutor-sama: Era noite no Estúdio Happy Green Things. O que eu estava fazendo aqui, nessa hora? Para falar a verdade, eu sempre quis ver como era o estúdio no período da noite! E hoje resolvi acabar com a minha curiosidade.
Random: A curiosidade espantou o gato!
Locutor-sama: E meu amigo Random veio me fazer companhia.
Random: Escove os dentes após as refeições!
Locutor-sama: Dizem que isso estraga os dentes.
Random: Sério?
Locutor-sama: É o que dizem.
Random: Ouviu isso?
Locutor-sama: Parecia um espirro.
Random: Será que as paredes estão resfriadas?
Locutor-sama: Isso é ridículo.
Random: Ou elas são alérgicas?
Locutor-sama: Bom, sempre existe uma possibilidade.
[Barulho de panelas mexendo]
Random: Fantasmas!
Locutor-sama: Não, eu tenho um pressentimento que é outra coisa.
Random: Espero que não seja um pressentimento funesto!
Locutor-sama: Comecei a seguir uma sombra. Bom, pelo menos parecia uma sombra nessa escuridão toda…
Random: Nós não temos sombra? Somos fantasmas?
Locutor-sama: Random, estou tentando narrar aqui.
Random: Desculpe.
Locutor-sama: Bom, nós dois continuamos a emocionante perseguição notura, e parecia que quem quer seja esse intruso, não conhece o local muito bem.
Random: Não é porque a autora não fez mapa?
Locutor-sama: Detalhes. Pensei que nós iríamos pegar a sombra intruso, pois era o fim da linha.
Random: Mãos ao alto!
Locutor-sama: Nós não estamos armados.
Random: Claro que estamos! O nosso senso de humor é uma arma!
Locutor-sama: Oh! Tem razão, amigo Random. Ué, sumiu?
Random: Que tipo de narrador você é?
Locutor-sama: O tipo de narrador que não pode prestar atenção nas piadas nessas horas difíceis.
Random: Vamos! Para “aquela” sala!
Locutor-sama: Aquela em que a senhorita Moon vira as mesas?
Random: Não, aquela que normalmente está trancada!
Locutor-sama: Aquilo é o armário de vassouras!
Random: “Aquela outra sala”!
Locutor-sama: Não sei do que você está falando.
Random: É aquela sala em que você finge que ela não existe!
Locutor-sama: É claro que eu devo fingir que ela não existe. Afinal…
Random: Destrancaram a porta “daquela outra sala!”
Locutor-sama: Céus! Por que não disse antes?
Random: Por que você estava divagando nos seus pensamentos…
Locutor-sama: Saímos correndo até a sala. E encontramos…
Random: Uma nota de cem!
Locutor-sama: Foco, Random! Não deixe se levar pelo dinheiro.
Random: É mais forte do que eu! Vá sem mim, meu amigo.
Locutor-sama: Não! Eu não vou abandoná-lo!
Random: Não vale! Você guardou a nota!
Locutor-sama: Olhe! É a senhorita Hello!
Random: Não mude de assunto! Oh…?
Hello: Sim! Finalmente! Encontrei o que precisava! *usa uma bomba de fumaça*
Locutor-sama: A Senhorita Hello roubou um pote de glitter!
Random: Na verdade, é aquele pó de timeskip.
Locutor-sama: Antes fosse glitter.
No caminho, tinha uma pedra. Desviando dela, tinha um pinguim!
Na varanda do Estúdio Happy Green Things
Moon: P-san, porque as pessoas perguntam se está tudo bem para as outras?
P-san: Para puxar conversa.
Moon: Normalmente elas esperam que vá responder que está tudo bem, então qual é o ponto em perguntar?
P-san: Para puxar conversa.
Moon: Você já disse isso.
P-san: Não sou muito bom para puxar conversa.
[Silêncio por alguns minutos]
Moon: Pinguim-san, Pinguim-san.
P-san: Eu não sou o Pinguim-san!
Moon: Eu sei, mas eu quis falar isso.
P-san: Você está assistindo muito Shirokuma Café.
Moon: Acha que eu ficaria bem como panda.
P-san: Você não é um panda.
Moon: Não importa!
P-san: E o que aconteceu sobre a história de puxar assunto?
Moon: Pensei que você não era bom nisso.
P-san: E não sou mesmo.
Moon: E porque voltou para isso, então?
P-san: Bom, no final todo mundo pergunta sobre o tempo.
Moon: Pensei que estávamos falando sobre puxar conversa!
P-san: Perguntar sobre o tempo é uma maneira para se puxar conversa.
Moon: É ainda pior que “tudo bem com você”!
P-san: Não acho. Prefiro conversar sobre o tempo.
Moon: E se o tempo não estiver fácil de descrever???
[Silêncio por alguns minutos]
Moon: Pinguim-san, Pinguim-san.
P-san: O que foi, Moon-chan?
Moon: Oh! Você pegou o espírito da coisa!
P-san: Imaginei que você iria parar de fazer essa piada se eu respondesse desse modo.
Moon: Mas não deu certo! Você deveria me chamar de Panda-kun.
P-san: Já disse, você não é um panda!
Moon: E se eu fosse um panda?
P-san: Repito. Você não é um panda!
Moon: Qual é a próxima, dizer que eu nunca serei um panda??
P-san: Isso é muito óbvio!
Moon: E quanto ao tempo?
P-san: Quer saber as horas?
Moon: Exatamente o problema com palavras parecidas! Você nunca sabe se a pergunta sobre tempo é sobre as horas, ou a temperatura!
P-san: Moon, você está pensando demais sobre as coisas todas.
Moon: Mas é necessário pensar, querido P-san. Não concorda comigo?
P-san: As nossas opiniões estão indo em direções diferentes.
Moon: Talvez tenha razão.
P-san: Eu acho que tenho razão.
Moon: Você não tem que achar! Tem que ter certeza, cara, da sua razão!
P-san: Eu não sou “cara”, sou P-san!
Moon: Seria muito mais ofensivo para você se eu o chamasse de sapo, não acha?
P-san: Nesse ponto tem razão.
Moon: Será que vai chover hoje?
P-san: Eu não entendo sobre o que é essa história que estamos.
Moon: É sobre puxar assunto, e minha grande vontade de assistir Shirokuma Café!
P-san: Então vá assistir.
Moon: Essas histórias precisam ser escritas, ou vou levar bronca da Tuta.
P-san: Entendo.
Moon: Vamos acabar por aqui, com você dizendo “entendo”??
P-san: Não vejo nada de errado com isso.
Mãos para cima! UM OVNI? Não… É uma propaganda. Espera, até ali? Na nuvem?
Locutor-sama: Tudo começou quando a senhorita Alice fez uma revelação surpreendente.
Alice: O Calvin Harris… Estragou tudo.
Rosalina: *estava passando* O quê?
Alice: Você ouviu, Rosalina! *coloca as mãos nos ombros da Rosalina* O Calvin Harris ESTRAGOU TUDO!
Rosalina: É… Mesmo?
Alice: Sim! *tira as mãos dos ombros da Rosalina*
Rosalina: *confusa e sem palavras*
Alice: É normal a sua reação. Eu também não quis acreditar quando descobri isso.
Rosalina: Não questão de acreditar, mas-
Alice: Rosalina, está tudo bem. Você não precisa explicar!
Rosalina: Mas eu não estou entendendo nada!
Alice: Ah. Não?
Rosalina: Não.
Alice: Tem certeza?
Rosalina: Absoluta.
Alice: Oh. Por essa eu não esperava… Hello!
Hello: *apareceu do nada* Sim?
Alice: O Calvin Harris estragou tudo!
Hello: OH! *horrorizada*
Alice: Ah! Era esse tipo de reação que eu esperava de alguém como minha irmã.
Hello: Então… Ele estragou tudo.
Alice: Exato.
Hello: Isso pode se tornar um problema.
Rosalina: Er… O que ele estragou, exatamente?
Alice: Tudo!
Rosalina: Tudo o quê?
Hello: Rosa, escute-me bem…
Rosalina: Estou ouvindo.
Hello: Detalhes não importam!
Rosalina: Ma-mas…
Alice: Exato! Mas não precisa se preocupar.
Hello: É! Fique tranquila.
Rosalina: Está bem…
Hello: Barman! O Calvin Harris estragou tudo!
Barman: *também apareceu de repente, mas nada disse- apenas ficou horrorizado*
Rosalina: Até você, Barman?
Barman: Se ele estragou tudo…
Alice: Quem vai arrumar?
Hello: Eu não vou arrumar.
Rosalina: Você sabe o que ele estragou, Barman?
Barman: Na verdade, não.
Rosalina: E mesmo assim você ficou horrorizado.
Barman: Quando a frase “___ estragou tudo!”, você não sente um frio na espinha?
Rosalina: Não…
Barman: Oh, é só comigo, então.
Alice: De qualquer maneira, uma atitude deve ser tomada.
Hello: Sugestões?
Alice: Uma tomada 220.
Hello e Alice: *dão risada*
Barman: Vai precisar de uma tomada, ou não?
Alice: Não, não! Eu apenas tinha que fazer essa piada.
Hello: Tomada… ha-ha-ha. *chorando de tanto rir*
Rosalina: Nem foi tão engraçado assim.
Alice: Rosalina! Nós não podemos deixar que o Calvin Harris estrague mais alguma coisa.
Rosalina: Ahn? Nós vamos ter que fazer o quê, exatamente? E para onde o Barman foi?
Hello: Não faça tantas perguntas, Rosalina! Temos prioridades.
Alice: Isso mesmo! Se não mantermos a nossa visão nas prioridades, tudo estará perdido para nós.
Hello: Nós não podemos permitir que aconteça outra calamidade!
Rosalina: Estou começando a achar que vocês duas estão exagerando.
Alice: Acha mesmo?
Hello: Mas se trata do Calvin Harris.
Alice: E isso significa muito cuidado!
Hello: Claro, claro.
– E então Rosalina jamais descobrirá o que o Calvin Harris estragou! (muito menos o leitor)
Eu rirei por último… *pausa dramática* Oh. Como assim, as piadas acabaram??
Estúdio da autora, no escritório.
Moon: Um dia, estarei rindo de tudo, Locutor-sama.
Locutor-sama: É?
Moon: Rir é uma coisa boa.
Locutor-sama: É o que dizem.
Moon: Você duvida do que dizem?
Locutor-sama: Não, porque eu duvidaria?
Moon: Deveria duvidar!
Locutor-sama: Não soque a mesa, senhorita Moon.
Moon: Temos que duvidar sobre tudo!
Locutor-sama: Incluindo a gravidade?
Moon: Principalmente a gravidade!
Locutor-sama: A gravidade nunca me faz mal nenhum.
Moon: A gravidade é algo útil.
Locutor-sama: Útil? Ela é extremamente necessária!
Moon: É. De fato!
Locutor-sama: Você está ciente do que está falando?
Moon: Mas é claro que estou!
Locutor-sama: Não, não está.
Moon: Estou sim!
Locutor-sama: Autora. Nós não vamos discutir sobre isso.
Moon: Nós temos que discutir sobre tudo. É o que fazemos!
Locutor-sama: Pensei que nós contássemos histórias!
Moon: Nós podemos contar histórias sobre discussões.
Locutor-sama: Espero que não sejam sobre discussões de internet.
Moon: Não seja ridículo! Eu não faria uma coisa ridícula dessas.
Locutor-sama: Ainda bem.
Moon: Mas nós podemos fazer outra coisas ridículas.
Locutor-sama: De que tipo?
Moon: Usar chapéus engraçados!
Locutor-sama: O que tem de engraçado nesse chapéu de dinossauro que está nas suas mãos?
Moon: Ele sabe contar piadas.
Locutor-sama: Mas você não entende a língua dos dinossauros.
Moon: É mesmo! O chapéu é inútil.
Locutor-sama: Nem tanto. Pode servir como peso de papel! *coloca ele na mesa*
Moon: Tem razão! Mas para que papéis?
Locutor-sama: Esses papéis. *aponta para papéis no chão*
Moon: Ah, esses papéis.
Locutor-sama: Não desperdice papel.
Moon: Eles não são um desperdício!
Locutor-sama: Não são?
Moon: Não! Eles são círculos mágicos.
Locutor-sama: Não coloque papéis com círculos mágicos desenhados, no chão! E se eles funcionarem?
Moon: Não se preocupe. Eles não vão funcionar.
Locutor-sama: Não vão mesmo?
Moon: Não! Um pouco decepcionante, se quer saber.
Locutor-sama: Não entende como é perigoso, não é?
Moon: Eu só entendo de coisas que podem se tornar boas ideias!
Locutor-sama: Não, isso é mentira também.
Moon: Pombas! Você adora me contrariar.
Locutor-sama: Já disse que eu tenho compromisso com a verdade, senhorita Moon.
Moon: Certo, senhor politicamente verdadeiramente eloquente e correto!
Locutor-sama: Isso foi comprido.
Moon: *bate com a mão na testa* Eu deveria ter te chamado de paralelepípedo.
Locutor-sama: Me chamar assim não é um exagero?
Moon: Histórias fictícias vivem de exageros, caro narrador.
Locutor-sama: Certo, certo. Eu acredito em você!
Moon: Sim, sim. Agora, Locutor-sama…
Locutor-sama: Vai dizer algo de importante?
Moon: Sim, narrador!
Locutor-sama: Diga de uma vez, então. Não faça suspense!
Moon: A história acaba aqui!
Locutor-sama: Deve achar isso muito engraçado, não é?
Duendes dormem em camas, mas será que são confortáveis? Mistérios que nunca serão resolvidos nos nossos dias.
Locutor-sama: O duende Kekekê é acordado por um barulho estranho. O que será que ia interromper a sua soneca da tarde?
Kekekê: Não é um barulho estranho. *boceja* É apenas a campainha da porta.
Locutor-sama: Tem razão.
Kekekê: Deixa eu ir atender… *anda até a porta e abre*
Ogro: *está na frente da porta* Grofa, grofa.
Kekekê: Ah! Muito prazer, senhor Ogro. Nome muito inovador, o seu!
Ogro: Grofa, grofa.
Kekekê: Não me leve a mal, mas prefiro chamá-lo de ogro pois seu nome é difícil de pronunciar.
Ogro: Grofa grofa grofa.
Kekekê: Ah, sim! Meu nome verdadeiro também é difícil de pronunciar.
Ogro: Grofa?
Kekekê: Quê? Eu estava apenas tentando te consolar.
Ogro: Grofa!
Kekekê: Bem, eu tenho um nome verdadeiro.
Ogro: Grofa!
Kekekê: Tá, é só uma brincadeira. Não precisa ficar bravo.
Ogro: Grofa!
Kekekê: É crime viver com nome falso? Mas Kekekê não é nome falso. Eu já disse, estava brincando.
Ogro: Grofa, grofa.
Kekekê: Hm… É estranho receber um hóspede ogro na minha casa da árvore, mas tudo bem. Entre aí, senhor Ogro.
Ogro: Grofa.
Kekekê: É, a vista daqui não é muito má. De vez em quando, eu tomo café da manhã na Casa Verde. É aqui, quase na frente, está vendo? *aponta na janela*
Ogro: Grofa!
Kekekê: Como? Você tem um papel para me entregar?
Ogro: Grofa! *entrega nas mãos do Kekekê*
Kekekê: Ah! É uma carta da Tuta. Deixa eu ler…
Ogro: Grofa.
Kekekê: É? Um segurança! Para que eu preciso de segurança?
Ogro: Grofa.
Kekekê: Estou correndo perigo? Tem certeza?
Ogro: Grofa grofa!
Kekekê: Bem, a assinatura é da Tuta, mas…
Ogro: Grofa.
Kekekê: Não, senhor Ogro. Eu não estou dizendo que está mentindo!
Ogro: Grofa grofa.
Kekekê: Hm? Você tem certeza? Está bem. *digita o número da Tuta no seu telefone* Alô?
Tuta-sama: *no telefone* Kekekê! O Ogro chegou aí?
Kekekê: Sim, mas é mesmo necessário??
Tuta-sama: Claro! Meu amigo, o seguro morreu de velho!
Kekekê: Vai… Acontecer alguma coisa?
Tuta-sama: Não sei, mas é bom ficar prevenido, não concorda?
Kekekê: Bem… Está certo.
Tuta-sama: Além do mais, o Ogro serve como mordomo também!
Kekekê: Sério?
Tuta-sama: Como um abajur…
Kekekê: Oh…
Tuta-sama: Bem, ele tem diversos talentos. Não se preocupe, ele não irá decepcioná-lo.
Kekekê: Mas quem vai pagá-lo?
Tuta-sama: Que pergunta boba! É claro que estou responsável sobre isso.
Kekekê: Tem certeza?
Tuta-sama: Eu não gosto de gastar dinheiro, mas eu posso abrir exceções de vez em quando.
Kekekê: Está bem… *desliga o telefone*
Locutor-sama: E assim, o duende Kekekê ganhou um novo amigo, segurança, mordomo e abajur.
Kekekê: Eu não preciso que ele sirva de abajur.
Outubro é o mês do terror, o mês do- Como assim, o terror não veio??
Sabrina: *descendo as escadas* Outubro começou. E quando você acha que o seu dia será tranquilo, encontra a gerente surtando.
Hello: Sir Bigodón! Não vá embora!
Sir Bigodón: Mas Hello! Eu só vou comprar pão de queijo.
Hello: Não minta para mim! Sei que você irá embora…
Sir Bigodón: Não vou embora coisa nenhuma! Sabe muito bem disso. Eu renovei a minha estadia na Casa Verde com você!
Hello: Mas eu não posso confiar nisso! E se você for abduzido pelo caminho?
Sir Bigodón: Eu não vou ser abduzido, isso é ridículo. Ei, diga alguma coisa!
Sabrina: Eu? Deixa eu pensar… Hello, deixe de ser louca?
Hello: Não vá embora, Sir Bigodón! *começa a chorar*
Sabrina: Barman? Faça alguma coisa!
Barman: Hm… Quer paçoca, Hello?
Hello: Não! Eu tenho que proteger esse coelhinho fofinho dos malfeitores! *abraça o Sir Bigodón*
Sir Bigodón: Socorro…
Barman: Locutor-sama?
Locutor-sama: Senhorita Hello, o Sir Bigodón é um coelhinho livre. Ele pode ir e vir, quando quiser. Agora deixe de ser criança e solte-o.
Hello: Nunca! Ele está mais seguro em meus braços.
Locutor-sama: Você não me deixa escolha.
Hello: É? O que vai fazer?
Locutor-sama: Tome essa mala cheia de dinheiro do banco imobiliário, Barman. Tenho certeza que será útil para algum colecionador…
Barman: Ma-mas…
Hello: O Barman não vá em lugar nenhum! Ele é MEU funcionário!
Locutor-sama: Ou o Barman, ou o Sir Bigodón. Decida-se!
Hello: Ma-mas eu não posso decidir uma coisa dessas!
Locutor-sama: Pode sim!
Sabrina: Locutor, você está exagerando. *coloca a mão no ombro do narrador* Nós não podemos fazê-la tomar essas decisões difíceis.
Locutor-sama: Tem razão, Sabrina. E é por isso que nós vamos levar embora todas as paçoquinhas do armário!
Sabrina: *bate com a mão na testa*
Hello: Ah! Você não pode fazer isso comigo… *solta o Sir Bigodón*
Sir Bigodón: Ah, finalmente posso respirar! Acalme-se, ninguém vai pegar suas paçoquinhas. E eu vou comprar meu pão de queijo, já volto. *Sir Bigodón abre a porta e sai da Casa Verde*
Sabrina: Hello, fique calma.
Barman: É, o Locutor estava brincando. *olha para ele bravo*
Locutor-sama: É… Eu estava.
Hello: Espero que ele não seja abduzido. *se deita no chão de barriga para cima*
Sabrina: Sabe, é um absurdo ouvir isso sendo que era para você ser alienígena.
Hello: Eu apenas cresci em um planeta extraterrestre. Isso faz de mim alienígena?
Locutor-sama: Na verdade, faz.
Hello: É, faz mais sentido.
Barman: Então… E as paçoquinhas?
Hello: São minhas!
Sabrina: Que jeito mais estranho para se começar o mês de outubro.
E finalmente, 30 de setembro! Pois afinal, trinta dias tem… Além de setembro? Ah, esquece!
No estúdio Happy Green Things, escritório da autora.
Moon: Finalmente! A última história de setembro! Eu… Estou livre.
Locutor-sama: Parabéns, senhorita Moon! *bate palmas*
Moon: Ha-ha-ha! Isso mesmo, parabéns para mim.
Cola-sama: Você ainda tem que escrever as histórias para o próximo mês.
Moon: Não seja uma estraga prazeres, Cola-sama. Nós não estamos falando do mês que vem… E sim desse mês!
Cola-sama: Mas amanhã já é mês que vem.
Moon: Caramba! Mal posso ver os movimentos dos segundos.
Locutor-sama: Uma coisa dessas seria de fato, impossível.
Moon: Claro! Onde já se viu, ver o movimento dos segundos?
Locutor-sama: Se fosse dos segundos colocados…
Moon: Aí seria uma outra história!
Cola-sama: Ei, ei, ei. Vocês estão sendo muito aleatórios.
Locutor-sama: Nós só estamos tentando estar no mesmo nível do Random.
Moon: Apesar que é muito difícil de alcança-lo!
Locutor-sama: Não que ele seja alto, mas ele é um profissional!
Moon: Exatamente!
Cola-sama: Escutem aqui!
Moon: Me recuso a escutá-la.
Locutor-sama: Eu também.
Cola-sama: Não criem uma revolta!
Moon: Está bem, está bem. O que quer falar para nós?
Locutor-sama: É bom que seja em um tom dramático.
Moon: É! Mais dramático que o Locutor-sama.
Locutor-sama: É impossível! Apenas eu tenho o dom de ser mais dramático que o Locutor-sama.
Cola-sama: Mas isso não faz nenhum sentido. Você é o Locutor-sama!
Moon: Não é para fazer sentido.
Locutor-sama: Não é para fazer sentido? Francamente, senhorita Moon! Nós devemos explicá-la como isso é importante.
Cola-sama: Graças a esse papo louco todo, esqueci o que eu ia falar.
Moon: Ora, não devia ser nada de muito importante.
Locutor-sama: A única pessoa que pode me superar… Sou eu mesmo!
Moon: Oh! *bate palmas* Muito inspirador, narrador.
Locutor-sama: Obrigado.
Cola-sama: Sim, lindo. Muito bonito. Agora, coisas importantes!
Moon: Lembro o que ia falar?
Cola-sama: Autora, você deve planejar o que vem a seguir.
Moon: Pfft! Não diga besteiras. Eu me dou bem com improvisos.
Cola-sama: O imprevisível pode traí-la.
Moon: Oh! Está tentando falar em tom dramático?
Locutor-sama: Ela ainda tem muito a aprender.
Cola-sama: Você tem certeza que-
Moon: Sim! Eu tenho certeza! Absoluta certeza. Essa é a função da autora, ter certeza quando não tem na verdade nenhuma!
Cola-sama: Você gosta de bancar a autora irresponsável para dar um toque cômico?
Moon: Mas é claro!
Locutor-sama: A realidade dever sr cômica.
Moon: Não seja bobo! A realidade deve ser dramática.
Cola-sama: Ei, ei, ei! Não comecem invertendo os seus papéis.
Locutor-sama: A questão é mais sobre ver a vida sobre um ponto de vista diferente do seu.
Moon: Isso mesmo!
Cola-sama: Ah, é?
Locutor-sama: É!
Moon: Sim, sim!
Cola-sama: Ah… Eu desisto por hoje. Mas eu voltarei!
Moon: É, você volta. Mas o bumerangue nunca volta.
Locutor-sama: O bumerangue foi em uma jornada mística, autora.
Moon: Até a vida dele é mais emocionante que a minha!
