Silly Tales

Faça como eu faço… Não! Não! A minha paçoquinha não!

Locutor-sama: Era apenas um dia comum para a senhorita Hello. Mal sabia ela, que seus planos seriam mudados pelo destino.
Hello: O quê? Eu só saí para comprar paçoca!
Locutor-sama: Entendo.
Hello: Entende? Você não sai para comprar paçoca. E o destino não vai me impedir de fazer isso!
Locutor-sama: E foi então quando aconteceu. O primeiro supermercado que ela chegou, estava…
Hello: Fechado! Fechado? Explique isso, narrador! O que você sabe sobre isso?
Locutor-sama: Eu não sei de nada. *sorri de maneira suspeita*
Hello: Mentiroso! Não acredito em você.
Locutor-sama: Mas deveria acreditar.
Hello: É só um supermercado fechado… Tem a padaria, aqui perto.
Locutor-sama: Ela demorou para andar mais do que devia. Estavam distribuindo sorvetes grátis, então ficou presa em um trânsito de crianças.
Hello: Céus! Nunca vi tantas crianças juntas. Ei! A padaria também tá fechada? Tem um binóculo, para me emprestar?
Locutor-sama: *dá na mão dela um binóculo*
Hello: Vamos ver… *usa o binóculo* FECHADO! MAS O QUÊ-
Locutor-sama: As crianças acabaram a derrubando no chão. E elas desapareceram. Assim como o sorveteiro!
Hello: Ai! Ei, você não vai me ajudar a levantar?
Locutor-sama: *se abaixa e dá a mão para ela*
Hello: Obrigada. *já de pé, observa ao redor* Dá para você explicar o que está acontecendo, de uma vez por todas? Por favor?
Locutor-sama: É muito simples, senhorita Hello. Eu irei dizer…
Hello: Diga de uma vez! Não faça suspense, seu grande bobão.
Locutor-sama: Não se pode lutar contra o destino.
Hello: Não me leve a mal, mas isso não é uma resposta satisfatória.
Locutor-sama: Pode ser, mas essa é a única explicação que encontro para a sua atual situação.
Hello: Nenhuma explicação mais… plausível?
Locutor-sama: Não.
Hello: Eu não irei desistir ainda! Seja o que for, eu não serei impedida de comprar minha paçoquinha!
Locutor-sama: E Senhorita Hello continuou a sua busca. Todos os lugares estavam fechados! Mas porque? Invasão alienígena? Fantasmas? Assalto? Esse narrador não sabe a resposta para a questão, porque o destino não a permitiu de comprar paçoquinha?
Hello: Já sei! Vou passar na casa da Tuta, já que estou por perto.
Locutor-sama: Senhorita Hello toca na campainha da mansão de Tuta-sama.
Tuta-sama: Hello? O que faz aqui? *estava no jardim*
Hello: Bem, eu queria saber se você sabe o que houve para todo lugar estar fechado. É o destino querendo me impedir de comprar paçoca?
Tuta-sama: É sim.
Hello: Sério mesmo? Não está mentindo?
Tuta-sama: Você anda acabando com as paçocas de todos os lugares, Hello. Está em uma situação emergencial!
Hello: Puxa vida… Não sabia que estava tão sério.
Tuta-sama: Estão usando um alarme para saber quando você vai chegar.
Hello: Absurdo! Eu sou a única que compra nessa época do ano.
Tuta-sama: Bem… Emergência é emergência.
Locutor-sama: Na história da hoje, a senhorita Hello aprendeu que não deve lutar contra o seu destino.
Hello: Mas que porcaria!

Green House Stories

Segredos secretos, e subsolos também!

[Hello foi andando até um local que não é visto por todas as pessoas da Casa Verde. Era uma passagem secreta, atrás de uma estante de livros.]
Hello: *tira a máscara de dormir* Vamos ver… Qual era o livro mesmo? Ah! Macacos dançando na minha cabeça, volume dois e meio.
[A estante abre um pouco, um espaço suficiente para alguém passar.]
Hello: *entra em uma sala que apenas tem uma cadeira, e uma escada para o andar de baixo* Sempre tão complicado andar por aqui…
[As escadas dão para um elevador que vai até o subsolo da Casa Verde]
Hello: *entra no elevador e boceja* Alice, nós não podíamos conversar sobre isso de manhã? Não, vamos fazer isso no meio da madrugada!
[O elevador chega finalmente até o subsolo]
Hello: Alice! Nós não podíamos resolver o que precisa amanhã?
Alice: Você não vai vir tão rápido de dia, como de noite! Agora, vamos discutir sobre assuntos importantes.
Hello: Paçoca? *vira a cabeça e faz uma cara de esperança*
Alice: Não tem paçoca, pombas!
Hello: Alice… Não fale pombas. Me lembra da autora!
Alice: Tem razão! Desculpe.
Hello: Qual é a situação, mana?
Alice: Não me chame de “mana”.
Hello: Onee-san?
Alice: Não me venha com o seu conhecimento otaku!
Hello: Desculpe.
Alice: Bom, como você já deve saber, as ideias da Moon estão andando pela cidade como zumbis.
Hello: Mas elas não tem nenhum perigo para personagens normais, não é mesmo?
Alice: Não! Elas não são zumbis comuns… Elas só são chamadas de zumbis porque a Moon cismou em chamá-las assim.
Hello: Pensei que fosse porque elas andam que nem zumbis.
Alice: É, isso também!
Hello: E o que vamos fazer?
Alice: Por causa dessas ideias, as coisas na cidade se alterar sem explicação nenhuma.
Hello: Não é porque a Moon não tem nenhum bom senso de continuidade?
Alice: É isso também, mas vamos deixar quieto e fingir que está tudo planejado.
Hello: Oh, OK.
Alice: Agora, respondendo a sua pergunta dali de cima, sobre o que vamos fazer. Virar vigilantes!
Hello: Não.
Alice: Por que não?
Hello: Dá trabalho.
Alice: Apenas pense no assunto.
Hello: Vou pensar. Agora, estou me dispensando.
Alice: Vamos embora, então.
[As duas irmãs saem do “esconderijo” conversando baixinho.]
[Barman, que estava escondido por ali, estava surpreso pois tinha quase certeza sobre ter algo de secreto naquelas estantes.]
Barman: Eu sabia! Será que tem um laboratório secreto, como no Laboratório de Dexter? Hm… É melhor eu não continuar essa investigação. Sabe se lá o que tem lá… Um estoque de paçoquinhas de emergência!

Green House Stories

La La LA~ Não é bem assim a música, mas vamos cantar no ritmo do “lalala”! *Não faça isso quando estiver com insônia.

Locutor-sama: Katsu estava dormindo até que foi interrompido por…
K-chan: Um narrador esquisito entrando no meu quarto no meio da noite.
Locutor-sama: Na verdade, eu acabei me perdendo.
K-chan: Estava procurando o quê? O banheiro?
Locutor-sama: Não pergunte. É muito embaraçoso para ser compartilhado!
K-chan: Certo…
Locutor-sama: Alguém bateu na porta do quarto.
K-chan: Espero que não seja um fantasma, batendo na minha porta.
Locutor-sama: Absurdo! Eles não batem na porta. Onde já se viu? São fantasmas. Eles podem passar pelas paredes!
K-chan: Você é um fantasma? *abre a porta*
Rika: Claro que não, K-chan!
K-chan: Rika, o que faz aqui essa hora?
Rika: Posso entrar para ler seus mangás?
K-chan: Não. Eu não tenho mangás. *olha para o lado*
Rika: Mentiroso! É por isso que eu chamo você de K-chan.
K-chan: Está com insônia?
Rika: Não mude de assunto!
K-chan: Vamos. Se está com insônia, faço um chá para você. *pega a mão da Rika com gentileza*
Rika: Mas K-chan! Eu prefiro mangás.
K-chan: Você vai ler mangás até o amanhecer, dando risada bem alto. Eu a conheço bem, Rika.
Rika: Fazer o quê? Eu sou otaku! Você é otaku!
K-chan: Por favor, não diga isso alto. Vai arruinar minha reputação!
Rika: Que reputação?
K-chan: Você não entende mesmo, não é, Rika?
Locutor-sama: Chegando na cozinha, K-chan começou a preparar o chá e Rika sentou-se na cadeira em frente da mesa.
Rika: Ei, K-chan? Sabe o que aconteceu com o Refri-san?
K-chan: O Rogério está morando no mesmo prédio do Locutor-sama.
Rika: Ah, é? E porque ele saiu da Casa Verde? Não me diga que… A autora esqueceu completamente dele!
K-chan: É bem possível.
Rika: Francamente. A Moon não tem jeito mesmo. *dá de ombros*
K-chan: Mas ele disse que queria se mudar porque queria mudar de vida.
Rika: Eu não acredito que ele acabou indo embora sem dizer nada!
K-chan: A Moon esqueceu dele.
Rika: É… Eu não acredito que a autora esqueceu dele!
K-chan: Eu acredito nisso.
Rika: É… Mas eu não quero acreditar na crueldade da realidade!
K-chan: O Rogério também disse que precisava de mais espaço para as suas coleções de mangás. E outras tralhas também!
Rika: Hm… Ele é um otaku também.
K-chan: Ele ainda não percebeu isso.
Rika: Ouviu isso?
K-chan: Isso o quê?
Rika: Isso! Parece barulho de zumbis.
K-chan: É um absurdo, zumbis não iriam passar pelo sistema de segurança daqui…
Locutor-sama: E então, a senhorita Hello apareceu andando com uma máscara de dormir na cara.
Rika: Ela não me parece um zumbi.
K-chan: Está mais para sonambulismo.
Rika: Assustador!
K-chan: Verdade. Tome o chá. *coloca em cima da mesa*
Rika: Obrigada, K-chan!
K-chan: De nada. *olha para o lado*

Happy Green Things

Essa é a última vez que… *espirra* Não, é provável que eu vá espirrar novamente.

Na varanda do Estúdio de Happy Green Things.
Moon: Está uma noite estrelada muito bonita.
P-san: É verdade.
Moon: Na nossa imaginação, tudo é mais bonito. Não concorda comigo, P-san?
P-san: Concordo.
Moon: E mesmo assim, eu não fui dormir ainda. Por que será…?
P-san: Ao invés de perguntar isso, porque você não deita e dorme?
Moon: A noite é uma criança quando se trata de escrita!
P-san: Vá dormir.
Moon: Estou com dor nas costas.
P-san: Vá deitar!
Moon: Meus olhos estão pesados…
P-san: Isso significa uma coisa, que é melhor você ir deitar e dormir.
Moon: Mas e as histórias que precisam ser escritas?
P-san: Você faz isso amanhã!
Moon: Mas… Eu quero escrever hoje.
P-san: Haverá uma chance para fazer isso amanhã.
Moon: E se eu esquecer as ideias?
P-san: Prefere acordar com sono?
Moon: O risco de esquecer as ideias é muito grande.
P-san: Não é preferível ter uma boa noite de sono?
Moon: O que é uma boa noite de sono?
P-san: Não comece a filosofar!
Moon: Filosofar… Filosofar!
P-san: Você começa a dizer coisas estranhas quando está com sono.
Moon: Uma escritora nunca dorme!
P-san: Uma escritora que nunca dorme fica de mau humor.
Moon: Pfft! Isso é apenas achismo da sua parte.
P-san: Eu tenho provas.
Moon: De matemática ou português?
P-san: Muito engraçado.
Moon: Sim, eu sei! Sou super engraçada. Eu sou… A Super Moon!
P-san: Você é a Super Moon? Sempre soube que tinha uma identidade secreta.
Moon: P-san, não seja sarcástico.
P-san: Você ter que dormir. Quer que eu seja honesto?
Moon: Acabou de ser honesto, dizendo que tenho dormir! Não é necessário ser honesto duas vezes.
P-san: Usarei da minha honestidade até você entender a necessidade de ir deitar e dormir.
Moon: Está bem, eu vou dormir.
P-san: Vai mesmo?
Moon: Vou.
P-san: Ótimo!
Moon: Sim, ótimo.
P-san: Então… Não vai dormir?
Moon: Sim, eu vou!
P-san: Então vá.
Moon: Calma!
P-san: Calma nada! Olhe para você, mal está segurando os olhos!
Moon: Por que eu seguraria os meus olhos? Você diz coisas tão estranhas, P-san.
P-san: O fato que você não entendeu o que eu quis dizer, é outro sinal que é melhor ir dormir!
Moon: Tem razão.
P-san: Lógico que tenho razão! Escute a voz da sua consciência.
Moon: Qual delas?
P-san: Eu.
Moon: Mas aí eu vou ficar com vontade de comer atum.
P-san: No máximo, só vai sonhar com atum.
Moon: Eu nunca sonhei com atum!
P-san: Então é momento de você tentar!
Moon: Está bem! Eu vou ir dormir. Isso foi muito inspirador, obrigado P-san!
P-san: De nada. E bons sonhos (com atum)!

Happy Green Things

Sonhamos pelas coisas que não temos. (?) Objetos inanimados tem sonhos, sim!

Na sala de reuniões de Happy Green Things.
Cola-sama: Nós estamos no dia 29 de setembro.
Lalali: Mas essa historinha está saindo no dia 15 de outubro!
Cola-sama: Eu sei. Mas ela já devia estar um mês adiantada!
Hércules: Considerando que ela quase entrou setembro com apenas uma historinha pronta, nós estamos no lucro, não concorda?
Cola-sama: Não importa. Ela já teve cinquenta histórias programadas! Cinquenta!
Lalali: A Cola-sama está repetindo aquela lenda novamente.
Hércules: É verdade. Será que ela não vai cansar disso?
Cola-sama: Não é uma lenda! Aconteceu de verdade!
Hércules: Você deve ter sonhado.
Lalali: Concordo!
Cola-sama: *coloca a mão no rosto* Francamente, vocês dois…
Lalali: Ora, acalme-se.
Hércules: Não é como a autora estivesse atrasada.
Cola-sama: Sei disso, mas… Ela podia se esforçar mais!
Lalali: Ela está fazendo o que pode.
Hércules: De fato!
Cola-sama: A Moon está reclamando que acabou ShiroKuma Café! Ao invés de ter assistido tão rápido, porque ela não adiantou as histórias para o blog primeiro?
Lalali: Sobre isso…
Hércules: Você não deve forçar o cérebro para descobrir respostas para perguntas tão difíceis.
Cola-sama: Estão ignorando o fato??
Lalali e Hércules: Que fato?
Cola-sama: O fato que ela está no escritório, olhando para um pôster que colocou do Pinguim-san!
Hércules: DO P-SAN?
Lalali: Não, é do Pinguim-san personagem de Shirokuma Café.
Hércules: Ah, tá!
Cola-sama: Você já viu o pôster?
Lalali: Sim, eu vi quando ela estava passando com ele.
Cola-sama: E não fez nada?
Lalali: O que eu poderia fazer? Não julgo o gosto de pôster de ninguém.
Cola-sama: Não é isso que eu quis dizer… Francamente! Vocês não tem vontade mesmo.
Hércules: Claro que nós temos.
Lalali: Temos MUITO vontade!
Cola-sama: Vocês tem mesmo?
Lalali e Hércules: Claro!
Cola-sama: Essa reunião era sobre dar um jeito nessa autora!
Hércules: Sobre isso…
Lalali: Acho que não tem jeito mesmo.
Cola-sama: Tem que ter um jeito! Tudo tem.
Hércules: A Cola-sama é realmente positiva.
Lalali: Não é?
Cola-sama: Chega! *levanta da cadeira em que estava sentada* Eu cansei dessa conversa. *sai da sala de reuniões e anda em direção do escritório da autora* Vamos ver… Eu preciso fazer algo!
[A porta do escritório é aberta]
Cola-sama: Moon!
Moon: *olhando para o pôster do Pinguim-san, vira a cabeça quando é chamada e a Cola-sama nota que está usando uma máscara de panda* Você não deveria ter visto isso.
Cola-sama: *fecha a porta* A autora não tem jeito, mesmo. Eu não devia insistir mais nesse assunto!

Green House Stories

Você está aqui, magnifico! Mas mesmo assim não vou compartilhar meu pedaço de pizza.

Locutor-sama: Estávamos os três sentados no chão, em frente a mesa baixinha no quarto do Fábio.
Fábio: Quarta-Feira! Noite! Descanso! Nada melhor do que eu arrumar uma situação confortável para o meu relaxamento. *levanta do chão*
Locutor-sama: E então Fábio colocou a pizza na mesa do seu quarto. Sentou na cadeira em frente do computador para colocar uma música de fundo…
Fábio: Ei! Que tom sarcástico de narrativa é essa? *vira a cadeira de rodinhas para trás*
Locutor-sama: Olhe o tamanho da pizza. Vai comer tudo sozinho?
Fábio: Não! Eu trouxe o Barman e você aqui para dividirem comigo… Mas agora, eu acho que-
Locutor-sama: Peço perdão, grande Fábio. Eu agradeço a enorme sorte de ter chance em ser sortudo por ser o escolhido pela sua enorme benevolência!
Fábio: Cale a boca e coma loga a pizza.
Barman: Você colocou uma música bem animada. Parece daquelas de academia!
Fábio: Ah, e é uma música para isso! De uma playlist com esse tema.
Barman: Eu não acredito nisso.
Locutor-sama: Para quê? Nós só estamos comendo pizza.
Barman: Não me diga que é para ajudar na digestão.
Fábio: Quer dizer que vocês não escutam isso enquanto comem comidas cheias de caloria?
Barman e Locutor: Não.
Fábio: Vocês são tão estranhos.
Locutor: Você que é o estranho, por aqui.
Fábio: Fala o cara que segue as pessoas e narra o que elas estão fazendo.
Locutor: *dá de ombros* Não compreende a complexidade do meu trabalho.
Fábio: E prefiro nem entender!
Barman: Deixe estar, Fábio. O Locutor é muito orgulhoso!
Locutor-sama: Eu não sou orgulhoso.
Barman: É sim.
Locutor-sama: Não sou não.
Barman: É sim!
Locutor-sama: Eu sou apenas o melhor narrador que já existiu.
Barman: Está vendo, você é orgulhoso!
Fábio: O nome para isso é arrogância, e não orgulho.
Locutor-sama: É preferível do que falsa modéstia.
Fábio: Isso soa como uma desculpa esfarrapada.
Barman: Calma, calma! Não vamos brigar.
Locutor-sama: Eu não vou brigar com ninguém.
Fábio: Nem eu.
Barman: Não é isso que diz a cara de vocês…
Locutor-sama: Mudando de assunto, você sempre relaxa do mesmo jeito? Pizza, música de academia…
Fábio: Sim, algum problema?
Locutor-sama: Você é de fato, muito estranho.
Fábio: Até parece que sou o único estranho, aqui!
Locutor-sama: *olha para o Barman* Você é estranho, caro primo?
Barman: Locutor…
Fábio: Cara, você é uma pessoa difícil. *dá de ombros* Bom, deixa para lá.
Locutor-sama: Eu não sou uma pizza difícil.
Barman e Fábio: *começam a dar risada*
Locutor-sama: Que embaraçoso! Eu ia dizer pessoa.
Barman e Fábio: *continuam a rir*
Locutor-sama: Não foi uma piada intencional. Dá para vocês pararem de rir?

Happy Green Things

A pessoa de fora está “lá fora”! Piada ruim, eu sei. Era mais engraçada na minha cabeça.

Na varanda do Estúdio Happy Green Things.
Moon: Pinguim-san, Pinguim-san.
P-san: Meu nome é P-san.
Moon: Pinguim-san.
P-san: É P-san.
Moon: Pinguim-san!
P-san: …
Moon: Credo, não precisa ficar em silêncio.
P-san: O que aconteceu? Você está fazendo uma cara de frustrada.
Moon: Eu terminei de assistir Shirokuma Café.
P-san: Finalmente. *suspira de alívio*
Moon: O que vou fazer da vida agora??
P-san: Algo mais interessante?
Moon: Quantos animes você assiste que tem pinguins, ursos, pandas e ainda por cima uma lhama dublada pelo Sebastian?
P-san: Você quis dizer pelo dublador do Sebastian.
Moon: Ah, você entendeu o que eu quis dizer.
P-san: Vai superar o fato que terminou o anime, começando a assistir outro anime.
Moon: Pode ser. Mas quantos animes eu vou escutar “Pinguim-san” na voz do Watanuki??
P-san: Você quis dizer pelo dublador do Watanuki.
Moon: E um pinguim dublado pelo Souma de Working!!!?
P-san: Oh, minha nossa.
Moon: O que foi?
P-san: Você é mesmo uma otaku, autora.
Moon: Só porque eu assisto um monte de anime?
P-san: Não, não é só por causa disso.
Moon: Só porque sei os dubladores??
P-san: É, é por causa disso.
Moon: Nada como uma pesquisa no Google não resolva!
P-san: Se a sua motivação fosse para coisas importantes…
Moon: O que quer dizer? Eu uso minha motivações para coisas importantes!
P-san: Não, não usa não.
Moon: Uso sim!
P-san: Nós realmente vamos discutir sobre isso? Vai ser bastante cansativo.
Moon: Não seja um pinguim preguiçoso!
P-san: Aposto que o Pinguim-san era muito mais ativo.
Moon: Não, não. Na maior parte dos episódios ele ficava sentado no banco e pedia café moca.
P-san: Café moca?
Moon: Bem, eu não sei o nome certo. Eu busquei e pareceu uma variação de “mocas”. É tudo muito confuso.
P-san: Entendo.
Moon: Você já está entediado da minha conversa, não é?
P-san: Na verdade, sim.
Moon: Precisa mesmo ser tão honesto??
P-san: Eu tenho a honestidade do Panda.
Moon: Você assistiu Shirokuma Café??
P-san: As habilidades do Polar, a boa vontade do Grizzly, o carisma do Lhama, a paciência do Tartaruga, a gratidão do Preguiça, a ousadia do tamanduá…
Moon: Eu já entendi que você é demais!
P-san: Sou mesmo! Sou o homem perfeito, você não acha?
Moon: Você é um pinguim.
P-san: Já sei! Autora, você deveria se casar comigo.
Moon: Você é um pinguim!
P-san: Mas sou um personagem fictício, e não daria para…
Moon: E você é um pinguim!
P-san: Sei que sou um pinguim. *pausa dramática* E com muito orgulho!
Moon: Você não precisava ter dito isso com a sua peruca roxa.

Hello-san Legends

Especial dia das crianças. ~Ou uma historinha qualquer que tem crianças no meio! ~

“Hello fazendo cosplay de Goku *está de criancinha* Zelda e Liam do futuro, Zezé e Tadeu, e Tuppence.
Hello: Hoje é dia das crianças! E por algum motivo inexplicável, eu estou de criança.
Zezé: Mas a Tia Hello não usou uma máquina para rejuvenescer?
Tadeu: Ou pulou em uma fonte da juventude?
Tuppence: Ou usou uma purpurina suspeita?
Hello: Pfft! Parem de procurar explicações, jovens?
Liam: Eu só ia perguntar o porquê de você estar com cosplay de Goku.
Zelda: A pergunta melhor não seria o porquê dela ter nos chamado do futuro para ver aqui as palhaçadas dela?
Hello: Oh! Quanto mal humor.
Zelda: Você nem sabe o que fez! Eu ia comer maria mole que o pai havia feito… *se abaixa, deprimida*
Liam: E eu, ia comer rapadura!
Hello: Dizem que são meus filhos, e não gostam de paçoca?
Liam: Mesmo que a gente gostasse, nem em um milhão de aninhos você ia dividir com a gente.
Hello: É, isso parece algo que eu faria, mesmo.
Zezé: E o que nós vamos fazer?
Tadeu: Vamos ficar aqui, só falando bobagens?
Tuppence: Eu vou pintar meus livros.
Hello: Céus! A coleção do Jardim Nem tão Secreto?? Isso não é coisa para criança. Você devia pintar palhacinhos! Não, isso é assustador demais.
Tuppence: Eu sou uma criancinha refinada.
Hello: Vamos ver, vamos ver… Nós vamos pegar uma esfera!
Zelda e Liam: Do dragão?
Hello: Sim! É a esfera do dragão dos doces.
Zezé: Nunca ouvi falar.
Tadeu: Hm… Nem eu.
Tuppence: Invencionices!
Hello: Nunca vi crianças tão mal humoradas.
Zelda: Bom, vamos de uma vez! Eu queria comer minhas marias moles.
Liam: E eu, minhas rapaduras!
Hello: Vocês não estão me levando a sério…
Zelda: Claro que estamos.
Liam: Nós sempre levamos nossa mãe a sério.
Zelda: Mesmo que ela esteja como uma criancinha e fazendo cosplay de Goku.
Hello: Qual o problema do meu cosplay de Goku??
Zelda: Não tem a nuvemzinha.
Tuppence: Oh, é mesmo. Bem que achei que faltava algo…
Zezé: Goku não é ninguém sem sua nuvem!
Tadeu: Afinal de contas, ele não voa!
Zezé: Como ele vai visitar os habitantes das nuvens sem sua nuvenzinha?
Tadeu: Como??
Hello: Tá na cara que vocês nunca viram Dragon Ball, não é?
Zezé e Tadeu: É muito violento!
Zelda: Então… Onde está essa esfera?
Liam: E o dragão?
Hello: Oh? Eu acho que esqueci de preparar.
[Zelda e Liam usam um relógio de pulso especial para voltarem ao seu tempo]
Hello: Que rude… Foram sem me dar tchau. Mas pelo menos ainda tenho vocês, não é gente?
[Todo mundo foi embora]
Hello: É, eu não sou mais criança faz muito tempo! Essa aventura não deu certo, isso que dá planejar em cima da hora!

Happy Green Things

Tudo é questão de distância… Ou de preguiça de levantar e pegar o controle da televisão.

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Agradeço por terem vindo. Por favor, sentem-se nessas cadeiras e miniatura que foram feitas exclusivamente para vocês.
Random: Conteúdo exclusivo! *senta na cadeira*
Capitão Yay: São cadeiras para bonecas.
Moon: Bah! Deixa de ser chato, senta aí logo.
Capitão Yay: Tá, tá! *senta na cadeira*
Moon: Vocês dois devem estar se perguntando, o porquê que eu os chamei aqui?
Capitão Yay: Na verdade, não!
Random: Eu estava!
Moon: Irei dizer, mesmo que um de vocês não pareça estar interessado.
Capitão Yay: Eu não estou-
Moon: Já sei, já sei! *dá de ombros* Você não está interessado.
Random: Moon, você não precisa olhar para ele com esse desprezo todo!
Moon: Quem falou em desprezo? Só estou tentando deixar ele assustado.
Capitão Yay: *tremendo*
Moon: A autora intimidou Capitão Yay com sucesso! Yay!
Capitão Yay: Eu não achei essa piada engraçada.
Moon: Relaxe, relaxe!
Random: Não vai falar o porquê de uma vez? Estou ficando inquieto!
Capitão Yay: Essa cadeira não é nem almofadada…
Moon: Silêncio! Vou dizer de uma vez por todas.
Random: Oba!
Capitão Yay: Aposto que você só vai enrolar ainda mais…
Moon: Eu não estou enrolando!
Capitão Yay: Está sim!
Moon: É apenas suspense.
Capitão Yay: É outra palavra para “tô enrolando essa historinha”!
Moon: Você quer ouvir ou não???
Capitão Yay: Na verdade não…
Random: Calma, Cap! Vamos ouvir a Moon.
Moon: Ótimo! Escutem bem. Os seus ouvidos estão bem limpos?
Random: Eu tenho ouvidos?
Capitão Yay: Se você não tem ouvidos, como é que escuta??
Random: Mistérios da vida…
Moon: Escutem, meus caros baixinhos….
Capitão Yay: Estamos escutando.
Moon: Vocês estavam fazendo as historinhas com tema de “perdidos”.
Random: Sim, nós estávamos.
Capitão Yay: Nós bem que podíamos nos perder em lugares mais confortáveis.
Moon: Ah, vai fazer exigências, agora?
Capitão Yay: Não me olhe com essas expressões sarcásticas!
Moon: Eu estava pensando em fazer uma coisa diferente! Por exemplo, Perdidos 2: Amor por sardinhas “Eles encontram o amor… por sardinhas.”
Random: Eu não gosto de sardinhas.
Capitão Yay: Nem eu.
Moon: Por isso que eu disse que vocês vão encontrar!
Random e Capitão Yay: Duvido!
Moon: Minha ideia foi rejeitada… Eu pensei com tanto carinho.
Capitão Yay: Você apenas acha a palavra “sardinha” engraçada.
Random: A palavra pode ser, mas não muda o fato de eu não gostar de sardinha.
Capitão Yay: Random, não precisa ser simpático. Essa autora é muito folgada!
Random: Eu soube que ela pede para outras pessoas pegarem o controle da televisão!
Moon: Eu mal assisto televisão.
Random: Isso não muda nada!
Capitão Yay: Essa autora só arranja desculpas!
Moon: Cansei! Essa história acaba por aqui. *pega os dois em cada mão* Vão embora. *se abaixa e coloca os dois no chão, do lado de fora.* Bye-bye!
Capitão Yay: Qual será o próximo lugar para nós nos perdermos?
Random: Que tal em uma caverna?
Capitão Yay: Boa!

Random Adventures

Por alguma razão, a história de ontem tem continuação!

Random: Nós estamos no meio de uma floresta!
Capitão Yay: Perdidos, novamente! Eu não consigo acreditar nisso.
Random: Bem, nós tivemos que descer do táxi…
Capitão Yay: Eu não acredito que o nosso dinheiro acabou…
Random: Oh! Não acabou.
Capitão Yay: Não??
Random: Estava no meio outro bolso!
Capitão Yay: Você tem bolsos??
Random: Claro, bobinho! Eu visto calça, sabe. Com bolso!
Capitão Yay: Er…
Random: Bolsos!
Capitão Yay: Já entendi, já entendi!
Random: Hm, o meu celular não pega.
Capitão Yay: E como você chamou o táxi da outra vez??
Random: O táxi apareceu do nada! Como uma miragem!
Capitão Yay: Uma miragem que pegou uma parte do nosso dinheiro.
Random: Então não era uma miragem!
Capitão Yay: Não me diga!
Random: Deixa de ser sarcástico! Vamos andando.
Capitão Yay: Nós já estamos andando.
Random: Quanto mal humor…
Capitão Yay: Se você é alegre, eu tenho que ser sarcástico e mal educado para contrabalançar.
Random: Mal educado? Você é apenas mal humorado.
Capitão Yay: Mas pessoas mal humoradas são normalmente mal educadas!
Random: Pare de inventar mitos.
Capitão Yay: Certo, certo…
Random: Olhe! Um cactus!
Capitão Yay: No meio de uma floresta? Isso não faz sentido!
Random: Vai ver que ele pegou um táxi e fugiu do deserto.
Capitão Yay: Isso… Realmente não faz sentido!
Random: Em uma historinha da Moon sempre acontece as coisas dessa maneira.
Capitão Yay: Essa é a desculpa padrão, não é?
Random: Ah, sim! Quero dizer, não é desculpa nenhuma.
Capitão Yay: Então…
Random: Nós vamos falar com o cactus!
Capitão Yay: Cactus não falam!
Random: Eu sou um boneco de palito e eu falo!
Capitão Yay: Isso é um argumento?
Random: Para mim, é?
[Os dois ficaram olhando para o Cactus]
Capitão Yay: Acho que ele não fala.
Random: Ele pode ser tímido!
Capitão Yay: Está certo… Senhor Cactus?
Random: Viu! Viu! Até você está tentando falar com ele.
Capitão Yay: Ele não respondeu.
Random: Oh.
Moon: Na verdade, eu não consigo decidir se faço ele falar ou não.
Random: Autora!
Capitão Yay: Que ótimo! Era o que precisávamos. A autora, indecisa.
Moon: Se eu fizer ele falar, o que ele vai dizer?
Capitão Yay: Qualquer coisa!
Moon: Não pode ser qualquer coisa!
Random: Eu gosto de leite com chocolate?
Moon: Não.
Random: Mas que porcaria.
Moon: Oh! Já decidi. Fiquem aí-
Capitão Yay: Espera aí!
Random: O que o cactus vai falar?
Cactus: CEREAL!
Capitão Yay: Mas que bobagem.
Random: Moon, é você que está falando. Dá para ver você atrás desse cactus.
Moon: Certo… Certo. Mas o cactus também é de mentira!
Capitão Yay: Bom, isso não é de se surpreender. Estamos em uma floresta, afinal de contas!