Sra Madame Tuta-sama

Uma vida secreta como Garota Mágicas! Guerreiras Mágicas… Não importa. Dá para entender alguma coisa.

Algumas horas antes.
Rika: *em frente ao apartamento do Locutor-sama, toca a campainha*
Locutor-sama: *abre a porta* Posso ajudar em alguma coisa?
Rika: Pode sim, Bonnibel!
Locutor-sama: *tenta fechar a porta, mas o pé da Rika o impede*
Rika: Vamos, vamos. Acalme-se, Bonnibel.
Locutor-sama: Por favor, não vá entrando tão casualmente assim!
Rika: Mas eu preciso da sua ajuda!
Locutor-sama: *fecha a porta* O que você quer?
Rika: Não acabou de ouvir que preciso da sua ajuda, garota mágica Bonnibel?
Locutor-sama: Eu fui só uma temporária! Não vou participar daquilo outra vez!
Rika: Mas…
Locutor-sama: Além do mais, a ideia foi tão fracassada que a autora nem terminou a saga dos esmaltes mágicos corretamente!
Rika: Ah, ela ficou com preguiça!
Locutor-sama: Exatamente! Eu me recuso a participar-
Rika: Achei! Seu broche de garota mágica! Vamos lá, Bonnibel!
Locutor-sama: Antes de mais nada, quem falou para você que?
Rika: Oh! Bichinhos de pelúcia de guaxinins!
Locutor-sama: Não entre no meu quarto!
Rika: Eles são um trio! Que bonitinho!
Locutor-sama: Vamos logo… Antes que eu me arrependa.

No Colégio Senhora Madame Tuta-sama.
Lara: Nunca ia imaginar que ia haver tantos deles essa hora da noite. Droga! *vai correndo em direção a espada* Mas o quê?
[As ideias zumbis começaram a se juntar em uma ideia só.]
Lara: Ah, ótimo!
[Rika apareceu e conseguiu derrubar a grande ideia zumbi com o martelo]
Rika: Sinta o meu poder de garota mágica! *faz a pose de paz e amor* Vamos, Bonnibel! Faça a pose também.
Bonnibel: *suspira* Não, eu não quero.
Rika: Francamente… Oh! Uma garota mágica!
Lara: Guerreira mágica.
Rika: Garota mágica!
Lara: Guerreira mágica! Não somos velhas demais para sermos consideradas garotas??
Rika: Que absurdo! Nós somos todas garotas nos nossos corações… *vira para trás* Bonnibel! Você já acabou com todas as ideias zumbis??
Bonnibel: Hmm? Eu só estava…
Rika: Não acredito nisso! Você já acabou com todas as ideias zumbis??
Lara: Você fez a mesma pergunta duas vezes!
Rika: Ah! Tem razão.
Bonnibel: Bom, se as ideias zumbis já acabaram, nós vamos embora…
Lara: Assim, sem mais nem menos?
Bonnibel: Essas ideias zumbis não deveriam estar andando pelo colégio… Normalmente ficam em lugares abandonados.
Rika: Oh! Agora que você falou…
Bonnibel: *olha para o chão*
Rika: E você seria…?
Lara: Larissa, mas pode me chamar apenas de Lara.
Rika: Prazer, Lara! Eu sou Rika. E essa é a Bonnibel.
Lara: Ah, Prazer.
Bonnibel: *fica em silêncio*
Rika: Não seja tímida, Bonnibel! Vamos, vamos! Tchau, Lara!
[As duas foram embora e a Lara ficou sozinha.]
Lara: Que pessoal esquisito…

Sra Madame Tuta-sama

E finalmente, essa história que estou planejando há meses: A estréia do Colégio Senhora Madame Tuta-sama!

Na sala dos professores no Colégio Senhora Madame Tuta-sama.
Lara: *mascando chiclete e fazendo uma bola*
Pascoal: Não acha isso um mal exemplo?
Lara: *faz sinal de não com a cabeça*
Pascoal: É. Eu devia imaginar.
Vlad: As coisas ficaram bem estranhas depois da confusão que aconteceu no evento de matemática.
Pascoal: Sim, sim. A diretora comentou que encontrou arquivos com o nome da escola diferente.
Vlad: Estranho.
Pascoal: Isso é mais do que estranho. Deve ter alguma coisa a ver com os zumbis que entraram aqui!
Vlad: Pode ser, pode não ser.
Pascoal: Tem alguma teoria?
Vlad: Ideia falida sobre um especial de dia das bruxas!
Pascoal: É uma ideia boa.
Vlad: Ou uma ideia nem tão boa.
Pascoal: Lara, dá para você cuspir esse chiclete? Por favor?
Lara: *levanta da cadeira que estava sentada*
Vlad: A Lara está agindo estranho.
Pascoal: Ela normalmente age estranho.
Vlad: O chiclete não é do sabor que ela costuma comprar!
Pascoal: Oh, é verdade. O que será que aconteceu.

No corredor, perto da sala dos professores.
Lara: Hm… Eu devia ter comprado o sabor que sempre- Oh. Estou falando sozinha de novo. *coloca a mão na testa* Hmm?
[Coisas estranhas se aproximavam, se arrastando como fossem zumbis.]
Lara: Você é bem pequeno, não é? *abaixada* Vamos ver… *usa um espelho de mão para prender a ideia zumbi* Em que local da escola elas devem estar se escondendo…?
Pascoal: Lara? Está fazendo o que, abaixada?
Lara: Ah! Eu… Estou fazendo nada de importante.
Pascoal: Quer ajuda para se levantar?
Lara: Sim, obrigada. *pega a mão do Pascoal*
Pascoal: Aconteceu alguma coisa? Normalmente você não joga fora tão rápido o seu chiclete. E nem parecia estar querendo me irritar!
Lara: Oh, Pascoal! Então você ficou na expectativa?
Pascoal: Não é que eu tenha ficado na expectativa, mas…
Lara: Entenda, Pascoal! Nós estamos na época de finais…
Pascoal: Ah, sim! Nós temos que agir como adultos responsáveis de vez em quando.
Lara: Não parece que você faz uma coisa dessas.
Pascoal: Claro que faço! Aliás, eu sou um adulto responsável o tempo todo.
Lara: É? Que bom para você. *começa a dar risada*
Pascoal: Você definitivamente está estranha…
Lara: Agora com licença, eu preciso ir ao banheiro.

No banheiro feminino do andar.
Lara: *lavando as mãos* Tem alguma coisa muito estranha. Essas ideias zumbis estão se comportando de uma maneira diferente do normal.
[Um barulho alto dentro do banheiro]
Lara: Mas o quê-
[Uma ideia zumbi aparece, mas Lara rapidamente derrota com uma espada]
Lara: Felizmente, não havia ninguém no banheiro além de mim… E até que ser uma guerreira mágica tem suas vantagens. *a espada desaparece* Já vi que terei que voltar de noite aqui.

Happy Green Things

Conversas podem ser interessantes! Não podem? Claro que podem!

No escritório da autora, no Estúdio Happy Green Things.
Locutor-sama: Senhorita Moon, posso fazer uma pergunta?
Moon: Claro que pode.
Locutor-sama: Por que o P-san está morando na varanda do estúdio?
Moon: Porque as nozes se chamam nozes? Eu nunca poderei entender isso.
Locutor-sama: Eu perguntei primeiro.
Moon: E eu perguntei segundo. Que diferença faz?
Locutor-sama: A diferença é que quem pergunta primeiro deve ser respondido logo, não acha?
Moon: Não acho.
Locutor-sama: Autora, por gentileza. Não vamos começar…
Moon: Nós não vamos começar nada! É muito responsabilidade.
Locutor-sama: Eu acho que-
Moon: Não precisa achar! Você sabe como são os unicórnios.
Locutor-sama: Nós não estávamos falando sobre unicórnios.
Moon: Tem razão! Estávamos falando sobre nozes.
Locutor-sama: Nozes.
Moon: Nozes!
Locutor-sama: Eu só queria saber o porquê o P-san estar morando na varanda!
Moon: Eu entendi muito bem a sua pergunta.
Locutor-sama: E já que você não respondeu a primeira, aí vai a segunda pergunta.
Moon: Diga.
Locutor-sama: O que P-san, nozes e unicórnios tem em comum?
Moon: Nada. Eles não são amigos nem nas redes sociais! Isso não é triste?
Locutor-sama: Autora, eu queria entender como alguém pode ficar se divertindo tanto como você.
Moon: E quem disse que nesse momento estou me divertindo?
Locutor-sama: É claro que está se divertindo!
Moon: Não é nada dramático da sua parte. E as nozes?
Locutor-sama: Que nozes? Que NOZES?
Moon: Calma, não precisa ficar nervoso.
Locutor-sama: Eu não estou nervoso! Estou muito tranquilo, para dizer a verdade.
Moon: Não é o que parece.
Locutor-sama: Está entendendo tudo errado.
Moon: É você que não quer falar sobre as nozes. Ou os unicórnios.
Locutor-sama: Por que eu ia querer falar sobre essas duas coisas se quero saber é do P-san??
Moon: Não se meta na vida pessoal dele!
Locutor-sama: Que vida pessoal? Ele está morando na varanda!
Moon: Já vi que você não entende de nada…
Locutor-sama: Senhorita Moon, estou a ponto de perder a minha paciência.
Moon: Não a perca! Coloque em uma… coleira.
Locutor-sama: Paciência não se coloca em coleira.
Moon: Tem razão! É uma coisa impossível, não é? *começa a dar risada* Quanta besteira minha!
Locutor-sama: Será que é muito difícil de responder a minha pergunta?
Moon: Que pergunta? Você já me perguntou várias coisas que comecei a me perder!
Locutor-sama: Isso é por algum estranho motivo que decidiu que iria me enrolar até o final da historinha!
Moon: É? Eu tenho motivos tão bizarros.
Locutor-sama: A varanda. O P-san.
Moon: Quer saber de uma coisa? Nem tinha notado que ele estava morando na nossa varanda.
Locutor-sama: Eu desisto.

Happy Green Things

Açúcar! Sim, por favor. Acabou o açúcar normal, serve mascavo?

Na varanda do Estúdio Happy Green Things.
P-san: Onde estará a autora? Ela não apareceu ainda. Será que aconteceu algo?
Hello: P-san! P-san!
P-san: Hello! O que aconteceu?
Hello: O que aconteceu? Eu não sei o que aconteceu. Só sei que tenho uma pergunta a fazer para você.
P-san: E quanto a Moon?
Hello: A Moon? Sei lá da Moon! Tenho algo muito mais importante.
P-san: Uma caixa com uma metáfora?
Hello: Uma caixa com uma metáfora? Por que eu traria uma coisa dessas para você?
P-san: Não sei. Sabe, eu fico imaginando coisas.
Hello: P-san! Escute bem o que vou falar. Esqueça dos seus problemas, e agora ouça a pergunta.
P-san: Certo, certo.
Hello: Você conhece um unicórnio?
P-san: Um unicórnio? Conheço sim.
Hello: Oh! Incrível, P-san. Eu também queria conhecer um unicórnio.
P-san: É? E para quê?
Hello: Eu queria ser uma funcionária de escritório que tem um unicórnio!
P-san: Não sei se seria uma boa ideia.
Hello: O quê que não seria uma boa ideia?
P-san: Um unicórnio em um escritório.
Hello: Sério?
P-san: Sério.
Hello: Mas… porquê?
P-san: Unicórnios não são criaturas que devem ficar presas em escritórios. Podem acontecer… Desastres.
Hello: Desastres? De que tipo?
P-san: Quer mesmo saber?
Hello: Claro que quero!
P-san: Não sei se está pronto para saber disso.
Hello: Não faça suspense!
P-san: A questão não é bem sobre fazer suspense.
Hello: Não?
P-san: A verdade é difícil de ser dita.
Hello: E…?
P-san: E não acho apropriado.
Hello: Você não acha apropriado!
P-san: Um unicórnio não foi feito para ficar em um escritório.
Hello: Quem disse?
P-san: A minha opinião.
Hello: Mas…
P-san: Escute. Unicórnios são criaturas que devem ser livres.
Hello: São?
P-san: Sim. Um escritório não é um lugar apropriado para eles. Podem haver consequências terríveis!
Hello: De que tipo?
P-san: Comentários anônimos de ódio na internet.
Hello: Caramba!
P-san: A verdade não é difícil de ser dita?
Hello: É mesmo. Mas porquê um unicórnio fofinho faria uma coisa dessas?
P-san: Por estar preso em escritório.
Hello: Minha nossa!
P-san: A felicidade deles é roubada por ficar em um lugar como esse.
Hello: Nunca pensei nisso…
P-san: É melhor você pensar.
Hello: Pobres unicórnios presos em escritórios! Eles não sabem o que estão fazendo.
P-san: Sim. Eles são cegados pela raiva…
Hello: Ninguém fará nada para mudar isso?
P-san: Não se preocupe, Hello. Unicórnios também não são permitidos em escritórios.
Hello: Mesmo que eles queiram trabalhar lá?
P-san: Sim. É mortal para eles!

Random Adventures

Eles estão perdidos. Perdidos! E os tênis, também foram perdidos. Mas isso aconteceu há muito tempo…

Random: Céus. Estamos perdidos novamente, Cap.
Capitão Yay: Sim, Random. Isso eu já percebi.
Random: Mas isso é realmente muito estranho…
Capitão Yay: É estranho, mesmo.
Random: Como nós viemos parar aqui…
Capitão Yay: Em uma tumba egípcia??
Random: É muito misterioso.
Capitão Yay: E sem explicação nenhuma!
Random: Estava esperando uma explicação plausível?
Capitão Yay: Claro que eu estava?
Random: Tolinho! Estamos em uma historinha da Moon.
Capitão Yay: É verdade! Então… Nada de explicações.
Random: Nada!
Capitão Yay: Isso é terrível.
Random: Existem coisas piores!
Capitão Yay: Do tipo? Pode dar um exemplo?
Random: Mas é claro! Múmias.
Capitão Yay: Múmias??
Múmia-Chefe: Sim! Vocês invadiram a nossa tumba.
Random: Oh! Sinto muito.
Capitão Yay: Escute bem, senhor Múmia… Nós não viemos aqui para invadir a sua tumba.
Múmia-Chefe: Não? Então vieram aqui fazer o quê?
Random: Participar da sua festa!
Múmia-Chefe: Hm… Explicação interessante.
[Múmias saem dos seus sarcófagos, e começam a dançar.]
Capitão Yay: E eu pensei que já tinha visto de tudo.
Random: Oh! Você não viu nada.
Múmia-Chefe: Escutem aqui. Nós não convidamos vocês para a nossa festa secreta.
Capitão Yay: Desculpe por isso…
Múmia-Chefe: Nós não gostamos de penetras.
Random: Não pense dessa maneira, senhor Múmia!
Capitão Yay: Pode pensar em nós como convidados especiais.
Múmia-Chefe: Convidados especiais?
Random: Convidados especiais!
Múmia-Chefe: Ainda penso em vocês como penetras.
Capitão Yay: O Senhor não podia mudar de ideia?
Random: Por favor? Por favorzinho?
Múmia-Chefe: Não sei…
Múmia 1: Chefe! Nós temos um problema.
Múmia 2: Um problema maior que a esfinge!
Múmia-Chefe: Minha nossa! O que aconteceu, múmias?
Múmia 1: É “aquilo”!
Múmia-Chefe: Aquilo! Nós estamos realmente com grandes problemas.
Random: E o que é aquilo?
Múmia-Chefe: Sardinhas.
Capitão Yay e Random: Sardinhas??!
Múmia-Chefe: Olhando para vocês dois, acabei tendo uma ideia genial!
Capitão Yay: Não estou gostando disso.
Random: Nem eu.
Múmia-Chefe: Escutem, estranhos viajantes penetras de festas. Se quiserem participar e saírem daqui vivos…
Capitão Yay: Eu já sei o que ele vai falar.
Random: Também sei!
Múmia-Chefe: Vocês terão que comer sardinhas!
Capitão Yay: Você não pode nos obrigar.
Random: É! Nós odiamos sardinhas.
Múmia-Chefe: Então irão aprender a amá-las!
Um tempo depois…
Capitão Yay: Eu não acredito nisso.
Random: Nem eu.
Capitão Yay: Quantas sardinhas tivemos que comer?
Random: Não sei. Estava tenso demais para fazer as contas!
Capitão Yay: De qualquer forma, continuarei a não gostar de sardinhas.
Random: Igualmente!
Capitão Yay: Nós comemos para uma vida inteira.
Random: E é uma vida que eu não queria ter!
Capitão Yay: Porcaria de sardinhas.

Happy Green Things

Dentro do meu escritório, tinha um vampiro. E ele era um cara muito chato!

No Estúdio Happy Green Things.
Moon: *abre a porta do seu escritório* Mas o quê-
Locutor-sama: Seja bem vinda, senhorita Moon.
Moon: Locutor? O que está fazendo, vestido de vampiro? Ainda faltam sete dias para o Halloween.
Locutor-sama: Nunca é cedo demais para se preparar.
Moon: Se preparar? Está ansioso, é?
Locutor-sama: Ou eu apenas ache que fico muito mais dramático vestido de vampiro.
Moon: Você não está com os dentes.
Locutor-sama: Não importa. O que vale é a intenção – E a CAPA! *faz uma virada dramática*
Moon: Ah, é? Vampiros são chatos.
Locutor-sama: Eles não são chatos.
Moon: São chatos sim!
Locutor-sama: Você não entende os vampiros.
Moon: E prefiro continuar sem entendê-los!
Locutor-sama: E ferir os sentimentos deles?
Moon: Quem se importa com os vampiros?
Locutor-sama: Bom, eu não me importo com eles.
Moon: Se não se importa, então está vestido como um para…?
Locutor-sama: A capa, senhorita Moon. Eu fico muito mais estiloso.
Moon: A capa, é? E teve todo o trabalho para comprar uma roupa dessas. Que desperdício de salário!
Locutor-sama: O que faço com o meu dinheiro, é problema meu.
Moon: A Tuta não ia curtir isso.
Locutor-sama: Eu não-
Moon: Mas você devia se importar com a opinião dela!
Locutor-sama: Não era bem isso que eu ia dizer.
Moon: Não era, mas sabe como é divertido interromper o que o narrador ia dizer? SABE?
Locutor-sama: Não, não sei. Interromper o que os outros iam falar é muita falta de educação da sua parte.
Moon: Ora, você está se preocupando demais, narrador vampiro! Não esquente a cabeça e tudo ocorrerá bem no final.
Locutor-sama: Está tentando me enrolar?
Moon: Que absurdo! Por que eu faria uma coisa dessas?
Locutor-sama: Porque você acha isso muito divertido!
Moon: Está dizendo que eu me divirto às suas custas?
Locutor-sama: Sim. É o que estou dizendo.
Moon: É uma pena mesmo, Locutor vampiro… Eu deveria voltar a falar “batata” o tempo todo.
Locutor-sama: Não faça isso, por favor.
Moon: Me dê um bom motivo!
Locutor-sama: Um bom motivo? É muito esquisito.
Moon: Esquisito? Você sabe o que é MUITO ESQUISITO MESMO?
Locutor-sama: Não sei, mas posso tentar deduzir.
Moon: Não, você não pode!
Locutor-sama: Autora, já vi que não entende que sou um narrador de muitas habilidades.
Moon: Como aparecer vestido de vampiro, seu esquisitão??
Locutor-sama: Eu não vejo nada de errado com isso!
Moon: Pois eu vejo.
Locutor-sama: Acho que falar “batata” é mil vezes por cento mais esquisito.
Moon: Mil vezes por cento? Está exagerando!!
Locutor-sama: Eu apenas exagero em ocasiões especiais.
Moon: E essas “ocasiões especiais” seriam…?
Locutor-sama: Ocasiões dramáticas, obiviamente.
Moon: Ah, mas é claro. Devia ter adivinhado!

Happy Green Things

Vai ser o nosso segredo, eles disseram. Mas é sorvete! Vão contar para todo mundo amanhã, de manhã.

Na varanda do Estúdio de Happy Green Things.
Moon: P-san! P-san.
P-san: *dormindo em pé*
Moon: Pinguins são capazes de fazer isso?
P-san: *acorda* Não! Não todos os pinguins. Apenas eu! Não sou como os outros pinguins.
Moon: Certo, certo. Senhor floquinho de neve!
P-san: Moon! Não… Isso é…
Moon: Isso é o quê?
P-san: Uma história engraçada, nem te conto! O que tem nessa caixa?
Moon: Uma metáfora, amigo pinguim!
P-san: Não sabia que metáforas são guardadas em caixas.
Moon: Sabe o que dizem! Vivendo e aprendendo, aprendendo de vivendo! E engordando. De decepções.
P-san: Ah, esqueça. Você vai superar suas decepções!
Moon: Você não sabe como é difícil desenhar em Okami!
P-san: Tenho certeza que vai superar isso.
Moon: Bom, sobre a caixa.
P-san: A caixa. O que tem na caixa?
Moon: Ah, você está curioso!
P-san: Claro que estou curioso. Quem não ficaria curioso?
Moon: A curiosidade… Matou o gato! Com um candelabro! Na sala de estar! Espera. Isso não é muito correto! Os gatos não-
P-san: Não diga coisas sem sentido. E coitado dos gatos.
Moon: Pobres gatos! Não façam isso! Eles devem ser livres! Não os limitem. Gatos tem que viver seus sonhos!
P-san: Moon, foco.
Moon: Foco. Foco… Sim, foco! Eu estou focada! Super focada.
P-san: Agora… A caixa.
Moon: Caixa! Sim, a caixa. Tome.
P-san: *abre a caixa* O que é isso? Um papel?
Moon: Sim! Um papel!
P-san: Está escrito “lógica”.
Moon: Sim! Muito bem, P-san. Acabou de provar que sabe ler!
P-san: Não é esse o ponto!
Moon: Caixas não tem pontos! P-san, como você é bobinho.
P-san: Não vai me dar uma explicação razoável?
Moon: “Existe algo mais importante que a lógica: a Imaginação. Se a idéia é boa, jogue a lógica pela janela.”
P-san: De quem é a frase?
Moon: Alfred Hitchcock.
P-san: Você pesquisou isso no Google, não é?
Moon: Viva o google!
P-san: E com essa frase você aprendeu uma coisa muito importante.
Moon: Exatamente, P-san! A lógica é a coisa que menos importa.
P-san: Coitada da lógica!
Moon: A partir de hoje, a lógica deixará de existir para mim!
P-san: Você já não lida muito com a lógica, para começo de conversa.
Moon: Sábias palavras. Mas é uma boa frase!
P-san: Ah, sim. É uma boa frase!
Moon: Cara! Como eu gosto de frases.
P-san: É, frases. Como são legais!
Moon: Você está entediado, não está?
P-san: Ainda não entendi porque tem um papel escrito “lógica” dentro da caixa. Sinto que você me enrolou.
Moon: Jamais entenderá metáforas, meu amigo pinguim!

Happy Green Things

Longe de ser típico, longo demais para ser um vestido… É uma coberta! Coberta por outras cobertas. Estranho.

Locutor-sama: Caminhei lentamente até o escritório da senhorita Moon no Estúdio Happy Green Things. Ouvia o barulho de chuva, e a atmosfera estava bastante pacífica. Mas! Esse narrador aqui estava sendo tolo, mal sabia o que aguardava no seu destino!
Random: Um sabonete!
Locutor-sama: Um sabonete? Não. Espero que não. Eu não quero escorregar em um sabonete.
Random: Não se preocupe! Eu te protejo, com minha espada flamejante!
Locutor-sama: Guarde isso, Random. Antes que alguém se queime!
Random: Desculpe.
Locutor-sama: Estávamos na frente da porta. E eu a abri! Uma cena muito esquisita estava a minha espera.
Moon: Batata.
Random: Batata?
Locutor-sama: Uma pausa dramática aconteceu. O que aconteceu com a senhorita Moon? Por que ela está usando um capuz escuro?
Random: A fase gótica é na adolescência!
Locutor-sama: A Senhorita Moon não superou a adolescência.
Random: Ainda escuta Avril Lavigne?
Moon: Batata! *levanta do chão*
Locutor-sama: Misterioso!
Random: Muito misterioso.
Moon: Batata.
Random: Onde será que tem batata?
Locutor-sama: Silêncio. Nós podemos estar sendo testados!
Random: Para sermos personagens principais?
Locutor-sama: Nós já somos personagens principais.
Random: Ah! Ainda bem.
Moon: Batata!
Locutor-sama: Senhorita Moon, nós não estamos entendendo o que está acontecendo.
Random: Nós não temos um dicionário de batatas!
Moon: Batata. Batata! Batata!
Random: Muitas batatas.
Locutor-sama: Isso já está começando a ficar preocupante!
Moon: Batata?
Locutor-sama: Autora, por favor. Nós estamos assustados!
Moon: Batata!
Random: Será que ela entrou em uma sociedade secreta de batatas?
Moon: Batata.
Locutor-sama: Existe uma coisa dessas?
Random: Nunca se sabe.
Moon: Batata. Batata.
Locutor-sama: É melhor nós voltarmos outra hora.
Random: Com batatas?
Locutor-sama: Batatas. Essa deve ser a chave do segredo para salvá-la!
Moon: Batata!
Locutor-sama: As luzes se apagaram. E de repente, se acenderam, e vimos algo inacreditável!
Random: Minha nossa senhora dos bonecos de palito!
Locutor-sama: Por todos os mestres dramáticos!
Random: Pelas barbas de Odin!
Locutor-sama: Minha nossa!
Random: Isso é assustador.
Locutor-sama: O que há na cabeça da autora?
Moon: Francamente! Até quando vocês vão ficar nessa?
Locutor-sama: Ela está curada.
Random: Pelo nosso bom senso!
Moon: Tsc. Tsc! Vocês estragaram tudo! Todo o clima de terror.
Random: Tinha clima de terror?
Locutor-sama: Tudo que aconteceu foi você estar com um capuz preto, e falar batata.
Random: E as luzes se apagaram!
Locutor-sama: E nós ficamos espantados.
Random: Muito espantados.
Moon: Certo, certo. Eu já entendi! Agora eu vou mandar vocês irem embora, pois tenho uma reflexão importante para fazer.
Random: Sobre batatas?
Moon: Sobre batatas.
Locutor-sama: A autora é definitivamente esquisita.

Green House Stories

Eu sei que você sabe que na verdade eu não sei.

Na Casa Verde, sala de chá.
Clarissa: Você veio ontem, aqui? Uma pena que nenhum de nós estava aqui para ajudar.
Lara: Bom… Eu acabei saindo mais cedo, pois era dia do evento de matemática para todas as séries. Como foi, aliás?
Vlad: CAOS, CAOS, CAOS!
Clarissa: Acalme-se, Vlad… O que passou, passou? Exceto as passas. Elas continuam passando. Eternamente. É uma coisa esquisita!
Lara: Certo… As passas. Não vamos falar das passas.
Clarissa: Ninguém quer falar das passas! Quero dizer, desculpe. Eu não superei isso.
Lara: Tudo bem, tudo bem. O que houve na atividade?
Vlad: Caos.
Clarissa: Vlad!
Vlad: Quero dizer, zumbis. Tudo mundo ficou gritando, esperando ser mordido.
Lara: E não foram mordidos.
Clarissa: Exato! O Vlad até filmou para me mostrar. Espere, onde ficou o seu celular?
Vlad: O meu celular… Aqui! Atrás da cortina. O que ele estava fazendo ali, nós nunca saberemos.
Clarissa: *mexe no celular para mostrar o vídeo* Olhe só, Lara!
Lara: Hm… Parecem zumbis, mas não são.
Vlad: De repente, dois mais dois virou cinco! Foi engraçado.
Lara: E quanto ao caos?
Vlad: As pessoas gritando estava um caos! Por que acha que filmei isso sem som?
Clarissa: Podia ser pior.
Vlad: Pior que gritos? Só problemas matemáticos com carros com melancias.
Lara: Muito esquisito. Vou ter que checar isso amanhã…
Clarissa: O que aconteceu depois? Você ainda não contou.
Vlad: Bem, eu meio que não lembro. Tomei uma bola de futebol na cabeça, sabe? Eu vou ficar traumatizado.
*alguém abre a porta, é a Hello*
Hello: Pessoal! Pessoal! Ah, são vocês. Personagens secundários adoráveis!
Clarissa: Ah, é você! O que precisa, Hello?
Vlad: Dois mais dois serão cinco! Se o dois virar três.
Lara: Que observação assustadora.
Hello: Vocês sabiam que eu sonhava ser uma funcionário de escritório que tinha um unicórnio?
Vlad: Quantas rimas.
Clarissa: Sério? Que incrível! Um unicórnio em um escritório…
Vlad: É interessante, mas unicórnios são confiáveis?
Hello: São sim! Quero dizer, não sei. Lara? Onde você vai?
Lara: Vou ali. No canto. Sabe, eu sou apenas uma personagem secundária. Por favor, não se importe comigo. Irei andando.
Hello: Espere, espere! Nós podemos ficar aqui, conversando sobre nossos sonhas na sala de chá. Onde estão os chás, aliás?
Vlad: Atrás da cortina.
Clarissa: Essas coisas, indo para trás da cortina… Existe uma explicação para isso!
Hello: Sim! Duenditos!
Clarissa: Acha mesmo?
Hello: Tenho certeza!
Clarissa: Hm. Pode ser.
Vlad: Ué, a Lara já sumiu?

Green House Stories

E quando você vai procurar alguém na Casa Verde, tenha certeza se a pessoa está lá ou não.

Na Casa Verde, sala de estar.
Olliver: Rosalina? Sabe, tem alguém ali na frente.
Rosalina: É? Quem será?
Olliver: Nem imagino. Eu perguntei para ela o que queria, mas ela não prestou atenção. Continuava falando consigo mesma.
Rosalina: Vamos ver…
[Os dois foram até a frente e a pessoa continuava ali.]
Rosalina: Ei, com licença?
???: Mas eu não posso fazer isso… Não dá para fazer uma coisa dessas…
Olliver: Ei! Ei!
???: Ele já estava procurando isso. Eu deveria devolver. Mas aí eu deveria ter devolvido para ele no colégio. Mas eu não devolvi. Eu acabei continuando a esquecer dia após dia. Acabei seguindo-o até aqui mas mesmo assim não.
Hello: *acaba de chegar após falhar em comprar paçoca* EEEEI! Quem é você? Personagem nova? PRAZER, MEU NOME É HELLO!
???: *vira surpresa para onde a Hello estava*
Rosalina: Hello, não a assuste assim.
Olliver: Está vendo, ela ficou sem palavras!
???: Pessoas!
Hello: Sim, é melhor nós sermos pessoas. Então? Você não gosta de pessoas? Bom, eu também não gosto, sabe? Principalmente de narradores-
???: Nã-não é isso! Ah, eu estou sendo ridícula. Eu acabei me perdendo em pensamento e não vi que comecei a falar em voz alta. *respira fundo* Podem me chamar de Lara. Eu trabalho no colégio de Segundo Grau Senhora Madame Tuta-sama.
Hello: Lara? Lara Croft?
Lara: Meu nome é Larissa… Lara é apenas apelido.
Hello: Está certo, Lara Croft!
Lara: Me chama apenas de Lara, por favor.
Olliver: Não liga para ela.
Hello: Estou apenas tentando ser original! E simpática.
Rosalina: Você precisa de alguma coisa?
Lara: Oh… Sim.
Hello: Já sei! Você está precisando de um chá. Vamos, vamos entrando! Nós somos muito hospitaleiros na Casa Verde…
Lara: Ah! Mas não precisa! Eu vim aqui apenas para entregar…
Hello: É? E o que seria? Paçoca?
Rosalina: HELLO! Para de pensar em paçoca, mulher! Deixa a pobre coitada dizer o que veio fazer aqui.
Olliver: Se for para se hospedar, ela já mudou de ideia.
Lara: Ah, eu não vim para me hospedar. É apenas para…
Hello: Para entregar paçoca? Diga que é paçoca!
Olliver: CHEFE!
Hello: Céus… Estou possuída por o desejo de comer paçoca. Esqueça, peço desculpas pelo meu comportamento esquisito.
Lara: Tudo bem. Eu já ouvi rumores sobre esse lugar…
???: Lara? O que está fazendo aqui?
Lara: KYAH! Não me assuste assim, Pascoal!
Pascoal: Ah, desculpe. Eu costumo ocultar a minha presença para não participar de situações… cômicas. Enfim, o que te traz na Casa Verde? Se for para se hospedar, eu particularmente não acho recomendável para…
Lara: NÃO! *com vergonha* Eu apenas vim para entregar isso.
Pascoal: Meu dicionário! Estava com ele desde quando?
Lara: Quase um mês… Desculpa. Eu esqueci de devolvê-lo.
Pascoal: Ah, tudo bem. Eu tenho dicionários extras, mas agradeço! Esse é o meu segundo favorito. Era meu primeiro, mas as páginas finais dele caíram… Vai saber. Obrigado! *olha para os lados* Ué? Onde ela foi?
Hello: Huh huh huh… Sabe o que isso significa? É-
Rosalina: *fecha a boca da Hello* Não acha inconveniente dizer algo??
Olliver: Exato! Você não deve se meter no assunto dos outros.
Hello: Tsc. Vocês leram minha mente??

– Continua no próximo episódio. (?) Ou uma pausa para Happy Green Things? Não sei, tenho que decidir ainda.