Green House Stories

A revolução dos duenditos! (PARTE TRÊS)

(Continuando da história anterior)
Clarissa: General Zap!
Zap: Clarissa! E essa senhorita, quem é?
Alice: Depende. Meu apelido ou nome verdadeiro?
Zap: O que preferir!
Alice: Me chame de Alice.
Clarissa: O que aconteceu, exatamente?
Zap: Uma revolução, se quiser chamar assim.
Clarissa: Disso eu sei, mas como?
Alice: Tem algo a ver com tomates?
Zap: Não, não… É uma história longa.
Alice: Tempo é ciência, não dá para encurtar?
Zap: É claro que eu ia encurtar! A história é longa demais, e eu estou com preguiça de contar.
Clarissa: Então, tá. Pode resumir!
Zap: Foi assim… Teve uma briga, aí por alguma razão desconhecida desse universo enorme manchamos a edição número 30 do Wolverine.
Alice: Caramba! Eu bem que disse que tinha algo a ver com tomates. E o Wolverine é revolucionário do Ketchup? Quem diria!
Clarissa: Céus! A Sabrina vai expulsar vocês do quarto.
Zap: E com razão! Eu estava preparando as malas, e todo mundo mais só que aí o Zinho resolveu que ia ficar.
Alice: Ia ficar para admitir o erro?
Clarissa: E pedir desculpas para a Sabrina de maneira educada?
Zap: Não, ele só quis se aproveitar da situação e pegou minha posição.
Alice: Minha nossa!
Clarissa: Er… Vocês não tinham perdido o mapa e algo do gênero? Como vão se mudar?
Zap: A gente se encontra!
Alice: Como? Se a Hello encontrar duenditos, ela vai ficar furiosa.
Zap: Não se preocupe conosco, senhorita! Nós temos truques na manga.
Clarissa: Mas a sua camisa é sem manga.
Zap: Engraçadinha! O truque está na manga, essa fruta aqui ó.
Clarissa: Me diga que vocês não vão andar por aí fantasiados de manga.
Zap: Plano genial, não concordam?
Clarissa: Boa sorte com isso.
Zap: É, bem… Vocês não teriam um paninho para limparmos o volume do gibi, teriam?
Alice: Na verdade, eu tenho.
Clarissa: O que mais que tem aí? Paçoca?
Alice: Não, eu particularmente prefiro jujubas.
Zap: Então… A Sabrina não ficará furiosa conosco!
Clarissa: Isso funciona, não funciona?
Alice: Relaxe! Só não funciona em limpar migalhas de paçoca. Acredite, eu já tentei.
(Alice usa o pano no gibi)
Alice: Hm… Talvez fosse melhor eu…
Clarissa: Alice, você vai-
Alice: *usa o Pequeno Diminuir para aumentar o pano*
Clarissa: Oh! Ele tem um botão de reverso.
Alice: Claro que ele tem, bobinha!
Zap: Homens! Senhoras! E senhoritas! Pela nossa honra, vamos ajudá-las a limpar o Revolucionário Wolverine!
(Essa história ainda continuará da próxima vez!)

Green House Stories

A revolução dos duenditos! (PARTE DOIS)

Clarissa: Aqui estamos nós! Em frente ao quarto da Sabrina.
Alice: E essa é a hora em que vamos usar meu Pequeno Diminuir!
Clarissa: Não é melhor fazermos isso DENTRO do quarto?
Alice: Oh! Talvez seja melhor. Que cabeça a minha!
Clarissa: *abre a porta do quarto* Nossa!
Alice: Eita! Isso aí tá parecendo uma… Base militar!
Clarissa: Puxa vida! A Sabrina não vai gostar de nada disso…
Alice: E nem a Hello. Mas vamos pensar positivo! É hora do Pequeno Diminuir!
(Alice usa o Pequeno Diminuir e as duas ficam menores)
Alice: É óbvio que ficamos menores. Seria estranho se ficássemos grandes, não acham?
Clarissa: Bom, vamos logo. Temos que achar o General Duendito…
Duendito 1: Paradas!
Duendito 2: Mãos para cima!
Alice: Caramba! *coloca as mãos para cima* Esses são os militares mais bem vestidos que já vi.
Duendito 3: Ah, você acha?
Alice: Acho! Realmente, vocês tem bom senso em combinar os tons de verde.
Duendito 1: Bondade sua!
Duendito 2: A gordinha está escapando!
Clarissa: E-Ei! Vocês não estão me reconhecendo? *aponta para si mesma* Eu sou a Clarissa!
Duendito 3: Nunca ouvi falar.
Alice: *acerta os três duenditos* Nunca saia de casa sem o seu bastão de beisebol, é o que sempre digo!
Clarissa: Tecnicamente, ainda estamos dentro de casa.
Alice: De fato! Você é mesmo muito observadora, Clarissa.
General Duendito: Mas o que está acontecendo aqui?
Clarissa: Ei! Você é o General Duendito?
General Duendito: Sim! Não está vendo o piercing na boca?
Clarissa: Oh! Claro, distração a minha. Me diga, dois mais dois são quanto?
General Duendito: Quatro, obviamente!
Clarissa: Empreste isso, sim?
Alice: O meu taco de beisebol! Claro, tome.
General Duendito: Violência contra a autoridade? Guardas!
Clarissa: Mas que droga! Vamos, Alice!
Alice: E quanto o meu taco de beisebol
(As duas saem correndo)
Clarissa: A estante! Vamos subir nessa escadinha.
Alice: Sei lá… Não tem uma maneira mais fácil?
Clarissa: Você tem um jetpack ou algo do gênero nessa bolsinha?
Alice: Primeiro, não é uma bolsinha…
Clarissa: *bate em um dos guardas com uma frigideira*
Alice: Você bateu nele com uma frigideira?
Clarissa: Foco! Temos que subir nessa estante!
Alice: Asas inspiradas na carta salto!
Clarissa: Oh! Legal! E não se aproximem, eu tenho uma frigideira!
(Os guardas ficaram com medo e fugiram)
Alice: *colocando as asinhas nos sapatos da Clarissa* Prontinho!
Clarissa: *dá um pulo* Nossa! Funciona!
Alice: *pula logo em seguida* Lógico que funciona!
Clarissa: Bem… Vamos ver aqui.
Alice: Quantos volumes de Wolverine!
Clarissa: Sim, é a coleção sagrada da Sabrina.
Alice: E é por isso que ela tem aquele pôster na parede? Puxa vida!
Clarissa: Aqui! A entrada secreta no pedaço da estante. Dois mais dois são quanto?
???: Depende do ponto de vista!

Green House Stories

A revolução dos duenditos! (PARTE UM)

No laboratório da Alice, na Casa Verde.
Clarissa: Alice, eu preciso da sua ajuda.
Alice: Uma peruca? Uma tinta para colorir o cabelo?
Clarissa: Não, algo mais importante.
Alice: E uma vaidade não é importante?
Clarissa: No momento, não. *pensa um pouco antes de continuar a falar* É sobre o quarto da Sabrina.
Alice: O quarto da Sabrina? Você tem que perguntar para Hello, não para mim. Eu só sou uma pobre cientista maluca. Não está vendo os óculos? *aponta para os óculos de cientista que está usando*
Clarissa: Eu preciso de ciência!
Alice: Ótimo! Então é comigo mesmo. Mas o que uma coisa tem a ver com a outra?
Clarissa: *respira fundo antes de falar* Tem uma revolução de duenditos acontecendo no quarto da Sabrina.
Alice: Uma revolução de duenditos? *tira o óculos* Tem certeza?
Clarissa: Absoluta! A Sabrina temia que ia acontecer isso, por isso eu fiquei com a chave.
Alice: Ah! Tá explicado porque você não deixou a Hello entrar no quarto da Sabrina daquela vez. *coloca os óculos escuros* Não se preocupe, eu irei ajudá-la.
Clarissa: Sério? Muito obrigada!
Alice: Vamos ver… Nas minhas invenções, deve ter algo para diminuir a gente de tamanho.
Clarissa: Isso é essencial.
Alice: Uma cabeça de alce falsa, um dado gigante, um cubo mágico, um sapato de bigode… Cadê? Cadê meu Pequeno Diminuir?? ARGH! NÃO ACHO! Olha, achei uma meia perdida. Mas onde eu deixei o par dela?
Clarissa: Alice, não é isso aqui? *aponta para uma caixa de vidro em cima da mesa*
Alice: Oh! Então você estava aí, seu Pequeno Diminuir danado! Vamos nessa! Resolver problemas de revolução é comigo mesma.
Clarissa: Legal! Então vamos!

No subsolo da Casa Verde.
(Hello está dormindo numa cama colocada em frente do painel de controle, que mostrava as câmeras dos locais da Casa Verde)
A câmera de segurança mostrava uma estranha movimentação no quarto de Sabrina.
Hello: *resmunga algo incompreensível enquanto dorme*

No quarto da Sabrina:
General Duendito: Homens! Eu quero informações!
Duendito 1: Nós não sabemos, General. Os revolucionários sumiram!
General Duendito: Isso é muito mal! Tínhamos um acordo com a dona do quarto… E se eles piorarem a situação do “tesouro”, seremos expulsos e teremos que voltar para a nossa cidade natal!
Duendito 2: Que é localizada em um dos esconderijos da Casa Verde!
Duendito 3: Eu pensei que tínhamos perdido o mapa que revelava onde está-
General Duendito: Eu sei, seus patetas! Então é mais um motivo para entrarmos em um acordo sem grandes alardes.
Duendito 1: E o que vamos fazer?
General Duendito: Por enquanto, esperar por um milagre!

Happy Green Things

E autores falam sozinhos! Ou com os personagens, se preferir.

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Locutor-sama, Random!
Locutor-sama: Diga, senhorita Moon.
Random: Que foi? Tô tomando picolé.
Moon: Eu preciso de ideias, soldados.
Random: Desde quando nós somos soldados?
Locutor-sama: Bem, soldados eu não sei se somos. Mas a senhorita Moon parece mesmo um general?
Moon: Quem parece um general? *soca a mesa* Ai, minha mãozinha…
Random: E é por isso, crianças, que não devemos socar as mesas!
Locutor-sama: Então lembrem-se, não façam coisas inadequadas como essa em casa.
Moon: Ah, que bonito. Mensagem para os leitores!
Random: Ela está sendo sarcástica?
Locutor-sama: Não sei. É difícil saber se é sarcasmo ou é falta de comer chocolate.
Moon: Não falem de chocolate!
Random: Meu deus! Ela está com feels.
Locutor-sama: Supere isso, senhorita Moon. Não deixe o chocolate dominá-la!
Random: Esqueça o chocolate! Esqueça o chocolate!
Moon: *suspira*
Random: E agora ela tá com vontade de comer suspiros!
Locutor-sama: Não é bom abusar nos doces, autora.
Random: E nem no chá gelado!
Moon: Vocês me fazem perder a paciência. *olhar distante*
Random: Será que ela está procurando a paciência dela?
Locutor-sama: Paciências saem do teto? Eu não sabia!
(Um pedaço do telhado cai)
Moon: Minha nossa!
Random: Nem sabia que tinha tubo de ventilação aqui!
Hello: Foi mal, aí! Só estava passando.
Moon: Quem só “estava passando” em um tubo de ventilação?
Hello: Eu, ué?
Moon: Mulher louca! Desce daí?
Hello: Não mesmo! Estou em uma jornada de auto conhecimento.
Locutor-sama: Temos que admitir que a senhorita Hello é mesmo muito original.
(Hello sai da cena)
Moon: É, não é todo dia que vemos uma coisa dessas.
Locutor-sama: É uma ideia boba o suficiente?
Moon: Não.
Random: Quanta exigência!
Locutor-sama: Eu não podia esperar menos da senhorita Moon.
Moon: Está difícil de entender se estão sendo irônicos ou estão orgulhosos de mim.
Random: Segunda opção!
Locutor-sama: Lógico que é a segunda opção, senhorita Moon. Não devia duvidar dos seus queridos personagens.
Random: Isso mesmo! Batatas.
Moon: Não tente disfarçar com uma aleatoriedade.
Random: Que horror! Eu não faria uma coisa dessas.
Moon: É, você não faria.
Random: Se sabe que eu não faria, porque está dizendo que eu faria?
Locutor-sama: Está deixando meu amigo Random confuso, senhorita Moon.
Moon: Vocês é que estão me confundindo! Parem de falar baboseiras.
Locutor-sama: Autora! Você sabe tão bem como eu, e essa confortável cadeira que baboseiras são extremamente necessárias.
Random: E extremamente engraçadas!
Locutor-sama: Viva a baboseira!
Random: Viva!
Moon: Vai entender…

Happy Green Things

Seque suas lágrimas, é hora de piadas e pinguins, mas não piadas de pinguins! É, essa foi péssima!

Na varanda do Estúdio Happy Green Things.
Moon: Esse é o momento das nossas vidas, P-san! De pensar nas coisas importantes.
P-san: *lendo jornal* Como por exemplo?
Moon: “Eu vou comer bolo de chocolate amanhã, ou não?”
P-san: Provavelmente não. *abaixa o jornal*
Moon: Não era para você responder a pergunta!
P-san: Escute, autora. *coloca o jorna de lado e levanta da cadeira* Você tem que pensar nas coisas que realmente importam!
Moon: Como o quê, espertalhão?
P-san: Como comer atum! *faz uma pose*
Moon: Pinguins comem tanto atum, assim?
P-san: Isso não importa! O que importa é, comer é algo muito sério e não deve ser levado na brincadeira.
Moon: Como brincar com a comida?
P-san: Principalmente isso! Não devemos brincar com comida.
Moon: E nem fazer guerra de comida.
P-san: É.
Moon: É. *suspira*
P-san: O que há, Moon? Diga para seu amigo pinguim.
Moon: Meu teclado é muito duro comigo.
P-san: Entendo. Eu não queria ser “o cara que diz isso” mas, tipo, teclado é um objeto inanimado.
Moon: Eu sei disso! E não foi bem o que eu quis dizer.
P-san: Não foi?
Moon: Não, pinguim maluco. O teclado tá duro de digitar! Meus dedinhos estão doendo.
P-san: Oh. E está escrevendo para tentar amolecer o teclado?
Moon: É. Não está funcionando!
P-san: Será que você tem que digitar com mais fúria?
Moon: A fúria está me doendo os braços!
P-san: Entendo.
Moon: Não, você não entende! Como um pinguim digita?
P-san: *pensa um pouco* Por comando de voz?
Moon: Comando de voz! Pombas!
P-san: São as maravilhas da modernidade! *faz uma pose*
Moon: Está cheio das poses, hoje.
P-san: Fazer pose é algo importante! É necessário realçar o nosso estilo diariamente.
Moon: É? Puxa vida! Você sabe mesmo das coisas.
P-san: Um pinguim como eu deve ser um cara informado.
Moon: Você é um pinguim ou é um cara?
P-san: Entende muito bem o que quis dizer, senhorita!
Moon: Ai, ai…
P-san: O que há, agora?
Moon: Sei á, P-san. É como se eu esperasse por um milagre.
P-san: De que gênero?
Moon: Do gênero… Dinheiro caindo do céu!
P-san: Dinheiro caindo do céu? Sério?
Moon: É, estou sonhando alto demais.
P-san: Se quer uma boa recompensa, tem que ir em uma jornada resgatar a princesa!
Moon: Ou o príncipe!
P-san: É. Ou o príncipe.
Moon: Sabe, P-san…
P-san: O quê
Moon: Hm. Ainda não é o momento.
P-san: Está sendo misteriosa, Moon!
Moon: E quem não gosta de mistérios?
P-san: Talvez eu não goste, muito. Sou um pinguim muito curioso!
Moon: Curioso, é?
P-san: Sim, eu sou.
Moon: WAKA WAKA!
P-san: Eu não acredito que você disse isso.
Moon: É, nem eu. Foi embaraçoso!

Pixie Tales

Eu posso ver claramente… Oh! Oh! Um paninho resolve, para limpar esse espelho.

Locutor-sama: E depois de muito tempo, Tasketê retorna em uma historinha solo! Vamos assistir uma aventura emocionante com esse duende simpático.
Tasketê: *terminado de limpar o espelhos* Lá vamos nós! Ver os meus amigos no Reino das Almofadas! *atravessa o espelho*
Dragão Algodão: Tasketê! Você chegou!
Tasketê: Olá, dragão. Novidades?
Dragão Algodão: Algo terrível aconteceu… Mas você vai ver quando chegar ao castelo do Príncipe Cacau! E o Mago Pantufa está lá, também. Vamos?
Tasketê: Vamos! *sobe no Dragão Algodão*
Dragão Algodão: *levanta voo* Minha nossa senhora mãe dos dragões!
Tasketê: Aconteceu alguma coisa?
Dragão Algodão: Não lembro se deixei a roupa secando no lado de fora! E parece que vai chover.
Tasketê: Tem certeza que não é um feitiço do Mago Pantufa?
Dragão Algodão: É, pode ser… Espero que seja!
Locutor-sama: Os dois continuavam se aproximando do castelo. Felizmente Tasketê estava certo, e a nuvem era de fato um feitiço.
Dragão Algodão: Chegamos! *coloca as patas no chão* Isso que eu chamo de aterrissagem perfeita!
Tasketê: *desce do dragão* Mago Pantufa!
Mago Pantufa: Tasketê! Como vai?
Tasketê: De dragão!
Mago Pantufa: *dá uma risada* Essa é boa, meu caro! Mas vamos, não temos muito tempo. O Príncipe Cacau está ansioso para vê-lo.
Tasketê: Aconteceu alguma coisa?
Mago Pantufa: Bem… Não é nada muito sério, não precisa ficar com essa expressão tão de preocupado!
Tasketê: Não faça suspense! Eu não gosto de suspense, me deixa muito ansioso.
Mago Pantufa: Vamos… Vou levá-lo até lá!
Tasketê: Certo. Você vem, dragão… Ué?
Dragão Algodão: Forma econômica ativada!
Tasketê: O-oh! *bate palmas* Incrível*
Dragão Algodão: Hehehe! Vamos ver o príncipe de uma vez.
Mago Pantufa: Sim! Vamos logo.
(Os três chegaram no salão que o príncipe estava)
Cacau: Oh! Aí estão vocês! Me ajudem a acertar aquele alvo, sim?
Tasketê: Mas… O que está acontecendo aqui?
Cacau: Estou brincando de arco e flecha. Quero ganhar aquele carteira estampada de carneirinhos!
Tasketê: Minha nossa senhora! Mas tinha que ser com uma imitação do mini game de Zelda?
Cacau: Primeiro, esse mini game fica na cidade é não é do Zelda! Segunda, o Link não se chama Zelda!
Dragão Algodão: *bate com a pata na testa*
Tasketê: Céus… Ajudo você, mas vou avisando. Eu sou péssimo em acertar isso!
Horas mais tarde.
Cacau: Minhas flechas acabaram.
Tasketê: As minhas também.
Mago Pantufa: Acabou a de todos nós… Será que não tem ninguém que possa nos ajudar?
Na Casa do Kekekê.
Tasketê: (no espelho do banheiro) Kekekê!
Kekekê: Ai caramba! *derruba a escova de dentes* Tasketê? O que há?
Tasketê: Me empresta o seu amigo ogro rapidão?
Kekekê: Certo… Mas…!
Tasketê: Ótimo! *sai do espelho e trás o ogro rapidinho*
Kekekê: *coça a cabeça, sem entender nada*
De volta ao reino das almofadas
Cacau: Conseguiu, honorável ogro! O que quer em troca?
Ogro: *entrega a carteira estampada de carneirinhos* Grofa!
Cacau: O meu agradecimento já basta? Oh, obrigado, ogro! Que alma mais nobre.
Tasketê: Nobre mesmo!

Happy Green Things

Todos nós temos obsessões! E especialidades, mesmo que seja procrastinar de uma forma bem esquisita.

No escritório da autora em Happy Green Things
Locutor-sama: Senhorita Moon, sei muito bem que o médico mandou não contrariar, mas eu preciso fazer essa pergunta.
Moon: Diga, meu narrador estranho.
Locutor-sama: Eu prefiro “estranho narrador”.
Moon: Tanto faz. Pergunte de uma vez!
Locutor-sama: O que está fazendo?
Moon: Ué? Não dá para ver, ou isso é uma pergunta retórica?
Locutor-sama: É, pode ser uma pergunta retórica.
Moon: Aliás, Locutor… O que é uma pergunta retórica?
Random: Uma pergunta retórica é uma pergunta que nem sempre exige uma resposta!
Locutor-sama: Obrigado, Locutor-sama. Agora, com licença que vou dizer algo aleatório e sem sentindo no canto dessa sala e já volto. *levanta da cadeira*
Moon: Você deixou ele ofendido. E ainda por cima me fez derrubar os dominós que eu estava deixando em fila!
Random: E estava fazendo isso para quê?
Moon: Para nada, Random. Vá se desculpar com o Locutor.
Locutor-sama: Banana com chocolate!
Moon: Que horror! Já começou a dizer coisas sem sentido.
Random: O que há de errado com banana com chocolate?
Moon: Essas duas coisas devem ser servidas SEPARADAS, não juntas.
Locutor-sama: Fantasmas!
Random: Ai, ai… Desculpe, Locutorzinho!
Locutor-sama: Duendes comendo algodão doce!
Kekekê: *estava passando* Céus! Como ele soube?
Tasketê: *também passando* Eu sempre soube que esse Locutor-sama era um mestre de espionagem.
Locutor-samma: *deprimido*
Kekekê: Mas porquê ele ficou deprimido?
Tasketê: Um personagem que aparece tanto não precisava ficar assim!
Kekekê: Ai caramba! Agora foi o Tasketê que ficou deprê!
Random: Rimou!
Locutor-sama: Isso é coisa séria, Random. Não zombe da desgraça alheia!
Random: Já voltou ao normal? Ainda bem.
Locutor-sama: *limpa a garganta* Foi um momento de fraqueza. O que posso fazer por vocês, Kekekê e Tasketê?
Kekekê: Bem…
Tasketê: Nade! Vou comer algodão doce. Passe bem!
(Tasketê sai andando e deixa o Kekekê para trás)
Locutor-sama: Ele me mandou nadar? Com os tubarões?
Kekekê: Tenho certeza que foi um erro de digitação da Moon, e que ela acabou mantendo pois achou que ia ficar engraçado. Com licença!
(Kekekê vai atrás do Tasketê)
Locutor-sama: Tenho certeza que ele me mandou nadar com os tubarões.
Random: Impressão sua!
Moon: Deixa de ser paranoico.
Locutor-sama: Eu não sou nem nunca fui paranoico.
Moon: Então para de fazer graça e me ajuda a guardar esses dominós.
Locutor-sama: Quantos dominós tem nessa mesa, afinal?
Moon: *pensa um pouco antes de responder a pergunta* Muitos?
Locutor-sama: Não me olhe com essa cara de dúvida. Eu perguntei primeiro.
Moon: Sempre se apega a detalhes, esse narrador! Deixa quieto. E você, Random? Para onde vai?
Random: Pagar um chá gelado para o Tasketê!
Moon: Tudo bem. *dá de ombros*

Random Adventures

Você quebra o seu enfeite de coração de vidro várias vezes… Já pensou em arrumar um de plástico? Não?

Locutor-sama: Capitão Yay estava tentando fazer funcionar o Automóvel Porco Voador (que vamos chamar de A.P.V. por motivos de preguiça da minha digníssima autora), já que ele não testou desde que ganhou nessa história aqui.
Capitão Yay: Por mil tubarões bailarinos! Eu não consigo fazer isso funcionar.
Locutor-sama: Já tentou ler o manual?
Capitão Yay: Não! Piratas não leem manuais.
Locutor-sama: Você já foi pirata? Pensei que era apenas um delírio da sua cabeça.
Capitão Yay: Ora, cale a boca. Se não vai ajudar, fique quieto lendo o gibizinho da Mônica.
Locutor-sama: *digita um número no celular que tira do bolso*
Capitão Yay: Para quem você vai ligar?
Locutor-sama: Para o Random.
Capitão Yay: Nã-não! Não precisa! Eu leio o manual, mas não liga para o Random…
Random: *do outro lado da linha* Fala, seu chato!
Locutor-sama: Olá, chato aleatório. Está muito ocupado? Podia vir aqui?
Random: Nah, eu só estou limpando minha decoração em forma de coração feito de vidro. Vou aí em um instante!
Locutor-sama: Agradecido. *desliga o celular*
Random: Cheguei!
Locutor-sama: *nem um pouco surpreso* Veio rápido, amigo Random.
Random: Foi com o poder da amizade!
Locutor-sama: E a falta de engarrafamento, imagino.
Random: Fala aí, Capitão. Qual o problema?
Capitão Yay: Nenhum problema! Eu estava fazendo o A.P.V. funcionar!
Random: Cê já deu soja?
Capitão Yay: Soja?
Random: Porcos comem soja!
Locutor-sama: Comem?
Random: No Royal Story, comem.
Locutor-sama: A Senhorita Moon está com o conhecimento muito limitado.
Moon: Ei!
Locutor-sama: Já não está mais aqui quem falou.
Random: Por sorte, eu trouxe soja porque imaginei que você não ia conseguir ligá-lo.
Capitão Yay: Por que não me explicou antes?? *irritado*
Random: Porque eu estava lendo o manual! Adoro ler manuais.
Capitão Yay: Você é mesmo inacreditável, Random.
Random: Sou mesmo!
Locutor-sama: Os dois alimentam o A.P.V. e depois Random aperta um botão em um controle remoto.
Random: Voalá!
Capitão Yay: Fun… Funciona?
A.P.V.: Nome do motorista.
Random: Capitão Yay!
A.P.V.: Olá, Capitão. Como posso ajudá-lo?
Capitão Yay: Funciona! *começa a chorar*
A.P.V.: Um momento. Tenho um lencinho de papel. Ou prefere um de pano?
Capitão Yay: Pode ser o de papel mesmo.
A.P.V.: Tome.
Capitão Yay: *assopra o nariz*
Random: Ele não é super útil? O meu passou até minha roupa!
Capitão Yay: Minha nossa!
Random: Não é genial? Bem melhor que um camarão voador.
Capitão Yay: É, é verdade.
Locutor-sama: Camarões voadores estão fora de moda. O negócio agora são porcos voadores!
Capitão Yay: Ele está sendo sarcástico?
Random: Não liga para ele, é um bobão.

Tales of Wolfito

Em cima, em cima, em cima! Em baixo? Cara! Tá bem frio… Pois está na sua direita!

Na mansão do Wolf
Wolf: Tuppence! Tuppence!
Tuppence: *lendo um livro* O que foi, papai?
Wolf: Quer brincar de “Tá frio, tá quente?”
Tuppence: Qual é o nome dessa brincadeira
Wolf: Er… “Tá frio, tá quente?”
Tuppence: Não estou com vontade. *volta a ler o livro*
Wolf: Ah, vamos! Não é possível que uma criança não goste de brincar e nem de sorvete.
Tuppence: Primeiro, eu gosto de brincar, mas não com você. Segundo, eu gosto de sorvete, sim!
Wolf: Ah! Pelo menos você é uma criança de verdade.
Tuppence: Se eu fosse uma criança de mentira, eu seria de madeira.
Wolf: Eis um bom argumento! Você é uma menina muito esperta! Puxou a sua mãe, e obviamente, a minha fofura!
Tuppence: Er, tá.
Wolf: Tuppence! Você já está agindo como uma adolescente.
Tuppence: Não estou, não. Eu só quero ler meu livro!
Wolf: O que tem de tão interessante no seu livro? Eu só queria passar um tempo com a minha filhinha.
Tuppence: Pai, nós passamos o final de semana inteiro brincando.
Wolf: Mas eu estou tão entendiado…
Tuppence: Mesmo assim, não vou brincar com você.
Wolf: Por favor, Tuppence!
Tuppence: Não.
Wolf: Por favoooor!
Tuppence: Papai, o senhor não está agindo como um adulto.
Wolf: E você não está agindo como uma criança! Quando tinha a sua idade, eu ficava correndo e gritando pela casa.
Tuppence: Pobre vovó.
Wolf: Vovó?
Tuppence: Quê? O Senhor nasceu de algum lugar, não foi?
Wolf: Sempre pensei que tinha nascido de uma alface.
Tuppence: Incrível! Quer dizer que minha avó e uma alface?
Wolf: Você não é jovem demais para ser sarcástica?
Tuppence: Sarcástica? *olha com expressão de dúvida*
Wolf: Deixa para lá. É a hora de conhecer meus pais, Moon! Escreva “As Origens do Wolf Fofinho.” Será uma animação do Studio Ghibli!
Tuppence: Ele não ia fechar?
Wolf: Ele…? Oh! Oh. Meus sonhos estão arruinados.
Tuppence: Não precisa ficar assim, papai. Ninguém ia querer assistir um filme da sua vida, mesmo.
Wolf: Tuppence… É uma criança honesta demais.
Tuppence: Não se preocupe com essas coisas.
Wolf: Mas… Você não quer brincar comigo?
Tuppence: Isso novamente?
Wolf: Pais devem brincar com os seus filhos para eles crescerem felizes e sem complexos!
Tuppence: *fecha o livro que estava lendo* Está bem, eu brinco com você.
Wolf: Oba!
Tuppence: Mas sou eu que vou dizer se está quente ou não!
Wolf: Por mim, tudo bem.
Tuppence: Está frio.
Wolf: *vai andando* E agora?
Tuppence: Tá frio, tá frio!
Horas depois
Wolf: A nossa filha me expulsou do quarto.
Miss Cupcake: Isso é porque você é um pai grudento.

Happy Green Things

Qual o problema de ter confiança na peruca que está usando?

Na varanda, do estúdio Happy Green Things.
Moon: P-san.
P-san: Fala.
Moon: O que estou fazendo com essa peruca em cima da minha cabeça?
P-san: Shh! Ainda estamos no exercício. Você é a peruca. Seja a peruca.
Moon: Eu não quero fazer esse exercício bobo.
P-san: Ora, vamos. Onde está seu senso de humor?
Moon: Ele foi viajar e não me convidou.
P-san: Não precisa ficar deprimida por isso.
Moon: Não estou deprimida. É só uma piada.
P-san: Sei que é só uma piada. Mas! Um bom amigo acompanha o outro na piada.
Moon: É mesmo…?
P-san: Sim! Agora me acompanhe na minha piada.
Moon: Mas eu não quero ser uma peruca!
P-san: *suspira chateado*
Moon: Não precisa ficar tão chateado!
P-san: *suspira super chateado*
Moon: Pare com isso, P-san!!
P-san: Certo, eu paro. Vai me acompanhar na piada, agora?
Moon: Tá, eu já vi que não tenho outra escolha…
P-san: Oba! Certo, então seja a peruca.
Moon: Eu tenho mesmo que ser a peruca?
P-san: Sim! Dessa forma, eu posso testar minha Escovainator!
Moon: Não mesmo! E quem é você, o Doutor Doofenshmirtz?
P-san: Deveria ter dito isso depois. Agora que não vou ter outra oportunidade de testar essa… essa… tralha!
Moon: Não precisa surtar, meu amigo pinguim. Você vai encontrar outras oportunidades de usá-lo!
P-san: Mas eu não encontrei nenhuma oportunidade até agora.
Moon: Tenho certeza que esse momento vai chegar.
P-san: A questão é, quando esse momento vai chegar??
Moon: Logo, eu tenho certeza!
P-san: Ok, então. Vou ficar aqui, esperando “esse momento” chegar!
Moon: P-san, você não precisa sentar no chão.
P-san: Pode demorar muito.
Moon: Então você vai ter que deitar em uma cama.
P-san: Isso não é problema! *tira uma folha do bolso que vira uma cama* Pronto. Problema resolvido!
Moon: P-san… Essa não é a questão do problema!
P-san: *deitado na cama* Não é a questão do problema? Então qual é a questão?
Moon: Se você quer que alguém use essa tralha que inventou, vai ter que arranjar um público alvo!
P-san: Estamos falando de arco e flecha ou de dardos?
Moon: P-san!
P-san: Desculpe. Muitas vezes eu perco o alvo muito fácil.
Moon: Vamos, P-san. Eu tenho uma boa ideia!
P-san: Sou todo ouvidos.
Moon: Venda essa máquina para gigantes!
P-san: Oh! Estou indo fazer isso agora mesmo.
Moon: Hehehe! Ainda bem que tive essa ideia.
Dia seguinte.
P-san: Não deu muito certo.
Moon: O que houve?
P-san: Um ornitorrinco destruiu meu invento.
Moon: Na próxima vez, dê um nome para a sua invenção que não termine com “inator”!