Happy Green Things

Frio, eu quero você de volta. Era o único para mim, frio!

Moon: Faz já algum tempinho que eu não vejo o P-san. Será que ele vai estar na varanda agora…?
Na Varanda do Estúdio Happy Green Things.
P-san: Oh, olá Moon!
Moon: Minha nossa senhora! *tremendo de frio* O que houve aqui na varanda?
P-san: Hehehe. Gostou da minha “Winter Wonderland”?
Moon: Eu adorei! É praticamente um Oásis no deserto.
P-san: Era essa a minha intenção. Mas todo mundo sabe que neve é mil vezes melhor nessas horas!
Moon: Claro que sim! Minha nossa. Você fez esse Olaf? Ficou perfeito!
P-san: Na verdade, foi uma questão de treino.
Moon: Deixa eu adivinhar. Cantou “Let it go”?
P-san: Sim! Como pode ver, eu trouxe até a peruca da Elsa!
Moon: Vejo que veio preparadíssimo.
P-san: Mas é claro que sim! Eu sou um pinguim bastante organizado.
Moon: Tenho certeza que sim.
P-san: Minha nossa! Você está quase virando um bloco de gelo.
Moon: Oh, é verdade.
P-san: Tome! Roupas apropriadas.
Moon: Obrigada. Nunca pensei que estaria usando roupas tão quentes nessa época do ano.
P-san: Pois é. A vida não é surpreendente?
Moon: Sim, bastante. Mas não seria mais fácil ir para o Pólo Sul?
P-san: Nah, para quer ir até lá se posso trazer ele até aqui?
Moon: Acho que faz sentido.
P-san: Lógico que faz!
Moon: Sim, sim… Mas me diga, P-san.
P-san: O que foi?
Moon: Esse cactus nessa neve toda não combina nada.
P-san: Ah, o Cactus. Estava junto das minhas coisas.
Moon: Para quê você tem um cactus?
P-san: É de brinquedo.
Moon: Para quê você tem um cactus de brinquedo?
P-san: Para… Nada em particular, eu acho.
Moon: “Eu acho”?
P-san: Talvez fosse para ser uma companhia enquanto eu viajava para o deserto ou algo do gênero.
Moon: Para quê você irá ao deserto?
P-san: Você faz cada pergunta…
Moon: É só por curiosidade.
P-san: Sei lá para quê eu iria ao deserto. Mas é sempre bom estar preparado para tudo!
Moon: Até mesmo ter luvas de boxe?
P-san: Sim, luvas de boxe. Nunca viu?
Moon: Er, não. Mas para quê?
P-san: É sempre bom estar preparado. Não ouviu o que eu disse?
Moon: Sim, acho que eu ouvi. Você é um pinguim bem excêntrico…
P-san: Eu vou aceitar isso como um elogio.
Moon: Pelo amor de deus, P-san. Pombas!
P-san: O que você está implicando agora, autora
Moon: Esse coqueiro… Esse coqueiro!
P-san: É proibido ter um coqueiro na minha “Winter Wonderland”?
Moon: Não, mas…
P-san: Então, pronto!

Happy Green Things

Não importa se o ventilador está ligado ou não, continua quente do mesmo jeito.

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Está calor, Locutor-sama.
Locutor-sama: Sim. E sabe o que resolveria isso?
Moon: Um ar condicionado?
Locutor-sama: Não.
Moon: Uma passagem só de ida para qualquer lugar frio?
Locutor-sama: Não.
Moon: O que resolveria o nosso problema, então?
Locutor-sama: Ligar o bendito do ventilador!
Moon: Sabe que não podemos, narrador.
Locutor-sama: Senhorita Moon, não sei se está pagando promessa ou coisa do gênero, mas é um absurdo ficarmos de ventilador desligado!
Moon: O ventilador tem que esfriar alguma hora, ué.
Locutor-sama: Ele esfria de noite! De noite!
Moon: Certo, eu já entendi que ele esfria de noite. Precisava mesmo repetir?
Locutor-sama: Sim, precisava.
Moon: Narrador! Nós devemos ser fortes.
Locutor-sama: Fortes?
Moon: Sim! Temos que mostrar para o ventilador que nós não precisamos dele.
Locutor-sama: Você pode não precisar dele, mas eu preciso!
Moon: Locutor, Locutor. Cadê a sua força de vontade??
Locutor-sama: Provavelmente em um lugar que tenha ar condicionado. Ela tem mais bom senso do que eu!
Moon: Ora Locutor, está sendo um tanto ridículo.
Locutor-sama: Senhorita Moon, eu não sou pago para passar calor dentro do seu escritório.
Moon: Bah! Bah!
Locutor-sama: Eu vou ligar o ventilador e ponto final.
Moon: Nã-não faça isso!
Locutor-sama: O que há com esse ventilador de teto?
Moon: Ele… Bem…
Locutor-sama: Por que ele está tocando música ao invés de esfriar nossas cabeças?
Moon: Não é engraçado?
Locutor-sama: Não, autora. Eu não acho isso nada engraçado.
Moon: Volta aqui, Locutor! Eu só estava brincando.
Locutor-sama: Então faça o favor de fazer esse ventilador…
Moon: Pronto! Está satisfeito, agora?
Locutor-sama: Sim, satisfeitíssimo.
Moon: Bah. Pronto! Agora não encha mais minha paciência.
Locutor-sama: Só você mesma para pensar que era uma boa ideia nós ficarmos aqui sem vento!
Moon: Nós temos que testar nossa força de vontade de algum modo.
Locutor-sama: Não acho um teste muito recomendável.
Moon: Oras! Oras. Oras! Pombas.
Locutor-sama: O que há, senhorita Moon?
Moon: O ventilador não toca música ao mesmo tempo que está distribuindo vento!
Locutor-sama: Não diga.
Moon: Mas é uma coisa absurda!
Locutor-sama: O que importa é que ele esteja ventilando, minha cara senhorita Moon.
Moon: Talvez você tenha razão.
Locutor-sama: Mas um ar condicionado ia bem.
Moon: Minha nossa! Você nunca está satisfeito?
Locutor-sama: Creio que seja uma grande falha no ser humano, essa insatisfação eterna sobre tudo e todos.
Moon: Não me venha com frases complexas e filosóficas…
Locutor-sama: Ninguém tem paciência comigo.
Moon: É, Chaves. Ninguém tem paciência contigo.

Pixie Tales

Uma pintura, e é de um cisne branco! Swaaaaan!

Na casa da árvore do Kekekê
Zezé: Minha nossa! O Ogrosório tem muitos talentos.
Tadeu: Quem diria que ele manjava de pintura?
Ogro: Grofa!
Zezé: O que foi que ele disse?
Tadeu: Grofa. Ele sabe dizer outra coisa?
Zezé: Pensando melhor, ele deve ter reclamado de ser chamado de Ogrosório…
Tadeu: Oh! Ele não gosta do nome dele?
Ogro: Grofa!
Zezé: Eu vou contar isso como um sim.
Tadeu: Eu também!
Ogro: Grofa…
Zezé: O que será que ele está pintando?
Tadeu: É um cisne!
Zezé: Bonito!
Ogro: Grofa.
Tadeu: Acho que ele ficou contente com o elogio.
Zezé: Também acho…
Ogro: Grofa…
Tadeu: Ogro, diga para gente…
Zezé: Porquê o papai precisa de um segurança?
Ogro: Grofa?
Tadeu: Talvez seja complexo demais para nós, crianças simplórias, entendermos.
Zezé: Será mesmo?
Tadeu: Olha! Ele está escrevendo alguma coisa.
Ogro: *escrito no papel* Seu pai está correndo perigo.
Zezé: Que tipo… De perigo?
Tadeu: Perigo nível perigoso?
Zezé: Perigo nível perigosíssimo?
Ogro: *faz que sim com a cabeça*
Zezé: Minha nossa!
Tadeu: Será que é um ataque de raiva da mamãe?
Ogro: *escreve no papel* Ele está lavando o banheiro nesse momento.
Zezé: Quer dizer então que…
Tadeu: …Lavar banheiro é algo perigosíssimo?
Ogro: *faz que sim com a cabeça e vai correndo até o banheiro*
Zezé: O que será que aconteceu?
Tadeu: Espero que ele não esteja precisando ir no banheiro…
Zezé: E o papai está lavando o banheiro!
Tadeu: Seria um grande impasse…
Zezé: Seria mesmo!
Ogro: *trás o Kekekê nos braços*
Kekekê: O-oooh…
Zezé: Minha nossa!
Tadeu: O que foi que aconteceu?
Ogro: Grofa! Grofa.
Zezé: O banheiro é mesmo perigoso.
Tadeu: Papai, fale comigo.
Kekekê: A-aaaah….
Zezé: Ele parece tonto.
Tadeu: Acorde, papai!
Kekekê: O banheiro…
Zezé: O que tem o banheiro?
Tadeu: Aquela criatura perigosíssima consumiu suas energias para viver eternamente jovem??
Kekekê: O banheiro…
Zezé: Não faça suspense!
Tadeu: O que tem o banheiro?
Kekekê: Tá limpo! *começa a dormir*
Ogro: *coloca o Kekekê no sofá*
Zezé: Entendeu alguma coisa?
Tadeu: Que limpar banheiro dá muito trabalho?
Zezé: Que coisa sem graça.
Tadeu: O papai vai ficar bem, Ogrosório?
Ogro: Grofa. Grofa Grofa!
Zezé: Acho que ele disse que sim.
Tadeu: Será que ele não quer mesmo que a gente chame ele pelo nome?
Zezé: Pela cara dele de bravo, acho que sim.
Tadeu: Mas a sua mãe ia querer que você fosse chamado pelo nome que ela deu, não acha?
Ogro: Grofa!
Zezé: Ele discorda.
Tadeu: É, eu percebi.

Tales of Wolfito

Ciência! E sanduíche de presunto.

No quarto da Tuppence
Wolf: Tuppence! Tuppence!
Tuppence: O que foi? *desenhando*
Wolf: Você tem que ver uma coisa incrível!
Tuppence: Que tipo… De coisa incrível?
Wolf: Não precisa ficar tão desconfiada!
Tuppence: Pai, o senhor está com cara de louco, vestindo um jaleco de cientista todo sujo e com óculos tortos.
Wolf: Pfft! São pequenos preços a se pagar pela ciência.
Tuppence: Sei…
Wolf: Mas vamos! Vai ser divertido!
Tuppence: Só se você colocar uma roupa nova após tomar um banho… O senhor está fedendo a presunto!
Wolf: Sabe que agora que você falou… Oh! Minha nossa. A Miss Cupcake vai me matar se me vir assim…!
Tuppence: Então vá nessa, que eu o espero no laboratório.

No laboratório subterrâneo na mansão do Wolf.
Tuppence: Ah! Finalmente o senhor chegou!
Wolf: Continua desenhando?
Tuppence: Sim, mas eu já terminei! Olhe só o meu desenho.
Wolf: Ah! São tulipas e um solzinho sorridente! Uma graça.
Tuppence: Não é um Leonardo da Vinci, mas dá para colocar na geladeira.
Wolf: Claro que sim! Sua mãe vai adorar!
Tuppence: Certo, então… O que é a coisa extraordinária.
Wolf: É uma coisa incrível, mas não extraordinária.
Tuppence: Merece mesmo a nossa atenção?
Wolf: Claro que sim!
Tuppence: Mesmo?
Wolf: Sim! Afinal nós estamos falando de… *tira a cortina que estava cobrindo a mesa* Sanduíche de presunto!
Tuppence: Isso explica o cheiro do presunto.
Wolf: Sim.
Tuppence: Não vejo nada de especial nele.
Wolf: Ora! Ele não é um sanduíche de presunto qualquer…
Tuppence: É? Ainda assim, acho que ele é igual a qualquer outro.
Wolf: Ele é um sanduíche de presunto especial.
Tuppence: É um sanduíche de presunto bruxo
Wolf: Ele não é especial nesse sentido.
Tuppence: Ah. E eu pensei que ia conhecer alguém que já tinha ido para Hogwarts…
Wolf: Ele é especial foi porque eu o montei.
Tuppence: Então… Acho que você deve ter algum problema, papai…
Wolf: Bobagem! Eu não tenho problema nenhum.
Tuppence: Um sanduíche de presunto não vai ser especial só porque você o fez.
Wolf: Mas Tuppence… Existe um elemento muito especial que eu mesmo acrescentei!
Tuppence: É? Você está fazendo experiências científicas nesse pobre coitado de sanduíche?
Wolf: Experiências científicas? Do que está falando?
Tuppence: Você está no seu laboratório subterrâneo fazendo sanduíche, se fosse para fazer um qualquer não faria na cozinha?
Wolf: Não seja boba! A sua mãe me proibiu de mexer na cozinha.
Tuppence: Hm… Pensando bem, isso faz sentido.
Wolf: Você não quer saber o que eu acrescentei
Tuppence: Hm… Amor de pai?
Wolf: Não! Esse sal caríssimo que eu comprei.
Tuppence: Quase acertei.

Random Adventures

É difícil superar o fato que o Natal já passou… E estamos em um ano diferente!

Na casa do Capitão Yay.
Random: Rabanada…
Capitão Yay: Random! Francamente.
Random: Rabanada?
Capitão Yay: Hoje já é dia doze de janeiro de 2016! Cara, se liga e supere o fato que você não vai comer rabanada até o nata desse ano.
Random: Rabanada! Quero dizer, eu sei disso!
Capitão Yay: Se sabe disso, então pare de falar em rabanada.
Random: Eu… Não consigo! Sabe como é difícil para mim superar isso??
Capitão Yay: Eu espero até os morangos estarem em época de novo, e você não me vê reclamando por causa disso.
Random: Talvez você reclame.
Capitão Yay: Eu?
Random: Sim! Você reclama quando ninguém está olhando.
Capitão Yay: Ridículo. Pode provar isso??
Random: Eu posso! Tem câmeras de segurança na sua casa.
Capitão Yay: Como é quê é??
Random: Se não tem câmeras de segurança na sua casa, então para quê você tem esse quadro super creepy de um militar?
Capitão Yay: Ah, está falando dele? É uma herança de família.
Random: A sua família é mesmo muito estranha.
Capitão Yay: Bom, isso eu tenho que concordar. Mas não se incomode com o quadro…
Random: Ele não te incomoda?
Capitão Yay: Ele é uma quadro de estimação.
Random: *os dois ouvem um barulho de trovoada*
Capitão Yay: Dá para você parar de fazer isso?
Random: Eu não estou fazendo nada!
Capitão Yay: Você está batendo em uma placa de alumínio na minha cara. Não se faça de desentendido!
Random: Eu estava brincando.
Capitão Yay: Sei.
Random: Acabo de me lembrar da rabanada…
Capitão Yay: Esqueça da bendita rabanada!
Random: Não tem um baú de tesouros cheio de rabanada na sua casa, tem?
Capitão Yay: Claro que não! Desde quando rabanada é um tesouro?
Random: Para mim, rabanada é um verdadeiro tesouro.
Capitão Yay: Eu não acredito nisso.
Random: Mas é verdade!
Capitão Yay: Vindo de você, eu não me surpreendo.
Random: Você ouviu isso?
Capitão Yay: Ouvi o quê?
Random: O meu estômago está pedindo rabanada!
Capitão Yay: Eu já falei para você parar de falar em rabanada!
Random: Não consigo parar! Só consigo pensar nisso.
Capitão Yay: Chega de pensar em…
Random: Rabanada!
Capitão Yay: Está me deixando enlouquecido com essa história toda, Random.
Random: Você não poderia fazer uma rabanada…?
Capitão Yay: Não!
Random: Por favor…
Capitão Yay: Rabanada fora de época?
Random: Ninguém precisa seguir as regras!
Capitão Yay: Você quer que eu seja um bandido e faça rabanada para você??
Random: Isso mesmo!
Capitão Yay: Está bem. Você venceu!
Random: Oba!

Happy Green Things

Dizem muitas coisas por aqui. Quero dizer, por aí. Hm, do que eu estava falando mesmo?

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Existe outra coisa me incomodando, narrador…
Locutor-sama: Pode dizer. Estou ouvindo.
Moon: A bola não quica!
Locutor-sama: *observa a bola azul* Existem problemas maiores que esse, senhorita Moon.
Moon: Não seja absurdo.
Locutor-sama: Estou falando sério.
Moon: Mas ela… A bola não quica!
Locutor-sama: Ela não é daquelas bolas de apertar?
Moon: Bem… Ela é.
Locutor-sama: Aí está sua explicação.
Moon: Sabe, eu me lembro de uma bola vermelha.
Locutor-sama: Já vi que só vamos falar de bolas.
Moon: Era uma bola e tanto! Ela, tipo, quicava. NÃO COMO ESSA BOLA FALSA!
Locutor-sama: O que aconteceu com a bola vermelha?
Moon: É muito simples. Ela caiu outro lado do muro! Depois começaram a construir um prédio… POBRE BOLA VERMELHA!
Locutor-sama: Eu disse lá em cima, existem problemas maiores que esse.
Moon: É o que VOCÊ diz! Não importa. A bola não quica, e a bola vermelha é apenas uma memória do passado.
Locutor-sama: Isso foi bastante dramático.
Moon: Ninguém se importa com isso.
Locutor-sama: Eu me importo com isso.
Moon: Ah! Você se importa. Lógico que você se importa!
Locutor-sama: Sempre me importo com as coisas dramáticas.
Moon: E as coisas sonoras?
Locutor-sama: Nunca se esqueça, autora. Nem tudo é sonoro o bastante para ser considerado dramático!
Moon: Isso… Isso é óbvio!
Locutor-sama: Não é óbvio para todo mundo e sempre é bom lembrar, de qualquer forma.
Moon: Paciência, autora. Paciência! Esse narrador bobo diz coisas bobas.
Locutor-sama: Está tudo bem, senhorita Moon?
Moon: Nada. Só queria o impossível.
Locutor-sama: A bola vermelha.
Moon: A bola vermelha!
Locutor-sama: Deixe o passado para lá. E eu tenho certeza que vai superar isso.
Moon: Sim… Muitas vezes temos que superar pois não temos opção!
Locutor-sama: Não veja as coisas por esse lado.
Moon: E de que lado eu devo ver?
Locutor-sama: Hm… Por um ângulo diferente?
Moon: *suspira*
Locutor-sama: Ângulos são coisas interessantes.
Moon: Interessantíssimas.
Locutor-sama: Estou tentando ajudá-la.
Moon: Agradeço a sua honestidade.
Locutor-sama: Narradores devem ser honestos.
Moon: Isso está escrito em algum lugar?
Locutor-sama: É uma questão de princípios.
Moon: Princípios?
Locutor-sama: Princípios.
Moon: Interessantíssimo.
Locutor-sama: Você é uma pessoa difícil de dialogar, às vezes.
Moon: Às vezes?
Locutor-sama: MUITAS vezes.
Moon: Você e a sua honestidade.
Locutor-sama: Existem momentos em que a verdade deve ser dita.
Moon: Isso é uma história para colecionar suas frases de efeito?
Locutor-sama: Eu não vejo nada de errado com isso.
Moon: É claro que você não vê nada de errado! Seu narrador exibido.
Locutor-sama: Eu não sou exibido.
Moon: E eu sou a rena do nariz vermelho!

Raccoon Tales

Guaxinins são como qualquer um… Exceto se você tem um narrador chato, te seguindo.

Locutor-sama: Hoje é mais um dia na vida de Tuta-sama. Não é sempre que o dia amanhece tão lindo, trazendo tantas oportunidades para todos nós.
Tuta-sama: *sobe no banquinho em frente ao espelho e boceja* Hm? *esfrega os olhos com as patinhas* Onde está minha escova de dentes?
Locutor-sama: Aqui está, Tuta-sama. *entrega a escova para a milionária guaxinim*
Tuta-sama: Oh! Obrigada. Ei. Ei! SAIA DO MEU BANHEIRO!
(Locutor-sama cai em frente ao banheiro da Tuta-sama, enquanto ela fecha a porta nas costas dele)
Locutor-sama: Tuta-sama, você não tem senso de humor?
Tuta-sama: Aqui é o meu banheiro! Tenha a santa paciência!
Locutor-sama: Eu estava apenas brincando.
Tuta-sama: *abre a porta do banheiro* É, você sempre diz isso.
Locutor-sama: Eu também vim dizer alguma coisa.
Tuta-sama: E o quê é? Que você vai morar em Marte? Diz que sim, vai.
Locutor-sama: Felizmente não, Tuta-sama.
Tuta-sama: Você nunca vem aqui para dar uma boa notícia!
Locutor-sama: Sinto muito. Prometo melhorar da próxima vez.
Tuta-sama: Tanto faz.
Na cozinha da Tuta-sama:
Tuta-sama: Bom dia, Beta. Beta?
Barman: Tuta-sama, a Beta está substituindo a mim na Casa Verde enquanto trabalho aqui. Já esqueceu?
Tuta-sama: Hm? Ah, é. E mais uma coisa…
Locutor-sama: Oh sim! A cozinha está muito quente, então vamos todos tomar café da manhã na sala de jantar.
Tuta-sama: O que houve com a sala de café da manhã?
Falcona: Com licença. O ar condicionado da sala de café da manhã está quebrado, então terá que ser na sala de jantar.
Tuta-sama: Ah, tudo bem.
Barman: Sala de café da manhã, de almoço e de jantar??
Tuta-sama: Não seja bobo, Barman. A sala de jantar também é a sala de almoço. A de café da manhã é menor e é para ninguém me incomodar…
Locutor-sama: Quer dizer que eu não vou poder tomar café da manhã?
Tuta-sama: Ninguém te convidou.
Locutor-sama: *olha para o lado, deprimido*
Barman: Eu não vou nem perguntar como você concluiu isso…
Locutor-sama: Imaginei que a Tuta-sama não ia querer minha presença no seu café da manhã.
Tuta-sama: Ninguém quer a presença de um cara chato como você, que fica narrando todas as vezes que passo manteiga no meu pão!
Barman: Posso ver você fazendo uma coisa dessas.
Locutor-sama: De que lado você está?
Barman: Nenhum.
Locutor-sama: Já que não sou bem recebido aqui… *abre a janela* Eu irei me despedir. *pula da janela*
Falcona: Minha nossa! Ele pulou da janela do primeiro andar.
Tuta-sama: Não é um grande feito.

Pixie Tales

Tem vezes que pensamos em… Sorvete derretendo! Céus, isso é terrível.

Na casa da árvore do Kekekê
(Tasketê e o ogro estavam jogando damas, enquanto as crianças assistiam)
Zezé: Damas não é um jogo muito emocionante.
Tadeu: Falta explosões!
Zezé e Tadeu: BOOM! *os dois jogam as almofadas que estavam segurando para cima*
Tasketê: Paciência, é sobre isso que damas…
Ogro: Grofa!
Tasketê: Ca-calma! Estou pensando no meu próximo passo.
Ogro: Grofa.
Tasketê: Já se passaram… Quinze minutos??!
Zezé: Uau!
Tadeu: Eu devo ter cochilado…
(Tadeu pega a almofada caída no chão sua e a do irmão. Ele entrega para o Zezé e senta no sofá novamente.)
Tasketê: Deixa eu ver…
Ogro: Grofa!
Tasketê: Certo! *faz um movimento no tabuleiro*
Ogro: Grofa! *também faz um movimento*
Tasketê: Oh! Essa foi a minha… Última peça. Eu perdi!
Ogro: Grofa.
Tasketê: Não precisa me consolar, ogro. Eu sou uma farsa jogando damas!
Ogro: *dá um tapinha amigável no ombro do Tasketê*
Tasketê: Oh! Você é realmente nobre.
Kekekê: Alguém vai querer biscoitos de leite? *segurando uma bandeja*
Tasketê: Ah! Eu quero. *pega um*
Kekekê: Pode pegar.
Ogro: *pega um também*
Kekekê: Crianças, vocês dois não vão querer?
Zezé: Ele está mesmo fazendo essa pergunta?
Tadeu: Somos crianças! Nós não comemos biscoitos de leite.
Zezé: Preferimos… Chocolate!
Kekekê: Crianças… Sabem qual é o problema em comer biscoitos de chocolate?
Zezé: Tem problema?
Tadeu: Eu não sabia disso!
Ogro: Grofa!
Kekekê: É como o ogro disse… Vocês virarão biscoitos!
(Um barulho de trovoada ao fundo)
Tasketê: Puxa vida! E eu pensei que o tempo estava bom.
Zezé: Bi-biscoitos?
Tadeu: Bobagem! Eu não acredito nisso.
Kekekê: Mas é a pura verdade!

Happy Green Things

Sim, detalhes são importantes. Mas a importância são detalhes!

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Sabe, Locutor-sama. Há uma coisa que está me incomodando.
Locutor-sama: É mesmo, senhorita Moon?
Moon: Pode me dizer o porquê que tem um divã no meu escritório, e eu ainda por cima estou deitada nele?
Locutor-sama: Acredito que de vez em quando, precisa conversar sobre os seus problemas.
Moon: Problemas? Não sei do que está falando.
Locutor-sama: Sei, sei. Você está em fase de negação!
Moon: Eu não sei sobre o que está falando.
Locutor-sama: Hm… Tudo bem. Eu só queria dizer essas coisas. Não tinha oportunidade para isso, sabe?
Moon: Sei, sei. *levanta do divã* Agora, tire essa tralha daqui.
Locutor-sama: Não vejo o porquê. Ele não está atrapalhando, está?
Moon: Sim, ele está. Tinha um perfeito espaço vazio, onde ele estava!
Locutor-sama: Você gosta tanto assim, daquele espaço vazio??
Moon: Sim, espaços vazios são legais! Significa que não tem tanta tralha nesta sala.
Locutor-sama: Eu pensei que as “tralhas” desta sala estavam no armário. Quem abre-o, cai em uma tremenda armadilha.
Moon: Isso é só um detalhe! O que importa é que essa sala está arrumada.
Locutor-sama: Pobre armário. Não tem direito a ter um espaço vazio…
Moon: Você está fugindo do objetivo!
Locutor-sama: Estou?
Moon: Está.
Locutor-sama: De qual objetivo?
Moon: Desta sala estar arrumada!
Locutor-sama: Ah.
Moon: “Ah” o quê?
Locutor-sama: Eu pensei que já tivesse dito isso. Talvez eu esteja imaginando coisas…
Moon: Sim! Eu já disse isso. Mas! Você parece que não entende.
Locutor-sama: Eu entendo perfeitamente.
Moon: Entende perfeitamente mesmo?
Locutor-sama: Sim. Acredite em mim, senhorita Moon.
Moon: Não sei…
Locutor-sama: Desse jeito, essa discussão não vai chegar em lugar algum.
Moon: Normalmente não é isso que acontece?
Locutor-sama: Acho que sim. Mas tudo deveria ter uma conclusão. Como a “Saga do Ogro.”
Moon: Nã-não me olhe assim! Eu estou chegando lá.
Locutor-sama: Certo, certo. Não é bom fazer suspense por muito tempo!
Moon: Não é questão de suspense.
Locutor-sama: É a questão que você só volta a escrever, quando está atrasada de novo.
Moon: Não estou tão atrasada! É um post de 2016 e ainda estamos em 2015!
Locutor-sama: Senhorita Moon…
Moon: O quê?
Locutor-sama: Deixa para lá.
Moon: E o divã?
Locutor-sama: Eu não vejo o porquê de tirá-lo daí.
Moon: Mas eu quero o espaço vazio de volta!
Locutor-sama: Autora, tenha a santa paciência! É apenas um espaço vazio.
Moon: Não é um espaço vazio qualquer!
Locutor-sama: Não?
Moon: É o meu espaço vazio!

Silly Tales

E assim, nossos heróis chegam em algum lugar! Eu acho…

Moon: Os abacaxis continuam no deserto! E eu estou na minha forma pixel. Oh! E um “plot twist” – A autora em forma de pixel e a original são a mesma pessoa!
Zaltana: Minha nossa. Que reviravolta surpreendente!
Moon: Eu reconheço sarcasmo quando eu mesma o escrevo, senhorita Abacaxi Maquiada!
Zaltana: Ah, claro! Tinha que fazer a piada da maquiagem.
Boon: Segundo minha lupa, nós chegamos em algum lugar!
Malvino: Isso aí é uma luneta.
Boon: Tem diferença?
Zaltana: Tem. E onde conseguiu isso/
Boon: Do meu bolso!
Moon: Quantas reviravoltas interessantes!
Zaltana: Você acha isso interessante?
Moon: Claro que eu acho!!
Zaltana: Ah sim, é claro que você acha,
Malvino: Bem, meu caro Boon. Onde é que nós chegamos?
Boon: Não tenho certeza, pode ser uma miragem!
Zaltana: Pode dizer, de qualquer forma.
Boon: Parece um shopping center.
Malvino: Um shopping center…?
Zaltana: Uma notícia boa!
Boon: Compras!
Zaltana: Não seja ridículo! O que importa é o ar condicionado!
Malvino: Nós entramos no céu!
Zaltana: Nós “entraremos” e não entramos.
Boon: Tenho problemas com conjugação de verbo. No meio do deserto!
Moon: Vocês estão esquecendo de um detalhe.
Malvino: Um detalhe!
Zaltana: Essa é boa.
Boon: Qual detalhe?
Moon: Dois detalhes – Vocês terão que dar uma utilidade final para os seus parceiros!
Zaltana: Hm… Vamos ver… Já sei!
Boon: Uma lâmpada econômica para a sua ideia.
Zaltana: Vamos colocar os dois ali, fazendo apresentações.
Malvino: Não me parece uma má ideia.
Moon: Eles chegaram em frente ao shopping center.
Zaltana: Escutem, Bebedouro e Travado. Nós agradecemos muito pela sua companhia durante a nossa jornada…
Malvino: Está brincando!
Boon: Acredito que ela esteja sendo educada.
Zaltana: E é por isso que nós estamos incentivando vocês a seguirem seus sonhos! Fazendo apresentações!
Justin Bebedouro: O que quer dizer com isso? O que quer dizer com isso?
John T. C.: (olhando para os lados com uma expressão confusa)
Zaltana: Sim! É disso que estou falando! Os sonhos devem se tornar verdade, por isso… Fiquem aqui, lutando por eles!
Malvino: Acho que eles pegaram o espírito da coisa.
Boon: Isso é ótimo!
Zaltana: Sabem o que é melhor do que ótimo?
Malvino: Não, o quê é?
Zaltana: Maravilhoso! Vamos entrar no shopping center e finalmente teremos o que merecemos.
Boon: Ar condicionado!
Malvino: É como nós tivéssemos passado uma longa jornada e encontramos o tesouro perdido!
Zaltana: Sim, Malvino. É o que eu sinto nesse exato momento!
Moon: E eles viveram felizes (?) para sempre.