Green House Stories

Ancestrais, ancestrais… Não, espera. Como era mesmo?

No escritório da Hello na Casa Verde.
Hello: Sir Bigodón! Sir Bigodón!
Sir Bigodón: Fala. *olhando para o celular*
Hello: Eu vou entrar em contato com meus ancestrais e já volto.
Sir Bigodón: Tudo bem. *levanta a cabeça e abaixa de novo*
(Hello sai da sala)
Sir Bigodón: *levanta a cabeça novamente* O que foi que ela disse? Ancestrais?

No jardim de trás da Casa Verde.
Hello: É hora de fazer uma fogueira para entrar em contato com os meus ancestrais!
Comofas: Ei! Nada de fogueira aqui!
Hello: Meu caro amigo gorila, eu sei que você está substituindo o Olliver enquanto ele está de férias, mas mesmo assim não vejo o porquê de eu não acender uma fogueira.
Comofas: É ecologicamente incorreto, Hello.
Hello: Bolas, você tem razão.
Comofas: Mas, por sorte eu tenho o que você precisa.
(Comofas entrega uma caixa para a Hello)
Hello: Isso é um abajur de brinquedo.
Comofas: Use a sua imaginação! *um arco-íris aparece em cima da cabeça do Comofas.*
Hello: Isso é uma referência a alguma coisa?
Comofas: Eu estou apenas dando uma sugestão.
Hello: Tudo bem então. Irei aceitar sua sugestão. *tira o abajur de dentro da caixa e dá para o Comofas a caixa vazia* Obrigada!
Comofas: De nada! *volta ao trabalho*
Hello: *liga o botão que acende o abajur de brinquedo e o coloca no chão*
Sabrina: Hello, o que você está fazendo exatamente?
Hello: Estou entrando em contato com os meus ancestrais.
Sabrina: Parece profundo.
Hello: Não é? A fogueira faz parte da dramaticidade.
Sabrina: Mas isso é um abajur de brinquedo.
Hello: Use a sua imaginação, Sabrina! *coloca as duas mãos nos ombros da Sabrina*
Sabrina: Ok? *tira a mão da Hello do ombro dela*
Hello: É apenas imaginação, imaginação! Eu realmente não sei o porquê que estou fazendo isso.
Sabrina: Espero que você descubra, então.
Hello: Espere! Não vá embora!
Sabrina: E o que você espera que eu faça?
Hello: Pague mico comigo?
Sabrina: Hm… Não. Eu não vou pagar mico.
Hello: Desculpe, senhor Mico! *o mico que estava ao lado dela vai embora*
Sabrina: De onde veio esse mico?
Hello: Não faça perguntas difíceis, minha cara.
???: Hello…
Hello: Você ouviu isso? Ouviu?
*uma fantasma parecida com a Hello aparece*
???: Não vá para a casa no farol… Não vá para…
*a fantasma desaparece*
Hello: Minha nossa! Era a tia Hello!
Sabrina: E eu pensei que já havia visto de tudo.

Green House Stories

Motivação é uma palavra estranha, difícil de definir.

No escritório da Hello, na Casa Verde.
Hello: Sir Bigodón, estou entediada. *coloca os pés na mesa* O que acha que devo fazer sobre isso?
Sir Bigodón: Está perguntando para mim?
Hello: Estou sim, meu colega coelho. Ou seria coelho colega? É tudo tão confuso nessa vida.
Sir Bigodón: Bem. Cada um encontra motivação a sua maneira.
Hello: Ah! Mas quem disse que estou sem motivação?
Sir Bigodón: Ah. É. Você disse algo sobre estar entediada.
Hello: *tira os pés da mesa* Exatamente! Entende o meu drama, Sir Bigodón? É como fazer tudo e não fazer nada ao mesmo tempo.
Sir Bigodón: Você diz coisas impossíveis, Hello.
Hello: Vou entender isso como um elogio.
Sir Bigodón: Faça como quiser.
Hello: Sim! Eu farei como eu quiser.
Sir Bigodón: Você sempre faz as coisas como quer.
Hello: O que quer dizer com isso?
Sir Bigodón: Nada!
Hello: Tem certeza?
Sir Bigodón: Eu não quero dizer nada com isso… Além do que eu disse!
Hello: Oh, claro. Tem vezes que você complica tanto as coisas!
Sir Bigodón: *suspira profundamente*
Hello: Sir Bigodón.
Sir Bigodón: Faa.
Hello: Você acha que morcegos gostam de Batman?
Sir Bigodón: Eu… Não sei.
Hello: Ah. Sabe que eu também não sei?
Sir Bigodón: Não diga.
Hello: Pois é, né. Essas coisas são assim.
Sir Bigodón: É.
Hello: Minha nossa! O meu tédio está consumindo até a minha motivação para conversas interessantes.
Sir Bigodón: É, eu percebi.
Hello: Tenho que fazer algo sobre isso! *levanta da cadeira*
Sir Bigodón: Isso! Tome uma atitude ao invés de ficar sentada reavaliando sua vida.
Hello: Tem toda razão, coelhinho!
(Hello sai da sala mas logo volta)
Hello: Sir Bigodón! Vamos jogar boliche!
Sir Bigodón: Boliche? Eu não sei jogar boliche.
Hello: Bobagem! Todo mundo sabe pegar uma bola e tacar em alguma coisa. *coloca os pinos de boliche no chão e entrega a bola para o Sir Bigodón* Vamos lá, Sir Bigodón! Não seja tímido!
Sir Bigodón: *joga bola e derruba todos os pinos*
Hello: STRIKE!
Sir Bigodón: Sabe, eu nunca vi muita graça em boliche.
Hello: Como não? Acabou de fazer um strike e ainda por cima diz uma coisa dessas.
Sir Bigodón: Eu sei, mas…
Hello: Você tem talentos que nunca chegou a conhecer! Você poderia até ser um jogador de boliche famoso.
Sir Bigodón: Me diga o nome de um jogador de boliche famoso.
Hello: Ahn… Bem… Bom…
Sir Bigodón: Pare de dizer besteiras e volte ao trabalho.
Hello: Mas daí e não ficaria entediada.
Sir Bigodón: É essa a ideia, Hello.

Happy Green Things

Você deve acreditar em alguma coisa.

No telhado do Estúdio Happy Green Things.
Moon: P-san! O que está fazendo?
P-san: Não consegue entender o que estou fazendo?
Moon: Não. Tem um pano gigante cobrindo! Pode me dize? Não faça suspense, seu pinguim.
P-san: Certo, certo. Vou falar.
Moon: Então diga!
P-san: Lembra dos meus cinquenta e cinco ventiladores?
Moon: Lembro deles, sim.
P-san: Esses são os cinquenta e cinco ventiladores… Reservas!
Moon: Em outras palavras, você tem cento e dez ventiladores.
P-san: Em outras palavras. Mas!
Moon: Mas! Mas o quê?
P-san: Estou utilizando os meus reservas.
Moon: Para quê, exatamente?
P-san: Para construir um robô gigante! *tira o pano e joga para o lado*
Moon: Um robô gigante.
P-san: Sim, um robô gigante.
Moon: Não estou surpresa. Se um personagem está ocupado, provavelmente está montando um robô gigante nesse exato momento.
P-san: Está querendo dizer que minha ideia não é original?
Moon: Algo do gênero.
P-san: Caramba! *joga uma chave inglesa no chão* E eu quero ser original.
Moon: Não se preocupe muito com essas coisas.
P-san: Como não?
Moon: Está tudo bem em criar um robô gigante, P-san.
P-san: Está?
Moon: Apesar de que fazer a sua própria imagem o robô é um tanto narcisista da sua parte.
P-san: Mas não há nada mais belo que um pinguim!
Moon: E não vejo como isso foi construído com ventiladores.
P-san: Eu os desmontei, obviamente.
Moon: Mesmo assim, não vejo como fazer um robô gigante com peças de ventilador.
P-san: Oras! Moon, cadê a sua imaginação?
Moon: Mesmo na imaginação, temos que encontrar um pouco de lógica.
P-san: Se há lógica, então não existe mais imaginação.
Moon: Esses personagens gostam mesmo de falar palavras bonitas?
P-san: E qual é o problema com isso?
Moon: Fica parecendo que estou cercada de cópias do Locutor-sama.
P-san: Que absurdo! O Locutor-sama nem ao menos é profundo.
Moon: Nesse ponto eu devo concordar.
P-san: Está vendo? Até você percebe isso! Ele é um poser.
Moon: Que coisa engraçada.
P-san: O que é engraçado?
Moon: Sei lá. Mas acho que todo mundo finge ser o que não é.
P-san: Sério?
Moon: Sério.
P-san: Bom, eu por exemplo sou cem por cento autêntico. Um pinguim!
Moon: Isso eu já notei.
P-san: Ainda bem. Já pensou se você nunca tivesse notado que eu sou um pinguim?
Moon: Isso é meio impossível. Como eu não ia perceber que você é um pinguim?
P-san: Nunca se sabe. A gente nunca realmente conhece as pessoas.
Moon: Céus! Diga “Nós nunca realmente conhecemos as pessoas”.
P-san: Não precisa corrigir meu português.
Moon: Precisa sim, pombas!

Happy Green Things

É, mas não é. Dá para entender? Não.

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Estou feliz que tenha finalmente terminado a Saga do Ogro, Locutor. Uma satisfação!
Locutor-sama: Parabéns, senhorita Moon.
Moon: Me lembre de não fazer histórias com continuação por um tempo.
Locutor-sama: Pode deixar.
Moon: *levanta da cadeira* Muito bem! Agora nós vamos para o nosso próximo passo.
Locutor-sama: E qual seria o nosso próximo passo?
Moon: O nosso próximo passo… Qual é o nosso próximo passo?
Locutor-sama: Eu posso ser um personagem que saiu da sua cabeça, mas não sei como você pensa, autora.
Moon: Tem razão, Locutor. *começa a andar em círculos pela sala*
Locutor-sama: Está sem ideias?
Moon: Não exatamente. Dizem por aí que, você nunca está sem ideias. Apenas bloqueada por uma ideia muito grande.
Locutor-sama: Uma ideia muito grande.
Moon: Prefere uma ideia gigante, narrador? Pois que seja. Uma ideia gigante!
Locutor-sama: Fico me perguntando se é um robô gigante, ou um dinossauro. Talvez um gorila?
Moon: Temos que pensar muito maior que isso.
Locutor-sama: Maior? Um planeta?
Moon: Um planeta.
Locutor-sama: Um planeta!
Moon: Você está fazendo aquela cara.
Locutor-sama: Que cara?
Moon: Aquela cara de quando eu estou dizendo coisas absurdas.
Locutor-sama: Tenho certeza que estou com a minha expressão impassível de sempre, senhorita Moon.
Moon: Ah! Sei,
Locutor-sama: Estou falando sério.
Moon: Sim, é claro. Está sempre falando tão sério, não é?
Locutor-sama: O que quer de mim? Sou apenas um sério narrador.
(Os dois começam a dar risada)
Moon: Por que estamos rindo?
Locutor-sama: Eu não sei, mas a risada é para alegrar o ambiente.
Moon: Ah! Você sempre sabe o que dizer, não é verdade?
Locutor-sama: Não estaria fazendo um bom trabalho como narrador se me faltassem palavras.
Moon: Sempre tão profundo.
Locutor-sama: Oh. Não precisa de tantos elogios, eles podem soar um tanto irônicos.
Moon: Nós estamos perdendo o rumo da conversa!
Locutor-sama: Estamos?
Moon: Sim! Principalmente uma coisa.
Locutor-sama: E qual seria essa… Coisa?
Moon: Vinte e nove de fevereiro, Locutor-sama.
Locutor-sama: Tem algum compromisso nesse dia?
Moon: Não, não. Mas não é fascinante?
Locutor-sama: Nem tudo pode ser fascinante.
Moon: Não é fascinante um dia que não está presente em todos os anos? Um dia que podemos valorizar de verdade?
Locutor-sama: Pensei que todos os dias deveriam ser valorizados igualmente.
Moon: Mas 29 de fevereiro só existe em ano bissexto! Isso é algo realmente fascinante.
Locutor-sama: Eu não vejo nada demais.
Moon: Você não entender de nada, narrador bobo.

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A Saga do Ogro chega ao seu término… Finalmente!!

(Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze, treze, catorze)
Locutor-sama: Os heróis abriram a pesada porta da sala do trono. Lá encontraram a princesa Matilde, que estava falando com a Rainha dos Amendoins. Estranhamente, ela estava chorando.
Capitão: Majestade! O que foi que aconteceu?
Rainha: Sabia que o príncipe Kekekê não ganhou um pônei quando ele era pequeno? Pobre alma! Eu também nunca ganhei um unicórnio. Acho que foi bobagem em ter que colocá-lo na prisão.
Capitão: Sobre isso…
Rainha: O que foi, Capitão dos Amendoins? Tem algo para dizer a sua rainha?
Capitão: Bem, as sombras amendoins trouxeram o Kekekê daquela dimensão, não o príncipe.
Rainha: Como é que é??
Locutor-sama: Barman apareceu com um bolo de paçoca pronto.
Rainha: Mas que cheiro é esse?
Rosalina: Bolo de paçoca.
Barman: É um modo de conseguirmos seu perdão, majestade. Nós queremos o nosso amigo Kekekê de volta, se não se importar.
Tuta-sama: Temos um ogro nervoso aqui, e a princesa Matilde já está segurando um taco de beisebol.
Princesa Matilde: Ah? Oh! *esconde o taco de beisebol* Nã-não é o que parece!
Ogro: Grofa grofa!
Princesa Matilde: Não! Nada de violência! Nada de violência! *faz o taco de beisebol desaparecer*
Rainha: Ok, ok. Tanto faz. Tirem o Kekekê falso da prisão!
Capitão: Majestade… Peço desculpas.
Rainha: Bem… Se aprender a fazer esse delicioso bolo de paçoca, já é um começo de conversa.
Barman: Tome. *entrega a receita para o Capitão dos Amendoins* Você vai precisar disso.
Capitão: Obrigado, eu acho.
Rosalina: Eu só preciso saber uma coisa.
Rainha: Diga, o que precisa saber?
Rosalina: Por que os morcegos estão fantasiados de amendoim?
Rainha: Porque eles ficam bonitinhos. Ah! E tem o meu perdão, princesa Matilde. Mesmo que eu continue não indo muito com a cara do seu marido, eu não vejo o porquê de continuar de briga com uma fada tão simpática.
Princesa Matilde: Eu agradeço, majestade.
Rainha: Leve os heróis para acompanhar a retirada do Kekekê falso da prisão.
Capitão: Majestade, tecnicamente ele é o Kekekê da outra dimensão.
Rainha: Tanto faz. Vá de uma vez!
Locutor-sama: Logo, na prisão o Capitão destrancou a cela do Kekekê.
Kekekê: Pessoal!!
Tasketê: Tudo bem, amigo?
Kekekê: Sim! Não passei fome, nem nada.
Barman: Até que a cela não parece muito desconfortável.
Rosalina: Mas ainda assim, é uma cela de prisão.
Locutor-sama: Os heróis e o Kekekê foram para o lado de fora do castelo. Antes de se despedirem, eles se surpreenderam com o príncipe Kekekê que estava ali.
Princesa Matilde: Oh! É você. Como chegou até aqui?
Príncipe Kekekê: Uma fada com a sua cara me enviou para cá.
Princesa Matilde: Ah! O que é isso grudado em você?
Locutor-sama: A Princesa leu o bilhete escrito pela Matilde que conhecemos melhor.
Bilhete da Matilde para a Princesa Matilde:
CUIDA MELHOR DESSE TEU MARIDO!
(Sério)
– Matilde.
Kekekê: Isso é mesmo a cara dela.

Silly Tales

Tem vezes que demora para a ficha cair.

(Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze, treze)
Locutor-sama: O Capitão dos Amendoins segurava uma espada e um escudo. Os heróis preparavam-se para a luta.
Capitão: Fico me pergunto se isso é realmente necessário? Hm, conhecendo a rainha… É, eu vou ter que fazer isso.
Tasketê: Ele nem pensou duas vezes!
Ogro: Grofa grofa!
Locutor-sama: O Capitão começou a atacar com a espada, a qual Rosalina defendeu com a sua.
Rosalina: Se está com tantas dúvidas em relação a isso, porque ainda luta conosco?
Capitão: Você não conhece a rainha. Eu tenho que fazer isso, quer eu queira ou não.
Tuta-sama: Barman! Vá para o lado de lá. Algo me diz que lá tem uma cozinha para você preparar um bolo de paçoca.
Barman: Se você diz, Tuta-sama.
Locutor-sama: Barman foi para o lado indicado por Tuta-sama. Tasketê andou devagar para a porta procurando destrancá-la. Rosalina e o Capitão dos Amendoins continuavam a batalha.
Tuta-sama: Ogro! Pare de tremer, está atrapalhando a minha concentração.
Ogro: Grofa grofa!
Tuta-sama: Você quer fazer alguma coisa? Eu também! Mas para isso leva tempo. Não quer usar a cabeça, e depois usar os punhos?
Ogro: Grofa grofa! Grofa, grofa.
Tuta-sama: Eu… Tá, tá. Faça o que quiser! Mas tome cuidado com a Ouviu bem? Eu não quero ninguém machucado sem necessidade! Isso incluí a Rosalina, o Tasketê, você e eu!
Ogro: Grofa, grofa. Grofa!
Locutor-sama: O ogro socou o chão, que causou um pequeno tremor de terra que atingiu o Capitão dos Amendoins. Rosalina desviou habilmente, enquanto Tuta-sama foi rápida o bastante: Ela conseguiu proteger o Tasketê com um escudo mágico do Capitão que quase iria cair em cima dele.
Tasketê: Obrigado, Tuta-sama.
Capitão: Ai… Minha cabeça.
Rosalina: Eu não posso dizer que desaprovo seus métodos, ogro. Mas quase que o Tasketê ia ser atingido!
Tasketê: Ah, eu estou bem. A Tuta-sama foi rápida!
Ogro: Grofa.
Tasketê: Não precisa pedir desculpas!
Tuta-sama: Na verdade, precisa sim. Eu quase tive um ataque do coração!
Ogro: Grofa, grofa. Grofa!!
Tuta-sama: Tá, tá, tá! Não precisa usar esses olhinhos de anime cheios de purpurina.
Rosalina: Bem, agora nós conversamos com a rainha dos Amendoins para tirar o Kekekê da prisão ou vamos direto para a prisão?
Tuta-sama: Para a prisão! Não quero falar com a rainha coisa nenhuma.
Tasketê: Mas eu já destranquei a sala do trono!
Tuta-sama: Oh. Então tudo bem, vamos lá falar com a benedita.
Capitão: Ei… Vocês tem certeza que vão falar com a rainha?
Tuta-sama: Lógico! Vamos lá e pronto. E se ela recusar a soltar o Kekekê, aí as coisas ficarão feias.

Silly Tales

Essa longa aventura vai terminar logo… Falta pouco!

(Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze)
Locutor-sama: Na prisão em que Kekekê estava sendo mantido, guardas aparecem informando a situação para o Capitão dos Amendoins!
Guarda 1: Senhor, uma fada está vindo.
Guarda 2: E também um grupo de heróis.
Capitão: Uma fada? Imagino que seja a princesa Matilde. E é melhor eu checar esse grupo de heróis…
Guarda 1: Mas e quanto a fada, senhor?
Capitão: Pessoalmente, eu prefiro deixar a fada de lado.
Kekekê: Mesmo não sendo a Matilde que eu conheço, começo a ficar preocupado.
Locutor-sama: Enquanto isso, a princesa Matilde tinha chegado a sala anterior da do trono.
Princesa Matilde: Não tem guarda nenhum por aqui. *olha para os lados* Nossa! Isso está parecendo uma sala de espera. Olha só! Eu ainda não li o número dessas revistas.
Locutor-sama: A Princesa decide sentar-se para ler revistas. Agora, voltaremos para a nossa programação normal… Onde os heróis estavam mesmo?
Tuta-sama: Nós acabamos de achar uma receita de bolo de paçoca. Isso tem cabimento, eu ter que localizar o narrador
Locutor-sama: O que o grupo iria fazer com a receita de bolo de paçoca? Imagino que não iriam ceder pacificamente uma cozinha para preparar o bolo. E seria muito conveniente se houvessem ingredientes para fazê-lo!
Ogro: Grofa, grofa. Grofa!
Tuta-sama: Sim, ogro. Ele é chato assim, normalmente.
Tasketê: Não foi bem isso que ele disse…
Tuta-sama: Eu apenas traduzi as partes que importavam!
Barman: Hm… Está tudo muito quieto.
Rosalina: Olhem só para isso! É um troll dormindo.
Barman: Ele está dormindo de uma maneira bastante constrangedora.
Tasketê: Mas ele não vai ficar com dor no pescoço, dormindo sem um travesseiro?
Ogro: Grofa! Grofa.
Tuta-sama: É, o ogro tem toda a razão. É melhor não nos preocuparmos muito com detalhes.
Locutor-sama: Os nossos heróis passaram pela porta do corredor que estava o troll dorminhoco. Logo, logo iriam encontrar a princesa Matilde novamente.
Rosalina: Estou ouvindo passos!
Barman: Quem será que está vindo?
Tuta-sama: Hm… Está andando muito devagar!
Tasketê: Você aí, do fundo do corredor! Dá para apressar o passo para nós vermos o seu rosto?
Ogro: Grofa grofa!
Tuta-sama: Você quer socar a cara dele? Calma aí, ogro.
Rosalina: Nós precisamos ver quem é primeiro!
Locutor-sama: O Capitão dos Amendoins aparece, deixando nossos heróis surpresos.
Barman: Mas esse cara… Nossa, parece que eu já o vi em algum lugar.
Rosaina: Lógico que já! Ele parece com você.
Barman: Rosalina, quantas vezes você tem oportunidade de dizer isso? Não muitas na vida, eu garanto.

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Guardas amendoins guardam um tesouro com eles… Mas o que seria?

(Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze)
Locutor-sama: A boy band de guardas amendoins toca uma música. Eles não iam atacar os heróis, você pergunta?
Rosalina: Um ataque musical? Como nós vamos nos defender disso?
Barman: Talvez com um feitiço da Tuta-sama?
Tuta-sama: No caso é só… *espirra* Caramba! Eles cantam tão mal, que estou até com alergia.
Tasketê: Não tem como você invocar os protetores de ouvido?
Tuta-sama: Sim, era isso que eu ia dizer.
Locutor-sama: Mas o ogro tinha outros planos. Começou a derrubar os instrumentos dos guardas amendoins.
Rosalina: Hm! Não é uma má ideia. *corta a guitarra no meio com a espada*
Barman: *usa o escudo para derrubar a bateria*
Tasketê: *descobre um tesouro perto dos guardas amendoins derrubados* Olhem só! *abre o baú*
Locutor-sama: Ao abrir o baú, ele acionou uma armadilha. Eu tive que olhar no dicionário para pronunciar a palavra corretamente.
Tuta-sama: Ninguém liga, Locutor-sama!
Barman: Nós estamos progredindo muito rápido.
Rosalina: Significa que a Moon começou a ficar sem paciência.
Locutor-sama: Um rolo gigante de novelo caiu um pouco atrasado de uma janela que foi aberta de cima da torre. Ele caiu na água em frente ao castelo.
Tasketê: Que armadilha mais mixuruca.
Tuta-sama: Algo que não seja amendoim? Estou surpresa, tenho que confessar.
Tasketê: Olhem! Outro baú! *tira um papel do baú que acabou de abrir*
Rosalina: Parece uma receita.
Barman: É de bolo de paçoca!
Ogro: Grofa, grofa.
Tuta-sama: É, ogro. Eu também estou surpresa.
Locutor-sama: Barman guardou a receita de paçoca no seu bolso. Todo mundo foi entrando no castelo, o corredor onde estava a princesa é onde dá a primeira porta. E falando nela…
Princesa Matilde: Um troll!
Troll: Troll esmaga inseto!
Princesa Matilde: *desvia da batida de mãos do Troll* Olha, só para deixar bem claro eu não sou um inseto. O senhor nunca viu uma fada
Troll: Troll não entende o que o inseto está falando.
Princesa Matilde: Calma, calma. Respire fundo! Vamos ver… *tira purpurina dos bolsos* Durma bem, Troll.
Troll: *começa a dormir*
Princesa Matilde: Pensando bem, eu deveria ter feito isso lá atrás.
Locutor-sama: Enquanto isso, o Capitão dos Amendoins estava na prisão em que Kekekê estava sendo mantido.
Kekekê: Você está bem?
Capitão: Estou. Só tenho sono.
Kekekê: Oh. Você tem problemas para dormir?
Capitão: Quando a rainha está com problemas.
Kekekê: Ah! Gosta muito dela, não?
Capitão: Quê? Nã-não. Eu só sigo ordens. E pare de ser tão simpático comigo! Está deixando isso mais difícil do que já é.
Kekekê: Difícil como?
Capitão: Bem… Espere um minuto. Só agora que eu notei, você não é o Príncipe Kekekê!
Kekekê: Estou dizendo isso… Faz umas quatro horas.
Capitão: Céus! A rainha vai ficar furiosa quando souber.

Bônus: Escritório da Hello, na Casa Verde.
Hello: Sinto que encontraram uma receita de bolo de paçoca!
Sir Bigodón: Você sempre sente muitas coisas? Estou começando a pensar que sim.

Silly Tales

Sim! Eles vão partir para o Reino dos Amendoins.

(Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez)
Locutor-sama: O Dragão Algodão estava grande o suficiente para caber três dos heróis em tamanho normal. Todos estavam impacientes pois iriam finalmente chegar ao Reino dos Amendoins! No final desse post, pelo menos.
Rosalina: *em pé no dragão* Já podemos ver o Reino dos Amendoins no horizonte. Não sentem até um frio na espinha?
Tuta-sama: É melhor você se sentar, Rosalina. Não quer correr o risco de cair daqui de cima!
Rosalina: É, tem razão. *senta novamente no dragão*
Barman: Nós não sabemos se podemos ser atacados novamente por aqueles morcegos fantasiados de amendoim.
Tasketê: Hm…Tudo parece muito pacífico.
Ogro: Grofa! Grofa, grofa.
Tasketê: Sim, acalme-se! Você terá sua chance, ogro. Não precisa ficar tão agitado.
Ogro: Grofa, grofa.
Tasketê: Sem palavrão!
Ogro: Grofa?
Tasketê: Paralelipípedo é o maior palavrão que você conhece?
Ogro: Grofa, grofa.
Tasketê: Ei! Não precisava começar a dizer coisas inadequadas.
Ogro: Grofa.
Barman: Eu ainda acho essa ideia toda de Reino dos Amendoins bastante esquisita.
Tuta-sama: Não é de se espantar, já que é uma versão alternativa da dona Hello… Esperava algo menos esquisito?
Barman: Sim, eu acho.
Rosalina: Amendoins parecem ser uma coisa comum por aqui.
Tuta-sama: Ah! Pena que não estamos no Reino dos Saquês…
Locutor-sama: Estavam todos muito desconfiados pela tranquilidade que passaram. Nada havia acontecido pelos céus, mas havia algo esperando por eles em frente ao castelo.
Rosalina: *ajuda o Barman a descer do dragão* Isso é o que estou pensando que é?
Dragão Algodão: Oh! É uma boy band de guardas amendoins.
Locutor-sama: Eles começam a se preparam a atacar os nossos heróis. Enquanto isso, a Princesa Matilde tentava dialogar com os guardas do corredor. Ela estava um pouco mais na frente que os protagonistas dessa aventura.
Princesa Matilde: A Rainha dos Amendoins se recusa a me ver?
Guarda Amendoim 1: Sinto muito, princesa.
Guarda Amendoim 2: Ordens são ordens!
Guarda Amendoim 1: Qualquer um que tenha alguma ligação com o mimado Príncipe Kekekê não pode passar por esse corredor.
Princesa Matilde: Mas eu quero conseguir o perdão da Rainha dos Amendoins!
Guarda Amendoim 2: Sinto muito.
Locutor-sama: Começando a ficar sem paciência, ela usa o taco de beisebol utilizado anteriormente para nocautear os guardas.
Princesa Matilde: Eu realmente não gosto de usar a violência, mas não vejo outra opção…

Bônus: No escritório da Hello, na Casa Verde.
Hello: Sim! Eu sinto que estão vivendo um aventura agora mesmo.
Sir Bigodón: Então tome sorvete.
Hello: Boa ideia! *abre a geladeira do escritório* Nada melhor para afundar as mágoas. *tira o sorvete da geladeira*

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Reino das Almofadas, um lugar confortável para se ficar.

(Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove)
Locutor-sama: Os heróis chegaram ao Reino das Almofadas! O Dragão Algodão pousou, e eles desceram dele. O Mago Pantufa estava na porta, os esperando.
Mago Pantufa: Soube que iriam vir, meus caros, graças à minha bola de cristal.
Barman: Não é todos os dias que alguém diz isso.
Tuta-sama: A sua bola de cristal não é um globo de neve, é?
Mago Pantufa: Lógico que não! A minha bola é autêntica.
Tuta-sama: Não comprou em lojinha de 1,99?
Mago Pantufa: Claro que não! Quem vende uma coisa dessas em uma loja de… Como se chama?
Tasketê: As coisas são diferentes por aqui, Tuta-sama.
Rosalina: Seria difícil de imaginar uma loja de 1,99 em um mundo tão medieval.
Tasketê: Na verdade, a loja de 1,99 se chama loja de tranqueiras por aqui.
Ogro: Grofa! Grofa.
Tasketê: Sim, sim. Mas não aconselho fazer compras lá…
Mago Pantufa: Principalmente não comprem ingredientes para poção! São de péssima qualidade.
Dragão Algodão: É melhor nós irmos. O Príncipe Cacau não vai querer que nós demoremos muito aqui na frente.
Tuta-sama: *usa o feitiço para o Dragão Algodão ficar menor*
Dragão Algodão: Puxa! Nunca tinha ficado desse tamanho antes.
Rosalina: Está de tamanho que cabe em um bolso.
Barman: Muito mais prático.
Locutor-sama: Os heróis foram ser recebidos pelo Príncipe Cacau, que estava bastante contente em vê-los.
Príncipe Cacau: Eu sou o Príncipe Cacau. Mas não tem nada a ver com chocolate, apesar do nome.
Mago Pantufa: Majestade, os heróis aqui fizeram uma coisa incrível.
Dragão Algodão: Sim! Eles derrotaram o Rei dos Esqueletos.
Príncipe Cacau: Ah! Ótimo! Como os reis do Reino dos Vizinhos são bastante insociáveis, eu trouxe aqui o que eles me pediram para vocês. Afinal, não iam querer ficar sem recompensas, não é verdade?
Locutor-sama: O Príncipe Cacau revelou uma mesa com um grande banquete pago pelos reis do Reino dos Vizinhos.
Ogro: Grofa! Grofa! Grofa, grofa?
Tasketê: Está aqui o sal, ogro.
Rosalina: Alguém adivinhou que sou vegetariana.
Barman: Ainda bem. Mas o que eu queria entender é porque só tem Suco de Tamarindo…
Tuta-sama: Suco de Tamarindo é uma bebida popular por aqui.
Tasketê: Você está bebendo sakê?
Tuta-sama: Sabem como a minha garganta fica seca de tanto conjurar feitiços? Não, vocês não sabem.
Barman: Mas Suco de Tamarindo… Não gostei muito, não.
Príncipe Cacau: Tome um suco de limão. É o segundo popular por aqui!
Barman: Ah, obrigado.

– No próximo episódio eles finalmente irão partir para a jornada final: O Reino dos Amendoins?! Espero que sim.