Hello: Está aqui! Está aqui!
Locutor-sama: Senhorita Hello corria animadamente pela Casa Verde, fazendo cosplay de Ladybug. Para quem não conhece: Sorte sua. Não entre no fandom, há uma grande possibilidade de você tornar-se um viciado.
Ramsés: Eu não acredito que eu caí nessa.
Sir Bigodón: Nós estamos no inferno… De joaninhas, gatos pretos e borboletas malvadas.
Ramsés: O correto é akumas.
Sir Bigodón: Faz diferença?
Ramsés: Faz.
Sir Bigodón: Você não é engraçado como Chat Noir.
Ramsés: E você tem um bigode que atrapalha a sua imagem como Papillon.
Clarissa: Ah! Olha só que gracinha, eles estão de cosplay!
Sabrina: Estou vendo. Chat Noir e…. Era para você ser o Papillon?
Sir Bigodón: Não me sugira em raspar o bigode.
Sabrina: Oh, não. O seu bigode define você! Ou seria o contrário?
Clarissa: Eu preciso assistir também!
Vlad: Não sei, Clara. Não tem nada de muito assustador ou zumbis…
Sabrina: Bom, teve múmias naquele episódio.
Samuel: Múmias não são zumbis.
Clarissa: Mas serve. Múmias são um clássico no gênero de terror!
Ramsés: Não entre nessa. Você nunca mais vai sair.
Clarissa: Não tem importância.
Samuel: Zumbis também não deixam as pessoas sair…
Vlad: Ah! Essa piada foi ótima!
Sabrina: Então, o que há de tão especial?
Hello: MIRACULOUS LADYBUG- As origens!
Vlad: Mas não vai passar primeiro em coreano?
Samuel: Você entende ALGUMA coisa em coreano?
Hello: Claro que não! *começa a rir*
Sabrina: Não dê risada como se isso fosse motivo de orgulho.
Hello: Santo deus, não! Mas eu agradeço à ele por dar inspiração para aqueles que farão as legendas.
Zaltana: Que motivo estranho para ser religiosa.
Boon: Fale por você, EU VOU ASSISTIR OS EPISÓDIOS!
Malvino: Não me dê spoilers! Eu vou assistir primeiro em francês.
Boon: Du-vi-do!! Você não vai se aguentar.
Malvino: Vou sim!
Boon: Então eu vou te spoilear!
Malvino: Vai nada!
Zaltana: Parem de brigar! Assistam ou não, mas sem brigas!
Boon: Mas eu vou-
Zaltana: Não vai dar spoiler coisa nenhuma! Comporte-se.
Malvino: Ele vai dar sim! Não sabe se…
Zaltana: VOCÊS VÃO PARAR DE AGIR COMO DOIS BOBOS, ENTENDERAM?
Boon e Malvino: sim, senhora!
Hello: Yay! Yay! Eu mal posso esperar para ver legendado.
Sir Bigodón: Eu também.
Ramsés: Não quero admitir, mas eu também estou animado.
Hello: Céus! Mal posso aguentar a minha animação!
Sir Bigodón: Sim, eu consigo entender. Estou ficando até com fome!
Hello: Se quiser, eu te dou umas paçoquinhas.
Sir Bigodón: Não, obrigado. Pode ficar para você!
[Post escrito no dia 29/02]
Existem dias e outros dias, e também tem finais de semana.
Locutor-sama: Não era um dia qualquer – Era um “daqueles” dias em que a fada chamada Matilde estava irritadíssima. O motivo ainda desconheço, mas acredito que nós vamos descobrir agora.
Matilde: O motivo para eu estar irritada NÃO TE INTERESSA!
Locutor-sama: Ela está segurando um taco de beisebol. E nesse momento eu agradeço por não estar fisicamente presente.
Matilde: Essa é boa! Agora o narrador virou um espírito.
Locutor-sama: Eu apenas estou… No modo narrador observador!
Matilde: Sabia que as piadas não tem graça?
Locutor-sama: Sinto muito. Continuando a narrativa, a fada usou seu taco de beisebol em direção a uma piñata que estava pendurado no teto. Não aconselho que façam isso em casa, crianças.
Zezé: Você… está vendo isso?
Tadeu: Minha nossa senhora dos duendes!
Locutor-sama: As crianças entraram no momento em que elas não puderam notar que era uma piñata que a mãe delas estava acertando.
Zezé: O que ela está fazendo?
Tadeu: Será que nós estamos presenciando uma cena de um crime??
Locutor-sama: Os gêmeos ficaram assustados, e a fada parou o que estava fazendo.
Matilde: Crime? Que crime? Isso aqui é uma piñata. Estão vendo?
Zezé: Oh!
Tadeu: É aquele negócio em forma bizarra que sai doces?
Matilde: Exatamente.
Zezé: Eu quero doces também!
Matilde: Certo, certo.
Tadeu: Podemos acertar a piñata também?
Matilde: Não.
Zezé e Tadeu: *decepcionados*
Matilde: Mas vocês vão poder comer os doces comigo.
Zezé e Tadeu: OBA!!
Horas depois
Zezé: Os doces estavam deliciosos!
Tadeu: Estavam mesmo. Mas sabe o que eu me lembrei?
Zezé: Do que você se lembrou?
Tadeu: Lembra daquele livrinho da tia Hello que encontramos nas nossas explorações na Casa Verde?
Zezé: Oh! Aquela história de terror sobre as piñatas?
Tadeu: Nós somos criminosos! Criminosos terrível!
Zezé: Vamos para a cadeia!
Matilde: Que choradeira é essa?
Zezé e Tadeu: Nós somos criminosos!! A polícia vai vir nos prender!
Matilde: *suspira profundamente*
Na Casa Verde
Hello: Alô? Matilde! Como você-
Matilde: QUANTOS ANOS MEUS FILHOS TEM?
Hello: Oi?
Matilde: VOCÊ SABE QUANTOS ANOS MEUS FILHOS TEM?
Hello: Matilde, se nem você que é mãe dele sabe, como é que eu vou saber-
Matilde: NÃO SE CONTA HISTÓRIAS DE TERRORES PERTURBADORAS COMO ESSA PARA CRIANÇAS! *desligou*
Hello: Alô? Alô? Céus… Ela desligou na minha cara! Que falta de educação.
Sir Bigodón: Sobre o que era o assunto?
Hello: Histórias assustadoras… Algo do gênero.
Sir Bigodón: Sobre a vez que os gêmeos filhos do Kekekê leram aquele livro da história assustadora da piñata?
Hello: MEU DEUS! O que foi que eu fiz?
Sir Bigodón: Tome mais cuidados com as suas coisas.
Ainda sobre pudins.
No escritório da autora, Em Happy Green Things.
Moon: Eu não acredito que existe pudim de arroz doce! Você acredita nisso, Locutor-sama?
Matilde: O Locutor-sama não está aqui.
Moon: Oh… O que aconteceu com ele? Ele… Morreu?
Matilde: Não. Ele não morreu.
Moon: Oh. Mas sabe, o pudim de arroz doce…
Matilde: Não faz diferença para você?
Moon: Oi?
Matilde: Não faz diferença para você eu estar aqui?
Moon: Er… Talvez faça diferença. Porquê você está aqui?
Matilde: Eu sou que você está com bloqueio criativo.
Moon: Ah! Você… Soube.
Matilde: Então vim forçá-la a escrever mesmo assim.
Moon: Então nós vamos ter uma emocionante conversa sobre pudim de arroz doce.
Matilde: Mas eu não quero conversar sobre pudim de arroz doce!
Moon: É uma pena. Pois é isso que nós temos para hoje!
Matilde: Quando você diz “nós”, quer dizer o quê?
Moon: Eu e a minha cabeça!
Matilde: Então você e a sua… cabeça vão ter que pensar em uma ideia melhor do que escrever sobre pudim de arroz doce!
Moon: Mas é tão fascinante! Será que tem pudim de brigadeiro?
Matilde: Lógico que existe!
Moon: Eu sei! É apenas uma desculpa para olhar imagens de pudim de brigadeiro.
Matilde: Eu não acredito nisso.
Moon: Tem razão! Vamos falar de outra coisa!
Matilde: De ideias melhores que não sejam sobre pudim?
Moon: Você tem alguma coisa contra o pudim?
Matilde: Eu tenho contra ideias bobas e relacionadas a doce.
Moon: Olha, eu não estou aqui para te agradar! Se eu e a minha cabeça quisermos falar sobre doce a história toda, é isso que iremos fazer!
Matilde: Tá! Se você quer falar sobre doces, fale o quanto quiser! Eu não vou fazer nada sobre isso.
Moon: Você não vai? Que ótimo!
Matilde: Sim! Você pode ir olhar sobre pudim de brigadeiro, pudim de baba de dragão… Faça o que quiser!
Moon: Pudim de baba de dragão? Que horror!
Matilde: Tem razão. É mesmo horrível.
Moon: Se você acha horrível, então porque diz essas coisas?
Matilde: Eu digo essas coisas porque… porque… MEU DEUS!
Moon: O que foi? O que foi?
Matilde: Agora eu fiquei com vontade de comer pudim de brigadeiro!
Moon: Sim! Eu também! Esqueci de tudo sobre viver… Só consigo pensar em pudim de brigadeiro.
Matilde: Olhe só o que você fez!
Moon: Não se desespere! Vamos olhar imagens de pudim de brigadeiro até nos sentirmos melhor.
Matilde: Isso só vai me dar mais vontade de comer pudim de brigadeiro!
Moon: Foi mal.
Em qualquer lugar, mas não aqui.
Locutor-sama: Os passarinhos cantavam, e acredito que se fosse possível de enxergar, até o sol deve estar sorrindo. Mas mesmo assim, sinto um frio na espinha terrível. Isso é…! Sim, só pode significar uma coisa.
Moon: (no escritório) Acalme-se, você consegue… Só escrever uma palavra atrás da outra, até terminar. Uma palavra após a outra, uma palavra após a outra…
Locutor-sama: Eu estava construindo um castelo de cartas. Respiro fundo, esperando pacientemente para essa sensação passar…
Moon: LOCUTOR-SAMA!
Locutor-sama: (em outra sala) Olá, senhorita Moon. Que prazer em vê-la.
Moon: Me diga uma coisa, narrador.
Locutor-sama: Estou escutando.
Moon: Você acha que estou com bloqueio criativo?
Locutor-sama: Sou apenas o seu personagem. Estou na sua cabeça… Mas, mesmo assim eu não posso responder sua pergunta.
Moon: É, é. Um bom argumento!
Locutor-sama: Tenho que ser bom em argumentos, pois trabalho com uma autora de personalidade difícil.
Moon: Você sabe que estou escutando, não sabe?
Locutor-sama: Oh. Sim, claro! Ignore o que eu disse. Apenas sou um mero narrador, que…. Hm… Será que poderia parar de me olhar desse modo intimidante?
Moon: O quê? E-eu estou te intimidando?
Locutor-sama: Bem, você está olhando daquele modo que parece dizer que vai… Comer pudim.
Moon: Comer Pudim? Mas eu não quero comer pudim.
Locutor-sama: Tem razão. Sou eu que estou pensando em pudim.
Moon: Então… Vá lá, comer pudim. Quem sou eu para te impedir?
Locutor-sama: A autora. Que pode colocar sapatos de palhaço nos meus pés só para ser engraçado.
Moon: Não, não. Sapatos de palhaço NÃO são engraçados.
Locutor-sama: Não são… Engraçados?
Moon: Não! E vá comer logo o seu pudim.
Locutor-sama: Certo, certo. *sai da sala*
Moon: Hm… Aqui na tag diz “Matilde”! Mas de onde a Matilde vai aparecer? OH! Já sei! Em algum lugar dessa sala, tem um pôster da Matilde! Como se fosse um “easter egg”!
Matilde: Está dizendo que eu sou um ovo de páscoa?
Moon: Não, não. É que eu coloquei que você ia aparecer na história… Mas eu esqueci completamente o que ia ser.
Matilde: Ah, claro! É só eu estar uma historinha para você esquecer qual ia ser a minha-
Locutor-sama: Voltei.
Moon: Isso não é pudim, Locutor-sama.
Locutor-sama: Claro que isso é pudim. É pudim de arroz.
Moon:: Na minha terra chamam isso de “arroz doce”.
Locutor-sama: Não, não. É pudim de arroz! Mas, de fato… É pudim de arroz doce.
Moon: Céus… *espantada* PUDIM DE ARROZ DOCE EXISTE?
Matilde: O que uma busca na internet não resolve.
Moon: Meu mundo caiu!
Existem coisas que são divertidas sim, nós que esquecemos o real valor delas.
Nota da autora: Um personagem nunca é esquecido… Mas eventualmente muda de nome. Uma, duas, três… Acho que é a quarta vez!
K-chan: Quais são as novas, velho amigo?
Rogério: Ah! Todas as vezes que eu escuto essa história de “velho amigo” sempre me vem a imagem um senhor com uma grande barba.
K-chan: Que interessante.
Rogério: Não precisa fazer essa expressão de desinteressado.
K-chan: Ah! Mas sabe, Rogério…
Rogério: Ahn? O que foi?
K-chan: Acho que não aparecer por tanto tempo o fez perder a sua antiga personalidade.
Rogério: As fantasias de refrigerante influenciavam-me da maneira em que eu absorvia a sua personalidade.
K-chan: Isso é um pouco assustador.
(A campainha toca. Rogério atende e encontra a Rika atrás da porta)
Rika: Refri-san!
Rogério: Tenha a paciência! Eu não sou mais Refri-san. Me chame pelo meu nome!
Rika: Você trocou de nome DE NOVO?
K-chan: Não, não. Ele sempre se chamou Rogério…
(Silêncio mortal)
Rogério: Você não quer entrar?
(A Rika entra no apartamento)
K-chan: Não precisa fazer essa expressão tão confusa.
Rika: Eu não reconheço mais o meu velho amigo, K-chan.
K-chan: *concorda com a cabeça*
Rogério: Gente… Eu só tive uma repaginada!
Rika: Autora… Como você pôde faze risso com um personagem??
(Rika olha para a mesa)
K-chan: Quer jogar dominó, também?
Rika: Minha nossa… Vocês dois estão jogando dominó?
Rogério: Ué? Qual o problema?
Rika: Estão parecendo dois velhos.
Rogério: Absurdo! Dominó é uma arte que deve ser apreciada por todas as idades.
Rika: E o que você tem a dizer em sua defesa, K-chan?
K-chan: Talvez eu seja um senhor de idade que se arrependeu da sua vida e voltou no tempo, justamente porque achava que deveria jogar dominó quando era jovem.
Rogério: Tá… Tá certo.
Rika: Está bem! Eu não devia ter perguntado.
Rogério: Talvez ele seja mesmo, um viajante do futuro!
Rika: É, se você pensar, faz todo o sentido. Ele fica em silêncio grande parte das vezes, pois não quer interromper o curso das coisas, pois pode mudar-
K-chan: Eu estava brincando.
Rogério: Não me convenceu. Você parecia estar falando sério…
Rika: Voltando ao assunto do dominó…
K-chan: Você não quer jogar com esses dois velhos, já sabemos.
Rika: Seria mais emocionante deixá-los em pé, e depois derrubá-los…
Rogério: Eu sei o que está pensando, Rika. E isso daria muito trabalho.
K-chan: E isso aqui é apenas uma partida casual de dominó.
Rika: Podia deixá-a mais emocionante, um rock pesado como música de fundo.
K-chan: Não é uma má ideia… E ele gostou, pelo visto.
(Rogério ligou a música no notebook)
Rogério: Agora assim! Não temos mais que se preocupar em dormir no meio da partida.
Rika: Então você admite que jogar dominó é algo entediante!
As lembranças distorcem suas memórias com o tempo… Ou seriam as memórias que distorcem as lembranças??
No escritório da Hello, na Casa Verde.
Hello: Estou com uma decepção amarga da vida, Sir Bigodón.
Sir Bigodón: Você não devia ter comido aquele chocolate amargo, sabe. Ainda por cima, antes do almoço!
Hello: Chocolate amargo? Eu não comi nenhum chocolate amargo!
Sir Bigodón: Eu podia jurar que a tinha visto na cozinha, comendo uma barra de chocolate amargo.
Hello: Deixa de ser absurdo! E desde quando eu como algo além de paçoquinha??
Sir Bigodón: Sempre tive a teoria que você sobrevivia apenas com paçoca!
Hello: Seu coelhinho bobo, não seja irônico comigo! É óbvio que estava me referindo a doces.
Sir Bigodón: E frutas?
Hello: Frutas são frutas.
Sir Bigodón: Mas elas são doces…
Hello: Deveria dizer coisas com origem química?
Sir Bigodón: Até a paçoquinha?
Hello: Não deve confiar-se em nada atualmente, Sir.
Sir Bigodón: Então… E quanto a sua decepção?
Hello: Que decepção? Ah! A minha decepção amarga.
Sir Bigodón: Que não tem nada a ver com chocolate amargo.
Hello: Isso mesmo! Ah, bem… É uma coisa um pouco ridícula.
Sir Bigodón: Se for, então será excelente para darmos boas risadas!
Hello: Enfim… A proteção de tela…
Sir Bigodón: A proteção de tela?
Hello: É aquela proteção de tela velha, na qual havia uma casa aparentemente mal assombrada. Ela deve ter traumatizado muitas criancinhas.
Sir Bigodón: Obrigado por essa informação.
Hello: Quando eu era criança, assisti essa proteção de tela várias vezes.
Sir Bigodón: E você ficou traumatizada com ela?
Hello: Oh, não.
Sir Bigodón: Então…
Hello: Então foi buscá-la para assistir na internet.
Sir Bigodón: E? Descobriu que ela nunca existiu?
Hello: Quê? Não! Ela existiu, sim.
Sir Bigodón: E eu esperava por uma história assustadora.
Hello: Exatamente!
Sir Bigodón: Você tem uma história assustadora para contar?
Hello: Era mais emocionante e assustadora quando eu era criança.
Sir Bigodón: A proteção de tela?
Hello: A proteção de tela. Não é engraçado que você cria uma ideia que tal coisa era fascinante, aí você procura e… blá.
Sir Bigodón: Você a acho entediante?
Hello: Sim! Quero dizer, era tão emocionante. O que aconteceu? Será que eu me recordo dela errado?
Sir Bigodón: Não, acho que o que você disse sobre “criar uma ideia” é uma resposta mais provável.
Hello: Era tão assustador… Será que com o tempo, a atualidade também vai parecer entediante para nós?
Sir Bigodón: Isso sim é assustador.
Hello: O futuro pode ser MESMO assustador.
É uma coisa, mas na verdade é outra.
No telhado do estúdio de Happy Green Things.
Moon: Você não acha que certas coisas foram “inventadas” para serem utilizadas por pessoas com segundas intenções?
P-san: Do que está falando, Moon? Isso foi bastante repentino!
Moon: Se usasse a lógica, ia perceber que é óbvio sobre o que estou falando.
P-san: Sinto muito. Continuo sem compreender.
Moon: A probabilidade, P-san!
P-san: É a probabilidade de eu descobrir sobre o que está falando?
Moon: Não! Estou falando sobre a probabilidade, na matemática.
P-san: Está se sentindo bem? Nem gosta de matemática!
Moon: Isso até pode ser verdade, mas há algo na probabilidade que me intriga.
P-san: É?
Moon: Sim! Quero dizer, para quê ela foi inventada?
P-san: E você tem a resposta para isso, eu suponho?
Moon: Não sei se essa é a verdadeira resposta, mas tenho uma teoria!
P-san: Vamos ouvir a sua teoria.
Moon: A probabilidade foi criada para as pessoas que queriam ser melhores que as outras!
P-san: Não é mais fácil você fazer uma busca para descobrir a origem da probabilidade, do que criar uma teoria?
Moon: Mas você está tirando toda a graça de teorizar! Nem sempre existiu a “dona” internet para descobrirmos as coisas.
P-san: Sei disso, mas mesmo assim… Para descobrirem se são melhores umas que as outras, não seria mais fácil elas se interessarem sobre ler o futuro?
Moon: Hm, segundo a minha pesquisa…
P-san: E sobre aquela coisa de “a graça de teorizar”?
Moon: Uma coisa de cada vez! Acho que também haviam coisas sobre previsões de futuro.
P-san: “Acho”?
Moon: Se envolve probabilidade, sempre existe aquela possibilidade de não acontecer…
P-san: Essa discussão está me confundindo o cérebro.
Moon: Mas! Veja como isso faz sentido.
P-san: Faz?
Moon: Quando se trata de probabilidade, não tem que… Sei lá, seguir uma lógica?
P-san: Você está começando a soar um tanto vaga.
Moon: Quer dizer, você tem que seguir uma linha de pensamento para saber a probabilidade disso acontecer…
P-san: Acho que estou entendendo alguma coisa da sua estranha linha de pensamento.
Moon: Quero dizer, sabe…
P-san: O que foi?
Moon: Ainda quero saber sobre a probabilidade.
P-san: Mas se quiser saber mais sobre probabilidade, a questão não é só você pesquisar??
Moon: Não seja ridículo, P-san. Isso não é possível de se pesquisar!
P-san: Sobre o que você quer saber, então?
Moon: Qual é a probabilidade de eu terminar de escrever um livro?
P-san: A probabilidade de você ganhar uma carta de Hogwarts é muito maior.
Moon: Você está de brincadeira comigo, não está??
Uma hora a internet funciona, não é verdade? (provavelmente não)
Locutor-sama: Estou indo para um mais um bom dia de trabalho no Estúdio Happy Green Things, onde além de narrar as histórias, sirvo de auxílio para organizar ideias também (onde faço isso junto da autora e Lalali). De qualquer modo, estou na frente da porta do escritório da senhorita Moon. E então, paro minha mão na maçaneta sem abrir a porta, sobressaltado pelo grito que ouviria logo a seguir.
Moon: GAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!
Locutor-sama: Um grito realmente horroroso. Mas não há problema! Eu entrarei no escritório com a expressão mais corajosa que puder.
(o narrador finalmente abre a porta)
Locutor-sama: Mas o quê-? *olha para a autora estirada no chão* Não me diga que ouviu um crime no meu escritório de promotor?!
Moon: Muito engraçado! *levanta do chão, com certa dificuldade* Você não é promotor e muito menos Miles Edgeworth!
Locutor-sama: Era apenas uma piada, com todo o respeito da sua condição precária de se levantar do chão.
Moon: Ao invés de fazer piadas, deveria ter me ajudado a levantar!
Locutor-sama: Sinto muito! Mas você deveria saber que, deitar no chão de barriga para cima não seria uma das suas melhores ideias.
Moon: Não importa!
Locutor-sama: Posso saber o que aconteceu?
Moon: O que houve? Vou te dizer o que houve, narrador! Eu estava indo de boa assistir Netflix quando- PÁ!
Locutor-sama: Alguém quebrou a vidraça do escritório com uma bola?
Moon: Não seja ridículo! A porcaria que aconteceu comigo é que, pelo visto a conexão de internet está LENTA para CARAMBA! Significando que, eu NÃO PUDE IR ASSISTIR MEU EVER AFTER HIGH!
Locutor-sama: Sinto muito. Mas isso significa que você pode escrever, e isso é uma coisa boa, correto?
Moon: Ah, claro! Eu estou escrevendo na semana de carnaval, onde ou as pessoas estão desfilando ou estão ASSISTINDO NETFLIX!
Locutor-sama: Oh, só podem estar fazendo uma coisa ou outra? Interessante.
Moon: Isso é modo de dizer! Mas eu sei o que tudo isso significa
Locutor-sama: O que isso significa…?
Moon: Que isso é coisa dela! DA TUTA! Guaxinim miserável…
Enquanto isso, na mansão da Tuta-sama, guaxinim milionária.
Barman: Não sabia que você tinha contatos até com o pessoal da internet.
Tuta-sama: Ora, é claro que sim, caro Barman! Se isso significa em fazer a Moon escrever, eu faço tudo o possível! Nós tínhamos combinado que ela só assistiria Netflix se colocasse as histórias em dia. E adiantadíssimas, se possível!
Barman: Isso foi cruelmente genial, Tuta-sama.
No escritório da autora, novamente.
Moon: Pronto, escrevi uma história.
Locutor-sama: E o que vai fazer?
Moon: Chorar no travesseiro por ter que sofrer pelo me infortúnio de não poder assistir Netflix.
Locutor-sama: Eu acharia melhor escrever… Existem coisas piores e pessoas mais infortunadas.
Moon: Ah! Claro! O que é um fim de história sem lição de moral??
– Enquanto escrevi essa história, tive que massacrar o teclado pois está querendo tirar uma da minha cara e certas teclas só querem saber sair NO MASSACRE DE DEDOS! ಠ▃ಠ ~kaomoji obrigatório para expressar minha raiva~
Oito de março, aniversário do Olliver.
Locutor-sama: Olliver foi passar o aniversário no apartamento da sua irmã, Amanda. Ele estava um pouco chateado! O-oh! Dramas familiares? Dramas familiares!
Amanda: Olliver, quem é esse homem bem vestido e falando de forma esquisita?
Olliver: Apenas ignore-o, irmã. Ele é o narrador, que por algum motivo está aqui para roubar brigadeiros. E nós ainda estamos enrolando-os!
Locutor-sama: Queria ver você narrar uma história de festa de aniversário e NÃO ter vontade de comer brigadeiros!
Amanda: Eu acho que ele tem razão! Esses brigadeiros estão deliciosos! Mas tem certeza, Ollie?
Olliver: Sobre o quê?
Amanda: Você fez os seus próprios brigadeiros para o seu aniversário!
Olliver: Não vejo o porquê não, ué. Eu gosto de fazer brigadeiro, e além do mais não é ótimo fazer algo de diferente do seu trabalho?
Amanda: Quer dizer uma coisa que não lide com jardinagem? Oh! Flores em brigadeiros!
Olliver: Flores em brigadeiros? Hum, só se fosse uma coisa decorativa e não comestível…
Amanda: *pensa um pouco* Pensando bem, isso daria muito trabalho.
Olliver: Mas é uma boa surpresa para o seu aniversário!
Amanda: Mas… Você me contando deixa de ser uma surpresa.
Olliver: Oh… É mesmo! *bate com a mão na testa* Mas não importa. Até lá, você pode muito bem esquecer…
(Escuta-se passos vindo de alguém que abriu a porta)
Amanda: Ah! A Tatiana está de volta!
Tatiana: Escutem só! Eu trouxe… OS OVOS!
Amanda: Sim, sim! Você trouxe os ovos. Agora nós podemos fazer o bolo para ele.
Olliver: Ah, então deixem-me ajudar! Não é só porque sou o aniversariante que não posso dar uma mãozinha.
Tatiana: Qual é a graça em fazer o próprio bolo de aniversário?
Amanda: Bem, isso é uma velha história… Quando crianças, nós ajudávamos a fazer o bolo de aniversário, não importa de quem fosse a festa.
Tatiana: Bonito! Uma tradição de família.
Amanda: Sim! Apesar de ter um dramas familiar tediosos atualmente!
Locutor-sama: E sua irmã mais velha dizendo isso, Olliver fez uma cara triste. As duas olharam para ele e resolveram mudar logo de assunto.
Tatiana: Passado é passado!
Amanda: Si-sim! Hoje é dia de festa, nós não devemos nos preocupar com trivialidades.
Locutor-sama: E sem falar que isso é um blog com histórias cômicas, e a senhorita Moon dificilmente irá se preocupar em escrever um bom passado para o seus personagens.
Tatiana: *fala baixinho* Quem é esse aí? E quem é “senhorita Moon”?
Amanda: Sei lá! “Peraí”, se ele é o narrador, a senhorita Moon deve ser… a autora!
Olliver: Devo reclamar pelo Locutor tirar meu brilho na minha história de aniversário? Por via das dúvidas, não deixarei ele pegar um único pedaço de bolo…
Sabe quando era uma ideia primeiro, mas a segunda se torna mais engraçada? Então!
(O cão Colombo estava deitado no chão, enquanto Ramsés estava sentado na poltrona da sala de estar, na Casa Verde)
Ramsés: (estava deprimido, então miou tristemente)
Colombo: O que houve, cara *levanta a cabeça*
Ramsés: Você não entenderia.
Colombo: Ah, vamos! Diga-me os seus problemas. *levanta, começa a abanar o rabo* Eu sou seu amigo. Diga! Diga!
Ramsés: Eu não vou me desabafar com você.
Colombo: Então você prefere uma lambida?
Ramsés: Eu falo! Eu falo!
Colombo: Conte-me qual é o seu problema, amigo. *senta olhando para o Ramsés*
Ramsés: É que tem alguma coisa que incomoda meu espírito.
Colombo: Espírito? Devemos chamar os caça-fantasmas? Ou um japonês… Como é mesmo o nome!
Ramsés: Um onmyōji.
Colombo: Isso! Um emoji!
Ramsés: Um onmyōji!
Colombo: O que foi que eu falei? Emoji!
Ramsés: Você não tem jeito. E eu falei pois foi modo de falar!
Colombo: O modo de falar emoji?
Ramsés: Você é impossível!
Colombo: Céus! Devo ser um bom garoto. Cachorros devem ser bons garotos, não é mesmo? O que não faz um mínimo sentido, já que sou um cachorro e não um menino de verdade. *para um pouco de falar para pensar* CÉUS!
Ramsés: Que foi? Que foi?
Colombo: Eu não sou um menino de verdade! Sou o Pinóquio!
Ramsés: Você é louco, ou o quê?
Colombo: Não me confunda! Louco é um personagem da Turma da Mônica.
Ramsés: Você quer ouvir o meu problema, ou não?
Colombo: Mas o seu problema não é que está morrendo de ciúmes do Sir Bigodón que vive recebendo atenção da Hello?
Ramsés: Como é que você sabe disso?
Colombo: Eu farejo ciúmes.
Ramsés: I-isso é mesmo possível?
Colombo: Lógico que não! Eu estava brincando! *abana o rabo novamente*
Ramsés: Se sabia o meu problema, porque me perguntou?
Colombo: É para melhorar a nossa amizade!
Ramsés: Melhorar a nossa amizade
Colombo: Amigos confiam nos outros para contar seus problemas!
Ramsés: Eu não quero confiar meus problemas em um cachorro bobão.
Colombo: Não sou um cachorro bobão, sabia que tenho Q.I. acima da média?
Ramsés: Sério? Ou você está brincando?
Colombo: Estou falando muito sério! Podia dominar o mundo.
Ramsés: Então porque não domina o mundo?
Colombo: Ia dar trabalho, atrapalhar minhas sonecas e ninguém coça a barriga de um soberano malvado.
Ramsés: Detesto admitir, mas é muito inteligente da sua pare.
Colombo: Obrigado! *abana o rabo* Agora vamos lá no escritório da Hello.
Ramsés: Para quê?
Colombo: Apenas vamos! *começa a pular que nem um doido* Vamos! Vamos!
Ramsés: Tá bom! Eu vou! *pula da poltrona* VAMOS LÁ!
Colombo: Yay! Tente me pegar! *sai correndo*
Ramsés: Não consigo acreditar que esse cão tem Q.I. acima da média…
(Eles pararam no meio do caminho, encontraram o Sir Bigodón)
Sir Bigodón: Me salve! Me salve! *abraça o Colombo*
Ramsés: O que aconteceu?
Sir Bigodón: Aquela mulher é louca! Não para de comer paçoca e me dizer que sou adorável.
Colombo: Pobrezinho! Ela não deve dividir a paçoca com ele.
Ramsés: De repente, eu me sinto melhor sobre o assunto todo.
Colombo: Vamos! Se esconda atrás dessa vaso de flor chinês!
Sir Bigodón: Boa ideia!
(Sir Bigodón fica escondido ali)
Ramsés: A Hello vai encontrar ele em segundos.
Colombo: Shh! Fala baixo! Ela pode ouvir.
