Locutor-sama: Hoje estou aqui com Lalali e Urso Tobi. Nosso plano é escalar essa grande montanha. Aqui é a Terra Mediana, de onde veio o anão Balinha. Aqui tem várias montanhas, ótimas para se aventurar. Fim da minha explicação. Acho que deu para entender.
Lalali: Não entendi apenas uma coisa.
Urso Tobi: O que você não entendeu, mocinha?
Lalali: Tem um pote de mel lá em cima? Deve ser esse o motivo de você vir, Urso Tobi…
Urso Tobi: Não. Estou aqui para ser representante dos ursos. No caso de encontrarmos um selvagem, podemos resolver a situação de maneira pacífica.
Lalali: Entendi! Você é muito corajoso, Urso Tobi!
Urso Tobi: Normalmente ursos são corajosos.
Locutor-sama: O que você acha dos nossos trajes, Tobi?
Urso Tobi: Ótimos! Estão arrumados. Olhando para vocês, lembro de escalar montanhas… dramaticamente comicamente. Dá para entender o que quero dizer?
Locutor-sama: Não sei se “dramaticamente comicamente” está certo, mas, se você diz…
Lalali: Podemos ir de uma vez, gente? Tipo… Estou vendo um OVNI lá em cima!
Locutor-sama e Urso Tobi: Um OVNI? (saem correndo para escalar)
Lalali: Ah, essa tática raramente falha! (satisfeita, segue os outros dois)
Urso Tobi: O que tem no topo da montanha, Locutor?
Locutor-sama: Bem… desconfio que a autora só vai revelar isso no final da história.
Urso Tobi: Em outras palavras, ela não sabe?
Locutor-sama: Não exatamente. Pode até saber, mas não quer nos contar.
Lalali: Será que é uma ideia perdida?
Locutor-sama: Pode até ser.
Urso Tobi: Espero que seja algo interessante.
Locutor-sama: Se não fosse, acredito que a autora não usaria para uma história.
Lalali: Ou ela pode usar, e tornar esse algo uma coisa interessante!
Locutor-sama: Tem toda a razão, Lalali.
Urso Tobi: Então… vocês tem visto um filme bom, ultimamente?
Lalali: Eu assisti Mulan. E você, Locutor?
Locutor-sama: Filme? Deixe-me pensar… Vi Anastasia, o desenho.
Lalali: Esse filme é muito bom.
Urso Tobi: Sempre choro vendo Antastasia.
Locutor-sama: Finalmente chegamos no topo da montanha. E nós encontramos…
Urso Tobi: Pessoal, isso aí é uma…? Não acredito!
Lalali: Uma casinha de Toad? Isso não faz muito sentido, mas tudo bem.
Locutor-sama: É melhor nós entrarmos.
Urso Tobi: Acho que eu preferia tentar me comunicar com um urso selvagem…
Lalali: (dentro da casinha) Puxa vida, parece que estamos nos gráficos de Super Mario Bros 3 do Super Nintendo! Que coisa mais incrível!
Urso Tobi: Esses pixels me deixaram gordo.
Locutor-sama: Com licença, Senhor Toad. O que você faz por aqui…?
Toad: Escolha uma caixa. Uma delas terá o item que ajudará você na sua aventura…
Locutor-sama: (bate com a mão na testa) Só uma, autora? (abre a caixa do meio)
Lalali: É uma máscara! Bastante estilosa, por sinal!
Locutor-sama: Isso é barulho de helicóptero?
Urso Tobi: É sim!
Moon: (aparece na casa do Toad) Ei! Seu duenditos nesse Toad de robô!
Toad: Fomos descobertos! (tenta fugir, mas esbarra no urso Tobi)
Moon: Urso Tobi, segure ele, por favor!
Urso Tobi: Já estou segurando!
Moon: Escutem aqui, duenditos. Roubar items de histórias que não são desse blog… Vocês estão passando dos limites! E sabe o que acontece quando nós passamos dos limites?!
Toad: Nã-não. O que vai acontecer conosco?!
Moon: Ah, vocês vão para um jogo muito especial. Mas primeiro, saiam desse robô de Toad!
Toad: (tira o chapéu de cogumelo, é de onde os duenditos saem)
Duenditos: O que vai fazer? Para que jogo irá nos levar?
Moon: Adivinhem!
Locutor-sama: Os duenditos foram transferidos para o jogo de Legend of Zelda, Majora’s Mask.
Duenditos: Minha nossa! Olha só isso! (a tela fica preta e mostra uma mensagem)
Mensagem: RESTAM TRÊS DIAS.
Organizando as ideias, e também discutindo com a Cola-sama.
Moon: O que achou da história de ontem, Lalali? Organizada?
Lalali: Sim, bastante! Bom trabalho, autora. Vocês também foram ótimas, ideias.
Ideias: YAY! (comemorando alegramente)
Locutor-sama: A Lalali é a líder das ideias, e responsável em organizá-las.
Moon: Você está explicando isso para os leitores?
Locutor-sama: Sim, e para os pokémons também, se houver algum lendo.
Moon: Muito engraçado.
Lalali: É uma pena que você não decidiu fazer nada romântico. Mas eu respeito sua escolha.
Moon: Oh, ainda bem que respeita. Tem gente que espalha rumores…
Cola-sama: Jamais esquecerei, hein?
Moon: Está imitando alguém que eu conheço.
Locutor-sama: Certas frases são bastante marcantes.
Lalali: Bom, você precisa dos meus serviços novamente?
Moon: Lógico. (dá um caderno aberto para Lalali ler certa página)
Lalali: Essas são bem complicadinhas! Mas gosto de desafios.
Moon: Sim, eu sei que você gosta disso.
Locutor-sama: Então… qual é a ideia?
Moon: São ideias simples, mas desafiadoras.
Locutor-sama: Acabo de me lembrar de atletas.
Moon: Mais ou menos. Não é uma comparação ruim.
Lalali: Ah, houve uma coisa que me incomodou…
Moon: O que te incomodou?
Lalali: Quem são Ísis e Kero-san?
Moon: Oh, é mesmo! Ísis é uma pinguim rosa e Kero-san é o sapo inimigo do P-san.
Lalali: Era para você ter explicado isso no outro post, né?
Moon: Me esqueci, desculpe! (bate com a mão na testa)
Lalali: Deixa para lá, não fique assim. Pensa que sou a Cola-sama para brigar com você?
Cola-sama: Ei! Me deixe fora dessa conversa!
Moon: Nós estamos te deixando fora dessa conversa, queridinha.
Locutor-sama: Senhoritas, não vamos começar com briga… (segurando a Cola-sama)
Moon: Não estou começando briga com ninguém!
Lalali: Bem, tenho que concordar com o Locutor. Desculpe Cola-sama, não foi para ofender que disse isso. Você me perdoa? (sorri muito educadamente)
Cola-sama: Tá, mas não perdoô a autora!
Moon: Essa Cola gosta de arrumar confusão comigo! (indignada)
Locutor-sama: Acalme-se, Cola-sama. Não sai do limite do seu bom senso.
Cola-sama: Está bem, está bem! Vou voltar ao meu trabalho, mas bem longe daqui!
Locutor-sama: (solta a Cola-sama depois ela vai embora)
Moon: Sempre tão politicamente correto, esse narrador.
Locutor-sama: É sempre bom evitar brigas desnecessárias.
Quando a Moon resolve distorcer alguma história existente, não dá para esperar nada muito normal!
Happy Green Things, na entrada.
Locutor-sama: Nós chegamos no estúdio, Lalali.
Lalali: Que bom! Ah, autora!
Moon: Lalali! Que bom vê-la novamente. Você está legal?
Lalali: Sim Moon, estou bem.
Moon: Ótimo! Locutor, sabe a ideia que te mostrei?
Locutor-sama: A do Ganso de Ouro, ou melhor, do Abacaxi de Ouro?
Moon: Essa mesma. Bem, não consegui o protagonista que eu queria.
Locutor-sama: É? O Barman não quis?
Moon: Não exatamente. Ele disse que eu deveria dar chance para os outros personagens…
Locutor-sama: É? Então quem vai ser o protagonista da história?
Moon: Adivinha.
O Abacaxi de Ouro
“Um pinguim tinha três filhos. O primeiro, chamava-se P-san Júnior, o mais velho dos três. O segundo chamava-se P-san chibi e o terceiro era adotado, e era chamado de Locutor.”
P-san: (o pai) P-san Júnior!
P-san Júnior: Sim, papai?
P-san: Quero que você vá até a floresta, para colher as raras flores de donuts. Está me entendendo?
P-san: Estou entendendo.
Ísis: (a mãe) Aqui filhinho, essa é a comida que você vai levar. (dá para o filho uma cesta com a comida) Boa sorte e volte com segurança!
“A mãe deu para o filho mais velho uma torta de atum com suco de uva para beber. A sobremesa era uma linda trufa de chocolate. Ele foi até a floresta, e encontrou um biscoito do tamanho de um ser humano. Esse biscoito estava sentado em baixo da sombra de uma árvore.”
Biscoito: Simpático pinguim, pode me dar sua trufa de chocolate? Estou morrendo de fome!
P-san Júnior: Não, não irei dar! Você pode muito bem arrumar uma para você!
“O que o pinguim não sabia era que o Biscoito com sua cara de chocólotra, era um mago disfarçado, na verdade. Ele conjurou uma magia para o pinguim, que fez aparecer uma poça de chocolate. O P-san júnior escorregou e bateu com a cabeça no chão. O mago fez a criatura que não o ajudou ir direto para casa, transportando-o com magia.”
P-san: Filho, eu preciso que você vá na floresta colher as raras flores de donuts.
P-san chibi.Está bem, papai.
Ísis: (deu a mesma coisa que entregou ao irmão mais velho)
“Aconteceu a mesma coisa que com o P-san Júnior, a diferença é que o Biscoito cobriu o chibi de chocolate amargo. Depois do que aconteceu com seus irmãos, Locutor se ofereceu para ir.”
P-san: Se você quer ir, tudo bem. Quem sou eu para te impedir?
Ísis: (entrega uma bisnaguinha, iogurte para beber e brigadeiros para o Locutor)
“O Locutor foi com a cesta entregue pela sua mãe adotiva, e quando entrou na floresta, encontrou o Biscoito no mesmo lugar dos seus irmãos.”
Locutor: Olá, amigo. Você precisa de algo? Parece com fome.
Biscoito: Preciso, sim. Dá para você me dar os seus brigadeiros?
Locutor: Ah, claro! Tome. (entrega os brigadeiros para o Biscoito)
“Os dois comeram o que tinham, e então o mago Biscoito parecia muito agradecido pelos brigadeiros. Ele comenta para o Locutor que ter ajudado a sua pessoa ia dar muita sorte. Indicou o local onde estava as flores raras de donuts, e que se ele rolasse como o Link na árvore mais próxima das flores, ia cair algo da árvore, mas Biscoito jurou que não eram rupees.”
Locutor: (no local indicado pelo Biscoito, ele colhe as flores e rola, batendo na árvore)
“O Locutor ficou um pouco tonto, e quando recuperou os sentidos e viu que havia caído da árvore um abacaxi de ouro. O mago o encontrou novamente e aconselhou a dar para ele as flores que havia colhido, ele iria transportá-las magicamente para o local onde seus pais adotivos moravam. Sugeriu para ele ir dar uma volta por aí, e entregou uma bolsa com dinheiro e mantimentos necessários”
Locutor: Obrigado, mago Biscoito.
Biscoito: Não há de quê. Se você precisar de mim, pode me chamar, que irei aparecer.
Locutor: Está bem, até mais.
“Locutor foi andando com seu abacaxi de ouro. As pessoas logo viram, e chamou a atenção pelo fato de ser de uma cor tão chamativa e feito de um material tão precioso. Zaltana, também abacaxi quis o item que o protagonista carregava, pensando que aquilo que segurava era alguém da sua espécie enfeitiçado. Tocou no Locutor e ficou presa. Wolf, um rico muito egoísta queria o abacaxi para ele. Fez o mesmo que Zaltana e acabou ficando preso também. Doutor Q., sem o que fazer, tocou também. Vieram mais quatro pessoas, mas eram figurantes, então ninguém se importa com os nomes deles. Locutor, com tota a sua patota, ouviu dizer que tinha um rei que havia lançado um desafio impossível: Fazer a sua filha rir. Quem conseguisse, se casaria com ela. O protagonista resolveu ir até lá, mesmo tendo o pessoal grudado, perseguindo-o. A princesa estava no terraço do castelo, e viu o Locutor chegando, e começou a rir”
Moon: (a princesa antes mal humorada) Olha só esse palhaço, pai! (rindo sem parar)
Kero-san: (o rei) Minha nossa!
“O Rei sapo logo teve a visita do Locutor, que pediu a princesa em casamento. Porém ele não gostou de ter um genro que fosse filho adotivo de um casal de pinguins. Pediu que o protagonista trouxesse um homem que pudesse beber sua adega de licor de chocolate. Logo, Locutor pensou no mago. Trouxe-o e bebeu todo o licor da adega, e mais um pouco!”
Kero-san: Ainda não é o suficiente! Quero que você acabe com o estoque de barras de chocolate!
Biscoito: Você disse barras de chocolate?
“O Mago mais uma vez cumpriu o desafio, para ajudar mais uma vez o Locutor. Ainda não convencido, o rei mandou ele trazer a última coisa.”
Kero-san: Venha até aqui amanhã, com um disco voador! Será a última coisa que pedirei, se conseguir você poderá se casar com minha filha.
“O sapo não acreditava que ele iria conseguir, mas no dia seguinte Locutor chegou até o reino com seu disco voador, entregado para ele pelo mago Biscoito. Kero-san permitiu que acontecesse o casamento, e eles foram felizes para sempre. O que o pai da princesa e o protagonista não sabiam, é que a Moon queria mesmo era dominar o mundo. Existe a possibilidade dela dividir o poder com o Locutor.”
Moon: O planeta será todo meu! (risada maligna)
– Adorei essa história, ficou bem doida. E vocês? Espero que tenham gostado!
– Talvez essa seja a única história que farei comigo de princesa e o Locutor como o herói, pelo menos as de conto de fadas. Posso mudar de ideia, claro.
O mundo das Ideias de Pratão.
Locutor-sama: Aqui estou eu, no restaurante “O Mundo das Ideias.” Preciso procurar a ideia perdida de Senhorita Moon. Estou nesse momento me perguntando que tipo de ser eu deveria procurar… Todos que estão por aqui parecem ter a mesma expressão faminta. A comida deve ser boa!
Pratão: (dono do restaurante) Bem vindo, cavalheiro! O que você vai querer?
Locutor-sama: Obrigado, mas vim aqui para procurar alguém.
Pratão: Ah, é? (surpreso) Se é isso, posso ajudá-lo. Conheço meus clientes.
Locutor-sama: Seria ótimo ter a ajuda do senhor. Podia me dizer dos seus clientes mais novos…?
Pratão: Bem, qual dos meus clientes mais novos você quer saber?
Locutor-sama: Não sei exatamente… (preocupado)
Pratão: Não sabe? Ah, mas não faça essa cara. Tive uma ideia para auxiliar você, meu caro. Estou acostumado em ver humanos vindo buscar ideias, e não saber exatamente quais são.
Locutor-sama: É? Qual é a sua sugestão, senhor Pratão?
Pratão: Que tipo de pessoa era a que pensou na ideia?
Locutor-sama: Hm… Deixa eu pensar em como devo descrevê-la…
Pratão: Personalidade, apenas.
Locutor-sama: Normalmente é autoritária e duvida do seu próprio senso de humor. Consegue surpreender escrevendo histórias de mistérios, mas não acha que está suficientemente bom.
Pratão: Já entendi. Posso encontrar a ideia. (abre um livro e vira as folhas magicamente)
Locutor-sama: Puxa vida, que bom!
Pratão: (para o livro em uma página) Achei! O nome da ideia é Lalali.
Locutor-sama: Lalali? Puxa, eu esperava que fosse uma ideia com número.
Pratão: Bem, não é. Agora, pode entrar no restaurante. É como um jardim de infância, é mais seguro entrar para ir buscar a ideia.
Locutor-sama: Entendi, pode deixar que vou entrar…
Pratão: Boa sorte!
Locutor-sama: (entra no restaurante) Vamos ver… Que ideias! (observa as formas estranhas das ideias que estavam no local) Qual delas será Lalali?
Lalali: Locutor-sama! Alguém veio me buscar, que emoção!
Locutor-sama: Puxa, essa foi rápida…
Lalali: Bem, eu estava perto da entrada no caso de eu ver alguém conhecido.
Locutor-sama: Fez bem. A autora está preocupada com você.
Lalali: Desculpe. É a última vez que faço uma aventura dessas.
Locutor-sama: Na próxima, chame alguém para ir com você.
Lalali: Está bem. É uma boa ideia!
Tem que dar chance para os outros personagens!
Casa Verde, cozinha principal.
Moon: Bom dia, Barman! (alegre)
Barman: Ah, bom dia. Como vai, Moon?
Moon: Muito bem, obrigada. Precisava conversar com você.
Barman: Tudo bem, o quê você precisa?
Moon: Quer ser o protagonista de uma história distorcida?
Barman: Hm… (começa a pensar) Qual?
Moon: “O Ganso de Ouro”
Barman: Aquela história maluca dos Contos de Grimm?
Moon: Essa mesma. Nem todas as histórias são violentas…
Barman: É verdade, mas são poucas.
Moon: Bom, você quer o papel ou não?
Barman: Até aceitaria, mas você não acha que deveria dar chance para outro?
Moon: Hmm? Outro quem? Aceito sugestões.
Barman: O Locutor, por exemplo.
Moon: (surpresa) O Locutor?
Barman: Não acha criativo ele participar das histórias distorcidas, de vez em quando?
Moon: Você está falando sério?
Barman: Estou.
Moon: Tá, tá. Vou indo. Continue o seu trabalho.
Barman: Na verdade, estou apenas aproveitando esse suco de limão.
Moon: (sai da cozinha e encontra a Hello) Olá, Hello.
Hello: Oh, oi. Não acha bobo falare “Olá, Olá?”
Moon: Fica uma piada engraçadinha.
Hello: Não achei, mas devo ser muito exigente. (deu de ombros)
Moon: Deixa quieto. Queria fazer a adptação do Ganso de Ouro.
Hello: Aquela história maluca dos Contos de Grimm?
Moon: Sim. O Barman disse a mesma coisa…
Hello: Bem, você vai fazer a princesa?
Moon: Como adivinhou?
Hello: Uma princesa mal educada…
Moon: (ignora o comentário) Só estou procurando um protagonista.
Hello: Ué, não serve o Locutor?
Moon: (bate com a mão na testa)
Hello: Então…?
Moon: O Locutor está procurando uma ideia perdida minha no mundo as ideias.
Hello: Ah, o restaurante do Pratão?
Moon: Esse mesmo.
Hello: Espera ele voltar então, oras!
Tem vezes que jogar está tão divertido, que a autora acaba esquecendo de escrever.
Happy Green Things, no escritório da autora.
Moon: (usando o computador para jogar)
Locutor-sama: (acaba de entrar) Bom dia.
Moon: Bom dia.
Locutor-sama: Alguma coisa para hoje?
Moon: Não exatamente. Meu humor está para jogar, e não escrever.
Locutor-sama: Isso em tinha notado.
Moon: Deixei um planejamento escrito nessa caderno que está aberto. Pode ler.
Locutor-sama: (deixa a pelúcia que trouxe em uma cadeira) Irei ver, então. (pega o caderno e começa a ler o que a autora escreveu)
Moon: (ainda jogando, fazendo expressões engraçadas)
Locutor-sama: A ideia é ótima! (já acabou de ler)
Moon: Fico contente que tenha gostado. (não tira os olhos do computador)
Locutor-sama: Quer que eu procure o Barman para convidá-lo a ser o protagonista?
Moon: Pode deixar, vou na Casa Verde amanhã para fazer isso.
Locutor-sama: Tem certeza?
Moon: Acho que você já trabalha o suficiente, não concorda?
Locutor-sama: Se você diz…
Moon: Trouxe alguma coisa?
Locutor-sama: Ah sim, comprei esse bichinho de pelúcia. Não é uma graça?
Moon: (finalmente dá pausa no jogo) Um onigiri! Que bonitinho!
Locutor-sama: Além dele trouxe outra coisa interessante.
Moon: E o que seria? Diga logo!
Locutor-sama: Um comunicador. (mostra para a autora uma coisa pequena)
Moon: Tecnologia alien?
Locutor-sama: Exatamente. Consegui com a Hello.
Moon: A troco de quê?
Locutor-sama: Usei minha habilidade especial.
Moon: Qual delas?
Locutor-sama: Não é a narração dramática.
Moon: Não?
Locutor-sama: É o meu hobbie.
Moon: Oh, entendi. Um preço justo.
Locutor-sama: Ela ficou bem satisfeita.
Moon: Bem, qual é sua pretensão em me dar isso?
Locutor-sama: Não acho que pretensão seja a palavra correta…
Moon: Você me entendeu.
Locutor-sama: Queria dar o onigiri para você. Uma companhia, e com o comunicador, ele fala algumas coisas. Também dá para colocar música, tocar rádio e fazer ligações.
Moon: Interessante! Mas ligar para quem?
Locutor-sama: Para quem você quiser, ele responde por comando de voz. Mas não esqueça de ser bem específica.
Moon: Certo, certo. Obrigada, Locutor. Mas precisava mesmo me dar o onigiri de pelúcia? (faz uma expressão de curiosa)
Locutor-sama: O comunicador é muito pequeno, você tem que deixá-lo preso em alguma coisa. Entendeu o porquê?
Moon: Entendi, mas não seria mais fácil uma pelúcia que tivesse bolso?
Locutor-sama: O onigiri tem um bolso nas costas.
Moon: (vai checar) Maneiro! Isso é bem discreto.
Locutor-sama: Bom, vocÊ quer que eu faça algo?
Moon: Quero. Vá passear entre as dimesões, ver se você encontra uma ideia perdida minha. Só não sei qual, exatamente.
Locutor-sama: Tem pelo menos uma pista de onde ela pode ter ido?
Moon: Para o mundo das ideias do Pratão.
Locutor-sama: Não seria Platão?
Moon: Não, não. A ideia estava com fome, foi para lá com intenção de voltar, mas pela demora, acho que ela deve ter se perdido.
Locutor-sama: Certo. Vou fazer a viagem agora mesmo.
Moon: Boa sorte, e vê se não se perde também.
Locutor-sama: Pode deixar, autora.
Voltar com personagens: Um a menos para assombrar, questionando a autora quando eles vão aparecer em uma história novamente.
Casa Verde, escritório da Hello.
Hello: É um prazer em conhecê-lo, Katsu.
Katsu: Você também, senhorita Hellen. Ou talvez você prefira apenas Hello?
Hello: Pode dizer só Hello, para ficar mais prático.
Katsu: Ah, entendi. Não tem problema então, Hello.
Hello: Vamos ver… aqui está o seu contrato. Pode ler, ou só assinar. Tem gente que gosta de viver perigosamente, sabe? Não costumam ler termos de contrato. Preguiça. (entrega o papel e uma caneta para o Katsu) Então, você também vai ser preguiçoso e não ler?
Katsu: Eu já li.
Hello: Já?
Katsu: O Barman me enviou por e-mail, para evitar complicações.
Hello: (dá uma risada) Ah, que ótimo! Tinha erros de digitação?
Katsu: Não, estava bem escrito.
Hello: Que bom que sirvo para alguma coisa! E o que seria eu sem o Barman?
Katsu: Bom, deixa eu assinar o papel.
Hello: Claro, claro. Tudo bem.
Katsu: (na assinatura se lê Katsu Fantastic)
Hello: (lendo de cabeça para baixo) Fantastic? Bonito nome.
Katsu: Obrigado.
Hello: Reconheço esse sobrenome. Você é parente do Viktor, não é? Aquele rico que normalmente faz aquelas festas, que os fundos vão para a caridade.
Katsu: Ele é o meu irmão mais velho.
Hello: Quem diria, hein? Legal para você.
Katsu: Ah sim, mas a pena é que jamais serei tão excêntrico quanto ele.
Hello: Tem coisas que só os irmãos mais velhos conseguem ser.
Katsu: (dá uma risada) Isso é verdade.
Hello: Espero que você não tenha problemas com ele.
Katsu: (faz uma expressão engraçada) Ah, não. Ele é um cara legal, apesar de doido.
Hello: Bom, não farei você começar a trabalhar hoje, apenas amanhã. Aproveite para conhecer a Casa Verde. Por que não pede a ajuda da Rika? (pisca o olho)
Katsu: (um pouco sem jeito) Está bem, farei isso.
Hello: Dispensado!
Katsu: (sai do escritório da Hello e vê a Rika chegando)
Rika: Então, como foi? Saiu bem rápido.
Katsu: Ah, eu já tinha lido o contrato.
Rika: Entendi. Aposto que foi o Barman que mandou, né?
Katsu: Foi sim.
Rika: Muito obrigada por ter comprado o caderno com estampa de pandas para mim.
Katsu: (dá um sorriso bastante simpático) Imagina. Eu ia mesmo comprar algo para você.
Rika: Foi um presente bem legal da sua parte.
Katsu: Bom, eu ia comprar na Terra Mediana (onde ele estava antes), mas aconteceu tantas coisas que não tive tempo.
Rika: Ora, não se incomode com isso. Vamos, vou te mostrar a Casa Verde.
Katsu: Tudo bem.
– Antes o nome dele era apenas K-chan, agora reutilizei o nome de outro personagem, mas que era bastante parecido com o rapaz que é apresentado nessa história.
Give me all your bread today and make the dance of happiness
Rika: Padaria, padaria… Não é um local qualquer. Sabe o porquê, Locutor-sama?
Locutor-sama: Aqui é a padaria do Urso Tobi. Deveria fazer uma frase que rimasse?
Rika: Não arrisque da sorte, Locutor.
Locutor-sama: O que viemos comprar mesmo?
Rika: Não sei direito, a autora já se decidiu?
Locutor-sama: Acredito que ela deve estar se decidindo nesse exato momento.
Moon: (no ponto) PÃO! Comprem pão!
Locutor-sama: (para a autora) Está bem, mas isso não é comum demais?
Moon: (no ponto) A história está sendo escrita por quem? Por você?
Locutor-sama: Não, senhorita Moon.
Moon: Ótimo. Então vão nessa, e não se esqueçam de cumprimentar o o Urso Tobi.
Locutor-sama: Está certo.
Moon: (desliga o ponto)
Locutor-sama: Vamos comprar pão?
Rika: Jura? Pensei que íamos comprar pó de fada.
Locutor-sama: Essas coisas não tem em padarias comuns.
Rika: Mas Locutor, que pó de fada é esse que está vendendo?
Locutor-sama: (olha para onde Rika aponta) Maquiagem em uma padaria?! Criativo o nome para uma marca de produtos de beleza.
Urso Tobi: Ei, aqui não é padaria. É um mercado, apesar de ter a parte de padaria.
Locutor-sama: Sinto muitíssimo, Urso Tobi.
Urso Tobi: Tá, tá. Não tem problema. Estou muito aterafado, não dá para conversar. Com licença, meus caros. (sai andando)
Rika: O Urso Tobi é um pouco assustador.
Locutor-sama: Normalmente as pessoas dizem isso.
Rika: Vamos só comprar pão?
Locutor-sama: Se você quiser comprar mais alguma coisa, não vejo o porquê de só levar pão do supermercado.
Rika: Está bem, então. Vou ir na parte da papelaria!
Locutor-sama: Não gaste tudo lá, ouviu? Tem outras pessoas que precisam de cadernos, por exemplo.
Rika: Certo, certo! Fica aí na seção dos bichinhos bonitinhos, está bem?
Locutor-sama: Por mim, tudo bem. Além de bonitinhos, eles parecem querer dizer alguma coisa para mim… (muito intrigado)
Rika: (na seção da papelaria) Cadernos! Muitos cadernos! Qual deles eu vou comprar… vamos ver… É melhor ficar de olho nos preços. (pensando)
???: (um rapaz estava ali escolhendo um caderno também)
Rika: (pensando) Ah! Um caderno com estampa de panda! Que gracinha! (olha na prateleira de cima e vê o que queria comprar mas não podia alcançar)
???: (vê a Rika com dificuldade e anda perto dela) Qual caderno você quer?
Rika: (sem olhar para o rapaz que ofereceu a ajudá-la) O dos pandas… obrigada.
???: Rika? (olha melhor para ela)
Rika: K-chan?!
– He is back! Ele é um personagem bem antigo, fico contente em voltar com ele. Decidi acabar assim só para dar um estilão para a história.
Esses personagens gostam de fazer coisas doidas quando a autora não está olhando.
Na Casa Verde, quarto da Hello.
Hello: Está terminado! O que você acha disso, Ramsés?
Ramsés: Acho que isso você terminou de fazer, vai te trazer problemas.
Hello: Como assim, problemas? Estou aprendendo a desenhar, e comecei a testar minhas habilidades em algo além de desenhos solitários.
Ramsés: Quando você disse desenhos solitários, me fez pensar num papel com um desenho, lógico, mas forever alone, sentando em um banco numa rua mal iluminada.
Hello: Você tem pensamentos estranhos, Ramsés.
Ramsés: Pois é. Mas não deixe a autora ver isso.
Hello: Ué, ela sabe muito bem o quê é. Não é ela que escreve as histórias?
Ramsés: Sim, mas o que quer dizer com isso?
Hello: Se ela quer ocultar algo, não precisa escrever a ideia que tem.
Ramsés: Não vejo o porquê dela querer ocultar isso.
Hello: Então qual é sua preocupação, meu caro Ramsés?
Ramsés: Que a partir desse seu… hm… momento de inspiração, a autora tenha uma ideia maluca, daquelas que não faram sentido nem para ela mesma.
Hello: Você deve ter razão.
Ramsés: Não costumo abrir a boca para dizer algo sem ter uma pontadinha de razão.
Hello: Concluindo o assunto, o que quer dizer com tudo isso?
Ramsés: Não acredito que ainda não entendeu o que eu quero dizer.
Hello: Não, eu não entendi. Não sou boa em ler em entrelinhas.
Ramsés: Vou ter que explicar?
Hello: Por favor. Desenhe, se puder. (coloca um quadro branco com as canetas para o gato usar)
Ramsés: (começa a desenhar e explicar com os desenhos) Esta simpática garotinha que desenhei, com esse negócio na mão é você.
Hello: Não sou mais uma garotinha, Ramsés.
Ramsés: Você na sua versão chibi. Melhor assim?
Hello: É, tudo bem.
Ramsés: Esse outro chibi é da autora, com olhar de alguém que vai ter uma ideia maluca.
Hello: O quê é que tem?
Ramsés: Quando a autora descobrir o que você fez, ela provavelmente vai arquitetar uma história com um tipo de vingança inventada apenas para dar um drama básico para algumas histórias.
Hello: Começo a entender o que você quer dizer.
Ramsés: Que ótimo! Então, o que vai fazer em relação a isto? (aponta para o que a Hello fez)
Hello: Esconder com um código super secreto, tipo a fórmula de Báskara?
Ramsés: Certo. Não é exatamente secreto, mas a autora não vai ter paciência em calcular o resultado, então provavelmente esse cofre não será aberto.
Hello: Beleza, vou arrumar o cofre.
Ramsés: Sábia decisão.
– Não. A autora não está aprendendo a desenhar.
– O que a Hello desenhou, e aproveitou para fazer quadrinhos? Mistérios.
Personagens e ideias não são exatamente a mesma coisa.
Happy Green Things, escritório da Moon.
Locutor-sama: Boa tarde, autora. Como você está hoje?
Moon: Muito bem, obrigada.
Locutor-sama: De bom humor?
Moon: Sim, estou com um ótimo humor. Por que a pergunta?
Locutor-sama: Porque eu gostaria de fazer uma pergunta.
Moon: Diga, o que você quer saber?
Locutor-sama: Não acha que usa palavras um tanto complicadas de vez em quando?
Moon: Quer dizer palavras ásperas?
Locutor-sama: Bom, sim.
Moon: Locutor, entenda bem o que vou dizer.
Locutor-sama: Estou prestando atenção.
Moon: Ótimo. Faço o papel de autora maluca que fica pirando com tantos personagens.
Locutor-sama: Essa é sua explicação? Interessante.
Moon: Sim. Mais alguma pergunta, aproveitando minha paciência?
Locutor-sama: O Kekekê mandou umas ideias.
Moon: Ótimo! Traga as ideias aqui. (animada)
Locutor-sama: Está bem. (sai do escritório e volta com umas criaturas estranhas)
Locutor-sama: (entra na sala) Antes farei uma breve explicação sobre essas ideias enviadas pelo Kekekê. São seres bastante estranhos, nem todos tem uma forma concreta. Deixo a descrição deles para a imaginação de vocês.
Moon: Falem ideias, por favor.
Ideia #1: Acho que você deveria fazer uma história em que finalmente oficializa o par Hello e Barman!
Moon: (levanta a sombrancelha) É mesmo? E qual é o seu bom motivo?
Ideia #1: Ninguém merece ficar sozinho.
Moon: Ah, mas é para isso que servem os amigos imaginários. Próxima ideia.
Ideia #2: Acho que você deveria casar o Barman e a Hello.
Moon: Trocar a ordem dos personagens não vai me fazer mudar de ideia.
Ideia #2: Mas autora…
Moon: Seu bom motivo?
Ideia #2: Os personagens devem ter final feliz!
Moon: Queridinho, isso não é conto de fadas. Próximo.
Ideia #3: Como o Kekekê e a Matilde se conheceram.
Moon: Anotada, talvez será escrita. Próxima.
Ideia #4: Barman escreve uma música para a Hello.
Moon: É possível. Próxima.
Ideia #5: Duendes quebram recorde de pular corda.
Moon: Comum, eu acho que está muito básica. Mas está anotada. Próxima.
Ideia #6: Tuta-sama de Sherlock Holmes, e Kekekê de Watson.
Moon: Anotada. Próxima.
Ideia #7: Declaração de amor do Barman para a Hello.
Moon: Não. Próxima.
Ideia #8: Declaração de amor do Olliver para a Rosalina.
Moon: Não. Pressa, hein? Próxima.
Ideia #9: Hello tomar consciência que o Barman gosta dela.
Moon: É possível que ela já tenha consciência. Próxima.
Ideia #10: A volta do grande pote de açúcar mascavo.
Moon: Anotada. Próxima.
Ideia #11: Onde fica o banheiro?
Moon: (levanta a sombrancelha) Na última ideia o Kekekê dá uma de engraçadinho. Estão dispensadas, voltem para o local de onde vieram.
Locutor-sama: As ideias foram embora.
Moon: Por que não me avisou do tema romântico?
Locutor-sama: Se eu avisasse, a senhorita não deixaria elas entrarem.
Moon: Provavelmente.
– Aguardem o mês que tem o dia dos namorados, talvez eu faça alguma coisa. Kekekê e Matilde, lógico.
