Random: Eu uso uma calça!
Moon: O Random agora usa calça! Qual é a reação de vocês, personagens?
Barman: Ele não usava calça, antes?
Wolf: Eu também não usava calça. Tive minha época rebelde, bons tempos!
Miss Cupcake: Rebelde? Era a época que você não tinha bom senso, isso sim.
Matilde: Moon, você perdeu a cabeça?
Moon: Matilde, o Random usando calça é uma notícia importante.
Matilde: Você deveria morar na Casa Verde. Está ficando louca, como o pessoal de lá.
Rosalina: Calça? Que bom para ele… eu acho.
Hello: Ah! Que bom para você, Random. Agora está fashion.
Random: Eu não era, antes?
Hello: Bom, como posso dizer… você era simplificado.
Alice: Bonecos de palito, usando calça? Puxa vida.
Hello: Você está surpresa?
Alice: Um pouco. Mas isso mostra que ele quer ser diferenciado dos outros bonecos.
Fábio: Ah, será que ele tem esse complexo?
Rosalina: Um boneco de palito? Complexado?
Sabrina: Um boneco de palito, usando calça. Até onde sei, todo mundo tem esse direito.
Miss Cupcake: Não é direito, é uma obrigação. Onde já se viu, as pessoas saírem por aí sem calça?
Sabrina: Se ele estivesse usando vestido, não precisaria usar uma calça.
Miss Cupcake: E se o vestido fosse curto?
Random: Eu sou um boneco de palito, não uma boneca.
Sabrina: Ah, é verdade. Caso ele fosse uma boneca, teria cabelo de maria chiquinha.
Hello: E se vestiria de líder de torcida!
Olliver: Nunca vou tirar essa imagem da minha cabeça, agora.
Fábio: É verdade que você se inspirou no Link de Skyward Sword, Random?
Random: É! Antes, eu usava legging. Como uma bailarina.
Olliver: Como uma bailarina…
Clarissa: Você sabe dançar balé?
Random: Sei, sim!
Clarissa: Puxa!
Vlad: Calça. Antes, usava legging. (impressionado) Sabe, você poderia usar estampa na sua calça.
Random: Que tipo de estampa?
Vlad: Quebra-cabeça!
Samuel: Quebra-cabeça? Vlad, você só pode ser maluco.
Vlad: Pelo menos, não tenho um boné de macarrão.
Samuel: É o meu estilo!
Olliver: Boné de macarrão. O pessoal está muito original!
Kero-san: Ele não usava calça, antes? E daí? Nunca usei calça!
Wolf: Rebeldia!
P-san: Você está querendo que, os personagens que não usam calça, fiquem complexados?
Hello: (pensando) Ele está tão complexado, que não notou a presença do Kero-san…
P-san: Com licença. O pinguim sem calça, vai ficar ali. Deprimido. No cantinho.
Hello: P-san…
Locutor-sama: Fico contente por você, amigo Random. Agora, você não vai passar mais frio.
Random: Ah! Finalmente alguém que me entende. Obrigado, amigo!
Sabrina: Sei que não entendo nada de bonecos de palito, mas não seria melhor ele usar uma camisa?
Random: Você tem razão. É melhor eu ir comprar uma camisa!
Vlad: Podia ser estampada com flores coloridas!
K-chan: O boneco de palito se veste melhor que você, Vlad. Não tem vergonha?
Samuel: K-chan! Você abriu a boca só para dizer isso? Te admiro, cara.
Vlad: Com licença, vou me juntar ao pinguim, e ficar deprimido. No cantinho.
Moon: Esses personagens…
Cabelo rosa.
Locutor-sama: Estou tomando café no jardim da frente, da Casa Verde. Recentemente, a senhorita Hello resolveu colocar mesas e cadeiras, para imitar o jardim da Tuta-sama. Ficou até bonito.
Random: Essas bolachas estão deliciosas!
Locutor-sama: Quem diria, que o Alli e Oléo, sabem fazer bolachas bem pequenininhas.
Random: É, quem diria!
Locutor-sama: Um carro rosa estacionou, aqui na frente. Será visita, para um dos moradores?
Random: Deve ser a personagem nova!
Locutor-sama: Que personagem nova? A autora não me falou nada.
Random: Vai ver que ela esqueceu de te avisar.
Locutor-sama: É possível. Ah, uma mulher saiu do carro.
Random: Ela tem cabelo rosa! Mas não é do mesmo tom do carro.
Locutor-sama: Precisa de ajuda com as suas malas? (já perto da nova personagem)
???: Aah! (se surpreendeu com o Locutor atrás dela) Ah, sim. Se não for pedir muito.
Locutor-sama: Não se preocupe, é um prazer ajudar. E desculpe por assustá-la.
???: É… muita gentileza sua. Não se preocupe, estou apenas distraída. Ah, não precisa carregar essa. É a mala do meu notebook.
Locutor-sama: Certo, certo. Você só trouxe duas malas. Vai ficar por pouco tempo?
???: Não, eu planejo ficar por um bom tempo. Preciso de novos ares, sabe? E as minhas coisas já chegaram, antes.
Locutor-sama: Ah, então você vai ficar no quarto, em que a senhorita Hello mandou colocar os móveis…
???: Suponho que sim. Ah, o meu nome é Sabrina.
Locutor-sama: É um prazer em conhecê-la, senhorita Sabrina. Eu sou o Locutor-sama.
Sabrina: Prazer em conhecê-lo também, mas não precisa ser tão formal.
Locutor-sama: Formal, como?
Sabrina: Não precisa usar senhorita, na frente do meu nome.
Locutor-sama: Se você diz…
Random: Moça Sabrina!
Sabrina: Um boneco de palito? (olha para o chão)
Random: Eu sou o Random. Por que você tem cabelo rosa?
Sabrina: Isso? (aponta para o cabelo) É melhor eu deixar você curioso. Para dar um toque de mistério, sabe.
Refri-san: (abre e fica segurando a porta da Casa Verde) Oi Locutor! Ah, uma moradora nova! Prazer, sou o Refri-san.
Sabrina: Prazer… (fica reparando na fantasia de refrigerante do Refri-san)
Hello: Sabrina!! Quanto tempo, Sabrina!
Sabrina: Olá, Hello. Como tem passado?
Hello: Bem, eu ainda não aprendi a passar roupa, bem.
Sabrina: Muito engraçada, você.
Hello: Já vi que você continua sem senso de humor….
Sabrina: Devia ter desconfiado, do nome Casa Verde…
Hello: Oi?
Sabrina: Não sabia, que você era dona de um hospício.
Hello: Aqui não é um hospício,
Sabrina: Tem um cara vestido de refrigerante!
Hello: Ah, tá falando do Refri-san? Ele é inofensivo. Barman! Pode me passar as chaves do quarto da minha prima?
Barman: (entrega a chave do bolso para a Hello) Está aqui.
Hello: Sabrina, esse é um dos empregados da Casa Verde. Barman, essa é a prima que te falei.
Barman: Prazer.
Sabrina: Prazer em conhecê-lo.
Hello: Bom, você pode levar uma das malas que está com o Locutor?
Barman: Tudo bem…
Hello: Espero que você goste da Casa Verde!
Sabrina: Eu espero que não tenha mais ninguém, vestido de refrigerante.
Hello: Pode ficar tranquila, que não tem. Eu acho.
Personagens antigos, novos moradores.
Em frente da Casa Verde
Locutor-sama: Hoje, os três personagens que foram resgatados na história anterior, vão aparecer.
Hello: Personagens antigos? Muito antigos?
Locutor-sama: Bem antigos! E vão ser moradores da Casa Verde.
Hello: Puxa vida! Cada dia mais gente, mora por aqui.
K-chan: Espero que eles não sejam esquecidos.
Hello: Oh, K-chan! Você me assustou.
K-chan: São personagens que eu conheço. Estou surpreso, em saber que eles vão voltar.
Locutor-sama: Bom, isso foi uma ordem da Tuta-sama.
K-chan: Entendo. Se fosse depender da autora, ela não ia lembrar deles.
Locutor-sama: Você ainda está chateado, porque não aparece muito.
K-chan: Não. Os personagens silenciosos, raramente fazem uma participação.
Hello: Silenciosos, como ninjas?
K-chan: Como ninjas, mas não precisam se vestir como eles.
Hello: Ah, bom!
Locutor-sama: Um táxi chegou, e três pessoas saíram deles.
K-chan: E são eles, mesmo.
???: K-chan! Quanto tempo!
??: É! Não nós vemos desde que… você sai do País dos Personagens Perdidos!
?: No meu caso, não faz tanto tempo assim…
K-chan: Olá Clarissa, Vladimir e… e… qual o seu nome mesmo?
?: O quê? Você não lembro o nome do seu grande amigo?!
K-chan: Eu estava brincando, Samuel.
Hello: Legal! Foi muita gentileza da Moon, trazer mais personagens antigos.
Clarissa: Imagine a minha surpresa, quando fui chamada de volta… Ah! Senhor Itálico?
Hello: Senhor Itálico? Quem é Senhor Itálico?
Locutor-sama: É o meu nome antigo. Agora me chamo Locutor-sama, Clarissa.
Clarissa: Ah! Desculpe, Locutor-sama.
Locutor-sama: Não tem importância.
Hello: Sejam bem vindos a Casa Verde, pessoal! Vou mostrar os quartos de vocês.
Na cozinha, enquanto a Hello mostra os quartos.
Balinha: Você ouviu isso? Mais moradores!
Random: Impressionante! A Hello deve estar ficando rica.
Capitão Yay: Menos possibilidade, para eu aparecer…
Barman: Eles eram personagens antigos.
Balinha: Antigos? Foram esquecidos, e agora lembraram deles?
Barman: Mais ou menos isso.
Balinha: A autora é muito esquecida.
Capitão Yay: Esquecida? Não é possível, que alguém não lembre dos seus personagens.
Random: É possível, sim!
Barman: Ou são esquecidos, ou são colocados para… eventos importantes.
Capitão Yay: Eventos?
Balinha: Que tipo de eventos?
Barman: Pois é, eu também gostaria de saber disso.
Balinha: Foi alguma coisa que a autora falou para você?
Barman: Foi, sim.
Balinha: Está explicado.
Depois, no escritório da Hello.
Rosalina: Nenhum dos moradores que chegaram hoje, foram para aquele quarto?
Hello: Aquele que foram colocados móveis? Não, não.
Rosalina: Vai chegar mais alguém?
Hello: Sim, uma prima minha.
Rosalina: Prima? Mais uma da sua família, para morar aqui?
Hello: É, pois é. Ela disse que estava precisando de uma mudança de ares…
Rosalina: Bom, uma coisa dessas é necessária, de vez em quando.
Hello: Só espero que ela se acostume, com os malucos daqui.
Rosalina: Você a avisou sobre isso?
Hello: Não. Mas surpresas são boas, não são?
Rosalina: Estou com pena dessa sua prima…
O país dos personagens perdidos.
Locutor-sama: Estou aqui com a autora, e a Tuta-sama, para uma busca épica.
Tuta-sama: Quantos personagens vamos resgatar, Moon?
Moon: Quantos? Deixa eu pensar.
Tuta-sama: Deixa eu adivinhar, você não sabe?
Moon: Acho que três.
Tuta-sama: Só três?
Moon: Eu acho que é o suficiente.
Tuta-sama: Tem certeza?
Moon: Bom, é que eu só consigo me lembrar de três.
Tuta-sama: Certo! Você sabe, gosto de saber da verdade.
Moon: Sim, eu sei.
Locutor-sama: No carro, vimos várias coisas diferentes no País dos Personagens Perdidos. E algumas ideias perdidas, trabalhando em padaria.
Moon: Será que vende pão de queijo?
Locutor-sama: É melhor nós não conversarmos com elas, senhorita Moon.
Tuta-sama: Elas são ideias selvagens?
Locutor-sama: Não, mas são ideias um pouco… rancorosas.
Moon: Elas planejam se vingar da sua autora?
Locutor-sama: É melhor não pensar nisso.
Moon: Estou perdida.
Tuta-sama: Não, você está dentro do carro.
Moon: Engraçadinha.
Tuta-sama: Você nunca entende minhas piadas.
Moon: Claro que entendo!
Locutor-sama: Civlizações perdidas, foram encontradas nesse país de personagens também perdidos.
Moon: Aquilo são os Maias?
Locutor-sama: Na verdade, são os Maiôs.
Moon: Sério?
Tuta-sama: Isso explica a maneira que eles estão vestidos.
Moon: Fala sério, Locutor-sama. Não lembro de ter inventado isso.
Locutor-sama: Não? Então, existe apenas uma explicação.
Moon: Aliens?
Locutor-sama: Não, cantores de ópera.
Moon: Você está ficando louco, com esse seu medo.
Locutor-sama: Eu estava brincando.
Moon: Sei…
Tuta-sama: Nós vamos chegar lá, ou não?
Locutor-sama: Estamos chegando.
Moon: Essa viagem tem objetivo?? Já me esqueci.
Tuta-sama: Suas piadas não tem graça, Moon.
Moon: Isso era uma piada? Estou ficando ruim, com piadas.
Tuta-sama: É, já deu para perceber!
Locutor-sama: Nós chegamos! E os três personagens estão nos esperando!
Tuta-sama: Que conveniente.
Locutor-sama: Que personagens antigos, vão voltar? Que mistérios aguardam? Que coisas eles irão fazer, de diferente? Continua no próximo episódio!
Moon: Ele imitou a voz do narrador de Pokémon!
Unicórnio comendo paçoca.
No escritório da autora.
Tuta-sama: Moon! Eu quero falar com você!
Moon: É? O que você precisa?
Tuta-sama: Não sou eu, que preciso. Mas os leitores precisam!
Moon: Precisam de quê?
Tuta-sama: Unicórnio comendo paçoca!
Moon: Beleza.
Uma aventura começa!
Locutor-sama: Senhorita Hello, a protagonista da história, está acompanhada de sua mentora Tuta-sama e do assistente bonitinho, Kekekê!
Tuta-sama: Tinha que colocar a Hello nessa história…
Kekekê: O que nós três devemos fazer, Locutor-sama?
Locutor-sama: Buscar o lendário Unicórnio, que come paçoca.
Hello: Uma história sobre um unicórnio comendo paçoca?
Tuta-sama: Sim, algum problema?
Hello: Excelente! Adorei!!
Tuta-sama: Que bom que você gostou.
Kekekê: Só não entendi, o porquê de eu ter sido colocado nessa história.
Hello: Óbvio! Porque você é bonitinho!
Kekekê: Obrigado.
Tuta-sama: Você tem o mapa, Locutor-sama?
Locutor-sama: Mapa? Vocês não vão precisar disso.
Tuta-sama: Não? Como é que nós vamos achá-lo?
Hello: Com o instinto de aventureiros?
Locutor-sama: Não, tem placas espalhadas pela floresta.
Tuta-sama: Nossa… que prático.
Hello: Ah, a tecnologia das placas! Vamos, pessoal!
Locutor-sama: Nossos heróis andaram por muito, muito tempo. Felizmente, carregam uma mochila com coisas necessárias.
Tuta-sama: Tipo dinheiro!
Hello: Que tipo de mentora você é, se importando com coisas materiais?
Kekekê: Nunca se sabe, quando nós podemos encontrar uma pessoa estranha na caverna, vendendo items.
Hello: Bom, é verdade. E eu também trouxe algo muito útil!
Kekekê: O que você trouxe?
Hello: Uma lâmpada mágica!
Tuta-sama: Para quê? Chamar um gênio?
Hello: Não, não. É para ir ao banheiro!
Kekekê: Muito útil.
Tuta-sama: Fala sério. Ei!!
Locutor-sama: A última placa, apontava para uma ponte quebrada. O que nossos heróis vão fazer, para passar?
Tuta-sama: É melhor chamar um helicóptero.
Hello: Helicóptero?! Isso não seria uma hora para nós procuramos outro caminho?
Tuta-sama: Para quê nós vamos esquentar a cabeça?
Kekekê: Pena que não temos um cavalo…
Hello: Não acho que um cavalo ia poder pular isso tudo, Kekekê.
Kekekê: Acho que você tem razão.
Tuta-sama: Cadê meu celular?
Locutor-sama: Em jogos de RPG, os personagens não tem celular.
Tuta-sama: Por Tio Patinhas! Isso não é um jogo de RPG!
Locutor-sama: Mas foi nisso em que a autora se baseou.
Tuta-sama: Ah, Moon! Você gosta de dificultar as coisas.
Kekekê: Não vamos procurar por outro caminho?
Locutor-sama: Tenho uma ideia melhor.
Hello: Colocar uma placa de “Procura-se?”
Kekekê: Cantar?
Locutor-sama: Não. Paçoca!
Tuta-sama: Paçoca existe em jogos de RPG?
Locutor-sama: Não é hora para perguntas complicadas. (tira uma paçoca do bolso)
Kekekê: Isso vai funcionar?
Locutor-sama: Isso é infalível.
Hello: O Cebolinhas faz planos infalíveis, que falham…
Locutor-sama: Um unicórnio apareceu, na nossa frente. Parece que ele sentiu o cheiro da paçoca.
Hello: Unicórnios podem farejar as coisas?
Kekekê: Vivendo e aprendendo!
O fogão foi abduzido!
Hello: O fogão foi abduzido!
Barman: Hello, o fogão está bem aqui.
Hello: Mas a Tuta disse…
Barman: De brincadeira, que o fogão foi abuzido?
Hello: Você está bem informado.
Barman: Bem, isso parece o tipo de piada que ela faz.
Hello: Acho que você tem razão.
Depois.
Hello: o fogão foi realmente abduzido!
Barman: Ele foi?!
Hello: Está vendo, ele sumiu!
Barman: Hello, você só pode estar de brincadeira.
Hello: Está achando que eu sumi com o fogão?
Barman: Não? Bom, se você está dizendo.
Como as pessoas reagem, ao descobrir que seu fogão foi abduzido:
Hello: Você vai fazer uma lista sobre isso, autora? Sério?
Moon: Shh! O fogão foi abduzido!
Barman: Isso é… surpreendente.
Wolf: O fogão foi abduzido?
Miss Cupcake: Mais loucura? Não acredito.
Rosalina: O que aconteceu com o fogão?
Olliver: Abduzido? Isso é sério?
Fábio: Nossa, o fogão vai ter histórias para contar, quando voltar…
Hello: Se ele voltar.
Alice: O fogão vai voltar, é melhor nós pensarmos positivo!
Hello: Exato! Qualquer coisa, eu irei salvá-lo!
Miss Cupcake: O fogão. Que coisa importante.
Rosalina: Não é mais fácil pensar que alguém roubou o fogão?
Hello: Que ladrão tem tanta força, para roubar o fogão?
Rosalina: Vai ver que o fogão não é tão pesado assim.
Miss Cupcake: Essa conversa não faz sentido algum!
Bônus:
Moon: O fogão foi abduzido.
Locutor-sama: Pobre fogão.
Moon: Você está sendo irônico?
Locutor-sama: Não.
Moon: Tem certeza?
Locutor-sama: Não, mas o fogão foi abduzido.
Moon: O seu fogão?
Locutor-sama: Talvez, ainda não chequei.
Moon: É melhor você checar.
Locutor-sama: Não é tão urgente, assim.
Moon: Ah, tá. Você é estranho, Locutor-sama.
Locutor-sama: Não, eu ainda não abracei minha geladeira, hoje.
Moon: O que tem de estranho, em abraçar uma geladeira?
Locutor-sama: Nada.
Sua geladeira está correndo?
Hello: Tem dias que faço muitas perguntas complicadas.
Miss Cupcake: Vou me arrepender de perguntar, mas quais?
Hello: O que fazer, se a sua geladeira está correndo?
Miss Cupcake: Já me arrependi, não me responda.
Hello: Mas a resposta é muito importante!
Miss Cupcake: Eu já falei, que não quero saber.
Wolf: Você sabe o que fazer?
Hello: É claro! Estou sempre preparada para tudo!
Wolf: Que interessante!
Miss Cupcake: Loucos. É o que você são!
Hello: A Moon costuma dizer “loucos, estão todos loucos.”
Miss Cupcake: Acho que ela tem razão.
Hello: É melhor eu ensinar para as pessoas, o que fazer, quando a sua geladeira começa a correr.
Wolf: Seria uma lição de sobrevivência!
Miss Cupcake: Não acho que seria muito necessário.
Wolf: Claro que é necessário!
Hello: Miss Cupcake, minha cara. Você tem que saber o que é necessário, para a vida!
Miss Cupcake: Você deve ter algum problema.
Hello: Bem, e você deveria se divertir mais.
Miss Cupcake: Eu não preciso viver me divertido!
Hello: E eu faço isso?
Miss Cupcake: Você se diverte com as coisas simples da vida, acho.
Hello: E isso não é bom?
Miss Cupcake: Deveria ser?
Wolf: Vocês duas tem suas qualidades, para quê discutir?
Hello: Eu não estou discutindo com ninguém.
Miss Cupcake: Nem eu.
Wolf: Mas é o que parece!
Hello: Bom, voltando a questão da geladeira…
Wolf: É mesmo! E o que aconteceria, se os imãs que estavam na geladeira, caíssem?
Hello: Ia ser um problema. A geladeira ia ficar frustrada.
Miss Cupcake: Frustrada?
Hello: As geladeiras também tem sentimentos!
Miss Cupcake: Essa é novidade!
Hello: Abrace sua geladeira hoje!
Wolf: Isso mesmo!
Miss Cupcake: Me recuso, a abraçar a geladeira!
Wolf: Mas Miss Cupcake… você tem que entender as pessoas frias!
Miss Cupcake: A geladeira não é uma pessoa.
Hello: Como não?!
Miss Cupcake: É difícil, discutir com pessoas loucas.
Hello: Eu não sou uma pessoa louca.
Wolf: E eu sou um lobo.
Miss Cupcake: Ah, deixa para lá! Vou embora.
Hello: Mas vê se volta, viu?
Miss Cupcake: Tá, tá!
Bônus:
Hello: Alô, Tuta? Você viu se a sua geladeira está correndo?
Tuta-sama: (bate o telefone na cara dela)
Hello: Pô… (liga para a guaxinim novamente)
Tuta-sama: Que foi?
Hello: É importante saber, se a sua geladeira está em casa!
Tuta-sama: E o seu fogão? Ele foi abduzido?
Hello: Nossa, é melhor eu checar!
Tuta-sama: Agora ela me deixa em paz.
O diário de uma guaxinim milionária, continuação.
Dia dezessessete, nublado.
Minha vizinha Maricota é uma fofoqueira. Quem bate na casa do outro, para pedir um pouco de açúcar? Isso é tão fora de moda. Hoje, querem mais saber a senha do Wi-fi. E se ela me pedisse isso, claro que não ia dar! As duas coisas são pedidos absurdos, na minha opinião.
Dia dezoito, nublado.
Hoje estou entediada. É como se nada novo, fosse acontecer mais. Vida, você não me surpreende? Isso… é uma tristeza. É melhor eu começar a ler um livro. Isso sempre me anima! Agora, preciso decidir qual livro vou começar.
Dia dezenove, ensolarado.
Hello me ligou hoje, me perguntando o que fazer. Ela estava entediada, pelo visto. Então eu falei para ela, porque não sai com o Barman? Parece que a Hello aceitou minha ideia, porque a resposta foi “Boa ideia!”. É uma pena, para o Barman, que a ideia dela não deve ser muito romântica.
Dia vinte, ensolarado.
O que eu faria, se eu perdesse esse diário? Sabe, eu sonhei que ele havia sido abduzido. Pela Hello. E como é que estou falando tanto dela, aqui? Que absurdo! Eu tenho mais assuntos interessantes, para escrever. Mas parece que eles somem, quando abro isto aqui. Muito esquisito!
Dia vinte e um, ensolarado.
O Príncipe me ligou, e disse que o meu castelo estava cheio de… de… como é que se escreve? Bom, não importa. Estava cheio disso. Não sei bem o que ele pode fazer, então mandei a minha geladeira ir ajudá-lo. Espera, estou parecendo a Hello!
Dia vinte e dois, ensolarado.
Eu tenho a impressão, que minto para mim mesma, como está o tempo. É impossível ele não ter tanta variedade! Espero que não chova hambúrguer, porque aí seria bastante problemático. Principalmente, para aquelas pessoas que não gostam muito de hambúrguer.
Dia vinte e três, ???.
A internet caiu, e hoje já esteve frio, calor, várias vezes. Não sei se é um super vilão, ou é São Pedro com problemas na máquina… de clima. Não vou escrever máquina do tempo, caso contrário dá para confundir. Já imaginou, uma máquina do tempo?
Dia vinte e quatro, ???.
Não conseguia encontrar a caneta, que costumo usar para escrever nesse diário. Felizmente, ela estava no último lugar que eu pensaria: Na minha gaveta de meias… quem diria! Mas eu tenho certeza, que não coloquei lá. Isso é muito estranho, será que tenho ataques de sonambulismo? E coloquei a caneta lá, numa hora dessas? Ah, o tempo continua estranho.
Dia vinte e cinco, ensolarado.
Tem coisas que eu não precisava saber… mas porque sempre me informam? Ah, sim. É porque eu gosto de me manter informada. Nem sempre é uma boa ideia, querer saber de tudo.
Dia vinte e seis, nublado.
Minha vizinha, dona Maricota, está me espionando de binóculos. Ela é muito esquisita, e não tem nada melhor para fazer. Esse pessoal é complicado, que vou te contar….
O diário de uma guaxinim milionária.
Dia um, tempo ensolarado.
Passei perto da Casa Verde, a pé. O que estava pensando? A louca da Hello, me parou no meio da rua! Ela me perguntou se eu queria um pedaço de bolo. Não. Isso é motivo, para parar alguém na rua?
Dia dois, tempo nublado.
Hoje está um dia tranquilo. Espero que não chova, não sei se tem uma das meninas, disponíveis para tirar as roupas do varal. Será que ficaria tudo bem, se eu chamasse os Power Rangers para fazer isso?
Dia três, templo nublado.
Não gosto de dias nublados. Me faz lembrar que, pode chover a qualquer minuto. Não é que eu não goste de chuva, mas por alguma razão o Robert sempre aparece, nesses dias. E ele é uma companhia muito triste. Eu prefiro gente animada, perto de mim!
Dia quatro, nublado.
Outro dia nublado. É como São Pedro, estivesse tirando da minha cara. O Robert apareceu aqui em casa, aposto que foi a Beta que deixou ele entrar. Ela sempre faz isso! O que adianta, fazer caridade para esse tipo de pessoa? É um gasto de lencinho de papel… O Robert não tem coisa melhor para fazer, além de chorar? Cadê uma boa série de comédia, daquelas do tipo que todo mundo ri?
Dia cinco, chuvoso.
O Robert está aqui. Chorou tanto, tanto, que eu aprecearia o Silêncio. Se ele estiver em algum lugar, desocupado, não custava nada aparecer. Ou será que ele prefere ser pago?
Dia seis, chuvoso.
Outro dia, a Hello me ligou, perguntando se a minha geladeira estava correndo. Bati o telefone na cara dela, onde já se viu? Ela não é nenhuma criancinha, para fazer trote. Aí, ela me ligou novamente. Disse que era importante, saber se a geladeira estava em casa. Perguntei se o fogão dela, não tinha sido abduzido, e ela respondeu que foi ver. Esses loucos…
Dia sete, chuvoso.
Tenho uma impressão que, a Moon não é muito criativa. Quantos dias, vai ficar chovendo? Podia ter neve, só para variar. Ah, esqueci que aqui não neva. Deixa para lá.
Dia oito, ensolarado.
Nada melhor que um dia assim! Estou em uma mesa do meu jardim, sentada em uma confortável cadeira. Seria estranho, se eu estivesse sentada em uma mesa. E tem gente que faz isso, de sentar na mesa. Considero uma atitude bastante deselegante.
Dia nove, ensolarado.
Me pergunto, se um dia desses a Hello e o Barman vão se casar. Claro que não! A Moon é uma verdadeira sogra. Mas de quem ela é a mãe? Oh, é melhor eu não fazer questionamentos difíceis, já que, autores normalmente são pais dos personagens…
Dia dez, ensolarado.
Eu não gosto muito da Hello, mas acho que seria justo, para o Barman… Qual é o problema de um casamento, Moon? As histórias da Casa Verde poderiam virar comédia romântica. Quem não gosta de comédia romântica? É melhor do que, uma história sobre uma nota de cem reais, e uma moeda de dez centavos. Não que eu já tenha visto, uma série desse tipo.
Dia onze, ???.
Hoje já choveu, caiu duendes do céu, ficou sol… Certo. Não cai duendes do céu. Acho que estou vendo coisas, ou o Papai Noel chegou mais cedo. Será que ele está distribuindo bonecos de duendes?
Dia doze, ???.
Outro dia, estranho! O que está acontecendo com o tempo? Super vilão, alterando o clima? Isso é muito esquisito. Pensando bem, deve ser a Moon. Ela tem complexo de vilão, que vou te contar.
Dia treze, ensolarado.
Outro dia de sol. E estou entediada, já que adiantei todo o meu serviço. Talvez eu possa… passar uns trotes. Não! Já fiz isso, muito recentemente. A Hello reclamou. Só porque, para mim, é sempre divertido… “Hellooo”. Ter o número da Hello, e não fazer essa piada, é perder uma oportunidade.
Dia catorze, ensolarado.
Não entendo, o porquê da Hello ter rido da minha cara. É tão difícil de acreditar que, o Barman está apaixonado por ela? Isso só pode ser coisa da Moon. Ela está ficando cada vez mais malvada!
Dia quinze, ensolarado.
A Milla não terminou de pagar meu presente de aniversário. Eu deveria fazer algo, sobre isso? Ah, não… Espera, a Panetonne está ajudando, ela a pagar. Não tem problema.
Dia dezesseis, ensolarado.
Tem vezes que, é bastante tedioso ter um diário. Você sente a obrigação de escrever todo dia! É melhor eu ficar… pensando no que vou escrever amanhã. Parece até que não sei o que escrever!
– Dezesseis dias… já foi bastante coisa, para se escrever.
O narrador na selva.
Locutor-sama: Por algum motivo, a autora pensou que seria divertido me colocar perdido, no meio da selva. E estou com meu amigo Random. Mas eu queria… uma banana split.
Random: Desculpe, por não ser uma banana split.
Locutor-sama: É bem melhor, você não ser uma banana split.
Random: Tem algum significado?
Locutor-sama: Apenas fome. Por quantas horas, estamos rodando?
Random: Não sei, meu relógio quebrou.
Locutor-sama: Você usa relógio?
Random: Uso, mas ele é muito pequeno.
Locutor-sama: Vivendo e aprendendo.
Random: A vida é uma verdadeira lição de moral.
Locutor-sama: É…
Random: A vida deve ser, uma fábula!
Locutor-sama: Mas os animais não falam.
Random: É claro que falam! Cada um tem seu idioma.
Locutor-sama: Não tinha pensado nisso.
Random: Locutor-sama, reparou naquela barrinha?
Locutor-sama: Acho que estou… jogando aquele jogo?
Random: Bem, antes jogar um jogo, que uma bola.
Locutor-sama: Você tem algo contra, jogar bola?
Random: “Me levem…. para jogar bola!” Não.
Locutor-sama: Eu conheço essa piada de algum lugar.
Random: É o que escuto, normalmente.
Locutor-sama: Barrinha. É o que preciso fazer?
Random: Pelo visto, sim.
Locutor-sama: The Sims. A autora não tem jogado.
Random: E agora, você virou um?
Locutor-sama: Jogador? Pois é.
Random: Não, não… o personagem.
Locutor-sama: Ah.
Random: De qualquer forma…
Locutor-sama: Isso é só uma placa pendurada.
Random: Parece uma brincadeira de mal gosto, da autora.
Locutor-sama: Essa autora…
Random: Olha, Locutor-sama! Uma nave alien caída!
Locutor-sama: Será que tem algum ferido?
Random: Não… parece que está abandonada.
Locutor-sama: Isso são bananas?
Random: Que tipo de alien, deixa bananas abandonadas?
Locutor-sama: Vai ver que, elas não estavam boas.
Random: Que pensamento comum.
Locutor-sama: Tem razão. Não foi nada dramático.
Random: É difícil, ser dramático na selva.
Locutor-sama: Tem coisas na vida que, são bem mais difíceis que isso.
Random: A vida está no hard mode.
Locutor-sama: Ou no piada mode.
Random: Não seria joke mode?
Locutor-sama: Ou isso.
Random: Bem, nada de importante nessa nave abandonada.
Locutor-sama: Não tem nem neve…
Random: Olha! Começou a nevar!
Locutor-sama: A autora, só pode estar de brincadeira comigo.
Random: Parou.
Locutor-sama: Foi uma neve bem rápida.
Random: Alguém não conseguiu, bancar os efeitos especiais.
Locutor-sama: Parece que sim.
Random: Ah! Começou a nevar, outra vez!
Locutor-sama: Isso virou Jogos Vorazes?
Random: Nós vamos morrer congelados?
Locutor-sama: Espero que não. (começa a correr)
Random: Uma caverna!
Locutor-sama: Estou vendo.
Random: Será que o papai noel está lá?
Locutor-sama: Papai Noel, em uma caverna?
Random: Ele quer… uma mudança.
Locutor-sama: Se eu fosse o Papai Noel, não ficaria em uma caverna.
Random: Que bom que você não é ele, não?
Locutor-sama: Isso seria muito estranho.
Random: A caverna sumiu?
Locutor-sama: Estamos vendo coisas, amigo Random.
Random: Isso é barulho de helicóptero?
Locutor-sama: Parece que sim.
Random: É um helicóptero!
Locutor-sama: Estou vendo!
Lalali: (desce do helicóptero) Você está legal, Locutor-sama?
Locutor-sama: Sim, tirando o fato de estar usando pijama. De coelhinhos.
Lalali: É… bonitinho, pelo menos. Vamos, suba.
Random: Tem certeza, que dá para subir?
Lalali: Claro que dá.
Locutor-sama: De onde a autora tirou essa ideia, de me colocar na selva?
Lalali: Da cabeça dela?
Locutor-sama: Isso foi uma resposta bem específica.
