Silly Tales

Uma aventura do Roberval e do Jovial.

[Era um dia bonito, no Reino das Cartas. Era tudo muito paciífico, e todos viviam felizes sobre o reinado da rainha Melancia Jackie. Porém, essa paz estava para ser ameaçada…]
Camponês 1: Rainha! As nossas plantações foram queimadas.
Camponês 2: Vimos a terrível Rosquinha Roberta, com o seu dragão Gao, causando o estranho.
Melancia Jackie: Acalmem-se, camponeses! Enviarei meus melhores cavaleiros para resolver o assunto.
Camponês 1: Oh! Muito obrigado, majestade.
Camponês 2: Agradeço muito, minha rainha!
[Os guardas foram chamar Roberval e Jovial, os melhores cavaleiros do reino. Os dois rolos de papel, estavam no jardim. Estavam terminando a sua meditação matinal.]
Guarda 1: Roberval! Jovial! A rainha chamou vocês para uma missão.
Guarda 2: A Rosquinha Roberta está acabando com as plantações dos camponeses.
Roberval: Não se preocupem! Nós vamos resolver isso.
Jovial: Vamos, Roberval! Tenos que ser rápidos, antes que o fogo peque no reino inteiro!
[Os nossos heróis rolos de papel, cavalgaram até o local que estava o dragão Gao. Pelo visto, a terrível Rosquinha tinha feito uma pequena pausa.]
Roberval: Senhora, você viu algum sinal da Rosquinha Roberta?
Senhora: Não, meu jovem… Apenas vi o dragão dela. Acho que ela fugiu sem ele.
Jovial: Isso é impossível.
Roberval: Que absurdo, Jovial. Não acredita nessa adorável senhora?
Jovial: Essa adorável senhora é a Rosquinha Roberta disfarçada!
[A senhora se transformou na sua verdadeira identidade… ou não?]
Roberval: Um pinguim?
Jovial: Não acredito que errei.
[A senhora se transformou mais uma vez, revelando sua identidade. A Rosquinha Roberta!]
Rosquinha Roberta: Foi apenas uma falha minha.
Roberval: Tem certeza que você não é um pinguim, na verdade?
Jovial: Essa Rosquinha Roberta não é boa de magia, pelo visto.
Rosquinha Roberta: Como ousa dizer isso de mim!
Roberval: Estou dizendo apenas a verdade.
Rosquinha Roberta: Você está me insultando.
Jovial: Roberval, nós temos que apagar o fogo de alguma forma…
Roberval: Ah, sim. Isso é mais importante!
Rosquinha Roberta: Estão me ignorando?
Roberval: Queremos resolver as prioridades, primeiro.
Rosquinha Roberta: Mas fui eu que causei o fogo!
Jovial: Não foi o dragão?
Dragão Gao: Ela me obrigou a fazer isso.
Rosquina Roberta: Você é um dragão. O que mais eles fazem?
Jovial: Os dragões tem sentimentos!
Rosquinha Roberta: É mentira!
Dragão Gao: É verdade! Ela nunca me entendeu…
[Roberval e Jovial ouviram uma história triste do dragão. Tão triste, que começou a chover]
Jovial: Problema resolvido. Vamos levar a Rosquinha Roberta para a prisão?
Roberval: É melhor nós falarmos com a rainha, primeiro.
[Roberval e Jovial levaram a Rosquinha Roberta até a rainha.]
Melancia Jackie: Olha Rosquinha Roberta, você causa problemas demais para o nosso reino.
Rosquinha Roberta: Queria que eu fizesse o quê?
Melancia Jackie: Algo mais útil… Você poderia trabalhar para o reino.
Rosquinha Roberta: Eu me recuso!
Melancia Jackie: Ou é isso, ou a prisão.
Roberval: A prisão do nosso reino não é muito confortável.
Jovial: E lá não tem internet.
Rosquinha Roberta: Tá bom!
[E um final feliz para todo mundo…]
Melancia Jackie: Sempre quis um amigo dragão!
Dragão Gao: E eu sempre quis uma amiga rainha!

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As Pizzas Zumbis.

Locutor-sama: Em um mundo pós apocaliptico, as pessoas pensaram que teríamos de se preocupar com zumbis. Ninguém estava esperando que na verdade, não foram bem os humanos que viraram zumbis… E sim as pizzas! Elas se revoltaram, depois de muito tempo. Só não entendi direito, como foi que elas viraram zumbis. Esse tipo de coisa está me assustando.
Fábio: Tem muitas pizzas lá fora! Nós não vamos conseguir dar conta de todos.
Olliver: Nós temos que conseguir! Caso contrário, nunca vamos sair daqui.
Locutor-sama: Alguém tem um plano?
Pascoal: Eu não tenho plano nenhum, mas aqui está cheio de pianos!
Locutor-sama: Pianos não vão resolver nosso problema, Pascoal.
Barman: Talvez eles resolvam.
Locutor-sama: Você está falando sério?
Barman: Seríssimo.
Fábio: Vai me dizer que pianos são as melhores armas, contra pizzas zumbis?
Barman: Não o piano, exatamente. Alguém sabe tocar piano?
Olliver: Ah! Eu sei! (começa a tocar um dos pianos)
Locutor-sama: As pizzas zumbis invadiram o local que nós estávamos nos escondendo. Lutávamos bravamente, enquanto Olliver continuava a tocar o piano.
Olliver: Minha nossa! Essas pizzas estão cada vez mais… loucas!
Pascoal: Aquela pizza está começando a destruir os pianos…
Fábio: Acho que elas não estão gostando muito da música.
Olliver: Eu posso tocar uma coisa mais calma…
Barman: Nessa situação, você quer tocar uma música calma?
Olliver: Mas a música acalma as feras!
Locutor-sama: Nunca imaginei pizzas zumbis. E elas lutam kung-fu, ainda por cima?
Fábio: Se nós sobrevivermos, nunca mais vou comer uma pizza.
Pascoal: Isso já é exagero!
Barman: Deve ter alguma maneira, de nós fazermos as pizzas voltarem ao normal.
Locutor-sama: A luta contra as pizzas zumbis no nosso esconderijo, finalmente havia acabado.
Olliver: Não aguento mais tocar piano…
Fábio: Foi tanto tempo, assim?
Pascoal: Quando se tem pizzas zumbis querendo acabar com você, nem dá para se ver o tempo passar.
Barman: Isso é verdade.
Locutor-sama: Nós saímos do nosso esconderijo, para procurar respostas…
Fábio: Dá para procurar o walkthrough pela internet?
Barman: As pizzas zumbis quebraram todos os computadores, esqueceu desse detalhe?
Pascoal: Talvez elas tenham gastado sem querer, todo o seu dinheiro verde daquele jogo de fazenda.
Olliver: Pizzas zumbis em jogos de fazenda? A vida não me surpreende mais.
Locutor-sama: Um quadrado verde gigante, caiu bem na nossa frente. E ele tinha… um bigode?
Olliver: Retiro o que eu disse, a vida sempre pode te surpreender.
Quadrado: Bwahahahahaha!
Fábio: Bonito bigode.
Quadrado: Ah, obrigado.
Barman: O que você quer, quadrado?
Quadrado: Eu quero… eu quero..
Olliver: Pode falar de uma vez, por favor?
Quadrado: (espirra)
Fábio: Saúde.
Quadrado: Eu esqueci o que ia falar.
Locutor-sama: Quadrado, você ia pedir para nós-
Quadrado: Ah, lembrei! Eu quero que vocês me sirvam hambúrguers.
Pascoal: Não era bem isso que ele ia falar.
Fábio: Cara, eu não acredito que ele esqueceu a fala!
Sabrina: Quadrado, eu disse para você que não era bom ator…
Quadrado: Ma-mas Sabrina! Me deixe tentar mais uma vez…
Sabrina: Cara, eu já deixei você tentar dezessete vezes.
Quadrado: Mas eu queria tanto um papel…
Sabrina: Você pode ser a moita número 5.
Quadrado: Ela é um papel importante?
Sabrina: Muuito importante.
Quadrado: Então está bem.
Sabrina: Hello! Pegue o um bigode falso, você vai fazer o papel do quadrado… Cadê a Hello?
Alice: Ela está em um treinamento com o P-san.
Sabrina: Ah, é! Eu tinha esquecido. Wolf, pode fazer o papel?
Wolf: Posso! Vou fazer uma risada bem fofinha… e malvada, ao mesmo tempo!
Sabrina: Ótimo, pode ser.
Arlindo: Você está fazendo um bom trabalho, me auxiliando nas filmagens. Muito obrigado!
Sabrina: É sempre um prazer ajudá-lo, Arlindo.
Arlindo: Os atores são muito bons! Foi uma boa ideia ter arrumado amadores.
Sabrina: Normalmente atores amadores são pessoas mais simples. Mas é uma pena…
Arlindo: O quê?
Sabrina: A Hello ficaria perfeita para o papel em que o Quadrado estava. Ela sabe atuar em papéis importantes, como esse.

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Ted, a torrada.

Locutor-sama: Era uma vez uma torrada, que se chamava Ted. Ele era um pouco estranho, mas gostava de viver aventuras como todo mundo.
Random: Ele gostava de churros?
Locutor-sama: Não sei dizer. Nunca perguntei para ele!
Random: Que absurdo. Deveria ter perguntado, e ainda ter desejado para ele um bom dia!
Locutor-sama: Tem razão, Random. Pensando bem, eu fui um tanto mal educado.
Random: Tenho certeza que ele vai te desculpar, se dar suco de uva!
Locutor-sama: O Ted não é como a autora, Random.
Random: Não? Mas o Ted deveria gostar de suco de uva. Suco de uva é muito bom!
Locutor-sama: Eu não gosto tanto assim, de suco de uva.
Random: Shh! Já pensou se a autora escuta?
Locutor-sama: Não tem importância. Ela não gosta de compartilhar suco de uva, mesmo.
Random: Que egoísmo!
Locutor-sama: E tem mais, ninguém sabe apreciar suco de uva como ela.
Random: Tá. E o Ted?
Locutor-sama: O Ted gosta de ouvir piadas sobre esquilos.
Random: Esquilos?
Locutor-sama: Esquilos, muitos esquilos.
Random: Como assim?
Locutor-sama: Ele gosta mesmo de esquilos. Acredite em mim, é bem esquisito.
Random: Puxa!
Locutor-sama: Eu até gosto de esquilos, mas nada se compara a paixão do Ted.
Random: Não me diga que ele se apaixonou por uma “esquila”?
Locutor-sama: Não. Ele é uma torrada! Como é que ele ia se apaixonar?
Random: Está dizendo que torradas não podem se apaixonar?
Locutor-sama: Não é bem isso.
Random: Então…
Locutor-sama: Torradas não são muito pacientes.
Random: Ou elas torram a paciência alheia?
Locutor-sama: É algo muito sério, essa história de ser impaciente.
Random: É tão sério assim?
Locutor-sama: Lógico. A impaciência causou muitos problemas para o Ted.
Random: Minha nossa.
Locutor-sama: Um dia, ele foi procurar um sábio na montanha.
Random: Qual montanha?
Locutor-sama: Não sei exatamente.
Random: Mas deveria saber!
Locutor-sama: Talvez eu deveria saber, mas não sei.
Random: Ele pediu mais paciência para o sábio?
Locutor-sama: Mais ou menos. O Sábio pediu para que ele esperasse.
Random: E ele esperou?
Locutor-sama: Por três dias.
Random: E aí apareceu uma lua?
Locutor-sama: A lua foi, e voltou.
Random: A lua tinha um rosto?
Locutor-sama: O Ted não é protagonista daquele jogo, Random.
Random: Não? Ele nem tinha um cavalo?
Locutor-sama: Torradas não andam a cavalo.
Random: Quer dizer que toda minha vida é uma mentira?
Locutor-sama: O cavalo podia não gostar da torrada.
Random: Não tinha pensado nisso.
Locutor-sama: Existem cavalos muito temperamentais.
Random: E o Ted virou uma torrada paciente?
Locutor-sama: Virou.
Random: Um final feliz, então!
Locutor-sama: Nem tanto.
Random: O que quer dizer com “nem tanto”?
Locutor-sama: Parece que ele está fugindo de um dinossauro até hoje.
Random: Fugindo de dinossauro?
Locutor-sama: Não me pergunte. Sabe como a vida pode ser… engraçada.
Random: Engraçada? O destino pode ser muito esquisito.
Locutor-sama: Eu imagino o destino um velhinho bigodudo e excêntrico.
Random: A sua imaginação é muito interessante.

– Uma torrada sendo perseguida por um dinoussauro? Como assim, Moon?

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O Abacaxi que se achava entediante.

Locutor-sama: Malvino é um dos abacaxis, das histórias da Moon. Diferente do Boon e da Zaltana, ele se achava um tanto… entediante. Boon era o que se vestia de maneira descolada, e Zaltana chamava a atenção por causa da sua maquiagem exagerada. Mas e ele? O que o diferenciava dos outros abacaxis?
Malvino: Nada! Eu sou apenas um abacaxi chato. Vou chorar ali no canto, e já volto.
Locutor-sama: Malvino foi até o cantinho da sala, e se abaixou para chorar. Uma visão tão deprimente, que acho melhor eu ouvir umas piadas de boneco de palito. Elas sempre são engraçadas!
Zaltana: Ele está realmente problemático!
Boon: Temos que animá-lo, de alguma maneira.
Zaltana: Eu estou sem ideias…
Boon: Também não sei como animá-lo.
Zaltana: Assim nem parece, que somos amigos dele.
Boon: Tem razão, Zaltana! É obrigação nossa, deixarmos o Malvino feliz.
Zaltana: O chocolate pode fazer isso.
Boon: Mas o Malvino não gosta de chocolate!
Zaltana: Então ele deve ter algum problema. E bem sério.
Boon: Talvez nós podíamos fazer uma dancinha…
Zaltana: Uma dancinha micosa? Não!
Boon: Mas dancinhas micosas sempre são tão engraçadas!
Zaltana: E ótimas para deixar o dançarino marcado como palhaço, para o resto da vida!
Boon: É, pensando bem… tenho que concordar com você.
Zaltana: Ainda bem que você tem um pouquinho de sanidade.
Boon: Que tal um cavalo que fica em cima de uma bola de praia?
Zaltana: Não.
Boon: Aah, vai! Isso seria super divertido.
Zaltana: Só se for para você.
Boon: Você não sabe aproveitar a vida, Zaltana.
Zaltana: Te garanto que sei, sim. E muito melhor do que você!
Boon: Isso eu duvido.
Zaltana: Que tal comprarmos umas roupas novas para ele?
Boon: Isso só funciona para você.
Zaltana: Para mim sempre funcionou.
Boon: Não é porque funciona para você, que vai dar certo para todo mundo.
Zaltana: Você é tão chato!
Locutor-sama: Zaltana e Boon discutiram por muito tempo, sobre uma maneira de animar o amigo deles. E então, o narrador dessa história resolveu dar uma ideia.
Boon: Uma ideia? Fale logo!
Zaltana: É, nós já cansamos de discutir.
Boon: Mas você tem que admitir, se vestir de pão de queijo seria engraçado.
Zaltana: Não acho pão de queijo engraçado.
Locutor-sama: Os dois abacaxis resolveram ir procurar o divertido Unicórnio que come paçoca!
Boon: Quem?
Zaltana: Unicórnios comem paçoca?
Boon: Vivendo e aprendendo.
Locutor-sama: Eles me acompanharam até o local que o Unicórnio está vivendo. Educadamente expliquei para ele a situação do abacaxi Malvino. E não é porque ele é um unicórnio, que ele me sugeriu uma solução mágica. Eu particularmente estava esperando isso, mas acho que o comedor de paçoca gosta de algo incomum.
Unicórnio que come paçoca: Darei para vocês levarem uma paçoquinha. Isso sempre funciona!
Zaltana: Paçoquinha?
Boon: Ele está falando sério?
Locutor-sama: É uma paçoquinha mágica?
Unicórnio que come paçoca: Paçoquinha mágica? Sim, claro.
Locutor-sama: Nós voltamos para onde o Malvino estava. Entregamos para ele a paçoquinha, e ele finalmente ficou mais alegre!
Malvino: Esqueci toda a minha tristeza. E me sinto um abacaxi mais divertido!
Boon: É claro que você é divertido!
Malvino: Você acha mesmo?
Zaltana: Eu também acho, mas você é divertido do seu jeito. E é assim que tem que ser!
Malvino: Vocês são os melhores amigos do mundo!

– Alguém achou a referência de Hora da Aventura, nessa história?

Random Adventures

No tempo dos dinossauros.

Random: Hoje é um dia para mais uma aventura! E chamei meu amigo Capitão Yay, para me acompanhar.
Capitão Yay: Na verdade, eu estou aqui por acaso.
Random: Isso é só um detalhe, amigo!
Capitão Yay: Sério, nós estamos em uma situação complicada.
Random: Situação complicada? Que situação complicada?
Capitão Yay: Nós estamos realmente no tempo dos dinossauros!
Random: Tá, não precisa dramatizar.
Capitão Yay: Por que fui passar tão perto de uma máquina do tempo.
Random: Podia ser pior.
Capitão Yay: Como poderia ser pior que isso?
Random: Nós podíamos estar perdidos, no meio da neve!
Capitão Yay: E se estiver para acontecer a Era do Gelo?
Random: Não seja tão pessimista.
Capitão Yay: Mas é uma possibilidade!
Random: Então, nós vamos encontrar os personagens do filme “Era do Gelo!”
Capitão Yay: Não acho que isso pode acontecer…
Random: Como não?
Capitão Yay: Eles só existem nesses filmes!
Random: Isso, destrua os meus sonhos de boneco de palito!
Capitão Yay: Calma, não precisa ficar assim.
Random: Bom, vamos explorar!
Capitão Yay: Com o risco de sermos devorados por dinossauros?
Random: Não acho que um boneco de palito, e um homenzinho pequeno iam satifazer muito.
Capitão Yay: É. Acho que você deve ter razão.
Random: Bonecos de palito sempre tem razão!
Capitão Yay: Tenho certeza que só você pensa isso.
[Random e Capitão Yay andaram bastante no lugar. Viram muitos dinossauros, que felizmente pareciam ser herbívoros. Os dois não sabiam o que fazer para voltar para casa.]
Random: Tem um lado bom nessa história!
Capitão Yay: E qual seria esse lado bom? (desanimado)
Random: Não existe poluição nessa época!
Capitão Yay: É… bom saber que o ar ainda é bom.
Random: O ar se tornou vilão?
Capitão Yay: Era para ser uma piada?
Random: Era.
Capitão Yay: Então… tem alguma ideia, de como vamos voltar para o nosso tempo?
Random: Não.
Capitão Yay: Vamos ter que aproveitar, o tempo dos dinossauros?
Random: Vamos!
Capitão Yay: Nós já estamos aqui faz um tempão. Já cansei!
Random: Não seja reclamão, Capitão Yay.
Capitão Yay: Eu não estou reclamando de nada…
[Passaram muitos, muitos dias… E tem a impressão que não sei como terminar essa história.]
[Só sei que estou começando a imaginar o Random de barba. Um boneco de palito de barba!]
[Tenho uma excelente ideia. Eles serão salvos pelo Dinossauro Pierre!]
[Aí vocês perguntam: Quem é Dinoussauro Pierre?]
Pierre: Finalmente achei vocês.
Capitão Yay: Um dinossauro falante!
Random: Ah, é aquele dinossauro que é amigo da Hello.
Pierre: Fico feliz que você me reconheceu.
Random: Eu sou um boneco de palito, que tem boa memória.
Pierre: Me acompanhem! A máquina do tempo está logo ali.
Capitão Yay: Que ótimo!
Pierre: E da próxima vez, não entrem na máquina sem um acompanhante responsável.
Random: Tá certo! Obrigado, Pierre!

– Pierre, nome muito chique para um dinoussauro!

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O Fantasma das meias listradas.

Wolf: É verdade, Miss Cupcake! Eu vi um fantasma no corredor da minha mansão!
Miss Cupcake: Você está vendo coisas, Wolf. E precisa vir no meu trabalho, para dizer isso?
Wolf: Mas é o fim do seu expediente. Você prefere sair com alguém, do que sozinha?
Miss Cupcake: Prefiro ir sozinha, do que ouvir baboseiras sobre fantasmas no corredor.
Wolf: Miss Cupcake, não diga essas coisas. Você sabe que não sou maluco!
Miss Cupcake: Ah, é verdade. Esqueci que na verdade, você é muito fofinho.
Wolf: Que gentileza você reconhecer isso, Miss Cupcake!
Miss Cupcake: Se ficou feliz ouvindo isso, tudo bem.
Wolf: Por favor, Miss Cupcake! Me ajude a investigar sobre o assunto.
Miss Cupcake: Está bem, está bem!
[Miss Cupcake sai do trabalho, e acompanhou Wolf até o carro.]
Miss Cupcake: O fantasma é tão assustador, assim?
Wolf: Bastante! E isso está me intrigando a dias.
[Os dois entram e fecham a porta do carro. Wolf é que vai dirigir.]
Miss Cupcake: Não era mais fácil você ir em todas as salas, para descobrir?
Wolf: Descobrir o quê?
Miss Cupcake: Se isso não passa de uma história louca, da sua cabeça.
Wolf: Eu não tenho histórias loucas na minha cabeça, Miss Cupcake.
Miss Cupcake: É o que muitas pessoas dizem. Onde você viu esse fantasma?
Wolf: Em um dos corredores da minha mansão.
Miss Cupcake: Você não poderia ser mais específico?
Wolf: Hm… naquele corredor em que tem a minha coleção de quadros.
Miss Cupcake: Tem mais de um corredor com a sua coleção, Wolf.
Wolf: (dirige em silêncio)
Miss Cupcake: Tem certeza que você viu direito?
Wolf: Eu vi tão direito, que notei um detalhe importante.
Miss Cupcake: Detalhe importante?
Wolf: O fantasma estava usando meias… listradas!
Miss Cupcake: Isso só pode ser brincadeira.
Wolf: Não é. Vi com esses meus olhinhos fofos!
Miss Cupcake: Os seus olhinhos fofos se enganaram.
[Wolf e Miss Cupcake finalmente chegam na mansão.]
[Os dois entram, e Wolf pede para a Miss Cupcake seguí-lo até o local.]
Miss Cupcake: Observe bem as pistas, Wolf.
Wolf: Pistas? Fantasmas não deixam pistas.
Miss Cupcake: Podia não ser um fantasma.
Wolf: Se não era um fantasma, então o que era?
[Miss Cupcake aponta para um par de meias listradas no chão.]
Wolf: Minha nossa! É você, Fritas!
Miss Cupcake: Está aí o seu fantasma. Era o seu coyote, o tempo todo.
Wolf: É, eu devia ter imaginado. Fantasma? Eu estava exagerando.
[Em uma das janelas, aparece uma figura fantasmágorica. Ela voa, e mostra que seus pés estão vestindo meias listradas…]

Silly Tales

Escrevendo a história das meias perdidas.

K-chan: O que você está fazendo, Samuel?
Samuel: Eu estava entediado, aí eu tive uma ideia genial!
K-chan: E que tipo de ideia genial você teve? Espero que não envolva bonés esquisitos.
Samuel: Não, não. Nada de bonés!
K-chan: Espero que seja algo surpreendente.
Samuel: A minha ideia genial foi de escrever uma história. Não é surpreendente?
K-chan: Confesso que estou surpreso.
Samuel: Que bom! Só não sei como começar a história.
K-chan: Isso é o de menos. Você tem uma ideia para a história, pelo menos?
Samuel: Estava pensando em uma história sobre meias… perdidas!
K-chan: Meias perdidas… Você perdeu as suas, por acaso?
Samuel: Não. Mas o que te faz pensar nisso?
K-chan: Você está usando apenas uma meia.
Samuel: Ah! Isso é apenas…
K-chan: Distração. Tudo bem! Essas coisas acontecem.
Samuel: Eu não sou distraído.
K-chan: Talvez desatento.
Samuel: Isso é apenas para dar um estilão.
K-chan: Estilão. Essa é novidade!
Samuel: Voltando para o assunto importante…
K-chan: Já pensei em um começo para a sua história.
Samuel: É? Me conte, me conte!
K-chan: “Era um dia chuvoso, e entediante. Não havia nada para fazer, então decidi organizar as minhas meias.”
Samuel: Oh! Boa ideia. Toda boa história começa com um dia chuvoso.
K-chan: No caso, foi apenas para dar um estilo…
Samuel: Dramático?
K-chan: Não sou o Locutor-sama, para falar dramático.
Samuel: Acho que você tem razão. Oh, já sei o que vou acrescentar…
Rika: (aparece de repente) Que tal colocar que as meias tem vida própria?
K-chan: Não, Rika. Isso seria um tanto… perturbador.
Rika: É só colocar rostinhos fofinhos, ou estampa de panda.
Samuel: Oh, é uma boa ideia! Ninguém tem medo dessas coisas.
K-chan: Essa história vai ficar esquisita.
Rika: Esquisito é um cogumelo dançando aquele hit coreano.
K-chan: Ficou assistindo vídeos na internet novamente?
Rika: A vida pode ser chata, às vezes.
Samuel: Antigamente, eu fazia isso. Até que colocaram anúncios, antes de começar o vídeo!
Rika: Eles tem que viver de alguma coisa.
Samuel: Mas anúncios no começo do vídeo? Assim não dá para ser feliz.
Rika: Podia ser pior.
K-chan: Existem problemas piores, que anúncios antes de começar um vídeo.
Samuel: Tipo?
K-chan: Encontrar um chapéu sem dono.
Rika: Ah! Como naquela história, do Torrão de Açúcar?
K-chan: Sim. Mas no final, o personagem descobre que o chapéu era dele. No futuro!
Rika: Aquele desenho distorce a minha cabeça.
Samuel: Eu não assisto faz um tempinho. Quando lembro, ele já passou.
K-chan: Você anda bastante esquecido.
Samuel: Não é porque eu deixei um sanduíche comido na cozinha, que sou esquecido.
K-chan: Ah. Esqueci que você estava fazendo uma experiência…
Samuel: Tenho certeza que eles iam aparecer!
Rika: Quem?
Samuel: Ora, quem mais? Os duenditos.
Rika: Duenditos. E as formigas?
Samuel: Elas também. Acho que eles estão fazendo um complô…
K-chan: Não vai escrever mais sua história?
Samuel: Vou sim! Gente, vocês me deram umas ideias… Será o épico do ano!
Rika: Não era só uma história sobre meias perdidas?
K-chan: Isso não quer dizer que não possa ser épico.
Rika: Já estou começando a imaginar uma meia, segurando uma espada…
[K-chan e Rika deixaram Samuel escrevendo, sozinho. Horas depois, ele havia escrito bastante coisa.]
Samuel: Já estou imaginando um adaptação para o cinema!

– Meias: Você pode fazer muita coisa com elas.

Silly Tales

A Área 72.

Locutor-sama: Estou aqui em um local esquisito do país de Silly Tales. Não posso revelar exatamente onde, mas posso dizer o nome. A Área 72!
Alice: Dizem que aqui acontece coisas muito bizarras, relacionadas com alienígenas! Qual a sua opinião sobre o assunto, Tasketê?
Tasketê: Acho que você tem razão, Alice.
Alice: Será que é uma sede para os aliens?!
Tasketê: É o que nós vamos descobrir.
Alice: Eu trouxe os materiais necessários!
Tasketê: E eu trouxe biscoitinho de canela!
Alice: Legal. Ah, eu tenho algo para nós bebermos, também.
Locutor-sama: Espero que vocês não estão confundindo essa investigação com um piquenique.
Tasketê: Xii… Não vou poder usar a minha toalha xadrez?
Alice: Úon… essa carinha triste!
Locutor-sama: Bom. Toalha xadrez não quer dizer piquenique…
Tasketê: Ainda bem. Gosto muito dessa toalha!
Alice: A Área 72 tem bastante seguranças, não é mesmo?
Locutor-sama: Eles impedem curiosos, mesmo que eles não tenham más intenções.
Tasketê: Deve ter um segredo muito grande, escondido nessa área!
Alice: Ou talvez seja algo mais simples do que nós pensávamos.
Tasketê: Aí não teria muita graça.
Locutor-sama: Vamos aproveitar, que parece deserto na entrada.
Alice: Ótimo! (coloca o duende no ombro dela) Vamos nessa, Tasketê!
Tasketê: Ao infinito e além!
Alice: Nós não estamos voando.
Tasketê: É que eu sempre quis dizer isso.
Locutor-sama: Andamos devagar na Área 72. Observamos que haviam vár-
Guarda 1: Intrusos!
[Vários guardas começam a seguir os três.]
Alice: Corram, pessoal!
Tasketê: No meu caso, vou segurar o meu gorrinho!
Locutor-sama: Corremos contra o vento! Não podíamos ser pegos pelos guardas… As pessoas precisavam saber a verdade!
Tasketê: Viva a verdade!!
Alice: Abaixo a opressão!
Locutor-sama: Daqui a pouco, vamos virar baderneiros.
Tasketê: Me sinto lutando com a capital…
Alice: Eles são muitos! Não vamos conseguir explorar o local direito…
Locutor-sama: Precisamos de um plano.
Tasketê: Que pena que o Cebolinha não está aqui.
Alice: Não temos o Cebolinha, mas temos isso! (tira uma coisa do bolso)
Tasketê: Isso aí é um… quadrado?
Alice: É só jogar no chão, que dá para ver o efeito!
[Os três viraram estátuas!]
Guarda 1: Ué? Para onde eles foram?
Guarda 2: Para lá?
Guarda 3: Não, para cá!
Guarda 4: Essas estátuas sempre estiveram aqui?
Guarda 1: É claro! Não seja bobo.
Guarda 2: Temos que encontrá-los!
Guarda 3: Alguém se habilita a farejar o chão?
Guarda 4: Essas estátuas…
[Depois de discussões, eles foram embora.]
Alice: Ufa! Quase fomos pegos.
Tasketê: Vocês viram como esses guardas se vestiam de maneira esquisita?
Alice: Não era bem dessa maneira que eu imaginava, que eles se vestiam…
Locutor-sama: Pareciam até chefes de cozinha!
???: O que vocês estão fazendo aqui?
Alice: Nossa!
Tasketê: Não é aquele famoso chefe da tevevisão?
Alice: Acho que ele tem até um programa de culinária…
Chef: Vocês não deveriam estar aqui. Estamos fazendo receitas super secretas!
Tasketê: Então é isso que tem na Área 72?
Alice: Que decepcionante.
Chef: O que vocês esperavam? Alienígenas?
Alice: Bem…
Tasketê: Sim.
[Os três foram embora. Enquanto isso, o pessoal da Área 72 tirou seus disfarces…]
Chef: (que na verdade é um alienígena) Humanos são tão fáceis de se enganar!

Silly Tales

O Clube dos Personagens Injustiçados.

Balinha: Hoje eu estou aqui para uma reunião importante. Os personagens injustiçados se reuniram aqui…
Pascoal: Normalmente, as pessoas se reúnem em reuniões…
Balinha: Silêncio, Locutor-sama! Não sei nem para quê você veio aqui, se não é injustiçado.
Pascoal: Eu não sou o Locutor-sama, sabe…
Balinha: Você não é o Locutor? Então, quem é você?
Pascoal: Eu sou o irmão gêmeo dele.
Balinha: Nunca ouvi falar disso.
Barman: Mas é verdade, Balinha.
Balinha: É?
Barman: É.
Balinha: E você, Tasketê? O que acha sobre o assunto?
Tasketê: Eu?
Balinha: Sim, você.
Tasketê: Ninguém liga para a minha opinião.
Balinha: É claro que nós ligamos para a sua opinião!
Capitão Yay: Qual é o telefone dela?
Balinha: Capitão!
Capitão Yay: Eu quis fazer uma pequena piada.
Balinha: Não foi uma piada muito boa.
Capitão Yay: Eu tentei.
Balinha: Certo, você é o irmão gêmeo dele. Pensei que era o Locutor usando peruca.
Pascoal: Hmm, não. Eu deixei meu cabelo crescer, para ser-
Balinha: Você conheceu a Mônica?!
Pascoal: Não é como na música “Eduardo e Mônica”!
Balinha: Oh. Me enganei. Desculpe!
Capitão Yay: E eu pensei que ele estava fazendo uma piada.
Balinha: Bom, meus caros amigos injustiçados…
Barman: Olha, eu não entendi bem o porquê de eu estar nessa reunião. O Tasketê tudo bem, que acho que apareceu apenas em duas histórias. Mas e eu? Por que sou injustiçado?
Balinha: Porque… você só aparece para fazer perguntas. E ser parte do cenário!
Barman: Eu não vejo as coisas por esse lado.
Balinha: Quer dizer que você não vê nada de errado na sua vida?
Barman: Não tenho nada para reclamar da minha vida.
Pascoal: Esse cara não tem sonhos…
Barman: Mas eu sonho todas as noites!
Pascoal: Não foi bem isso que eu quis dizer.
Balinha: Tá. Vamos focar no problema do Tasketê.
Tasketê: Problema? Qual problema?
Balinha: Você raramente dá as caras nas histórias.
Tasketê: Pensei que era a minha falta de tomar refrigerante.
Balinha: Não! A sua ausência é mais importante.
Tasketê: Não é como alguém sentisse falta…
Balinha: É claro que sentem falta!
Pascoal: Se souberem quem é você, com certeza sentirão falta.
Tasketê: (cai uma gota de lágrima do olho dele)
Barman: Isso é coisa que se fale?
Pascoal: Tem razão, senhor questionador. Desculpe, duende Tasketê!
Tasketê: Tudo bem… não tem importância, por falar a verdade…
Balinha: É claro que tem! Olha, eu arrumei um jeitinho para você aparecer na historinha de amanhã…
Tasketê: Verdade?
Balinha: Claro! Anões não mentem. E nem usam desodorante!
Pascoal: Preferia não saber da última coisa.
Capitão Yay: Isso explica o seu cheirinho…
Balinha: Não! Quis dizer que não uso desodorante, no lugar no machado.
Capitão Yay: Sei…
Barman: Então… Pascoal, o que quis dizer quando disse que eu não tinha sonhos?
Pascoal: Que você não é ambicioso.
Barman: Ambicioso? Mas eu não queria dominar o mundo.
Pascoal: (suspira) É a última vez que tento me explicar.

Raccoon Tales

A guaxinim X O narrador.

Locutor-sama: Em uma das suas raras horas de relaxamento, Tuta-sama aproveitava o começo do seu dia. Estava sentada confortavelmente na varanda da sua casa…
Tuta-sama: Ah! Quando finalmente tenho um pouco de silêncio, aparece esse narrador chato.
Locutor-sama: Peço desculpas, Tuta-sama. Mas hoje, eu vim aqui para narrar…
Tuta-sama: Narrar? Eu não quero ouvir narração.
Locutor-sama: Então o que você gostaria de ouvir, Tuta-sama?
Tuta-sama: Os meus pensamentos.
Locutor-sama: Mas a autora me pediu que…
Tuta-sama: O que importa? Sou eu que mando, já que eu pago todos os personagens.
Locutor-sama: Eu sei disso.
Tuta-sama: Se você sabe, então dê o fora.
Locutor-sama: Preciso fazer o meu trabalho por mais algumas linhas, Tuta-sama.
Tuta-sama: Será que terei que repetir?
Locutor-sama: Tuta-sama, entendo que está cansada. Mas hoje, eu devo narrar o que você está fazendo.
Tuta-sama: E isso importa alguma coisa?
Locutor-sama: É claro, os leitores…
Tuta-sama: Estou falando, o que importa você narrar? Por que não vai seguir um personagem desocupado?
Locutor-sama: Não posso, já que é a vez de narrar as suas aventuras.
Tuta-sama: Aventuras? Minha única aventura será ficar sentada confortavelmente.
Locutor-sama: Não tem importância. Personagens sentados na cadeira é algo diferente, para se narrar.
Tuta-sama: Você é surdo?
Locutor-sama: Não. Graças a deus, tenho muito bons ouvidos.
Tuta-sama: Eu quero silêncio, e você está me incomodando.
Locutor-sama: Posso falar mais baixo.
Tuta-sama: Diminuir o volume não quer dizer silêncio.
Locutor-sama: Mas é possível ouvir os pensamentos.
Tuta-sama: Como você é insistente!
Locutor-sama: Narradores não podem desistir facilmente.
Tuta-sama: Isso é muita falta de respeito.
Locutor-sama: Tuta-sama, peço desculpas por fazer o meu trabalho…
Tuta-sama: Não quero saber.
Locutor-sama: Mas eu…
Tuta-sama: Já decidi, Locutor-sama.
Locutor-sama: Decidiu o quê?
Tuta-sama: Eu vou tirar o seu microfone.
Locutor-sama: Tuta-sama, nós podemos conversar…
Tuta-sama: Nada disso! Me dê o seu microfone!
Locutor-sama: Você não pode fazer isso comigo.
Tuta-sama: Posso e devo!
Locutor-sama: Meu microfone é de estimação…
Tuta-sama: Daqui a pouco você vai falar que ganhou ele, quando era um bebezinho…
Locutor-sama: Não é apenas isso. Esse microfone me acompanhou pela longa jornada da vida. Passamos momentos felizes juntos, nos divertindo. Ele me ensinou muitas coisas, como ver que as coisas ruins da vida não se passam de desafios. Cada aprendizado meu, o microfone ficava mais orgulhoso de mim…
Tuta-sama: (adormeceu de boca aberta)
Locutor-sama: É, já fiz o meu trabalho por hoje.