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Green House Stories, Happy Green Things

Personagens voltam, pois um deles está atualmente terminando seu treinamento, para virar mordomo. Dizem que é uma escola organizada pelos ursos das florestas nas montanhas. Desconfio que o local seja na Terra Mediana. O Balinha deve ter conhecido ele, por aí. Sabe como é… Ursos são amigos de anões! O Tobi não tem nada a ver com isso.

Moon: Olá! Estamos aqui, com mais uma animada história para o blog.
Locutor-sama: Você está bastante animada, senhorita Moon.
Moon: Pois é, meu caro narrador! Sabe o quê é?
Locutor-sama: Não.
Moon: O fim do ano está chegando! E com ele, bastante comida! Huhuhu!
Locutor-sama: Essa risadinha me lembrou do esquilo Filbert, de Animal Crossing.
Moon: Não entendo o porquê de nós, aqui no Brasil, termos o costume de comer tanto. Estamos no verão… não estamos?
Locutor-sama: Normalmente em dezembro é verão. A não ser que você esteja em outro local no mundo. Tudo depende do seu ponto de vista…
Moon: Interessante.
Locutor-sama: Algo mais a dizer antes que eu vá trabalhar?
Moon: Dá para me servir um suco de uva?

Locutor-sama: Depois de servir um suco de uva para a autora, cheguei aqui na Casa Verde, para ver o que há de novo.
Hello: (jogando xadrez) Bom dia, Locutor. Não há nada de novo.
Rika: (jogando também) É. Tudo muito parado.
Locutor-sama: É verdade? Que pena. Eu ouvi dizer algo de interessante.
Hello: Fofoca?
Rika: Sou toda ouvidos.
Locutor-sama: Um outro personagem antigo está para voltar.
Hello: Outro? Quem?
Rika: É! Quem é?
Locutor-sama: É alguém bem antigo. Acredito que a Senhorita Rika irá lembrar.
Rika: Eu? (pensando um pouco para ver se lembrar)
Hello: Puxa vida, isso que dá ser personagem novo…
Locutor-sama: Você não é personagem tão novo assim.
Hello: Antigamente você era o Senhor Itálico, a Rika era Senhorita X e o Coke-san era… era… Todos, não é? Acho que sim.
Locutor-sama: Senhor Itálico? Tem certeza disso?
Hello: Você não se lembra?
Locutor-sama: Bom, faz tanto tempo. Minha memória não é cem por cento perfeita.
Rika: Ah! K-chan!
Hello: K-chan? Outra mulher?
Locutor-sama: K, de Katsu. É um homem, na verdade.
Hello: Velho?
Rika: Não, ele tem mais ou menos minha idade. Nossa diferença é de alguns meses.
Hello: Ah, então ele tem dezoito. Entendi.
Locutor-sama: Quando será que ele vai aparecer? Estou curioso.
Hello: É mesmo?
Rika: Pelo que eu soube, parece que ele mudou bastante.
Locutor-sama: Mudou mesmo. Agora ele é um rapaz simpático.
Hello: K-chan. A Moon é boa para nomes… criativos.
Rika: Ah, mas esse apelido fui eu que dei. Fica mais bonitinho, não acha?
Hello: É bonitinho, de fato. Tudo que tem “-chan” fica um pouco mais bonitinho.
Random: (aparece repentinamente) Oi!
Locutor-sama: Oi, Random. “Bonecos de Palito dizendo oi”. Só veio você?
Random: Pois é. O pessoal tá atrasado.
Locutor-sama: O mundo está cheio de bonecos de palito.
Hello: Essa foi profunda!

Happy Green Things

12/12/12 Quem está aqui para ver essa data passando tem muita sorte, pois a próxima vez só vai ser nos anos 3.000! Já imaginou?

Primeiro eu tinha pensando em programar esse post para a noite, mas mudei de ideia. Imaginem que já estou me adiantando, pois na dimensão das histórias de Silly Tales já é de noite.

Locutor-sama: Hoje é um dia muito especial. As lendas dizem que seremos invadidos por batatas gigantes que soltam lasers pelos olhos, uma estranha manifestação de pudims e cupcakes bonitinhos de pelúcia, uma invasão de alienígenas ninjas. De qualquer forma, meu caro leitor. Daqui a pouco é meia-noite. Se não acontecer nada durante esses dez minutos, não espere acontecer algo de muito doido no dia 21 de dezembro. Pensamento positivo e nada de pânico. Fiquem apavorados apenas se as pessoas no lado de fora comecem a tocar música alta nos carros.
Moon: Isso sim é que é fim do mundo! Se vocês querem ouvir música, conhecem a maravilhosa tecnologia futurística muito conveniente chamada FONES DE OUVIDO.
Locutor-sama: Acalme-se, senhorita Moon. Você nem sabe o que vai acontecer no dia 12/12/12. Esse post é adiantado!
Moon: Eu sei disso, meu bom Locutor. Não precisava dizer!
Locutor-sama: Eu nem ia falar, mas você acabou escrevendo a minha fala.
Moon: Tem razão. Não havia pensando nisso. De qualquer forma, não vamos pirar mais com coisas sobre o fim do mundo, certo?
Locutor-sama: Nós temos que esperar até o fim do ano.
Moon: Pombas. Cansei dessa história de fim de mundo. A Terra tá aqui até hoje, e as pessoas insistem em dizer que vai acontecer algo terrível com ela.
Locutor-sama: É difícil de convencer as pessoas.
Moon: Não estou aqui para convencer ninguém, Locutor. Estou apenas comentando. Vocês estão lendo mangá demais. Ou jogando videogame demais. Relaxem, pessoas.
Locutor-sama: Senhorita Moon, você acredita que existe a possibilidade de entrarmos em uma nova era?
Moon: Eu sei lá. (muito sincera)
Locutor-sama: As coisas podem mudar de agora em diante.
Moon: Deve ser a reforma que estão fazendo na Cidade dos Cinco Monumentos.
Locutor-sama: De fato, os jardims vão ficar muito bonitos.
Moon: Acho que é obra daquela simpática guaxinim milionária.
Locutor-sama: O que é que tem a Tuta-sama?
Moon: Ela que é a prefeita da cidade.
Locutor-sama: Que coisa, senhorita Moon. Todos sabem que ela não é…
Moon: Ora, Locutor! Ela é rica. Deve ser a verdadeira prefeita da cidade, e pronto.
Locutor-sama: Não sei bem o que dizer, senhorita.
Moon: Você pode parar de me chamar de senhorita?
Locutor-sama: Como devo chamá-la, então?
Moon: Oras, de Moon! Ou Shizuka, se preferir.
Locutor-sama: Não posso tratá-la dessa maneira, senhorita Moon.
Moon: Ai, ai… Narradores dramáticos e teimosos. (bate com a mão na testa) E o que é que vocês estão fazendo? Vão dormir, pessoas. Boa noite e sonhem com os duendes! (ou com qualquer outra coisa que vocês gostem de deixem vocês felizes)

Green House Stories, Happy Green Things

Não dá para escrever uma história grande demais. Normalmente deixo histórias assim muito confusas, então aqui vai uma mostrando dois lados diferentes. (Happy Green Things e Green House)

Happy Green Things, o estúdio em um local imaginário.
Locutor-sama: Senhorita Moon, o que você está fazendo?
Moon: Estou desenhando.
Locutor-sama: Interessante. Isso é um mapa, correto?
Moon: Sim, é do país de Silly Tales.
Locutor-sama: Muito bonito.
Moon: Como pode ver, falta dar nome para oito cidades.
Locutor-sama: Tortillas é a cidade que fica a Casa Verde 2?
Moon: É a cidade vizinha, então sim.
Locutor-sama: Posso perguntar curiosamente uma coisa?
Moon: Sim, você já está fazendo um montão de perguntas.
Locutor-sama: A Casa Verde 2 não era do lado de trás da Casa Verde, originalmente?
Moon: (surpresa) Era?
Locutor-sama: Suponho que seja melhor anotar esses detalhes, para não esquecer outra vez.
Moon: Tem razão. Sou um tanto distraída, não é?
Locutor-sama: Bem, sei que a senhorita não faz isso propositalmente.
Moon: Quer dar um nome para uma cidade?
Locutor-sama: Não gosto de sugerir. Se for me perguntar se gostei de um nome das cidades, pode me perguntar.
Moon: Tá, fala aí.
Locutor-sama: Achei interessante chamar uma cidade de Rumors. Mas porque não Rumores?
Moon: Fica mais chique.
Locutor-sama: A diferença em português é só uma letra.
Moon: Vai ficar assim. Não quero a letra “e” em rumores.
Locutor-sama: Não acha isso um preconceito bobo?
Moon: Não é preconceito, juro. É pura frescura.
Locutor-sama: Se você diz…
Moon: (pensando) Queria terminar de dar os nomes.
Locutor-sama: Não consegue pensar em mais nenhum?
Moon: Não.
Locutor-sama: Tenho certeza que os nomes vão aparecer, mais cedo ou mais tarde.
Moon: Espero que você tenha razão.

Casa Verde, no quarto do Barman.
Barman: (escrevendo na única mesa do seu quarto)
Fábio: (bate na porta) Barman!
Barman: (sem levantar) O que foi?
Fábio: (em frente da porta) Eu vou abrir, hein?
Barman: Para quê?
Fábio: (abre a porta) Pô cara, tá de mau humor?
Barman: (fecha o caderno que estava usando) Não. Só não quero falar muito hoje.
Fábio: Mas eu tenho uma notícia tão boa para contar…
Barman: É? (fala em um tom calmo)
Fábio: (senta em uma das cadeiras) Presta atenção, que não vou repetir.
Barman: Certo, fale logo. (curioso)
Fábio: Você é meu amigo, então preciso te fazer uma pergunta.
Barman: Diga, para quê tanto suspense?
Fábio: É que estou com medo do que você vai responder.
Barman: O que eu posso responder de tão terrível?
Fábio: Opiniões são coisas terríveis.
Barman: Fale de uma vez por todas!
Fábio: Sabe a Alice… (falando baixinho)
Barman: Sei. O que tem a irmã da Hello?
Fábio: Er… bem…
Barman: Gostaria de ajudá-lo, Fábio.
Fábio: Você já entendeu?
Barman: Já.
Fábio: Então… você vai me ajudar como?
Barman: Não sei.
Fábio: Bem, o que vale é a intenção de ajudar, não é?
Barman: Não sei se sou a pessoa perfeita para ajudar.
Fábio: Por quê?
Barman: (olha para o Fábio com uma cara de que não iria responder algo tão óbvio)
Fábio: Ah entendi, desculpe. A vida é difícil, não?
Barman: A vida não é difícil, são os seres humanos que a dificultam.

– Vocês já ouviram Songbird, do Oasis? Gosto muito dessa música, e o clipe é engraçado. Agora vocês me perguntam, como é que pode ser engraçado? Não é uma música romântica? Pois é. Mas sou da opinião que você sempre tem que dar um toque cômico.
– Não era essa história que ia sair hoje. Era uma “Kekekê Tales”, porém ela ficou grande demais e extremamente confusa. O rascunho está salvo, então vou ficar devendo, pois cismei que devo reescrevê-la..

Green House Stories, Happy Green Things

Narradores sempre gostam de deixar as histórias mais dramáticas, não importa se são observadores, personagens ou as duas coisas!

No Estúdio Happy Green Things.
Locutor-sama: Era uma noite escura na Cidade dos Cinco Monumentos, apenas havia apenas luzes de natal, penduradas nos prédios e colocadas de maneira bem pensada nas casas. Mas o que havia acontecido com a Cidade dos Cinco Monumentos? Por que as luzes na rua não funcionavam? Que mistério misterioso e inquietante estaria rondando?
Moon: Locutor-sama…
Locutor-sama: Sim?
Moon: Não sei se você reparou, mas é de manhã.
Locutor-sama: Tem razão. Estava apenas começando a história de maneira dramática e misteriosa.
Moon: Sei. É a sua especialidade.
Locutor-sama: Você podia usar esse começo para uma história. O que acha?
Moon: É interessante, mas… Que tipo de história eu podia fazer?
Locutor-sama: Uma história de mistério!
Moon: Tá, até aí já entendi. Mas quem podia ser protagonista?
Locutor-sama: Boa pergunta.
Moon: Não vale sugerir a Hello.
Locutor-sama: Que tal o Barman, então?
Moon: Pode ser, mas estou com preguiça de pensar em alguma história de mistério.
Locutor-sama: Eu posso tentar ajudá-la, senhorita.
Moon: Ah, mas você vai fazer um roteiro complicado demais.
Locutor-sama: Prometo simplificar.
Moon: Está bem. Fala logo. Continue da onde você parou.

Cidade dos Cinco Monumentos, não muito longe da Casa Verde
Locutor-sama: Barman observou que as luzes haviam apagado uma a uma, restando apenas as luzes de natal, como já disse antes. Eu diria que ficou uma atmosfera misteriosa e natalina.
Barman: (dirigindo seu carro) Como é que você apareceu aqui do nada, Locutor?
Locutor-sama: Estou aqui para narrar.
Barman: (fala num tom muito paciente apesar de estar dirigindo) Sim, eu sei. É o seu trabalho. Queria só saber como você apareceu aqui, no banco do lado do motorista, sendo que não vi você entrando no carro?
Locutor-sama: Não acho que deveria explicar como faço as coisas, Barman. Isso tiraria toda a graça, e eu tenho uma reputação de narrador misterioso e dramático para zelar.
Barman: Ah, deixa para lá. Estamos quase chegando na Casa Verde.
Locutor-sama: Eu sei, primo.
Barman: Sei que você sabe, meu bom Locutor, só estou comentando.
Locutor-sama: Na frente da Casa Verde, alguns personagens estavam reunidos. Eu e Barman saímos do carro, para ver o que estava acontecendo.
Barman: O que houve?
Rosalina: Não sei te dizer, mas só posso te falar uma coisa.
Barman: O quê é?
Rosalina: Não acho a Hello em lugar nenhum.
Barman: Ora, ela deve estar trabalhando…
Rosalina: Trabalhando? Aquela mulher nunca trabalha!
Barman: Na maioria das vezes não, é verdade…
Rosalina: Por que você acha que so agora ela estaria trabalhando?
Barman: Bem, quando acontece alguma coisa, ela normalmente trabalha…
Alice: (Estava analisando um desenhos estranhos que encontrou com uma lanterna) A Hello ainda não apareceu?
Rosalina: Não, quantas vezes tenho que dizer?
Alice: Você já disse? Não ouvi.
Rosalina: Ela é sua irmã, não está preocupada com ela?
Alice: Ah, ela sabe se virar sozinha. Qualquer problema que ela tiver, normalmente o meu celular toca.
Rosalina: E se ela não puder te ligar pelo celular?
Zaltana: (jogando cartas com os outros dois abacaxis) Relaxa Rosalina, como a Alice disse, a Hello sabe se virar.
Malvino: Não se preocupe com ela, nós deviamos se importar em saber quando as luzes vão voltar. As de natal não são o suficiente para iluminar a cidade.
Boon: A Hello parece um ninja, ela some às vezes sem ninguém ver.
Rosalina: Já entendi, já entendi.
Olliver: (cuidando das flores)
Rosalina: Não está meio escuro para cuidar das flores?
Olliver: Lógico que está. Elas são lanternas na verdade, que vão ajudar na iluminação do jardim. Bonitas, não acha?
Rosalina: Puxa, você tem bom gosto… (olha para os lados) Barman, agora é você que sumiu?
Barman: Eu estou aqui, olhando para o céu.
Rosalina: Céu? Tem algo de especial nele?
Malvino e Boon: Um OVNI!

– O que será que vai acontecer? Esperem até amanhã para descobrir. =D

Happy Green Things

Nem sempre dá para escrever uma história com um roteiro épico, engraçado, interessante, filosófico e profundo. É melhor optar por algo mais simples, do gênero “misturando ideias aleatórias que no final resultou nisso”.

Locutor-sama: Hoje é um dia como todos os outros. Nada de muito diferente.
Moon: Você sabe qual é o sujeito da frase “É proibido estacionar?”
Locutor-sama: Tem sujeito nessa frase?
Moon: Sujeito a guincho.
Locutor-sama: (dá uma risada) Essa foi engraçada.
Moon: Essa é a primeira vez que vejo você rir.
Locutor-sama: Dou mais risada nas minhas horas vagas.
Moon: Então quer dizer que você tem uma outra face?
Locutor-sama: Sempre pensei que quem tivese outra face usasse máscara.
Moon: Isso não faz sentido, mas acho que você deve ter razão.
Locutor-sama: Não tenho outra face, já que não uso máscara.
Moon: Fica difícil imaginar você usando uma.
Locutor-sama: Acha que eu não combino?
Moon: A menos que você faça algum papel de ladrão.
Locutor-sama: Você me escolheria para fazer um papel desses?
Moon: Se me faltasse opção. Mas aí ia dar trabalho trocar o narrador.
Locutor-sama: Preciso fazer uma pergunta curiosa.
Moon: Depende. Qual é?
Locutor-sama: Será que você vai conseguir postar todos os dias em dezembro?
Moon: Você não acredita que eu consiga?
Locutor-sama: Acreditar em acredito, mas e quanto ao mundo?
Moon: Você não acha que ele vai acabar, acha?
Locutor-sama: Nunca se sabe.
Moon: Essa história do mundo acabar com hora marcada não é muito convincente. Se o mundo fosse para acabar, não ia ter uma data fixa, não concorda?
Locutor-sama: Você tem razão.
Moon: Bem, é só esperar até o dia, para ver o que vai acontecer.
Locutor-sama: E se nesse dia estaria um tempo ótimo, e todos esquecessem a possibilidade do mundo acabar?
Moon: Não sei se as pessoas fossem esquecer isso tão fácil. Só não entendo uma coisa. Estamos em um mundo tão moderno, porque ainda temos esse pensamento que parece que veio dos primeiros séculos do mundo?
Locutor-sama: Possivelmente porque as pessoas do mundo não mudam.
Moon: Será que era assim com os dinossauros?
Locutor-sama: O que tem os dinossauros?
Moon: Me pergunto se eles temiam o fim do mundo.
Locutor-sama: Não acho que seja possível.
Moon: Concordo. Eles só deviam ficar só no “GAAAR”. Ou seja lá qual for o som que eles faziam. Não estava lá para ver.
Locutor-sama: Se fosse possível ter uma máquina do tempo, você gostaria de ver os dinossauros ao vivo?
Moon: Não. Dinossauros tem que ficar no tempo deles, e eu no meu. Eles são criaturas tão estranhas. Ou melhor, eram. Será que era coisa de alienigena?
Locutor-sama: Os dinossauros?
Moon: Sim. E quando caiu o meteoro, ou sei lá, foi um ovni, na verdade!
Locutor-sama: Um OVNI?
Moon: Exatamente. É por isso que eles sumiram do nosso planeta. Eles foram levados!
Locutor-sama: Interessante teoria.
Moon: Sim, eu sei.
Locutor-sama: Existem pessoas que acreditam que certos animais tenham alguma relação com os dinossauros.
Moon: Não deve ter sobrado espaço na nave para todos eles. São muito grandes, não devia ser muito prático.

– Ouvi essa piada do sujeito a guincho outro dia. Pode ter sido sem graça, mas eu achei engraçada.
– Estou precisando escrever outra coisa além de Casa Verde e Happy Green Things. Começou a virar rotina. Bom, não tem importância.

Happy Green Things

Existem vezes que não tenho ideia nenhuma para uma história, então começo a digitar qualquer coisa, e de repente sai um roteiro que acaba ficando razoavelmente bom.

Locutor-sama: A autora estava digitando rapidamente várias coisas no computador. E perguntava-se sobre as ideias que havia expressado. Seriam boas o suficiente? Ou era necessário servir esfihas e queijadinha?
Moon: Não fale em comida, Locutor-sama! Estou ficando com fome. (digitando)
Locutor-sama: Desculpe, mas ouvi dizer que as ideias gostam dessas coisas.
Moon: Nem todas. Muitas são bem mais exigentes!
Locutor-sama: Sobre o que você está digitando?
Moon: Curioso você, hein? O que você acha que devo estar digitando?
Locutor-sama: Não sou tão ousado em arriscar um palpite.
Moon: Você não é nada divertido, sabia disso? Pombas, fale qualquer coisa.
Locutor-sama: Um plano maligno para dominar o mundo?
Moon: Não, não. Tenho cara de vilã?
Locutor-sama: Não tem, mas podia estar escrevendo isso para alguma história.
Moon: Tente outra coisa, por favor.
Locutor-sama: Uma música sobre como você gosta de duendes e abacaxis?
Moon: Essas coisas não combinam, Locutor.
Locutor-sama: De repente você pode conseguir combinar.
Moon: Você deve ter razão. Mais algum chute?
Locutor-sama: Só se for para contar uma história sobre esportes. É isso?
Moon: Esportes? ESPORTES? Você é hilário, Locutor-sama.
Locutor-sama: Pensei que apenas o Seu Hilário era hilário.
Moon: De onde tirou isso? Para quê eu escreveria uma história de esportes?
Locutor-sama: Dizem as lendas que você sabia jogar futebol muito bem…
Moon: E você acredita em lendas?
Locutor-sama: Não vejo nenhum problema em acreditar em lendas, senhorita.
Moon: Tá, tá. E o que mais?
Locutor-sama: Que você sabe fazer?
Moon: Não, não. O que mais você acha que eu possa estar digitando?
Locutor-sama: Uma lista de compras?
Moon: Você acha que tenho dinheiro para fazer uma lista de compras??
Locutor-sama: Mas fazer uma lista de compras não gasta nada.
Moon: Gasta tempo. E não faria uma lista de compras sem ter algum dinheiro para gastar, Locutor. Foi isso que eu quis dizer.
Locutor-sama: A lista de personagens para o blog?
Moon: Infelizmente, não. Está na minha lista de coisas para fazer.
Locutor-sama: Um e-mail para alguém de outra galáxia.
Moon: Não sou a Hello para fazer isso.
Locutor-sama: As lendas dizem o contrário…
Moon: Você cismou com lendas hoje, hein?
Locutor-sama: Bem, gosto de coisas interessantes.
Moon: Desde quando você gosta de coisas interessante? Fale “fofoca” de uma vez.
Locutor-sama: Por falar em fofoca, vai fazer um post sobre piada com fofoqueiro?
Moon: Não valeu, você sabe pois comentei que apareceu isso no popstats.
Locutor-sama: Quer dizer que eu acertei?
Moon: Não, acha que faria você perder tempo adivinhando algo que já te disse o que era? Francamente, Locutor-sama.
Locutor-sama: Eu desisto. O que é que você está digitando, então?
Moon: Essa história, oras! Tão óbvio.

Happy Green Things

Existem ideias que estão guardadas faz tanto tempo, que quando as achamos nos surpreendemos por termos pensando em algo tão estranho e jamais ter utilizado em alguma história.

Locutor-sama: A autora estava no imaginário, porém bonito e criativo estúdio Happy Green Things. Era um local bastante agradável para escrever e filmar as histórias. No seu escritório, onde recebia a visita do seu contra-regra Hércules e da maioria das vezes, a minha visita.
Moon: Histórias com romance de enredo secundário. Acredito que seja a ideia perfeita! Quem liga para as coisas clichês? Confiança é mais importante do que colocar aquelas… coisas extremamente melosas.
Locutor-sama: Bom dia, Senhorita Moon.
Moon: Oh, bom dia para você, Locutor.
Locutor-sama: Permite-me perguntar uma coisa?
Moon: Depende do tipo de coisa.
Locutor-sama: Você está refletindo em ideias para as histórias do blog?
Moon: Não exatamente, desculpe decepcioná-lo.
Locutor-sama: Não me decepcionou. Você respondeu a minha pergunta, obrigado.
Moon: Não precisa ser tão educado. Você está me dando nervoso, sabia?
Locutor-sama: Mudando de assunto, se me permite, posso saber qual é o meu serviço para hoje?
Moon: Hoje? (cruza os braços e começa a pensa) Difícil de dizer. Estou com várias ideias, e ainda não me decidi.
Locutor-sama: Acredito que seja bom ter várias ideias.
Moon: Ou tenho ideias demais, ou tenho ideias de menos.
Locutor-sama: Isso não é ótimo?
Moon: Seria ótimo, porém eu preferia algo mais meio termo, sabe?
Locutor-sama: Nós nunca podemos ter tudo o que queremos, Senhorita Moon.
Moon: (bate com a mão na testa) Difícil falar com alguém que fala tão corretamente como se tivesse saído de um livro de português. (pensando)
Locutor-sama: O que houve?
Moon: Nada de preocupante. De qualquer forma, você sabia que o Fay fez o papel de Okiura em Kobato?
Locutor-sama: É mesmo? Sabe, eu pensei que se escrevia Fye.
Moon: Fay, Fye, Phi… Olha, você prefere que eu diga algo do gênero: “Aquele mago muito simpático de Tsubasa, que cada pessoa escreve seu nome de um modo diferente?”
Locutor-sama: Peço desculpas, não sabia que tinha mais um modo de escrever o nome do mago.
Moon: Tá, tá. Tudo bem, fazer o quê?
Locutor-sama: Vejo que tem algumas ideias anotadas, em cima da mesa. Posso ver?
Moon: Se você entender minha letra, beleza. Pode ler.
Locutor-sama: (começa a ler o que está escrito no papel)

  • Duendes pulando na cabeça de um abacaxi gigante.
  • Alienígenas que não suportam abacaxi
  • Abacaxis que gostam de jogar Mario Kart.
  • Macaco que sequestra uma doceira para fazer tortas da abacaxi para ele, pois cansou de comer banana.
  • Abacaxis que cantam e dançam.

Moon: O que achou?
Locutor-sama: Interessantes ideias, mas porquê todas são relacionadas com abacaxis?
Moon: Provavelmente porque você pegou uma lista das ideias na letra A.
Locutor-sama: Elas estão organizadas em ordem alfabética?
Moon: Uma pequena parcela, está arrumada. E quando digo “pequena”, você não faz ideia de quantas ainda preciso organizar.
Locutor-sama: Parece um tanto trabalho.
Moon: Isso porque você não viu as ideias guardadas no baú.
Locutor-sama: Em um baú? Qual?
Moon: Tem um aqui, nessa sala. Você nunca o viu porque uso ele para apoiar os pés. (abaixa até o inferior da mesa e puxa o baú para tirar de lá) É esse aqui.
Locutor-sama: Um baú de cor vermelha! Bonito, tem um estilo antigo.
Moon: Não precisa descrever para mim.
Locutor-sama: Tem alguma ideia interessante, aí dentro?
Moon: Não faço ideia. Ele está servindo de descanso para os pés há tanto tempo, que nem sei o que tem dentro.
Locutor-sama: Vamos abrir para conferir?
Moon: Tá. (abre o baú) Olha só o que saiu!
Locutor-sama: Uma abacaxi com capa de Super Herói? Que original!

– Vamos ver se eu consigo postar o mês todo, como fiz em novembro.

Happy Green Things, Silly Tales

Ninguém entendeu até agora que cupcakes não foram feitos para serem comidos, só são ótimos modelos para fotos, que depois dá para compartilhar em tumblr, facebook, instagram…

No estúdio Happy Green Things.
Locutor-sama: Hoje é mais um dia daqueles, que nós perguntamos a seguinte questão: Por que hoje é quinta-feira e não sexta-feira? E o que existe de especial no último dia da semana, que as pessoas gostam tanto?
Moon: Faça esses questionamentos na sexta-feira, e não na quinta.
Locutor-sama: Senhorita Moon, nós estamos sem roteiro novamente?
Moon: Lógico que não.
Locutor-sama: Então… onde está o roteiro do post de hoje?
Moon: O Biscoito comeu, eu juro.
Locutor-sama: Papel não é chocolate.
Moon: Foi o que eu disse para ele, mas quem escuta a dona Moon?
Locutor-sama: Está sem ideia do que vai fazer com a história de hoje?
Moon: Que absurdo você me dizer isso! Estou cheia de ideias!
Locutor-sama: Me diga três delas, por gentileza.
Moon: Aulas de dança para um boneco de palito, maquiando o duende bonitinho e escrevendo de cabeça para baixo.
Locutor-sama: O que foram essas ideias, exatamente, Senhorita Moon?
Moon: Bem, acabar de sair do forno. Não estranhe ser do formato de cupcakes, acho tão bonitinho. Dá até pena de comer.
Locutor-sama: Você vai comer ideias?
Moon: Oh, não. O que estou dizendo? Deve ser a fome, me fazendo falar besteiras.
Locutor-sama: Senhorita Moon, já decidiu sobre o que vai ser a história de hoje?
Moon: Não interrompa meus pensamentos. Estou tentando decidir, juro.
Locutor-sama: Está bem.
Moon: (tem uma ideia) Já sei! Vamos até o meu laboratório!
Locutor-sama: Você tem um laboratório?
Moon: Todos tem laboratórios no dia de hoje, Locutor! Atualize-se!
Locutor-sama: Eu não tem laboratório.
Moon: Narradores de histórias não contam.
Locutor-sama: (já no laboratório) Quem diria que tinha um local como esse, aqui no estúdio!
Moon: Pois é. Como o orçamento anda meio apertado, só tenho óculos de cientista maluca. Ah, e devo deixar meu cabelo bagunçado…
Locutor-sama: Mas para quê você vai fazer isso, Senhorita Moon?
Moon: Oras, tenho que ser cientista maluca da maneira apropriada, pombas.
Locutor-sama: E o que você irá inventar de maluco?
Moon: Uma ideia maluca, apenas. Está vendo aquela mesa, Locutor?
Locutor-sama: Sim, e ela está cheia de cadernos em cima.
Moon: Exato! Nesses cadernos – que não são os originais, apenas cópias – tem várias ideias. Vou colocar num liquidificador – não façam isso em casa! – e ver no que dá.
Locutor-sama: Acredito que haverá uma explosão, e o liquidificador acabará quebrado. Apenas minha opinião.
Moon: Não seja pessimista, Locutor-sama. Vamos ver no que vai dar!
(após um desastre terrível que não deve ser repetido no mundo real)
Locutor-sama: Acho que não foi bem isso que foi planejado, Senhorita Moon.
Moon: Claro que não. A culpa foi do seu olho gordo!
Locutor-sama: Melhor limparmos isso aqui… (pegando vassouras)
Moon: E agora? Que história vou escrever?
Locutor-sama: Situações cômicas podem se tornar uma história.
Moon: Se eu não te conhecesse bem, acharia que você está sendo sarcástico.
Locutor-sama: Sarcasmo não faz meu estilo, apenas gosto de ser dramático.
Moon: Ainda bem. E ainda tem vezes que você quer dar uma de filósofo…

– Locutor-sama só sabe atrapalhar.

Silly Tales

Existem coisas que acontecem nos dias mais inexplicáveis, talvez porquê a autora está de bom humor. Ou talvez tenha sido seu clone, de outra dimensão, que tenha escrito essa história! #teoriasdaconspiração

Casa Verde, na cozinha.
Locutor-sama: Ontem conversamos bastante com o Kekekê, após a história. Ele nos disse coisas interessantíssemas. Nada melhor do que um duende, para nos dar lição de vida. E hoje, o que faremos?
Kekekê: Está perguntando para mim?
Locutor-sama: Estou, é claro.
Kekekê: Bem, eu preciso fazer uma pergunta para o meu bom amigo Barman.
Barman: Qual é a pergunta?
Kekekê: Por que você está bravo com o Olliver?
Barman: Não é questão de estar bravo. Ele está me enlouquecendo!
Olliver: Eu? O que foi que falei de errado?
Barman: Você não disse nada de errado, apenas falou para a pessoa errada.
Kekekê: Fofocas?
Barman: Exato.
Olliver: Ah, você não gosta? (surpreso) Desculpe, é que eu acabo falando com a primeira pessoa que aparece na minha frente.
Barman: Deixa para lá, Olliver. Peço desculpas, não devia ter ficado aborrecido.
Olliver: Tudo bem, essas coisas acontecem.
Kekekê: Ótimo. Gosto de mal entedidos, resolvidos. Agora, nós vamos fazer algo quanto a Hello, certo?
Hello: (aparece repentinamente) Alguém aí me chamou?
Kekekê: Que susto!
Hello: Ah, desculpe amiguinho. Tudo bem com as crianças, Kekekê?
Kekekê: Eles estão bem. Agitados para o natal, sabe como é.
Hello: (boceja) Sei, sei. E quem não está agitado? (começa a ficar pensativa) É claro que tem as pessoas que acreditam que natal não vai acontecer, por causa do fim do mundo.
Olliver: Quer dizer que tem teorias sobre o fim do mundo, chefia?
Hello: É claro. Quando acabar o mundo, vai começar outro, exatamente igual!
Barman: 31 minutos?
Hello: 31 minutos! Exato. (faz um sinal positivo com a mão)
Kekekê: Algum problema, Hello?
Hello: Como é que você sabe? Também é adivinho, além de duende?
Kekekê: Não. Sou apenas um duende, você sabe.
Hello: Tem razão. Mas direi o meu problema. Não apenas para você, assim como o Barman e o Ollie. E você não conta, Locutor. Narrador sempre sabe de tudo.
Locutor-sama: Isso é verdade, mas não acho algo muito vantajoso.
Hello: O problema é que não terminei de costurar minhas fantasias para o Natal. E o mês está acabando!
Kekekê: Ainda dá tempo, calma.
Hello: Como, se meus materiais de costura continuam a sumir?
Kekekê: Duenditos.
Hello: Fico feliz que você saiba quem fez isso. Sugestões?
Matilde: (aparece voando na cozinha) Hello, recuperei seu estojo de costura. Quem diria que você tem uma coisa dessas?
Hello: Ah, muito obrigada Matilde! Estou realmente agradecida. Como posso retribuir o favor?
Matilde: Não precisa, conheço bem os seus presentes. É de graça, dessa vez. Aproveite meu bom humor.
Hello: Está bem.
Kekekê: Que incomum vê-la na Casa Verde, Matilde.
Matilde: Pois é. E antes que você pergunte, os gêmeos estão com o irmão mais velho.
Kekekê: Não ia perguntar, mas é bom saber. Estava me procurando?
Matilde: Sim. Hoje é o nosso aniversário de casamento, lembra?
Kekekê: (extremamente espantado) Não é dia 18?
Matilde: Hoje é dia 18. Que raro, normalmente sou em quem esqueço.
Kekekê: Uh-oh. (começa a chorar por medo da Matilde ficar brava) Desculpe, Tilde! Eu esqueci, e só ia comprar o presente no final da tarde…
Matilde: Calma, calma. Não estou brava, não chore. (consola o Kekekê)
Locutor-sama: Interrompendo essa cena meiga, o celular do Kekekê toca.
Kekekê: *Snif, snif* Alô, Tuta?
Tuta-sama: Olá, amigo. Aconteceu alguma coisa?
Kekekê: Depende, que tipo de coisa? (assoa o nariz em um lencinho)
Tuta-sama: Estava bebendo sakê, a Beta terminou de me servir e repentinamente, se ajoelhou, como se tivesse agradecendo alguma coisa.
Kekekê: Talvez porque a Tilde tenha lembrado o nosso aniversário de casamento?
Tuta-sama: O quê?? (começa a rir como maluca)
Kekekê: (o telefone dele cai e Kekekê pega novamente)
Tuta-sama: O quê?? Ela lembrou do aniversário de casamento de vocês?? Que piada é essa?
Kekekê: Não é piada nenhuma!
Matilde: Passe o celular, por gentileza, Kekekê.
Kekekê: Está bem. (dá para a Matilde o celular)
Matilde: Alô, Tuta? Tudo bem?
Tuta-sama: Comigo tudo bem, mas desde quando você foi trocada por um alienígena bonzinho?
Matilde: Você é tão engraçada! Reclama do meu mau humor, e zomba de mim quando não estou?
Tuta-sama: É brincadeira, querida.
Matilde: Está bem. Mande um beijo para o pessoal daí.
Tuta-sama: Ah! Tá. Espero que não queira um aumento de salário.
Matilde: Não precisa.
Tuta-sama: Tem certeza que não está planejando algo?
Matilde: Apenas os presentes de natal das crianças.
Tuta-sama: Que raro, você falar a verdade.
Matilde: Mais alguma coisa, minha querida amiga?
Tuta-sama: Hmm. Não, tchauzinho. (desliga)
Matilde: (desliga também) Essa Tuta é uma engraçadinha. Estão me olhando com essa cara por quê?
Locutor-sama: Todos nós, incluindo Kekekê, estranhamos o bom comportamento da fada Matilde.
Matilde: Suas narrações me fazem rir, Locutor.
Hello: Tem certeza que você não é a versão paralela da Matilde, que é boa?
Matilde: Tenho certeza absoluta que sou a Matilde dessa dimensão! Estou cercada de pessoas engraçadinhas.

– Matilde mais calma para variar. Continuação terá amanhã, se nada me fazer mudar de ideia.
– Olliver é escrito com dois “L”, mas a esquecida aqui se confundiu. Depois, quando lembrar, vou arrumar os posts.
– No post anterior tinha uma pequena errata. “O problema é seu, não meu”, era justamente o contrário. Já arrumei.

Silly Tales

Cupcakes são assustadores, principalmente se são gigantes e não sabem cantar ópera.

Locutor-sama: Olá, ontem foi meu dia de folga, como nossa autora citou na história anterior. Hoje já é dia normal, para mim, então, já sabem. Narração dramática! Relembrando o episódio anterior, a Senhorita Hello estava sofrendo de insônia. Pediu ajuda para Miss Cupcake, que sugeriu usar o pó mágico, que dá sono, exclusivo para cupcakes. Quando foram até a cozinha, descobriram que havia sido roubado! E agora? Wolf, o detetive, seu ajudante, o poodle Léo, irão achar o item importantíssimo no…?
Wolf: Nós vamos para o País dos Maravilhosos Cupcakes! Está pronto para viajar? (falando com o Léo, depois se vira para o Locutor) E quanto a você? Guardará segredo do que vir aqui?
Locutor-sama: Claro. Tenho os meus segredos, também.
Léo: Estou pronto, Wolf.
Wolf: Ótimo, ótimo. Vamos! Ao portal dos espelhos! (entram numa enorme sala cheia de espelhos e acabam encontrando a Tuta)
Tuta-sama: Opa, opa! (some com o portal que estava atrás dela, ao mexer a pata discretamente) Vocês não viram nada… (some entrando em outro local)
Wolf: Isso foi muito esquisito.
Léo: Suspeito! (desconfiado) Qual é o portal, mesmo?
Wolf: É aquele ali, amigo. (aponta para um espelho que tinha cupcakes gigantes refletidos)
Locutor-sama: O que estamos esperando?
Wolf: Só cabem duas pessoas para passar. O que vamos fazer?
Locutor-sama: Calma! Usarei o modo “narrador observador”
Léo: E como é isso?
Locutor-sama: É quando minhas falas ficam em negrito.
Wolf: Está certo, mas para onde você vai?
Locutor-sama: Isso (falando com uma expressão suspeita) é um segredo muito bem guardado. (some repentinamente numa espécie de nuvem de fumaça)
Léo: Suspeitíssimo!
Wolf: Que isso, Léo! Isso foi muito maneiro! De qualquer forma, meu caro… Vamos logo, antes que a Miss Cupcake…
Léo: Sim, sim. É claro!
Locutor-sama: Os dois amigos foram até o espelho do País dos Maravilhosos Cupcakes. Entraram em uma dimensão maravilhosa, onde os cupcakes eram gigantes e com uma aparência muito apetitosa. Não aconselho que nenhum de vocês comam, pois nunca se sabem qual deles pode estar envenenado.
Wolf: Esse país é muito simpático. Vê como os cupcakes estão contentes?
Léo: Não quer dizer que estão fora de suspeita.
Wolf: Sim, eu sei. (muito sério)
Léo: O que vamos fazer? Não temos ideia de quem possa ter roubado…
Wolf: Na verdade, eu tenho uma pequena ideia, meu bom amigo.
Léo: E qual é, Wolf?
Wolf: Me acompanhe.
Locutor-sama: Nossos heróis andam um bom caminho. Os cupcakes começaram a olhar para os dois com um olhar ameaçador.
Léo: Está vendo que a atmosfera está mudando?
Wolf: Eu já imaginava. Está com medo?
Léo: Não gosto de me molhar. Fico com um cheiro insuportável.
Wolf: Tenho um guarda-chuva, que é o suficiente para nós dois.
Léo: Nós vamos compartilhar um guarda-chuva??
Locutor-sama: Começa uma forte chuva. Mal dá para ver onde estão exatamente, e as coisas começam a ficar tensas. Os Cupcakes começam a cantar uma ópera que aterrorizava qualquer um. Não eram muito bons cantores.
Wolf: (fazendo um esforço terrível para segurar o guarda-chuva)
Léo: Nós não vamos conseguir!!
Wolf: Iremos conseguir sim, ou eu não me chamo Wolf!
Léo: Acho que seria um bom momento para você mudar de nome!
Locutor-sama: A chuva piorou, o vento começou a ficar terrível para os nossos heróis! O que irá acontecer com eles? Estou começando a ficar seriamente preocupado! Quem poderá salvá-los??
Wolf: (acabou caindo, e desmaiou)
Léo: (Aconteceu o mesmo com ele)
Locutor-sama: Depois de alguns minutos, Wolf e Léo encontraram-se novamente na Casa Verde. O item perdido de Miss Cupcake estava em cima da mesa da cozinha.
Wolf: Ai… minha cabeça está girando. (acaba de acordar)
Léo: A minha também.
Kekekê: Olá! Que bom que vocês acordaram.
Wolf: Kekekê! Foi você que nós salvou?
Kekekê: Eu estava apenas passando. Fui pegar uma receita com o Rei dos Cupcakes. Tiveram sorte, pois vocês iam ser… melhor nem comentar.
Léo: Muito obrigado.
Wolf: Agradeço também. Mas como conseguiu nos trazer, sendo tão grandes?
Kekekê: (sorriu de maneira simpática, porém misteriosa) Isso é segredo.
Wolf: O pó da Miss Cupcake estava com o Rei, não?
Kekekê: Sim. Ele pediu desculpas, escritas. (dá um papel para o Wolf) Dê para a Miss Cupcake, por gentileza.
Léo: (olhando por trás do Wolf) E também tem um autógrafo!
Kekekê: Sorte que a Miss Cupcake sempre quis um dele, não concordam?

– Peço desculpas por não ter publicado mais cedo. O post não foi terminado ontem como eu queria, então não pude programar.
– Normalmente gosto de fazer uma história do Kekekê após uma na Casa Verde. Quis variar um pouco, mas mesmo assim coloquei a participação do meu querido duende. Espero que vocês tenham gostado da história, de qualquer forma.