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Em busca da Morning, parte dois de três

Moon: Nós estamos procurando a vaqueira Morning, uma boneca antiga da Hello, acompanhadas do patrulheiro Capitão Glory. Ele também é um brinquedo, e está a procura da sua namorada. Mas onde será que Morning está? No museu dos brinquedos antigos, assim como sugeri? Provavelmente sim, pois sou a autora, e normalmente devo estar certa. Caso contrário, irei culpar todos as gerações dos duenditos. Melhor que xingar, não concordam?
Hello: Não sei… culpar as pessoas também é algo feio.
Moon: Você é tão politicamente correta.
Capitão Glory: Shh! Olhem só para esse museu.
Moon: Esse museu de brinquedos é bastante fantasmagórico. Você viu o que eu vi, Hello?
Hello: Sim. Tem uma boneca que tem uma semelhança com a Boneca Tenebrosa.
Moon: Ela é mais assustadora que o Senhor Tenebroso!
Capitão Glory: Do quê vocês estão falando?
Hello: Nerdices. Deixa para lá. Vamos ver… Ursinho Carinhoso, Panda ninja, pônei dançarino, boneca que faz… coisas que normalmente você não quer ver nem um brinquedo fazendo…
Moon: Gente! Ela está ali, na prateleira mais alta!
Capitão Glory: MORNING! (olhando para cima)
Hello: Não adianta! Ela está muito alta, não vai ouvir o que estamos falando.
Moon: Hmm. Crio o problema, e agora tenho que resolver de alguma forma.
Hello: Que bom que você tem consciência disso.
Moon: Já sei! Capitão, use seu jetpack!
Capitão Glory: Boa ideia! (liga o jetpack e vai até lá em cima)
Hello: Não esqueça de usar o laser para retirá-la do vidro! (com megafone)
Capitão Glory: Tô ligado! Pode deixar!
Moon: (com binóculos) O patrulheiro espacial finalmente chega na prateleira em que está Morning. Ele usa o laser e finalmente liberta Morning. A vaqueira estava dormindo, e ao ver que alguém tinha entrado ali, ela acordou e disse…
Morning: Não fui eu que roubei os doces de leite!
Capitão Glory: Morning! Você está bem?
Morning: Ah, Capitão! De certa forma, sim. Você veio para ser parte do museu?
Capitão Glory: Lógico que não. Vim aqui para salvá-la.
Morning: Mas… mas Capitão! Qualquer brinquedo que sair daqui, será destruído!
Capitão Glory: Destruído? (espantando) Pelo quê?
Moon: Pai amado! Olha só isso, Hello!
Hello: Meu senhor dos pinguins! (tira uma arma laser do bolso)

– Quê, você não conhecem a Boneca Tenebrosa? Ah, os senhores adultos já não lêem mais Turma da Mônica. E os amigos imaginários, também madaram embora?

Silly Tales

Em busca da Morning, parte um de três

Cidade dos Cinco Monumentos.
Moon: Hello, acompanhada do Capitão Glory, seu brinquedo patrulheiro espacial, estão em busca da vaqueira Morning. É um tanto feio usar a expressão “vaqueira”, mas é assim que devo descrever o brinquedo que está desaparecido. Nós estamos andando na estranha Cidade dos Cinco Monumentos, enquanto estou tentando localizar o prédio com óculos escuros em cima.
Hello: Qual o problema dela ser vaqueira?
Moon: Nenhum problema.
Hello: E para quê você está procurando o prédio com óculos escuros em cima?
Moon: Para nada em especial, só acho o prédio estiloso.
Capitão Glory: Aqui estamos, garotas!
Hello: Uma sorveteria?
Capitão Glory: Estou com vontade…
Hello: Tá, venha. Eu pago um para você. Quer também, autora?
Moon: Picolé de uva, por gentileza.
Hello: Picolé?
Moon: Ah, pode ser um qualquer, com chocolate e bastante calda…
Hello: …de chocolate?
Moon: Dizem que o chocolate pode acabar, um dia. Tenho que aproveitar.
Hello: Se o chocolate acabar, vai ser o fim do mundo para você?
Moon: Nem tanto, mas talvez bem próximo?

Sorveteria.
Capitão Glory: (já tomando sorvete) Isso está uma delícia!
Hello: Divino!
Moon: É, tá bom mesmo.
Capitão Glory: (termina o sorvete mais rápido) Agora, estou pensando mais claramente!
Hello: Fico contente com isso, Capitão!
Moon: Espero que você aguarde nós tomarmos o sorvete.
Capitão Glory: Mas é claro que vou aguardar.
Hello: (depois de dez minutos acabou o sorvete) Então nós vamos!
Moon: Não, nós não vamos!
Capitão Glory: Como assim, nós não vamos?
Moon: Tem uma criança segurando uma boneca que parece com a Morning.
Capitão Glory: Onde? Mas onde? (olha para os lados)
Moon: (pega o boneco e vira de cabeça para baixo)
Capitão Glory: Ei! O que você está fazendo?
Moon: Ah, tá aqui escrito nos dois pés… HELLEN.
Hello: Estava duvidando que ele era meu boneco?
Moon: Não, na verdade eu queria saber se ia estar escrito HELLO.
Hello: Esse apelido eu só arrumei depois.
Moon: Entendi. Desculpe, Glory.
Capitão Glory: (já na posição normal novamente) Ah, tudo bem.
Moon: A Morning não está aqui. Vamos ter que ir para algum lugar… Acho que já sei para qual.
Hello: Qual é sua ideia, autora?
Moon: O museu dos brinquedos antigos.

Happy Green Things

Improvisando uma história.

Moon: Hello, a gerente da Casa Verde estava sentada na cadeira em frente do computador do seu quarto, jogando. E pelo que vejo, é um jogo que se alguém fosse comentar que ela jogasse, ia ser difícil de acreditar. Rapazes bonitões, hein? (atrás da Hello vendo o computador)
Hello: (dá um pulo na cadeira) Que susto que você me deu!
Moon: Peço desculpas. Mas pelo jeito que você pulou, parecia que estava fazendo algo proibido.
Hello: Imagina, eu apenas estava distraída.
Moon: Com quem você tem o medidor mais alto?
Hello: Com o rapaz de cabelo vermelho.
Moon: Você também?
Hello: Algum problema?
Moon: Não sei porque me surpreendo.
Hello: Bem, ele lembra um pouco o Renji.
Moon: Ele não tem cabelão, nem tatuagens maneiras.
Hello: Não se pode ter tudo.
Moon: Em qual episódio você está?
Hello: No número dezesseis.
Moon: Você está no dezesseis?
Hello: Estou jogando a versão original, ué.
Moon: E desde quando você sabe francês?
Hello: Não sei francês muito bem, mas é para isso que serve os tradutores online.
Moon: É mesmo? Sabia que existe alguém na Casa Verde que sabe francês?
Hello: É, quem?
Moon: Se você não sabe, então esquece.
Hello: Você diz umas coisas esquisitas de vez em quando, autora.
Moon: Algo se mexeu no quarto da Hello, e o que estava desorganizado, ficou pior ainda.
Hello: (se vira pra olhar o quarto) Meu deus! Mas que bagunça é essa?
Moon: Espero que você não peça para o Godofredo arrumar.
Hello: Quem? (confusa) Você ainda está falando coisas esquisitas!

– De que jogo nós duas estávamos falando? Entendedores entenderão. Quem é Godofredo? Só os fortes entenderão. E tenho que parar de ler essas piadas comuns em internet…
– Originalmente escrito em 29/12/2012.

Happy Green Things

Tem vezes que é bom conversar com o seu narrador.

Locutor-sama: A autora está nesse exato momento planejando a próxima história. Sua expressão é de indecisão, pelo que observo.
Moon: Não me diga coisas que eu já sei, Locutor-sama.
Locutor-sama: Autora, eu estou apenas explicando a situação para os leitores.
Moon: Certo, já entendi. Então…
Locutor-sama: Decidiu algo, senhorita Moon?
Moon: Talvez eu tenha decidido, talvez não.
Locutor-sama: A situação está bastante complicada, não é mesmo?
Moon: De certa forma, está.
Locutor-sama: O escritório ficou em silêncio por alguns minutos, não falei mais nada para não incomodar…
Moon: Mas Locutor, você está falando nesse exato momento!
Locutor-sama: Peço desculpas. Eu diria que é força do hábito.
Moon: Não sei sobre o que vai ser a história. Não consigo me decidir.
Locutor-sama: Posso ver as opções? Talvez possa ajudá-la a escolher.
Moon: Está bem. “Cogumelos pulando corda, Bichinhos fofinhos cozinheiros, alienígenas comediantes, quarto desarrumado por algo desconhecido…”
Locutor-sama: As ideias são muito interessante, mas acredito que exista uma delas que você deveria utilizar, autora.
Moon: Então diga de uma vez, Locutor-sama.
Locutor-sama: “Quarto desarrumado por algo desconhecido.”
Moon: Talvez você tenha razão.
Locutor-sama: Ainda está na dúvida?
Moon: De certo modo, estou.
Locutor-sama: Posso ajudá-la a escrever a história, então.
Moon: De que modo?
Locutor-sama: Improvisando.
Moon: Improvisar, é? Bem, dá certo para muita gente, é capaz que dê certo para mim também.
Locutor-sama: Eu tenho certeza que dará certo.
Moon: Se você diz…
Locutor-sama: A história improvisada será a de hoje?
Moon: Não, amanhã. (bebe um gole do copo de suco de uva)
Locutor-sama: Hoje só vai ser nós dois, conversando?
Moon: Não vejo problema nenhum com isso.
Locutor-sama: Eu também não vejo. Você é quem sabe.
Moon: É claro, a autora é que deve saber das coisas. Não o narrador.
Locutor-sama: Posso contar uma piada?
Moon: Fale a sua piada, meu caro.
Locutor-sama: Não ia na padaria fazia um mês. Depois, quando fui novamente, perguntei para o padeiro, “Tem pão?” e ele me respondeu, “Tempão mesmo!”. E nós dois nos abraçamos, chorando, muito emocionados com aquele reencontro…
Moon: Com a sua narração, a piada até que ficou engraçada.
Locutor-sama: Muito obrigado, autora.

– Até as piadas mais sem graça ficam engraçadas ditas pelo Locutor-sama.

Green House Stories, Happy Green Things

Os verdadeiros vilões são os duenditos: Parte dois. (última)

Casa Verde, na sala de estar.
Hello: Duenditos? O que aquelas criaturas fizeram agora?
Moon: Roubaram os items da história de pirata.
Hello: O quê?? (ficou brava) Irei resolver isso!
Moon: Esse é o espírito! Me acompanhe até o Happy Green Things, Hello.
Barman: Você vai fazer aquela entrevista de emprego que me falou?
Fábio: Sim, é no começo de fevereiro. Preciso conferir a data certinha.
Barman: Vê se você não esquece.
Fábio: Claro que não, cara.

Happy Green Things, nos bastidores.
Moon: Você acha que poderia dar uma boa detetive?
Hello: Não, mas sou boa em encontrar esses duenditos engraçadinhos.
Moon: Tá, tá. Cola-sama, Hércules, vocês podem explicar a situação?
Cola-sama: Ué, você já não explicou?
Moon: Que falta de boa vontade, Cola-sama!
Hércules: Eu explico. Encontrei rastros de criaturas pequenas, similares a duenditos. Claro que não estou me baseando apenas nisso, achei gorrinhos pequenos demais para serem de duendes.
Moon: Bem, dizem que crimosos sempre voltam ao local…
Hello: Olhem ali! Um duendito! (sai correndo atrás da criatura)
Moon: Essa foi rápida… mas não estou vendo nada….
Cola-sama: Será que ela está vendo algo, de fato?
Hércules: Ora, vocês duas estão achando que ela está maluca?
Moon: A Hello não está maluca.
Hércules: É claro que não.
Moon: Aprenda, ela É maluca. Entendeu?
Hércules: Isso não é exagero de sua parte, senhorita Moon?
Moon: Eu nunca exagero.
Cola-sama: Hahá, realmente, você nunca exagera…
Moon: (olha feio para a Cola-sama)
Hello: Peguei os items!
Hércules: Puxa vida, mas que bom.
Moon: Surpreendente.
Hello: Aproveitando que estou aqui, podemos fazer a história de pirata?
Moon: Tá, mas chamem o Locutor-sama. Vou precisar dele aqui.

– Próxima história, Lady Koopa! E terá o J. P. também, é claro.

Green House Stories, Happy Green Things

Os verdadeiros vilões são os duenditos: Parte um de dois.

Happy Green Things, nos bastidores.
Moon: Como é quê é? Os items que iam ser utilizados na história da Lady Koopa sumiram?
Cola-sama: Sim, elas sumiram.
Moon: Que coisa engraçada, você volta a trabalhar comigo e uma coisa dessas acontecem.
Cola-sama: Eu não tenho nada a ver com isso.
Moon: Prove então, Cola-sama.
Cola-sama: (tira uma folha do bolso) Está aqui a prova. (dá para a autora)
Moon: (olha para a folha que foi entregue) Uma prova de matemática. Haha, muito engraçado.
Hércules: (entra nos bastidores) Autora, eu descobri o que aconteceu com os items.
Moon: O que aconteceu? Me diga logo, homem!
Hércules: Os duenditos pegaram.
Cola-sama: Bem que eu disse que não fui quem sumiu com as coisas.
Moon: DUENDITOS? Tenha a santa paciência!
Hércules: Calma, calma… Nós vamos resolver isso.
Moon: Duenditos. Eles não devem ter muita louça para lavar!
Cola-sama: Felizmente podemos solucionar o problema de maneira rápida.
Moon: É mesmo? Você tem alguma ideia genial?
Cola-sama: É claro, irei compartilhar com vocês.
Hércules: Então fale, por favor.
Cola-sama: Vamos pedir ajuda para uma milionária excêntrica.
Moon: Qual delas? A Tuta ou a Hello?
Cola-sama: A Hello, lógico. Quem mais é a Lady Koopa?

Na Casa Verde, sala de estar.
Hello: Você vai embora, Fábio? Entendi bem?
Fábio: Sim, você entendeu bem. As velhinhas que são minhas alunas na loja de artesanato estão pedindo a minha volta.
Hello: Ah, tudo bem então. Você será sempre bem-vindo aqui, então se quiser voltar…
Barman: É verdade, cara. Você vai embora hoje?
Fábio: Vou sim… eu não gosto de deixar as senhoras de idade me esperando, sabem?
Tuta-sama: (acaba de chegar para resolver umas coisas na Casa Verde)
Fábio: Ah, Tuta-sama!
Tuta-sama: Olá. O que foi, Fábio?
Fábio: Eu gostaria de elogiar as instalações da Casa Verde. É um ótimo local.
Tuta-sama: Fico feliz que tenha gostado.
Fábio: Com certeza estarei para passar uns dias novamente.
Tuta-sama: (dá de ombros) Para mim, tanto faz. Você tem um bom dinheiro, mesmo.
Fábio: De fato. (dá uma risada)
Barman: Tuta-sama, você pode me acompanhar para a sala da Rosalina.
Tuta-sama: Muito obrigada, mas posso ir sozinha. Não é tão grande assim, a Casa Verde.
Barman: Bom, se você precisar, estarei a disposição.
Tuta-sama: Não esquente a cabeça, deixa eu ir… (sobe as escadas)
Fábio: Me lembrei de uma coisa que eu gostaria de te emprestar, Barman.
Barman: É? O que você vai me emprestar?
Fábio: O meu outro 3ds. Você pode até ficar com ele, se quiser.
Barman: Sério?
Fábio: Lógico, cara. Agora… Estou te dando o Ocarina 3ds extra que eu tenho.
Barman: Legend of Zelda? Ocarina, ainda por cima? Como posso te agradecer?
Fábio: Depois que eu te der, você pode me agradecer. Eu tinha descido com as coisas…
Hello: Não é essas coisas que você deixou em cima da mesa? (aponta)
Fábio: Ah, tem razão! É isso aqui mesmo. Olha só: A caixa do 3ds e de Ocarina.
Barman: Valeu!
Fábio: Amigo é para essas coisas.
Moon: Pombas! (aparece repentinamente na sala)
Hello: (dá um pulo) Autora, que susto!
Moon: O mundo é injusto. Tem gente que tem mais de um 3ds, enquanto outros não tem nenhum.
Hello: Ai, ai… (bate com a mão na testa) Diga, você veio para quê?
Moon: Bem, eu precisa da tua ajuda, senhorita ruiva.
Hello: E o que você precisa?
Moon: Caçar duenditos!

– Para quê você vai ter dois 3ds? Mistérios.

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Coisas doidas: Parte Três e Última

Locutor-sama: Ainda não chegamos até o prédio super misterioso que tem um óculos escuros bem em cima. Nós estamos tendo que resolver um pequeno problema. O Wolf, que por sinal é um lobo, está se desculpando com o homem das neves que quase atropelou. Felizmente não houve nenhum acidente grave, e a simpática criatura não está brava com ninguém.
Wolf: Fico muito feliz que você não esteja machucado.
Yet: (o nome do homem da neve) Não, não estou mesmo. Desculpe o susto!
Locutor-sama: Está indo para o prédio dos óculos escuros?
Yet: Como sabe?
Locutor-sama: Palpite.
Hello: Você sabe o quê tem naquele prédio, Yet?
Yet: Sei, sim. É uma loja que vende óculos escuros!
Random Eu sabia!
Moon: Há-há, que original. E é só isso? Nada de surpreendente?
Yet: Na verdade, o local é mais suspeito do que parece.
Hello: Você pode dizer o quê tem lá, amigo?
Yet: Não vi com os meus olhos, mas pelo que me disseram ali está uma organização suspeita que planeja dominar o mundo.
Moon: E a originalidade ainda não terminou! Que coisa mais emocionante…
Hello: Bem, organizações suspeitas sempre existem. E dominar o mundo está no contrato dos vilões…
Moon: É mesmo?
Wolf: Eu sempre quis dominar o mundo…
Moon: Tenho certeza que você conseguiria com a sua fofurice.
Yet: É melhor eu ir… (chama o seu trenó que é puxado por cachorros robôs)
Locutor-sama: Eu podia pedir um favor, Yet?
Yet: Claro, Locutor.
Locutor-sama: Você poderia me dar uma carona, por favor?
Yet: Lógico, velho amigo. Sente aí. (já no trenó)
Locutor-sama: Obrigado! (senta ao lado do Yet)
Moon: O Locutor conhece esse cara…?
Hello: Narradores tem seus contatos, não é?
Wolf: O papo está ótimo, mas… Nós não vamos para o prédio?
Hello: Claro que nós vamos!
Locutor-sama: Finalmente chegamos até o pédio misterioso.
Moon: Finalmente? Isso é um milagre, isso sim. Como é que essa cidade é tão grande? (tira o capacete)
Wolf: Puxa vida! O prédio é bem grande.
Random: Imagina chegar até lá o alto… (ficando tonto só de pensar)
Yet: Cuidado, pessoal! Os vilões!
Hello: Vilões? Isso são velhinhas…
A velhinha: (a mãe do Fábio) Que negócio é esse aqui?
Moon: Essas simpáticas senhoras estão querendo dominar o mundo?
Wolf: Não parece bem isso…
Yet: Peço desculpas, minha boa senhora…
Locutor-sama: Não é aqui que está havendo uma reunião de uma organização maligna para a dominação global?
A velhinha: É claro que não! Absurdo, só estamos tomando chá, na abertura da loja dos óculos escuros da cidade.
Moon: Que fora que nós demos, hein?
Hello: Sei não.. Elas podem ser senhoras de idade, mas isso está muito suspeito.
A velhinha: Suspeito é o seu nariz!
Locutor-sama: Depois de nos desculparmos com as senhoras simpáticas, voltamos todos no meu carro, que havia terminado de assistir seu concerto. E agora ele fala!
Moon: Como você é moderno. Quanto custou ter colocado voz no seu carro?
Locutor-sama: Prefiro nem comentar…
Random: Será que as velhinhas não eram vilões disfarçados?
Yet: Sei lá. Só sei que é muito estranho essa história de estar havendo uma festa de abertura. Não vi nada no jornal, normalmente os eventos estão listados.
Wolf: Suspeito! Mas cadê a Hello?

– A Hello foi a única que ficou para a festa de abertura da suspeita loja. Sim, a história acaba aqui.

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Coisas doidas: Parte Dois de Três.

Locutor-sama: Nós estamos na parte de trás do jipe do nosso bom amigo Wolf, pois nosso destino é um tanto longe. O prédio misterioso de óculos escuros ainda está além da nossa compreensão… Autora?
Moon: (em silêncio)
Locutor-sama: Você não está aproveitando o passeio?
Moon: (faz um sinal negativo com a cabeça)
Locutor-sama: Bem, acredito que você esteja com essa expressão de decepção pois no meu carro tem ar condicionado…
Moon: (faz um sinal afirmativo com a cabeça)
Locutor-sama: É, está calor hoje, mas já houve dias em que a temperatura esteve mais quente…
Moon: (faz outro sinal afirmativo com a cabeça)
Locutor-sama: Eu estou falando sozinho?
Moon: Basicamente. Não me faça falar muito…
Locutor-sama: Está bem, autora. Se você diz… O jipe parou. O semáforo estava na cor vermelha.
?????: Ué? Isso é alguma excursão? (parou ao lado do jipe do Wolf de moto)
Locutor-sama: Ah! Olá, senhorita Hello. Nós estamos indo até um misterioso prédio de óculos escuros…
Hello: Que coicidência. Eu também estava indo para lá… Autora? Você vai vomitar?
Moon: (faz uma cara como se os olhos estivessem pegando fogo)
Hello: Credo, calma. Já que estamos indo para o mesmo lugar, um de vocês quer ir de moto?
Locutor-sama: É muita gentileza da sua parte, senhorita Hello. Eu passo a oferta para a autora.
Moon: Tem um capacete extra aí?
Hello: Lógico. (estaciona a moto em um lugar correto)
Locutor-sama: Wolf? Pode estacionar o jipe um minuto, por favor?
Wolf: Claro, já entendi a situação. (estaciona também em outro lugar correto)
Hello: Aqui está o seu capacete, autora. (coloca nas mãos da autora)
Moon: Obrigada, Hello. Vai ficar bem aí, Locutor?
Locutor-sama: Narradores se colocam até em cima de naves espaciais se precisar. Não se preocupe.
Moon: Não estou preocupada, já que você diz que se vira. (coloca o capacete)
Hello: (começa a dar risada) Você colocou errado!
Moon: (tira o capacete) Então coloque você, espertinha.
Hello: Claro, claro. Calma aí. (coloca o capacete direito na cabeça da Moon) Pronto!
Moon: Ótimo, coloque o seu e vamos.
Hello: Que impaciência Moonzinha! Vamos. (sobe na moto e a Moon sobe também)
Moon: Eu espero que você não corra muito…
Hello: Acha que não respeito os limites de velocidade?
Moon: Essa cidade tem leis?
Hello: Lógico. (já sai com a moto)
Locutor-sama: Agora estou aqui solitário, na parte de trás do jipe do Wolf. (olha para o céu) Aquilo ali é um dirigível? Que incrível, fazia um tempo que não via um desses.
Moon: O que vai fazer no prédio suspeito, Hello?
Hello: Provavelmente o mesmo que vocês, descobrir o que tem lá dentro do prédio.
Moon: E eu esperava uma resposta mais original…
Random: Wolf! (estava na cadeira ao lado do motorista) Cuidado com o homem das neves!
Wolf: (breca o carro e o Locutor cai do jipe)
Moon: Locutor-sama!
Locutor-sama: (cai num caminhão que estava parado e tinha um montão de almofadas e travesseiros fofinhos)
Hello: (estaciona e desce da moto) Meu deus, Locutor!
Moon: Tudo bem aí?
Locutor-sama: Claro, narradores estão sempre preparados para tudo. (salta do caminhão estacionado tranquilamente)
Hello: Puxa vida, esse pulo dele foi like a boss.

– A internet nos faz ganhar a mania de falar certas coisas por aí… (estou me referindo a frase “like a boss”)

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Coisas doidas: Parte Um de Três.

Locutor-sama: Nós estamos aqui na rua da Cidade dos Cinco Monumentos, parados. Não sei exatamente qual é a ideia da autora para essa história. Acredito que irei descobrir nas linhas a seguir.. Além da senhorita Moon estar aqui, Random e Wolf também nos acompanham.
Moon: Tá, tá. Tudo é muito lindo, mas agora vamos ao que interessa.
Random: Para quê você veio junto, Wolf?
Wolf: Ué, sou bom em fazer o papel de acompanhante fofinho.
Moon: Como você se acha, Wolf!
Wolf: Eu só falo a verdade. (faz uma carinha bonitinha)
Moon: Oh, tem razão, você é muito fofo. (coça a cabeça do Wolf)
Locutor-sama: Não costumo interrompê-la autora, mas e quanto a história?
Moon: Tem razão! Estão vendo o prédio novo que construíram aqui na cidade? (com binóculos) Que coisa mais doida…
Locutor-sama: Autora, nós não estamos de binóculos…
Moon: Pombas! Toma, veja você, narrador chato. (passa o binóculos para o Locutor)
Locutor-sama: O prédio novo tem um óculos escuros gigante bem em cima! Na minha opinião, isso chama bastante a atenção…
Wolf: (tem o seu próprio binóculos) Puxa vida! E como chama a atenção!
Random: Será que naquele prédio é uma loja que vem óculos escuros?!
Moon: Um prédio inteiro?! Que tipo de loja suspeita é essa?
Locutor-sama: A autora não sabia o quê era aquele prédio. Nós não fazíamos ideia nenhuma, mas o que nós não sabíamos mesmo era que a resposta era muito simples…
Moon: E qual é a resposta, Locutor?
Locutor-sama: Senhorita Moon, se você não sabe, não acredito que seja muito possível que eu saiba… Afinal de contas, só digo o que você escreve.
Random: Será que é uma loja que vende videogame?
Wolf: Será que tem óculos 3D? O que eu tinha sumiu, acredita?
Random: Deve ter sido um duendito!
Moon: Ai, ai… Teorias da conspiração tão cedo? Vamos nessa, pessoal!
Locutor-sama: Nós vamos até lá descobrir o quê é o prédio?
Moon: Exatamente! E nós vamos de Locutor móvel!
Locutor-sama: Ou seja, eu que vou dirigir?
Moon: Lógico. Quem mais vai dirigir o seu carro? O Random?
Random: Eu só tenho carteira de motorista de robô gigante!
Wolf: Legal, quero uma carteira de motorista de robô gigante também!
Moon: Quietos, vocês dois. Não vai chamar o seu carro?
Locutor-sama: (pensando) Tenho a vaga impressão que deixei ele para concertar…
Moon: Consertar é com “s”, Locutor-sama!
Locutor-sama: Autora, eu quis dizer que ele está assistindo um concerto.
Moon: Um carro tá vendo um concerto? Onde é que você está com a cabeça, doidão?
Locutor-sama: Ele estava querendo assistir…
Moon: O que ele está vendo, afinal de contas?
Locutor-sama: A ópera dos Morros Comediantes.
Moon: Nunca ouvi tamanho absurdo, Locutor. (bate com a mão na testa)
Locutor-sama: Não é absurdo. O meu carro gosta dessas coisas.
Moon: E agora, como vamos até o prédio misterioso?
Wolf: Nós podíamos ir no meu carro!
Moon: Mas Wolf, eu sou alta e o Locutor também! Como vamos caber no seu carro?
Wolf: Vocês vão na parte de trás, ué. (chama o carro)
Moon: Um jipe!
Locutor-sama: Parece confortável.
Random: Nós vamos viver uma grande aventura!

– Essa é a primeira parte das clássicas histórias minhas que, ao reler o que escrevi penso “de onde eu tiro essas ideias?” Não faço a menor ideia!

Locutor-sama Adventures, Silly Tales

Ia esquecendo do titulo desse post!

No apartamento do Locutor-sama, mais exato no quarto dele.
Locutor-sama: Estou aqui, em um dia de folga, trocando as pilhas do rádio. E por alguma razão, estou narrando algo tão comum como isso. Não é a toa que me chamam de workaholic. (após colocar as pilhas liga para testar se o rádio está funcionando)
Rádio: Ba-ba-na-na! Ba-na-na! (Locutor-sama lembrou-se que os gêmeos do Kekekê gostam dessa música, trocou a rádio) (uma música cheia de palavrão que mal dava para se saber que realmente havia uma letra, troca a rádio novamente)
Locutor-sama: Que letra interessante. Nunca vi alguém cantar lamentando-se da perda do seu querido donut. Que emocionante!
Rádio: (acaba a música do donut e começa outra)
Locutor-sama: Ah, aquela música nova da banda das canetas coloridas… Não dá para entender muito a letra. Tem mais remix que outra coisa. Não é que seja ruim, ter remix na música… É que dessa forma, não dá para entender a letra. Qual é a graça de ouvir a música sem prestar atenção na letra? Desse gênero só serve para dançar. Bem, é para isso que serve…
Rádio: (mais uma música começa) Estou sem interneeeet, é como se o apocalipse tivesse chegooo….
Locutor-sama: Essa música é um tanto deprimente…
Rádio: (continuação da música anterior) A culpa é dos zumbis, a culpa é dos zumbis que estou sem internet…
Locutor-sama: Minha nossa! O apocalipse zumbi? Exagero. E os zumbis cortam cabos de conexão de internet?
Rádio: (o Locutor troca a rádio) O momento é esse, é a única oportunidade que eu tenho para dominar o mundo…
Locutor-sama: (surpreso) Ah! Strange Young Generation. Música antiga!
Rádio: (começa outra música) No começo, ninguém entendia nada…
Locutor-sama: Clipes de Papel. Se não me engano, a inspiração do grupo era aquele assistente do Word… Criativo, não acham?
Rádio: (mais outra música começa) Meu amor por você nunca irá mudar, geladeeeira!
Locutor-sama: Cada um ama o que gosta.
Rádio: (outra música se inicia) Minha lapiseira sumiu, sumiu, sumiu! E agora se ela sumiu, sumiu, sumiu?
Locutor-sama: Essas músicas que repetem a mesma palavra sempre me intrigam…
Rádio: (depois da música da lapiseira) Nós corremos até o fim do arco-íris e no final não encotramos nada…
Locutor-sama: Músicas tristes com final esquisito. É sempre essa impressão que tenho ao ouvir isso.
Rádio: (música começando) O esquilo sabe dizer coisas que as pessoas duvidam até a décima primeira geração…
Locutor-sama: O que será que esse esquilo sabe falar?
Rádio: (música no começo) Meu anjo parece que veio de um mangá…
Locutor-sama: É? De qual mangá o cantor está falando?
Rádio: (música que começou) Os ventos querem me contar fofocas…
Locutor-sama: Eles podem querer contar lendas, também.
Rádio: (música começando) As bonecas estavam descalças…
Locutor-sama: O que será que aconteceu com os sapatos delas?
Rádio: (música nova começa) Os gatos pensavam que estavam num faroeste…
Locutor-sama: As músicas antigas eram tão estranhamente criativas…
Rádio: (o apresentador começa a falar) Olá, ouvintes da rádio Green Greens! Continuando o bloco das clássicas, a promoção de hoje é um aparelho novinho em folha, de karaokê! É só ligar…
Locutor-sama: (digita o número no telefone e depois de falar com o cara da rádio desliga) Oba! Sempre quis um aparelho de karaokê! Será que vou conseguir?
Rádio: Nós teremos o vencedor após o nosso rápido intervalo! Fiquem ligados!
Locutor-sama: Certo, certo.
Rádio: (na propaganda) Você quer comprar um imóvel a preço de banana? Isso não existe! Mas temos vários a preço de abacaxi.
Locutor-sama: Quanto será que custa o imóvel a preço de abacaxi?
Rádio: Nós somos babás, e cuidaremos no seu carro como se fosse um bebê!
Locutor-sama: Carro como se fosse bebê…? (confuso)
Rádio: Na papelaria nós temos tudo o que você precisa! Menos guardanapo e papel higiênico… Essas coisas não são bem comuns para se achar em uma papelaria…
Locutor-sama: Será que papel toalha eles tem?
Rádio: Você quer ser alguém na sua vida?! Então compre um novo save! Novo jogo de simulação…
Locutor-sama: Esses jogos de simulação… (desinteressado) Não fazem bem o meu estilo.
Rádio: Você sabia que o pássaro gritador quebrou o recorde do grito mais demorado de todos os tempos? Ele ficou gritando por 72 horas!
Locutor-sama: O pobrezinho deve ter ficado sem voz.
Rádio: Nós voltamos! E o vencedor, ou melhor vencedora é Shizuka Moon da cidade de Happy Green Things! Final do número é…
Locutor-sama: Autora, essa não valeu… (chateado)

– Há! Ganhei um aparelho de karaokê… Não. Só na história, foi só para deixar o pobre Locutor chateado. Foi um tanto malvado da minha parte… Mas deixou a história mais engraçada, acho!
– Demorei três dias para escrever essa história. Não sei bem o porquê.
– “Strange Young Generation” não existe, pelo menos, nunca ouvi falar uma banda com esse nome.