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Happy Green Things

Tem vezes que jogar está tão divertido, que a autora acaba esquecendo de escrever.

Happy Green Things, no escritório da autora.
Moon: (usando o computador para jogar)
Locutor-sama: (acaba de entrar) Bom dia.
Moon: Bom dia.
Locutor-sama: Alguma coisa para hoje?
Moon: Não exatamente. Meu humor está para jogar, e não escrever.
Locutor-sama: Isso em tinha notado.
Moon: Deixei um planejamento escrito nessa caderno que está aberto. Pode ler.
Locutor-sama: (deixa a pelúcia que trouxe em uma cadeira) Irei ver, então. (pega o caderno e começa a ler o que a autora escreveu)
Moon: (ainda jogando, fazendo expressões engraçadas)
Locutor-sama: A ideia é ótima! (já acabou de ler)
Moon: Fico contente que tenha gostado. (não tira os olhos do computador)
Locutor-sama: Quer que eu procure o Barman para convidá-lo a ser o protagonista?
Moon: Pode deixar, vou na Casa Verde amanhã para fazer isso.
Locutor-sama: Tem certeza?
Moon: Acho que você já trabalha o suficiente, não concorda?
Locutor-sama: Se você diz…
Moon: Trouxe alguma coisa?
Locutor-sama: Ah sim, comprei esse bichinho de pelúcia. Não é uma graça?
Moon: (finalmente dá pausa no jogo) Um onigiri! Que bonitinho!
Locutor-sama: Além dele trouxe outra coisa interessante.
Moon: E o que seria? Diga logo!
Locutor-sama: Um comunicador. (mostra para a autora uma coisa pequena)
Moon: Tecnologia alien?
Locutor-sama: Exatamente. Consegui com a Hello.
Moon: A troco de quê?
Locutor-sama: Usei minha habilidade especial.
Moon: Qual delas?
Locutor-sama: Não é a narração dramática.
Moon: Não?
Locutor-sama: É o meu hobbie.
Moon: Oh, entendi. Um preço justo.
Locutor-sama: Ela ficou bem satisfeita.
Moon: Bem, qual é sua pretensão em me dar isso?
Locutor-sama: Não acho que pretensão seja a palavra correta…
Moon: Você me entendeu.
Locutor-sama: Queria dar o onigiri para você. Uma companhia, e com o comunicador, ele fala algumas coisas. Também dá para colocar música, tocar rádio e fazer ligações.
Moon: Interessante! Mas ligar para quem?
Locutor-sama: Para quem você quiser, ele responde por comando de voz. Mas não esqueça de ser bem específica.
Moon: Certo, certo. Obrigada, Locutor. Mas precisava mesmo me dar o onigiri de pelúcia? (faz uma expressão de curiosa)
Locutor-sama: O comunicador é muito pequeno, você tem que deixá-lo preso em alguma coisa. Entendeu o porquê?
Moon: Entendi, mas não seria mais fácil uma pelúcia que tivesse bolso?
Locutor-sama: O onigiri tem um bolso nas costas.
Moon: (vai checar) Maneiro! Isso é bem discreto.
Locutor-sama: Bom, vocÊ quer que eu faça algo?
Moon: Quero. Vá passear entre as dimesões, ver se você encontra uma ideia perdida minha. Só não sei qual, exatamente.
Locutor-sama: Tem pelo menos uma pista de onde ela pode ter ido?
Moon: Para o mundo das ideias do Pratão.
Locutor-sama: Não seria Platão?
Moon: Não, não. A ideia estava com fome, foi para lá com intenção de voltar, mas pela demora, acho que ela deve ter se perdido.
Locutor-sama: Certo. Vou fazer a viagem agora mesmo.
Moon: Boa sorte, e vê se não se perde também.
Locutor-sama: Pode deixar, autora.

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Give me all your bread today and make the dance of happiness

Rika: Padaria, padaria… Não é um local qualquer. Sabe o porquê, Locutor-sama?
Locutor-sama: Aqui é a padaria do Urso Tobi. Deveria fazer uma frase que rimasse?
Rika: Não arrisque da sorte, Locutor.
Locutor-sama: O que viemos comprar mesmo?
Rika: Não sei direito, a autora já se decidiu?
Locutor-sama: Acredito que ela deve estar se decidindo nesse exato momento.
Moon: (no ponto) PÃO! Comprem pão!
Locutor-sama: (para a autora) Está bem, mas isso não é comum demais?
Moon: (no ponto) A história está sendo escrita por quem? Por você?
Locutor-sama: Não, senhorita Moon.
Moon: Ótimo. Então vão nessa, e não se esqueçam de cumprimentar o o Urso Tobi.
Locutor-sama: Está certo.
Moon: (desliga o ponto)
Locutor-sama: Vamos comprar pão?
Rika: Jura? Pensei que íamos comprar pó de fada.
Locutor-sama: Essas coisas não tem em padarias comuns.
Rika: Mas Locutor, que pó de fada é esse que está vendendo?
Locutor-sama: (olha para onde Rika aponta) Maquiagem em uma padaria?! Criativo o nome para uma marca de produtos de beleza.
Urso Tobi: Ei, aqui não é padaria. É um mercado, apesar de ter a parte de padaria.
Locutor-sama: Sinto muitíssimo, Urso Tobi.
Urso Tobi: Tá, tá. Não tem problema. Estou muito aterafado, não dá para conversar. Com licença, meus caros. (sai andando)
Rika: O Urso Tobi é um pouco assustador.
Locutor-sama: Normalmente as pessoas dizem isso.
Rika: Vamos só comprar pão?
Locutor-sama: Se você quiser comprar mais alguma coisa, não vejo o porquê de só levar pão do supermercado.
Rika: Está bem, então. Vou ir na parte da papelaria!
Locutor-sama: Não gaste tudo lá, ouviu? Tem outras pessoas que precisam de cadernos, por exemplo.
Rika: Certo, certo! Fica aí na seção dos bichinhos bonitinhos, está bem?
Locutor-sama: Por mim, tudo bem. Além de bonitinhos, eles parecem querer dizer alguma coisa para mim… (muito intrigado)
Rika: (na seção da papelaria) Cadernos! Muitos cadernos! Qual deles eu vou comprar… vamos ver… É melhor ficar de olho nos preços. (pensando)
???: (um rapaz estava ali escolhendo um caderno também)
Rika: (pensando) Ah! Um caderno com estampa de panda! Que gracinha! (olha na prateleira de cima e vê o que queria comprar mas não podia alcançar)
???: (vê a Rika com dificuldade e anda perto dela) Qual caderno você quer?
Rika: (sem olhar para o rapaz que ofereceu a ajudá-la) O dos pandas… obrigada.
???: Rika? (olha melhor para ela)
Rika: K-chan?!

He is back! Ele é um personagem bem antigo, fico contente em voltar com ele. Decidi acabar assim só para dar um estilão para a história.

Happy Green Things

Personagens e ideias não são exatamente a mesma coisa.

Happy Green Things, escritório da Moon.
Locutor-sama: Boa tarde, autora. Como você está hoje?
Moon: Muito bem, obrigada.
Locutor-sama: De bom humor?
Moon: Sim, estou com um ótimo humor. Por que a pergunta?
Locutor-sama: Porque eu gostaria de fazer uma pergunta.
Moon: Diga, o que você quer saber?
Locutor-sama: Não acha que usa palavras um tanto complicadas de vez em quando?
Moon: Quer dizer palavras ásperas?
Locutor-sama: Bom, sim.
Moon: Locutor, entenda bem o que vou dizer.
Locutor-sama: Estou prestando atenção.
Moon: Ótimo. Faço o papel de autora maluca que fica pirando com tantos personagens.
Locutor-sama: Essa é sua explicação? Interessante.
Moon: Sim. Mais alguma pergunta, aproveitando minha paciência?
Locutor-sama: O Kekekê mandou umas ideias.
Moon: Ótimo! Traga as ideias aqui. (animada)
Locutor-sama: Está bem. (sai do escritório e volta com umas criaturas estranhas)
Locutor-sama: (entra na sala) Antes farei uma breve explicação sobre essas ideias enviadas pelo Kekekê. São seres bastante estranhos, nem todos tem uma forma concreta. Deixo a descrição deles para a imaginação de vocês.
Moon: Falem ideias, por favor.
Ideia #1: Acho que você deveria fazer uma história em que finalmente oficializa o par Hello e Barman!
Moon: (levanta a sombrancelha) É mesmo? E qual é o seu bom motivo?
Ideia #1: Ninguém merece ficar sozinho.
Moon: Ah, mas é para isso que servem os amigos imaginários. Próxima ideia.
Ideia #2: Acho que você deveria casar o Barman e a Hello.
Moon: Trocar a ordem dos personagens não vai me fazer mudar de ideia.
Ideia #2: Mas autora…
Moon: Seu bom motivo?
Ideia #2: Os personagens devem ter final feliz!
Moon: Queridinho, isso não é conto de fadas. Próximo.
Ideia #3: Como o Kekekê e a Matilde se conheceram.
Moon: Anotada, talvez será escrita. Próxima.
Ideia #4: Barman escreve uma música para a Hello.
Moon: É possível. Próxima.
Ideia #5: Duendes quebram recorde de pular corda.
Moon: Comum, eu acho que está muito básica. Mas está anotada. Próxima.
Ideia #6: Tuta-sama de Sherlock Holmes, e Kekekê de Watson.
Moon: Anotada. Próxima.
Ideia #7: Declaração de amor do Barman para a Hello.
Moon: Não. Próxima.
Ideia #8: Declaração de amor do Olliver para a Rosalina.
Moon: Não. Pressa, hein? Próxima.
Ideia #9: Hello tomar consciência que o Barman gosta dela.
Moon: É possível que ela já tenha consciência. Próxima.
Ideia #10: A volta do grande pote de açúcar mascavo.
Moon: Anotada. Próxima.
Ideia #11: Onde fica o banheiro?
Moon: (levanta a sombrancelha) Na última ideia o Kekekê dá uma de engraçadinho. Estão dispensadas, voltem para o local de onde vieram.
Locutor-sama: As ideias foram embora.
Moon: Por que não me avisou do tema romântico?
Locutor-sama: Se eu avisasse, a senhorita não deixaria elas entrarem.
Moon: Provavelmente.

– Aguardem o mês que tem o dia dos namorados, talvez eu faça alguma coisa. Kekekê e Matilde, lógico.

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Por uma semana, é melhor que nada. (05-07)

Locutor-sama: Aqui na Casa Verde, muitos de nós estão preocupados com o jardineiro Olliver, que está desanimado. Será que ele precisa de umas aulas de como jogar Super Smash Bros Brawl?
Olliver: (em silêncio completo)
Barman: Olliver?
Olliver: Sim?
Barman: Precisava que você cuidasse de uma das flores… (com o vaso na mão)
Olliver: Pode deixar comigo. (dá um sorrisinho)
Barman: Você está frustrado, não é?
Olliver: Estou. Nunca fui muito bom em jogos de luta, mas tenho outra razão para estar um pouco desanimado.
Barman: E qual seria?
Olliver: (pausa dramática) Minha planta favorita acabou de morrer!
Barman: (sincero) Sinto muito, Olliver.
Olliver: E sabe o quê é pior?
Barman: o quê?
Olliver: Não lembro onde comprei a semente dela…
Barman: Não fique triste. Você não tem um diário de jardineiro ou algo do tipo?
Locutor-sama: Os olhos de Olliver se iluminaram. Ele saiu correndo para dentro da Casa Verde. Quando voltou, estava acompanhando de Nicolas.
Nicolas: Você vai comprar uma semente da Planta-Espiã?
Olliver: Exatamente! Ah, Barman.
Barman: Oi?
Olliver: Muito obrigado pela sua ótima ideia.
Barman: Não há de quê.
Olliver: Vou comprar a semente que eu quero. Você vem junto?
Barman: Tudo bem.
Locutor-sama: Não irei narrar enquanto estávamos no carro – na loja de jardinagem, econtramos a Senhorita Hello. Ela estava olhando umas flores azuis.
Nicolas: Quanto será que está o preço da Planta-Espiã?
Olliver: Não sei, mas espero ter trazido dinheiro suficiente para comprar…
Hello: Planta Espiã? Eu comprei as últimas sementes… (se vira de onde estava) Ah, oi gente.
Olliver: Você comprou?!
Barman: Para quê você comprou, Hello?
Hello: Para elas serem espiãs, oras.
Locutor-sama: A Senhorita Hello viu a cara de decepcionados que Olliver e Nicolas fizeram, então ela decidiu dar um pacotinho para cada um.
Olliver: Muito obrigado!
Nicolas: Essas plantas serão muito úteis…
Locutor-sama: Voltando para a Casa Verde, deixei os dois (Olliver e Nicolas) para cuidar das suas plantas. Nesse momento, estou na cozinha, com o meu primo Barman.
Barman: Para quê será que eles vão usar essas Planta-Espiãs?
Locutor-sama: Eu sinceramente não faço a menor ideia.

Happy Green Things

Co-como assim, dois posts hoje?

Happy Green Things.
Moon: (pensativa olhando para o computador) Pamonha, pamonha… som do carro da pamonha!
Locutor-sama: (olhando uma revista com bicinhos de pelúcias)
Moon: Não vai falar nada?
Locutor-sama: O que tem o carro da pamonha?
Moon: Nã-não sei… ele estava passando.
Locutor-sama: Está tudo bem, autora?
Moon: Está, claro. Só preciso de um suco de uva. Ficará tudo bem…
Locutor-sama: Tem certeza?
Moon: Absoluta.
Locutor-sama: Lembrou-se que existe fanfic de Tetris?
Moon: Nem me fale nisso.
[silêncio de dez minutos]
Locutor-sama: (espirra)
Moon: Saúde.
Locutor-sama: Com todo respeito, autora, essa história está bastante tediosa.
Moon: E você quer que eu faça o quê?
Locutor-sama: Deixa para lá.
[vinte minutos de silêncio depois]
Moon: Gosto de abacaxis.
Locutor-sama: Você precisa dormir.
Moon: Claro que não.
[trinta minutos de silêncio depois]
Locutor-sama: Uma vez, fui em uma cartomante.
Moon: É mesmo?
Locutor-sama: Sabe o que ela disse?
Moon: Não.
Locutor-sama: Acho melhor eu deixar para lá…
Moon: Como assim, vai deixar para lá?
[dez minutos de silêncio depois]
Moon: O que foi que a cartomamente te disse?
Locutor-sama: Não escutei no momento, passou o carro da pamonha.
Moon: Você deve estar brincando comigo.
Locutor-sama: Nunca faço brincadeiras. Sou muito sério.
Moon: Não. Você não é sério. Te conheço bem.
Locutor-sama: É mesmo?
[doze minutos de silêncio]
Moon: Correntes, e agora provérbios? Onde vamos parar?
Locutor-sama: Essa história está bem sem sentido, senhorita Moon.
/toca o telefone do escritório/
Moon: (atende) Alô.
Lalali: Oi, autora!
Moon: O que foi, Lalali?
Lalali: Liguei errado, desculpe.
Moon: Tá desculpada. (desliga o telefone)
[vinte e dois minutos de silêncio]
Locutor-sama: Importa mesmo você citar quantos minutos ficamos em silêncio?
Moon: Importa, sim.
Locutor-sama: Vão criar teorias da conspiração, em relação aos números.
Moon: Foram escolhidos aleatoriamente, eu juro.
Locutor-sama: Se você diz…
[trinta e três minutos de silêncio]
Locutor-sama: Espero que você durma melhor, essa noite.
Moon: Também espero.
Hello: (entra no escritório vestida de bruxa) Oi gente! Trouxe suco de uva!
Moon: Ouviram minhas preces!

– “Tinha necessidade mesmo de postar isso, Moon?” Coisas aleatórias? PERFEITO.
– Amanhã tem a continuação da história anterior, não se preocupem.

Green House Stories, Silly Tales

Por uma semana, é melhor que nada. (02-07)

Em um das Feiras da Cidade dos Cinco Monumentos.
Locutor-sama: Hoje é dia de feira, mas isso vocês devem ter notado, leitores. Meu primo Barman é do tipo de pessoa que sempre consegue achar as coisas por um bom preço.
Barman: Difícil vê-lo de roupas normais, Locutor.
Locutor-sama: Bem, não queria chamar muita atenção. E quanto a você, Nicolas?
Nicolas: Eu? Gosto de roupas comuns, sabem. Me sinto mais relaxado.
Locutor-sama: Entendo.
Nicolas: Feiras sempre são tão emocionantes!
Barman: Emocionantes em que sentido?
Nicolas: Ora, Barman… Caçar preços baixos é uma verdadeira guerra!
Barman: De fato, você tem razão.
Nicolas: Você sempre vem sozinho na feira?
Barman: Prefiro vir sem ninguém na maioria das vezes, mas não dispenso companhia.
Nicolas: Ah, entendi. Você é sempre tão bonzinho… enquanto o seu primo é um excêntrico.
Locutor-sama: Excêntrico? Normalmente escuto a autora dizer que sou chato.
Nicolas: Excêntricos não são chatos, são pessoas divertidas.
Barman: Bom, isso não me surpreende, vindo de você, Nicolas.
Locutor-sama: Eu particularmente não me considero divertida…
Barman: Ah! Laranjas em bom preço! (sai correndo)
Nicolas: De onde ele tirou essa velocidade?
Locutor-sama: Ele é um tanto surpreendente.
Nicolas: E como! Caçador de preços baixos…
Barman: Voltei. Encontrei laranjas em um ótimo estado!
Locutor-sama: Falta mais alguma coisa, primo?
Barman: Estou pensando… Na feita, sempre acabo comprando coisas a mais.
Nicolas: Se faltar dinheiro, estou com a carteira aqui.
Barman: Mas eu também estou com a cartei-
Locutor-sama: Batedor de carteira!
???: (o ladrão sai correndo)
Nicolas: (sai correnddo atrás do ladrão)
Locutor-sama: Estou cercado de pessoas surpreendentes!
Nicolas: Garoto, devolva a carteira que você acabou de roubar!
???: Mas… mas…
Nicolas: Devolva!
Barman: Calma Nicolas! Solte o garoto.
Nicolas: Mas Barman… (solta o ladrão)
???: Me-me-me-me-me desculpem…
Barman: Você precisa de alguma coisa, garoto?
???: Eu precisava de um pouco de frutas… Perdi o dinheiro que meu pai me deu, e ele vai ficar furioso se eu voltar sem as frutas…
Barman: De que frutas você precisa?
???: Laranjas.
Barman: Quantas?
???: Três.
Barman: (tira a quantidade que o garoto precisava das que tinha comprado) Tome.
???: Muito obrigado…
Barman: Não há de quê. Você não precisa roubar das pessoas, tenho certeza que sabe disso.
???: Eu sei, é que fiquei desesperado. Me desculpe, novamente.
Locutor-sama: Alguém perdeu essa carteira com dois cachorrinhos bonitinhos desenhados?
???: Ah! É a minha carteira! (contente)
Locutor-sama: Tome. (dá a carteira para o garoto) Cuidado com o seu dinheiro, nem todas as pessoas devolvem carteiras que encontram, ouviu bem?
???: Tá bem, tio.
Nicolas: Me desculpe, garoto. Acabei exagerando em perseguí-lo.
???: Não tem problema, tio grandão. Estava fazendo algo errado!
Nicolas: Ótimo! Não bata mais carteiras, entendeu bem?
???: Certo! Obrigado, tio bonzinho, pela ajuda. Quer que devolva as laranjas?
Barman: Não precisa, fica como presente meu.
???: Eu irei retribuir o favor! Ah, meu nome é Teobaldo.
Barman: Prazer. Eu sou o Barman. (os dois apertaram as mãos)
Teobaldo: Então tchau, Tio Barman! (vai embora)
Nicolas: Você continua sendo muito bonzinho, Barman.
Locutor-sama: Ele sempre foi assim, e sempre será.
Barman: Na verdade, tenho a impressão de já ter visto esse garoto em algum lugar…

– Quem será esse garoto? Não faço ideia… ou será que sei quem ele é?

Green House Stories, Happy Green Things

Qualquer um normalmente está em falta.

Estúdio Happy Green Things, no escritório da autora.
Locutor-sama: A autora estava olhando para um bloco de notas em branco, aberto no computador do seu escritório. Ela queria escrever alguma coisa. Não poderia ser qualquer coisa – tinha que ser algo genial, inspirador, dramático e cômico ao mesmo tempo. Será que ela iria conseguir escrever o que desejava? Ou será que ia ficar insatisfeita, como normalmente?
Moon: Fique quieto, Locutor-sama. Estou tentando ter paciência.
Locutor-sama: Paciência é uma virtude que poucos tem.
Moon: Você tem razão.
Locutor-sama: Está esperando a inspiração vir, Senhorita Moon?
Moon: Estou. E cheguei a conclusão que existe a possibilidade dela estar de férias.
Locutor-sama: Não acredito que devemos depender sempre da nossa inspiração.
Moon: Acha mesmo?
Locutor-sama: Acho. Como já lhe disse, é possível fazer histórias improvisando.
Moon: É verdade, e você provou que tinha razão.
Locutor-sama: Se você não consegue encontrar nenhuma ideia autora, não sei se irá ajudar você olhar fixamente para a tela do computador. Desconfio que não ajudará em nada.
Moon: Você tem razão, Locutor-sama.
Locutor-sama: Já experimentou relaxar um pouco?
Moon: É uma boa ideia. Vou jogar alguma coisa. Gostaria de participar?
Locutor-sama: Claro. O que você vai jogar?
Moon: Bomberman!
Locutor-sama: Legal. Não sou tão bom quanto o Barman, mas me divirto jogando.
Moon: Ora Locutor, se divertir é o que importa!

Casa Verde, no escritório da Hello.
Rosalina: Hello! Tenho uma boa notícia!
Hello: Fala aí, Rosa. Qual é a notícia?
Rosalina: Amanhã teremos a visita do meu irmão!
Hello: Maneiro! Ele vai ficar?
Rosalina: Vai, mas por uma semana. É melhor que nada.
Hello: Ok, ok. Mas você não tem mais nada para falar?
Rosalina: Sobre o quê?
Hello: Bem… se você não sabe, deixa para lá.
Rosalina: Pode falar, Hello.
Hello: É verdade que você ganhou um ano de xampu em uma promoção?
Rosalina: É, sim. De uma marca muito boa. Você quer? Terei tantos que vou até cansar…
Hello: Se você não se incomodar…
Rosalina: Não me incomodo. Vou trazer um. Quer um tipo em específico?
Hello: Rosalina, tenho a vantagem que qualquer um funciona comigo. Escolha o que te parecer mais simpático, já que qualquer um normalmente está em falta.

Silly Tales

Normalmente essas coisas acontecem.

Na loja de mangás, o paraíso para muitos otakus!
Rika: Você acredita nisso? Eu particularmente, não acredito.
Coke-san: Não sei dizer, sabe. É muita coisa para se pensar.
Rika: Pois é. Vida de mangaká é cheia de surpresas.
Coke-san: Quem diria que ele foi abduzido!
Rika: Eu ainda acho que isso é rumor…
Coke-san: Olha Rika, o mundo anda tão surpreendente, temos que acreditar em tudo.
Rika: Nem tudo nós devemos acreditar.
Coke-san: Bem, eu acredito em vida alienígena.
Rika: Tem que acreditar, você vestido de refrigerante vermelho, parece até um extraterrestre.
Coke-san: Ora, eu não sou um alien. Apenas sou um doidão excêntrico.
Rika: Interessante maneira de se descrever.
Coke-san: Achou o mangá que queria?
Rika: Cartas para mandar pelo correio, volume um, parece que se extinguiu junto dos dinossauros! E olha que já tentei até pela internet.
Coke-san: Será que os dinossauros levaram todos os volumes um desse mangá, ao serem extintos?
Rika: Na verdade eles não foram extintos, apenas foram levados por uma nave alienígena.
Coke-san: Você tem que acreditar em várias coisas, quando se trata de se questionar sobre a vida no planeta Terra, antigamente.
Rika: Exatamente, Coke-san. Bem, acho que vou levar o volume mais recente do Giz Mancha.
Coke-san: Giz Mancha? Não creio que seja um mangá muito adequeado para você.
Rika: Qual o problema de Giz Mancha?
Coke-san: Nenhum, é que ele é shounen.
Rika: Olha Coke-san, os mangás shoujos são bem piores…
Coke-san: Piores em que sentido?
Rika: Os clichês estão cada vez mais vomitantes.
Coke-san: Os shounens também tem clichês.
Rika: Pelo menos não é triângulo, quadrado ou polígono amoroso.
Coke-san: Entendi. Eles estão cada vez mais exagerados, hein?
Rika: É pior que novela mexicana!
Coke-san: Tem certeza que não tenho nenhum mangá femino que seja adequado para você…?
Rika: Ah! What a Cynical World! (tira um volume da prateleira)
Coke-san: Que mangá é esse?
Rika: Uma das poucas histórias shoujo que prestam.
Coke-san: Fico contente que você tenha achado algo de bom.
Rika: Pois é! Hoje o dia está ótimo! Mas que sorte!
Coke-san: Mais algum mangá? Estamos demorando mais que pessoas comuns em supermercado.
Rika: Tem mais um mangá que eu queria achar.
Coke-san: Qual? Detergente?
Rika: Não, o Desodorante.
Coke-san: Esses mangás tem cada nome esquisito.
Rika: Normalmente essas coisas acontecem, quando os autores misturam vários nomes e escolhem pelo modo de sorteio. É assim que você mistura um título em japonês, francês e inglês, só para ter uma ideia de um exemplo…

– Nota básica: Essa loja só existe na dimensão de Silly Tales, na Cidade dos Cinco Monumentos. Não tem um local assim no mundo real, ao menos que você more lá.
– A tendência dos mangás shoujos ficarem cada vez mais “apelativos”, é maior até que em mangá shounen. Acreditem em mim, vocês deveriam perder mais tempo com mangás para garotos do que os mangás femininos… Francamente, em que mundo estamos vivendo? Quantas opções de par romântico tem uma protagonista Mary Sue??!

Silly Tales

Supermercado, local cheio de preços caros.

Em um dos supermercados da Cidade dos Cinco Monumentos.
Locutor-sama: Os dias já não são mais os mesmos. Muitas pessoas já não querem saber de quem está próximo. Na sua esquerda, veem apenas os preços marcados pelas etiquetas. Na sua direita, a ganância. Até onde vai a malvadeza do ser humano? Para quê temos que viver em um mundo tão capitalista, onde as pessoas acreditam que cada vez mais, o “produto” que tem nunca existe, e que elas devem comprar cada vez mais…?
Barman: Locutor! Ei, Locutor. Terra para Locutor!
Locutor-sama: Sim, Barman? Você precisa de alguma coisa?
Barman: Sim, eu preciso que você pegue a margarina, a manteiga… E o que mais você achar necessário. Confio no seu bom senso, meu caro.
Locutor-sama: Está certo, está certo! Vamos ver… (olhando para os produtos)
Sebastian: Primo, que coicidência vê-lo por aqui!
Locutor-sama: Olá, Sebastian! O que faz no supermercado da cidade vizinha?
Sebastian: Eu diria que estou precisando trocar de ares. E você acreditaria se eu te dissesse, que grande parte dos supermercados lá em Tortillas, está com o preços bem piores?
Barman: Vejo que você está fazendo algo bastante incomum, Sebastian.
Sebastian: Ora, meu irmão, não vejo nada de errado em ir ao supermercado de vez em quando.
Barman: Você veio comprar o quê, afinal? (curioso)
Sebastian: Um protetor solar.
Barman: Protetor solar? Na cidade vizinha?
Sebastian: Os protetores solares estão os olhos de cara em Tortillas, em qualquer local que eu vá…
Barman: (bate com a mão na testa) Você está perdido, não está?
Sebastian: Bem, de fato, eu não faço a menor ideia onde está o local que os protetores solares…
Barman: Vem comigo, eu te mostro onde é. (puxa o irmão pelo braço)
Locutor-sama: O supermercado em que estamos é o local em que normalmente, os preços não estão exagerados. Mas infelizmente a inflação…
Barman: Francamente Locutor, você pod manter-se em silêncio, pelo menos por um minutinho? Por favor, as pessoas não param de olhar para nós.
Locutor-sama: Será que é por minha causa, ou porquê nós três estamos elegantemente vestidos, como se nós fôssemos para um casamento?
Barman: Você tem razão. Devia ter colocado algo mais… comum?
Sebastian: Ah, qual o problema? Nós estamos nos destacando.
Barman: Eu não gosto muito de me destacar.
Locutor-sama: Já sei o que podemos fazer.
Sebastian: Sobre o quê? Nossas roupas?
Locutor-sama: Exatamente! (tira uma varinha do bolso e as roupas dos três mudaram)
Barman: Puxa vida! Você é de qual casa, em Hogwarts?
Locutor-sama: Sonserina.
Barman: A mesma da autora? Que coincidência…
Sebastian: Olha só, estou parecendo que sou um… um… turista?
Barman: Bem, você está vindo de outra cidade…
Locutor-sama: (é ele com que está o carrinho) Olhem só, tem uma garota ali olhando para nós três… Você a conhece, primo?
Barman: Com qual dos seus primos você está falando?
Sebastian: (escondido atrás do Barman)
Locutor-sama: Com quem não está escondido, provavelmente.
Barman: Você a conhece, Sebastian?
Sebastian: Mas é claro que não! Eu só vim aqui comprar um protetor solar! (vermelho)
Barman: Eu bem que achei estranho o fato de você estar em um supermercado, ainda mais o da cidade vizinha.
Locutor-sama: O que um homem não faz pelo amor.
Sebastian: Não é nada disso!

Silly Tales

Em busca da Morning, parte três. (última)

Moon: No museu em que estávamos de brinquedos antigos, da história anterior, apareceu um robô gigante gigantesco! Repentinamente essa história se tornou uma coisa clichê de ficção científica? Francamente, quem é que está escrevendo essa história?
Hello: Você, ué. (lutando com o robô) Robô gigante gigantesco? Que exagero!
Moon: Não é exagero não, estou apenas descrevendo.
Robô: GAOOO!
Hello: Autora, robôs não fazem GAO!
Moon: O robô fui eu que criei, ele faz o barulho que eu quiser.
Hello: Ele ainda solta lasers pelos olhos! (desvia dos lasers)
Moon: Hm, talvez eu tenha exagerado um pouquinho…
Hello: Pô Moon, justo comigo você exagera?
Moon: Ah, mas eu não faço isso por querer…
Hello: AH! (foi atingida pelo robô)
Moon: Oh senhor amado, me diga, porquê sempre exagero?
Capitão Glory: Hello! Calma, estamos indo para ajudá-la! (indo para o chão)
Morning: Aguenta aí! Nós vamos ajudá-la! (descendo junto do Capitão)
Moon: Repentinamente, alguém inesperado e enxerido aparece para nos ajudar…
Locutor-sama: (acerta o robô com uma arma, bem atrás da cabeça e ele cai)
Moon: Olá, seu narrador metido a besta.
Locutor-sama: Você tem uma maneira bastante interessante de me agradecer pelas coisas, senhorita Moon. Felizmente cheguei a tempo para dar uma ajuda necessária.
Moon: Que politicamente correto! Você quer dar uma de Capitão América?
Hello: Obrigada, Locutor. O que você fez com o robô…?
Locutor-sama: É um tanto simples. Apenas fiz que ele libertasse os brinquedos. Isso aconteceu pois o atingi exatamente em seu ponto fraco.
Capitão Glory: Puxa vida, isso foi incrível!
Morning: Espetacular!
Locutor-sama: Muito obrigado, mas não acho que não foi nada…
Hello: Bom, o importante é que todos nós estamos bem! Vamos embora!

– Finalmente, o final dessa pequena saga. Espero que vocês tenham gostado!