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Happy Green Things

Kekekê tem que aparecer mais vezes, no estúdio Happy Green Things.

Happy Green Things, escritório da autora.
[Kekekê acaba de entrar na sala. Estou sentada, mexendo no computador. Não notei ele chegando, apesar de estar narrando o fato para vocês.]
[O duende subiu em uma escada, localizada ao lado da minha mesa, em situações como essa. É de exclusivo uso dos personagens da altura do Kekekê.]
Kekekê: Oi Moon!
Moon: É a minha consciência, ou o Kekekê… (vira a cabeça ao lado que o Kekekê está)
Kekekê: Bom dia!
Moon: Ah, bom dia. O que faz aqui?
Kekekê: Vim conversar.
Moon: Você anda tão ocupado. Sinto falta dos velhos tempos.
Kekekê: Nos velhos tempos, eu era impoliticamente correto.
Moon: Em outras palavras, você não sente falta dos velhos tempos.
Kekekê: Cinquenta por cento.
Moon: Kekekê matemático, que engraçado.
Kekekê: Fazia tempo que nós não participávamos de uma história juntos.
Moon: Verdade. Te troquei pelo Locutor-sama.
Kekekê: Bom, ele faz o trabalho dele.
Moon: E hoje, você só está disponível para a Mathilde.
Kekekê: Desde quando o nome dela tem “h”?
Moon: Fica mais bonito.
Kekekê: Oh. Tá!
Moon: Tem tido notícias do Clow?
Kekekê: Não. Tá sumido.
Moon: E a Yuuko-san?
Kekekê: Ela está bem.
Moon: Agora virou aliado dela?
Kekekê: Sim. O Clow é muito estranho.
Moon: Que bom que concordamos em alguma coisa.
Kekekê: Então o Pascoal é noivo.
Moon: Sim.
Kekekê: Tem certeza, que não vai esquecer desse detalhe?
Moon: Não posso garantir nada…
Kekekê: Certo, certo. Farei você lembrar!
Moon: Fico agradecida.
Kekekê: Já que estou aqui, precisa de alguma coisa?
Moon: De paciência. Tem?
Kekekê: Infelizmente, não tenho como disponibilizar isso para você.
Moon: Ok. Entendo.
Kekekê: Sabe, Moonzinha… você tem que aprender isso sozinha.
Moon: Tá. Só vou fazer isso, porque foi você que falou.
Kekekê: Que bom!
Moon: Você está brigado da Matilde?
Kekekê: Hm… não. Ela só estava um pouco nervosa.
Moon: Ela gritou com você. Não posso aceitar isso!
Kekekê: Estou acostumado, e também, ela nunca faz por mal…
Moon: Kekekê, você é santo ou coisa parecida?
Kekekê: Só sou um duende.
Moon: Tem certeza disso?
Kekekê: Absoluta!

– Kekekê, seu fofo! (saio correndo para a Matilde não me pegar)
– Estou devendo mais aparições do Kekekê.

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O dia em que uma maçaneta, furou o pneu! [02-02]

Locutor-sama: Anteriormente, nós fomos atigindos pela falta de sorte. O pneu do carro do meu irmão gêmeo, Pascoal, furou.
Pascoal: Uma maçaneta! Isso é um absurdo, senhorita autora!
Moon: Pára de reclamar, homem.
Pascoal: Sabe quanto custa, um pneu novo?!
Moon: Não.
Pascoal: Realmente não sabe? É melhor se informar!
Hello: Ai, ai…
Rosalina: Algum problema?
Hello: Fome.
Moon: Sério?
Hello: Claro!
Barman: (sai do carro)
Pascoal: (também sai do carro)
Locutor-sama: (sai do veículo)
Hello: (acaba saindo do automóvel também)
Rosalina: (sai por último)
Moon: (volta para o modo de narradora observadora)
[Os personagens dessa história, observam a situação.]
Pascoal: Alguma ideia?
Locutor-sama: Perguntando para mim? Eu não manjo de mecânica.
Barman: Pouco sei sobre esse assunto, também.
Rosalina: Excelente, se os homens não sabem, quem vai arrumar o carro?
[Hello levantou-se do chão, após se abaixar para pegar a maçaneta.]
Hello: Uma maçaneta! Quem diria! Moon, que ideia genial!
[Não foi uma ideia. Isso aconteceu realmente, com os meus pais.]
Hello: Sei, sei… Então é isso que você quis dizer, com “baseada em fatos reais.”
Rosalina: Hello, o que você vai fazer?
Hello: Vou até ali, ué. Tem uma loja de ferramentas, convenientemente localizada.
[Não comece com piadas. Queria o quê? Chamar o P-san?]
Hello: Oh, não… Ele não entende de mecânica de carro. Só de ônibus.
[E tem diferença?]
Hello: Tem. Já volto, sobrevivam aí.
[A Senhorita Ruiva fica fora por vinte minutos. Pascoal fica discutindo com o Locutor-sama.]
Rosalina: Quem diria, não sabia que a Hello entendia de mecânica.
Barman: Nem eu.
Pascoal: Uma mulher entende de mecânica! Nós três, como homens, devíamos ter vergonha.
Locutor-sama: Não vou entender de algo que não me interessa.
Pascoal: Mecânica é algo masculino!
Locutor-sama: Não comece, Pascoal.
Barman: Se formos pela lógica machista, não teria me formado em culinária.
Pascoal: Está insinuando que sou machista?!
Rosalina: Barman, cale a boca!
Barman: Ora Rosalina, esse cara está me testando a paciência, desde que corrigiu a Hello!
[Hello chegou na hora em que ouviu o nome dela.]
Hello: Ih, vocês estão surtando? Barman, eu não me importo com esses detalhes. Se ele quiserem corrigir a minha pessoa, pouco ligo. Para quê? É só o estilo dele.
Barman: Ah, mas…
Rosalina: Hello? Não acha que foi falta de educação?
Hello: Estou acostumada, em ouvir coisas piores. Não é, autora?
[Se você começar com provocação, vai pagar caro.]
Hello: Watch out guys, we’re dealing with an author here.
[Você vai ver, Senhorita Ruiva.]
Hello: Ah, você é tão simpática. Com licença, que farei a troca de pneu.
Locutor-sama: Senhorita Hello, não acha melhor…
Hello: Não.
Barman: Mas Hello…
Hello: Não!
Pascoal: Sério que você vai trocar o pneu?
Hello: Sim.
[Hello coloca o pneu novo. Guarda a maçaneta.]
Hello: Pronto! Serviço gratuito.
Rosalina: Que prático! Aprendeu com quem?
Hello: Com o meu pai. Ele disse que não dá para depender dos outros homens.
Rosalina: Entendi. E ele é uma pessoa confiável?
Hello: De certa forma. Só não fale com ele de manhã, e terá um pai de bom humor no período da tarde. Minha mãe está disponível de manhã, felizmente.
[Está querendo que eu apresente os seus pais?]
Hello: Faça o que quiser, autora.
Locutor-sama: Senhorita Moon, como você vai terminar essa história?
[Não sei. Piadas?]
Hello: Que originalidade.

– Só fiz a história em dois posts, porque ia ficar muito grande.
– Estou fazendo o possível, para deixar mais posts programados.

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O dia em que uma maçaneta, furou o pneu! [01-02]

Locutor-sama: Nós fomos dar um simples passeio. Muita gentileza sua, meu irmão, por emprestar o seu carro. Você tem certeza que não tem problema?
Pascoal: Se houvesse algum problema, não colocaria mais três pessoas nesse carro.
Locutor-sama: É verdade. Além de nós dois, Barman, Rosalina e a senhorita Hello também estão presentes.
Pascoal: Existe algo de errado, na sua frase.
Locutor-sama: Não comece, Pascoal. Nós não vamos discutir língua portuguesa.
Pascoal: “Língua Portuguesa”. Não escreva tudo de letra minúscula, senhorita Moon.
Hello: Tipo, a diferença entre os dois é que… hm…
Barman: Ah, o Pascoal é um pouco mais exigente.
Rosalina: Um pouco?! Bom, cada um com a sua exigência.
Pascoal: Fico contente que o carro está tão confortável, que a disposição de vocês para reclamar está excelente.
Hello: A Moon tem cem por cento de certeza, que tudo que o Doutor Português está falando, está escrito de maneira correta?
[Nota: Doutor Português = Pascoal. Locutor-sama e ele são gêmeos.]
Hello: Moon? Você não vai participar da história?
[Detalhe: O Locutor-sama normalmente se veste de terno e gravata. Não é uniforme, mas estilo dele. Na história de hoje, ele está com roupa casual, assim como seu irmão.]
Hello: Autora! Responda a minha pergunta!
[O Locutor-sama nunca está vestido da mesma maneira que o Pascoall.]
Hello: Moooon!
[Normalmente os dois estão arrumados certinho. É difícil de saber a diferença entre os dois. Dá para notar por causa da maneira de falar, e porque tem o nome na frente.]
Hello: Pô Moon!
Moon: Ai, que coisa. Estou tentando explicar para os leitores! Não me atrapalha!
Hello: Oi Moon! Que sorte que o carro é grande, e confortável!
Locutor-sama: O comentário da senhorita Hello me faz lembrar… Como é que você conseguiu comprar esse carro?
Pascoal: O carro? Não comprei, ganhei em um concurso de supermercado…
Locutor-sama: Entendi. Mas eu tenho a impressão que-
Pascoal: Você não vai corrigir um professor de Português, não é?
Locutor-sama: Esquece.
Hello: Só sei quem é quem, porque dá para saber que no carro, tá dirigindo o Pascoal…
Pascoal: Santo deus! Dá para falar corretamente?
Barman: Pascoal, como conseguem aturar os seus surtos de idioma?
Locutor-sama: Primo, não vamos começar com isso…
Pascoal: Quando você ama alguém, ninguém tem que dar bola para os seus defeitos…
Rosalina: Uh-oh.
Hello: Que foi, Rosa?
Rosalina: O Pascoal é temperamental, diferente do Locutor-sama…
Pascoal: Não sou temperamental!
Barman: Mas você tem que admitir, a sua mania de corrigir as pessoas…
Pascoal: Quem se importa?
Locutor-sama: BARMAN! PASCOAL! CALEM ESSA BOCA!
[Os dois ficaram em silêncio. Hello ficou surpresa ao ouvir o Locutor mandando os dois pararem de falar, utilizando palavras que não costumava usar.]
Locutor-sama: Perdão pela minha falta de educação.
Hello: Ah! Acontece.
Rosalina: Se você não mandasse eles calarem a boca, eu ia fazer isso.
Locutor-sama: Nâo acho que ninguém tem direito de mandar os outros calarem a boca, principalmente se são seus parentes. Vocês não me deixaram escolha.
Pascoal: (emburrado)
Barman: (sem paciência)
[Vocês devem ter notado, que o Barman não gostou em ouvir o Pascoal corrigindo a Hello. ]
Hello: Tipo, oi? Ele me corrigiu? Nem notei.
Rosalina: (bate com a mão na testa)
[Provavelmente vocês já sabem, e deu para notar. O Barman não se dá tão bem com o Pascoal, quanto ele pode ser um grande amigo para o Locutor-sama.]
Pascoal: Na verdade, você não-
Moon: Ninguém corrige a minha narração, mesmo que tenha erro de Português ou digitação!
Pascoal: (ficou calado)
Locutor-sama: Autora, você não está esquecendo…
Moon: Calma, eu sei o que estou fazendo.
[A conversa foi interrompida pela pausa do carro.]
Pascoal: O que foi que aconteceu, carrinho querido?!
Locutor-sama: O pneu foi furado.
Moon: Por uma maçaneta.

– Duvida que uma maçaneta pode furar o pneu? Acreditem, isso é baseado em fatos reais.

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Uma conversa altamente secreta.

[Nota da autora: Não existe nada nesse post que faça sentido, nem para ela mesma]
[Observação: Minhas notas e narração vão ficar escritas dessa forma.]
[Era um dia comum. Zaltana, a abacaxi, foi visitar sua amiga Alessandra.]
[Tocou a campainha do apartamento. Um chapéu elegante atendeu.]
Alessandra: Amiga! Que os pandas protejam você! Entre, por favor.
Zaltana: Oi, Alessandra. (entra no apartamento)
Alessandra: O que quer para beber? Chá? Refrigerante de laranja? Suco de uva?
Zaltana: Suco de uva, por favor.
Alessandra: E para comer?
Zaltana: Bem… tem doce?
Alessandra: Não, mas tem torta de atum.
Zaltana: Pode ser. Muito obrigada!
Alessandra: Os esmaltes estão com novas cores.
Zaltana: Não é estranho, um chapéu elegante dizer isso?
Alessandra: De fato. Mas isso é porque, ainda não achei esmaltes de estilo polka dot.
Zaltana: Entendo. Só acho que você não procurou direito.
Alessandra: Tem certeza? Eu acho que procurei, sim.
Zaltana: Não creio. Você podia ter se esforçado mais, amiga.
Alessandra: Cômica como sempre, não?
Zaltana: Lógico. Meu senso de humor é igual a um de um abacaxi.
Alessandra: Você sempre me mata de rir! (dando uma boa risada)
Zaltana: Está sempre rindo de qualquer besteira, que eu falo.
Alessandra: Eu? Imagine. Apenas estou desenvolvendo uma risada nervosa.
Zaltana: É? O que houve?
Alessandra: Uma simpática moça, me deu vida, como você sabe. Antigamente, não pensava ou me mexia. Hoje, vivo como qualquer criatura normal. Mas quando percebi “sou apenas um chapéu elegante”, as coisas ficaram mais complicadas.
Zaltana: Entendi o que você quer dizer. Fique calma!
Alessandra: Estou tentando. Consegui negociar com os pinguins, para devolver o ar frio no período da manhã.
Zaltana: É melhor que nada!
Alessandra: Vou tentar convencê-los, nas negociações, para fazer o inverno voltar mais rapidamente. Eles só sabem culpar o aquecimento global…
Zaltana: Temos que admitir, o Aquecimento Global é um vilão e tanto!
Alessandra: Estamos falando do aquecimento global do planeta Terra, ou do vilão?
Zaltana: Segunda opção.
Alessandra: Perdão, me confundi por um momento.
Zaltana: Ah! Acontece, pode ficar tranquila. Minha amiga, mais alguma coisa?
Alessandra: Sim! Você não comeu a torta de atum ou bebeu o suco de uva.
[Zaltana observa o pedaço de torta e o copo de suco, em cima da mesa.]
Zaltana: Quase ia me esquecendo.
[A abacaxi pega o garfo, que estava ao lado do pedaço de torta. Depois de terminar de comer, bebe o suco de uva. Foi até a cozinha.]
Zaltana: Pode deixar que eu lavo, Alessandra.
Alessandra: É muita gentileza sua. Recentemente, fui obrigada a chamar o encanador.
Zaltana: Aquele folgado?
[Alessandra foi até a cozinha, depois de Zaltana.]
Alessandra: Ele mesmo. Sabe, agora que está famoso, cobra mais caro… e ainda deixou o serviço pela metade! Felizmente o irmão dele, veio para terminar. Caso contrário…
Zaltana: …ia ser um estrago.
Alessandra: Isso.
Zaltana: Bom, já lavei os items que usei da sua casa. Sequei, guardei. Vou embora.
Alessandra: Já? Você sempre fica tão pouco.
Zaltana: Uma vida de abacaxi é muito agitada. Até mais, amiga!
[Zaltana abriu a porta, e foi embora.]
Alessandra: É uma abacaxi muito simpática. Que raridade, vê-la com uma maquiagem mais leve!

– Imagine que os leitores vão concluir: “Um chapéu elegante, e ainda por cima falante?” E é amigo de um abacaxi maquiado? Que coisa louca é essa?
– Vou tentar fazer uns posts variados, pelo menos até o final do mês.
– Estou tentando deixar os posts mais organizados. Assim a leitura melhor, espero.

Happy Green Things, Silly Tales

Várias piadas, mais uma revelação?!

No shopping da Cidade dos Cinco Monumentos. (Lado Um)
Hello: (bocejo) Não consigo encontrar de maneira nenhuma. O que acha disso, Rosalina?
Rosalina: Eu acho que você está ficando impaciente. Acertei?
Alice: Bem, a Hello nunca gostou de ficar passeando muito em shopping.
Hello: Não comemos nada! Absurdo!
Zaltana: Querida, nós vamos fazer pausa para comer daqui a pouquinho.
Miss Cupcake: Ai, Hello. Você só sabe reclamar.
Hello: Eu estou reclamando?
Rosalina: Bom…
Alice: Está.
Zaltana: Hello, você deveria manter contato com seu lado feminino mais vezes.
Hello: O que quer dizer com isso? Que tenho uma irmã gêmea?
Rosalina: (bate com a mão na testa)
Zaltana: Deixa para lá.
Alice: Não acredito nisso, Zaltana. Você não precisa ir fazer compras, para esse tipo de coisa.
Zaltana: E o que pode fazer, então?
Miss Cupcake: (olha para as unhas pintadas da Alice) Pintar as unhas?
Alice: De certa forma.
Hello: É uma escolha melhor. Deixa as unhas em melhor estado. (refletindo)
Zaltana: Estou vendo coisas?
Miss Cupcake: Eu estou vendo, a mesma coisa que você. Não acredito, não acredito…
Hello: O que houve?
Miss Cupcake: Nada demais. Vamos passar, e fingir que não conhecemos.
Rosalina: Aquele ali não é…
Miss Cupcake: VAMOS!
Alice: Vestido de menina? Outra vez?

No shopping da Cidade dos Cinco Monumentos. (Lado Dois)
Wolf: U-oh. Eu vi a Miss Cupcake? (preocupado)
Locutor-sama: Pelo visto, sim.
Wolf: Como isso pode acontecer?
Locutor-sama: Autora, não acha que a piada do Wolf vestido de Wanda, já está repetida?
Moon: Bem… está.
Locutor-sama: (usa a varinha para colocar roupas de menino no Wolf)
Moon: Magia? E ninguém viu?
Locutor-sama: Shh! Ninguém precisa saber, senhorita Moon.
Wolf: Ah, bem melhor! Usar saia, me incomoda.
Moon: É bom saber, que você não considera saia algo confortável.
Wolf: Mas você tem que admitir, eu fico muito fofo!

Bônus: Uma revelação…?
Happy Green Things
Moon: COMO É QUÊ É? Você está falando sério?
Lalali: É isso mesmo, autora.
Cola-sama: Isso explica o porquê, de Locutor-sama estar sempre em vários lugares, ao mesmo tempo.
Hércules: O que tem o Locutor-sama? (acaba de entrar no escritóro da Moon)

– Vou explicar no próximo post. Até amanhã, vou deixar vocês curiosos. (risada maligna)
– Post pequeno, eu sei. Ando um pouco com preguiça.

Happy Green Things

The World is Mine – Parte Três

No estúdio Happy Green Things, escritório da autora.
Moon: Esqueça de bonitões vestidos de Alice! Todos vão colocar roupa de príncipe! (deitada no chão)
Locutor-sama: Todos os rapazes, você diz? (olhando para a autora no chão)
Moon: Sim, é claro! Coloque uma fantasia, por favor.
Locutor-sama: Está bem… Mas não é melhor você sair do chão?
Moon: Não.
Lalali: (entra no escritório, que estava com a porta aberta) Oi pessoal! (pisa na autora)
Moon: Ei!
Lalali: O que você está fazendo no chão?
Moon: Estou com calor.
Lalali: (liga o ventilador) Agora saia do chão, isso é uma atitude muito boba.
Moon: Mas o chã do meu escritório é tão confortável!
Lalali: Autora, por favor… Cadê o Locuturor-sama?
Moon: Foi se vestir de príncipe.
Lalali: Isso é mais uma das suas fantasias?
Moon: Oh, peço desculpas se é esquisita.
Lalali: Já estou acostumada. Agora, saia do chão.
Hello: Geeente! (entra no escritório e tropeça na autora)
Moon: Eii! Olha por onde anda, Hello!
Lalali: Os acidentes acontecem assim, autora.
Moon: Tá bom, tá bom. (levanta do chão)
Hello: (também levanta do chão) Desculpe, autora.
Moon: Tudo bem. O que aconteceu?
Hello: O Barman e o Olliver acordaram vestidos de príncipe!
Moon: Puxa, que coisa louca!
Lalali: Como isso aconteceu?
Locutor-sama: (já vestido de príncipe) O mundo é meu!
Lalali: É mesmo, Locutor-sama?
Locutor-sama: Hm, não… Só quis dizer a frase.
Lalali: Entendi.
Hello: Não sei como aconteceu…
Moon: Tem certeza que você não sonhou tudo isso?
Hello: Bem, isso é possível.
Moon: Tenho certeza que foi isso que aconteceu.
Lalali: Ela acordou, e veio para cá direto?
Hello: Sim, foi isso que aconteceu… Que coisa louca!
Lalali: É algo bem louco, mesmo.
Locutor-sama: Como a fantasia ficou em mim, autora?
Moon: Excelente! (faz sinal positivo com a mão)
Hello: Kinder Ovo! (também faz sinal positivo com a mão)
Lalali: Kinder Ovo…?
Moon: Entendo o que quis dizer, Hello. Não está bom, nem perfeito. Está Kinder Ovo!
Hello: Não é? (bate na mão da autora)
Lalali: Confesso que cada dia que passa, fico mais surpresa…

Happy Green Things

The World is Mine – Parte Um

No Escritório da autora, no estúdio Happy Green Things.
Locutor-sama: (acaba de entrar no escritório) Olá, autora…. Autora? (olha para os lados e não a encontra)
Moon: Estou aqui. (deitada no chão)
Locutor-sama: O que faz no chão, senhorita Moon?
Moon: Nada, o que mais você acha que estou fazendo?
Locutor-sama: Talvez estivesse escrevendo uma cena em que, o personagem está deitado no chão. E então você resolveu fazer o mesmo, para ver se escrevia melhor…
Moon: Hm, não. É culpa do Consciência Pesada!
Locutor-sama: É? O que ele fez?
Moon: Aquele urso quebrou o ventilador e o ar condicionado!
Locutor-sama: O CP é um urso?!
Moon: Sim. De vez em quando, ele se transforma em boneco de palito.
Locutor-sama: Isso não faz muito sentido…
Moon: E desde quando as coisas que invento fazem sentido?
Locutor-sama: Tem razão. Agora saia do chão senhorita Moon, por favor.
Moon: Não. Eu queria pão de queijo.
Locutor-sama: Desculpe, mas eu não trouxe…
Moon: Quando vou ter meu pão de queijo?!
Locutor-sama: Autora, você vai sujar o seu cabelo…
Moon: (levanta do chão) Como você é chato, Locutor-sama.
Locutor-sama: Não acredito que você vai conseguir muita coisa, deitada no chão.
Moon: Tem razão. Se você deitar no chão, não ganha pão de queijo. Uma lição de vida!
Locutor-sama: Muito profundo.
Moon: Mas se eu sentar no sofá, ganho chocolate!
Locutor-sama: Quem diria, que surpreendente.
Moon: Sim! O mundo é meu! (começa a dar uma risada de vilã)
Locutor-sama: A risada foi para combinar com a frase?
Moon: É claro que sim, Locutor-sama.
Locutor-sama: Então… algum plano para a história?
Moon: Sim! Preciso de um rapaz bonito, para se fantasiar de Alice!
Locutor-sama: Um rapaz bonito? Suponho que não seja eu.
Moon: É claro que não. Desde quando você é bonito?
Locutor-sama: Ouvi dizer que, você costuma criar personagens masculinos bonitos…
Moon: É, de fato. Mas eu não acho você bonito. Não como o Barman.
Locutor-sama: Sei disso.
Moon: Bem, quem vai vestir a fantasia…
Locutor-sama: Autora, porque você está olhando para mim?
Moon: Talvez você ficasse bem, vestido de Alice.
Locutor-sama: Não acredito que eu fique bem de vestido, senhorita Moon.

– Eu e as minhas ideias esquisitas.

Green House Stories, Happy Green Things

Correntes que você vê na internet

No escritório da autora.
Moon: (sentada em frente ao computador) Mas isso é um absurdo! Locutor-sama!
Locutor-sama: Sim, autora? Aconteceu alguma coisa?
Moon: Leia isso. (aponta para o computador)
Locutor-sama: (senta na cadeira ao lado da Moon) Copie isso em trezentos e setenta e sete jogos, caso contrário, duendes começarão a pular na sua cabeça. Isso ocorrerá exatamente as três e meia da madrugada, quando você estiver dormindo, e sonhando com peixes voadores que gostam de batata frita.
Moon: O que você acha?
Locutor-sama: Uma corrente bastante absurda.
Moon: E como! E tem várias outras, aqui.
Locutor-sama: Abra sua mão, escreva um palavrão, feche-a. Depois de quinze minutos, vá na cozinha e pegue um pouco de manteiga, para passar na sua cara. Logo, abra a sua mão e encontre um brigadeiro…
Moon: (bate com a mão na testa)
Locutor-sama: Temos que admitir, que é bastante criatividade.
Moon: Calma, ainda tem mais.
Locutor-sama: Tem mais?!
Moon: Sim, continue a ler.
Locutor-sama: Copie esta mensagem em três jogos, caso contrário, os 150 pokémons clássicos irão sofrer…
Moon: Ei! Você ainda não terminou.
Locutor-sama: Não posso… é muito absurdo!
Moon: Concordo. Bom, vou poupá-lo do final dessa.
Locutor-sama: Não posso ler mais nenhuma…
Moon: Mas as próximas que eu selecionei são divertidas!
Locutor-sama: Está bem, então…
Moon: Olha só.
Locutor-sama: Essa mensagem se destruirá em dois segundos, quando você terminar de ler. Os onigiris de pelúcia irão dominar o mundo, dançando aquele hit coreano que parece não mais lembrando pelas pessoas.
Moon: O que acha?
Locutor-sama: Eu acho que a mensagem não se destruiu.
Moon: É, de fato.
Locutor-sama: Duendes escreveram essa mensagem… (começa a rir)
Moon: É, essa é de matar qualquer um de rir.
Locutor-sama: (parou de rir) Não dá para terminar de ler.
Moon: É, realmente…


Na Casa Verde, quarto da Hello.
Hello: Olha só, Ramsés! (aponta para algo no computador)
Ramsés: O que foi? (sobre no colo dela)
Hello: Correntes de internet. Dá uma lida.
Ramsés: Copie isso em cinco lugares diferentes, caso contrário, sua mãe irá te xingar, você vai perder seu namorado… blá, blá, blá. Tem gente que acredita nessas coisas?
Hello: Pior que tem! Acredita nisso?
Ramsés: Acredito.


No apartamento da Matilde.
Matilde: Copie isso em cinco comentários, vire de cabeça para baixo, e tente dançar a macarena. Depois fique de pé, vá correndo até a cozinha, e coma um pedaço de pizza… (vira o computador de cabeça para baixo)
Kekekê: Ma-matilde? O que aconteceu?
Matilde: As pessoas são muito idiotas!
Kekekê: Você quebrou o computador só por causa disso?
Matilde: Já considero um bom motivo!

Happy Green Things

And it goes like this

Escritório da autora, no Happy Green Things.
Moon: Sabe Locutor, eu estava aqui com uma pequenina ideia…
Locutor-sama: E qual seria, senhorita Moon?
Moon: Dominação de um mundo!
Locutor-sama: Certo. Qual deles?
Moon: Um fácil, ué. O País de Silly Tales.
Locutor-sama: Silly Tales? Eu pensei que você já era a dona desse país…
Moon: Mas sou apenas a criadora! Preciso dominá-lo, de um jeito bem vilanesco e cômico.
Locutor-sama: Acha mesmo isso necessário?
Moon: É lógico que eu acho.
Locutor-sama: Pense um pouco. O que você vai ganhar com isso?
Moon: Diversão? Não vai fazer nenhum mal…
Locutor-sama: Acredito que existam coisas mais interessantes para se fazer.
Moon: Mais interessante que dominar o mundo?!
Locutor-sama: Mais interessante que dominar um país.
Moon: Mas Locutor… tenho tantos planos. São bons projetos!
Locutor-sama: É? O que você faria para mudar o país de Silly Tales?
Moon: Primeiro, eu iria construir um parque temático de pinguins.
Locutor-sama: Já tem um, autora.
Moon: Ma-mas já? Como?! Só hoje tive essa ideia!
Locutor-sama: Quando você diz que as ideias tem vida, eu posso afimar que elas tem mesmo.
Moon: Não entendo. Como isso pode acontecer…?
Locutor-sama: Acontecendo, acho.
Moon: Isso é maneira de responder?
Locutor-sama: Sinto muito, não encontrei palavras melhores.
Moon: (bate com a mão na testa) E quanto a construir um parque aquático?
Locutor-sama: Já tem, também.
Moon: Não é possível.
Locutor-sama: Olha, tenho até um panfleto para te provar. (mostra algo que tira do bolso)
Moon: (tira o panfleto da mão do Locutor) Não acredito nisso!
Locutor-sama: Você pode não acreditar, mas existe.
Moon: O que está fazendo com um panfleto de parque aquático?
Locutor-sama: Estava planejando ir amanhã, confesso. Posso ter um folga?
Moon: Hm… não.
Locutor-sama: Mas autora…
Moon: Não darei folga nenhuma para você, até ouvir os meus projetos todos!
Locutor-sama: Está bem, então. Pode falar, estou ouvindo.
Moon: Assim está melhor. Que tal uma rede de lanchonetes?
Locutor-sama: Não acho que seja um projeto muito original.
Moon: E porque eu me importaria com o que você acha?
Locutor-sama: Concordo. Acho que é bastante necessário uma rede de lanchonetes…
Moon: Sarcasmo não faz o seu estilo, narrador.
Locutor-sama: Talvez não. Mas de qualquer forma, qual outros projetos você tem?
Moon: Vai ignorar meu projeto de rede de lanchonetes?
Locutor-sama: Sim, pois acho desnecessário.
Moon: Tá, tá. E papelaria?
Locutor-sama: O que tem a ver com essa história?
Moon: Ora, adoro items de papelaria.
Locutor-sama: Acho que não daria muito certo.
Moon: É? E por qual motivo?
Locutor-sama: Você iria utilizar todos os items, antes.
Moon: Tem razão.
Locutor-sama: Mais algum projeto?
Moon: Uma loja de roupas.
Locutor-sama: Parece interessante, apesar de não ser muito original.
Moon: Em que parte uma loja de roupas é interessante?
Locutor-sama: Se for uma loja de fantasias, já é muito interessante.
Moon: Ah, quer saber?
Locutor-sama: Quero saber do quê?
Moon: Desisto. Ser a autora é mais do que o suficiente. E meus projetos não eram nada malignos.
Locutor-sama: Bem, isso depende do ponto de vista.
Moon: Eu vou é tomar um suco de uva e ir jogar alguma coisa.
Locutor-sama: Esse é o espírito, senhorita Moon. Mas espero que você vá jogar videogame, não um sapato pela janela.
Moon: Mas aquilo foi um acidente!
Locutor-sama: Então, não quero que outro acidente desses aconteça. Não é pedir muito, ou é?
Moon: Hm, não. Aquilo foi falta de sorte, mesmo. Deixa para lá.

Green House Stories, Silly Tales

Última da saga dos malucos viajando.

Locutor-sama: Hoje nós estamos no ônibus, mais uma vez. É a viagem de volta para a Casa Verde!
Moon: Essa saga é uma enrolação que vou te contar.
Hello: Ué, então não escreva dessa forma.
Moon: E a culpa é minha por escreve assim?
Hello: Está começando a dizer coisas estranhas, Moon.
Rika: Meu deus! Vocês duas gostam de brigam.
K-chan: Vamos relaxar, pessoal.
Barman: Sem calma, nós não vamos lugar nenhum.
P-san: Calma e gasolina são coisas similares. Ambas tem um preço alto!
Hello: Que profundo, P-san. (emocionada)
Coke-san: “A gasolina tá cara, muito cara…”
Boon: E daí que a gasolina está cara?
Malvino: Fala isso porque não paga gasolina.
Zaltana: Ele paga sim, o Boon tem moto, esqueceu?
Boon: Zaltana, que raro! Você está me defendendo!
Zaltana: Não, só estou fazendo o Malvino se sentir burro.
Malvino: (ficou chateado)
Moon: Esses abacaxis…
Locutor-sama: Eles são muito amigos.
Hello: Realmente. A amizade não é uma coisa linda?
Rosalina: Tanta viagem de ônibus. Isso está ficando cansativo.
Hello: Calma, Rosa. Na próxima nós vamos de avião!
Rosalina: Avião?! Pior ainda!
Barman: Ela tem medo de avião.
Hello: Tem? Foi mal.
Locutor-sama: Não vejo o porquê de ter medo de avião.
Moon: Ora Locutor, com tanto acidente de avião que acontece…
Locutor-sama: Bom, também tem aqueles mistérios de aviões desaparecidos…
Moon: (chuta a perna do Locutor-sama)
Locutor-sama: Ai! O que foi que eu falei?
Moon: Não fique apavorando a pobrezinha da Rosalina!
Rosalina: (tremendo)
Locutor-sama: Desculpe, senhorita Rosalina. (arrependido)
Barman: Você não muda mesmo, Locutor.
Moon: Mudando de assunto…
Zaltana: (toca o celular dela e a abacaxi atende) Alô, Alessandra?
Locutor-sama: Zaltana começou uma conversa que não tinha jeito de que ia terminar rápido.
Boon: Ai, ai… Quem mandou eu sentar do lado dela?
Malvino: É melhor sentar perto do Coke-san!
Coke-san: (assobiando “Here comes the sun” dos Beatles)
Moon: Se você gosta de sentar perto de esquisitão…
P-san: É melhor ser esquisito do que não ser ninguém!
Hello: Você está um pinguim muito profundo hoje, P-san.
Rosalina: Me diga, Moon… Nós não vamos viajar de avião, vamos?
Moon: Se formos, eu não convido você.
Hello: Mas ela precisa superar o medo!
Moon: Precisar ela precisa, mas o Locutor não vai ajudar muito nisso.
Locutor-sama: Não acha que planejar fazer histórias com viagens em março é estranho, autora?
Moon: E daí? Cansa fazer as coisas apenas na Cidade dos Cinco Monumentos, sabia?
Locutor-sama: Bom… uma variedade não faz mal.
P-san: Não falta muito para nós chegarmos para a Casa Verde, pessoal!
Hello: Ótimo!
Moon: Podíamos cantar uma musiquinha…
Rosalina: Não!
Hello: Conversar é melhor.
Locutor-sama: Que tal contar piadas?
Moon: Não, eu já conheço a grande maioria das suas piadas.
Boon: Mas eu também queria contar piadas!
Malvino: Ah não! As suas piadas não!
P-san: Chegamos na Casa Verde!
Malvino: Estamos salvos das infâmias do Boon!
Locutor-sama: Todos nós saímos do ônibus. No jardim da frente da Casa Verde, encontramos o Olliver.
Hello: Oi, Ollie! Tudo bem?
Olliver: Não. Eu queria ter ido com vocês, mas a autora esqueceu de mim…
Moon: É mesmo, você estava no planejamento, para ir… Desculpa aí, Olliver.

– Espero que vocês tenham gostado da saga de viagem dos malucos.