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Silly Tales

Qual o problema de gostar de documentários?

Moon: Certo! Estou inspirada! Tão inspirada, que vou escrever a primeira coisa que vier na minha cabeça!
Hello: Paçoca?
Moon: Paçoca é a primeira coisa que vem na sua cabeça, Hello. Não na minha. Ah! Olha só o K-chan!
K-chan: O que foi?
Moon: Bem, eu queria que você aparecesse mais. Antes que o Balinha funde “o grupo dos personagens que estão largados e revoltados.”
Locutor-sama: Tenho certeza que ele não está fazendo isso, autora.
Moon: Nunca pode se ter certeza de coisa alguma Locutor-sama.
K-chan: Você não tem medo que os seus personagens se revoltem?
Moon: Eu tenho personagens bonzinhos, K-chan.
K-chan: Entendi. Agora, eu vou continuar a passar despercebido pelas cenas. Com licença.
Moon: Ma-mas K-chan! Eu ainda não acabei! Quero que você fale mais.
K-chan: Bem… eu não sou de falar muito. Como autora, você deveria saber disso.
Moon: Eu sei, mas… Hoje, estou cismada. Quero que você fale bastante.
Hello: Ah, é uma boa ideia! Pouco escuto o K-chan falar.
Moon: Normalmente, só a Rika consegue fazer ele falar. Será que ela já voltou da feira de artesanato?
K-chan: Ela só vai voltar mais tarde.
Moon: Ah! Você sempre está bem informado.
K-chan: Não estou sempre bem informado, foi ela que me contou.
Moon: Não é a mesma coisa?
Olliver: É um absurdo você falar que ele não fala, autora. Nós já conversamos bastante!
Moon: É mesmo? Amizade ocorrendo off-screen?
Hello: Como a linda história das minhas bolas de vôlei!
Moon: Francamente Hello, dá chance para os outros personagens aparecem!
Hello: Estou dando chance!
Moon: Não, você não está.
K-chan: Não acha ruim, você impedir a sua personagem favorita de falar?
Moon: Ela não é a minha personagem favorita!
Hello: Co-como assim? – vai ficar deprimida em um canto –
Moon: Au, ai… Barman, traga paçoquinha. Urgentemente. E suco de uva, Locutor-sama.
Locutor-sama: O Barman está fora, senhorita Moon.
Moon: Então traga paçoquinha você. E o suco de uva, por favor.
Locutor-sama: Certo, certo.
K-chan: Bom… eu tenho serviço para fazer. Até quando vou ter que ficar aqui?
Moon: Não seja reclamão, K-chan!
K-chan: Não estou reclamando. É ruim querer ir trabalhar?
Moon: Ah, meu deus! Um Barman já é o suficiente.
K-chan: Quando ele está fora, alguém tem que fazer o serviço dele.
Moon: Ai, homem! Você tem que ter momentos de folga.
K-chan: Eu tenho momentos de folga.
Moon: Assistir documentários não contam.
K-chan: Meus momentos de folga, não podem ser educativos?
Moon: Não. Eles tem que ser divertidos.
K-chan: Documentários podem ser divertidos.
Moon: Não, eles não podem!
Locutor-sama: Voltei. Paçoquinha, senhorita Hello?
Hello: Claro!
Moon: E o meu suco de uva??
Locutor-sama: Calma, autora. Está aqui.
Moon: Ah, ótimo! E K-chan…
K-chan: Sim?
Moon: Pode ir.
K-chan: Posso?
Moon: Pode. Vá assistir… documentários.
K-chan: Você não precisa me olhar com essa cara de desprezo, autora.

– Ha ha ha Eu preciso variar um pouco. E não, eu não tenho nada contra documentários.

Happy Green Things

As coisas acontecem quando a autora não está escrevendo.

Locutor-sama: Autora, qual é a história para hoje?
Moon: Eu não escrevi nada, Locutor-sama. Não estou com vontade de escrever.
Locutor-sama: Você não está com vontade? Como assim?
Moon: Sem vontade, Locutor-sama! Com preguiça, melhor assim?
Locutor-sama: Escrever faz bem, você não deveria ficar com preguiça de fazer isso.
Moon: Narrador, tem vezes que eu tenho preguiça para fazer até coisas interessantes.
Locutor-sama: Está querendo dizer que, a sua preguiça é algo poderoso?
Moon: MUITO PODEROSO.
Locutor-sama: No caso, seria muito poderosa.
Moon: Ah, é mesmo.
Locutor-sama: Então… não está com vontade de escrever nada? Nada mesmo?
Moon: Nada, Locutor-sama. Está difícil de entender?
Locutor-sama: Está bem, autora. Então vou até ali, fazer algo bastante divertido.
Moon: E o que eu tenho a ver com isso? Os personagens podem viver uma vida. Eles são livres.
Locutor-sama: Isso é uma coisa boa. Mas o que estou querendo dizer é que-
Lalali: Autora! Está chovendo refrigerante de laranja na cidade!
Moon: Como?! (vai olhar na janela)
Locutor-sama: (também vai olhar na janela) Inacreditável, autora! Parece até que estão querendo que você escreva!
Lalali: Ela não quer escrever?
Locutor-sama: Ela disse que está com preguiça.
Lalali: Ah, bom! Pensei que fosse bloqueio criativo!
Locutor-sama: Não. A Senhorita Moon não tem reclamado disso, faz um tempo.
Lalali: É um milagre!
Moon: Vocês estã ferindo os meus sentimentos…
Lalali: Mudando de assunto, como pode estar chovendo refrigerante de laranja?
Moon: Uma nuvem alienígena.
Locutor-sama: Como assim?
Moon: Ela é o automóvel para dois duenditos malvados.
Lalali: Duenditos?
Locutor-sama: De novo?
Moon: Eu não tenho culpa, se os duenditos estão querendo dominar o mundo!
Lalali: Eles estão?
Moon: Eu só espero que não aconteça nada, com quem está sendo atingido pelo refrigerante.
Locutor-sama: Você não está achando que…
Moon: Sim! E se, de repente, todo mundo começa a dançar?
Lalali: Isso seria muito esquisito.
Locutor-sama: E se o pessoal começasse a cantar, ia parecer um filme musical.
Moon: Um filme musical seria má ideia. Grande parte dos habitantes de Silly Tales são péssimos cantores…
Locutor-sama: Não é ruim dizer isso, dos seus personagens?
Moon: Meu bom narrador, uma boa autora conhece as fraquezas das criaturas que criou.
Lalali: Bem? O que vamos fazer, para acabar com essa chuva?
Moon: Nada, a Hello e o P-san deram um jeito. Viram?
Locutor-sama: (olhando na janela) É mesmo.
Lalali: (olhando também) Que ótimo!
Moon: Bom, agora posso voltar para a minha mesa? Quero continuar a ficar na posição “não vou escrever nada.” E eu sei, é bem parecida com a minha de tédio…
Locutor-sama: Mas autora, você acabou de escrever uma história?
Moon: Escrevi? Puxa, que distração a minha.
Lalali: Tem vezes que não dá para te entender, autora.

Silly Tales

Os personagens continuam em uma ilha deserta.

Locutor-sama: Continuamos na ilha deserta, da história anterior. E o pessoal está ficando cada vez mais maluco. Uma tristeza! Autora, até onde você vai querer continuar com isso?
Hello: WILSOOOOON! NÃOOOO! Volte, o Doutor House está aqui!
Rosalina: Hello, o quê você está fazendo?
Sabrina: Está tentando se afundar no rasinho? Ela pirou de vez…
Alice: Temos que voltar para casa, o mais rápido possível!
Fábio: (chorando deprimido em um cantinho)
Hello: Bom! Chega de brincadeira. Wilson, Doutor House! Vamos procurar o Olliver.
Rosalina: Você está preferindo falar com as bolas de vôlei, que nós?
Hello: Que falta de senso de humor, Rosalina. Em uma ilha deserta, eu tinha que fazer essa piada.
Barman: É mesmo! O Olliver ainda não voltou, é melhor nós procurarmos ele o quanto antes!
Pascoal: De onde você tirou essa faca?
Random: Do bolso!
Barman: Em ilhas desertas, nós temos que estar sempre preparados! Vamos entrar na floresta, de uma vez!
Hello: Agora assim você está entendendo o espírito da coisa!
Locutor-sama: Barman e Hello começou a cortar o que tinha pelo caminho, para facilitar a passagem. Andamos aproximadamente três horas, até que finalmente encontramos o Olliver!
Random: O que ele está fazendo dançando?
Olliver: Ah, oi pessoal!
Barman: Olliver! Nós estávamos preocupados, e você estava aqui dançando?
Olliver: Bem… quem dança, os males espanta. Não é isso que dizem?
Sabrina: Pensei que era “quem canta”, não “quem dança.”
Olliver: Tanto faz.
Hello: Nós estávamos preocupados! E você nem viu a piada das bolas de vôlei!
Olliver: Tenho certeza que foram muito divertidas.
Rosalina: Divertidas? As esquisitices da Hello são estranhas, não divertidas.
Fábio: Bom, pelo menos ela não jogou as bolas no mar…
Alice: A Hello quase jogou. Quase.
Hello: Ora, eu não teria coração para fazer isso. É muita maldade.
Barman: Mudando de assunto, como esse rádio está ligado?
Olliver: Boa pergunta, Barman. Deve ser pilha?
Sabrina: Ou ninjas…
Hello: Ninjas novamente, Sabrina?
Sabrina: Você nunca sabe, o que eles são capazes de fazer.
Locutor-sama: Tenho que concordar. Uma vez, visitei um amigo ninja. Ele me serviu um pedaço de bolo, mas não vi de onde. Quando dei por mim, já estava na minha mão.
Fábio: Não sabia que você tinha um amigo ninja.
Locutor-sama: Poucos sabem disso.
Pascoal: Er, gente? Repararam que tem um avião caído, aqui?
Hello: Puxa, é mesmo! Será que a Moon vai fazer alguma piada com Lost?
Locutor-sama: Não acredito que a autora faria isso, já que ela nunca assistiu a série.
Sabrina: É muito perigoso, fazer piada com coisas que se não conhece. Como os ninjas.
Rosalina: Você cismou com ninjas!
Sabrina: É que eu tive impressão de ter visto um, aqui na ilha.
Fábio: Sério? Sempre quis ver um ninja!
Random: Será que tem mesmo, um ninja na ilha?
Locutor-sama: De repente, ouvimos um barulho. Um OVNI aterrissou bem na nossa frente!
Hello: P-san!
P-san: Minha nossa! Finalmente encontrei vocês.
Locutor-sama: E então, todos nós fomos embora da ilha deserta. Mas duas perguntas não foram respondidas! Existiam ninjas naquela ilha? E como nós fomos parar lá? Infelizmente, não sei como responder essas perguntas…

– Bônus: O Mestre dos Magos, quero dizer, o P-san, podia ter salvo os personagens a qualquer minuto.

Silly Tales

Os personagens em uma ilha deserta.

Locutor-sama: A autora resolveu enviar uma parte dos seus personagens para uma ilha deserta. Muito divertido… e silencioso, até. Não é ruim, ficar em uma ilha deserta.
Random: Olha só! A Hello está com duas bolas de vôlei!
Sabrina: Eu tenho até medo de perguntar, mas o que você está fazendo?
Hello: O Wilson e o Doutor House!
Rosalina: Meu deus…
Olliver: Quer dizer que nós somos náufragos?
Fábio: Náufragos. Náufragos…
Barman: (chocado demais para dizer alguma coisa)
Pascoal: E olhem só! Nós só temos uma latinha de comida!
Hello: Que situação extrema!
Locutor-sama: Eles estão se divertindo com isso. Eu não acredito!
Random: Isso não é uma coisa boa?
Locutor-sama: Na minha opinião, não.
Random: Pense no lado positivo.
Locutor-sama: Existe um lado positivo?
Random: Não consigo pensar em nenhum, mas com certeza deve ter!
Olliver: Bom! Eu vou entar na floresta.
Rosalina: Para quê, exatamente?
Olliver: Para ver se acho alguma coisa.
Hello: Boa sorte!
Olliver: (entra na floresta)
Locutor-sama: Olha só para aquele grupinho sentado nas pedras!! Deprimidos! Chocados!
Rosalina: Como nós viemos parar no meio da selva?
Barman: Eu não sei, a última coisa que me lembro, era que eu estava… sentando em um lugar mais confortável!
Sabrina: É melhor eu anotar, sentar em pedra não é nada confortável!
Fábio: Eu estou fora de forma! Ou melhor, acho que nunca estive em forma.
Alice: Para estar em uma ilha deserta?
Fábio: Isso mesmo!
Alice: Ninguém nunca está pronto para isso.
Sabrina: Pessoas normais não estão prontas, pelo menos.
Alice: Boa observação.
Rosalina: Eu gostaria de me sentar em uma cadeira…
Hello: Uma cadeira? Não se preocupe, eu vou fazer uma… nessa crafting bench!
Sabrina: Nessa mesinha de pedras? Sério?
Hello: Sério! Não devemos subestimar os poderes das pedras!
Locutor-sama: A Senhorita Hello acabou fazendo cadeiras para todo mundo.
Rosalina: Bom, está melhor do que ficar sentada nas pedras.
Sabrina: Pedras não são feitas para sentar. Pedras não são feitas para sentar…
Alice: Você não precisa ficar repetindo isso.
Sabrina: Eu sei, mas com essa frase, a situação parece ficar mais confortável.
Alice: Bem, você é quem sabe.
Fábio: Eu desisto! Vou dormir ali, no cantinho!
Alice: Certo, certo.
Locutor-sama: Muitas horas se passaram. O pessoal começou a ficar maluco, e por alguma razão, Barman começou a ficar amigo dos macacos.
Pascoal: Barman abraçando macacos? Quem diria?
Hello: Ah! É bom fazer amizade com os bichinhos!
Rosalina: Com os macacos? Sério?
Sabrina: Será que devemos nos preocupar com a sanidade dele?
Locutor-sama: Acredito que, quando sairmos daqui, ele volta ao normal. Eu acho.
Random: Pensamento positivo!
Hello: Vocês não acham estranho, que até agora o Olliver não voltou?
Rosalina: Não devíamos ter deixado ele entrar na floresta.
Pascoal: Ah, ele deve estar bem. Nós não ouvimos nenhum grito!
Rosalina: Ele pode ter sido silenciado.
Sabrina: Ninjas?
Alice: Ninjas, em uma ilha deserta. Faz sentido.
Sabrina: Não exatamente, só estava observando as minha ideias.
Alice: Ah, tá. Por quanto tempo você vai ficar dormindo, Fábio?
Hello: Deixa ele dormir, Alice. Ele não tem muitas experiências em aventuras, mesmo.

Não tão longe dali…
Olliver: *dançando perto de um rádio ligado* Não sei bem como o rádio está funcionado, mas não vou perder a oportunidade de dançar!

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O Sábio Milho Verde da Montanha.

Random: O narrador das histórias da Moon, Locutor-sama, foi em busca de um sábio Milho Verde. Parece que ele vive em cima da montanha, como todos os bons sábios!
Locutor-sama: Existem sábios que não moram em cima de montanhas, Random.
Random: Então eles não são sábios verdadeiros!
Locutor-sama: Está bem, Random. Você quem sabe.
Random: Locutor-sama andou um longo caminho, para chegar em seu objetivo. Lutou contra monstros, tomou café na padaria da esquina, tomou um pouco do refrigerante de laranja, e também…
Locutor-sama: Vivi muitas aventuras.
Random: Resumindo, sim. E você está chateado, porque não está narrando?
Locutor-sama: É claro que não.
Random: Minha nossa, Locutor! Outro monstro!
Locutor-sama: Outro?!
Random: É pior que o primeiro!
Locutor-sama: O monstro está cantando… músicas de comerciais de pasta de dente?
Random: NÃAAO!
Locutor-sama: Você tem medo disso, Random?
Random: Cla-claro que eu não tenho medo!
Locutor-sama: Senhor monstro, eu gostaria de pedir um favor. Teria a gentileza de poder ir cantar suas músicas mais para lá?
Monstro: HAAAAAR!
Locutor-sama: Har?
Random: Har?
Monstro: Sou pirata, algum problema?
Locutor-sama: Está faltando o tapa-olho.
Monstro: Tapa-olho? Que pena, eu só tenho esse elmo viking.
Locutor-sama: Você poderia se tornar viking, então.
Monstro: Viking… não combina muito comigo. Talvez seja melhor eu me tornar bailarino!
Random: Um bailarino com elmo viking? Que estranho.
Locutor-sama: Shh, Random! As pessoas tem direito de serem quem elas quiserem.
Monstro: Eu não sou uma pessoa, sou um monstro.
Locutor-sama: Oh. Desculpe.
Random: Então… nós podemos passar?
Monstro: Ah, claro que sim! Desculpem se eu assustei, mas não consigo evitar, sabem?
Locutor-sama: Essas coisas acontecem, não se preocupe.
Random: Andamos mais um pouco, e finalmente chegamos em frente da montanha!
Locutor-sama: Agora só falta escalar.
Random: E quando nós escalamos a montanha…
Locutor-sama: Olhe só, Random! Uma placa escrito “O Sábio que vivia aqui, se mudou.”
Random: E embaixo, está escrito que ele não aguentava mais viver em um local sem internet.
Locutor-sama: Faz sentido, eu acho.

– Moral: (porque toda boa história tem) Não confie na autora, principalmente quando ela está escrevendo em cima de hora.

Happy Green Things

Escrevendo em cima da hora.

Moon: Locutor-sama! Eu estou em cima da hora!
Locutor-sama: Você tem algum compromisso, autora?
Moon: Escrever umas histórias. Ou melhor, muitas histórias. O mês de junho está acabando.
Locutor-sama: Ah, sim. Posso ajudar em alguma coisa?
Moon: Se você quer ser útil, então pegue a caixa.
Locutor-sama: A caixa? A de emergência?
Moon: Claro, que outra caixa, eu estaria precisando?
Locutor-sama: Tem razão. Vou precisar colocar um kimono adequado?
Moon: Não. E isso é alguma piada interna?
Locutor-sama: Talvez. Volto já.
Moon: Duendes pulem na minha cabeça…
Locutor-sama: Voltei. Aqui está a caixa, autora.
Moon: Ótimo, ótimo. Obrigada. (abre a caixa) Incrível!
Locutor-sama: Incrível o quê, autora?
Moon: Eu deveria ter pensado nisso antes.
Locutor-sama: É?
Moon: Sim, sim. Me sinto uma besta, por não ter tido essa ideia antes.
Locutor-sama: Mas, senhorita Moon…
Moon: O que foi?
Locutor-sama: A caixa de emergência está vazia.
Moon: Está?? Mas as minhas ideias nunca estiveram tão claras!
Locutor-sama: É? Fico contente com isso, autora.
Moon: Ótimo. Locutor-sama, você já sabe o que fazer!
Locutor-sama: Não, autora. Eu não sei.
Moon: Como você não sabe?! Você deveria saber. Que absurdo!
Locutor-sama: Peço desculpas pela minha ignorância, senhorita Moon. O que exatamente, você quer que eu faça?
Moon: Você realmente não sabe?
Locutor-sama: Se soubesse, eu teria feito, não estaria aqui perguntando.
Moon: Tem razão. Agora me escute com atenção, Locutor-sama.
Locutor-sama: Estou escutando.
Moon: Muito bem. Você vai abrir a porta do escritório, andar quinze passos no corredor…
Locutor-sama: Não me diga que vai abrir um portal místico, ou coisa do tipo?
Moon: Um portal místico? Não, um portal dimensional. E você vai parar… na… no… milho verde.
Locutor-sama: Na no milho verde? O que tem milho verde?
Moon: Não sei. Foi uma inspiração repentina. Esqueça os passos! Vá procurar o sábio milho verde da montanha!
Locutor-sama: Existe o sábio milho verde da montanha?
Moon: Se não existia, agora tem.

Silly Tales

Urso Tobi fala de um assunto importante.

Urso Tobi: Bom dia, amigos e amigas. Estou aqui para falar…
Random: Sobre rimas?
Urso Tobi: É sobre rimas, músicas infantis assustadores.
Random: Só isso?
Urso Tobi: E tudo que vier na minha cabeça.
Random: Isso pode ser perigoso…
Urso Tobi: Vou entrevistar um amigo meu, o Boi da Cara Preta. Diferente do que as pessoas pensam, ele é muito sensível. E não quer assustar ninguém.
Boi: Eu só queria contar histórias, para as crianças dormirem! (começa a chorar)
Urso Tobi: Está vendo o que você faz, sociedade? Como ousam, fazer essa pobre criatura chorar!
Locutor-sama: É programa de notícias, ou programa de entrevistas?
Urso Tobi: Já disse, é tudo que vier na minha cabeça.
Locutor-sama: Não pode funcionar dessa maneira, Tobi. As coisas devem ser planejadas!
Urso Tobi: Mas e a autora? Ela nunca planeja as histórias de antemão!
Locutor-sama: Não vamos desviar do assunto. E tente ser…
Urso Tobi: Dramático?
Locutor-sama: Organizado, Urso Tobi. Seja organizado.
Urso Tobi: Está bem. Agora vou falar com o Random.
Locutor-sama: E quanto as rimas?
Urso Tobi: Ninguém se interessa sobre rimas, Locutor-sama.
Locutor-sama: Entendo. As rimas saíram de moda.
Urso Tobi: E elas são assustadoras.
Locutor-sama: Cantores de ópera são mais assustadores.
Urso Tobi: E você é muito estranho.
Moon: Gente! Eu vou colocar o Random, para apresentar esse programa. Vocês estão saindo do assunto.
Urso Tobi: Você vai me substituir por um boneco de palito?
Moon: Ele é engraçado, pelo menos.
Random: Obrigado.
Urso Tobi: Engraçado? O que um boneco de palito, tem de engraçado?
Moon: Ele usa uma calça!
Locutor-sama: Não entendo como isso é engraçado, autora.
Urso Tobi: Está vendo? Até o seu narrador, está te questionando.
Moon: O Locutor-sama está apenas confuso.
Locutor-sama: Senhorita Moon, mas isso está fugindo completamente do sentido…
Random: Autora, não é mais fácil você…
Moon: Que coisa! É só elogiar, que vocês começam com isso…
Urso Tobi: Outra música que não entendo é aquela: “Hoje é domingo, pé de cachimbo…”
Moon: É só uma música com rimas.
Urso Tobi: Eu nunca entendi essas músicas.
Moon: E eu pensei que você gostasse de rimar…
Urso Tobi: Isso é coisa de um passado, do qual não me lembro!
Moon: Essa sua piada não é muito original.

Listas, Silly Tales

Hoje é aquele dia!

Locutor-sama e Random-
Locutor-sama: Hoje é aquele dia…
Random: Nós vamos dominar o mundo, Locutor-sama?
Locutor-sama: Não, amigo Random. Hoje é aquele dia em que, nós vamos fazer panquecas!
Random: Panquecas! Elas são muito emocionantes. E dramáticas.
Locutor-sama: Dramáticas! Você está pegando o espírito da coisa.
Random: As panquecas vão ser de atum?
P-san: Posso ser convidado para essa festa de panquecas?

Tuta-sama e Kekekê-
Kekekê: É hoje, Tuta! Aquele dia!
Tuta-sama: Sim, Kekekê. Eu sei!
Kekekê: Está preparada?
Tuta-sama: Sim! Estou aqui, com meu microfone.
Kekekê: É hora do karaokê!
Tuta-sama: O dia inteiro!
Matilde: Karaokê? Você vai no karaokê com ela, Kekekê!
Kekekê: Você está convidada também, Matilde!
Matilde: Agora melhorou.

Moon e Pascoal-
Moon: Pascoal! Hoje é aquele dia!
Pascoal: A páscoa?
Moon: Não!
Pascoal: Natal?
Moon: Não!
Pascoal: Então deixa eu bater meu recorde.
Moon: Pascoal, nós precisamos ler tirinhas!
Pascoal: E se perguntar, o porquê da tirinha ser engraçada?
Moon: Exato! (apesar de eu achar que explicar a piada é uma coisa chata)
Pascoal: Agora você me convenceu!

Capitão Yay e Balinha-
Capitão Yay: Hoje, é aquele dia!
Balinha: É o dia de nós viajarmos de navio?
Capitão Yay: Não, não. É só amanhã!
Balinha: Então, hoje é dia de quê?
Capitão Yay: De alguma coisa… importante.
Balinha: É mesmo?
Capitão Yay: Deixa para lá.Vou pegar a pipoca, e ver filmes românticos.
Balinha: Certo… Isso foi estranho.

Alice e Wolf –
Alice: É hoje, Wolf.
Wolf: É aquele, dia?
Alice: Exato. Nós vamos construir um foguete, com bolinhas!
Wolf: Bolinhas roxas?
Alice: Exato!
Wolf: O foguete tem que usar óculos!
Alice: Ah, está aí uma boa ideia!

Hello e Barman-
Barman: Hello, hoje é aquele dia.
Hello: Segunda-feira?
Barman: Não, Hello. Hoje é sexta-feira.
Hello: Ah! Hoje é dia de paçoquinha grátis!
Barman: Também não é isso.
Hello: Dia da pipoca grátis?
Barman: Exato!
Hello: Eu sabia, o tempo todo.

Silly Tales

Pônei de pijama de bolinhas.

Locutor-sama: Era um dia comum, e bastante tranquilo. Estava voltando do supermercado, acompanhado do meu amigo Random. E então, vemos um pônei!
Random: Um pônei! A autora gosta mesmo, dessas histórias com pôneis.
Locutor-sama: Fico me perguntando, se a autora queria ter ganhado um pônei, na infância.
Random: Faz sentido.
Locutor-sama: Pôneis são bonitinhos, mas essa história deles vestidos, já está ficando batido.
Random: Mas ele está com pijama de bolinhas!
Locutor-sama: Está?
Pônei: Todo mundo sabe que, pijamas de bolinhas são bonitinhos. E me deixam fofo!
Locutor-sama: Um pônei com complexo de Wolf? Isso não vai dar certo.
Random: O Wolf pode virar um vilão, de repente.
Locutor-sama: Por cíumes? Consigo ver isso acontecendo.
Random: Ele gosta muito, de ser chamado de fofinho.
Locutor-sama: Talvez ele precise de ajuda.
Pônei: Com licença, senhores. O post é sobre “o pônei de pijama de bolinhas”, não sobre esse Wolf.
Locutor-sama: Me desculpe, mas não estou muito interessado.
Random: Talvez você tenha medo de pijamas de bolinhas, Locutor-sama?
Locutor-sama: Eu não tenho medo de pijamas de bolinhas, Random. Isso seria ridículo.
Random: Acho o seu medo de cantores de ópera um pouco ridículo.
Locutor-sama: Amigo, você não sabe como eles podem ser assustadores. E é melhor nem saber.
Random: Mais assustador que aquele filme, Coraline e o Mundo Secreto?
Locutor-sama: É apenas um filme esquisito.
Random: Tive pesadelos a semana toda, por causa daquele filme!
Locutor-sama: Você é um boneco de palito muito sensível.
Random: Nem tanto, aquele filme é que foi muito esquisito.
Pônei: Já vi que não estou fazendo sucesso. É melhor eu ir embora. Vou comprar café!
Locutor-sama: Senhor pônei, não tem café na farmácia.
Pônei: Eu estava indo para o lugar errado? Eu já sabia.
Locutor-sama: Sim, você já sabia. Essas coisas acontecem.
Pônei: Está dizendo que eu fiz isso sem querer?
Locutor-sama: Eu não estou dizendo, foi isso que aconteceu.
Pônei: É, talvez você tenha razão.
Locutor-sama: Nem sempre as pessoas prestam atenção no narrador.
Random: É que você não deve ter sido dramático o bastante.
Locutor-sama: É verdade, meu amigo. E quando não sou dramático, não estou fazendo meu trabalho corretamente.
Pônei: É por causa do meu pijama de bolinha? Ninguém gosta de pijama de bolinha?
Locutor-sama: Não acredito que seja por causa disso.
Pônei: É que sou entediante, não é? Vou embora. Agora, vou mesmo! Comprar café.
Locutor-sama: Mas aí é uma loja de roupas… Deixa para lá.

– Esse post ganhou o prêmio de “história sem sentido algum.” Em um local imaginário. Yay!

Listas, Silly Tales

Coisas de outro mundo.

Locutor-sama: Hoje, a autora decidiu fazer mais uma lista. De coisas de outro mundo.
Moon: Tá, tá. As pessoas leram o título, Locutor-sama.
Locutor-sama: Eu apenas quis fazer uma introdução.
Tuta-sama: Eu tenho certeza que a Hello e o Biscoito são de outro mundo.
Hello: O Biscoito é alienígena?
Kekekê: Ele é? Não sabia.
Tuta-sama: Tenho certeza disso!
Moon: “Outro mundo”, pode ser de outra dimensão, também.
Tuta-sama: Em qualquer dimensão, o Biscoito e a Hello são de outro planeta, na verdade.
Moon: Minha cara guaxinim, você não me entendeu…
Kekekê: Desde quando você é tão amiga da Hello, Tuta?
Tuta-sama: Eu não sou amiga dela!
Hello: Como não? Eu considero você minha melhor amiga guaxinim!
Tuta-sama: É melhor você procurar outra trouxa.
Hello: Outra guaxinim trouxa??
Kekekê: Bom, de coisas de outra mundo…
Matilde: Ouvi dizer que existe um esmalte que seque imediatamente. Em outro mundo.
Rosalina: Isso seria uma coisa útil!
Matilde: Eu quero um desses, Hello.
Hello: E quem disse que eu tenho?
Matilde: Você tem um disco voador.
Hello: Será que eu ainda tenho? É difícil achar vaga para estacioná-lo, sabe.
Random: Você não tem um negócio para diminuí-lo de tamanho?
Hello: Eu tinha, mas acho que um duendito roubou.
Moon: Ou o Biscoito.
Hello: O Biscoito? O que ele tem a ver com isso?
Moon: O Biscoito tem a ver com tudo.
Hello: Isso não é só loucura sua?
Moon: Ele pode ter pegado esse negócio, para ficar pequeno.
Tuta-sama: Só para o chocolate durar mais? Consigo vê-lo fazendo uma coisa dessas.
Moon: Ele é muito estranho.
Hello: De repente, isso virou um post sobre o Biscoito!
Matilde: Quem diria, ele é popular.
Moon: Dizem que ele também quer dominar o mundo…
Random: Coitada! A autora pirou!
Locutor-sama: Senhorita Moon, você está misturando informações…
Moon: E você, narrador? Veio do planeta dramático?
Locutor-sama: Autora, eu não sou alienígena.
Moon: Todo mundo é, até provar o contrário.
Random: Ela pirou mesmo!
Hello: Se pensar bem, faz até sentido.
Matilde: Não faz, não! Ai, essas pessoas loucas…
Random: Será que sou alien, também?
Locutor-sama: Não, meu amigo. Você é apenas um boneco de palito.
Random: Ainda bem!