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Silly Tales

A floresta é um local interessante para se usar como cenário de histórias, pois dá um ar de jogo épico! Pelo menos é o que eu acho.

Locutor-sama: Estava silêncio na floresta dos cogumelos tocadores de gaita. Isso era incomum, pois normalmente eles gostavam de mostrar sua habilidade musical.
Urso Tobi: Ahn… qual é o seu nome mesmo?
Locutor-sama: O meu nome não é importante, mas se precisa me chamar de alguma coisa use “Locutor-sama”, “narrador” ou “senhor dramático”.
Urso Tobi: Certo, tudo bem. Não sou muito bom de gravar nomes.
Locutor-sama: Por isso, sugeri meus apelidos.
Urso Tobi: Apelidos muito estranhos! O que estou fazendo aqui?
Locutor-sama: A autora queria um urso para explorar essa floresta experimental.
Urso Tobi: Mas porque um urso, em especial?
Locutor-sama: Ela disse que tinha que ser pois… ursos são ursos.
Urso Tobi: Não foi uma resposta muito boa.
Locutor-sama: Concordo. Bem que eu disse isso, mas a senhorita Moon é bastante teimosa.
Urso Tobi: Certo… eu só tenho que explorar essa floresta?
Locutor-sama: Isso mesmo. Aí você pode ir embora.
Urso Tobi: Está bem…
Locutor-sama: O Urso Tobi começou a andar calmamente pela bela e estranha floresta. Ela tinha pedras, muitas pedras em formato da letra H. Desconfio que é coisa da senhorita Hello, mas é melhor não fazer suposições sem ter provas…
Urso Tobi: Você vai ficar me seguindo?
Locutor-sama: É a regra.
Urso Tobi: Que regra?
Locutor-sama: Regras desconhecidas número 320 – O narrador tem que seguir os personagens.
Urso Tobi: Até se eu for no banheiro?
Locutor-sama: Não, eu não acompanho ninguém a um ligar tão privado como o banheiro.
Urso Tobi: O certo não seria “particular” no lugar de privado?
Locutor-sama: Tem razão! Muito obrigado.
Urso Tobi: Por um minuto eu pensei que você estava fazendo piada com banheiro.
Locutor-sama: Eu nunca faço piada com banheiro. É um tanto… apelativo.
Urso Tobi: Ainda bem que você pensa assim.
Locutor-sama: A conversa está muito boa, mas você precisa conhecer o chefe dos cogumelos tocadores de gaita.
Urso Tobi: Eles tem um chefe?
Locutor-sama: É para ficar mais dramático!
Urso Tobi: Tenho a impressão que você está zombando da minha cara.
Locutor-sama: Jamais uso a palavra “dramático” quando zombo de alguém. Já no local onde fica o chefe dos cogumelos, nós fizemos uma reverência para parecermos educados.
Urso Tobi: Está querendo dizer que não somos educados??
Locutor-sama: Disse isso para ficar mais engraçado.
Chefe dos cogumelos: Muito bem! O que fazem aqui?
Locutor-sama: Nós viemos ensinar a fazer sombras na parede, como prometido.
Urso Tobi: Como é quê é??
Chefe dos cogumelos: Ótimo! Finalmente podemos ter um entretenimento que não precisa de conexão de internet!
Locutor-sama: E os cogumelos tocadores de gaita viveram felizes para sempre.

– Pô Moon, se eles tocavam gaita, eles não se divertiam com isso? A resposta é não, meus caros leitores. Existem coisas mais divertidas do que tocar gaita… nada contra quem sabe tocar, é claro!

Silly Tales

A conspiração das senhoras que usam técnicas ninjas para terem clones!

Locutor-sama: *olha para o título da história* Isso é uma coisa bem específica! Assustador. Bom, leitores! Não sei exatamente qual é a ideia da senhorita Moon com essa história, mas é melhor “indo com o fluxo”.
Random: Isso tem alguma coisa a ver com descarga de vaso sanitário?
Locutor-sama: *suspira* Isso que acontece quando você fica com os filhos do Kekekê.
Moon: Sem piadinhas! Comecemos a história, pois é um assunto muito sério.
Locutor-sama: É mesmo, autora? Explique para mim a maluquice, por gentileza.
Moon: Bom, várias vovós estão aterrorizando a cidade dos cinco monumentos, com suas técnicas ninjas para se clonarem!
Locutor-sama: E o que elas vão fazer com esses clones?
Moon: Produzir biscoitos!

~ A história começa aqui embaixo! A parte de cima era uma introdução. ~
Locutor-sama: A cidade dos cinco monumentos está sendo aterrorizada por senhoras que são ninjas, usam uma técnica para se clonarem, e ainda por cima fazem biscoitos. Eu não entendo como isso vai ser uma ameaça para alguém, mas…
Pessoa que estava passando desesperada: As vovós não param de fazer biscoitos! Elas estão produzindo em massa, e distribuindo gratuitamente. Eu não consigo parar de comer!
Locutor-sama: Coitado. Acalme-se, minha boa pessoa. Resista a tentação! Não coma tantos biscoitos, mesmo que estejam tão gostosos!
Pessoa que estava passando desesperada: Eu não consigo… *desmaia*
Locutor-sama: NÃAAAAO!

A autora dessa história gostaria de tranquilizar os leitores, e nenhuma cidade de verdade, ou de mentira foi ferida na produção dessa história. Nem personagens fixos, figurantes, etc, etc e etc.

~ Como assim, ainda tem mais? ~
P-san: A situação está séria! Essas vovós estão fora de controle. O que todos nessa sala tem a dizer sobre isso?
Cata vento: Eu falei para o senhor, presidente que era necessário criar um clube de tricô e todas essas coisas que as senhoras gostam de fazer. Mas nãao, era melhor criar um clube de amantes de atum.
P-san: O quê é que você tem contra atum?
Raio: *escrevendo em um papel* Estamos todos perdidos.
Rei: E eu ainda nem aprendi a dançar aquela música que era um hit coreano!
P-san: Você aí, que tá dormindo!
???: Eu? *acorda assustado*
P-san: Quem é você, mesmo?
???: Eu sou o Refri-san, ué.
P-san: Ah, eu quase não o reconheci. Emagreceu?
Refri-san: Não.
P-san: Cortou o cabelo?
Refri-san: Eu estou sem minha fantasia de refrigerante, e isso não é normal, senhor.
P-san: Que absurdo! Coloque-a!
Refri-san: Ela está lavando, senhor.
P-san: Nada de desculpas! Se não está vestido devidamente como o personagem, vá embora.
Refri-san: *levanta da cadeira e sai pela porta*
Random: Já pensou se ele tentasse pular de paraquedas pela janela?
P-san: Esse pessoal tem que andar na linha! É por isso que essas vovós estão soltar por aí…

A autora dessa história adverte: Respeitem os mais velhos! Na verdade, as vilãs não eram as senhoras. Os verdadeiros vilões eram… televisões quebradas, que usam a magia para se transformarem no que quiserem! Pronto!
Outra coisa: O P-san não é presidente coisa nenhuma. Isso aqui é só uma história… que devia fazer sentido, mas a autora não está com paciência para escrever algo decente.

Conversas Aleatórias

Não precisa dar uma ideia de assunto quando os personagens sabem exatamente o que dizer!

Tuta-sama: Olha, eu particularmente não concordo com essa história. Nem todos os personagens sabem o que dizer!
Locutor-sama: É essa a sua opinião, Tuta-sama?
Tuta-sama: Claro! E aqueles que só sabem falar de queijo, e dizer que são o Napoleão, escondendo croissant no bolso?
Random: A Moon tem personagens assim? Quem diria!
Tuta-sama: Ela criou uns personagens esquisitos que vou te contar…
Moon: Pelo menos eu não criei um personagem que é um pote de maionese!
Tuta-sama: Não, mas você criou um que é um pote de açúcar mascavo.
Moon: Não zombe do grande pote!
Random: A Tuta criou um personagem que é um pote de maionese?
Moon: Não, foi o Locutor-sama que criou.
Locutor-sama: Eu não me recordo de ter usado imaginação para criar tal coisa.
Moon: Não foi você quem criou? Tem certeza?
Locutor-sama: Absoluta, autora.
Moon: Deve ter sido uma ideia selvagem, então. Elas são malucas!
Tuta-sama: Você devia saber cuidar delas melhor.
Moon: Olha minha cara guaxinim, eu faço o melhor que posso.
Random: Que bom que ela não faz pior!
Moon: E como eu faria pior?
Random: Jogando casca de banana em lugares aleatórios.
Moon: Para quê que eu faria isso? Espera, você já fez uma coisa dessas, Random?
Random: Eu? Imagina!
Lalali: O problema das ideias da autora, é que agora elas estão criando coisas sozinhas.
Moon: Em outras palavras, elas estão fora de controle.
Lalali: Em outras palavras.
Tuta-sama: Isso quer dizer que… elas podem criar novos personagens?
Locutor-sama: É o que a Lalali também observou, Tuta-sama.
Moon: Que ideia estranha foi essa que criou um pote de maionese?
Random: Pior ainda é que você não gosta de maionese!
Moon: Exatamente! Essa ideia não pode ser minha.
Tuta-sama: Deve ser da Cola-sama!
Moon: É, provavelmente. Ela é uma super vilã disfarçada. Todo mundo sabe!
Tuta-sama: A Cola-sama dá muita dor de cabeça.
Locutor-sama: Mesmo que seja a Cola-sama, não acho justo ficar falando mal dela.
Tuta-sama: Que isso Locutor, você está a favor da Cola-sama?
Locutor-sama: Não, eu não estou. Só não gosto de ouvir críticas para os personagens.
Moon: Impostor!
Tuta-sama: É melhor nós o pegarmos!
Lalali: *tira a máscara do Locutor-sama* É um…. pote de maionese?
Random: Num robô do Locutor-sama!
Pote de Maionese: E eu teria conseguido me infiltrar nessa história se não fossem por esses personagens enxeridos!
Moon: E não esqueça da autora enxerida!
Tuta-sama: Que final mais Scooby-Doo.
Lalali: Mas todo mundo gosta de um final Scooby-Doo!
Random: Ei! onde será que está o Locutor-sama de verdade?

~ No apartamento do Locutor-sama:
Locutor-sama: *usando o computador* Cookies! Eu preciso clicar nos cookies!

– O Locutor-sama está viciado em um joguinho muito louco e viciante. Não vou falar qual é, porque se não vocês não vão fazer nada mais produtivo no computador (e consequentemente na vida). o_O (Como fui achar isso meu deus)

Silly Tales

Eu não queria escrever uma história sem sentido… mas eu estou em cima da hora!

[Em frente da porta, que dá para a sala do trono]
Moon: Pessoal, estamos com um grande problema no nosso reino! Os cookies estão invadindo, e eles se juntaram ao potes de maionese.
Tasketê: Nós temos que informar isso a rainha!
Moon: Quero ver como ela vai receber essa novidade…
Tasketê: Vamos pensar positivamente!
Moon: Certo, Tasketê. Me ajude a informar a rainha da questão.
Tasketê: Vou ter que utilizar…. a minha técnica secreta?
Moon: Obviamente! Vamos chamar o Kekekê, também.
Kekekê: Alguém me chamou?
Moon: Sim, poderoso mago! Nós precisamos informar a rainha que os cookies…
Kekekê: Estão invadindo com os potes de maionese? Ela já deve saber.
[A porta abriu-se violentamente.]
Tuta-sama: O que vocês estão fazendo aí, conversando? Vamos resolver essa pataquada!
Tasketê: Mas rainha! Os cookies estão aliados aos potes de maionese!
Tuta-sama: Acalme-se, amiguinho. Eu tenho o guerreiro mais forte ao meu lado…
Moon: O dinheiro?
Tuta-sama: Não é o dinheiro! Desde quando o dinheiro luta?
Moon: Claro que ele luta!
Tuta-sama: Em que sentido?
Moon: Bem…
Tuta-sama: Se não souber explicar, então o seu argumento é inválido!
Moon: Pombas.
Tuta-sama: Eu disse a palavra no singular, não no plural. Não contratei pombas!
Moon: Pombas… em dobro.
Tuta-sama: Para de falar em pombas!
Falcona: Tuta-sama, vim assim que soube que precisava de ajuda.
Tuta-sama: Ótimo!
Kekekê: Oi, Falcona! Tudo bem?
Falcona: Estaria melhor, se o reino não estivesse em perigo!
Tuta-sama: Kekekê, você vai como healer!
Kekekê: Certo!
Tuta-sama: Tasketê, você vai de ladino!
Tasketê: Certo, certo!
Moon: E eu?
Tuta-sama: Você? Você é a autora! Não faz nada.
Moon: Ah…
Tuta-sama: Mas se quiser ser útil, narre.
[Começa a batalha épica contra os cookies!]
Moon: Na linha de frente, Falcona está acompanhada do Kekekê. Eles vencem os Cookies liderados pelo Biscoito e pela Cola-sama… fim!
Zezé: Mas e os potes de maionese?
Moon: Quem se importa? Eu nem gosto de maionese!
Tadeu: Agora fiquei curioso!
Moon: Com os potes de maionese?
Tadeu: Sim!
Moon: Eles eram liderados pelo Locutor-sama, vestido de pote de maionese.
Zezé: Que louco!
Tadeu: E o que mais?
Moon: Mais nada!
Matilde: Moon! Quantas vezes eu tenho que dizer para você, se vai contar histórias para os meus filhos, elas tem que terem um final decente!
Moon: Você está pedindo demais.
Zezé: Tudo bem!
Tadeu: Nós podemos ficar em silêncio por horas, para imaginar um final melhor para a história.
Moon: De nada pela ajuda, Matilde!
Matilde: Eu duvido que eles irão ficar quietos, mesmo.
Zezé: Nós vamos sim! Aí vamos criar um final excelente e intrigante.
Tadeu: Não esqueça de épico!
Moon: O Kekekê tem que ter orgulho dessas crianças!

Listas, Silly Tales

Personagens, que fantasia vocês vão usar no Halloween?

Moon: A pergunta está no título! Respondam por favor, caros personagens.
Hello: Black Widow!
Miss Cupcake: Storm!
Tuta-sama: Bellatrix!
Barman: Hm… eu ainda não sei.
Locutor-sama: Também estou na dúvida. Estava pensando em Sherlock Holmes, mas também queria ir de Ishida.
Moon: Ishida? Você quer ir de Ishida?
Locutor-sama: Ele usa branco, é diferente do que normalmente uso!
Tuta-sama: Acho que você não combina para Sherlock…
Moon: Também acho! O Barman podia ir de Sherlock!
Barman: Sherlock é uma boa sugestão, mas vamos lembrar que existem várias versões de Sherlock. Fica difícil de escolher.
Moon: Mas é óbvio qual deles você tem que escolher! A versão que o Robert Downey Jr. fez!
Barman: Pode ser. Pelo menos você não sugeriu Iron Man…
Locutor-sama: Autora, você sugere qual fantasia para mim, então?
Moon: Não sei… Tuta, o que você acha?
Tuta-sama: Hitchcock!
Locutor-sama: Bastante dramático.
Moon: Eu posso sugerir Mad Hatter?
Locutor-sama: Depende, senhorita Moon. Qual deles?
Moon: A versão do Johnny Depp!
Locutor-sama: Não acho que é dramático o suficiente.
Random: Que tal um microfone gigante?
Locutor-sama: Não, Random.
Random: Pote de Maionese? Diz que sim, vai!
Locutor-sama: Claro que não!
Random: Pô!
Tuta-sama: Você vai escolher Hitchcock?
Locutor-sama: Ainda estou na dúvida, mas talvez sim.
Tuta-sama: E a guaxinim ganha novamente!
Hello: Eu podia ir de fada…
Matilde: Fada? Há há há há!
Hello: Matilde, oi!
Tuta-sama: Falando na Matilde, ela podia ir de Tinker Bell!
Hello: Boa, boa!
*Tuta-sama e Hello dão risada*
Matilde: Há há há… Não.
Kekekê: Eu vou de Toon Link! E o meu amigo Tasketê vai de Príncipe Komali!
Tasketê: Estou ocupando fazendo a minha fantasia.
Kekekê: Se precisar, pode deixar que eu ajudo!
Tasketê: Obrigado!
Hello: É sempre difícil de escolher fantasia. Talvez eu possa vestir alguma coisa…. diferente.
Wolf: August Wayne Booth!
Hello: Sabe que não é uma má ideia?
Moon: Não faça isso, Hello! Você pode… virar madeira.
Wolf: Não vai acontecer isso autora, a menos que você queira!
Moon: É, acho que tem razão.
Locutor-sama: Bom, acho que todos nós temos uma ideia da nossa fantasia.
Moon: Ou não! Lembrem-se que eu posso mudar tudo.
Locutor-sama: E essa história termina com uma risada maligna da autora!
Random: Que medo.
Locutor-sama: Arrisco dizer que ela vai alguma vilã no Halloween.

Happy Green Things

E quando a autora está escrevendo algo mais sério… o narrador aparece para atrapalhar.

No escritório da Moon, em Happy Green Things.
Locutor-sama: É uma coisa um tanto tensa observar o processo criativo da senhorita Moon. Principalmente quando ela está escrevendo algo “mais sério’. O que seria a escrita “mais séria” da autora? Suponho que seja algo relacionado a queijo.
Moon: Queijo, Locutor-sama? QUEIJO?
Locutor-sama: Queijo é uma coisa séria, autora.
Moon: É mesmo?
Locutor-sama: Existem muitos tipos de queijo.
Moon: Isso não quer dizer que queijo seja uma coisa séria!
Locutor-sama: Mas se existem vários tipos de queijos, quer dizer que ele não é uma coisa-
Moon: QUEM SE IMPORTA? Não quero saber de queijo!
Locutor-sama: O que você tem contra o queijo?
Moon: Eu não tenho nada contra o queijo. É que eu não estou interessada nele!
Locutor-sama: Mas você tem que se interessar! Com o queijo, muitas comidas podem ser feitas e…
Moon: Locutor-sama, você está atrapalhando o meu processo criativo!
Locutor-sama: A sua criatividade deve ter incentivos, autora.
Moon: Falar de queijo não é um incentivo!
Locutor-sama: Como não?!
Moon: Locutor-sama, eu não faço a menor ideia do porquê de você ter cismado com queijo hoje, mas tenha certeza de uma coisa.
Locutor-sama: Que você não quer saber sobre o queijo?
Moon: Exatamente! Você pegou o espírito da coisa.
Locutor-sama: Certo, autora. Então sobre o que você vai escrever?
Moon: Sobre uma garrafa de vinho vazia, que só serve para guardar suco de framboesa.
Locutor-sama: Isso… é muito interessante. Conte-me mais.
Moon: Eu conheço seus tons de “interessante”, narrador. Você está achando que isso não faz sentido nenhum, e que sou uma maluca!
Locutor-sama: Jamais pensaria uma coisa dessas.
Moon: Pensa que eu não te conheço, Locutor? Muito pelo contrário!
Locutor-sama: Eu sei disso. Nada pode se esconder de você, senhorita Moon.
Moon: Voltando ao que estou escrevendo… O vinho é um detetive, que deve descobrir o desaparecimento dos sorvetes.
Locutor-sama: *dois minutos de silêncio* Fascinante!
Moon: “O que um vinho tem a ver com sorvetes?” É isso que você tá pensando!
Locutor-sama: Eu não disse isso.
Moon: Mas pensou!
Locutor-sama: Estou interessado na história. O que mais você escreveu?
Moon: Bom… O vinho vai contar com a ajuda dos pôneis mágicos.
Locutor-sama: Nunca se pode duvidar do auxílio dos pôneis. Eles são mais úteis do que parece!
Moon: Estou na dúvida. Unicórnios talvez seriam melhor…
Locutor-sama: Unicórnios? Não, não. Pôneis são melhores.
Moon: Mas pôneis é muito mainstream!
Locutor-sama: Não existem histórias o suficiente sobre pôneis.
Moon: Na verdade, não tem histórias o suficiente sobre cavalos alados! Sim. O Vinho vai contar com a ajuda dos cavalos alados!
Locutor-sama: Será uma história incrível!
Moon: Nem tanto. Provavelmente, vou cansar do esquema da história rapidamente…

– Não, eu não estou escrevendo uma história sobre isso. Uma garrafa de vinho que guarda suco de framboesa? De onde tiro essas ideias?
– Espero que ninguém tenha ficado decepcionado. De repente, podia ser até uma história épica, dramática e misteriosa… ou não! É para ser só uma piada, mesmo.

Listas, Silly Tales

Personagens, o que vocês estão vendo no final do corredor?

Moon: Aqui vai uma história do estilo listas, temática de Halloween! Não vou repetir sobre o que é isso aqui, pois já está escrito no título.
Cola-sama: Também conhecida como “a Moon está com preguiça de escrever uma história elaborada.”
Moon: Pombas, Cola-sama! Você só me critica. Você queria o quê, uma história que eu colocasse todos os personagens em um corredor, com medo do que tem no final dele?
Cola-sama: Isso não parece uma história mais interessante?
Moon: Muito complicado. Muito bem personagens, respondam minha pergunta! Mas se você quiser responder primeiro, Cola-sama…
Cola-sama: Uma história mal acabada no final do corredor.
Moon: Cola-sama… eu me arrepiei toda! Não diga essas coisas tão assustadoras.
Hello: Uma embalagem de paçoquinha… sem paçoquinha nenhuma! Quem faria uma maldade dessas?
Moon: Hello… isso não é nada assustador! E por que você sempre tem que falar sobre paçoquinha?
Hello: Sei lá, autora! Não é você quem escreve? Devia saber o que eu penso… porque se você não saber, como é que EU vou saber?
Moon: Não me deixe confusa, Hello!
Tuta-sama: Ainda mais porque quem deixa a Moon confusa sou eu!
Moon: Pombas! Já vi que esse post vai virar uma confusão.
Tuta-sama: Assustador mesmo é ver uma garrafa de sakê no final do corredor… vazia! E ainda mais, quando você sabe que nunca tinha visto aquela garrafa na vida.
Moon: E o que aconteceu? Um fantasma bebeu do seu sakê?
Tuta-sama: Provavelmente! Todo mundo sabe, que apesar de eu gostar muito dessa bebida, eu não acabo com uma garrafa em um dia só. Eu economizo, para ter no dia seguinte!
Moon: Quem é você e o que fez com a Tuta?
Tuta-sama: Ah. Era para ser honesta?
Barman: Uma vez vi uma coisa que preferia não ter visto.
Hello: Um sanduíche gigante?
Barman: Um sanduíche gigante… esperando para atacar você, no final do corredor? É, assustador! Mas não é isso que eu ia responder.
Hello: Bonecos de palito dançando a macarena?
Moon: POMBAS HELLO DEIXA ELE FALAR!
Hello: Moon, como você é nervosa.
Barman: O Doutor Q. de maiô.
Hello: OLHANDO DE MANEIRA SUSPEITA NO CORREDOR!
Barman: Exato.
Hello: DEVE TER SIDO ELE QUE ROUBOU MINHAS PAÇOQUINHAS!
Barman: E de maiô.
Hello: Ele vai pagar caro!
Tuta-sama: Hello, isso é um post de piadas aleatórias… Não é para se vingar de ninguém, tenha calma!
Hello: Mas… foi ele que roubou minhas paçoquinhas.
Barman: Pode ser uma conclusão precipitada.
Hello: Tem um celular tocando…?
Tuta-sama: *atende o celular* Alô? COMO ASSIM ROUBARAM MEU SAKÊS?
Moon: Personagens nervosos.
Locutor-sama: E assim nós aprendemos que seja lá qual for o seu medo no final do corredor, é melhor que não seja compartilhado.
Moon: Uma coisa que me assusta é você aparecer do nada!
Locutor-sama: Tenho certeza que ficaria mais assustador ainda se eu ficasse no final do corredor. Andando sem fazer barulho nenhum.
Random: E vestido de pote de maionese!
Locutor-sama: Nunca mais fale sobre isso, Random. Nunca mais.

Happy Green Things

Tem vezes que me esqueço como escrever um título de post é uma grande responsabilidade!

Locutor-sama: Um dia calmo em Happy Green Things. Acabo de entrar no escritório da Senhorita Moon, e a encontro em frente da janela, olhando para o céu. Me aproximo da autora e pergunto o que ela estava fazendo.
Moon: Não era mais fácil você me perguntar de uma vez, ao invés de falar palavras e palavras e cada vez mais palavras?
Locutor-sama: Eu devo exercer a minha função de narrador, de vez em quando. Afinal a minha profissão não é apenas ser dramático.
Moon: Tinha me esquecido disso. E exercer, que palavra difícil!
Locutor-sama: Difícil, como?
Moon: Exercer me lembra planilhas. E planilhas me lembram algo difícil.
Locutor-sama: O seu raciocínio sempre me surpreende. E o que você estava fazendo, olhando para o céu? Viu algum…
Moon: …camarão voador? Não.
Locutor-sama: É uma pena. Tinha uma esperança que minha encomenda viesse rapidamente.
Moon: Camarões voadores são tão rápidos assim?
Locutor-sama: São bem rápidos. E sei que você vai me perguntar sobre o que é minha encomenda-
Moon: A NUVEM TÁ MUITO BAIXA!
Locutor-sama: …é um livro sobre narração. Mas acho que a nuvem está mais interessante que a minha conversa. Queira me desculpar…
Moon: Ah, um livro? Interessante, Locutor-sama! Desculpe, é que estou muito intrigada com uma coisa.
Locutor-sama: Com a nuvem?
Moon: Sim, com a nuvem!
Locutor-sama: As nuvens estiveram no céu desde sempre.
Moon: Mas eu disse no nuvem no singular, e não no plural!
Locutor-sama: Se continuarmos com essa emocionante discussão sobre a língua portuguesa, eu acharia melhor nós chamarmos o Pascoal. Ele é a pessoa mais adequada para se discutir sobre o assunto.
Moon: Muito engraçado, você! E diga as coisas de maneira mais simples… Caramba, eu perdi a nuvem!
Locutor-sama: Essa deve ter sido uma das frases mais estranhas que já ouvi.
Moon: Mas Locutor-sama! A nuvem só pode ser uma nave alienígena.
Locutor-sama: Com todo o respeito, mas acredito que existe a liberdade de escolha no design das naves alienígenas.
Moon: E você diz que eu digo coisas estranhas!
Locutor-sama: Autora… a liberdade de escolha é uma coisa muito importante!
Moon: Sim, eu sei disso! Só que estou falando da nuvem, não da liberdade de escolha!
Locutor-sama: Nuvens e liberdade de escolha não tem muito em comum. Elas normalmente não tem escolha…
Moon: Escolha de quê?
Locutor-sama: Repare que as cores das nuvens não são sempre criativas.
Moon: Mas se nuvem fosse de cor diferente, aí seria poluição!
Locutor-sama: Bem pensado. E a nuvem… o que tinha de especial nela, além de estar muito baixa?
Moon: Era a nave do P-san, lógico!
Locutor-sama: Lógico?
Moon: *deixa a janela escancarada* P-SAN PARE DE NOS OBSERVAR!
Locutor-sama: Mas autora…
Moon: EU SEI QUE VOCÊ ESTÁ NOS OBSERVANDO!
Locutor-sama: Senhorita Moon…
Moon: Agora eu não consigo fechar a janela.
Locutor-sama: Moral da história: Nunca grite com uma nuvem.
Moon: Ou com um pinguim!

Happy Green Things

Eu bem que queria colocar um título, mas escolhi escrever isso no lugar!

Locutor-sama: Hoje reuni os personagens para uma reunião muito importante, no meu escritório em Happy Green Things.
Tuta-sama: Eu não acredito que você tem uma sala só para você!
Random: E eu não acredito que a Moon está ausente!
Locutor-sama: Não entendo porque a sua surpresa, Tuta-sama. O estúdio tem que ter uma sala para cada funcionário importante, não concorda?
Tuta-sama: QUER DIZER QUE A COLA-SAMA TEM UMA SALA?
Cola-sama: Na verdade, eu tenho que dividir minha sala com o Hércules.
Tuta-sama: De onde você saiu?
Cola-sama: Eu entrei pela porta. E a pergunta correta seria “De onde você veio?”
Tuta-sama: E ela ainda ousa me corrigir!
Locutor-sama: Acalme-se, Tuta-sama. Agora, eu vou explicar o motivo da reunião.
Random: Você não vai justificar a ausência da autora, antes?
Locutor-sama: Oh. A Senhorita Moon não pode comparecer hoje, pois está muito ocupada.
Tuta-sama: Fazendo o quê, posso saber?
Locutor-sama: Jogando Visual Novel. E arrisco dizer que a Senhorita Hello está fazendo o mesmo, no seu aparelho celular.
Hello: …oi?
Cola-sama: Podia ser pior, como jogar…
Random: Aquele jogo que tem doces e tem um cara falando Sweet!
Cola-sama: Isso mesmo.
Locutor-sama: Bom, eu gostaria de pedir o auxílio de vocês, para escrever uma história.
Tuta-sama: Ótimo! Eu escrevo!
Hello-san: Não! Eu escrevo!
Random: Posso escrever, também!
Cola-sama: Não vou esperar um resultado muito bom, de uma história escrita por um boneco de palito, uma guaxinim e uma maluca.
Tuta-sama: E qual é o problema de ser uma guaxinim? Seria muito pior ser chamada “Cola-sama”!
Cola-sama: Não tenho argumento para discordar disso.
Hello: Uma história escrita por três, pode ser divertido!
Random: Eu começo! Era uma vez…
Tuta-sama: “Era uma vez?” Me recuso a começar uma história assim! E nem com Once Upon a Time!
Hello: Não são a mesma coisa?
Tuta-sama: Sim, eu sei que “Once Upon a Time” é traduzido como “Era uma vez.” E isso é muito revoltante! O que nós vamos fazer? Colocar os personagens na Terra do Nunca…?
Locutor-sama: Com todo respeito, Tuta-sama, eu chamei você aqui para ajudar, não para fazer um momento de indignação contra a séria que está assistindo.
Tuta-sama: Mas pelo menos agora está sem aquela chata! De qualquer forma, só quero ver o que isso vai dar.
Hello: Por falar em série, você viu o Agents of Shield?
Cola-sama: Isso aqui vai virar um post de comentário de série…
Tuta-sama: Vi sim! Virei fã da May!
Hello: E eu fiquei contente em ver o Coulson novamente!
Locutor-sama: Tuta-sama, senhorita Hello vocês estão dispensadas da reunião. Já que não deu muito certo, convido todos vocês para tomar um chá, ou café. O Random já foi para a cozinha, pelo visto.
Hello: Ótima ideia!
Tuta-sama: E sakê?
Locutor-sama: Infelizmente, não tem.
Tuta-sama: Ah, tudo bem. Me contento com chá!
Locutor-sama: Tuta-sama e Senhorita Hello saíram da minha sala. Cola-sama ficou de braços cruzados, no corredor com uma expressão indignada.
Cola-sama: E quanto a história?
Locutor-sama: Tenho certeza que a autora vai escrever alguma coisa.

– Se não foi a Moon que escreveu essa história, quem será que foi…
– A Moon não está falando em terceira pessoa, está? Essa autora é muito esquisita! o_O

Happy Green Things, Silly Tales

Uma história sobre o rascunho de um rascunho?! Não, espera…

Aqui vai uma história diferente, para variar… Mas a pergunta é: Diferente, como?!

Moon: Ah! Nada melhor do que saber que acabou a saga dos rascunhos!
Random: Mas ainda tem dezesseis…
Moon: Shh! Não tem. Acabou! Vamos começar alguma coisa nova.
Locutor-sama: Que tipo de coisa? Aquela história que você planeja…?
Moon: Eu planejo muita coisa, Locutor. Sou praticamente uma supervilã que quer dominar o mundo… na verdade, uma roupa estilosa já bastava.
Random: Também quero uma roupa estilosa!
Locutor-sama: Quem não quer uma roupa estilosa…?
[Alguém bate na porta do escritório]
Moon: Quem será?
Random: O Papai Noel!
Locutor-sama: Espero que não seja um coelho.
[Alguém abre a porta, educadamente.]
Moon: Educadamente seria bater….
Random: Mas aí teria risco de uma piada de “toc, toc”!
Locutor-sama: Minha nossa! Pinguins.
Moon: Certo… qual de vocês é o P-san?
???: Nenhum de nós!
Moon: Clones, só pode ser…! Aposto que o P-san vai largar as “cartas P-san” e espalhar por aí, até elas encontrarem o seu novo mestre e…
Cata vento: O meu nome é Cata vento, esse é o Raio e o outro ali é o Rei.
Moon: De onde vocês são mesmo… *começa a mexer no computador*
*minutos depois fazendo uma busca*
Moon: Ah! São os pinguins das tortillas místicas.
Random: E quem dançam macarena!
Locutor-sama: E são inimigos dos postes. *
Cata Vento: Isso mesmo!
Raio: *olhando para a janela do escritório*
Rei: Raio… eles estão aqui?
Cata Vento: Eles estão aqui…!
Moon: Os postes?
Cata Vento: Não. Os papéis…!
Raio: *em pânico*
Rei: Eles são muito perigosos.
Locutor-sama: Papéis perigosos…? O que tem de perigoso, em um papel?
Random: Cortar o dedo, por exemplo. Esse tipo de acidente acontece!
Cata Vento: É algo mais perigoso do que isso. É…!
Moon: É….?
[A luz pisca.]

Esse “rascunho” é um exemplo de o porquê de tantos outros rascunhos não serem terminados e postados.  Os motivos?

  • O universo iria ter problemas sérios, com o fim dessa história.
  • As opções eram muitas, que poderiam terminar essa história, e a autora não soube qual escolher.
  • A vida é curta, e autora está fazendo algo mais interessante nesse exato momento.
  • Na boa, acho que os rascunhos que sobraram são planos para dominar o mundo… com histórias malucas, para deixar as pessoas confusas.
  • Ou…

Moon: Por todos os pães de queijo! Que horror!
Cata vento: Os papéis… os papéis…
Raio: *com os olhos fechados*
Rei: Que coisa mais assustadora!
Locutor-sama: O que está escrito nesses papéis… é dramático, mas não no bom sentido!
[Toca uma música de suspense.]

Epílogo?
Cola-sama: Mas… mas… o que foi isso?
Moon: Não questione. Ficou diferente, e eu precisava disso!
Cola-sama: Essa confusão toda, foi porque você estava com preguiça, de terminar o post?
Moon: Caramba, Cola-sama! Você pensa muito mal de mim.

– A ideia desse post era fazer uma piada sobre as coisas que estão escritas nos rascunhos. Acreditem… mesmo que tenha sido eu que escrevi tudo aquilo, me assustei com aquelas histórias. o_O