Browse Category by Silly Tales
Tales of Wolfito

A tampinha de garrafa.

Na mansão do Wolf, sala de estar.
Wolf: Estou aqui, olhando para uma tampinha de garrafa há exato três minutos. É oficial, estou entediado!
Miss Cupcake: Por que você não vai arrumar alguma coisa interessante para fazer?
Wolf: Eu sou rico! Não preciso arrumar coisas para fazer. Tenho o luxo de não fazer nada.
Miss Cupcake: E você é muito fofinho.
Wolf: Ainda bem que você reconhece isso!
Miss Cupcake: Pensei que você já tinha aprendido a entender quando eu estava sendo irônica.
Wolf: Era uma ironia? Tenho muito que aprender.
Miss Cupcake: Se diz que pode ter o luxo de ficar sem fazer nada, não estou entendo para quê reclamou de tédio.
Wolf: É que era para ver se você me dava alguma atenção.
Miss Cupcake: Eu tenho entregas para fazer, de doces para uma festa de aniversário. Acha que tenho tempo para te paparicar?
Wolf: É… Deixa para lá.
Miss Cupcake: Bem que você podia me ajudar.
Wolf: Hm… Está bem. [digita um número de telefone] Hello? Você pode vir aqui, para ajudar a Miss Cupcake na cozinha? Pode? Legal, muito obrigado. Tchau! [desliga o telefone]
Miss Cupcake: É assim que você me ajuda?
Wolf: É melhor do que eu não fazer nada por você, minha querida.
Miss Cupcake: Não sei se deveria ficar feliz por isso.
[A campainha da mansão toca]
Wolf: Eu atendo! [abre a porta] Entre, Hello.
Hello: Olá, Wolf. Oi, Miss Cupcake! Pode deixar que irei ajudá-la na cozinha… [olha para a mesa da sala de estar] Isso aí é…
Wolf: Sim, é uma tampinha de garrafa.
Hello: Isso não é uma tampinha de garrafa qualquer, Wolf! Ela na verdade é uma chave, para abrir um baú místico que dá uma grande magia para quem abrir.
Wolf: Sério? Não sabia que uma simples tampinha de garrafa poderia fazer tanta coisa.
Hello: Elas não podem. Pois elas são inúteis! Agora com licença, que vou ajudar a Miss Cupcake na cozinha.
[Hello entra na cozinha, deixando o Wolf sozinho]
Wolf: Será que essa tampinha de garrafa é inútil, mesmo?
[Wolf analisa a tampinha de garrafa. Ficou fazendo isso por algum tempo, com uma expressão bastante séria]
Wolf: Não vejo nada demais. Será que é algo escondido, que só o escolhido pode ver? Ou é uma tampinha de garrafa normal? Não pode ser. Tem que haver algo de especial nele. E eu sempre quis ser “o escolhido”. Ou não tem nada mesmo? Nadica de nada?
[Wolf olhou para a tampinha]
Wolf: Quer saber? Vou jogar você fora, e ajudar a Miss Cupcake na cozinha.
[O que Wolf não sabia é que, essa tampinha de garrafa convencia as pessoas fazerem a coisa certa!]

– Uma historinha “politicamente correta” para o último dia do mês.

Conversas Aleatórias

O mês está terminando, então mais conversas aleatórias.

Random: Hoje, mais um episódio de “Conversas Aleatórias”! Estou iniciando a história, pois o Locutor-sama sai para comprar sorvete.
Moon: Ele não saiu para comprar sorvete, Random. Estamos em um dia frio. Onde já se viu tomar sorvete num dia como esses?
Random: Eu tenho ideias aleatórias, pois sou o Random.
Hello: E aí, autora? Outra história das conversas aleatórias, por causa de falta de criatividade?
Moon: Na verdade, estou escrevendo algo rápido porque planejo jogar Animal Crossing. Ainda estou chateada pela ida do meu amigo panda resmungão, e que não entrou outro resmungão no lugar…
Hello: Resmungão? Você quer bichinhos resmungando na sua cidadezinha?
Random: Você é tão estranha, Moon. Que ideia é essa, de gostar dos resmungões?
Moon: Eles não são de todo ruim, oras. Secretamente, eles gostam até de vestir roupas da moda! Sem falar que dormem abraçados com ursinho de pelúcia.
Random: Que gracinha!
Hello: No final, eles só gostam de fazer gênero.
Moon: Isso mesmo.
Hello: Interessante.
Locutor-sama: Eu perdi alguma coisa?
Moon: Ah, você chegou. Trouxe alguma coisa?
Random: Onde estão meus sorvetes?
Locutor-sama: Random, onde já se viu tomar sorvetes no frio?
Random: Existem países em que isso é comum.
Locutor-sama: Pode até ser, mas não aqui.
Random: Então serei do contra! E tomarei sorvete!
Hello: De onde surgiu esse sorvete?
Locutor-sama: Dizem quando você deseja com bastante vontade, o que você quer aparece.
Hello: Que dizer que posso desejar aparecer um dinossauro ou um dragão?
Locutor-sama: Não.
Hello: Ah, poxa vida.
Moon: Não se preocupe, Hello. É só você utilizar a velha amiga, a imaginação! Aproveite enquanto não é necessário pagar por ela.
Hello: Você acha que um dia vamos ter que pagar por ela?
Moon: Nunca se sabe. É um mundo louco, onde temos que pagar por muita coisa, já!
Hello: Vai dizer que chocolate tinha que ser de graça?
Moon: Não sei… Se o chocolate fosse de graça, acabaria muito rápido.
Locutor-sama: Algo me diz que você está com vontade de comer doce.
Moon: E estou mesmo. Um bolo de chocolate com um lindo recheio, e com uma calda maravilhosa! De chocolate, obviamente.
Biscoito: Seria divino!
Moon: Onde estão os bolos de chocolate, quando se precisam deles?
Hello: Com vocês dois aqui, tenho certeza que nenhum deles vai aparecer.
Locutor-sama: Os bolos de chocolates não são nenhum tolos.
Moon: Está dizendo que eles… inteligentes e vivos?
Locutor-sama: Nunca vi um bolo de chocolate andando, mas tem a primeira vez para tudo.
Hello: Se tem um biscoito, porque não um bolo?
Random: Faz sentido!

Happy Green Things

Existem coisas que dá até vontade de escrever. Mas às vezes, elas são esquecidas no lado mais escuro da mente.

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: [olhando para a janela] Os dias passam bem rápido, em um mês. Mas só fico satisfeita com isso se minhas histórias estão adiantadas!
Locutor-sama: Você está conseguindo adiantar muito bem, autora. De fato, pode ficar satisfeita.
Moon: É claro que eu poderia ter até escrito mais, [começa a andar no escritório] mas isso não vem ao caso. É melhor me satisfazer com o que eu consegui escrever.
Locutor-sama: É mais positivo, do que se exigir cada vez mais e jamais se contentar com o que já fez.
Moon: Dramático como sempre, não é?
Locutor-sama: Esse é o meu trabalho, autora.
Moon: Fico feliz de vê-lo tão animado!
Locutor-sama: Acapulco me fez descansar bem.
Moon: Acapulco te serviu todo esse tempo? [espantada]
Locutor-sama: Não me expressei muito bem, senhorita Moon. Quis dizer que descansei bem a minha mente em Acapulco.
Moon: A sua mente mente?
Locutor-sama: Como é quê é?
Moon: Não é estranho como mente pode significar coisas diferentes? Parte de nós, seres humanos que nos dá habilidade para refletir ou mentir, conjugando na terceira pessoa do singular!
Locutor-sama: Estou na dúvida se isso está certo…
Moon: O importante é fazer reflexões, meu caro narrador Locutor-sama. Você tem que se questionar, das coisas da vida. Como por exemplo, como é que o chocolate pode ser tão gostoso?
Locutor-sama: Não acho que tenho resposta para essa pergunta.
Moon: Claro, Locutor-sama. Ninguém pode responder uma coisa dessas!
Locutor-sama: Você acaba cismando com as coisas mais interessantes do mundo, autora.
Moon: Vou ficar na dúvida se isso é sarcasmo, ou não. Enfim…
Locutor-sama: O que foi?
Moon: Estou pensando em roteiros interessantes. Que não precisem durar tão histórias…
Locutor-sama: Uma coisa que não seja tão séria, talvez possa dar mais certo.
Moon: Ou uma história de várias partes que eu escreva em um dia só!
Locutor-sama: Acho melhor você ser mais realista.
Moon: Tem razão, narrador dramático. O negócio é escrever histórias pequenas e com mais variedade!
Locutor-sama: É bom começar com as coisas bem devagar.
Moon: Ou praticar devagar! É mais fácil, e mais sábio.
Locutor-sama: De fato, senhorita Moon. Mas lembre-se, caso vá fazer algum roteiro que dure várias histórias da próxima vez…
Moon: Pense um pouquinho mais?
Locutor-sama: Sim, pode até ser. Pensar nunca é demais.
Moon: De fato, Locutor! E planejar, é uma coisa saudável.
Locutor-sama: E pensar.
Moon: Sim, Locutor-sama. Já entendi!

Conversas Aleatórias

Depois de uma saga louca e desorganizada, aleatoriedades para relaxar.

Locutor-sama: Para acalmar o estresse, os participantes da saga encerrada na história de ontem, estão aqui no parque para conversar sobre trivialidades e aleatoriedades.
Tuta-sama: A Bonnibel não está aqui. Isso é alguma revelação, do tipo… O narrador não esteve em Acapulco coisa nenhuma, mas se aventurou como garota mágica.
Locutor-sama: Tolice, Tuta-sama. Trouxe fotografias, e até um vídeo do tempo que passei em Acapulco.
Tuta-sama: Viagem do tempo, photoshop e o fato de que você tem um irmão gêmeo que dificilmente aparece.
Locutor-sama: Todos esses itens podem ser usados como argumentos, para dizer que a minha ida para Acapulco foi uma farsa?
Tuta-sama: E o seu surto, também. Você sempre sonhou em ser um garota mágica… Ou eu estou errada?
Locutor-sama: É um sonho tudo estranho, Tuta-sama.
Rosalina: Um pouco de tranquilidade faz bem para a alma.
Olliver: E sem campo de força! Que coisa mais nervosa.
Hello: Quem diria que uma coisa dessas iriam deixar vocês tão nervosos.
Olliver: Sinto que vou sonhar com pirâmides atacando a cidade por meses… Fiquei traumatizado.
Sabrina: Pense positivo, que nada vai acontecer.
Locutor-sama: O poder do pensamento positivo pode ser impressionante.
Rika: O que será que aconteceu com a Bonnibel?
Locutor-sama: Talvez ela esteja em alguma outra cidade, lutando contra falsos abacaxis, ou coisa assim.
Rika: Mas ela era uma garota mágica temporária!
Locutor-sama: Talvez ela tenha gostado do serviço.
Moon: Como sempre, o narrador com seus milhares de palpites! Desconfio que ele pense mais nos detalhes do que eu, a autora.
Sabrina: Isso é um tanto absurdo.
Moon: O fato de que eu não me preocupo com os detalhes?
Sabrina: Exatamente.
Moon: A vida é muito curta para isso.
Sabrina: É melhor ser despreocupada.
Moon: É claro! E a vida sempre vai arrumar coisas para você se irritar.
Hello: Se isso acontecer, é só ignorar os problemas.
Moon: E gritar com eles?
Hello: Não acho que resolva muita coisa. Mas a paçoquinha resolve! Pois ela é a solução para tudo.
Sabrina: Ou chocolate.
Hello: Chocolate é um risco de solução. Pode aparecer o Biscoito.
Sabrina: Ah, isso é verdade!
Tuta-sama: O Sakê é a solução!
Hello: Não, minha cara guaxinim. O sakê não é a solução.
Tuta-sama: Nossas opiniões são diferentes, minha cara amiga ruiva.
Hello: Mesmo assim, nós somos grandes amigas, não é mesmo?
Tuta-sama: Não foi bem isso que eu falei.
Hello: Ah, Tuta-sama! Você sabe que nós somos uma ótima dupla.
Tuta-sama: Não coloque palavras na minha boca!

Happy Green Things

O final de uma saga representa um recomeço. Para novas aleatoridades!

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: A saga “Quando o narrador desiste de sua função” terminou! Não porque eu já estava cansada de escrevê-la, mas é muito difícil escrever uma história sem o meu narrador dramático.
Locutor-sama: Não sabia que fazia tanta diferença assim.
Moon: É claro que você faz! A saga nem terminou de maneira decente. Um bom narrador faz falta, oras.
Locutor-sama: Nesse tempo em Acapulco, percebi que irei narrar apenas o necessário.
Moon: Não seja bobo, Locutor-sama! Você pode narrar o que você quiser. A piada é você seguir as pessoas, narrando cada passo que elas dão. Não acha isso uma boa ideia?
Locutor-sama: Ainda acho melhor não exagerar.
Moon: O que achou do que aconteceu?
Locutor-sama: Bom, ainda faltou o detalhe que está escrito aqui. [lê o que tem escrito no papel que estava em cima da mesa] “Rika tentou apagar as memórias de Viktor, mas não conseguiu. Talvez ele tenha uma garota mágica nos antepassados! Os dois combinaram em guardar o segredo de suas identidades.”
Moon: Não era um detalhe tão importante.
Locutor-sama: E o fato de quê, o Viktor apareceu na Casa Verde apenas para ajudar nessa história dos Esmaltes Mágicos?
Moon: Até parece que faria alguma diferença!
Locutor-sama: É, eu vou me lembrar de não sumir novamente. As ideias não ficam bagunçadas, já que a senhorita Lalali faz esse trabalho. Só que, sem uma pequena supervisão você fica com preguiça de fazer as coisas de maneira direita.
Moon: Bobagem! O importante é que o narrador mais dramático do mundo está de volta.
Locutor-sama: Não está exagerando?
Moon: Eu conheço meu narrador e seu nível de dramatização. Uma boa autora sabe de uma coisa importante dessas!
Locutor-sama: Acho que está se importando demais com as coisas erradas, autora.
Moon: Não se preocupe! Com o tempo, dá para melhorar esses defeitos! E é tudo para a piada funcionar.
Locutor-sama: De qual piada você está falando?
Moon: A piada da incompetência da autora, sem seu narrador, lógico.
Locutor-sama: Não acho que isso deveria ser uma coisa para se orgulhar.
Moon: Ora, não comece com as suas opiniões. O importante é que deu tudo certo!
Locutor-sama: E o fato de quê, a pedra filosofal tinha o poder de transformar pedra em doce?
Moon: Mas ela foi destruída, por ser muito perigosa!
Locutor-sama: Você não escreveu esses detalhes.
Moon: Fazer o quê. Sou esquecida!
Locutor-sama: Deixa para lá, senhorita Moon. Já vi que não dá para discutir.

Silly Tales

Nem sempre o que é planejado cabe em uma história.

Random: Viktor e Justus começaram a lutar contra as pirâmides que os atacaram. Na história anterior, eles pareciam perdidos! Mas estavam preparados para um ataque. Ou não!
Viktor: Quem diria que pirâmides podiam ser derrotadas com calda de caramelo! A vida é uma caixinha de surpresas.
Justus: Não sei se isso vai resolver por muito tempo.
Viktor: De fato! Elas estão levantando, nervosas!
Justus: Talvez elas queriam calda de chocolate.
Viktor: Não é uma boa hora para ser irônico!
Random: Quando tudo parecia perdido, de verdade, os esmaltes mágicos aparecem. Seria melhor a cavalaria!
Viktor: Vocês estão malucos? Nós colocamos esse campo de força para protegê-los, e saem para o meio da bagunça?
Chefe dos Esmaltes: Olha, se é o meu povo que eles querem, devo me responsabilizar em derrotá-los… [Alguns dos esmaltes começam a lutar, usando magica] Espera aí, quem é você?
Viktor: Eu sou um amigo do Dragão Dançante.
Chefe dos Esmaltes: Que eu saiba, ele tem um amigo que veste pijama e capacete. Não um cara de terno.
Viktor: [coloca um capacete] O pijama está por baixo da minha roupa.
Justus: Eu não acredito nisso.
Viktor: Broom Zoom está sempre preparado! E diferente de você, não me transformo magicamente.
Rika: [aparece de repente, atrás deles] Então você é o Broom Zoom!
Viktor: Aah! [vira para trás, assustado] E você é uma garota mágica!
Bonnibel: Interessante apresentação.
Rika: Então, todo mundo é secretamente garota mágica ou super vilão?
Bonnibel: Aparentemente, sim. Quem diria?
Viktor: Não há tempo para isso! Nós vamos ter que nos unir, para derrotar essas pirâmides malucas. Caso contrário, elas irão levar os esmaltes mágicos.
Rika: Nós não podemos permitir que isso aconteça!
Bonnibel: A história está tomando um rumo estranho.
Random: Começa uma batalha épica! Rika estava protegendo principalmente o chefe dos esmaltes mágicos, que apesar de ser pequeno estava cismado em lutar com as pirâmides gigantes!
Rika: Chefe! Fale comigo!
Random: Na batalha épica, o chefe dos esmaltes acabou se machucando. Purpurina para todos os lados!
Moon: Espera? Sem narração dramática sobre a batalha?
Random: Eu não sou o Locutor-sama!
Moon: Não acha que isso vai ficar insatisfatório?
Random: Ora, autora. Vamos ser simplórios!
Chefe dos Esmaltes: Eu… acho que… vou dormir.
Rika: Fique longe da luz, amiguinho!
Chefe: Eu estou apenas com sono! Não vou bater as botas.
Bonnibel: Os machucados dele, dá para se consertar. Ísis!
Ísis: Os meus poderes de curandeira irão servir para alguma coisa.
P-san: Fale “healer” que é mais bonito.
Ísis: Você só comeu torta de atum o tempo todo. Não pode dar palpite!
P-san: Poxa vida.

Green House Stories, Silly Tales

A felicidade é a verdade… E os esmaltes são mágicos. Que mundo estranho!

Na Casa Verde, sala de estar.
[Hello e Sabrina estavam olhando pela janela]
Hello: É o fim do mundo? Não imaginei que iria ser com pirâmides gigantes.
Sabrina: Uma situação definitivamente dramática.
Hello: [olha para a Sabrina]
Sabrina: Que foi? O Locutor-sama não está, alguém tem que fazer esse comentário.
Tuta-sama: Atualmente, ele é uma garota mágica!
Hello e Sabrina: O quê??
Tuta-sama: Não sabiam? Quando uma pessoa some, é definitivamente porque ela virou uma garota mágica. Suas desinformadas!
Hello: Não acho que somos nós as desinformadas.
Sabrina: O Locutor-sama está em Acapulco.
Tuta-sama: Isso é o que eles querem que você pense!
Hello: Alguém enlouqueceu, com a ausência do Locutor-sama.
Sabrina: Pelo visto, sim.
K-chan: Ei. [aparece atrás das três]
[Hello, Sabrina e Tuta-sama olham para trás]
Hello: O que foi, Katsu?
K-chan: Uma de vocês três viram meu irmão e o Justus? E a Rika? Eles estão sumidos há um tempão… [com uma expressão preocupada no rosto]
Tuta-sama: Provavelmente estão tendo aventuras como garotas mágicas!
Hello: Nem tudo a explicação é garotas mágicas.
Tuta-sama: Eu conheço a lógica da Moon, diferente de vocês.
Sabrina: [com a mão na frente do rosto] Céus…
[Rosalina e Olliver entram na Casa Verde]
Hello: Nossa! O que aconteceu?
Olliver: A Casa Verde está protegida por alguma coisa em volta!
Rosalina: Um campo de força!
Hello: Minha nossa, é raro ver vocês dois surtando.
Rosalina: Vocês não ouviram? [começa a chacoalhar a Hello] Um campo de força está cobrindo a Casa Verde! O que será que isso significa?
Hello: Acalme-se, Rosalina.
Olliver: Você instalou um sistema de segurança na Casa Verde, ou algo assim?
Hello: Não, Olliver. Não imaginei que um bando de pirâmides gigantes iriam nos invadir…
Rosalina: Então… Quem foi que fez isso?
Olliver: Tem algum outro rico, que gastaria dinheiro numa coisa dessas?
K-chan: [pensando] O Viktor, provavelmente. Como ele instalou tão rápido, é o mistério.

Fora do campo de força, na frente da Casa Verde.
Viktor: Quem diria que um campo de força para proteger de zumbis, funcionaria contra alienígenas em forma de pirâmide?
Justus: Surpreendente.
Viktor: Essas pirâmides são zumbis! Que lógica estranha, não?
Justus: Não é uma lógica que faça muito sentido.
Viktor: Muito bem! É a hora!
Justus: Não é uma boa hora para trocar de roupa.
Viktor: Como assim? Vou ter que sujar todo esse terno?
Justus: As pirâmides estão vindo aí!
Viktor: CARAMBA, CARAMBA!

– Essa saga dos esmaltes mágicos, do sumiço do Locutor-sama e da garota mágica Rika, está longa… Mas prometo, uma hora acaba.

Green House Stories, Silly Tales

Nada mais emocionante do que não saber o que fazer a seguir… Mentira, eu sei sim!

Na cozinha da Casa Verde.
Hello: Paçoquinha! Paçoquinha, paçoquinha e mais paçoquinha.
Barman: Se quer saber a minha opinião, é muito paçoquinha para uma frase só.
Hello: Bobagem! Só temos certeza de uma coisa, Barman. Se eu fosse um Pokémon, eu falaria paçoquinha toda hora!
Barman: Mas Hello… Então o seu nome teria que ser “Paçoquinha”, para você ficar repetindo isso.
Hello: Poxa vida, é verdade. A lógica de Pokémon é muito complicada. Não faz sentindo ficar repetindo o seu nome.
Barman: De fato.
[Viktor estava observando os dois, escondido atrás da porta]
Viktor: Está vendo, Justus? Isso que é amor, quando você escuta uma garota falando de paçoquinha… Sem questionar a sanidade dela!
Justus: Tem que ficar mesmo observando os dois?
Viktor: O quê? Você nunca viu a necessidade de ter um OTP?
Justus: Nós dois sabemos que você tem um interesse em os estar observando.
Viktor: Sim! É uma pesquisa para a fanfic que vou escrever.
Justus: [bate com a mão na testa] Não se faça de idiota, Viktor.
Viktor: Eu sei, Justus. Nós temos que ficar de olho… Pois esse lugar inteiro pode estar em perigo! Por causa daquilo, você sabe.
Justus: Sim, eu sei.
[Silêncio por dois minutos]
Viktor: Pode me trazer um café?
Justus: NÃO!

Em algum lugar da cidade dos Cinco Monumentos.
Rika: [levanta do chão] O que… aconteceu mesmo?
P-san: [na sua forma pequena] Oh! Você finalmente acordou?
???: Tudo bem com você? [abaixada] Ísis, o que acha do estado dela?
Ísis: Ela só arranhou os joelhos. Deve ter desmaiado por cansaço, Bonnibel.
Rika: Ah! Você é aquela garota mágica que eu vi!
Bonnibel: Entendo. Você deve ter me visto no dia que eu comecei.
Ísis: [em forma pequena] Não se preocupe. Ela é uma garota mágica temporária.
Bonnibel: Pelo seu tom de voz, de fato me sinto dispensável.
P-san: Você se lembra, Rika? Estava lutando com umas pirâmides gigantes.
Rika: Sim, de fato! E uma garota mágica temporária?
Ísis: Bem, você precisaria de ajuda para derrotar os vilões que estão atrás dos esmaltes mágicos. Não seria algo simples para se fazer sozinha.
P-san: Como sou um pinguim de muita consideração, pedi para a minha amiga Ísis recrutar uma garota mágica temporariamente.
Rika: Por que você não me disse isso antes? Oh, já sei. VOCÊ ESTÁ DORMINDO!
P-san: Também preciso descansar, oras.
Bonnibel: Espero que você não se importe de unirmos forças.
Rika: Claro que não. Ajuda é sempre bem vinda!
Ísis: Ótimo! Agora vamos discutir as estratégias no acampamento!

Happy Green Things

Um dia qualquer no escritório da autora.

No escritório da Moon, no estúdio Happy Green Things.
Moon: [olhando fixamente para o monitor do computador]
Locutor-sama: Autora, aconteceu alguma coisa?
Moon: Não sei, Locutor-sama.
Locutor-sama: Então, você não sabe se aconteceu alguma coisa. Muito interessante. Isso acontece com frequência?
Moon: Onde está querendo chegar?
Locutor-sama: Em lugar nenhum. Não sou do tipo de pessoa que precisa de passaporte para viajar.
Moon: Me pergunto o que quer dizer com isso.
Locutor-sama: Só foi uma frase que pensei para me fazer parecer legal.
Moon: Oh. Problemas de popularidade, novamente?
Locutor-sama: Pelo visto o fato de que eu fico seguindo as pessoas, para narrar o que estão fazendo não é muito apreciado.
Moon: Você tem que admitir que isso é bem estranho.
Locutor-sama: Mas isso é o meu trabalho.
Moon: De fato, mas para os personagens isso pode ser um pouco inconveniente.
Locutor-sama: Talvez. Eu acho que deveria começar a aparecer apenas como narrador observador, e não personagem.
Moon: Não pode fazer isso. Caso contrário, não vai aparecer muito nas histórias.
Locutor-sama: Tenho certeza que personagens como a Tuta-sama ficariam felizes com isso. [o narrador suspira desanimado]
Moon: Ora, não faça essa carinha de infeliz! O outro problema é que os personagens não compreendem muito bem a função do narrador.
Locutor-sama: Não adianta tentar meu animar, senhorita Moon. Sou apenas uma inconveniência na vida dos personagens. Um esquisitão!
Moon: Tenho que concordar com a última parte…
Locutor-sama: Autora!
Moon: Olha, não sou eu que converso com um esfregão quando ninguém está olhando.
Locutor-sama: Como sabe disso?
Moon: A autora escuta tudo, vê tudo e está em todos os lugares! [dá uma risada maluca] Ah, é bom estar no comando de alguma coisa.
Locutor-sama: [Sentado no sofá, deprimido]
Moon: Ora Locutor-sama, não fique assim.
Locutor-sama: Talvez fosse melhor que eu desse um tempo para tudo isso.
Moon: Dar um tempo? Como assim?
Locutor-sama: Vou explicar, autora. Irei sumir por uns tempos, para dar um pouco mais de liberdade para os personagens. Um narrador também tem como função pensar no bem estar dos outros.
Moon: Mas Locutor-sama, você não acha que está sendo dramático demais, no mau sentido?
Locutor-sama: Não, autora. Já me decidi. Devo fazer o que é certo!
Moon: Certo? Isso é realmente certo? Eu não posso ficar sem narrador!
Locutor-sama: Tenho certeza que aparecerá um personagem mais competente do que eu, para fazer esse trabalho…
Moon: Mas Locutor-sama…
Locutor-sama: Não tente me impedir! [segura uma mala em cada mão] Vou embora. E voltarei, sabe deus quando!
[Locutor-sama sai do escritório da Moon]
Moon: Normalmente quando dizem isso, é que querem que alguém vá atrás deles.
Locutor-sama: Não. Quis dizer que vou embora mesmo.
Moon: Isso pode se tornar o problema.

Green House Stories, Silly Tales

O mundo secreto no Castelo Inflável.

Locutor-sama: A senhorita Hello comprou um castelo inflável, realizando um sonho um tanto excêntrico. Mas quem é que entende as pessoas ricas? Elas são tão complicadas, e às vezes viciadas em café. Caso se identifique com esses dois items, lembre-se que isso não faz de você automaticamente rico. Infelizmente!
Zaltana: Mais uma de suas narrativas dramáticas?
Locutor-sama: Sim, abacaxi Zaltana.
Zaltana: Sabe, era melhor você me chamar de senhorita ao invés de abacaxi. Questão de educação, sabe.
Locutor-sama: Oh, desculpe. Tem razão, foi bem mal educado de minha parte.
Zaltana: Ainda bem que concorda.
Locutor-sama: Peço desculpas mais uma vez.
Zaltana: E então, qual é o roteiro?
Locutor-sama: É sobre um mundo secreto, que dá para entrar por esse castelo inflável.
Zaltana: Um mundo secreto?
Locutor-sama: Sim.
Zaltana: Nesse castelo inflável?
Locutor-sama: Com uma entrada por esse castelo inflável.
Zaltana: Há! Essa é muito boa. A Moon tem uma imaginação e tanto.
Locutor-sama: Quer se candidatar para esse roteiro?
Zaltana: Tudo bem. Não tenho nada para fazer, mesmo.
Locutor-sama: Ótimo! Agora entre dentro do castelo.
Zaltana: [faz o que o narrador pediu]
Locutor-sama: Agora…. ALAKAZUM BOLO DE CHOCOLATE!
Zaltana: Como é quê é? [desaparece]
Locutor-sama: Zaltana entrou em um mundo que parecia um paraíso. Era um lugar cheio de flores, e com cadeiras confortáveis para se sentar.
Zaltana: Que palavras mágicas foram aquelas?
Locutor-sama: Eu sou um narrador com muito senso de humor.
Zaltana: Era para ser engraçado? Eu não achei graça nenhuma.
Locutor-sama: Não se pode agradar a todos.
Zaltana: O que tem de especial nesse lugar? As cadeiras confortáveis para se sentar? As flores?
Locutor-sama: Às vezes as coisas mais especiais, é o que achamos mais simplórias.
Zaltana: Talvez você tenha razão. Mas esse lugar está faltando coisas mais interessantes.
Locutor-sama: Bem, pense nesse local como se fosse uma espécie de área “beta”.
Zaltana: E que pode ser encontrada no código tempos depois?
Locutor-sama: Exatamente.
Zaltana: Interessante. Mas mesmo assim, aqui é um tédio.
Locutor-sama: Pode até ser, mas os lugares entediantes podem ser perfeitos para descansar a mente.
Zaltana: Talvez. Mas mesmo assim, ainda não estou convencida.
Locutor-sama: Já tentou sentar na cadeira?
Zaltana: A cadeira? [senta na cadeira que o Locutor apontou]
Locutor-sama: Isso mesmo.
Zaltana: Minha nossa! Essa é a cadeira mais confortável que eu já vi! Quem diria que ela é tão confortável…
[A Zaltana volta para a Casa Verde, no castelo inflável.]
Locutor-sama: E então, a abacaxi Zaltana aprendeu que os bons sonhos não duram por muito tempo.
Zaltana: Sabe que começo a achar que a Tuta-sama tem razão, ao te chamar de chato?
Locutor-sama: Estou cada dia mais popular.
Zaltana: Nunca mais vou encontrar uma cadeira como aquela.