No escritório da autora, no estúdio de Happy Green Things.
Moon: [olhando para a janela] Nós estamos no mês de março. Em março!
Random: É o mês de amarrar os cadarços!
Urso Tobi: Mas que rima forçada! Isso é um absurdo.
Random: Você perdeu o canudo do toddynho?
Urso Tobi: Isso NÃO FOI UMA RIMA!
Random: Calma, não precisa ficar nervoso.
Urso Tobi: [de braços cruzados] Eu posso não fazer mais rimas com tanta frequência como antes, mas isso não quer dizer que posso aturar esse… absurdo!
Random: Eu só fiquei com vontade de rimar. Isso é proibido?
Urso Tobi: Não é proibido. Mas você deveria aprender rimas melhores. Eu escrevi até um livro sobre isso! [tira do bolso]
Random: Você anda com isso no bolso?
Urso Tobi: É claro que sim! Você nunca sabe quando vai se precisar dar lição de moral em alguém.
Random: Oh! Fascinante!
Moon: Gente!
Urso Tobi: Gente? Eu não sou gente. Eu sou um urso!
Random: E eu, um boneco de palito!
Moon: Como se eu não soubesse! E Tobi, eu sempre escrevo “urso” na frente do seu nome. Francamente!
Urso Tobi: Não me diga que… [pausa dramática] Meu primeiro nome na verdade é Urso??
Random: Se aprende algo novo todos os dias! Revelação!
Urso Tobi: Não acredito nisso!
Moon: Eu só ponho para ficar mais sono-
Random: Sonolento? “Urso Tobi Sonolento!”
Urso Tobi: Eu EXIJO um nome mais criativo.
Moon: Isso é o famoso caso do “telefone sem fio”?
Random: É um caso recente?
Moon: CHEGA! Eu trouxe vocês aqui porque quero ideias novas. E não para conversas paralelas, loucas e aleatórias.
Urso Tobi: Então você não deveria ter chamado o Random.
Moon: Mas eu não chamei o Random, na verdade.
Random: Eu estou sempre aqui! *risadinha suspeita*
Moon: Só chamei você, Tobi, pois você estava passando!
Urso Tobi: Se eu não estava passando, você não me chamaria? Isso me magoa.
Moon: Eu não coloquei você em duas histórias seguidas, para tantos detalhes.
Urso Tobi: Você é difícil de se satisfazer, autora. *dá de ombros*
Moon: Random! Não tem nada a dizer, sobre ideias criativas?
Random: Bem… Como um papel higiênico se entretém no banheiro? Contando ladrilhos?
Moon: Não era esse tipo de ajuda que eu precisava! Faça essa pergunta para os gêmeos, Zezé e Tadeu!
Random: Oh, é uma boa! Eu aposto que eles vão adorar conversas filosóficas!
[Random sai da sala]
Urso Tobi: Para quê você criou um personagem como esse?
Moon: Eu não criei… Ele apenas apareceu na minha frente!
Urso Tobi: Sei.
Moon: As ideias são difíceis de se lidar, sabe.
Urso Tobi: Não.
Moon: Eu não deveria ter deixado o Locutor-sama de folga.
Uma história em que, ursos aparecem e… O que mais? Esconda o pote de mel!
Locutor-sama: Existem momentos importantes. Um deles é quando se tem folga do trabalho, e temos oportunidade de fazer algo novo.
Rosalina: Vamos passar o dia nas montanhas? Parece interessante. Espero que seja em uma casa com boa vista.
Nicolas: Boa vista? A vista será excelente, minha cara irmã. E não pense que vamos fazer coisas comuns!
Rosalina: Não? Será algo surpreendente… Imagino o que pode ser. Espero que não tenha nada a ver com alienígenas, ou coisas do tipo. Isso seria exageradamente surpreendente!
Nicolas: Certo, calma! Nós vamos…
Rosalina: Espero que vá me dar uma dica.
Nicolas: Tem a ver com ursos.
Rosalinas: Judô?
Nicolas: Não, nós não vamos treinar judô com ursos. Espero não tê-la decepcionado… Posso ver se conheço um urso com essa especialidade, se quiser!
Rosalina: Não, obrigada Nicolas.
[Os dois chegam a casa nas montanhas com suas malas, enquanto alguém esperava os dois.]
Rosalina: Um urso nos esperando? Confesso. Estou surpresa. Bem que achei que o conhecia. Urso Tobi, para quê o chapéu?
Urso Tobi: É muito simples. Este chapéu vai me inspirar, em inspirá-los no concurso de rimas que irão participar!
Rosalina: Concurso de rimas!
Nicolas: Sim, concurso de rimas. E esse urso não é uma figura?
Rosalina: Certo. Eu nunca fui muito boa em rimas… Acho que preferia os alienígenas.
Nicolas: Não desanime! Olhe para o chapéu. Não se sente inspirada em rimar algo com a palavra chapéu?
Urso Tobi: Chapéu. Não é muito difícil. Tente, Rosalina.
Rosalina: Er… Réu?
Urso Tobi: É melhor deixar vocês se acomodarem na casa. Assim, treinaremos em um local mais confortável.
[Um tempo depois, os três estavam sentados na sala de estar.]
Urso Tobi: Muito bem. Nesse tempo, você teve oportunidade de estudar um pouco sobre rimas. Vamos ver como você se sai. Nicolas!
Nicolas: *abre um caderno* Aceitável.
Rosalina: Amigável.
Nicolas: Cano.
Rosalina: Pano.
[Continuaram isso por mais duas horas]
Rosalina: Não sei como você é especialista nisso, Urso Tobi. Chega uma hora que rimar enlouquece qualquer um!
Urso Tobi: *pensativo*
Nicolas: Rum! Hm… Talvez ela tenha razão. Qual a sua opinião, Tobi?
Urso Tobi: Bom. Rimar já não é mais a minha praia faz muito tempo… Querem fazer outra coisa?
Rosalina: Qualquer coisa que não seja rimar.
Nicolas: Bom, sendo assim… Posso dar uma sugestão?
[Dias depois, os três participaram juntos de um concurso de construir estátuas feitas de potes de mel vazios.]
Nicolas: Não acredito que nós ganhamos em primeiro lugar!
Rosalina: Quem diria, que ele deixou as rimas para se especializar nisso?
Nicolas: Deve ter treinado muito, esvaziando potes de mel.
Urso Tobi: Na verdade, foi uma questão ecológica de reciclagem.
Rosalina: É, faz sentido.
Perdidos no deserto, o que os personagens fariam?
Está na hora de uma lista! Pois eu preciso escrever algo mais fácil de se ler, não concordam? E também preciso… Oh, que importa. Para frente, não vou me apegar em escrever detalhes.
Tuta-sama
Fica de braços cruzados. As suas meninas a resgatam logo, nem deu para ela sentir sede.
Tuta-sama: Muito mais fácil quando tem que te acompanhe, por radar nessas viagens longas! E que por algum motivo, terminam no deserto. Melhor não pensar muito no assunto.
Hello
Não está perdida, na verdade. Apenas procurando.. uma geladeira.
Hello: Como isso é possível? Já é a quinta vez, só nessa semana. Essas geladeiras só podem estar andando sozinhas.
Barman
Não está procurando uma geladeira. Nem está perdido.Na verdade, ele não faz a menor ideia do que está fazendo ali.
Barman: Esta é mais uma das histórias, onde a autora coloca personagens em lugares difícil de se sobreviver? Ou… será que sou sonâmbulo? Apesar de que nunca ouvi falar nesse tipo de sonambulismo, que você acaba parando no deserto. Estranho.
Rosalina
Poderia dizer que ela é auto suficiente. Ou apenas tenha feito um curso de sobrevivência. Por algum motivo.
Rosalina: É apenas bom senso, acreditem. Mas umas aulas de sobrevivência com o meu irmão mais velho também ajudaram. E um dispositivo que funciona melhor que um GPS. Não sei porque a Hello não anda com um desses.
Alice
Ela inventou o dispositivo que funciona melhor que um gps. Mas ainda assim, está no deserto. Fazendo… experimentos. Ou isso que ela quer que todos acreditem.
Alice: Na verdade, estou procurando um OVNI. A Hello anda em um, sabem. Apesar de ter uma carteira para dirigir esse tipo de coisa, grande parte das vezes ela bate em um asteroide. Deveria criar um dispositivo que a fizesse prestar mais atenção no trânsito do espaço!
Olliver
Ele ainda não sabe que está em um deserto. Ou apenas acredita, em seu coração, que é uma área que sofreu sério desmatamento.
Olliver: Até onde vai o aquecimento global? Daqui a pouco, nem os freezers estarão mais seguros. E aí, a situação vai ter ficado realmente preocupante!
Bônus:
Locutor-sama andando no deserto, junto do Capitão Yay.
Locutor-sama: *cantando* Nos campos floridos, onde há uma brisa que você não pode ver… *olha para o capitão Yay* Por que não está cantando, amigo Random?
Capitão Yay: É porque eu não sou o Random, caramba!
Locutor-sama: Bem que achei que estava desenhado demais.
Trânsito de carros já é algo complicado. Um para mudar de dimensão, então… Mais difícil ainda!
Locutor-sama: Estava indo até o escritório da senhorita Moon, a procura de uma ideia perdida. Será que ela foi parar ali? Imagino que sim, pois já chequei todos as salas desse estúdio…e adivinhem só? Apenas restou isto. Normalmente não entro lá, quando a senhorita Moon não está, mas… *abre a porta* Pelas barbas de Odin!
[Locutor-sama vê o Wolf sentado em cima da mesa da autora]
Wolf: Oi! Andou assistindo Thor, hein?
Locutor-sama: Wolf. O que está fazendo aqui?
Wolf: Bem… Imagine que você está fazendo uma investigação. De repente, vai até uma sala estranha que acaba puxando você para um local cheio de corredores. O que você faria? Eu gritaria, lógico, se não fosse pelo fato de eu estar me sentido sendo puxado por mãos invisíveis. Foi assustador!
Locutor-sama: Não acredito que uma coisa dessas realmente aconteça, Wolf. Está planejando alguma coisa?
Wolf: Eu? Só se for um planejamento para manter minha fofura em dia! Disse a verdade do que aconteceu. Não acredita em mim?
Locutor-sama: Na maioria das vezes acredito em coisas absurdas nas histórias da senhorita Moon, mas… Essa vez é difícil, já que dá para ver que você entrou por um buraco negro. Não é todo dia que vejo uma coisa dessas,
Wolf: Queria o quê? Que eu dissesse que fui jogado de uma dimensão para outra? Onde via calculadoras falantes e baratas gigantes, segurando balões de gás? Não, meu caro. Era difícil de acreditar até mesmo para mim. Como alguém ia acreditar em uma coisa dessas?
Locutor-sama: Pode ser difícil de acreditar, Wolf. Porém, inventar uma história absurda apenas para cobrir outra, é um tanto exagerado.
Wolf: Caramba! Está falando coisas que fazem sentido. De certa forma. Tantas coisas aconteceram comigo hoje, que vou apenas sentar-me naquele sofá, e pensar no que eu estava fazendo. Sabe, o dia foi tão grande que nem me recordo se escovei meus dentes.
Locutor-sama: Quando não se está acostumado em viajar nas dimensões acontece isso. Não se preocupe, Wolf. Só precisa descansar, que vai passar.
[Locutor-sama sai do escritório, e fecha porta.]
Locutor-sama: Espera só um pouquinho. Eu não deveria tirar ele de lá? Não… Está muito atordoado. E a senhorita Moon não está aqui, mesmo. Nossa! Já ia me esquecendo da ideia que estava procurando, a pedidos da senhorita Lalali. Será que saiu para tomar sorvete? Pode ser que isso tenha acontecido. Afinal, até uma ideia tem direito de se refrescar… Ninguém gosta de uma ideia com calor. Pensando bem, essa minha frase ficou bem estranha. E quando não estou falando coisa com coisa, só pode significar que a autora está com calor nesse momento! E muito calor.
Moon: Esses detalhes não importam, Barman!
Locutor-sama: Ela está confundido nome dos personagens. É, não vou contrariá-la.
Random Adventures! – Há algo que sempre existirá… e se chama bagunça!
[Random, carregando uma mochila chega ao seu destino, acompanhado do Capitão Yay.]
Random: Uma aventura mais selvagem, até mais do que estar no meio de animais-
Capitão Yay: Random! Não acredito que você chamou a mim, até aqui para isso.
Random: Você gosta de aventuras, não? E que aventura melhor, do que um chão cheio de papelada? E ali embaixo da mesa, então? Caixas! E, para ficar mais emocionante…
Capitão Yay: Balas de café não são emocionantes, Random.
Random: Não são? Ah, você sabia o que ia dizer! A nossa amizade está cada vez mais forte.
Capitão Yay: Pode até ser. Só que é difícil do que esperar de você, Random. Uma hora, fala como uma pessoa sensata. Na outra, diz uma palavra completamente aleatória e me deixa com cara de bobo.
Random: Escova de cabelo!
Capitão Yay: Está vendo o que estou falando?
Random: Mas eu só estava…
[Uma escova de cabelo começa a perseguir o capitão Yay.]
Capitão Yay: Uma escova de cabelo com dentes! *sai correndo para fugir dela*
Random: Mas porque será que ela está nos seguindo? Será que estou descabelado… *toca na cabeça* Oh! Acabei de me lembrar. Não tenho cabelo!
Capitão Yay: Faça alguma coisa, Random!
Random: Fazer o quê? Ela quer alguma coisa que você tem. Nunca leu sobre animais selvagens?
Capitão Yay: Isso aqui é uma escova de cabelo, não um animal!
Random: Você entendeu o que eu quis dizer, é tudo selvagem. Principalmente quando vê pessoas descabeladas!
Capitão Yay: Caramba, Random! *tropeça em uma montanha de papéis colocada no chão, e um xampu cai do chapéu do capitão*
Random: Oh! Está explicado. Ela quer seu xampu!
Capitão Yay: Ma-mas…
[A escova de cabelo leva o xampu entre os dentes, e vai embora]
Capitão Yay: Como é que vou lavar a cabeça, quando eu voltar?
Random: Você lava a cabeça, ao invés do cabelo? Que estranho. Não sabia que xampu lavava rosto também.
Capitão Yay: Para mim chega! Você está de palhaçada comigo, Random. Isso não é uma aventura de verdade. É apenas um lugar cheio de bagunça! E onde já se viu, uma escova de cabelo que tem dentes? Parece até que a autora estava tendo alucinações, por causa do calor, ao escrever essa história!
Random: É, talvez a última coisa que você disse esteja certa. Mas sempre tem aquela opção que…
Capitão Yay: Vou embora! Me chame para algo mais divertido do que bagunça.
Random: Capitão, se o caso for o xampu, a gente passa na farmácia para comprar um.
Capitão Yay: Está bem, pode ser.
Random: Excelente!
– Uma história com os dois “de baixa estatura” na farmácia? Boa ideia, mas não na próxima vez.
A vida secreta dos personagens.
Moon: Todo mundo gosta de vida secreta, não é mesmo? Afinal, se um personagem tem uma vida dupla – ou até mesmo uma pessoa – Todo mundo vai querer saber o porquê. Ou tudo isso que irei listar, não é nada mais nada menos que… fofoca! Ou conspiração, se preferir.
1. Tuta-sama, tem uma vida dupla de super herói.
Batman, é você?
Moon: Combinaria com ela. Rica, e tudo mais. Certo, é só porque queria imaginar um guaxinim dentro de um automóvel do Batman. Desculpa boba a minha, não?
Tuta-sama: E quem disse que eu já não tenho um automóvel do Batman?
Moon: Eu não me surpreenderia se você tivesse, sério.
2. Locutor-sama, uma garota mágica.
Ou pelo menos é o que dizem.
Moon: Como assim, o narrador não pode ser uma garota mágica? Conspiração! Todo mundo gosta dessas coisas.
Locutor-sama: Só você gostaria do fato de me ver de garota mágica, autora.
Moon: A Tuta tem certeza que você é uma garota mágica.
Locutor-sama: Rumores.
3. Hello, um dinossauro.
Dinossauro? Todo mundo pode ser um dinossauro.
Moon: Poderia escolher dragão, mas dinossauro? Sim, dinossauro! Nossa, estou falando como se qualquer um pode ser um dinossauro.
Hello: Podem, sim! Basta… acreditar!
Moon: Puxa, que bonito.
Hello: Pensando bem, preferia ser uma garota mágica.
Moon: Não.
Hello: Pô.
4. Barman, um agente secreto.
Ou qualquer papel mais interessante do que ser uma simples funcionário da Casa Verde.
Moon: Um líder, talvez? Não sei…
Barman: Não vejo problema algum em ser simples.
Moon: Você não tem ambições?? Que tristeza.
5. Fábio, um herói de túnica verde.
Pelo menos, era o que ele queria ser.
Moon: Não sei se ele iria durar muito. Imagino que seja bastante difícil ter o gorrinho do Link preso, sem voar nem em uma ventania!
Fábio: Eu poderia fazer isso possível!
Moon: Como…?
Fábio: Poderia fazer isso POSSÍVEL!
Moon: Não questionarei a sua sanidade no momento.
6. Olliver, um cientista interessado em fazer experiências botânicas.
Ele é um jardineiro. Ninguém trabalha com isso, a não ser com segundas intenções.
Moon: É cientista maluco, ou um espião.
Olliver: O que você tem contra os jardineiros? Daqui a pouco vai dizer que sou um criminoso!
Moon: Conspiração!
7. Rosalina, aventureira.
Ficar em um escritório? Ser contadora de uma pessoa como a Hello?
Moon: Óbvio que Rosalina deveria ser aventureira!
Rosalina: Está dizendo que números não são uma aventura?
Moon: Tem algum problema? Não é possível achar algo de interessante em matemática e seus números alienígenas.
Rosalina: Nem todo mundo é como você, autora.
Em uma galáxia distante…
Locutor-sama: No primeiro post do ano, será listado invenções consideradas absurdas para a autora, que poderão ser inventadas. Não é para serem levadas a sério. E se vamos falar do futuro, como é que no título está falando em uma galáxia? É uma palavra mais dramática, oras.
1. Os cadarços de tênis serão oficialmente abolidos.
Moon: Isso conta como uma invenção? De qualquer forma, vou listar pois soou engraçado na minha cabeça.
Random: Mas como vai se abrir os toddyinhos?
Moon: Você abre um toddyinho com cadarço de tênis??
2. Os cabelos nunca mais vão ficar bagunçados. Consequentemente, não haverão mais escovas de cabelos.
Moon: Não sei se estou respeitando a lógica desse post… Ou será que eu tenho um ódio secreto por escovas de cabelos?
Matilde: Eu sempre tive certeza que você odeia as escovas de cabelo.
Moon: Ah, obrigada Matilde! Você é um amor, como sempre. Observe o meu sarcasmo!
3. O macarrão instantâneo será de fato, instantâneo.
Moon: Eu nunca compreendi o porquê de um macarrão instantâneo, na verdade demorar de três a cinco minutos para ficar pronto. É tudo uma mentira!
Locutor-sama: Você é muito impaciente, senhorita Moon.
Moon: Me julgue, narrador.
4. Haverá ventiladores que podem girar em trezentos e sessenta graus.
Moon: Como uma bola de discoteca, sabem? Não? Enfim, isso ia ser uma invenção bem útil!
Hello: Ou ar condicionado, usando o frio preservado do inverno!
Moon: Era o que eu precisava, de alguém para dar palpite.
Hello: Ah, Moon! Eu sempre fico feliz em ajudá-la.
Moon: Sar-cas-mo!
5. As pedras e as árvores poderão dar dinheiro.
Moon: Talvez eu tenha jogado Animal Crossing demais.
Tuta-sama: Não seria uma boa ideia. As pessoas iriam brigar por isso, querendo tomar posse de todas as pedras e as árvores que poderiam produzir dinheiro.
Moon: Eu preferia alguém para dar palpite, não alguém para acabar com a graça das minhas ideias.
Tuta-sama: Quê foi? É algo que se deve refletir!
Moon: E uma adicional. A volta do costume de usar a palavra “senhorita”!
Matilde: Para quê? Quanta frescura, Moon.
Moon: Frescura? Frescura? É, é frescura reclamar de uma palavra em desuso.
Matilde: Mas que bom que você admite!
Moon: Não sei se eu estava sendo sarcástica ou não… A vida é tão confusa.
Dimensões paralelas existem. E são bem estranhas… Ou elas são mais normais do que parecem?
Locutor-sama: Existe uma lenda entre os personagens da senhorita Moon que diz, aqueles secundários que dificilmente aparecem tem uma vida emocionante por trás dos bastidores. Este é o caso de Fábio.
Random: Quem é Fábio mesmo?
Locutor-sama: O melhor amigo do Barman.
Random: E quem é Barman mesmo?
Fábio: Você só pode estar de brincadeira.
Random: Em minha defesa, são muitas mesas.
Fábio: Mesas?
Locutor-sama: Ele ia dizer personagens. Por alguma razão, a autora digitou mesas.
Fábio: A autora é um tanto estranha.
Chefe Paper: Fábio! O que está fazendo com estes… forasteiros?
Fábio: Chefe! Oh, estava apenas conversando com eles.
Chefe Paper: Não vão nos atrapalhar, vão?
Fábio: Não. São tão discretos, que vão parecer parte do cenário.
Locutor-sama: Desconfio que isso foi uma ironia.
Chefe: Ótimo! Personagens discretos e ironias são bem vindas. Como vocês podem ver, forasteiros, nós estamos com um certo problema aqui.
Random: Olha! O Chefe “Paper” virou apenas chefe. Será que a Moon ficou com preguiça de digitar?
Locutor-sama: É bem provável. Ou tem uma causa escondida por trás disso, que nós nunca vamos descobrir.
Chefe: Ah, eu não vou perder meu tempo. Explique você, Fábio.
Fábio: E-eu? Está bem.
[O chefe Paper foi embora]
Fábio: Aqui é uma dimensão de bonecos de papel, uma tradução quase correta para papercrafts… Vocês estão sentados porquê?
Random: Porque lá vem história!
Fábio: [bate com a mão na testa] Paciência, Fábio…
Locutor-sama: Random, não é assim que se trata personagens que pouco aparecem.
Random: Me desculpem.
Fábio: Gente, resumindo nós estamos lutando contra papercrafts zumbis – que são basicamente iguais as papercrafts, só que amarelas.
Random: Papel envelhecido!
Fábio: Exatamente.
Random: Eles querem cérebro dos outros?
Fábio: Hm… Não.
Random: Então não são tão perigosos.
Locutor-sama: Existem outros tipos de perigos, Random.
Random: Sério?
Locutor-sama: Sério.
Fábio: O Locutor tem toda a razão. Na verdade, o perigo maior é o que as papercrafts zumbis atraem.
Locutor-sama: Nossa. Parece bastante sério.
Fábio: É claro que é!
Random: O que elas atraem? Abelhas?
Fábio: Na verdade, atraem cupins.
Random: Tão sério assim?
Fábio: São cupins gigantes, Random.
Locutor-sama: Gigantes! Isso é terrível.
Fábio: Sim, é gosma verde para todo o lado.
Locutor-sama: Estou começando a achar que você está exagerando um pouco, Fábio. Você está dizendo essas coisas apenas para impressionar.
[Um inseto gigante, similar a um cupim aparece]
Random: AAAAAAAH!
Locutor-sama: Minha nossa! Aqui é mesmo perigoso. Random, vamos embora!
[Locutor-sama abre uma porta para eles saírem dessa dimensão]
Chefe: Fábio? Explicou para os forasteiros a falta de neve por aqui?
Fábio: Sim. Acabaram indo embora… Mas eles voltam, quando estivermos na temporada certa novamente, para guerra de bolas de neve.
Chefe: É assim que se fala!
Aventuras podem ser vividas por todos. Até mesmo bonecos de palito!
Locutor-sama: O cenário para essa história é um tanto estranho. Mas, já que é uma história do meu amigo Random – É justificado.
Random: Acho que é um cenário dramático!
Locutor-sama: Eu não sei… Acho que estar em cima de um trem, é um tanto exagerado.
Random: E o trem ainda está andando!
Locutor-sama: Você tem noção do que nós estamos fazendo? É muito perigoso. Corremos um risco tremendo aqui em cima!
Random: Oh, de fato. E estamos dando mal exemplo! Lembrem-se de não ficar por cima de trens que estão andando! É perigoso.
Locutor-sama: Random, você às vezes é complexo demais.
Random: Chega de jogar conversa fora! Temos que ir até o próximo vagão.
Locutor-sama: Vagão? Quer dizer que nós vamos entrar no trem?
Random: Entrar? Não. Quando eu disse que nós temos que ir para o próximo vagão, quis dizer por cima dele! [Random pula para o próximo] Venha, Locutor! Está perdendo tempo.
Locutor-sama: [pula atrás do Random, apesar de estar se sentindo receoso.] Estamos fazendo isso pela aventura?
Random: Além da aventura, sempre quis fazer como o Finn e o Jake, naquele episódio que tinha as masmorras nos vagões dos trens!
Locutor-sama: Mas eles estavam DENTRO do trem.
Random: Quer fazer exatamente o que eles fizeram? Temos que ser originais! Cadê o seu espírito aventureiro?
Locutor-sama: Devo ter deixado em casa.
Random: Olhe só, Locutor! Temos companhia, ali em cima do outro vagão.
Locutor-sama: Outros loucos como nós? Não é possível…. São almofadas!
[Random e Locutor pulam até em cima do vagão que estavam as almofadas.]
Random: Minha nossa! Elas estão jogando cartas, bastante concentradas. Estão se mexendo, mas em silêncio!
Locutor-sama: Deve ser porquê a autora não quer ter de dar nomes para elas.
Random: Não sei. Ela poderia colocar “Almofada 1, Almofada 2.”
Locutor-sama: Imagino que esteja pensando que ela planejou algo de interessante para essas almofadas?
Random: Não sei. Como iria saber? Sou o personagem com função de dizer coisas doidas e aleatórias.
Locutor-sama: Então, como narrador vou imaginar alguma coisa.
[Locutor sentou-se em cima do vagão.]
Random: Oh! Uma reflexão é algo sempre bem vindo. Quem sabe arrumo um jeito na minha mente de, arrumar meu armário?
Locutor-sama: Algo interessante para se pensar, meu amigo.
Random: Claro que é! Infelizmente não é nada de legal para se fazer.
Locutor-sama: De fato. Mas facilita futuras dores de cabeça…
Random: Sempre pensando no dia de amanhã, não é?
[No ar, um passarinho com uma câmera fotográfica tira uma foto]
Luís: Essas fotos vão vender por muito, para a revista de pessoas excêntricas!
Ah, novembro… Como assim, você já está acabando?
Moon: Há tantos dias no ano! E então… Ele acaba. Daqui a pouco é dezembro! É natal! E então ano novo! A vida é curta, muito curta.
Locutor-sama: Não seria o ano? Eu não sei porque de repente isso virou uma reflexão, senhorita Moon.
Moon: Há certos dias das nossas vidas que devemos refletir, Locutor.
Locutor-sama: Como quando temos que decidir qual é o nosso sabor favorito, no sorvete napolitano?
Moon: Não sei se isso seria uma questão de reflexão. Apenas devemos aguentar… Qualquer sabor que sobrar!
Locutor-sama: Normalmente é o de morango.
Moon: Exato!
Locutor-sama: Não queria ser chato, mas nós vamos mesmo ficar conversando sobre reflexões? Seria mais agradável dialogar sobre coisas mais engraçadas.
Moon: Tem razão! Certo, vou contar algo que aconteceu comigo. Estava tentando bater o suco, com o mixer. Não estava funcionando, por algum motivo.
Locutor-sama: Mas porque?
Moon: Estava fora da tomada.
Locutor-sama: Inacreditável. Fez isso mesmo, autora?
Moon: Ou será que não fiz? Como por exemplo, eu resgatei relíquias antigas na semana passada!
Locutor-sama: É possível perceber o que é verdade, e o que é uma… realidade aumentada.
Moon: Realidade aumentada? Isso existe?
Locutor-sama: Tem vezes que nós devemos acrescentar palavras que não fazem muito sentido, para parecermos educados.
Moon: Você está me ironizando, seu Locutorzinho engraçadinho?
Locutor-sama: Imagine, está imaginando coisas.
Moon: Muito bem, muito bem. Está ótimo!
Locutor-sama: Do que está falando agora, senhorita Moon?
Moon: Da frase, a qual parecia que você estava me ironizando.
Locutor-sama: Obrigado.
Moon: Está agradecendo o quê? Fui eu que escrevi o que disse, narrador.
Locutor-sama: Está machucando meus sentimentos…
Moon: Oh, desculpe. Não era bem essa a minha intenção. E essa história parece que não vai acabar nunca! Como o ano. Por que ele ainda não está acabando?
Locutor-sama: Pensei que lá em cima, estava falando sobre como o tempo passa rápido. Agora quer que o ano acabe? Está sendo um tanto contraditória.
Moon: Escritores são contraditórios.
Locutor-sama: Só isso que tem a dizer? Esperava um argumento melhor.
Moon: Oh! Já sei. Em minha defesa, comecei este poste outro dia.
Locutor-sama: Compreendo. A sua opinião pode variar dependendo do seu humor. Interessante.
Moon: Não é bem assim! Espera, o que estou dizendo? Preciso de um momento para organizar as minhas ideias. Vê só o que fez? Ou talvez eu tenha comido bolachas demais.
Locutor-sama: Talvez, autora. Tem vezes que as coisas que comemos dão reações um tanto estranhas. Nos fazem lembrar de coisas que deveríamos esquecer…
Moon: Minha nossa. Parece que até começou a ventar, aqui. Foi por causa da sua frase dramática? Espera aí… [olha para os lados] Para onde ele foi?
Locutor-sama: [apenas a voz] Eu sou… como o vento.
Moon: Caramba. Me deu um medinho agora.
