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Happy Green Things

Em momentos como esse, uma revelação emocionante??!

Em uma noite no Estúdio Happy Green Things
Locutor-sama: Escuto passos, mas não vejo de onde a pessoa vem! Será uma história assustadora atrasada??
Moon: Diga com quem andas, que te direi quem és!
Locutor-sama: Oh, Senhorita Moon. Precisava mesmo dizer uma frase tão dramática?
Moon: Você anda com um boneco de palito, o que significa que é um boneco de palito também!
Locutor-sama: Não pude me manter de pé, cai de joelhos no chão. Eu era um boneco de palito? Como não pude perceber isso antes
Moon: Sim, fique chocado! E achocolatado, também.
Locutor-sama: Um boneco de palito. Quer dizer então, que a minha vida toda foi uma mentira??
Moon: Não, não exatamente. É só uma brincadeira!
Locutor-sama: Você acabou de me pregar o maior susto e diz que foi apenas uma brincadeira?? Não brinque com meus sentimentos desse modo.
Moon: Não precisa ficar chateado. Se quiser, pode ficar com o pote de glitter! *mostra um potinho de glitter que estava no seu bolso*
Locutor-sama: Eu não quero um potinho de glitter.
Moon: Você é sem graça, hein? Tudo bem. Vou guardar aqui e então ficará sem NADA. *dá uma risada louca*
Locutor-sama: Está muito estranha, autora. Quero dizer, mais do que o normal.
Moon: É o que acontece quando se escolhe o caminho da eterna indecisão sobre as ideias, meu caro. As ideias vem por trás de você e PÁ! Cai no chão, nocauteado pela realidade.
Locutor-sama: Você foi nocauteada pela realidade?
Moon: Com uma pá. Hehehe, Entendem a piada?
Locutor-sama: Entendi.
Moon: Não faça essa cara de Anésia. Sorria! Você está sendo filmando.
Locutor-sama: Essa é novidade.
Moon: Bem, eu sempre achei assustador esses pôster que dizem isso. Você está sendo filmado? Mas por quem? Muitas perguntas sem respostas.
Locutor-sama: Certo, certo.
Moon: Não me olhe com essa expressão assustada. Você é meu narrador, e tem que me ajudar na revolução!
Locutor-sama: Acho que o mínimo que deveria fazer é combater a maldição da múmia.
Moon: Sim, é claro! E eu conseguirei com a sua ajuda.
Locutor-sama: Minha ajuda? Quer dizer que é a nossa vez de ir em uma tumba egípcia??
Moon: Pensei que estávamos falando em metáforas.
Locutor-sama: Ah, sim. Claro! Metáforas. Eu devia ter imaginado.
Moon: Há muita pesquisa a ser feita, e um velho inimigo para ser combatido. O Coronel Preguiçoso!
Locutor-sama: Não acredito que deu um nome para a sua preguiça.
Moon: É bem melhor que chamar de dona preguiça. E eu não sei o feminino de coronel, se é que existe.
Locutor-sama: Você é inacreditável.
Moon: AH sim, sim, obrigada.

Random Adventures

A convivência com outras pessoas ensina que nem todos compartilham da nossa opinião.

Locutor-sama: Random e Capitão Yay estavam juntos em uma cafeteria simpática para pessoas com a estatura dos dois. E é uma conversa sobre coisas aleatórias! Uma conversa aleatória? É esse o tema da história de hoje, acredito eu. A Senhorita Moon foi tão vaga.
Capitão Yay: Batata.
Random: Batata! Batata? Você pode fazer melhor que isso, cara. Batata? Batata é muito óbvio! Qualquer um pode pensar nisso.
Capitão Yay: *cruza os braços* Como é exigente! Eu gosto de batatas, e a maioria das pessoas-
Random: Não caia nessa! A maioria das pessoas não entendem o complexo e a aleatoriedade presente em um batata.
Capitão Yay: Então você quer dizer, que…
Random: Sim.
Capitão Yay: Eu não estou pronto para a obviedade complexa de uma batata.
Random: Não exatamente! Esqueça a batata, meu caro Cap. Vamos relembrar dos momentos felizes….
Capitão Yay: Como aquele com a múmia?
Random: Aquilo não se encaixa em momento feliz.
Capitão Yay: É, tem razão.
Random: Momento feliz foi quando fomos ao cinema e descobrimos que-
Capitão Yay: Shh! Eu já sei, Random.
Random: Eu me lembro até hoje da velhinha simpática que ofereceu o seu saquinho extra de pipoca que estava premiado.
Capitão Yay: Shh! Quer que as outras pessoas escutem?
Random: Então? Vamos fazer algo em relação a isto?
Capitão Yay: Não sei… Estou sem ideias.
Random: E é por isso que você não está encarregado dos comentários aleatórios.
Capitão Yay: Ah, me desculpe, senhor gênio das aleatoriedades supremo!
Random: Não é para tanto!
Capitão Yay: O saquinho de pipoca premiado pode ser um problema para nós.
Random: Mas foi um momento feliz! Não é isso que importa?
Capitão Yay: Não! Nós não sabemos qual é o prêmio.
Random: Acha que a velhinha é de uma conspiração para iludir as pessoas com premiação inexistente??
Capitão Yay: Exato!
Random: Minha nossa! *espantado* E eu que sempre confiei em velhinhas.
Capitão Yay: Não podemos confiar em ninguém…
Random: Nem um ao outro?
Capitão Yay: Em ninguém que oferece um saquinho de pipoca premiada!
Random: Tudo isso porque eu comi a pipoca toda sem dividir com você?
Capitão Yay: Basicamente, sim…
Random: Ora, não fique chateado! Assim que acabarmos as nossas xícaras de café, podemos sair para comprar algodão doce.
Capitão Yay: Vai me comprar como se eu fosse uma criancinha?
Random: Mas algodão doce é gostoso!
Capitão Yay: Tudo bem. Mas nós não podemos esquecer do perigo que corremos com esse saquinho premiado nas mãos!
Locutor-sama: E então, Capitão Yay não entenderá nunca o conceito aleatório das batatas!
Capitão Yay: Você tinha que concluir de maneira esquisita??

Silly Tales

Uma mansão e encontraram uma porta trancada….

Moon: O cenário é uma mansão! Uma gigante mansão, porque essa autora é obcecada por mansões por alguma razão. E então, encontram uma porta trancada… E porque assim é mais legal, vão em grupo de três para não estragar a surpresa!
~
Clarissa: Incrível! Essa mansão tem tantas portas!
Hello: E olhe só essa decoração antiquada!
Rosalina: E essas teias de aranha.
Clarissa: É um lugar realmente assustador! Eu quero morar aqui…
Rosalina: Não acho que você ia querer viver em um lugar abandonado como esse….
Clarissa: Essa atmosfera sombria, parece que um fantasma vai aparecer a qualquer momento!
Rosalina: Clarissa, volte para o nosso mundo…
Hello: Essas pinturas com expressões fantasmagóricas são realmente fascinantes!
Rosalina: Você também vai ficar assim??
Hello: Ah, se eu tivesse um aspirador….
Rosalina: Vocês duas! Nós temos um objetivo.
Hello: De fato, nós temos.
Clarissa: Parece que um fantasma vai aparecer naquele cantinho ali!
Rosalina: Nós temos que ir encontrar uma porta trancada nessa mansão.
Clarissa: Certo, certo. Vamos lá!
Hello: Oh! Um aspirador!
Rosalina: *pega o braço da Hello* Foco, Hello! FOCO!
Hello: Mas… O aspirador! Fantasmas! Eu preciso caçar fantasmas!!
Clarissa: Minha nossa! Ela quer tanto assim, um aspirador??
Rosalina: Hello! Nós não vamos-
Hello: Me solta! Eu tenho que derrotar os chefes da mansão para salvar meu irmão!
Clarissa: Oh, uma referência! Lugi’s Mansion.
Rosalina: Você não tem irmão! Só uma irmã.
Hello: Mas… Os fantasmas…
Clarissa: Nós temos que encontrar a porta trancada.
Hello: Está bem, está bem. Pode soltar meu braço, Rosalina.
Rosalina: Está bem. *solta o braço da Hello*
Hello: *sai correndo*
Rosalina: Hello! Volte aqui nesse instante!
Clarissa: Gente! Gente! A porta trancada, eu a encontrei.
Rosalina: Oh, está aqui. Onde será que está a chave…?
Hello: Mario, não se preocupe! Eu o salvarei do terrível King Boo! *com o aspirador na mão*
Rosalina: Hello! Volte para si!
Clarissa: AH! Achei a chave, nesse vaso.
Rosalina: Legal Clarissa! Agora, vamos destrancar…
Hello: Tem alguém aí nesse quarto? O que fez com meu irmão Mario…? Ei, não entrem sem mim!
Clarissa: Quantas caixas…
Rosalina: O que será que tem aqui, de tão especial?
???: Bem vindas!
Hello: Wolf! É o Wolf!
Rosalina: Sim, eu estou vendo.
Clarissa: Ele está tão fofinho com esse terninho!
Wolf: Claro que estou fofinho! Eu sou fofinho, muito fofinho! *começa a dar risada*
Hello: Clarissa! Você falou a palavra proibida….
Tuppence: *abre a porta da sala* Papai! Onde você está com a cabeça? A mamãe mandou você voltar para casa logo. Vamos, vamos…
[Tuppence arrasta o Wolf da sala.]
Clarissa: Mas… O que foi isso?
Rosalina: Também não entendi.
Hello: Vou voltar na minha caça de fantasmas!

Happy Green Things

Não existe sentido para nada, se você for pensar bem.

Na varanda do Estúdio Happy Green Things.
Moon: P-san, qual é o sentido da vida?
P-san: Então agora você resolveu fazer perguntas profundas e filosóficas.
Moon: Exatamente! Essas perguntas devem ser feitas.
P-san: Você realmente não espera que eu tenha uma resposta para isso, espera?
Moon: Estou decepcionada com você, P-san. Como ousa não satisfazer as minhas expectativas??
P-san: Sinto muito.
Moon: Deixe para lá. Sabe, eu estive pensando…
P-san: No quê?
Moon: Para que existem cupons de desconto?
P-san: Acho… Que é para dar esperança.
Moon: A esperança de comprar algo que elas não podem pagar?
P-san: Eu não acredito na existência de cupons.
Moon: Essa é a sua verdadeira opinião??
P-san: Chega sobre cupons.
Moon: Sim, chega! Cupons não são tão interessantes assim.
P-san: Uma vez, usei cupons para…
Moon: Pensei que íamos parar de falar sobre cupons!
P-san: Não eram acumulativos.
Moon: Oh, eu entendo a sua decepção.
P-san: Como eles ousam fazer isso comigo, um pobre pinguim??
Moon: Certo, certo…. Não precisa chorar.
P-san: Tem razão! Alegria! Alegria! Alegria!
Moon: Vo-você está fazendo algum tipo de encantamento?
P-san: É para nós sermos encantados pela alegria, Moon!
Moon: Que tipo de encantamento estranho é esse?
P-san: As pessoas precisam de alegria para preencher o vazio das suas vidas.
Moon: As pessoas são vazias?
P-san: Sim! Comprando celulares de última geração…
Moon: Não me diga que foi isso que você tentou comprar com os cupons?
P-san: *olha para a sua própria sombra*
Moon: P-san… Desculpe por fazer uma pergunta tão rude. Oh! Você não acha legal quando as pessoas dizem, por exemplo… “Três minutos para as quatro horas!”
P-san: Sim, é legal.
Moon: Elas parecem, de repente, mil vezes por cento mais legais! Como é incrível o poder da matemática…
P-san: A matemática é mesmo uma coisa incrível!
Moon: E os cupons?
P-san: Nós não vamos mais falar sobre cupons…
Moon: Está bem, está bem. Desculpe.
P-san: E as geleias?
Moon: O que tem as geleias?
P-san: Geleias… Por que elas tem esse nome?
Moon: Não sei. A origem das palavras não é bem a minha especialidade.
P-san: Será que tem… origem alienígena?
Moon: P-san, volte para o planeta! Você está vagando sem destino pelas estrelas no espaço sideral!
P-san: Tem razão, tem razão. E qual seria o sentido da vida?
Moon: Fiz essa pergunta para você no começo da história!!
P-san: De fato, você fez. Será que um dia, a humanidade terá resposta para essa pergunta?
Moon: Não sei.
P-san: Sim, ou não. A resposta irá depender de cada ser humano que vive nesse planeta!
Moon: Eu acho melhor deixar você sozinho…

Sra Madame Tuta-sama

Uma vida secreta como Garota Mágicas! Guerreiras Mágicas… Não importa. Dá para entender alguma coisa.

Algumas horas antes.
Rika: *em frente ao apartamento do Locutor-sama, toca a campainha*
Locutor-sama: *abre a porta* Posso ajudar em alguma coisa?
Rika: Pode sim, Bonnibel!
Locutor-sama: *tenta fechar a porta, mas o pé da Rika o impede*
Rika: Vamos, vamos. Acalme-se, Bonnibel.
Locutor-sama: Por favor, não vá entrando tão casualmente assim!
Rika: Mas eu preciso da sua ajuda!
Locutor-sama: *fecha a porta* O que você quer?
Rika: Não acabou de ouvir que preciso da sua ajuda, garota mágica Bonnibel?
Locutor-sama: Eu fui só uma temporária! Não vou participar daquilo outra vez!
Rika: Mas…
Locutor-sama: Além do mais, a ideia foi tão fracassada que a autora nem terminou a saga dos esmaltes mágicos corretamente!
Rika: Ah, ela ficou com preguiça!
Locutor-sama: Exatamente! Eu me recuso a participar-
Rika: Achei! Seu broche de garota mágica! Vamos lá, Bonnibel!
Locutor-sama: Antes de mais nada, quem falou para você que?
Rika: Oh! Bichinhos de pelúcia de guaxinins!
Locutor-sama: Não entre no meu quarto!
Rika: Eles são um trio! Que bonitinho!
Locutor-sama: Vamos logo… Antes que eu me arrependa.

No Colégio Senhora Madame Tuta-sama.
Lara: Nunca ia imaginar que ia haver tantos deles essa hora da noite. Droga! *vai correndo em direção a espada* Mas o quê?
[As ideias zumbis começaram a se juntar em uma ideia só.]
Lara: Ah, ótimo!
[Rika apareceu e conseguiu derrubar a grande ideia zumbi com o martelo]
Rika: Sinta o meu poder de garota mágica! *faz a pose de paz e amor* Vamos, Bonnibel! Faça a pose também.
Bonnibel: *suspira* Não, eu não quero.
Rika: Francamente… Oh! Uma garota mágica!
Lara: Guerreira mágica.
Rika: Garota mágica!
Lara: Guerreira mágica! Não somos velhas demais para sermos consideradas garotas??
Rika: Que absurdo! Nós somos todas garotas nos nossos corações… *vira para trás* Bonnibel! Você já acabou com todas as ideias zumbis??
Bonnibel: Hmm? Eu só estava…
Rika: Não acredito nisso! Você já acabou com todas as ideias zumbis??
Lara: Você fez a mesma pergunta duas vezes!
Rika: Ah! Tem razão.
Bonnibel: Bom, se as ideias zumbis já acabaram, nós vamos embora…
Lara: Assim, sem mais nem menos?
Bonnibel: Essas ideias zumbis não deveriam estar andando pelo colégio… Normalmente ficam em lugares abandonados.
Rika: Oh! Agora que você falou…
Bonnibel: *olha para o chão*
Rika: E você seria…?
Lara: Larissa, mas pode me chamar apenas de Lara.
Rika: Prazer, Lara! Eu sou Rika. E essa é a Bonnibel.
Lara: Ah, Prazer.
Bonnibel: *fica em silêncio*
Rika: Não seja tímida, Bonnibel! Vamos, vamos! Tchau, Lara!
[As duas foram embora e a Lara ficou sozinha.]
Lara: Que pessoal esquisito…

Sra Madame Tuta-sama

E finalmente, essa história que estou planejando há meses: A estréia do Colégio Senhora Madame Tuta-sama!

Na sala dos professores no Colégio Senhora Madame Tuta-sama.
Lara: *mascando chiclete e fazendo uma bola*
Pascoal: Não acha isso um mal exemplo?
Lara: *faz sinal de não com a cabeça*
Pascoal: É. Eu devia imaginar.
Vlad: As coisas ficaram bem estranhas depois da confusão que aconteceu no evento de matemática.
Pascoal: Sim, sim. A diretora comentou que encontrou arquivos com o nome da escola diferente.
Vlad: Estranho.
Pascoal: Isso é mais do que estranho. Deve ter alguma coisa a ver com os zumbis que entraram aqui!
Vlad: Pode ser, pode não ser.
Pascoal: Tem alguma teoria?
Vlad: Ideia falida sobre um especial de dia das bruxas!
Pascoal: É uma ideia boa.
Vlad: Ou uma ideia nem tão boa.
Pascoal: Lara, dá para você cuspir esse chiclete? Por favor?
Lara: *levanta da cadeira que estava sentada*
Vlad: A Lara está agindo estranho.
Pascoal: Ela normalmente age estranho.
Vlad: O chiclete não é do sabor que ela costuma comprar!
Pascoal: Oh, é verdade. O que será que aconteceu.

No corredor, perto da sala dos professores.
Lara: Hm… Eu devia ter comprado o sabor que sempre- Oh. Estou falando sozinha de novo. *coloca a mão na testa* Hmm?
[Coisas estranhas se aproximavam, se arrastando como fossem zumbis.]
Lara: Você é bem pequeno, não é? *abaixada* Vamos ver… *usa um espelho de mão para prender a ideia zumbi* Em que local da escola elas devem estar se escondendo…?
Pascoal: Lara? Está fazendo o que, abaixada?
Lara: Ah! Eu… Estou fazendo nada de importante.
Pascoal: Quer ajuda para se levantar?
Lara: Sim, obrigada. *pega a mão do Pascoal*
Pascoal: Aconteceu alguma coisa? Normalmente você não joga fora tão rápido o seu chiclete. E nem parecia estar querendo me irritar!
Lara: Oh, Pascoal! Então você ficou na expectativa?
Pascoal: Não é que eu tenha ficado na expectativa, mas…
Lara: Entenda, Pascoal! Nós estamos na época de finais…
Pascoal: Ah, sim! Nós temos que agir como adultos responsáveis de vez em quando.
Lara: Não parece que você faz uma coisa dessas.
Pascoal: Claro que faço! Aliás, eu sou um adulto responsável o tempo todo.
Lara: É? Que bom para você. *começa a dar risada*
Pascoal: Você definitivamente está estranha…
Lara: Agora com licença, eu preciso ir ao banheiro.

No banheiro feminino do andar.
Lara: *lavando as mãos* Tem alguma coisa muito estranha. Essas ideias zumbis estão se comportando de uma maneira diferente do normal.
[Um barulho alto dentro do banheiro]
Lara: Mas o quê-
[Uma ideia zumbi aparece, mas Lara rapidamente derrota com uma espada]
Lara: Felizmente, não havia ninguém no banheiro além de mim… E até que ser uma guerreira mágica tem suas vantagens. *a espada desaparece* Já vi que terei que voltar de noite aqui.

Happy Green Things

Conversas podem ser interessantes! Não podem? Claro que podem!

No escritório da autora, no Estúdio Happy Green Things.
Locutor-sama: Senhorita Moon, posso fazer uma pergunta?
Moon: Claro que pode.
Locutor-sama: Por que o P-san está morando na varanda do estúdio?
Moon: Porque as nozes se chamam nozes? Eu nunca poderei entender isso.
Locutor-sama: Eu perguntei primeiro.
Moon: E eu perguntei segundo. Que diferença faz?
Locutor-sama: A diferença é que quem pergunta primeiro deve ser respondido logo, não acha?
Moon: Não acho.
Locutor-sama: Autora, por gentileza. Não vamos começar…
Moon: Nós não vamos começar nada! É muito responsabilidade.
Locutor-sama: Eu acho que-
Moon: Não precisa achar! Você sabe como são os unicórnios.
Locutor-sama: Nós não estávamos falando sobre unicórnios.
Moon: Tem razão! Estávamos falando sobre nozes.
Locutor-sama: Nozes.
Moon: Nozes!
Locutor-sama: Eu só queria saber o porquê o P-san estar morando na varanda!
Moon: Eu entendi muito bem a sua pergunta.
Locutor-sama: E já que você não respondeu a primeira, aí vai a segunda pergunta.
Moon: Diga.
Locutor-sama: O que P-san, nozes e unicórnios tem em comum?
Moon: Nada. Eles não são amigos nem nas redes sociais! Isso não é triste?
Locutor-sama: Autora, eu queria entender como alguém pode ficar se divertindo tanto como você.
Moon: E quem disse que nesse momento estou me divertindo?
Locutor-sama: É claro que está se divertindo!
Moon: Não é nada dramático da sua parte. E as nozes?
Locutor-sama: Que nozes? Que NOZES?
Moon: Calma, não precisa ficar nervoso.
Locutor-sama: Eu não estou nervoso! Estou muito tranquilo, para dizer a verdade.
Moon: Não é o que parece.
Locutor-sama: Está entendendo tudo errado.
Moon: É você que não quer falar sobre as nozes. Ou os unicórnios.
Locutor-sama: Por que eu ia querer falar sobre essas duas coisas se quero saber é do P-san??
Moon: Não se meta na vida pessoal dele!
Locutor-sama: Que vida pessoal? Ele está morando na varanda!
Moon: Já vi que você não entende de nada…
Locutor-sama: Senhorita Moon, estou a ponto de perder a minha paciência.
Moon: Não a perca! Coloque em uma… coleira.
Locutor-sama: Paciência não se coloca em coleira.
Moon: Tem razão! É uma coisa impossível, não é? *começa a dar risada* Quanta besteira minha!
Locutor-sama: Será que é muito difícil de responder a minha pergunta?
Moon: Que pergunta? Você já me perguntou várias coisas que comecei a me perder!
Locutor-sama: Isso é por algum estranho motivo que decidiu que iria me enrolar até o final da historinha!
Moon: É? Eu tenho motivos tão bizarros.
Locutor-sama: A varanda. O P-san.
Moon: Quer saber de uma coisa? Nem tinha notado que ele estava morando na nossa varanda.
Locutor-sama: Eu desisto.

Happy Green Things

Açúcar! Sim, por favor. Acabou o açúcar normal, serve mascavo?

Na varanda do Estúdio Happy Green Things.
P-san: Onde estará a autora? Ela não apareceu ainda. Será que aconteceu algo?
Hello: P-san! P-san!
P-san: Hello! O que aconteceu?
Hello: O que aconteceu? Eu não sei o que aconteceu. Só sei que tenho uma pergunta a fazer para você.
P-san: E quanto a Moon?
Hello: A Moon? Sei lá da Moon! Tenho algo muito mais importante.
P-san: Uma caixa com uma metáfora?
Hello: Uma caixa com uma metáfora? Por que eu traria uma coisa dessas para você?
P-san: Não sei. Sabe, eu fico imaginando coisas.
Hello: P-san! Escute bem o que vou falar. Esqueça dos seus problemas, e agora ouça a pergunta.
P-san: Certo, certo.
Hello: Você conhece um unicórnio?
P-san: Um unicórnio? Conheço sim.
Hello: Oh! Incrível, P-san. Eu também queria conhecer um unicórnio.
P-san: É? E para quê?
Hello: Eu queria ser uma funcionária de escritório que tem um unicórnio!
P-san: Não sei se seria uma boa ideia.
Hello: O quê que não seria uma boa ideia?
P-san: Um unicórnio em um escritório.
Hello: Sério?
P-san: Sério.
Hello: Mas… porquê?
P-san: Unicórnios não são criaturas que devem ficar presas em escritórios. Podem acontecer… Desastres.
Hello: Desastres? De que tipo?
P-san: Quer mesmo saber?
Hello: Claro que quero!
P-san: Não sei se está pronto para saber disso.
Hello: Não faça suspense!
P-san: A questão não é bem sobre fazer suspense.
Hello: Não?
P-san: A verdade é difícil de ser dita.
Hello: E…?
P-san: E não acho apropriado.
Hello: Você não acha apropriado!
P-san: Um unicórnio não foi feito para ficar em um escritório.
Hello: Quem disse?
P-san: A minha opinião.
Hello: Mas…
P-san: Escute. Unicórnios são criaturas que devem ser livres.
Hello: São?
P-san: Sim. Um escritório não é um lugar apropriado para eles. Podem haver consequências terríveis!
Hello: De que tipo?
P-san: Comentários anônimos de ódio na internet.
Hello: Caramba!
P-san: A verdade não é difícil de ser dita?
Hello: É mesmo. Mas porquê um unicórnio fofinho faria uma coisa dessas?
P-san: Por estar preso em escritório.
Hello: Minha nossa!
P-san: A felicidade deles é roubada por ficar em um lugar como esse.
Hello: Nunca pensei nisso…
P-san: É melhor você pensar.
Hello: Pobres unicórnios presos em escritórios! Eles não sabem o que estão fazendo.
P-san: Sim. Eles são cegados pela raiva…
Hello: Ninguém fará nada para mudar isso?
P-san: Não se preocupe, Hello. Unicórnios também não são permitidos em escritórios.
Hello: Mesmo que eles queiram trabalhar lá?
P-san: Sim. É mortal para eles!

Random Adventures

Eles estão perdidos. Perdidos! E os tênis, também foram perdidos. Mas isso aconteceu há muito tempo…

Random: Céus. Estamos perdidos novamente, Cap.
Capitão Yay: Sim, Random. Isso eu já percebi.
Random: Mas isso é realmente muito estranho…
Capitão Yay: É estranho, mesmo.
Random: Como nós viemos parar aqui…
Capitão Yay: Em uma tumba egípcia??
Random: É muito misterioso.
Capitão Yay: E sem explicação nenhuma!
Random: Estava esperando uma explicação plausível?
Capitão Yay: Claro que eu estava?
Random: Tolinho! Estamos em uma historinha da Moon.
Capitão Yay: É verdade! Então… Nada de explicações.
Random: Nada!
Capitão Yay: Isso é terrível.
Random: Existem coisas piores!
Capitão Yay: Do tipo? Pode dar um exemplo?
Random: Mas é claro! Múmias.
Capitão Yay: Múmias??
Múmia-Chefe: Sim! Vocês invadiram a nossa tumba.
Random: Oh! Sinto muito.
Capitão Yay: Escute bem, senhor Múmia… Nós não viemos aqui para invadir a sua tumba.
Múmia-Chefe: Não? Então vieram aqui fazer o quê?
Random: Participar da sua festa!
Múmia-Chefe: Hm… Explicação interessante.
[Múmias saem dos seus sarcófagos, e começam a dançar.]
Capitão Yay: E eu pensei que já tinha visto de tudo.
Random: Oh! Você não viu nada.
Múmia-Chefe: Escutem aqui. Nós não convidamos vocês para a nossa festa secreta.
Capitão Yay: Desculpe por isso…
Múmia-Chefe: Nós não gostamos de penetras.
Random: Não pense dessa maneira, senhor Múmia!
Capitão Yay: Pode pensar em nós como convidados especiais.
Múmia-Chefe: Convidados especiais?
Random: Convidados especiais!
Múmia-Chefe: Ainda penso em vocês como penetras.
Capitão Yay: O Senhor não podia mudar de ideia?
Random: Por favor? Por favorzinho?
Múmia-Chefe: Não sei…
Múmia 1: Chefe! Nós temos um problema.
Múmia 2: Um problema maior que a esfinge!
Múmia-Chefe: Minha nossa! O que aconteceu, múmias?
Múmia 1: É “aquilo”!
Múmia-Chefe: Aquilo! Nós estamos realmente com grandes problemas.
Random: E o que é aquilo?
Múmia-Chefe: Sardinhas.
Capitão Yay e Random: Sardinhas??!
Múmia-Chefe: Olhando para vocês dois, acabei tendo uma ideia genial!
Capitão Yay: Não estou gostando disso.
Random: Nem eu.
Múmia-Chefe: Escutem, estranhos viajantes penetras de festas. Se quiserem participar e saírem daqui vivos…
Capitão Yay: Eu já sei o que ele vai falar.
Random: Também sei!
Múmia-Chefe: Vocês terão que comer sardinhas!
Capitão Yay: Você não pode nos obrigar.
Random: É! Nós odiamos sardinhas.
Múmia-Chefe: Então irão aprender a amá-las!
Um tempo depois…
Capitão Yay: Eu não acredito nisso.
Random: Nem eu.
Capitão Yay: Quantas sardinhas tivemos que comer?
Random: Não sei. Estava tenso demais para fazer as contas!
Capitão Yay: De qualquer forma, continuarei a não gostar de sardinhas.
Random: Igualmente!
Capitão Yay: Nós comemos para uma vida inteira.
Random: E é uma vida que eu não queria ter!
Capitão Yay: Porcaria de sardinhas.

Happy Green Things

Dentro do meu escritório, tinha um vampiro. E ele era um cara muito chato!

No Estúdio Happy Green Things.
Moon: *abre a porta do seu escritório* Mas o quê-
Locutor-sama: Seja bem vinda, senhorita Moon.
Moon: Locutor? O que está fazendo, vestido de vampiro? Ainda faltam sete dias para o Halloween.
Locutor-sama: Nunca é cedo demais para se preparar.
Moon: Se preparar? Está ansioso, é?
Locutor-sama: Ou eu apenas ache que fico muito mais dramático vestido de vampiro.
Moon: Você não está com os dentes.
Locutor-sama: Não importa. O que vale é a intenção – E a CAPA! *faz uma virada dramática*
Moon: Ah, é? Vampiros são chatos.
Locutor-sama: Eles não são chatos.
Moon: São chatos sim!
Locutor-sama: Você não entende os vampiros.
Moon: E prefiro continuar sem entendê-los!
Locutor-sama: E ferir os sentimentos deles?
Moon: Quem se importa com os vampiros?
Locutor-sama: Bom, eu não me importo com eles.
Moon: Se não se importa, então está vestido como um para…?
Locutor-sama: A capa, senhorita Moon. Eu fico muito mais estiloso.
Moon: A capa, é? E teve todo o trabalho para comprar uma roupa dessas. Que desperdício de salário!
Locutor-sama: O que faço com o meu dinheiro, é problema meu.
Moon: A Tuta não ia curtir isso.
Locutor-sama: Eu não-
Moon: Mas você devia se importar com a opinião dela!
Locutor-sama: Não era bem isso que eu ia dizer.
Moon: Não era, mas sabe como é divertido interromper o que o narrador ia dizer? SABE?
Locutor-sama: Não, não sei. Interromper o que os outros iam falar é muita falta de educação da sua parte.
Moon: Ora, você está se preocupando demais, narrador vampiro! Não esquente a cabeça e tudo ocorrerá bem no final.
Locutor-sama: Está tentando me enrolar?
Moon: Que absurdo! Por que eu faria uma coisa dessas?
Locutor-sama: Porque você acha isso muito divertido!
Moon: Está dizendo que eu me divirto às suas custas?
Locutor-sama: Sim. É o que estou dizendo.
Moon: É uma pena mesmo, Locutor vampiro… Eu deveria voltar a falar “batata” o tempo todo.
Locutor-sama: Não faça isso, por favor.
Moon: Me dê um bom motivo!
Locutor-sama: Um bom motivo? É muito esquisito.
Moon: Esquisito? Você sabe o que é MUITO ESQUISITO MESMO?
Locutor-sama: Não sei, mas posso tentar deduzir.
Moon: Não, você não pode!
Locutor-sama: Autora, já vi que não entende que sou um narrador de muitas habilidades.
Moon: Como aparecer vestido de vampiro, seu esquisitão??
Locutor-sama: Eu não vejo nada de errado com isso!
Moon: Pois eu vejo.
Locutor-sama: Acho que falar “batata” é mil vezes por cento mais esquisito.
Moon: Mil vezes por cento? Está exagerando!!
Locutor-sama: Eu apenas exagero em ocasiões especiais.
Moon: E essas “ocasiões especiais” seriam…?
Locutor-sama: Ocasiões dramáticas, obiviamente.
Moon: Ah, mas é claro. Devia ter adivinhado!