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Tales of Wolfito

Em cima, em cima, em cima! Em baixo? Cara! Tá bem frio… Pois está na sua direita!

Na mansão do Wolf
Wolf: Tuppence! Tuppence!
Tuppence: *lendo um livro* O que foi, papai?
Wolf: Quer brincar de “Tá frio, tá quente?”
Tuppence: Qual é o nome dessa brincadeira
Wolf: Er… “Tá frio, tá quente?”
Tuppence: Não estou com vontade. *volta a ler o livro*
Wolf: Ah, vamos! Não é possível que uma criança não goste de brincar e nem de sorvete.
Tuppence: Primeiro, eu gosto de brincar, mas não com você. Segundo, eu gosto de sorvete, sim!
Wolf: Ah! Pelo menos você é uma criança de verdade.
Tuppence: Se eu fosse uma criança de mentira, eu seria de madeira.
Wolf: Eis um bom argumento! Você é uma menina muito esperta! Puxou a sua mãe, e obviamente, a minha fofura!
Tuppence: Er, tá.
Wolf: Tuppence! Você já está agindo como uma adolescente.
Tuppence: Não estou, não. Eu só quero ler meu livro!
Wolf: O que tem de tão interessante no seu livro? Eu só queria passar um tempo com a minha filhinha.
Tuppence: Pai, nós passamos o final de semana inteiro brincando.
Wolf: Mas eu estou tão entendiado…
Tuppence: Mesmo assim, não vou brincar com você.
Wolf: Por favor, Tuppence!
Tuppence: Não.
Wolf: Por favoooor!
Tuppence: Papai, o senhor não está agindo como um adulto.
Wolf: E você não está agindo como uma criança! Quando tinha a sua idade, eu ficava correndo e gritando pela casa.
Tuppence: Pobre vovó.
Wolf: Vovó?
Tuppence: Quê? O Senhor nasceu de algum lugar, não foi?
Wolf: Sempre pensei que tinha nascido de uma alface.
Tuppence: Incrível! Quer dizer que minha avó e uma alface?
Wolf: Você não é jovem demais para ser sarcástica?
Tuppence: Sarcástica? *olha com expressão de dúvida*
Wolf: Deixa para lá. É a hora de conhecer meus pais, Moon! Escreva “As Origens do Wolf Fofinho.” Será uma animação do Studio Ghibli!
Tuppence: Ele não ia fechar?
Wolf: Ele…? Oh! Oh. Meus sonhos estão arruinados.
Tuppence: Não precisa ficar assim, papai. Ninguém ia querer assistir um filme da sua vida, mesmo.
Wolf: Tuppence… É uma criança honesta demais.
Tuppence: Não se preocupe com essas coisas.
Wolf: Mas… Você não quer brincar comigo?
Tuppence: Isso novamente?
Wolf: Pais devem brincar com os seus filhos para eles crescerem felizes e sem complexos!
Tuppence: *fecha o livro que estava lendo* Está bem, eu brinco com você.
Wolf: Oba!
Tuppence: Mas sou eu que vou dizer se está quente ou não!
Wolf: Por mim, tudo bem.
Tuppence: Está frio.
Wolf: *vai andando* E agora?
Tuppence: Tá frio, tá frio!
Horas depois
Wolf: A nossa filha me expulsou do quarto.
Miss Cupcake: Isso é porque você é um pai grudento.

Happy Green Things

Qual o problema de ter confiança na peruca que está usando?

Na varanda, do estúdio Happy Green Things.
Moon: P-san.
P-san: Fala.
Moon: O que estou fazendo com essa peruca em cima da minha cabeça?
P-san: Shh! Ainda estamos no exercício. Você é a peruca. Seja a peruca.
Moon: Eu não quero fazer esse exercício bobo.
P-san: Ora, vamos. Onde está seu senso de humor?
Moon: Ele foi viajar e não me convidou.
P-san: Não precisa ficar deprimida por isso.
Moon: Não estou deprimida. É só uma piada.
P-san: Sei que é só uma piada. Mas! Um bom amigo acompanha o outro na piada.
Moon: É mesmo…?
P-san: Sim! Agora me acompanhe na minha piada.
Moon: Mas eu não quero ser uma peruca!
P-san: *suspira chateado*
Moon: Não precisa ficar tão chateado!
P-san: *suspira super chateado*
Moon: Pare com isso, P-san!!
P-san: Certo, eu paro. Vai me acompanhar na piada, agora?
Moon: Tá, eu já vi que não tenho outra escolha…
P-san: Oba! Certo, então seja a peruca.
Moon: Eu tenho mesmo que ser a peruca?
P-san: Sim! Dessa forma, eu posso testar minha Escovainator!
Moon: Não mesmo! E quem é você, o Doutor Doofenshmirtz?
P-san: Deveria ter dito isso depois. Agora que não vou ter outra oportunidade de testar essa… essa… tralha!
Moon: Não precisa surtar, meu amigo pinguim. Você vai encontrar outras oportunidades de usá-lo!
P-san: Mas eu não encontrei nenhuma oportunidade até agora.
Moon: Tenho certeza que esse momento vai chegar.
P-san: A questão é, quando esse momento vai chegar??
Moon: Logo, eu tenho certeza!
P-san: Ok, então. Vou ficar aqui, esperando “esse momento” chegar!
Moon: P-san, você não precisa sentar no chão.
P-san: Pode demorar muito.
Moon: Então você vai ter que deitar em uma cama.
P-san: Isso não é problema! *tira uma folha do bolso que vira uma cama* Pronto. Problema resolvido!
Moon: P-san… Essa não é a questão do problema!
P-san: *deitado na cama* Não é a questão do problema? Então qual é a questão?
Moon: Se você quer que alguém use essa tralha que inventou, vai ter que arranjar um público alvo!
P-san: Estamos falando de arco e flecha ou de dardos?
Moon: P-san!
P-san: Desculpe. Muitas vezes eu perco o alvo muito fácil.
Moon: Vamos, P-san. Eu tenho uma boa ideia!
P-san: Sou todo ouvidos.
Moon: Venda essa máquina para gigantes!
P-san: Oh! Estou indo fazer isso agora mesmo.
Moon: Hehehe! Ainda bem que tive essa ideia.
Dia seguinte.
P-san: Não deu muito certo.
Moon: O que houve?
P-san: Um ornitorrinco destruiu meu invento.
Moon: Na próxima vez, dê um nome para a sua invenção que não termine com “inator”!

Happy Green Things

Nunca diga nunca, mais! Ou é nunca diga nunca mais?

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: O que faremos, narrador, boneco de palito?
Locutor-sama: Sobre o quê exatamente, senhorita Moon?
Moon: Sobre essa vontade incrível de não fazer nada de interessante.
Random: Não é vontade de comer bolo de chocolate?
Moon: Pombas! O boneco de palito viu por trás de mim.
Locutor-sama: Isso é porque está usando uma blusa com um bolo de chocolate desenhado.
Moon: Minha nossa! A minha blusa está… Desenhando meus pensamentos??
Random: Não acho que isso seja possível!
Locutor-sama: O meu amigo Random tem razão, senhorita Moon. Não pense que uma coisa dessas seja-
Moon: (o desenho muda para uma estrela do jogo de Mário)
Locutor-sama: Honestamente? Isso é bem estranho.
Random: Ela roubou a ideia de algum lugar
Moon: Na verdade, estou fazendo uma referência! Não estou roubando ideia nenhuma.
Random: Será que ela está fazendo referência a Matilde?
Locutor-sama: Será?
Moon: Não entre na zombaria dele, narrador
Locutor-sama: Acalme-se, senhorita Moon. Estávamos apenas brincando.
Random: Onde está seu senso de humor?
Moon: Hm… Talvez ele ainda esteja dormindo, aquele preguiçoso!
Random: Muito preguiçoso.
Locutor-sama: Ele deveria levantar-se da confortável cama e fazer o seu trabalho.
Random: Não se faz mais senso de humor como antigamente.
Moon: Nós estamos perdendo o foco principal da história.
Locutor-sama: Mas pensei que o foco fosse sobre conversas aleatórias com a autora.
Random: Tá escrito aqui no roteiro.
Moon: Que roteiro? Eu não escrevi nenhum roteiro.
Locutor-sama: Mas o Random escreveu.
Random: Ou melhor, eu desenhei! Não está vendo meus talentos artísticos? *mostra a folha*
Moon: Por que estou cabeçuda e com cara de brava?
Locutor-sama: Porque é estilo artístico dele.
Random: Eu tentei fazer o tipo “chibi”, mas acabei falhando.
Locutor-sama: E então foi criado o “estilo que era para ser chibi mas acabou ficando dessa forma”!
Random: Não é um estilo legal?
Moon: Sim, sim. E um estilo ótimo.
Random: Ela está entediada?
Locutor-sama: Nós não somos divertidos o suficiente para entendê-la. Uma pena! Nossas habilidades cômicas não estão sendo reconhecidas.
Random: O “show business” é realmente muito complicado.
Locutor-sama: Nós nunca vamos realizar nossos sonhos de tornamo-nos artistas.
Random: Vou ter que voltar para a casa da mamãe!
Moon: Vocês são personagens cômicos e dramáticos, ao mesmo tempo.
Locutor e Random: Muchas gracias!
Moon: Muito cômicos, de fato.
Locutor-sama: Temos que finalizar isso, Random.
Random: Eu concordo.
Moon: E como vocês vão fazer isso?
Random: Tragam o bolo!
*Um bolo gigante de chocolate é empurrado em um carrinho trazido pelo Comofas, o gorila*
*O bolo é aberto e o P-san saiu vestido de Mário*
P-san: It’s-a-me, Pablo!
Moon: Estou cercada de “artistas”! *bate com a mão na testa*

Happy Green Things

Grandes poderes exigem grandes ideias! Ou grandes ideias exigem grandes responsabilidadeas?

No escritório da autora, no Estúdio Happy Green Things.
Moon: Grandes poderes exigem grandes ideias ou grandes ideias exigem grandes responsabilidades?
Locutor-sama: Oi? Falou comigo, senhorita Moon?
Moon: Falei. Vou ter que repetir a pergunta?
Locutor-sama: Não precisa. Apenas olharei no roteiro.
Moon: Certo, certo.
Locutor-sama: Acho que ambas estão corretas.
Moon: Hm. Virou resposta de questões com alternativas, é?
Locutor-sama: Mas é verdade, senhorita Moon.
Moon: Não sei. Ficou soando um tanto “Homem-Aranha” não concorda?
Locutor-sama: Não vejo nada de errado com isso.
Moon: Deixando a identidade secreta do Peter Park de lado…
Locutor-sama: O correto é “Peter Parker”!
Moon: Jura? Quer dizer que disse o nome dele errado todos esses anos?
Locutor-sama: Não. Imagino que você apenas digitou errado, dessa vez.
Moon: Ah! Isso me deixa mais tranquila.
Locutor-sama: Ainda bem. E sobre o que mais queria falar?
Moon: Sobre… *pensa um pouco de olhos fechados* Ah! *abre os olhos* Escrever é uma baita responsabilidade, não acha?
Locutor-sama: De fato, é. Tem que se preocupar com muitas coisas! Mas tudo na vida exige grande responsabilidade, autora.
Moon: Tem razão, tem razão.
Locutor-sama: Você parece entediada, senhorita Moon.
Moon: Estou apenas pensando em ideias novas.
Locutor-sama: Ideias novas! E quanto as ideias antigas?
Moon: Elas ainda estão aí, caro narrador! Apenas devem se renovar um pouquinho.
Locutor-sama: Não gosto nada disso, senhorita Moon. Está falando de… *pausa dramática* Reescrever?
Moon: Não, chega dessa palhaçada. Reescrever é como uma sabotagem automática!
Locutor-sama: Quis dizer “auto sabotagem”.
Moon: Mas você gosta de me corrigir, hein? Sei muito bem que é isso.
Locutor-sama: Certo, certo.
Moon: Escrever é muito trabalho, de fato. Porém, como muitos escritores dizem “escrevo para manter minha sanidade”!
Locutor-sama: O que é bem estranho, pois muitas vezes você acaba ficando insana escrevendo.
Moon: Não se pode ter tudo na vida, meu caro narrador.
Locutor-sama: É, de fato. Não é por isso que as pessoas acabam se esforçando tanto? Para se ter tudo na vida
Moon: A vida é curta para se ter tudo, Locutor.
Locutor-sama: É, é. Sim! Eu acho.
Moon: Eis uma frase legal para acabar uma história.
Locutor-sama: Esse post ainda não acabou, senhorita Moon.
Moon: É, não acabou. Que droga… Ia dar um desfecho lega!
Locutor-sama: Não se preocupe muito com isso.
Moon: Mas eu tem uma imagem a zelar!
Locutor-sama: Imagem a zelar! Não se incomode com essas coisas. Sério. Viva a vida sem preocupações, e será feliz.
Moon: Isso é impossível!
Locutor-sama: Ninguém disse que viver é fácil.

Happy Green Things

O sono dá mais sono ainda, e o Animal Crossing dá fome.

Na varanda do Estúdio Happy Green Things.
Moon: P-san, P-san! Onde está você, P-san?
P-san: Estou aqui. Mas não me chame de P-san… Me chame de Pixie!
Moon: Tira essa peruca roxa, P-san. Está ridículo e não combina com seus olhos.
P-san: Não combina com meus olhos? Você acha? Que coisa… E pensava que combinava perfeitamente comigo.
Moon: P-san, diga algo para me divertir!
P-san: Não sei. E você não devia estar dormindo? Escrevendo para o seu blog onze horas da noite…
Moon: Estou atrasada com o blog e daqui a pouco vem dezembro!
P-san: Atrasada no cronograma, hein? E você quer que eu a divirta? *coloca óculos escuros* Está sem ideias para piadas genias? *tira os óculos escuros* Bloqueio criativo? P-san ajuda.
Moon: Nah, eu só queria dar umas risadas mesmo.
P-san: Eu tenho cara de palhaço? *coloca nariz e a peruca de palhaço que tirou do bolso* Diga para mim, eu tenho cara de palhaço?
Moon: Pfft- *começa a rir* Está na cara que você não pode colocar um nariz de palhaço, seu pinguim maluco!
P-san: *tira a peruca, e pega o nariz de palhaço que caiu* É, você tem razão. Então? Satisfeita?
Moon: De certa forma, P-san. Mas fico imaginando uma coisa…
P-san: Hm? O quê?
Moon: Por que Animal Crossing dá fome?
P-san: Porque é um jogo que inspira a tranquilidade, e consequentemente dá fome.
Moon: É uma boa explicação.
P-san: Está com uma cara de sono, hein? Sem falar nos bocejos… Vá dormir, é bom para a sua beleza.
Moon: Sono de beleza não resolve nada para quem está atrasada em um cronograma- HAHAHAHA! Pepinos na sua cara!
P-san: Eles são úteis para máscaras de beleza.
Moon: Eu nunca vou entender essas coisas.
P-san: Não se preocupe muito com isso.
Moon: Talvez seja melhor eu descobrir os mistérios da vida.
P-san: Essa hora da noite acho difícil. Quem sabe não encontra as respostas que quer nos seus sonhos?
Moon: Impossível! E eu quero terminar isso até o dia dez.
P-san: Em que dia esta?
Moon: No quarto de dezembro.
P-san: Não vale o esforço. Está com sono, e está ficando tarde. Quer saber de uma coisa? Termine essa historinha amanhã.
Moon: O.K.
No dia seguinte (do mundo real)
Moon: P-san! P-san!
P-san: Olá, autora. Dormiu bem?
Moon: Sim, eu dormi. Sonhei até que estava usando uma peruca colorida estilosa… Mas isso não vem ao caso!
P-san: Então, o que aconteceu?
Moon: Esqueci a piada que ia terminar esse post!
P-san: Acontece. *bate de leve no ombro da autora*
Moon: De onde veio essa peruca de Lady Gaga??

Random Adventures

A letra da música não importa, na verdade importa sim! É, eu não consigo me decidir.

Na Casa do Random.
Capitão Yay: O que há com as músicas nos dias de hoje? As letras só falam de unicórnio comendo paçoca, de ursos e seu amor por mel, de duenditos fazendo rap!
Random: *batendo uma bolinha contra a parede*
Capitão Yay: Random, você está me escutando?
Random: Oi? Você disse algo sobre amor por mel? Eu não sabia que gostava tanto assim de mel…
Capitão Yay: Estou falando de letras de música.
Random: Eu também. Lembra quando eu cantei “Hello” da Adele no telefone?
Capitão Yay: Lembro, mas eu não escutei até o final.
Random: Isso foi muito rude da sua parte.
Capitão Yay: Eu não gosto de Adele.
Random: Céus! Você não gosta de nada. E está muito mal humorado para o meu gosto!
Capitão Yay: Eu não estou mal humorado.
Random: Já sei o que vamos fazer! Compras, isso irá animá-lo.
Capitão Yay: Mas eu não-
Horas depois que eles saíram, chegaram ao lugar do destino.
Random: Aqui estamos!
Capitão Yay: Nós não vamos contratar um camarão voador para ser nosso meio de transporte.
Random: Como não? Faz muito sentido!
Capitão Yay: Só se for para você.
Random: Cap, não está agindo como se fosse algo incomum.
Capitão Yay: Sei muito bem que não é algo incomum! Mas, mesmo assim acho preferível um porco voador do que um camarão!
Random: Se você diz…
Capitão Yay: E sabe de uma coisa? Eu prefiro comer alguma coisa do que fazer compras.
Random: Então vamos comer nachos!
Capitão Yay: Eu não gosto de nachos.
Random: Céus… Você e mais chato do que o Locutor-sama! E olha que isso é bem difícil.
Capitão Yay: Eu… Talvez eu goste um pouquinho de nachos.
Random: É assim que se fala! Você não vai se arrepender de comer algo fora do costume!
Capitão Yay: Já entendi, já entendi. Mas só porque eu não quero ser mais chato do que o rei dos chatos, o Locutor-sama!
Random: Sei, sei. É o que todos dizem!
Dias depois, na Casa do Capitão Yay
Capitão Yay: Os nachos foram até uma boa ideia, será que o Random aceita sair comigo de novo? *ouve uma campainha* Quem será?
Random: *atrás da porta* Capitão Yay! Trouxe uma surpresa para você.
Capitão Yay: Uma surpresa? *abre a porta* Minha nossa! É um automóvel em forma de porco voador!
Random: Hehehe! Você gostou? Feliz aniversário!
Capitão Yay: Mas hoje não é meu aniversário.
Random: Então é o seu desaniversário! Fique com o presente, sério.
Capitão Yay: Obrigado, acho. E andou assistindo Alice no País das Maravilhas? Queria que você não fosse tão influenciável…

Happy Green Things

O dezembro chegou! Mas as decorações de natal e os panetones chegaram primeiro.

O escritório da autora em Happy Green Things.
Locutor-sama: A história de hoje é sobre uma autora que está atrasada nas histórias do blog. Novamente.
Moon: Você não pode me obrigar! *escondida em baixo da mesa*
Cola-sama: Como assim? Se eu não obrigá-a a escrever para o blog AGORA, você não escreve nunca mais.
Lalali: Ela escreve, sim.
Hércules: Daqui a um mês?
Lalali: Hércules, você foi contagiado pelo espírito negativo da Cola-sama!
Hércules: Eu estava sendo realista. A autora é muito distraída! Ela acaba retornando as coisas apenas mais tarde, quando se lembra delas.
Moon: Sniff… Eu falhei com o Kekekê. Tinha planejado uma série de historinhas para ele. Deixei de lado! De novo!
Cola-sama: O problema é as histórias com continuação… É normal acontecer isso com você.
Moon: Isso não aconteceu quando eu escrevi o AU do RPG A La Random!
Cola-sama: É um problema seletivo.
Moon: Oh, ótimo! Muito obrigada.
Lalali: Você não está ajudando, Cola-sama.
Hércules: Hm… Então ela podia escrever um AU.
Moon: Sigh… Nem a minha adorável equipe está querendo me deixar descansar.
Locutor-sama: A escrita é um exercício para manter a sua sanidade.
Cola-sama: Exato! E você está agindo como fosse uma criança sendo obrigada a comer brócolis.
Moon: Mas eu também não gosto de brócolis.
Cola-sama: Isso explica muita coisa.
Moon: O que está insinuando?
Hércules: Ela não está insinuando nada. Não é, Cola-sama?
Locutor-sama: Se isso servir de consolo, eu também não gosto (muito) de brócolis.
Hércules: Não há nada de errado em não gostar de brócolis.
Cola-sama: Vegetais são importantes para uma refeição balanceada.
Lalali: Pessoal… Nós não estamos perdendo o foco do assunto principal?
Cola-sama: Claro que alimentação é o foco principal! Afinal, se não comermos adequadamente…
Locutor-sama: Interessante. Como isso virou um post sobre dar palpites de nutrição?
Moon: Mistérios da noite.
Random: E do meio dia!
Locutor-sama: Chegou atrasado, amigo Random.
Random: Trânsito!
Locutor-sama: De camarões voadores?
Random: Sim!
Moon: Você usa camarão voador?
Random: Claro que não! Eu uso porco voador.
Cola-sama: E um porco voador faz muito mais sentido!
Random: Foi o que falei para o Capitão Yay. Mas ele queria porque queria um porco voador!
Locutor-sama: Acho que ele preferia um carro, ou uma moto.
Random: Bobagem! Ele não ia querer uma coisa dessas.
Moon: Talvez um balão?
Random: Oh! Para dar a vontade ao mundo em oitenta dias!
Cola-sama: Ei! Para onde vocês vão?
Lalali: Para lá?
Hércules: O problema da autora está resolvido.
Cola-sama: Que visão positiva do futuro!

Happy Green Things

Foi alguma coisa que eu disse? Nem falei nada sobre pinguins que usam perucas!

Na varanda do Estúdio Happy Green Things.
Moon: Olá, P-san. Como está você no dia de hoje?
P-san: Estava pensando em viajar.
Moon: Viajar! O meu amigo pinguim, pensando em viajar. O que tem na sua mente, exatamente, para ter essa ideiazinha tão interessante?
P-san: Queria mudar de ares, só isso.
Moon: Mudar de ares? Mudar de ares! Quem precisa mudar de ares? Eu preciso mudar de ares, mas não faço nada além de escrever historinhas bobas para meu blog também bobo.
P-san: Está querendo dizer alguma coisa?
Moon: Não, na verdade. Eu só estava dizendo por dizer, apenas isso!
P-san: Se você diz…
Moon: Faz muito tempo desde a última vez eu que tomei sopa, sabia?
P-san: Que mudança de assunto tão repentina!
Moon: Sopa, P-san. O que tem de tão repentino em sopa?
P-san: Não tem nada a ver com viagens.
Moon: Você pode tomar sopas na viagem! Mas responde a minha pergunta de maneira mais adequada.
P-san: Bom, as sopas com letrinhas são surpreendentes.
Moon: Eu nunca entendi as sopas de letrinhas. Tipo, o que elas querem dizer com isso?
P-san: Acha que elas tentam passar uma mensagem?
Moon: Eu acho. Você acredita que é uma ideia louca, não é verdade?
P-san: Eu sou um pinguim falante e gigante. Nada me surpreende nessa vida! Nenhuma ideia é tão louca demais quanto a minha própria existência.
Moon: Eu, hein. Você sabe dizer umas coisas bem estranhas de vez em quando!
P-san: Só estava falando uma verdade.
Moon: O que é verdade? É um fato que conhecemos como verdadeiro?
P-san: Não sei dizer, ao certo. Não trouxe um dicionário comigo!
Moon: Pois deveria. Nunca se sabe quando podemos usar um dicionário!
P-san: Um dicionário usado de repente seria estranho.
Moon: Mas iria ser bem surpreendente, você tem que admitir!
P-san: É, acho que sim.
Moon: Dicionários, o item mais surpreendente para você carregar! Fala sério, seria uma grande ideia.
P-san: Ia ser uma boa ideia até que alguém tivesse outra, a de jogar na cabeça do amiguinho.
Moon: Céus! Que horror.
P-san: É a realidade. Essas coisas simplesmente acontecem.
Moon: Quanta injustiça com os dicionários. Eles não merecem um absurdo desses!
P-san: Sobre viajar…
Moon: Nós vamos mudar de assunto novamente?
P-san: Só você pode mudar de assunto, por aqui?
Moon: Bem, eu acho que você pode sugerir outro assunto. Mas não vamos falar de viajar, por favor.
P-san: Está bem. Não vamos falar sobre nada. Vamos apenas ficar aqui, olhando para o céu.
Moon: *dá de ombros* Por mim, tudo bem.

Random Adventures

E assim, as aventuras podiam dar um bônus!

No apartamento do Capitão Yay.
Random: Capitão! Acorde!
Capitão Yay: Eu sabia que dar uma chave do meu apartamento ia ser um erro.
Random: Vim chamá-lo para viver uma aventura!
Capitão Yay: A única aventura que quero ter nesse sábado é o risco de cair da cama.
Random: Como você é engraçadinho! Vamos, saia da cama. Não temos tempo a perder, vamos escalar uma montanha.
Capitão Yay: Não prefere um campeonato de tetris?
Random: Campeonato de tetris! Isso não é emocionante.
Capitão Yay: Claro que é emocionante. Você nunca sabe qual é a próxima peça que vai cair do céu!
Random: Isso é emocionante??
Capitão Yay: É emocionante e muito divertido. Mas no momento, para mim, ficar deitado na cama é bem melhor.
Random: Mas e todas as coisas que planejei para fazermos hoje?
Capitão Yay: Fazemos amanhã.
Random: Foi o que você disse ontem.
Capitão Yay: Então faremos amanhã.
Random: Capitão! Poxa vida.
Capitão Yay: Vá perturbar o Locutor-sama.
Random: Eu tentei, ele não estava em casa. E eu não consigo encontrá-lo, nem usando o meu radar!
Capitão Yay: Onde aquele pateta se mete quando ele é necessário…
Random: É o que perguntei quando não encontrei ele em casa! Será que está se divertindo com outros patetas?
Capitão Yay: É bem provável.
Random: Então nós devemos nos divertir também! É praticamente a nossa obrigação, Capitão.
Capitão Yay: Eu já disse, prefiro ficar na cama.
Random: Mas Capitão! Vamos nos divertir no mundo lá fora.
Capitão Yay: Até iria, mas minha cama está muito confortável.
Random: Se a sua cama não estiver confortável, então quer dizer que você levantava?
Capitão Yay: Eu não devia ter dito isso.
Random: Imagine! Eu não farei nada. Deixarei você aí, sossegado. Vou embora, curtir a vida sozinho. *sai do apartamento*
Capitão Yay: Ele foi embora mesmo? *levanta da cama*
Random: Voltei! Sentiu minha falta?
Capitão Yay: Era uma armadilha!
Random: Agora vamos! Vista-se algo decente para sairmos.
Capitão Yay: Random… Por favor. Eu deixo você comer os brownies que eu comprei.
Random: Brownies? Você disse brownies? Não! Eu não serei convencido tão facilmente.
Capitão Yay: Ah vai, Random! Eu sei que você ama brownies!
Random: Eu… Tenho que resistir!
Capitão Yay: Olhe só como os brownies estão bonitos.
Random: Não! Não deixe eles olharem para mim…
Capitão Yay: Random, coma logo esses brownies!
Random: Tá bem.
Capitão Yay: Agora nós não precisamos sair mais para viver aventuras, não é?
Random: Tá, tudo bem. Agora fiquei com preguiça!

Happy Green Things

Há momentos que não dá para saber se é uma piada, ou é sério.

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Eu não sei, Locutor-sama.
Locutor-sama: O que você não sabe?
Moon: De tudo. Quero dizer, como vamos saber se isso é realmente o que queremos??
Locutor-sama: Devia estar acostumado com isso, mas tenho que dizer… Não entendo o que quer dizer, senhorita Moon.
Moon: Você pode ter vontade de comer um doce, mas depois? Há momentos em que mudamos de ideia… E tudo começa a dar errado.
Locutor-sama: Dar errado?
Moon: Sim, Locutor-sama. Tudo dá errado porque no final de contas era algo salgado que queria comer.
Locutor-sama: Você gosta mesmo de falar sobre comida.
Moon: Comida é sempre um bom assunto para se refletir, narrador.
Locutor-sama: Eu acho que existem coisas mais interessantes.
Moon: Como o quê?
Locutor-sama: Um novelo, por exemplo.
Moon: Um novelo é interessante? Onde?
Locutor-sama: Você pode criar coisas novas a partir dele.
Moon: É, tem razão.
Locutor-sama: E sabe uma coisa que nunca deixa de ser interessante?
Moon: Que coisa?
Locutor-sama: Os livros. Eles sempre são interessantes!
Moon: E quanto aos livros ruins?
Locutor-sama: Eles continuam sendo interessantes, em um ponto de vista diferente do nosso!
Moon: Sempre saber ser convincente, não é?
Locutor-sama: Você diz isso como se não fosse uma coisa boa.
Moon: Nesse caso é uma coisa boa, acho.
Locutor-sama: “Nesse caso” é uma coisa boa. O que quer dizer com isso?
Moon: Eu não quero que me convençam a dar meu pedaço de chocolate, por exemplo.
Locutor-sama: Você está escrevendo essa historinha com fome, por acaso?
Moon: Não, eu gosto só de falar sobre o tópico de alimentação.
Locutor-sama: Ah.
Moon: Não me olhe com essa cara.
Locutor-sama: É a minha cara normal.
Moon: Bem, pode ser. Mas a sua expressão é sarcástica!
Locutor-sama: Isso é apenas impressão sua, autora.
Moon: Certo. Eu já vi que essas nossas discussões nunca vão para lugar nenhum!
Locutor-sama: Seria bem estranho se elas fossem para algum lugar, não concorda?
Moon: Não leve o que eu digo ao pé da letra.
Locutor-sama: Mas isso sempre torna o diálogo mais interessante e engraçado.
Moon: Acha mesmo?
Locutor-sama: É claro! Lembre-se que nem tudo em se resume em discutir sobre doces.
Moon: É… Principalmente porque você não come nada nessas conversas.
Locutor-sama: Eu ainda acho que está com fome, senhorita Moon.
Moon: Bobagem!
Locutor-sama: Não acho que seja bobagem…
Moon: Se for para falar sobre outra coisa, eu estou com sono.
Locutor-sama: Você parece mesmo uma velhinha, autora.