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Locutor-sama Adventures, Silly Tales

Uma história com cinco partes, e provavelmente não vou completar a Aventura do abismo ainda. Acho. Talvez. Não sei?

A Aventura do Abismo Parte Cinco

A parte um da história!
A parte dois da história!
A parte três da história!
A parte quatro da história!
Locutor-sama: *encontra um pomar escondido do outro lado da caverna*
[Locutor vê ao longe uma outra Sabrina, que se levantou do chão e o viu.]
Sabrina(?): Leonard! Você se transformou de volta, rápido. Impressionante!
Locutor-sama: Sabrina. O que faz com essa roupa?
Sabrina(?): Oh… você é do passado, não é? *Sabrina fica parada, surpresa*
????: Ei, Sabrina! O que está fazendo?
Sabrina(?): Como assim, o que estou fazendo? Procurando os cogumelos!
????: Eu já encontrei o cogumelo… O que faz aqui? *olha para o Locutor*
Locutor-sama: Não sabia que o cabelo de Bonnibel era tão comprido.
Bonnibel: Muito engraçado. Você nem devia estar aqui.
Locutor-sama: Não sou eu que estou cruzando a minha própria timeline.
Bonnibel: Que engraçado. Você é tão espirituoso!
Locutor-sama: Não sabia que era tão arrogante.
Bonnibel: Agora ficou sabendo.
Sabrina(?): Ei, ei. Não briguem, vocês.
Locutor-sama: Deixa eu adivinhar.
Bonnibel: Sim, eu vim aqui por acidente. Você pode me julgar, se quiser, mas vai fazer a mesma besteira e irei rir da sua cara!
Locutor-sama: Então, teoricamente, estarei rindo da minha própria cara? Onde vai ficar a minha dignidade?
Sabrina(?): Eu sabia! Nós estamos na época que viemos procurar a Rika.
Locutor-sama: Por falar nisso, você virou garota mágica…?
Bonnibel: Nada de spoilers!
Locutor-sama: Foi só uma pergunta inocente.
Bonnibel: Não importa. Vamos embora.
Sabrina(?): Hã? Mas ele não parece ter encontrado a Rika, ainda.
Bonnibel: Isso é problema dele, não meu.
Locuto-sama: Claro, claro. Nem uma pista, muito obrigado.
Bonnibel: Se quer mesmo uma pista, é melhor voltar para a Sabrina agora.
Sabrina(?): Para mim?
Bonnibel: Para a Sabrina que estava com ele. Não comece a me confundir!
[Um grito, ao longe, é ouvido pelos três.]
Locutor-sama: Droga!
Sabrina(?): Não me lembro disso.
Bonnibel: *dá de ombros* É lógico que não ia lembrar.
[Locutor-sama sai correndo, para fora da caverna. Sabrina está caída no chão, com o caderno caído ao lado dela.]
Locutor-sama: Sabrina! Sabrina! *vai para ao lado dela, no chão*
Sabrina: Ai… Alguma coisa acertou minha cabeça.
Locutor-sama: Você está bem?
Sabrina: Me sinto tonta. *tenta se levantar, mas fica desequilibrada, Locutor a segura*
Locutor-sama: Não se esforce demais. *levanta a Sabrina*
Sabrina: Não precisa me carregar! *fica vermelha*
Locutor-sama: Preciso, sim.
Sabrina: Mas… Eu sou pesada. *vermelha* E tem o meu caderno!
Locutor-sama: Oh, é mesmo. O caderno!
[Dona Aparecida se abaixa e pega o caderno.]
Locutor-sama: Dona Aparecida!
Dona Aparecida: A garota parece ter sido derrubada por aqueles cogumelos lutadores
Locutor-sama: Sério?
Dona Aparecida: Sim. Vamos, já está na hora de eu servir o café da manhã.
Sabrina: E o meu caderno…?
Dona Aparecida: Eu levo. Não se preocupe.
[Os três vão andando em direção da hospedaria, Locutor continua carregando Sabrina.]

Locutor-sama Adventures, Silly Tales

Quatro partes da Aventura do Abismo! O narrador e a sua companhia continuam sua aventura.

A Aventura do Abismo Parte Quatro

A parte um da história!
A parte dois da história!
A parte três da história!
Locutor-sama: Deixe-me pensar… É melhor nós investigarmos a caverna.
Sabrina: É uma boa ideia. Mas e quanto ao abismo?
Locutor-sama: O que tem o abismo?
Sabrina: Bom, a nossa Aventura tem o abismo no nome.
Locutor-sama: Nós não temos que quebrar a quarta parede por enquanto, Sabrina. Se eu não seguir a ordem do roteiro, a autora vai reclamar e nós dois não queremos que isso aconteça.
Sabrina: Me pareceu um bom argumento, o seu!
[Sabrina vai andando devagar, escrevendo algo no caderno, enquanto caminha em direção da caverna. Locutor-sama está claramente preocupado.
Sabrina: Você está mesmo preocupado.
Locutor-sama: Bom, há uma personagem desaparecida.
Sabrina: Você… Não está interessado na Rika, não está?
[Locutor-sama começa a dar risada.]
Sabrina: Isso não era para ser engraçado.
Locutor-sama: Desculpe. *coloca a mão na boca* Mas foi engraçado.
Sabrina: Eu não entendo o porquê.
Locutor-sama: Está conseguindo ter boas ideias?
Sabrina: Ah. Estou apenas anotando certas impressões.
Locutor-sama: Entendo. Viagens assim são interessantes, não?
Sabrina: É claro.
[Os dois chegam na frente da caverna.]
Sabrina: De dia é outra visão…
Locutor-sama: *vai entrando na caverna*
Sabrina: *segue o Locutor* Acha que vamos conseguir encontrar alguma pista?
Locutor-sama: Espero que sim.
Sabrina: Olha só, Locutor! *Sabrina vai em direção de um painel na parede*
Locutor-sama: Interessante. Parece um painel de identificação. *anda até a direção do painel.*
Sabrina: Deixa eu tentar. *coloca a mão direita no painel*
Painel de Identificação: [voz robótica] Sabrina. Garota Mágica.
Locutor-sama: O QUÊ? *pega a mão da Sabrina e tira do painel*
Sabrina: Ué, que engraçado.
Locutor-sama: *coloca a mão no painel*
Painel de Identificação: [voz robótica] Leonard. Narrador.
Sabrina: Bem, isso todo mundo sabe.
Locutor-sama: *tira a mão do painel* Isso é muito esquisito.
Sabrina: Concordo. *olha na parede, do outro lado* O que é isso? Uma janela?
Locutor-sama: É o que parece. Tem alguma coisa… Um pingente? *pega o pingente e olha com atenção*
Sabrina: Está parecendo jogo de escape!
Locutor-sama: Sim. Está ouvindo isso?
Sabrina: Parecem vozes…
[Locutor e Sabrina se escondem atrás de umas pedras, um pouco mais para dentro da caverna]
????: Francamente. Aqui não tem nada de interessante.
???: Nenhum cogumelo! Isso não te lembra aquela vez, que viemos aqui, procurar a Rika?
????: Hã? Eu não me lembro…
Sabrina: Isso… Parecia a minha voz.
Locutor-sama: *se esconde na sombra, das pedras, junto da Sabrina*
Sabrina(?): Tem mais alguém aqui?
????: Agora me lembro! Vamos sair daqui.
Sabrina(?): Mas e os cogumelos?
????: Eles não vão sair andando.
Sabrina(?): Mas esse tipo anda…
[Silêncio. Locutor levanta e sai da sombra das pedras, Sabrina faz o mesmo, ainda segurando o caderno.]
Sabrina: Parece que foram. O que será que foi aquilo?
Locutor-sama: O resultado do meu… Pressentimento.
Sabrina: Sério? Bom. Nós vamos continuar investigando?
[É possível ouvir um ronco de estômago.]
Sabrina: *com vergonha* Desculpe.
Locutor-sama: Você pode voltar, se quiser.
Sabrina: Certo. Vai seguir as vozes, não vai?
Locutor-sama: Sim. Tome cuidado, ao voltar sozinha.
Sabrina: Eu sei me cuidar. Tome cuidado, você também.
[Sabrina vai em direção da saída caverna, Locutor segue pelo outro lado]

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Terceira parte: A Aventura do Abismo. Mais coisas acontecem!

A Aventura do Abismo Parte Três

A parte um da história!
A parte dois da história!
[Locutor-sama e Sabrina seguem as luzes verdes. Elas desaparecem na entrada de uma caverna.
Sabrina: Eu não entendo.
Locutor-sama: Estou com um mau pressentimento.
???: O que os dois fazem aí? *com uma lanterna*
Locutor-sama: Dona Aparecida!
Dona Aparecida: Acho inapropriado dois jovens saírem juntos de pijama, essa hora da noite.
Locutor-sama: Nós estamos investigando as luzes verdes.
Dona Aparecida: De mãos dadas? *aponta para as mãos deles*
[Sabrina solta a mão do Locutor e fica vermelha.]
Dona Aparecida: Vocês podem investigar o quanto quiserem, mas é perigoso. E vocês não vão encontram nada.
Locutor-sama: E o fato que nós dois não parecemos ser afetados pelas luzes?
Dona Aparecida: É questão de tempo, disso mudar.
[Dona Aparecida vai embora. Locutor fica pensativo.]
Sabrina: Ela.. Parece não gostar muito da gente.
Locutor-sama: A Dona Aparecida não é muito fã de pessoas. Vamos, não deixe isso te perturbar.
Sabrina: Ela é fã de quê, então?
Locutor-sama: De duendes.
Sabrina: Você está brincando, não está?
[Locutor-sama não responde, apenas sai andando. Sabrina o segue.]
Sabrina: Não me deixa no vácuo, puxa vida!
[Os dois voltam para a hospedaria.]
Sabrina: Está preocupado com a Rika?
Locutor-sama: Sempre há a possibilidade dela estar planejando a destruição do nosso planeta.
Sabrina: As suas brincadeiras estão me assustando.
Locutor-sama: Desculpe. Mas não se preocupe, amanhã vamos encontrá-la.
Sabrina: Já vai ser o quinto dia… *abre a porta do quarto* Será que ela foi pega por palhaços da região?
Locutor-sama: *entra no quarto e fecha a porta* Você está viajando.
Sabrina: Tem razão, desculpe. *olha para o chão*
Locutor-sama: Bom, boa noite. *deita na cama*
Sabrina: Locutor…
Locutor-sama: Sim?
Sabrina: Você está… Contente em ter companhia? *senta na cama dela*
Locutor-sama: Não é ruim, ter alguém comigo. E…
Sabrina: E?
Locutor-sama: Você é uma boa companhia.
Sabrina: Ah… *deita na cama, e vira para o lado da parede* Obrigada. *fica vermelha*
[Horas mais tarde, Amanhece.]
Sabrina: Bom dia, Locutor. *já arrumada*
Locutor-sama: Bom dia. *levanta da cama* Você acorda cedo.
Sabrina: É a melhor maneira de aproveitar o dia! *segurando o caderno* Vou esperar por você, lá perto da recepção.
Locutor-sama: Certo. Eu não demoro.
[Sabrina sai do quarto. Locutor chama a Rika pelo celular. Ninguém atende.]
[Locutor desiste e guarda o celular. Vai até o banheiro e fecha a porta]
Sabrina: Espero que nós consigamos encontrar a Rika, hoje.
Tio Ben: Falando sozinha? *no corredor, não muito longe da recepção*
Sabrina: Ah, bom dia. Eu estava pensando alto.
Tio Ben: Bom dia! Entendo. Ainda assim, estou surpreso de vê-la acordada tão cedo.
Sabrina: É questão de hábito.
Tio Ben: Fico contente do rapaz Locutor trazer companhia.
Sabrina: Ele sempre viaja sozinho?
Tio Ben: Ele já trouxe o amigo boneco de palito, mas normalmente viaja sozinho.
Sabrina: Assim não tem muita graça.
Tio Ben: Rapazes assim não arrumam namoradas.
Locutor-sama: Cale a boca, tio Ben. *aparece atrás da Sabrina*
Tio Ben: Mas que falta de respeito! *dá risada*
Sabrina: Você foi rápido!
Locutor-sama: Sim… Vamos logo, Sabrina.
Sabrina: Certo! *segue o Locutor, que sai andando em direção da entrada da hospedaria*

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A parte dois, da Aventura do Abismo! Mas não é sobre Tales of the Abyss, lamento decepcionar.

A Aventura do Abismo Parte Dois

A parte um da história!
[Os dois deixam as coisas no quarto e saem da hospedaria]
Sabrina: Nós vamos investigar o local?
Locutor-sama: Fazer perguntas na loja de conveniência me parece um bom começo.
Sabrina: Certo! Vamos adiante.
[Os dois entram na loja, que não fica muito distante da hospedaria.]
Funcionário: Sejam bem vindos!
Locutor-sama: Boa tarde. Acredito que poderá me responder umas perguntas?
Funcionário: Pois não. Aqui é uma loja de conveniência, afinal de contas! Estamos a seu dispor!
Sabrina: Mas não tem outro funcionário, aqui…
Locutor-sama: É apenas um personagem sem nome, e ainda por cima, engraçadinho.
Funcionário: Isso foi rude! Mas é verdade. O que desejam?
Locutor-sama: O que pode me dizer sobre os sumiços que andam acontecendo?
Funcionário: Bom, senhor, os hóspedes que ficam ali, no Tio Ben e na Dona Aparecida desaparecem após verem uma luz verde.
Sabrina: Luz Verde… Será algo de outro planeta?
Locutor-sama: É cedo demais para saber. E quem afirma isso?
Funcionário: As testemunhas, eu mesmo vi uma garota sendo atraída pela luz.
Locutor-sama: Que tipo de garota?
Funcionário: Ela era estranha, senhor, o modo que ela se vestia.
Locutor-sama: Como uma garota mágica.
Funcionário: Exatamente! No mesmo dia, ela me fez as mesmas perguntas suas.
Locutor-sama: Sei. E isso foi quando?
Funcionário: Ontem.
Sabrina: Então quer dizer que, estamos atrasados um dia.
Funcionário: Ela deve ter desaparecido na caverna.
Locutor-sama: Uma caverna…
Sabrina: Isso é muito suspeito.
Locutor-sama: Bom, é melhor nós comprarmos alguma coisa. Vou querer um sanduíche.
Sabrina: E eu, um caderno! Mesmo estando com bloqueio criativo…
[O funcionário entrega o caderno para Sabrina, que vinha com canetas junto.]
Funcionário: E o sanduíche, de qual sabor vai querer?
Locutor-sama: De qualquer coisa.
Sabrina: Tem um sabor desses??! *surpresa*
Funcionário: Aqui está. *entrega o sanduíche*
[Sabrina paga o caderno e Locutor o sanduíche.]
Funcionário: Obrigado por virem! *os dois saem da loja*
Sabrina: Do que é esse sabor, afinal?
Locutor-sama: É surpresa.
Sabrina: Eu não teria coragem para comer isso.
[Horas depois, de noite.]
Sabrina: Não acredito que já é hora de dormir. *sai do banheiro, de pijama* Você já se trocou! E deitou, ainda por cima!
Locutor-sama: Tem alguma coisa estranha nesse lugar.
Sabrina: Será que… As pessoas caíram no abismo? Não, não é possível!
Locutor-sama: *se vira na cama*
Sabrina: Não durma!
[Mais horas passam. Os dois já dormiram por algum tempo, até que Sabrina acorda para ir ao banheiro. Quando retorna, as luzes chamam a atenção dela.]
Sabrina: Locutor! As luzes verdes, como o funcionário da loja de conveniência falou!
Locutor-sama: *pula da cama, vai até a janela, ao lado da Sabrina* Isso é…
Sabrina: *Locutor a puxa, segurando a mão dela* Para onde vamos?
Locutor-sama: Nós vamos seguir essa luz.

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É complicado, mas eu acabei escolhendo o abismo pois era mais sonoro e, consequentemente, mais dramático!

A Aventura do Abismo Parte Um

Sabrina: *olhando para a paisagem em um abismo* Uau, que paisagem maneira! *quase perde o equilíbrio*
Locutor-sama: *segura a Sabrina por trás* Você perdeu o juízo?
Sabrina: *olha para cima, olhando para o Locutor* Admito que foi má ideia.
[Os dois se afastam do abismo e foram sentar em um banco.]
Locutor-sama: Três dias.
Sabrina: Desculpe?
Locutor-sama: É o tempo que Rika está desaparecida.
Sabrina: E nós viemos aqui para procurá-la.
Locutor-sama: Exato. Normalmente não me preocuparia, pois ela está equipada com seu machado e o bom senso.
Sabrina: Sim, mas já fazem três dias. E já virou motivo para se preocupar!
Locutor-sama: De fato. *levanta do banco* Vamos, temos que assinar o ponto na hospedaria.
Sabrina: *levanta também* É caro?
Locutor-sama: Não. E os donos da hospedaria me devem alguns favores.
Sabrina: *espantada* Que assustador! *vai atrás dele*
[Locutor-sama e Sabrina entram na hospedaria, com suas respectivas malas. Locutor segura a porta para ela.]
Locutor-sama: Tio Ben!
Tio Ben: Locutor, há quanto tempo não o vejo, rapaz! *olha para a Sabrina* É sua namorada?
Locutor-sama: Não.
Sabrina: Que resposta rápida!
Tio Ben: Há, há!
Locutor-sama: Dê logo o livro, para assinarmos, Tio Ben.
Tio Ben: *entrega o livro e uma caneta para o Locutor* Mas sabe, uma garota aceitar a vir aqui nesse fim de mundo-
Locutor-sama: Não diga besteiras. *entrega a caneta para a Sabrina*
Sabrina: Eu vim pela aventura! Já fui para vários lugares legais assim, com o meu irmão!
Locutor-sama: Irmão?
Sabrina: Sim, meu irmão. E o preço?
Locutor-sama: Eu pago.
Tio Ben: Que cavalheiro.
Locutor-sama: Fique quieto.
Tio Ben: *entrega um item para o Locutor* Aqui está a chave.
Sabrina: Hã? Vamos ter que dividir o quarto?
Tio Ben: Não se preocupe! É uma precaução, estamos fazendo isso com todo mundo.
Sabrina: Mas não vejo ninguém, além de nós dois…
Locutor-sama: *levanta a sobrancelha* Motivo?
Tio Ben: As pessoas somem dos quartos, enquanto estão sozinhas.
Locutor-sama: Vou ter que pagar adiantado. *olha para cima, reflexivo*
Sabrina: Quanta tranquilidade! *começa a olhar os nomes assinados no livro*
Tio Ben: Se resolverem o problema desse mistério todo, não cobro nada.
Locutor-sama: Quer mesmo ficar me devendo mais favores? A Dona Aparecida não vai gostar.
Tio Ben: Eu me entendo com ela. E os sumiços estão prejudicando os negócios locais.
Sabrina: Ei, eu encontrei a assinatura da Rika.
Locutor-sama: Ela assinou como Renata?
Sabrina: Aqui está escrito “Rika a garota mágica”.
Locutor-sama: Rika…! *aborrecido*
Tio Ben: Garota estranha, essa Rika.
Locutor-sama: Não diga.
Tio Ben: Triângulo amoroso?
Locutor-sama: Não!
Tio Ben: Que entediante. *suspira, decepcionado* Boa sorte nas investigações!

Silly Tales

Tem algo sobre ele que é especial, talvez seja o fato de ele construir castelos de areia? Não, não pode ser isso.

Locutor-sama: É verão, começo do ano, e não sei o porque estamos tendo uma história de começo do ano em abril. Não me façam perguntas complicadas: Sou apenas um simples narrador! A história é com a Senhorita Clarissa e o Vladmir
Clarissa: Não é uma beleza de vista? A Casa Verde pode ter uma praia na parte de trás, mas o horizonte desses é muito maior e melhor, não acha?
Vlad: Na praia atrás da Casa Verde, tem uma caverna misteriosa lá no fundo. Eu sinceramente não vejo o que tem de especial em um horizonte de praia….
Clarissa: *dá um soquinho no braço do Vlad* Deixa de ser bobo! Aqui é para nós temos um pouco de romance!
Vlad: Com todos os outros hóspedes presentes?
Clarissa: Como você é chato, preferia ter ficado em casa? Vendo filmes de zumbis? *dá um pequeno sorriso que faz o Vlad congelar*
Vlad: Desculpe, fofa. Vou demonstrar um pouco de boa vontade.
Clarissa: Ainda bem! Fiquei com medo de que não quisesse mais a minha companhia.
Vlad: Claro que não! Sabe que a sua companhia é de enorme valor para mim. Menos zumbis. Tudo menos zumbis!
Clarissa: Esqueça disso, e vamos nos divertir! Se não, você vai virar um velho chato.
Vladmir: Certo! *monta todas as coisas que trouxe para os dois ficarem* Você passou protetor solar?
Clarissa: É claro que eu passei-!
Vlad: Não, você não passou. Vamos, você quer ficar parecendo um camarão?
Clarissa: Mas é sol de manhã!
Vlad: Não seja irresponsável. *passa o protetor solar na Clarissa*
Clarissa: *faz beicinho* Está bem, obrigada. Agora, é a sua vez!
Vlad: Não precisa fazer essa expressão assustadora… *Clarissa termina de passar o protetor solar nele*
Clarissa: Agora é hora de se divertir! *sai correndo*
Vlad: Não vá muito para o fundo!
Clarissa: Eu não sou criança! *vai para o mar*
Vlad: Correndo desse jeito, parece. *senta na cadeira de praia* Hã?
[Um garoto aparece do lado dele]
Vlad: Quer alguma coisa?
???: *não diz nada, e parece emburrado*
Vlad: Você se perdeu dos seus pais?
???: *olha feio para o Vlad*
Vladmir: O que foi que fiz para você, garoto?
???: Vou declarar meu amor para ela!
Vlad: Boa sorte… Hã? PARA QUEM?
[O garoto vai em direção da Clarissa: Vlad vai até os dois. Ela sai do mar]
???: Seja minha namorada!
Clarissa: Ah, que gracinha! *sorri, encantada*
Vlad: *chocado*
Clarissa: Ele não é uma gracinha, Vlad?
Vlad: Você quer que eu, como seu namorado, diga que isso é uma gracinha?
???: Eu sou muito melhor para ela do que você!
Vlad: *irritado*
Clarissa: Vlad, ele é só uma criança…
Vlad: Me prove isso, em uma competição de construir castelos de areia! *aponta para o garoto*
???: Aceito!
Clarissa: Bom, se ninguém for se machucar… *dá de ombros*
[Clarissa foi mais uma vez para o mar]
Vlad: Pronto! Faz muito tempo que não faço castelo de areia, mas isso é uma bela arte!
???: *ameaçando a chorar, o não conseguiu terminar o castelo*
Vlad: Eei, não chore! Vamos, o tio ajuda você.
???: Hã? Mas…
Vlad: Esqueça a briga. Qual é o seu nome?
???: Bernardo.
Vlad: Vamos lá, Bernardo!
[Os dois constroem um castelo de areia juntos]
[Clarissa sai do mar, vê os dois juntos e dá um sorriso]
Vlad: Pronto!
Bernardo: Legal! Você é maneiro, tio!
Vlad: Modéstia à parte, eu ganhei muitos concursos quando era criança.
Bernardo: Incrível! Eu quero chamá-lo de mestre!
Vlad: Não é para tanto, mas “Mestre Vlad” soa muito bem.
Bernardo: Mestre Vlad!
Clarissa: Vocês ficaram amigos?
Vlad: De certa forma…
Bernardo: Ele me ajudou a construir um castelo! *animado*
Clarissa: Ei, isso não é legal? Você é muito talentoso! *acaricia a cabeça do Bernardo*
Vlad: *faz beicinho*
Clarissa: Hã? Você quer ser acariciado também? Certo, certo. *acaricia a cabeça do Vlad com a outra mão*
????: Bernardo! Vamos, é hora de entrar!
Bernardo: Mamãe, mamãe! Fiz um castelo de areia!
????: Ora, é muito bonito. *dá um sorriso para ele* Obrigada por cuidar do meu menino.
Vlad: Hã? Não há de quê.
Clarissa: Ele é adorável.
???: Vocês são…
Clarissa: Eu sou a Clarissa e o nome dele é Vladmir.
???: Muito obrigada mesmo, vocês dois. O meu nome é Mariana. Venham, eu quero pagar algo em agradecimento a vocês dois. *sorri*
Clarissa: Certo, tudo bem. *retribui o sorriso*
Vlad: E as nossas coisas?
Clarissa: Você tira elas, lógico.
Vlad: Ah, claro. Por que fui perguntar?
Mariana: Haroldo!
Haroldo: Estou chegando! Deixa que ajudo você, amigo.
Vlad: Puxa vida, obrigado!
Haroldo: Não há porquê agradecer! Não há muitas pessoas que tem paciência com o pequeno Bernardo, sabe? Ele é um garoto bastante enérgico.
Vlad: Sim, eu percebi…

Ruiva & Mafioso, Silly Tales

O melhor das referências é quando você não precisa seguir normas para ela ficar organizada de maneira correta.

ANTES
Locutor-sama: Barman estava procurando a Senhorita Hello na Casa Verde, depois de procurá-la em todos os lugares possíveis, finalmente foi parar no escritório dela.
Barman: *encontra uma folha em cima da mesa com algo escrito* “Miles Edgeworth escolhe a morte” *vira a folha* “Tá, isso é exagero, mas sério, não me procurem”.
Rosalina: *no corredor* Como é? A Hello deixou uma mensagem assim?
Barman: Eu nem imagino o que aconteceu…
Rosalina: Oh, talvez ela tenha escutado nós dois conversando?
Barman: Sobre o quê?
Rosalina: Ah, você sabe. Sobre os seus sentimentos por ela?
Barman: *expressão de pânico*
Rosalina: Mas onde será que ela foi…
Olliver: *aparece por trás dos dois* A Hello sumiu? Deve estar na livraria “Através do Espelho”, lendo mangá shoujo.
Rosalina: Mangá. Shoujo.
Olliver: Exatamente.
Barman: *sai correndo, desce as escadas*
Rosalina: Ele vai ir a pé, com guarda chuva.
Olliver: Não podia sair de carro?
Rosalina: O Barman não está pensando direito, no momento.
Olliver: Você está se divertindo com isso, não está…

DEPOIS
Na frente da livraria “Através do Espelho”
Hello: Barman!
Amanda e Tatiana: Boa sorte!~
Hello: Tá bom, tá bom!
*As duas se despedem da Hello e entram na livraria*
Barman: “Miles Edgeworth escolhe a morte”
Hello: A-ah! Eu admito que exagerei, mas… Foi engraçado, não é? *risada nervosa*
*Silêncio. Os dois começaram a andar, lado a lado embaixo do guarda chuva*
Hello: Diga alguma coisa, por favor.
Barman: Você… Ouviu o que eu disse para a Rosalina, não é?
Hello: Si-sim! Eu estava realmente surpresa, ahn… Quanto tempo isso já faz?
Barman: Uma eternidade. AH, eu não estou bravo! Quero dizer, isso já faz um tempo…
Hello: Entendo. Então é verdade mesmo.
Barman: Si-sim… *desvia o olhar da Hello*
Hello: Sabe, demorei para processar a informação, mas…
Barman: Mas?
Hello: Eu fiquei muito contente. *sorri e olha para o Barman*
Barman: *olha para a Hello e fica vermelho*
Hello: Afinal, eu também gosto de você, Barman.
Barman: *olha para frente, com vergonha*
Hello: Não sabia exatamente como dizer, mas ser direta ainda é a melhor estratégia… *vai andando com intenção de atravessar a rua, mas Barman a segura pelo braço e a puxa*
*Uma moto passa logo em seguida.*
Barman: Cuidado!
*Os dois ficam bem perto do outro e ficam com os rostos próximos*
Hello: Ah, obrigada…
*Os dois se afastam rapidamente e ficam olhando para frente*
Barman: Então… Você está bem com isso?
Hello: Cla-claro.
Barman: E seria… *fala baixo* minha namorada?
Hello: Sim! *quase ia atravessar a rua novamente*
Barman: Olhe para os dois lados, primeiro!
Hello: Eu… Vou ficar segurando no seu braço, en-então.
Barman: Sim, é melhor…

Silly Tales

Não é necessário simpatia, ou coisa parecida. A resposta está no mangá shoujo! Não, isso também soa errado.

Locutor-sama: A história se passa em uma livraria chamada “Através do Espelho”. Livros de todos os tipos e gêneros estão a venda lá, incluindo mangás. E uma figura conhecida está lendo um mangá shoujo, em pé, frente a estante.
???: Hello, você está bem?
Hello: Oh, Amanda! Estou bem sim, qual é o problema?
Amanda: Bom, você está lendo. Mangá Shoujo. Em uma livraria. Num dia de chuva!
Hello: Esse é um país livre, minha cara. Posso ter minhas maneiras excêntricas de ser, qualquer clima, qualquer hora!
Amanda: Está certo, está certo. Eu vou ligar para o Olliver. *pega o celular no bolso*
Hello: Não! *segura o braço da Amanda* Não precisa.
Amanda: Então, será que podia dizer para mim o que aconteceu?
Hello: Oh… Bem… *com as bochechas vermelhas*
Amanda: Vem, vamos para a sala de descanso dos funcionários. E guarde esse mangá!
Hello: Está bem, está bem. *guarda o mangá na estante*

Na sala de descanso dos funcionários.
Tatiana: *sentada em frente de uma mesa* Francamente… *pensativa* Não acredito que chove lá fora… No meu raro dia de folga. Da cafeteria. Os meus planos foram varridos pela chuva. *olhar distante*
Amanda: Tatiana! Ei!
Tatina: Hã? *olha em direção da porta* O que a Hello faz por aqui?
Amanda: Não sei. Mas é isso que ela vai explicar.
*as duas sentam em volta da mesa junto da Tatiana*
Tatiana: Então? O que aconteceu?
Amanda: Ela estava lendo mangá shoujo. Em pé.
Tatiana: Que coisa divertida para se fazer em uma dia de chuva.
Amanda: Algo relacionado com… Romance?
Hello: Nã-não! Não tem nada a ver…
Tatiana: Sim. Romance.
Amanda: Tem alguma coisa a ver, sim. *começa a mexer no celular*
Tatiana: Não acho que tem a ver, ler shoujo para resolver seu problema.
Amanda: Nessas horas, é necessário escutar o coração!
Tatiana: É clichê, mas concordo.
Hello: Está certo, eu vou contar o que aconteceu.
Tatiana: Estamos ouvindo.
Hello: Ouvi uma conversa… Vocês duas sabem que eu sou dona da Casa Verde.
Amanda: Sim, é claro! O meu irmão trabalha lá, afinal de contas. *termina de digitar no celular e envia uma mensagem*
Hello: Um dos meus funcionários.. o Barman…
Tatiana: Disse para alguém que gostava de você?
Hello: Sim…
Tatiana: GAH! Esse suspense! Esse suspense está me matando!
Amanda: Acalme-se. Nós não podemos assustar a Hello com ataques de ansiedade.
Tatiana: Eu sei disso, mas…
Amanda: Tem certeza que você não sabe o que fazer, Hello?
Hello: Não tenho certeza…
Tatiana: Então tem que vasculhar as informações deixadas no seu coração! Encontrar uma resposta!
Amanda: Ainda está vermelha, Hello. Tenho certeza que o que acontece é que, ainda não conseguiu processar a informação…
Tatiana: Exatamente! *levanta da cadeira* É hora da ação! Não deixe isso para tarde demais!
Hello: Si-sim! Tem toda a razão, vocês duas! *levanta da cadeira também*
Funcionário da livraria: Chefe, tem um rapaz aqui na porta procurando por alguém.
Amanda: Hã? É melhor eu ir lá ver. *levanta da cadeira, e sai da sala*
Tatiana: Deve ser ele! O Barman!
Hello: Hã? Ma-mas! Eu não estou pronta!
Tatiana: Ninguém nunca está. E além do mais… Você não deve ficar presa ao passado. *coloca as mãos nos ombros da Hello* Entendeu?
Hello: Engraçada ouvir isso de alguém com cabelo colorido.
Tatiana: Sim! Eu tenho um pensamento futurista! Agora vamos. *empurra a Hello para fora da sala*

Random Adventures

No futuro, haverá carros voadores. Era isso que me prometiam! Os desenhos animados dão sonhos impossíveis para as crianças.

Na casa do Random.
Random: No futuro, haverão profissões que serão substituídas por robôs.
Capitão Yay: Sim. O quê que tem isso?
Random: Isso me preocupa.
Capitão Yay: Bom, isso vai causar desemprego nessas áreas. É um motivo nobre para se preocupar.
Random: Isso quer dizer que… Vão substituir o Papai Noel?
Capitão Yay: Não acho que iriam fazer isso.
Random: Já pensou? Um robô maligno enviando presentes para crianças!
Capitão Yay: Um robô seria eficiente, acho. Mas tiraria a magia da história… Peraí! Papai Noel não é emprego! E nem todos os robôs são malignos.
Random: Claro que é emprego! O que você me diz dos Papais Noéis no shopping?
Capitão Yay: *bate com a mão na testa*
Random: E é lógico que robôs são malignos!
Capitão Yay: Explique a sua lógica.
Random: A minha certeza já não é explicação o suficiente?
Capitão Yay: Depende. Existem aqueles que acreditam que o Planeta Terra é plano.
Random: Um piano?
Capitão Yay: PLANO!
Random: O Planeta Terra é um plano? De quem?
Capitão Yay: Francamente… Você tira qualquer um do sério.
Random: Ah! A forma do planeta. Uma forma plana!
Capitão Yay: Finalmente você entendeu.
Random: Mas você diria Terra Plano…
Capitão Yay: Bem. De qualquer modo, entendeu o que eu queria dizer!
Random: Tem que ser específico, de qualquer forma! E tomar cuidado para não errar.
Capitão Yay: Errar as palavras? Sim, pode causar uma confusão…
Random: As pessoas podem pensar que a Terra é um plano, mas com “P” maiúsculo!
Capitão: “P” maiúsculo? Que diferença faz?
Random: Oras! Faz ficar mais importante.
Capitão Yay: Ah, claro. Daqui a pouco vai dizer que a Terra é um Plano dos Alienígenas!
Random: Talvez! A Terra é um Plano dos Alienígenas que tocam Piano!
Capitão Yay: Que interessante.
Random: Você está sendo sarcástico?
Capitão Yay: Não, estou sendo afetuoso.
Random: Pare com isso.
Capitão Yay: De ser sarcástico ou afetuoso?
Random: Ambos?
Capitão Yay: Está bem, então.
Random: Não esperava que fosse ceder tão falso…
Capitão Yay: Você quis dizer “ceder fácil”.
Random: Não, não! Quis dizer ceder de modo falso.
Capitão Yay: Modo… Falso?
Random: Sim! Sim! Afinal, você é um robô!
Capitão Yay: Só porque eu disse que nem todos os robôs são malignos, quer dizer que eu seja um também.
Random: Tem razão. Nunca vi você carregando parafusos!
Capitão Yay: Ainda bem que entendeu.
Random: E sabe que tipo de reviravolta seria interessante?
Capitão Yay: Nem imagino.
Random: Se o Papai Noel não fosse nada além de uma mentira de primeiro de abril!
*música de suspense no fundo*
Capitão Yay: É, seria uma reviravolta e tanto.
Random: Você nem está levando a sério essa possibilidade!
Capitão Yay: *fica parado de forma estranha*
Random: Capitão?
Capitão Yay: Você tem razão. Eu sou um robô! E maligno, ainda por cima.
Random: Pensa que percebi que só agora você notou, que hoje é primeiro de abril?
Capitão Yay: Eu nem queria fazer uma brincadeira mesmo.

Happy Green Things

Só fico arrumando desculpas para não escrever… E ainda assim, uso minha criatividade com isso! Em elaborar desculpas! Será que isso dá dinheiro?

No Estúdio Happy Green Things
Cola-sama: Detesto ser a portadora de más notícias, senhorita Moon.
Moon: Você detesta? Mas está com um sorrisinho maldoso no rosto!
Cola-sama: É imaginação sua. Enfim, encontrei um erro em uma história. Na de ontem.
Moon: Um erro, é? O que você quer dizer com isso? Todo mundo comete erros.
Cola-sama: Não existem times de tênis. Você esqueceu que só existem duplas?
Moon: Oh…
Cola-sama: Sabe, você devia ter colocado vôlei. Teria passado menos vergonha, mas não. Vamos colocar Tênis pois é um esporte requintado e dramático para o Locutor-sama! Não sei como você não colocou time de golfe, mas isso seria pior ainda.
Moon: Tenho uma explicação plausível para isso.
Cola-sama: É mesmo? Eu gostaria de ouvir.
Moon: É óbvio que existe times de tênis pois é um esporte que pode causar problemas sérios nos braços! Ou seja. As pessoas se revezam, e cada um tem um estilo de jogada diferente. Sabe, é uma questão de saúde e de estratégia! Nunca ouviu falar?
Cola-sama: Acho incrível a sua capacidade de tapar buraco no plot com uma explicação meia-boca ao invés de admitir que errou, falando besteira.
Moon: Estou tendo sentimentos conflitantes! Você começou me elogiando e depois me insultou para não interromper o seu bônus de críticas para comigo??
Cola-sama: Está imaginando coisas. Minha intenção foi de criticá-la desde o começo.
Moon: Oh, wow! Você sendo sincera assim, comigo, me sinto honrada para caramba.
Cola-sama: Sim, eu sei. Não é maravilhoso o fato que me importo o bastante para apontar o seus erros enquanto você olha para o lado e finge que nada aconteceu?
Moon: Não sou uma adulta com maturidade o suficiente de admitir meus erros e ainda por cima dar o trabalho de consertá-los!
Cola-sama: Que frase reveladora. Então é esse o seu verdadeiro caráter…
Moon: Não! Mas… Será? Ou será apenas uma frase de efeito para representar meu papel como autora irresponsável?
Cola-sama: Está perdendo o seu tempo. Não pode manter essa vida para sempre, ou nunca chegará a lugar algum. E aquela sensação de satisfação pessoal, de uma história escrita e bem contada? Você nunca quer chegar a esse estágio?
Moon: Quer dizer que… Eu nunca escrevi uma história de modo bem contado?
Cola-sama: Estou querendo dizer em coisas que quer se desafiar! Em histórias maiores e melhores!
Moon: Não acredito que a minha situação está tão desesperadora a ponto de eu estar ouvindo bons conselhos da Carmen… O seu nome é muito grande. Vou apenas chamá-la de Carmen.
Cola-sama: Não seja fique tão intima comigo. Prefiro mil vezes que escute o meu conselho e aprenda a evoluir do estágio de tapar buracos em roteiros a autora que finge planejar as coisas.
Moon: Tinha que encerrar assim?? Com esse ‘tapa na cara’?
Cola-sama: Preciso manter a minha reputação. *sai do escritório e fecha a porta*